Funções Reais: Definições e Propriedades
Funções Reais: Definições e Propriedades
1 Definição de função
2 Caracterização das funções
3 Esboço e sua caracterização específica
4 Transformações lineares sobre funções
5 Inversão de funções
6 Composição de funções
FUNÇÃO
Definição: chama-se função a qualquer aplicação em que cada elemento do conjunto de
partida corresponde a um só elemento de chegada, isto é, cada objecto deve ter uma única
imagem. Caso contrário, ele só será aplicação, mas não função.
CARACTERIZAÇÃO DE FUNÇÕES
6. Funções Trigonométricas
a. Função seno e Co-seno: o domínio é sempre
b. Função Tangente e Co-tangente: o domínio é tal que depende da exclusão
dos valores que anulam o denominador
III. BIJECTIVIDADE
Uma função diz-se bijectiva se for injectiva e sobrejectiva.
IV. PARIDADE
No estudo da paridade admite-se que se diga que a função é par, ímpar ou nem uma nem
outra.
V. FUNÇÕES LIMITADAS
Uma função diz-se limitada se existirem números A e B tal que A f ( x) B .
1. Uma função diz-se limitada superiormente se existir um número B que é maior
que todos elementos da função
B f ( x)
V. PERIODICIDADE
Uma função diz-se periódica se em intervalos iguais do seu domínio ela toma o mesmo
carácter. O valor do x terminal deste carácter denomina-se por período e o primeiro deles
chama-se período principal.
1. Determinação do período
Fórmula:
2 ; para a função Seno e Co-seno
T a
f ( x T ) f ( x)
T
a ; para a função Tangente e Co-tangente
I. Funções do 1º Grau
Definição: chama-se função do 1º grau a qualquer função polinomial que a variável é de
grau não superior a unidade. Toda função que se deixa representar na forma y ax b .
A. Função linear: y ax – são todas funções que passam pela origem do sistema
cartesiano ortogonal.
Obs.: As funções do 1º grau são rectas, sendo assim, bastam dois pontos para fazer
uma recta
Ex1.: y 2x
0
0x : y 0 2x 0 x x 0 (0;0)
2
0 y : x 0 y 2.0 y 0 (0;0)
x 1 y 2.1 2 (1; 2)
Esboço:
y
Estudo:
1. Df : x ; D ' f : y
2. É injectiva e sobrejectiva, portanto, é
bijectiva
x f ( x) 2.( x) 2 x
3. É ímpar:
f ( x) f ( x)
4. a 2; a 0; f ( x) é
5. Zero: x=0
6. Ordenada na origem: y=0
7. Não é limitada (é ilimitada)
x ;0 f ( x) 0
8. Variação do sinal:
x 0; f ( x) 0
Ex2.: y 2x 5
5 5
0 y : y 0 2 x 5 0 2 x 5 x ;0
2 2
0 y : x 0 y f (0) 2.0 5 5 (0; 5)
Esboço:
y
Estudo:
1. Df : x ; D ' f : y
2. É injectiva e sobrejectiva,
portanto, é bijectiva
3. a 2; a 0; f ( x) é
x
4. Variação do
5
x ; f ( x) 0
2
sinal:
5
x ; f ( x) 0
2
5. Paridade:
f ( x) 2( x) 5 2 x 5
Não é par
(2 x 5)
Obs.: A função só tem a possibilidade de ser ímpar quando b=0, isto é, quando passam
da origem do S.C.O ou quando são lineares
Aplicações:
1. Determine o valor do parâmetro m para que a função y (2m 1) x 3 seja:
a. Crescentes
b. Decrescente
c. Constante
Resolução:
Obs.: Como o valor do declive determina a inclinação da recta e consequentemente o
monotonia, teremos:
Se a 0 f ( x)
Se a 0 f ( x)
Se a 0 f ( x) é constante
1
m ; m
2 0 1 1
2
y1 y0
a ; a tgx
x1 x0
Para determinar a expressão analítica de uma função do primeiro grau (recta), basta
conhecer dois pontos do gráfico, um ponto e um declive ou um ponto e um ângulo.
