Vol. III, Fasc.
7 GAZETA DE FÍSICA Março 1959
60°, 45°,...). Esse número de imagens cor- divisor de 360°, e o objecto (pontual) estiver
responde ao número N − 1, e é sempre, situado na bissectriz do ângulo dos espe-
portanto, um número impar. lhos (para qualquer posição do observador).
Quando o valor do ângulo dos espelhos
22. Se o valor do ângulo dos espelhos
for 1 , 1 , 1 , ... de 360° isto é uma não for divisor de 360°, as regras mais sim-
3 5 7
360 ples que conseguimos extrair do quadro
fracção em que N seja um número anterior (§ 20) são as seguintes:
N
impar ( o que corresponde a 120°, 72°, Dado o ângulo α dos espelhos (em que α
360 não é divisor de 360°) divide-se 360° por
...), a formula matemática do § 1 α e consideramos apenas a parte inteira do
7
servirá também para conhecer o número de cociente obtido, à qual chamaremos N. Se
imagens formadas mas só no caso particular N for par, o número de imagens observáveis,
de o objecto (pontual) estar situado na bis- poderá ser N − 1, N, ou N + 1, conforme as
sectriz do ângulo dos espelhos (§ § 9 e 16), posições do objecto e do observador; se N
sendo então esse número de imagens inde- for impar, o número de imagens observáveis
pendente do lugar onde o observador esti- poderá ser N − 1 ou N.
ver colocado.
Querendo generalizar diremos que o nú- RÓMULO DE CARVALHO
mero de imagens formadas pode ser sempre Professor metodólogo no Liceu Normal
dado pela fórmula do § 1, quando α for de Lisboa (Pedro Nunes)
Algumas utilizações científicas dos satélites artificiais
Estamos a viver actualmente nos separadamente o caso das radiações lumi-
princípios da era dos satélites artificiais nosas e o caso das radiações corpusculares.
da Terra, e uma das questões que mais No caso das radiações luminosas a fig. 1,
interessa considerar é a da avaliação dos
benefícios que o lançamento de satélites
artificiais, traz para o alargamento dos
conhecimentos científicos.
Além das dificuldades de carácter técnico
que têm de ser resolvidas para que o lan-
çamento de um satélite seja coroado de
êxito, ainda é necessário escolher cuidado- Fig. 1
samente quais os problemas científicos a
investigar, visto que as dimensões dos saté- em que se encontram marcados em abscissas
lites são limitadas, de modo a instalar con- os c. d. o. e em ordenadas a transparência
venientemente os instrumentos utilizados da atmosfera, mostra-nos imediatamente
nas referidas investigações. quais são os c. d. o. que se podem observar
Algumas das utilizações científicas dos à superfície da Terra. Verifica-se assim que
satélites referem-se ao estudo das radiações só existem duas regiões que apresentam
de origem extra-terrestre que são absor- transparência apreciável a estas radiações
vidas ou modificadas quando entram na e que estão situadas uma na região visível
atmosfera terrestre. Para termos uma ideia e infravermelha do espectro e a outra na
da importância destes estudos, consideremos região correspondente aos c. d. o. da T. S. F.
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Para os c. d. o, inferiores a 0,5 mícrons virtude dos factos indicados. O estudo dos
existe uma absorção atómica e molecular c. d. o. desde os raios γ até às ondas longas
que não permite observar a região ultra- da T. S. F. poderá revelar uma estrutura
violeta e dos raios X. física do universo bastante diferente daquela
Além de 0,7 mícrons verifica-se uma que é actualmente conhecida, o que só se
absorção molecular devida à presença de poderá fazer utilizando satélites artificiais.
vapor de água, anidrido carbónico e ozono Consideremos agora as radiações corpus-
na atmosfera; no entanto, encontram-se culares e também os corpos sólidos prove-
duas regiões relativamente transparentes, pró- nientes do espaço galático. Representando
Fig. 2
rimo de 10 mícrons e de 103 mícrons (mi- em abscissas a energia (em electrões-volts)
cro-ondas da T. S. F.). de que as partículas estão animadas e em
Quando as radiações têm c. d. o. supe- ordenadas a altitude (em km.) contada a
riores a várias dezenas de metros, veri- partir da superfície terrestre, a fig. 2 dá-nos
fica-se que não se observam à superfície da uma ideia do efeito que a atmosfera exerce
Terra em virtude da reflexão nas camadas não só nestas radiações como também nos
ionizadas da alta atmosfera. corpos provenientes do espaço galático.
