Escola Primaria do 1º e 2º Grau de Cristo é Vida
Trabalho de Geografia
Tema: Relevo
6ªClasse Turma: B Sala nº 4
Docente: Quito da Cruz
Nacala-Porto /Outubro de 2024
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Escola Primaria do 1º e 2º Grau de Cristo é Vida
Trabalho de Geografia
Tema: Relevo
6ªClasse Turma: B Sala nº 4
Elementos do Grupo
Discente: Alima Abdul Saide Nº 09
Trabalho de carácter Avaliativo de
Geografia, leccionado pelo
Professor: Quito da Cruz
Nacala-Porto /Outubro de 2024
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Índice
Introdução...................................................................................................................................................4
Relevo.........................................................................................................................................................5
Formas ou tipos de relevo............................................................................................................................5
Origem e Formação: os agentes do relevo...................................................................................................7
Importância do relevo..................................................................................................................................7
Formas de Relevo Moçambicano................................................................................................................7
Conclusão....................................................................................................................................................9
Bibliografia...............................................................................................................................................10
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Introdução
O presente trabalho de geografia tem como tema: Relevo. O tema deste trabalho é notório que é
fazer com que aluno, professor/a e a escola possam construir um conhecimento aplicável no
contexto sociocultural, considerando-se, assim, suas vivências, expectativas do seu dia-a-dia,
proporcionando a esse estudante, subsídios e ferramentas para que possa “ler o mundo”,
interpretá-lo e intervir sobre este, de forma a torna-lo mais atractivo e solidário na sua prática
social.
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Relevo
O relevo é a forma da superfície terrestre, abrangendo o solo e as rochas abaixo dele. Ele se
forma lentamente ao longo de milhares de anos, através de agentes internos (como vulcões e
placas tectónicas) e externos (como chuva, vento e rios). O relevo é formado por tudo aquilo que
sobressai ou se destaca de uma superfície plana ou que a modifica.
Formas ou tipos de relevo
O relevo terrestre é divido em continental e submarino.
a) Relevo continental
1. Planície – As planícies designam as superfícies planas de baixas altitudes (até 100
metros), formados por rochas sedimentares. As chamadas “planícies litorâneas”
correspondem aos terrenos planos próximos à região litorânea. De acordo com seus
agentes formadores, as planícies são classificadas em:
Costeira (mar); Fluvial (rio); Lacustre (lago.)
A maior planície alagável do mundo é o Pantanal, com mais de 200 mil quilómetros quadrados
de extensão, localizado em sua maior parte no Brasil (70%) e as outras parcelas entre Bolívia e
Paraguai.
2. Montanha – terrenos bastante elevados, acima de 300 metros. Podem ser classificadas
quanto à origem ou idade. Podem estar isoladas ou agrupadas em serras, sistemas e
cordilheiras. As montanhas são grandes elevações constituídas ao longo dos anos por
actividades vulcânicas, terramotos e outras manifestações naturais. De acordo com os
fenómenos naturais sofrido ao longo dos anos, as montanhas são classificadas em:
Vulcânicas (formadas a partir de vulcões);
Dobradas (formadas pelo tectonismo ou os dobramentos da terra);
Falhadas (formadas pelas falhas da crosta terrestre);
Erosão (formadas a partir de erosão).
A maior montanha do mundo, em relação ao nível do mar, é o Monte Everest, no Himalaia, com
8.850 metros de altitude.
3. Depressão – As depressões caracterizam planos rebaixados, consideradas as menores
altitudes encontradas no planeta (100 a 500 metros), formadas principalmente pelo
fenómeno da erosão.
Há duas classificações quanto esse tipo de relevo:
Depressão absoluta: aquela que está situada abaixo do nível do mar;
Depressão relativa: que está localizada acima do nível do mar, mas é menor que os
relevos que então ao seu redor.
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O Mar Morto, localizado no Oriente Médio, é considerado a maior depressão absoluta do mundo,
com 400 metros abaixo do nível do mar.
4. Planalto – terras mais altas que o nível do mar, razoavelmente planas delimitadas por
escarpas, serras, chapadas e morros. Há mais erosão que sedimentação.
Os planaltos ou platôs, designam as superfícies planas com elevadas altitudes (acima de 300
metros), característica marcante que os diferem das planícies.
Há três tipos principais de planaltos:
Sedimentares (formados por rochas sedimentares);
Cristalinos (formados por rochas magmáticas e metamórficas);
Basálticos (formados por rochas magmáticas).
O maior planalto do mundo é o planalto tibetano, localizado na região do Tibete na Ásia
Ocidental, com altitude média de 4000 metros.
b) Relevo Submarino
1. Plataforma continental: Fica abaixo do nível do mar onde aparecem as ilhas
continentais ou costeiras, de origem vulcânica, tectónica ou biológica. Apresenta uma
profundidade razoável, que possibilita a entrada de luz solar e, logo, o desenvolvimento
de vegetação marinha.
2. Talude continental: É o fim do continente, onde ocorre o encontro da crosta continental
com a crosta oceânica. Grande rampa que desce abruptamente até as grandes
profundidades, indo até os 4 mil metros.