a) Determinação de expressão analítica quando são dados dois pontos:
y1 y0
y y0 x x0
x1 x0
Exemplo: Determine a expressão analítica para cada um dos seguintes casos abaixo:
b)
0
0 x y 0 2 x 2 0 x 2 x 0x0
2
0 y : x 0 y f (0) 2.02 y 0
x x 00
CV .: xv 1 2 ; yv f ( xv ) f (0) 2.02 0
2 2
y
Estudo:
1. Df : x ; D' f : y 0
2. Não é injectiva; é sobrejectiva, não é
bijectiva
x 3. Monotonia:
a 0 f ( x) : x 0;
f ( x) : x ;0
4. Zeros: x1 x2 0
5. CV: xv 0 yv 0
6. Ordenada na origem: y=0
7. Concavidade: a 0 – parábola virada
para cima
8. Eixo de simetria ( x xv ) : x=0
f ( x) 2.( x)2 2 x 2
a função y 2 x é par
2
9. Paridade:
f ( x) f ( x)
10.É limitada inferiormente
Ex2.: y x 2 3x
0 x : y 0 x 2 3 x 0 x( x 3) 0 x 0 x 3 0 x1 0 x2 3
0 y : x 0 y f (0) 02 3.0 0
x x 03 3
2
3 3 3 9 9
CV : xv 1 2 ; yv f 3.
2 2 2 2 2 2 4 9
9 18 9
4 4
Esboço:
y Estudo:
9
1. Df : x ; D ' f : y ;
4
2. Não é injectiva; é sobrejectiva, não é bijectiva
3. Monotonia:
x
4. Paridade:
f ( x) ( x) 2 3.( x)
x 2 3x
Não é nem par nem ímpar
5. Variação do sinal:
x ;0 3;
f ( x) 0
x 0;3
f ( x) 0
6. Zeros: x1 0 x2 3
7. Ordenada na origem: y=0
3
8. Eixo de simetria x
2
9. Concavidade: a 0 – parábola virada para cima
10.É limitada inferiormente
Ex3.: y x2 4
0 x.: y 0 x 2 4 0 x 2 4 x 2 4 x12 4 x12 2
0 y.: x 0 y f (0) 02 4 4
x x 2 2 0
CV .: xv 1 2 0; yv f ( xv ); yv f (0) 4
2 2 2
Esboço:
y Estudo:
1. Df : x
; D ' f : y ; 4
2. Não é injectiva; é sobrejectiva, não é bijectiva
3. Monotonia:
x
x ;0 f ( x)
x 0; f ( x)
4. Variação do sinal:
x ; 2 2; ; f ( x) 0
x 2; 2 ; f ( x) 0
5. Paridade
f ( x ) ( x ) 4 x 4
2 2
f ( x) f ( x)
f ( x) é par
6. Zeros: x1 2 e x2 2
7. Ordenada na origem: y=4
8. Concavidade : a 0 – parábola virada para cima
9. Eixo de simetria: x 0
10.É limitada superiormente
[Link].: xv 0 yv 4
Ex4.: y x 2 5x 4
v 2a
v
4a
v
4
Esboço:
y Estudo:
9
1. Df : x ; D ' f : y ;
4
2. Não é injectiva; é sobrejectiva, não é bijectiva
3. Monotonia:
x
5
x ; f ( x)
2
5
x ; f ( x)
2
4. Variação do sinal:
x ;1 4; ; f ( x) 0
x 1; 4 ; f ( x) 0
5. Paridade
f ( x) ( x) 2 5.( x) 4
x2 5x 4
Não é par nem ímpar
6. Zeros: x1 1 X 2 4
7. Ordenada na origem: y=4
8. Eixo de simetria: x 0
9. É limitada superiormente
5 9
[Link].: xv
yv
2 4
[Link] : a 0 – parábola virada para cima
Obs.: A função quadrática tem a única possibilidade de ser par quando o valor do
coeficiente “b” é nulo, o ser ímpar neste caso está fora de questão.
A função quadrática por ser côncava nunca será bijectiva mais pela injectividade de que
imediato é adulterada ou desrespeitada, aliás, uma função que em certas condições pode
ser par nunca será injectiva e consequentemente não bijectiva
O limite inferior ou posterior da função depende da concavidade. Se estiver virada para
cima ela terá um mínimo, e se estiver virada para baixo terá um máximo.
É uma função em que o eixo de simetria coincide sempre com o xv
Ex1.: y 2x
A característica destas funções obriga-nos a esboçá-la pela tabela. consideremos um
domínio restrito:
x -2 -1 0 1 2
1 1
y 1 2 4
4 2
Como é de notar, ela não admite valores negativos no eixo do yy, isto mostra que estará
totalmente acima do eixo do xx.