Verifica-se assim que o conhecimento Sabe-se que as radiações corpusculares
actual da distribuição das radiações lumi- de grande energia (raios cósmicos primários)
nosas no universo é bastante restrito em não conseguem penetrar muito na atmos-
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fera sem sofrerem colisões com os ele- umas das características já conhecidas das
mentos que constituem a nossa atmosfera, radiações ultravioletas do Sol é o facto
conseguindo-se sòmente observar os raios da sua grande variabilidade. Deste modo
cósmicos secundários provenientes destas supõe-se que o Sol se comporta como uma
colisões. estrela variável para a radiação ultravioleta
As partículas elementares que provocam ao passo que na região visível do espectro
as auroras polares, não conseguem penetrar apresenta constância apreciável.
além das camadas superiores da atmos- Sabendo-se a influência importante que
fera. Os corpúsculos provenientes do espaço a radiação ultravioleta tem nas camadas
extraterrestre, de energia compreendida superiores da atmosfera, produzindo as
entre a dos raios cósmicos e a das partículas camadas reflectoras das ondas de T. S. F.
responsáveis pelas auroras polares, não têm e inúmeras reacções foto-químicas, veri-
sido detectados. fica-se a vantagem de conhecer as variações
Se os corpúsculos vêm animados de desta radiação. Merece interesse especial
pequena energia só se consegue detectar a a risca Hα de 1216 Å onde está concentrada
sua presença no caso de virem em feixes e a maior parte da energia ultravioleta emi-
desde que provoquem variações do campo tida pelo Sol.
magnético terrestre. Durante períodos de grande actividade
Na categoria dos corpos sólidos prove- solar tem-se verificado que a coroa emite
nientes do espaço galático podemos incluir, raios X mas nada se sabe acerca da sua
por ordem crescente de massa, as partí- variação no decurso do tempo. Também
culas de poeira, os micrometeoritos, os não existem dados acerca dos raios X duros
meteoritos e os meteoros. De todos estes e dos raios γ provenientes do Sol.
corpos só se conseguem observar os meteo- A partir da risca Hα de 1216 Å também
ritos e meteoros, em virtude dos fenómenos será possível determinar a distribuição dos
luminosos e de ionização a que dão origem. átomos de hidrogénio no espaço, pela obser-
Pelo que acabamos de escrever, veri- vação da radiação de ressonância do mesmo
fica-se que a acção da atmosfera terrestre c. d. o. produzida por estes átomos quando
é ainda mais importante no caso das radia- iluminados pelo Sol.
ções corpusculares do que para as radiações Os instrumentos apropriados para a
luminosas. observação das radiações ultravioletas e
As utilizações científicas dos satélites raios X podem ser contadores de fotões,
artificiais podem-se agrupar, para maior mas sendo essencial que estes instru-
facilidade de exposição, em utilizações de mentos estejam sempre dirigidos para o
carácter astronómico e astrofísico, geofísico Sol.
e meteorológico. Vamos descrever segui- A temperatura do satélite será devida
damente alguns dos problemas cuja resolu- quase exclusivamente às radiações absorvi-
ção será facilitada pela existência de saté- das e emitidas visto que a transferência de
lites artificiais. calor a tão fracas densidades, apesar da
alta velocidade do satélite, pode-se despre-
I — Problemas astronómicos e astrofísicos zar. Deves-se notar a possibilidade de que
as radiações emitidas podem variar por
Uma das maiores dificuldades encontra- causa das modificações da superfície do
das nos estudos de Astronomia resulta da satélite em virtude de estar sujeita a coli-
existência da atmosfera terrestre. sões com fotões, iões, moléculas, átomos e
Nos estudos referentes ao Sol as radia- micrometeoritos. As colisões indicadas pro-
ções que mais interessam considerar vão vocam a erosão da superfície exterior e das
desde o ultravioleta até aos raios X moles; janelas dos vários detectores transportados.
