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Inclusão e Diversidade na Educação Infantil

TCC educação inclusiva e diversidade

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Kleia Silva
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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI

EURICLEIA PEREIRA SANTOS SILVA

INCLUSÃO E DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

SALVADOR
2025

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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI

EURICLEIA PEREIRA SANTOS SILVA

INCLUSÃO E DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Trabalho de conclusão de curso


apresentado como requisito parcial à
obtenção do título de PEDAGOGA.

SALVADOR

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2025
INCLUSÃO E DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Euricleia Pereira Santos Silva1

Declaro que sou autora deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro


também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido
copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte
além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do
trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim
realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis,
penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o
crime de plágio ou violação aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do
Contrato de Prestação de Serviços).

Resumo: Criando Redes de Pertencimento: Inclusão e Diversidade na


Educação Infantil.
Este artigo, construído através de uma revisão bibliográfica crítica e reflexiva, explora
as complexidades e nuances da inclusão e diversidade no contexto do ensino infantil.
Ao invés de meramente descrever práticas, buscamos compreender a construção de
um ambiente pedagógico que transcende a mera coexistência, almejando a criação
de redes de pertencimento genuínas.
Nossa investigação se aprofunda nas narrativas e pesquisas que exploram a
intersecção entre a singularidade individual e a experiência coletiva da infância.
Analisamos como as práticas pedagógicas, quando informadas por princípios de
equidade e respeito, podem transformar desafios em oportunidades de construção de
conhecimento e desenvolvimento socioemocional. Através de uma leitura cuidadosa
de diferentes perspectivas teóricas, buscamos compreender como a inclusão e a
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diversidade se manifestam na prática, considerando as dimensões afetivas,
cognitivas e sociais da criança. Acreditamos que a inclusão na primeira infância não
se restringe à adaptação de espaços ou materiais, mas à criação de um ethos
pedagógico que valoriza a singularidade de cada criança, reconhecendo-a como um
sujeito ativo e participante do processo de aprendizagem. Trata-se de tecer redes de
pertencimento onde cada criança se sinta vista, ouvida e valorizada, construindo um
ambiente onde a diversidade é celebrada como um patrimônio coletivo. Ao
promovermos a inclusão e a diversidade na tessitura da infância, contribuímos para a
formação de cidadãos críticos, sensíveis e comprometidos com a construção de uma
sociedade mais justa e equitativa.
Palavras-chave: Inclusão Infantil, Diversidade, Pertencimento, Equidade,
Desenvolvimento Socioemocional.

A escola infantil é como um jardim com plantas coloridas, onde cada


criança é uma flor única que cresce no seu próprio ritmo.
Algumas são girassóis que se viram para o sol, outras são cactos resistentes,
tem as trepadeiras que precisam de apoio, as dormideiras que não confiam em quem
não conhecem e as margaridas que se abrem devagarinho. E todas merecem
cuidado especial para florescer.
Não deve existir "certo" ou "errado" - existe o jeito de cada um. Tem criança
que aprende escutando, outra mexendo, tem quem goste de barulho e quem prefira
silêncio. O segredo é transformar a sala de aula num lugar onde todos os jeitos de
aprender cabem.

Neste trabalho, buscou-se ajudar professores a:


Criação de cantinhos onde toda criança se sinta vista
Inventar várias maneiras de ensinar a mesma coisa.
Escutar e não apenas ouvir o que as crianças dizem - mesmo sem palavras.

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Porque quando uma professora se ajoelha para olhar nos olhos de um aluno,
quando um professor adapta uma atividade para incluir todos, eles estão
fazendo mágica: estão mostrando que o mundo pode (e deve) ter espaço para todo
mundo.
Infelizmente não há o apoio necessário dos Orgãos responsáveis pelas
instituições de ensino. Seria essencial que em cada sala com alunos especiais fosse
disponibilizado um profissional de apoio pedagógico, para possibilitar um melhor
rendimento desses alunos. O que não acontece, na escola em questão, apenas o 1°
e 2° anos possuem apoio, porém as demais séries necessitavam também.
O apoio era constantemente solicitado pela então gestão escolar a Secretaria
de Educação, mas sem resultado. E com a falta de apoio, as professoras regentes
lidavam da melhor forma possível, tentando evitar um maior atraso na aprendizagem
das crianças.

