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Amor e Desejo Entre Edward e Bella

O documento descreve uma intensa conexão emocional e física entre Edward e Bella, após a transformação de Bella em vampira. Edward reflete sobre sua mudança e a profundidade do amor que sente por Bella, culminando em momentos de paixão e intimidade. A narrativa explora a entrega mútua e a alegria de estarem juntos, destacando a transformação de suas vidas e a promessa de um futuro eterno juntos.

Enviado por

Bianca Tavares
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Amor e Desejo Entre Edward e Bella

O documento descreve uma intensa conexão emocional e física entre Edward e Bella, após a transformação de Bella em vampira. Edward reflete sobre sua mudança e a profundidade do amor que sente por Bella, culminando em momentos de paixão e intimidade. A narrativa explora a entrega mútua e a alegria de estarem juntos, destacando a transformação de suas vidas e a promessa de um futuro eterno juntos.

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- Nós diremos à Alice que eu corri direto para as roupas — ela

sussurrou, passando os dedos em meus cabelos, aproximando


seu belo rosto do meu. — Nós a diremos que eu passei horas
brincando de me trocar. Nós vamos mentir.
E então nos estávamos na mesma página. Na mesma linha. No
mesmo ponto.
Não havia em mim traço daquele homem inseguro,
amedrontado e tímido que esteve na Ilha. Ainda que aquelas
tenham sido umas das melhores experiências da minha vida
fosse enquanto imortal ou não, nada teria me preparado para
meu novo eu. Para a minha completa falta de disposição com
convencionalismos. Havia apenas um Edward que, apesar de
não ter enfrentado o calvário físico da transformação que minha
amada passara, tinha também sido completamente mudado. E
eu que achava que vampiros não podiam ser transformados.

Enquanto o significado de suas palavras invadia minha


consciência, meu lado irracional já tinha se manifestado
puxando o rosto dela de encontro ao meu, me livrando dos
tecidos que nos impediam nos tocar pele a pele, sem barreiras
ou receios. Havia uma fúria contida em cada ato desesperado
que apenas instigava, demandava e impelia a continuar a
querer explorar, a amar. Em segundos nossas roupas eram
apenas fiapos. Minhas mãos que agora corriam ansiosas pelo
corpo de Bella. Tão conhecido, tão desconhecido... Meus toques
iam e vinham exigentes como se eu tivesse passado séculos de
privação de Bella.
Alguma parte perdida do meu cérebro tentava ser racional
gritando comigo que aquela não era a melhor maneira de após
tudo que acontecera eu me conectar com Bella. Precisava de
calma, de amá-la com doçura, como ela merecia. Mas eu não
conseguia. Minhas mãos desesperadas tocavam o corpo dela
com fome. Meus beijos em seu pescoço, minhas mãos em seus
seios acariciando firmemente. Seus suspiros e gemidos eram
como uma droga estimulante que me fazia apenas continuar...
Eu queria Bella demais...
Éramos como duas feras enjauladas, beijando, mordendo e
amando no chão do nosso quarto apenas querendo mais. Suas
mãos vagavam famintas pelo meu corpo. Suas unhas
arranhavam minha nuca enquanto ela salpicava beijos molhados
em meu pescoço enquanto sua outra mão descia em direção ao
meu membro, um sorriso malicioso irrompeu nos seus lábios
quando ela me percebeu tremer na necessidade do seu toque.
Como se para me torturar minha linda esposa que agora me
encarava com seus olhos carmim acariciava vagarosamente a
região sensível abaixo do meu umbigo, mas nunca ode eu
queria que ela tocasse. Eu não queria provocações, eu a queria
tanto, tão somente ela. Minha Bella.
Minhas mãos decidiam antes da minha consciência que eu não
seria o provocado. Quando suas mãos delicadas envolveram
meu membro acariciando com vontade na velocidade que antes
suas mãos humanas jamais chegariam, meus dedos logo
chegaram à intimidade dela. Eu acariciei sua fenda devagar
recebendo um doce gemido como resposta. Penetrando ela num
ritmo não tão rápido quanto ela eu comecei a brincar com seu
clitóris a fazendoela ir mais rápido com suas carícias em mim.