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Por isso convém fazer experiências para liação da turbulência provocada pela pas-
se determinar o efeito destas colisões. sagem do satélite pelas altas camadas da
As observações referentes aos corpos sóli- atmosfera. Outros processos de determi-
dos provenientes do espaço galático têm nação da densidade atmosférica baseiam-se
grande interesse para a determinação do nas variações que sofre a órbita do satélite,
papel que desempenham na geofísica da em virtude da densidade diferente das diver-
atmosfera, na estrutura da ionosfera, na sas camadas que o satélite atravessa.
luz zodiacal, na iluminação do céu noc- As regiões da atmosfera que os primei-
turno, etc. Além disso, a colisão das par- ros satélites têm atravessado estão situadas
tículas sólidas de maiores dimensões com a altitudes desde 400 a 1000 km aproxi-
o satélite, poderão provocar variações na madamente. Supõe-se que nestas regiões
sua posição e também afectar algumas das a pressão varia de 10-10 a 10-8 mmHg e
experiências que se pretendam efectuar. que a densidade varia de 106 a 108 partí-
O seguinte quadro dá-nos uma indica- culas/cm3. O melhor conhecimento destas
ção acerca das dimensões das partículas grandezas físicas depende do número de
sólidas existentes no espaço: satélites utilizados para estas determinações.
Observações recentes, feitas por proces-
Tipo das partículas Massa Raio sos rádio-astronómicos, mostraram a exis-
tência de feixes de corpúsculos electrizados
Partículas que atingem
provenientes do Sol, quando se dão erupções
o solo . . . . . . . . . . . . . . 104 g 8 cm solares. A natureza destes feixes e o me-
Partículas desintegradas 10 a 10−4 g 4 a 0,008 cm
3 canismo exacto pelo qual causam tempes-
nas camadas superio- tades magnéticas, auroras polares, etc.,
res da atmosfera . . . ainda não estão suficientemente explicados.
Micrometeoritos . . . . . . .10−9 a 10−12 g 4 a 0,4 μ.
Partículas provàvelmente As utilizações dos satélites nestes estu-
afastadas do sistema dos podem-se agrupar em duas categorias:
solar pela pressão 1.ª Intersectando as partículas respon-
de radiação . . . . . . . . 10−13 g 0,2 μ sáveis pelas auroras, pode-se determinar a
sua natureza e intensidade, a distribuição
geográfica e as suas variações com o tempo.
Verifica-se assim a necessidade de deter-
Desde que a órbita do satélite passe pelos
minar a massa e densidade no espaço inter-
polos também se poderia obter a distribui-
planetário destas partículas, podendo-se uti-
ção global destas partículas.
lizar um processo baseado na energia acústica
2.ª Estudando o campo magnético
originada pelas colisões, por meio de micro-
acima das camadas condutoras da ionos-
fones.
fera, obter-se-ia uma melhor ideia dos efei-
tos primários das partículas responsáveis
II — Problemas geofísicos pelas tempestades magnéticas visto que os
efeitos magnéticos observados à superficie
O conhecimento da densidade da atmos- da Terra são modificados pela ionosfera.
fera a grandes altitudes é bastante incerto O estudo das tempestades magnéticas e
e só a utilização de foguetões e de satélites das auroras também tem bastante impor-
poderá contribuir para o seu melhor conhe- tância prática, sob o ponto de vista das
cimento. A vantagem dos satélites em rela- comunicações por T. S. F. e por telefone a
ção aos foguetões resulta do facto do tempo longa distância.
