LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO
CTB - Apresentação
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CTB - APRESENTAÇÃO
A legislação de trânsito envolve:
• Código de Trânsito Brasileiro – CTB, a Lei n. 9.503/1997;
• As resoluções do CONTRAN.
É importante destacar que o CTB possui 341 artigos além do Anexo I, que trata de
conceitos e definições, e do Anexo II, que trata de sinalização
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CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Vai do art. 1º ao art. 4º e define trânsito, afirmando que a prioridade do Código de
Trânsito Brasileiro é a proteção da vida, nela incluída a preservação da saúde e do meio
ambiente. Além disso, estabelece também que são vias terrestres urbanas e rurais as
ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias,
que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas,
de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais.
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CAPÍTULO II - DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
SEÇÃO I- DISPOSIÇÕES GERAIS;
SEÇÃO II- DA COMPOSIÇÃO E DA COMPETÊNCIA DO SISTEMA NACIONAL
DE TRÂNSITO.
Esse capítulo vai do art. 5º até o art. 25-A, abrangendo a Composição e da Com-
petência do Sistema Nacional de Trânsito - SNT que tem por finalidade o exercício das
atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licencia-
mento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, enge-
nharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e
de recursos e aplicação de penalidades.
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A composição do SNT está descrita no art. 7º, já as competências estão entre os arti-
gos 10 ao 25 – A.
É importante dar uma ênfase maior nas competências do órgão para o qual você está
prestando o concurso público.
CAPÍTULO III - DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E
CONDUTA
Abrange do artigo 26 ao 67 do CTB e trata das regras de circulação, regra da mão
direita, da livre circulação, parada e estacionamento, regras de preferência e prioridade,
regras de ultrapassagem, regras de livre parada e estacionamento etc.
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CAPÍTULO III-A - DA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS POR
MOTORISTAS PROFISSIONAIS
Vai do art. 67-A ao 67-E e abrange os motoristas de transporte rodoviário de cargas
(motoristas de caminhão) e os motores de transporte rodoviário de passageiros (ônibus
de viagem).
O objetivo é dar mais segurança ao transporte de cargas e ao transporte de passa-
geiros nas rodovias e estradas em todo o Brasil.
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CAPÍTULO IV - DOS PEDESTRES E CONDUTORES DE
VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS
Vai do art. 68 ao 71. Há a previsão de que o ciclista desmontado empurrando a bici-
cleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres e o pedestre, para cruzar a pista de
rolamento, deve tomará precauções de segurança, levando em conta, principalmente, a
visibilidade, a distância e a velocidade dos veículos, utilizando sempre as faixas ou passa-
gens a ele destinadas sempre que estas existirem numa distância de até 50 metros dele.
CAPÍTULO V - DO CIDADÃO
Estão nos artigos 72 e 73 do CTB e prevê que todo cidadão ou entidade civil tem o
direito de solicitar, por escrito, aos órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trân-
sito, sinalização, fiscalização e implantação de equipamentos de segurança, bem como
sugerir alterações em normas, legislação e outros assuntos pertinentes a este Código.
Quando houver essa solicitação, os órgãos ou entidades pertencentes ao Sistema Nacio-
nal de Trânsito têm o dever de analisar as solicitações e responder, por escrito, dentro
de prazos mínimos, sobre a possibilidade ou não de atendimento, esclarecendo ou jus-
tificando a análise efetuada, e, se pertinente, informando ao solicitante quando tal
evento ocorrerá.
CAPÍTULO VI - DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO
Vai dos artigos 74 ao 79 do CTB. Destaca-se que a educação para o trânsito deve
ocorrer desde a pré-escola (educação infantil) até o nível superior de forma interdisci-
plinar. Além disso, as campanhas educativas de trânsito são extremamente importantes
no dia a dia para coibir o cometimento de infrações.
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CAPÍTULO VII - DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
Descritas nos artigos 80 a 90. Ademais, o anexo II do CTB, que hoje é a Resolução
do Contran n. 973/22, também trata do tema. Esse assunto é de extrema importância
pois vias corretamente sinalizadas são essenciais para a segurança. A sinalização a ser
implantada é aquela prevista na Legislação de Trânsito, no Código de Trânsito Brasileiro,
no Anexo II e nas resoluções do Contran, não podendo ser usada qualquer outra sinaliza-
ção que não seja prevista na legislação de trânsito. Tem que estar autorizada pelo órgão
executivo de trânsito da União.
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CAPÍTULO VIII - DA ENGENHARIA DE TRÁFEGO, DA
OPERAÇÃO, DA FISCALIZAÇÃO E DO POLICIAMENTO
OSTENSIVO DE TRÂNSITO
Previstos nos arts. 91 a 95 e trata dos viadutos, pontes e obras de engenharia na via
que são extremamente importantes para dar qualidade e não ocasionar acidentes.
CAPÍTULO IX - DOS VEÍCULOS
Está disposto do art. 96 ao art. 117.
Seção I - Disposições Gerais
Seção II - Da Segurança dos Veículos
Seção III - Da Identificação do Veículo
Lembre-se que, na identificação veicular, existem as placas Mercosul (possui QR
Code, sem necessidade de lacre) e as placas antigas. Ambas estão convivendo juntas.
CAPÍTULO X - DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO
INTERNACIONAL
Esse capítulo está disposto nos artigos 118 e 119.