Portanto estava eu deitado com Bella em cima de mim trocando,


se tocando sabendo exatamente onde nos levaria. Nós nos
olhávamos com tanta intensidade conhecendo com precisão o
porquê de estarmos juntos ali daquela forma. Era como uma
oportunidade de conectar, de limpar a alma de todas nossas
tragédias passadas, de aparar as arestas, não pelo sexo em si
ou pelo desejo que nos consumia como fogo, mas pelo amor.
Enquanto nós nos conduzíamos ao orgasmo eu sabia
exatamente que nós, Edward e Bella éramos finalmente um só.
Eu contemplava a bela visão de minha deusa imortal se
entregando a sua pequena morte , seus cabelos em todas as
direções, e pequenos feixes de luz de seus olhos vermelhos e
suas mãos e me conduziram a meu abismo.
- Eu te amo. — eu sussurrei ao tomar seus lábios em um suave
beijo. Arrumando seus cabelos eu olhei o rosto da mulher que
tantas vezes trouxe meu mundo a baixo – de diversas maneiras
– antes de tornar-lo um lugar maravilhoso. Eu nunca poderia
agradecer o suficiente por tudo que Bella tinha me dado. Ela me
dera uma vida de verdade, ela me deu sua vida e seu amor e
me deu algo tão surpreendente quanto incrível: a possibilidade
de ser pai.
Nossos olhares se conectaram por um tempo enquanto
ficávamos ali juntos desfrutando de uma paz merecida. Eu me
mexi e senti algo se partir embaixo de mim. Ri ao perceber
lascas do que era piso de madeira. Nós rimos ao perceber que
sim agora éramos nós os responsáveis por destruir a mobília
preparada por Esme com tanto carinho para nós. Ela saiu do
meu colo se colocando em pé. Meu corpo imediatamente sentiu
falta do seu toque.
- Vem comigo. – Ela disse ainda sorrindo da nossa pequena
explosão de humor. – Acho uma maldade ignorarmos a cama
que foi preparada pra gente com tanto carinho.
Eu segurei sua mão sentido a tão famosa corrente elétrica
passar por nós. Sorri sabendo que aquilo não mudaria nunca.
Sorri sabendo que estaríamos ali, eternamente.
Me aproximei dela beijando sua testa, seu nariz e seus lábios
tão carinhosamente quanto possível. Suas mãos foram para o
meu cabelo a medida que nosso beijo se aprofundava, eu a
coloquei em meu colo, sentando-a com uma perna em cada lado
do meu corpo. Corri minhas mãos pelas suas pernas e
massageei suas coxas, enquanto nos deitávamos na enorme
cama com lençóis tão brancos que contratavam de forma divina
com o castanho do cabelo de minha amada. Sua pequena boca
quente de maneira diferente mas ainda sim quente foi para o
meu pescoço e eu rosnei baixo no meu peito, quando ela
mordeu minha orelha de leve. Minha boca encontrando a dela
de novo com um beijo tão intenso que parecia que iria nos
queimar. Eu senti todas as ondas de desejo por ela que eu
estava segurando se soltarem em mim. Parecia que essa minha
vontade dela nunca teria fim.
Minha cabeça descansou em seus seios, enquanto eu beijava ao
longo do seu estômago, suas mãos em meu cabelo. Ela puxou
minha cabeça pelos cabelos até que eu, relutantemente, me
inclinei para olhar para ela.
- Edward... – ela sussurrou e eu percebi todo meu corpo
estremecer ao ouvir o meu nome saindo de seus lábios. – Faça
amor comigo. – Meu coração morto pareceu voar essa
esplendorosa mulher pedindo-me para ter a honra de fazê-la
minha mais uma vez. Eu confirmei com a cabeça e ela se curvou
e beijou suavemente os meus lábios. Nossas pernas estavam
em um emaranhado, enquanto minhas mãos desciam as suas
costas. Sua boca ficou mais insistente contra a minha e eu a
beijei fortemente, nosso desejo se desenvolvendo com
intensidade. Ela caminhou para baixo do meu corpo e eu gemi
quando ela parou e beijou ao longo do meu membro. Eu puxei-a
rapidamente e inverti nossas posições.