No final, o que importa é simples: quer-se uma escola onde, ao invés de


dizer "quietos e em fila", possam dizer "sejam vocês mesmos". E assim, sem pressa,
vai se construindo um futuro onde as diferenças não sejam problemas, mas um
presente.

Construindo uma Escola de Verdade para Todos


Na afazeres do dia a dia, descobrimos que incluir não é sobre teorias perfeitas
- é sobre acolher cada criança como ela é. É na sala de aula, nos pequenos gestos,
que a inclusão realmente acontece.
As professoras vivem isso todos os dias. Aprendem com alunos, que não
falam com palavras mas se expressam com os olhos e com gestos. "No começo é
difícil", algumas contam, "mas quando passamos a observar como eles se
comunicam, tudo muda". Isso nos lembra o que Glat e Pletsch já diziam: o professor
precisa estar atento às diferentes formas de expressão.
Os pequenos progressos que mostram como cada criança está se
desenvolvendo

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No final, como bem dizem os alunos: "Na nossa sala, todo lápis escreve e
desenha, mesmo os menorzinhos". Inclusão é isso - entender que cada um tem seu
jeito de contribuir, e que juntos criamos algo maior. Como mostram Glat e Pletsch,
quando cada criança se sente vista e valorizada, constroem-se não apenas uma
escola melhor, mas um mundo mais justo para todos.
Para o Ministério da educação, os cuidados na infância devem ser fatores
fundamentais para o desenvolvimento das crianças. Para que as ações sejam
efetivas, disponibiliza cursos de desenvolvimento para os docentes, tentando criar as
condições necessárias para a inclusão nas escolas. Mas apenas a formação de
docentes para que estes estejam aptos para receber as crianças especiais não é o
suficiente. Um professor sozinho em uma sala de aula, por mais qualificações que
ele tenha na área, não consegue administrar o tempo entre os alunos especiais e os
demais, acaba por deixar a desejar em algum aspecto e se frustra por não conseguir
cumprir com o planejamento.
Sabe-se que a educação precisa de muito apoio, estudos e pesquisas, mas
também de ações acertivas, com o tempo problematicas vão surgindo e as soluções
devem acompanhar as demandas. Os professores, peça fundamental na educação,
são o elo entre o teorico e o pratico, e devem proporcionar a cada aluno um mundo
diferente e uma experiencia impar. A observação e a preparação dos docentes é
fundamental para uma melhor assimilação dos alunos, o professor busca entrar no
mundo de cada cabeça pensante de forma ludica, precisa e acertiva. A missão de
incluir não é facil, sabe-se muito bem disso , porém acompanhar a evolução do
discente ao longo do ano ou anos não tem preço. Mas tambem traz a frustação de
não ter feito o suficiente, principalmente por falta de politicas inclusivas por parte dos
Orgãos Federais, Estaduais e Municípais que são responsavéis pelas instituições de
ensino e que deveriam trazer mais apoio.
O que se faz em uma sala de aula é muito mais que ensinar conteúdo, muito
mais que educar é constuir o futuro através dos ensinamentos, da liberdade de
aprendizagem e no acolhimento do diferente. A educação é o futuro de qualquer
nação e a educação infantil é a base, e deve ser enxergada dessa forma. Não que as

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demais estágios não devam ter atenção. Costumo a dizer que a educação é como
uma esturtura arquitetônica, que precisa de uma base sólida e construída com toda a
atenção e carinho, pois é ela quem susntentará toda a edificação. Sem uma base
sólida, após a construção já pronta, já não há muito o que ser feito, apenas reparos.
Então problemas que podem ser evitados na vida acadêmica e pessoal de uma
pessoa, pode ter tido a raiz na infância, em sala de aula ou no ambiente escolar e
com as criançãs especiais não é diferente. O futuro de uma criança especial pode ser
traçado na educação infantil. Esperamos por um futuro onde todos os envolvidos
com a educação tenham o mesmo comprometimento que os professores que já
atuam na área.

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REFERÊNCIAS

 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.


Brasília, 2017.
 GLAT, R.; PLETSCH, M. D. Educação Inclusiva: O Professor Mediador. Rio
de Janeiro: EdUERJ, 2014.
 MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer?.
São Paulo: Moderna, 2003.

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