Esboço:
y Estudo
1. Df : x ; D' f : y
2. É injectiva; é sobrejectiva, é bijectiva
3. Monotonia: a 0 f ( x)
4. Variação do sinal: totalmente positiva
5. Paridade: f ( x) 2 x a função não é par nem
ímpar
x 6. Zeros: não existe
7. Ordenada na origem: y=1
8. Assímptota vertical: não existe
9. Assímptota horizontal: y=0
x
1
Ex2.: y optamos por este exemplo porque
2
através desta característica ou da característica da base “a” é que a função pode ser
crescente ou decrescente.
Num domínio restrito teremos:
x -2 -1 0 1 2
1 1
y 1 2 4
4 2
x -2 -1 0 1 2
1 1
y 4 2 1
2 4
y 2 x
Compilado por AMV2025 – ISDB/MIM/MIE
11
Esboço
y Estudo
1. Df : x ; D' f : y
2. Não é injectiva; é sobrejectiva, não é bijectiva
3. Monotonia: 0 a 1 f ( x )
x
1
4. Variação do sinal: f ( x) não é par nem
2
x
ímpar
5. Paridade: f ( x) 2 x a função não é par nem
ímpar
6. Zeros: não existe
7. Ordenada na origem: y=1
8. Assímptota horizontal: y=0
Ex1.: y log 2
x
1 1
x 1 2 4
4 2
y -2 -1 0 1 2
y log x1
2
1 1
x 1 2 4
4 2
y 2 1 0 -1 -2
Esboço
Estudo: y log 2
x
1. Df : x ; D' f : y
2. É injectiva; é sobrejectiva - é bijectiva
3. Monotonia: a 1 f ( x)
4. Variação do sinal:
x 0;1 f ( x) 0
x 1; f ( x) 0
5. Paridade: f ( x) log2 ( x) - a função não é
par nem ímpar
6. Zeros: x=1
7. Ordenada na origem: y=1
Estudo: y log x1
2
1. Df : x ; D' f : y
2. É injectiva; é sobrejectiva - é bijectiva
3. Monotonia: 0 a 1 f ( x )
4. Variação do sinal:
x 0;1 f ( x) 0
x 1; f ( x) 0
5. Paridade: f ( x) log (1 x ) - a função não é par nem ímpar
2
6. Zeros: x=1
7. Ordenada na origem: não existe
AV .: x 0
8. Assímptotas
AH .: y naoexiste
9. É ilimitada
Função Homógrafa
Definição: Chama-se função homógrafa a toda função racional fraccionária, ou toda função
ax b
que se deixa representar na forma y ou ainda toda função que tem pelo menos
cx d
uma variável no denominador.
Para falarmos desta natureza de funções temos que considerar as seguintes definições:
Assímptota: chama-se assímptota a qualquer resta que a função tende, isto é, que a
função aproxima. Ela pode ser horizontal, oblíqua ou vertical. Neste ensino falaremos de
assímptota horizontal e vertical
Determinação de Assímptotas
1. A assímptota horizontal determina-se pelo quociente dos coeficientes dos termos
homólogos de maior grau. Determina-se também pelo limite indefinido da função.
ax b Dividendo Divisor
Ora vejamos: y ; ax b cx d
cx d
a a
ax d
c c
0
Quociente
a
b d
c
resto
Fórmula crónica:
a
b dk
ax b a c
f ( x)
cx d c cx d
AH
ax b a
lim
Ainda pode ser obtida pelo
lim
x f ( x) lim
x f ( x) (ver em limites de
x cx d c
funções).
2x 1
Ex1.: y
x3
Para esboçar funções natureza basta determinar as intersecções com 0x e 0y e
assímptotas (vertical e horizontal).
