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Crise de Identidade do Professor e Inclusão

O artigo discute a crise de identidade dos educadores, resultante de pressões institucionais e exigências sociais que comprometem sua função pedagógica. Destaca a necessidade de apoio e formação contínua para que os professores possam lidar com a diversidade e a inclusão sem sacrificar sua essência. A conclusão enfatiza que, sem um suporte adequado, a identidade docente se fragmenta, prejudicando a qualidade do ensino.

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rosiekim19932004
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Crise de Identidade do Professor e Inclusão

O artigo discute a crise de identidade dos educadores, resultante de pressões institucionais e exigências sociais que comprometem sua função pedagógica. Destaca a necessidade de apoio e formação contínua para que os professores possam lidar com a diversidade e a inclusão sem sacrificar sua essência. A conclusão enfatiza que, sem um suporte adequado, a identidade docente se fragmenta, prejudicando a qualidade do ensino.

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1 Atividade

No artigo de DA SILVA e CHAKUR (2009), a “crise de identidade profissional”,


os educadores é mencionado como resultado de uma série de imposições que
desafiam o seu papel primordial. Adiante das funções pedagógicas, os professores
enfrentam questões para operar papeis sociais e até psicológicas, que
constantemente escapam da sua formação e vocação inicial. Segundo DA SILVA e
CHAKUR, essa realidade “implica em uma necessidade de auto avaliação constante,
que pode levar à alienação de si mesmo e ao afastamento do sentido original da
profissão” (2009, p. 3). A pesquisa salientou que a falta de percepção sobre o papel do
professor concebe demonstração e sensação de inoportunidade.
A autora Tardif (2002), em “Saberes Docentes e Formação Profissional”, ajunta
essa observação ao dizer que, sem um núcleo indenitário sólido, o professor é capaz
de fragmentar entre funções, perdendo sua essência pedagógica e sua aptidão de
engajamento. Isso mostra a demanda de um suporte que liberte o papel do professor
como educador, antes mesmo de querer que ele atue como um esclarecedor de
questões sociais complexas, particularmente em um contexto em que a sua instrução
pode não velar as especificações solicitadas pra diversos papéis.
LOMBA e FARIA FILHO (2022), em entrevista com António Nóvoa, apuram a
necessidade do professor adaptar-se a uma sala de aula cada vez mais diversificada.
A Inclusão é mostrada como uma sensatez crucial, mas essa atribuição requer uma
abordagem necessária e individualizada pra cada conjuntura. Nóvoa justifica que "a
verdadeira educação inclusiva deve não só reconhecer, mas valorizar as diferenças,
promovendo o aprendizado coletivo" (LOMBA e FARIA FILHO, 2022, p. 5). Porém,
essa conselho esbarra na realidade prática, onde faltam recursos e suporte para que o
educador tenha as demandas típicas de cada aluno sem abandonar a qualidade do
ensino. A diversidade, no entanto, te desafios enraizado, pois para atentar ás diversas
necessidades culturais e socioeconômicas dos alunos, os professores carecem de
suporte especializado e formação continuada, componentes que nem sempre são
gerados pela política pública de educação.
Como diz Freire em 1996 em “Pedagogia da Autonomia”, a verdadeira educação
inclusiva deve proporcionar o respeito ás diferenças sem sobrecarregar o educador
com funções que esgotem sua função. Freire sinalizou que, quando o sistema encarga
ao professor a responsabilidade pela integração sem que haja políticas de apoio, isso
propende a aguçar a pressão sobre o educador, que gera um ambiente onde ensino
educativo se torna ainda mais embaraçosa.
Sob outra perspectiva evidenciado por Nóvoa é a integração de tecnologias na
educação como um meio de torna as aulas mais chamativo e conectado à realidade
dos alunos. Conquanto a tecnologia represente um evolução significativa, ela também
introduz desafios novos. Em regiões remotas de difícil acesso, a integração digital é
um muro que reforça cada vez mais a desigualdade, visto que diversos alunos
carecem de recursos básicos para acompanhar os conteúdos online. Ele ressalta que
“a tecnologia só é um recurso de democratização quando há equidade no acesso,
caso contrário, ela reforça as desigualdades que tenta combater” (LOMBA e FARIA
FILHO, 2022, p. 7).
Além do mais, é necessário analisa a adequação da tecnologia no ambiente
pedagógico. Como adelgaçam Moran e Masetto (2011) em “Novas Tecnologias e
Mediação Pedagógica”, a tecnologia deve servir ao propósito educativo, e não se
tornar um fim em si mesma, caso contrário, ela pode desviar a atenção dos alunos e
criar um ambiente menos focado. Levando tudo isso em conta, a tecnologia e um
recurso que deve ser usado com um desígnio, mas se for adotada sem sensatez sobre
seu impacto, pode ser tornar um obstáculo ao conhecimento, segmentando cada vez
mais a atenção dos alunos em vínculo ao conteúdo educacional.
Ambas as citações mencionadas salientam a carga institucional que estende-se
sobre o professor, que além de educar necessita assumir responsabilidades
psicológicas e sociais. DA SILVA e CHAKUR (2009) apontam que a tensão gera um
processo de “alienação do professor em relação ao seu papel central, que é o de
transmitir conhecimento, mediando o saber de forma humana e consciente” (p. 10).
Essa pressão institucional na maioria das vezes requer dos professores um perfil
plurivalente, o que impacta diretamente na saúde mental e sua conduta em sala de
aula. Nóvoa também enfatiza que a lista de requisitos pode atrapalhar a compreensão
da verdadeira função do professor: motivar e facilitar o aprendizado. Como Perrenoud
(2000) argumenta em “Dez Novas Competências para Ensinar”, é imprescindível
reavaliar até onde essas pressões de fato cooperam para o desenvolvimento dos
alunos ou apenas obscurecem o ofício pedagógico.
2 Conclusão
Na sociedade atual, a identidade dos professores é resultado de diversos
obstáculos e várias funções que eles precisam desempenhar. O apoio adequado é
essencial para evitar que as pressões institucionais, a introdução de novas tecnologias
e a promoção de uma educação inclusiva comprometam a integridade do educador. É
fundamental que o sistema educacional reavalie o apoio dado aos professores para
que possam praticar um ensino significativo, valorizando tanto métodos tradicionais
como inovações tecnológicas e sociais.
Além do mais, é essencial procurar uma abordagem mais pragmática para a
inclusão e diversidade, onde as discrepâncias sejam vistas como algo positivo, porém
sem sobrecarregar somente os professores. Essa assistência pode ser fornecida por
meio de políticas que incorporem mais treinamento, equipes de suporte nas
instituições de ensino e, principalmente, o reconhecimento da profissão de professor
como um ambiente de desenvolvimento e não de excesso de trabalho.
Resumindo, sem um apoio eficiente e uma revisão dos deveres do professor, a
identidade docente pode se dividir em várias exigências que prejudicam o trabalho
pedagógico. Somente através de uma formação que possibilite uma adaptação
gradual e sustentada, os professores poderão estabelecer sua identidade profissional
de maneira autêntica e eficaz, atendendo às necessidades complexas de um mundo
em constante mudança.

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