3. Região pelágica: É onde encontramos as formas de relevo submarino. Na região
pelágica, aparecem as ilhas vulcânicas.
4. Região abissal: com mais de 4 mil metros de profundidade, é a região menos conhecida
da Terra. É escura, fria e com muita pressão provocada pelo peso das águas oceânicas.
Mesmo assim, alguns animais se adaptaram a esse ambiente.
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O relevo terrestre é dividido em submarino e continental.
Origem e Formação: os agentes do relevo
Relevo é o conjunto de formas presentes na superfície sólida do planeta. Resulta da estrutura
geológica (factores internos) e dos processos geomórficos (factores externos). O primeiro forma
a estrutura do relevo e o segundo esculpe as formas.
1. Agentes endógenos
Os agentes endógenos, ou internos, do relevo são processos estruturais que atuam de dentro para
fora. Às vezes, vêm com muita força e rapidez, modificando o relevo. Eles acontecem por causa
do movimento das placas tectónicas e dos fenómenos magmáticos. São exemplos de agentes
internos: o tectonismo, o vulcanismo, os terramotos e abalos sísmicos.
5. Agentes exógenos
Agentes exógenos, ou externos, são aqueles que esculpem o relevo terrestre através de um
processo erosivo, o intemperismo, que pode ser químico (alteração da constituição da rocha),
físico (desintegração) ou biológico (acção dos seres vivos).
Há três partes do procedimento: a erosão (desgaste das rochas superficiais causado por rios,
chuvas, geleiras, vento, etc.), o transporte dos sedimentos resultantes da erosão, e a sedimentação
ou acumulação dos detritos que formam novas camadas rochosas.
Importância do relevo
O relevo é importante para a sociedade, principalmente no que se refere a lazer e economia. É
uma fonte de lazer, pois se não fosse ele não existiria praias para se passar o verão e nem haveria
montanhas para se esquiar ou para, de lá, saltar. Sua importância também é vista na economia de
muitas regiões agrícolas, já que alguns produtos só podem ser cultivados em certos lugares.
Há cultivos que só podem existir em regiões em que o relevo seja propício para o aparecimento
de rios. Montanhas, por exemplo, impedem a passagem de chuvas e correntes de ar, logo lá não
se pode desenvolver certos plantios. Lugares que vivem de turismo podem se destacar por praias,
vales, montanhas e cordilheiras. Novamente, a crosta terrestre ajuda no desenvolvimento de uma
região.
Formas de Relevo Moçambicano
O relevo moçambicano, formou-se a partir, da interacção de agentes internos (tectonismo e
abalos sísmicos) que são fenómenos endógenos responsáveis pela formação de montanhas,
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planaltos e planícies e agentes externos que são fenómenos exógenos responsáveis pelo processo
de erosão (rios, ventos, animais e plantas, lagos, glaciares, acção humana, mares e oceanos).
O relevo moçambicano é constituído por três (3) estruturas ou formas principais, a saber:
Planícies;
Planaltos e;
Montanhas.
Em Moçambique distinguem-se as seguintes formas de relevo:
Depressões – altitudes inferiores a 0 metro ou seja abaixo de nível médio das águas do
mar.
Planícies – com uma altitude entre 0 metro (nível médio do mar) e os 200 metros.
Planaltos – constituem espécies de superfícies planas no alto com altitude que variam
entre 200m a 1000m.
Montanhas – a sua altitude ultrapassa os 1.000m.
Assim, distinguem-se fundamentalmente, em Moçambique duas unidades planálticas:
Planaltos médios – com altitude entre 200m a 600m.
Planaltos altos ou altiplanaltos – com altitude a variar entre 600 m a 1.000m
Assim, de uma forma geral, o relevo moçambicano tem um formato de escadaria, pois, ao
caminhar do litoral para o interior do país, temos três degraus. O primeiro degrau localiza-se ao
longo do litoral e é formado por planícies, o segundo degrau situa-se na zona intermediária e é
formado por planaltos, e finalmente o terceiro degrau no interior formado por montanhas. Para
uma melhor compreensão vide as figuras.
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Conclusão
Fim do presente de Geografia conclui-se que o relevo corresponde à forma da superfície
terrestre, abrangendo o solo e as rochas que estão abaixo dele. Essa forma se constrói
lentamente, ao passar dos milhares de anos, através dos agentes internos (endógenos), como
vulcões e placas tectónicas, e externos (exógenos), como a chuva, o vento e os rios.
Uma planície é um campo ou um terreno sem altos e baixos. Os planaltos são normalmente
formados pela erosão provocada pelos ventos (eólica) ou pelas águas da chuva. As montanhas
são um tipo de relevo, caracterizado por elevada altitude em relação à superfície do seu entorno.
No fim de tudo concluímos que no relevo Moçambicano existe uma certa sequência na sua
disposição: do litoral para o interior o relevo vai de planície a montanha mas nalguns casos as
montanhas ocorrem em plena planície.
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Bibliografia
Marcos de AMORIM, “ Geografia geral e do Brasil”
Igor MOREIRA, “O espaço geográfico”
WILLIAM V., “Brasil – sociedade e espaço”
Jaime OLIVA, “Temas da geografia mundial”
Maria Elena SIMIELLI “Geoatlas”
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