2x 1 1 1
o 0 y.: y 0 0 2 x 1 0 2 x 1 x ;0
x3 2 2
2.0 1 1 1
o 0 y.: x 0 y y 0;
03 3 3
a 2
AH .: y c ; y 1 2
o Assimptotas ; k 2. AV 1 2.(3) 1 7
AV .: x d ; x 3
c
Logo: k f ( x) e localiza-se no II e IV quadrantes
Esboço
Estudo:
1. Df : x \ 3 ; D ' f : y \ 2
2. É injectiva; não é sobrejectiva – não é bijectiva
3. Monotonia: k 0 f ( x)
4. Variação do sinal:
1
x ; 3 ; f ( x) 0
2
1
x 3; f ( x) 0
2
2.( x) 1 2 x 1
5. Paridade: f ( x) - a função não é par nem ímpar
x 3 x 3
1
6. Zeros: x
2
1
7. Ordenada na origem: y
3
AV .: x 2
8. Assímptotas
AH .: y 3
9. É limitada
x
Ex2.: y
x 1
x
o 0 x.: y 0 0 x 0 (0;0)
x 1
0
o 0 y.: x 0 y 0 (0;0)
0 1
a 1
AH .: y c ; y 1 1
o Assimptotas ;
d
AV .: x ; x 11
c 1
o k 1 f ( x) (II e IV quadrantes)
Esboço
Estudo:
1. Df : x \ 1 ; D ' f : y \ 1
2. É injectiva; não é sobrejectiva – não é bijectiva
3. Monotonia: k 0 f ( x)
4. Variação do sinal:
x ;0 1; f ( x) 0
x 0;1 f ( x) 0
x x
5. Paridade: f ( x) - a função não é par nem ímpar
x 1 x 3
6. Zeros: x 0
7. Ordenada na origem: y0
a
AV .: x c ; y 1
8. Assímptotas
AH .: y d ; x 1
c
9. É limitada
2
Ex3.: y
x
2
o 0 x.: y 0 0 2 0 significa que o gráfico não intersecta o eixo
x
dos xs
2
o 0 y.: x 0 y naoexiste significa que o gráfico não intersecta o
0
s
eixo dos y
a 0
AH .: y c ; y 1 0
o Assimptotas ;
d 0
AV .: x ; x 0
c 1
o k 2 f ( x) (II e IV quadrantes)
Afinal a função não aceitou intersectar o eixo dos x s e y s porque são assímptotas, ou
melhor, coincidem com assímptotas
.
Esboço
Estudo:
1. Df : x \ 0 ; D ' f : y \ 0
2. Não é bijectiva
3. Monotonia: k 0 f ( x)
4. Variação do sinal:
x ;0 f ( x) 0
x 0; f ( x) 0
2 2
f ( x)
5. Paridade: x x - a função é ímpar
f ( x) f ( x)
6. Zeros: não existe
7. Ordenada na origem: não existe
AV .: y 0
8. Assímptotas
AH .: x 0
f ( x) 0
9. Limites:
x
Funções Trigonométricas
Definição: Chama-se função trigonométrica a aplicação que associa a cada variação angular
em radianos ou graus a uma razão trigonométrica.
Lembre-se: Na 9ª classe estudou razões como: seno, co-seno, tangente e co-tangente.
GRÁFICO (actividade)
6. Zeros: x k
7. Ordenada na origem: y=0
8. xv (2k 1).
2
9. Paridade: f ( x) sen( x) senx - a função é ímpar
f ( x ) f ( x )
Nota: A função seno e co-seno, por serem complementares estão desfasados a 90 ,
2
isto é, basta trabalhar unidades obtém-se uma ou outra
2
GRÁFICO (actividade)
5. Periodicidade: T
a 1 periodo
principal
6. Zeros: x k ; k
x 0 k ; k f ( x ) 0
2
7. Variação do sinal:
x k ;0 k f ( x) 0
2
8. É ilimitada
GRÁFICO (actividade)
y3 =arctagx; y 4 =arccotgx
GRÁFICO (actividade)
Transformações Lineares
As transformações lineares consistem em translação e rotações. É a maneira mais fácil de
esboçar as funções quando sofrem algum acréscimo, seja aditivo e multiplicativo.
B e b – Translações
B – translação na horizontal e directa
b – translação na vertical e inversamente
Ora vejamos:
1. Consideremos f ( x) x desenhe y A. f ( x) se A=2 y 2 f ( x)
Explicação: a partir da função y x , vamos multiplicar os valores de y por 2,
mantendo os de x.
GRÁFICO
GRÁFICO
GRÁFICO
GRÁFICO
1. Função modular: y f ( x )
Quando o módulo aparece no argumento a função transforma-se num par,
isto é, objectos simétricos correspondem a mesma imagem. Toda parte da
função que estiver sobre a parte negativa o eixo 0x transforma-se igualmente
à parte do eixo 0x.