- Hoje à noite, não, amor. – eu sussurrei nos seus lábios e senti
um pequeno amuo vindo dela. – Deixe-me idolatrar você do jeito
que você foi feita para ser idolatrada, minha deusa bela. – eu
pedi humildemente. Não que eu quisesse conduzir nossa
relação. Mas eu queria de fato poder amar sem barreiras ou
receios, não me preocupando com nada a não ser adorar cada
parte dela que eu desejava tanto. Ela concordou, me puxando
para baixo para atacar minha boca novamente. Eu dei um leve
sorriso com a impaciência dela, e então continuei plantando
beijos de boca aberta em seu pescoço, em sua clavícula e entre
os seus seios.
Eu beijei até o seu ansiado mamilo, passando minha língua em
volta dele e então me afastando para soprar ar nele. Bella
tremeu embaixo de mim, enquanto seu mamilo endurecia ainda
mais. Prendi meus lábios ao redor dessa sua carne dura e a
senti macia com a minha boca, ao que ela gemia suavemente e
enterrava suas mãos em meu cabelo. Sua pele estava tão macia
ainda que de maneira diferente sob o toque das minhas mãos.
Não a maciez frágil de sua antiga humanidade mas a suavidade
de sua pele era tudo de mais perfeito que eu já havia tocado. E
que tocaria tantas vezes mais nessa noite e em outras pela
eternidade.
Eu tracei as curvas de seus seios, desci para seu estômago,
alternando para provar o seu outro mamilo. Em seguida
descendo por toda sua pele de alabastro, passando a língua
devagar ao redor do seu umbigo, passando para as coxas agora.
— Por favor, Edward. – ela pediu, levantando o seu quadril,
enquanto eu abaixava as suas pernas vagarosamente.
- Você é tão bonita, Bella. – Eu disse num suspiro contra a parte
interna da sua coxa, ao me perder nas deliciosas curvas de seu
corpo, meu nariz correndo através das mechas macias que
cobriam o seu sexo, Eu quis tanto fazer isso na inexperiência
não seria um empecilho, pois eu queria ser o melhor amante
que eu pudesse para ela que soltou o meu cabelo e eu a vi
levando suas mãos para cima do seu estômago e sobre os seus
seios atrevidos. Eu gemi ao mergulhar para baixo e corri minha
língua em seu centro pulsante. Bella arqueou suas costas e suas
mãos foram para os seus cabelos, enquanto eu provava seu
clitóris, tomando-o ternamente entre meus dentes e chupando-o
com fome. Ela tinha um sabor incrível e tudo que eu queria era
me perder nesse prazer para sempre, experimentando e
cheirando seus doces sucos, enquanto eles saiam dela.
Eu separei suas dobras com os meus dedos e cuidadosamente
trilhei sua entrada antes de deslizar para dentro dela. Ela arfou
com a sensação e eu continuei massageando suas paredes e
chupando seu conjunto de nervos, adicionando outro dedo para
aumentar o seu prazer. Eu girei o meu dedo mais adiante e
achei o ponto que eu sabia que traria rapidamente a ela o seu
alívio. Eu massageei o seu ponto G a cada estocada cada vez
mais vigorosa. Sua respiração ficou mais rápida e eu fiquei
ainda mais duro pensando em seu orgasmo que estava próximo.
Eu senti suas paredes começaram a se contraírem e deixei o seu
clitóris para ver seu rosto quando ela chegasse ao ápice. Seus
olhos se conectaram aos meus e ela soltou um pequeno e
sensual, enquanto era dominada pelas ondas de seu clímax.
Quando o seu tremor diminuiu para pequenos arrepios, eu tirei
os meus dedos vagarosamente e a beijei uma última vez antes
de subir sobre o seu corpo. Um delicioso sorriso embelezava
seus lábios inchados e eu me inclinei para beijá-la com
selvageria. Ela por sua vez atacou minha boca, me puxando
para cima dela até que eu estivesse entre suas pernas. Meu
membro pulsante estava pressionado nela, mas eu queria ver
seus olhos quando eu a penetrasse.
- Isabella. – eu sussurrei em seus lábios, fazendo-a olhar para