A circulação de veículo no território nacional, independentemente de sua origem, em
trânsito entre o Brasil e os países com os quais exista acordo ou tratado internacional,
reger-se-á pelas disposições deste Código, pelas convenções e acordos internacionais
ratificados.
Um veículo internacional que esteja circulando no Brasil e que cometeu uma infração
só poderá sair do país depois que ele pagar (seja por meio de depósito judicial ou admi-
nistrativo). Não poderá sair do Brasil enquanto não quitar seus débitos, independente-
mente dos recursos.
CAPÍTULO XI - DO REGISTRO DE VEÍCULOS
25m
Capítulo compreendido entre os artigos 120 e 129.
A maioria das documentações veiculares estão disponibilizadas na forma eletrônica
(exemplo: CNH, CRLV etc.) além da forma física.
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CAPÍTULO XII - DO LICENCIAMENTO
Esse capítulo se encontra entre os artigos 130 ao 135.
Todo o veículo automotor, elétrico, reboque, semirreboque, articulado, tem que ser
licenciado registrado anualmente no órgão de trânsito do domicílio do proprietário. Ao
ser registrado e licenciado, receberá o CRLV.
É importante observar que hoje existe o CRLV-E (eletrônico). Esse CRLV pode ser
impresso em casa ou o condutor pode mantê-lo em formato digital no aplicativo Car-
teira Digital de Trânsito.
CAPÍTULO XIII - DA CONDUÇÃO DE ESCOLARES
Esse capítulo está descrito entre os arts. 136 a 139.
Para conduzir escolares o motorista necessita de uma autorização emitida pelo
órgão de trânsito além de ter que cumprir vários requisitos, como é o caso da inspeção
semestral.
CAPÍTULO XIII-A - DA CONDUÇÃO DE MOTO-FRETE
Esse capítulo está descrito entre os arts. 139-A ao 139-B.
É o motoboy e o mototaxista dos municípios que credenciarem. Ele necessita passar
por inspeção semestral, placa de aluguel, deve ter o protetor mata cachorro, antena
corta pipa, etc.
CAPÍTULO XIV - DA HABILITAÇÃO
Esse capítulo está descrito entre os arts. 140 a 160, além de resoluções do Contran.
Uma das resoluções importantes sobre o tema é a Resolução n. 789/20.
CAPÍTULO XV - DAS INFRAÇÕES
Esse capítulo está descrito entre os arts. 161 a 255.
As infrações são classificadas como gravíssima, infração grave, infração média e
infração leve.
CAPÍTULO XVI - DAS PENALIDADES
As penalidades estão descritas nos arts. 256 a 268.
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CAPÍTULO XVII - DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
As Medidas Administrativas estão descritas nos arts. 269 a 279.
Quem aplica as penalidades é a autoridade de trânsito (o diretor do órgão executivo
de trânsito, do Detran, do DER, do Dnit, da Polícia Rodoviária Federal, etc.). Essas são as
chamadas autoridades de trânsito que podem aplicar multa, advertência por escrito,
suspensão do direito de dirigir e cassação da CNH, frequência obrigatória em curso de
reciclagem.
As medidas administrativas, por sua vez, podem ser aplicadas pela autoridade de
trânsito e pelos agentes da autoridade (agentes do Detran, do DER, do DNIT, dos órgãos
municipais, os policiais rodoviários federais, policiais militares, policiais legislativos etc.).
CAPÍTULO XVIII - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO
SEÇÃO I - DA AUTUAÇÃO
SEÇÃO II - DO JULGAMENTO DAS AUTUAÇÕES E PENALIDADES
Esse capítulo está descrito nos arts. 280 a 290.
A pessoa que recebeu um auto de infração tem direito à defesa prévia, recurso em
primeira instância (JARI) e recurso em último instância (pode ser um colegiado no âmbito
da União, pode ser ao CETRAN, no âmbito dos estados, e pode ser ao CONTRANDIFE no
âmbito do Distrito Federal).
CAPÍTULO XIX - DOS CRIMES DE TRÂNSITO
SEÇÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS
SEÇÃO II - DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Esse capítulo está descrito nos arts. 291 a 312-B.
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Esse é um capítulo que cai muito para as carreiras policiais.
É importante destacar que a Lei n. 14.599/2023 mudou a expressão “acidente de
trânsito” para sinistro de trânsito.
CAPÍTULO XX - DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Esse capítulo está descrito nos arts. 313 ao 341.
Nessas disposições finais analisa-se, por exemplo, como deve ser aplicado o valor
arrecadado com as multas aplicadas (vai ser gasto em sinalização, policiamento, fis-
calização, renovação da frota circulante, educação para o trânsito etc. Além disso, 5%
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do valor arrecadado pelas multas aplicadas vai para o Fundo Nacional de Segurança e
Educação de Trânsito, abrangendo campanhas de prevenção de acidentes e campanhas
educativas de trânsito.
ANEXO I – DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES
ANEXO II – SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
Os arts. 80 a 95 também tratam de sinalização de trânsito, assim como aResolução
do Contran n. 973/2022 e suas alterações.
�Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Concursos, de acordo com a aula
preparada e ministrada pelo professor Paulo Sérgio.
A presente degravação tem como objetivo auxiliar no acompanhamento e na revisão do con-
teúdo ministrado na videoaula. Não recomendamos a substituição do estudo em vídeo pela lei-
tura exclusiva deste material.
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