de observação disponível ser muito maior. Outras observações magnéticas de inte-
Um dos processos para a determinação resse e que poderão ser feitas com satéli-
dos valores da densidade, baseia-se na ava- tes são: a) Medições do campo magnético
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terrestre primário e das suas variações se- A propagação das ondas de T. S. F.
culares; b) Variações de curto período, do emitidas pelo satélite também se podem
campo magnético. utilizar para estudar a estrutura local e as
Os instrumentos apropriados para as irregularidades existentes na ionosfera e
observações magnéticas são os magne- sobre a qual existem poucos dados.
tómetros de que existem vários tipos,
alguns deles já experimentados em fogue- III — Problemas meteorológicos
tões.
As observações referentes aos raios cós- A observação contínua da superfície ter-
micos apresentam interesse para a física restre, obtida a partir de um satélite arti-
nuclear e para a astrofísica. Na física nu- ficial, será um dos maiores avanços nos
clear, os estudos de raios cósmicos têm estudos meteorológicos, particularmente
importância em virtude de serem constituí- para os estudos de meteorologia sinóptica.
dos por partículas possuindo grande energia, A observação dos sistemas troposféricos,
muito superior à que se pode obter mesmo responsáveis pelo estado do tempo, poderá,
nos maiores aceleradores de partículas. Nos ser feita no seu conjunto. A formação,
estudos de astrofísica, os raios cósmicos crescimento e desenvolvimento dos siste-
são considerados como um fenómeno indica- mas que originam os furacões, por exem-
dor dos processos que se desenvolvem, na plo, poderão ser observados, obtendo-se
nossa galáxia, interessando saber a sua assim indicações acerca do seu possivel
origem e os factores que provocam a alta percurso à superfície da Terra.
energia de que estão animados. As observações a grande altitude serão
É assim conveniente estudar a variação as únicas que poderão preencher as enormes
da intensidade dos raios cósmicos em fun- faltas na observação das nuvens sobre vas-
ção do tempo e da localização geográfica tas regiões do globo, visto que actualmente
nas vizinhanças da Terra. A interpretação sòmente se obtêm observações meteorológi-
dos dados obtidos permitirá um melhor cas de cerca de 5 % da superfície terrestre.
conhecimento do campo magnético terrestre As observações feitas da radiação solar
e das relações dos raios cósmicos com os nos seus vários aspectos, juntamente com
fenómenos solares. Também fornecerá dados os valores obtidos à superfície, permitirão
acerca da natureza dos raios cósmicos pri- facilitar a resolução de inúmeras questões
mários que é um problema astrofísico im- teóricas relacionadas com o estado termo-
portante. Nalgumas destas investigações dinâmico da atmosfera. Entre estas obser-
podem-se utilizar contadores de Geiger e vações, algumas das mais simples referem-se
cintiladores. às determinações da radiação solar reflectida
Uma variável importante nos estudos da pela face iluminada da Terra, quantidade
ionosfera é a densidade iónica total numa esta denominada o albedo da Terra; estas
secção vertical da atmosfera. Ora os dados determinações podem efectuar-se com célu-
acerca da densidade iónica acima da ca- las fotoeléctricas.