mim. Seus braços moveram-se sinuosamente para em volta da
minha cintura e seus dedos foram um pouco mais além,
cravando-se em meu traseiro, com força trazendo-me para mais
junto dela.
- Edward. – ela pediu com seus olhos. Eu sustentei o seu olhar
enquanto eu deslizava para dentro dela num ritmo um pouco
mais forte do que o humano. Ela estava tão molhada para mim
que eu achei que teria de pensar em outra coisa, além de onde
a minha metade de baixo estava agora mergulhada, então me
concentrei em seus lindos olhos. Quando eu estava totalmente
dentro, eu me segurei por um tempo, tentando não me perder
como um adolescente humano faria.
Ela sorriu docemente para mim e eu beijei sua boca, enquanto
eu começava a me mover ainda não tão rápido. Seu quadril se
levantou para se encontrar com o meu em cada investida e eu
estava perdido na sensação dela envolvida completamente em
mim. Quebrei nosso beijo e enterrei minha testa em seu ombro,
beijando a sua clavícula, enquanto eu aumentava o ritmo. Sua
respiração desnecessária tornou-se mais irregular e eu sorri
para mim mesmo sabendo que ela estava perto de novo. Fiquei
um pouco aliviado porque eu não iria durar muito também.
Sendo um pouco mais rude eu apertava minhas mãos do seu
corpo e em volta do seu quadril, até que eu prendi o joelho e
trouxe suas pernas para cima do meu quadril. Nós dois
rosnamos com o ângulo que eu a estava penetrando. Era mais
fundo e depois de algumas investidas inumanamente rápidas,
eu a senti me apertar, então eu me soltei, sentindo o clímax
vindo forte e rápido depois de ter sido repreendido por muito
tempo. Nós alcançamos o ápice ao mesmo tempo, seus dedos
cravados na parte inferior das minhas costas, enquanto ela me
mantinha dentro dela e nos entregamos as ondas de prazer que
nos cercavam.
Nós nos deitamos ofegantes nos braços um do outro, enquanto
eu a sentia me pressionar sobre o corpo dela. Ela beijou o meu
pescoço vagarosamente enquanto me abraçava como se com
medo que eu saísse dali. Não havia lugar no mundo onde eu
quisesse mais estar, a não ser ali nos braços dela. Eu troquei de
posição; saí de cima dela, assim a maior parte do meu peso
estava pressionado na cama agora. Abri meus olhos para
encontrá-la me encarando intensamente. Ela subiu e acariciou
meu maxilar e eu peguei sua mão, beijando a sua palma.
Qualquer coisa que nós pensássemos em dizer parecia diminuir
a incrível experiência que nós tínhamos dividido, então nós não
dissemos nada. Ao invés disso, ficamos ali apenas curtindo a
intimidade daquele abraço depois de fazer amor tão incrível
como nós tínhamos feito. Assim que acalmamos nossas
respirações eu comecei depositar beijos doces no seu pescoço,
clavícula em mais em todo lugar que eu alcançava. Senti-la
gemer quando o ar do quarto começou novamente a mudar e eu
sabia exatamente onde aquela tensão nos levaria.
- Você sente falta disso? – ela me perguntou após mais uma vez
nos amarmos ali, no nosso ninho.
Não era a primeira vez que nós falávamos, mas não estávamos
exatamente mantendo uma conversa também.
- Sentir falta de que? – eu perguntei, despreocupado.
- De tudo isso – do calor, da pele macia, do cheiro gostoso... eu
não estou perdendo nada, e eu me pergunto se era um pouco
triste pra você estar perdendo.
Ele riu baixo e gentilmente, não acreditando que ela achava que
eu estava perdendo. Ninguém no mundo havia ganhado mais
que eu — Seria difícil encontrar alguém menos triste do que eu
estou agora. Impossível, eu aposto. Não são muitas pessoas que
conseguem cada coisinha que eles querem, mas todas as coisas
que eles não pensam em pedir, em um mesmo dia.
- Está evitando a pergunta? – Ela perguntou meio frustrada.