Ex1.: y 2 x 4
0 x.: y 0 2 x 4 0 x 2 (2;0)
1º passo: Esboça-se a função y 2x 4
0 y.: x 0 y 2.0 4 4 (0; 4)
GRÁFICO
Ex2.: y 2 x 4
GRÁFICO
Ex3.: y x 4 x 3 y x 4 x 3
2 2
x1 1
0 x.: y 0 x 4 x 3 0
2
x2 3
1º passo: Esboça-se a função: y x 4 x 3 0 y.: x 0 y 3
2
b 4 16 4.1.3
CV .: xv 2; yv 1
2a 2 4
GRÁFICO
GRÁFICO
Ex4.: y x 4 x 3
2
GRÁFICO
x 1
Ex4.: y
x 2
x 1
1º passo: Esboça-se a função: y
x 2
x 1
ox.: y 0 0 x 1
x2
0 1 1
oy.: x 0 y
02 2
c 2
AV .: x d 1 2
Assímptotas:
AH .: y a 1 1
c 1
k 2 1 3 f ( x)
GRÁFICO
2º passo: Considera somente a parte do gráfico em relação ao eixo 0x; daqui é só fazer do
lado negativo do eixo 0x, uma função igual a função na parte positiva.
Ora vejamos:
GRÁFICO
x 1
Ex5.: y
x2
GRÁFICO
Ex6.: y log 2 x
GRÁFICO
Ex7.: y sen x
Inversão de funções
Uma determinada função diz-se invertível se for possível exprimir x em função de y e
1
designa-se por f ( x) y 1 (lê-se inversa de f ou y ).
Compilado por AMV2025 – ISDB/MIM/MIE
21
Lembre-se que a função só tem inversa se for bijectiva mais pela injectividade.
y 5 x 5
Ex1.: y 2x 5 y 5 2x x T .V . y 1
2 2
Ex2.: y x2 5x 4 não tem inversa porque não é injectiva
Ex3.:
2x 1
y y.( x 4) 2 x 1 y.x 4 y 2 x 1
x4
4 y 1 4 x 1
y.x 2 x 4 y 1 x( y 2) 4 y 1 x T .V . y 1
y2 x2
Ex4.
y 2 x 1 3 y 3 2 x 1 x 1 log 2 y 3
:
x 1 log y 3 T .V . y 1 1 log 2 x 3
Ex5.:
y 1
y [Link] 2 2 x 5 1 y 1 3log 2 2 x 5 log 2 2 x 3
3
y 1 x 1
y 1 y 1
2 3
5 2 3
5
2x 5 2 3
2x 2 3
5 x T .V . y 1
2 2
Ex6.:
1
y .e x 3 1 2 y 1 e x 3 x 3 en 2 y 1
2
x 3 en 2 ( y 1)T .V . y 1 3 en 2 ( x 1)
Ex7.:
y 3 y 3
y 2sen x 3 sen x x arcsen
2 2 2 2 2
y 3 1 x 3
x arcsen T .V . y arcsen
2 2 2 2
2 1 2 1
x tg (2 y ) y 1 tg (2 x )
3 2 3 3
Composição de funções
Consideremos três aplicações a citar f,g e h como mostra o diagrama abaixo:
DIAGRAMA
Sabe-se que: f ( A) B; g ( B) c; h( A) C
g f A C como é de notar que a função f ( A) está dentro da função g ( B) . Então,
daí, a função é composta e designa-se g 0 f A e lê-se g após f. Em suma, f dentro de g.
c) C 0 D ( x )
d) D 0 E ( x )
e) E 0 F ( x)
f) A0 A ( x)
1
g) A 0 B ( x )
1
h) E 0 E ( x)
1
i) F 0 F 1 ( x)
Resolução
a)
( A0 B)( x) A B( x) 3.B( x) 1 3( x 2 1) 1 3 x 2 3 1 A B x 3 x 2 2
b)
( B 0C )( x) B C ( x) (2 x 1 ) 2 1 22 x 2 1
c) C 0 D ( x ) C D x 2
log3 ( x 2) 1
d)
x 1 x 1 2x 4 x 5
( D0 E )( x) D E x log 3 2 log log
x2 x2 x2