mada F são muitos escassos e a existência
duma outra camada ionizada (denominada G) ✳
é ainda problemática. Utilizando os sinais
✳ ✳
emitidos por um satélite podem-se efectuar
medições da rotação do plano de polariza- Os sucessivos lançamentos de satélites
ção das ondas de T. S. F. que atravessem artificiais têm permitido obter numerosos
a ionosfera; a partir dos valores obtidos dados para a resolução de alguns dos pro-
deduzem-se os valores da densidade iónica blemas indicados. Por esse motivo o estudo
indicada. crítico dos dados, obtidos demora alguns
207
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meses, antes que se consiga interpretá-los de diversos satélites, consiste na maneira
convenientemente. precisa de os identificar visto que a sua
Uma dificuldade que surgiu com os pri- observação é difícil. Por isso adoptou-se
meiros lançamentos, resultou do facto de não uma nomenclatura semelhante à adoptada
haver uma rede completa de estações recep- para as aparições dos cometas. Assim o
toras ao longo da órbita do satélite. Desta primeiro satélite lançado em 1958 será o
maneira os dados emitidos pelos satélites não 1958 α, o segundo satélite o 1958 β e suces-
são captados totalmente, desperdiçando-se sivamente. No caso do lançamento originar
todos aqueles dados que foram emitidos em mais de um satélite, indica-se o número
porções da órbita na qual não existem esta- deles a seguir à letra grega; por exemplo,
ções receptoras. Este inconveniente é mais o foguetão, que lançou o satélite 1957 α na
acentuado para os satélites cujo plano de sua órbita, terá a designação 1957 α 2 ao
órbita é pouco inclinado em relação ao equa- passo que o satélite tem a designação 1957 α 1.
dor, visto que então atravessam regiões do
globo desabitadas ou em que existem mares. R. O. VICENTE
Um problema que resulta do lançamento 1.º Assistente da F. C. L.
PONTOS DE EXAME
EXAMES UNIVERSITÁRIOS (FÍSICA)
58
F. C. P. — Prova prática de Física Atómica R: Massa de 27 Co na origem dos tempos ≃ 2 mg
(1.ª chamada) em 2 de Outubro de 1958. 58
Massa de 26Fe ao fim de 9 h, igual à massa de 2758
Co
que se desintegrou por emissão β : m m0eλt
449 — O deutério e o trítio reagindo entre si dão 0,693
T 70 24 1680 h λ
lugar a uma reacção de fusão. Escreva essa reacção 1680
na notação de Bothe, calcule em MeV o Q da reacção 0,693 9 3 3
λt 3,72 10 m 2e3,7210
e a energia cinética mínima necessária para vencer 1680
a barreira do potencial. Dados: Massas em U M do 2 2
neutrão, deutério, trítio e hélio: 2,3 log 3,72 103; log 1,62 103
m m
1,00898; 201473; 3,01711 e 4,00389 2 1,0037
1,0037; m 0,5018 mg.
e 4,8.10−10 u. e. s. 1 eV 1,6.10−12 ergs. m 2
R: 31H21H,n42He; 2,01473 + 3,01711 − (4,00389 + 451 — Duralumínio (M 28; ρ 2,8 g. cm −3 ;
σ 0,35 barns) é empregado em tubos de 3 mm de
+ 1,00898) 0,11897 U M
espessura servindo de manga nas barras dum reac-
Δm 18,97 m. U. M 18,97 0,931 ≃ 17,6 MeV
tor. Calcular a percentagem de neutrões térmicos
ZZe2 4,82 1020 absorvidos pelo duralumínio.
B ergs
r1 r2 1,5 1013 2 3 3
Nρ 6,02 1023 2,8
4,8 1020 R: n 6,02 1022
0,34 MeV M 28
1,5 1013 2,7 1,6106 átomos/cm3 σN 0,35 1024 6,02 1023
0,021 cm1; x 0,021 0,3 0,0063; I I0ex
450 — O 27 58
Co é simultâneamente emissor beta I I I
log e 0 2,3 log 0 x 0,0063; log 0
negativo com um período de semi-desintegração de I I I
9 h e emissor beta positivo com um período de 70 0,0063 I0
0,00274 1,0063
dias. Sabendo-se que ao fim de 9 h se formou 1 mg 2,3 I
58 58
de 28 Ni , qual a massa de 27Co existente na origem 1 0,0063
58 Percentagem absorvida 1
da contagem do tempo e qual a massa de 26 Fe for- 1,0063 1,0063
mada ao fim das 9 h? 0,0063 0,63 %.
208