Eu decidi mostrar, pressionando minhas mãos em seu rosto. —
Você é quente — ele me disse.
Depois da transformação não havia mais a diferença de
temperatura em nossos corpos. Era apenas uma questão de
referencia.
Para continuar mostrando meu ponto de vista, eu deslizei meus
dedos por seu rosto, fazendo todo caminho sobre sua mandíbula
e garganta, para finalizar contornei todo seu corpo até sua
cintura. Vi seus olhos rolarem um pouco com prazer, me sentido
um pouquinho arrogante em saber que podia ter esse efeito
sobre ela.
- Você é macia.
Sua pele era como cetim em meus dedos e eu esperei que ela
pudesse entender isso.
- E sobre o cheiro, bem, eu não poderia dizer que sinto falta
disso. Se lembra do cheiro daqueles homens em nossa caça?
- Tenho tentado muito não lembrar.
- Imagina beijar aquilo.
Seu rosto chocado me fez perceber que ela tinha entendido
exatamente o que eu quis dizer.
- Oh.
- Exatamente. Então a resposta é não. Estou cheio de alegria,
porque não sinto falta de nada. Ninguém tem mais do que eu
tenho agora.
Eu disse podendo dar a voz as minhas maiores alegrias e em
seguida a beijei com toda gratidão e amor que sentia por ela.
Próximo ao amanhecer enquanto contemplávamos o brilho
perolado do nosso lago invadir timidamente nosso quarto Bella
resolveu me dar o prazer de ouvir sua voz mais uma vez. —
Quanto tempo isso continua? Digo, Carlisle e Esme, Emmett e
Rose, Alice e Jasper – eles não passam o dia todo trancados em
seus quartos. Eles saem em público, totalmente cobertos, o
tempo todo. Este... desejo passa? – Ela se inclinou ainda mais
para perto e mim dando ênfase exato ao qe ela estava falando.
- Isso é difícil de dizer. Todo mundo é diferente e, bem, você é
de longe a mais diferente de todas. O vampiro jovem normal é
obcecado demais com sede para reparar em qualquer outra
coisa por um bom tempo. Isso não parece se aplicar a você.
Com o vampiro normal, entretanto, depois do primeiro ano,
outras necessidades aparecem. Nem sede ou qualquer outro
desejo realmente some. É simplesmente uma questão de
aprender a equilibrá-los, aprender a priorizar e manejar... – Eu
disse tentando ser honesto, apesar de saber que eu nunca
desejaria minha Bella menos.
- Quanto tempo? – Ela me pressionou.
Eu sorri, mesmo me encolhendo um pouco com a lembrança. —
Rosalie e Emmett foram os piores. Levou uma década sólida
antes que eu pudesse ficar a 1 km de distância deles. Até
Carlisle e Esme tiveram um tempo difícil para se adaptar. Então
Esme construiu a casa para eles também. Era mais grandiosa
que esta, mas só porque Esme sabia do que Rosalie gostava, e
ela sabe do que você gosta.
- Então depois de 10 anos? Todo mundo é normal de novo?
Como eles estão agora?
Eu não pude deixar de sorrir com sua pergunta que parecia
muito mais algo que Emmett tivesse dito só que de maneira
mais educada. — Bem, não tenho certeza do que você quer
dizer quando diz normal. Você tem visto minha família cuidar da
vida de um jeito justamente humano, mas você dormia a noite. –
Eu pisquei pra ela. – Tem bastante tempo de sobra quando você
não tem que dormir. Isso faz com que equilibrar seu... interesse
seja mais facil. Tem uma razão pela qual eu sou o melhor
músico da família, porque – além de Carlisle – eu já li mais livros,
estudei a maior parte das ciências, me tornei fluente na maioria
das línguas... Emmett acreditaria que eu sou um sabe tudo
porque consigo ler mentes, mas a verdade é que eu só tinha
muito tempo livre.
Nós rimos juntos, e o impulso de nossa risada com que nossos
corpos próximos se tocassem de uma maneira deliciosamente
excitante, efetivamente dando fim a nossa conversa.

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