CURSO: TECNÓLOGO EM SEGURANÇA PÚBLICA DISCIPLINA: Oficina de texto IV
CONTEUDISTAS:
ROLF MALUNGO DE SOUZA
ROSIANE RODRIGUES DE ALMEIDA
Aula 1 - Introdução: O desafio do papel em branco
Metas
Apresentar as características da escrita de um texto em prosa e em verso e o uso das
normas (regras gramaticais, regências verbais e nominais) de forma criativa e o que é e
para que serve a ABNT.
Objetivos
Esperamos que, ao final desta aula, você seja capaz de:
1. Reconhecer o uso criativo de expressões populares na produção de textos.
2. Reconhecer a importância das normas da ABNT na produção de texto científico.
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Introdução: Para início de conversa.
Quase todo mundo fica nervoso diante de uma folha de papel em branco. A maioria das
pessoas, quando é incumbida de fazer uma redação, por exemplo, fica sem saber por
onde começar, o que escrever e também como terminar. É comum que os pensamentos
aflorem, que várias frases desconexas surjam e que fiquemos perdidos. A ação da
escrita é uma aflição tão comum entre nós que vários cientistas e pesquisadores já se
debruçaram sobre o tema. O antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira chega a afirmar
que o “ato de escrever é simultâneo ao ato de pensar” (2000: 32), o que significa dizer
que se não pensamos sobre determinado assunto – ou seja, se não temos um mínimo de
conhecimento sobre o que pretendemos colocar no papel -, dificilmente conseguiremos
escrever sobre ele. E isso não é uma novidade para ninguém, já que desde o Ensino
Fundamental escutamos dos professores que “só escreve bem quem lê muito”.
Um ponto importante é que a escrita não é um ‘dom’ ou uma qualidade inata de alguns
privilegiados. Escrever é prática e só aprendemos, escrevendo. Mal comparando é como
andar de bicicleta. No início precisamos que alguém nos ajude, nos ensine a nos manter
equilibrados sobre duas rodas. Ninguém aprende a andar de bicicleta apenas vendo
como se faz. É só com a prática que aprendemos a nos equilibrar e, em pouco tempo, se
não ficarmos com medo das quedas, é possível que consigamos ficar sobre duas rodas
até sem as mãos no guidão. Da mesma maneira é com a escrita. Pode ser que nas
primeiras tentativas, não dê certo. Desenvolver o equilíbrio sobre a bicicleta é uma
analogia a como ordenar o próprio pensamento. É através da continuidade da ação que
vamos organizando as nossas ideias para que possamos traduzi-las para o papel. Sim,
escrever é traduzir o pensamento (ou a mensagem que queremos comunicar) em
palavras.
Outra coisa que devemos ter em mente é que a escrita pretende comunicar uma
mensagem a outra pessoa. Parece óbvio, mas nem sempre o que é obvio é o que nós
fazemos. Quantas vezes você, ao ler um texto, ficou em dúvida sobre o seu real sentido
ou significado? Quantas vezes você escreveu e não conseguiu que o seu leitor
entendesse o seu raciocínio? Ou, a pessoa que leu entendeu a sua informação de forma
inusitada? Pois é. Muitos conflitos poderiam ser evitados se soubéssemos que quem lê
não sabe qual é a nossa intenção. Quando produzimos um texto o fazemos para que
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outra pessoa leia. Veja: se não conseguirmos organizar as nossas ideias – que, na nossa
analogia, é a forma como vamos nos equilibrar na bicicleta – não será possível que a
gente consiga fazer com que o nosso leitor compreenda o que estamos querendo dizer,
que é o enunciado do texto.
Quando escrevemos uma carta, um e-mail, o que importa é o enunciado, a mensagem
que se quer transmitir, então a norma culta pode ser tratada de forma mais flexível.
Contundo, esta flexibilidade é restrita, pois não podemos esquecer, por exemplo, que se
a pontuação não for respeitada, provavelmente criará dificuldade para a compreensão do
enunciado. Uma pontuação mal utilizada pode alterar substancialmente a mensagem,
dificultando a compreensão. Um exemplo bastante conhecido para demonstrar o quanto
às sutilezas da língua devem ser obedecidas ou, pelo menos, conhecidas é o seguinte:
Matar o rei, não. É proibido!
Basta que a pontuação seja alterada para que o regicídio se torne uma possibilidade para
um súdito insatisfeito:
Matar o rei não é proibido!
Este exemplo, que tem um certo quê de jocosidade, serve para vermos o quanto as
normas da escrita devem ser respeitadas ou, insisto, pelo menos conhecidas.
O fato é que, quando nos expressamos através da fala, podemos baixar ou aumentar o
tom de voz (se quisermos enfatizar uma informação), gesticular com as mãos
(levantando ou baixando o dedo polegar) e usar expressões faciais (picadelas de olho,
sorrisos, franzir a testa). Podemos pensar que os sinais gráficos, que representam a
pontuação, servem para substituir a nossa voz no texto, com objetivo de que a forma
escrita torne-se tão expressiva quanto a fala. São esses sinais gráficos (como vírgulas,
exclamações e interrogações, por exemplo) que ajudam a fazer com que o leitor entenda
o enunciado. A pontuação é usada para enfatizar, dar sonoridade e sentido às frases.
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1. Expressões populares na produção de textos.
Qualquer pessoa que tenha tido uma alfabetização, pelo menos razoável, sabe para que
serve uma vírgula, um ponto, um ponto parágrafo, acentuação, etc. Conhecer estas
regras básicas da norma culta faz com que a compreensão do texto seja melhor, assim, a
escrita, a produção destes textos precisa que algumas normas consensuais sejam
obedecidas para que a mensagem seja bem compreendida.
Obviamente, estas normas não podem se tornar uma camisa de força que sirvam para
inibir a criatividade. Na Literatura existem vários exemplos de escritores que à norma
conseguem transpor a norma culta e produzirem obras primas. Dois grandes escritores
da língua portuguesa nos demonstram o quanto é possível escapar, driblar a norma
culta, sem com isso deixar de se fazer compreender. Na escrita em verso, temos o poeta
cearense Patativa do Assaré que nos brinda com a poesia Cheio de rima e sentindo,
onde o poeta faz uso de variações do uso da fala popular, veja:
Quero iscrevê meu
volume, Pra não ficá
parecido Com a fulô sem
perfume: A poesia sem
rima, Bastante me
desanima
E alegria não me dá:
Não tem sabô a leitura,
Parece uma noite iscura
Sem istrela e sem luá.
Antônio Gonçalves da Silva
"Antônio Gonçalves da Silva (1909 - 2002), o Patativa do Assaré, nasceu na Serra de
Santana, a 18 Km da cidade de Assaré. O nome “Patativa” surgiu devido à semelhança
entre seu canto e o do pássaro Patativa, ave nordestina que possui um canto mavioso e
singular, quando o jovem poeta tinha apenas vinte anos. Sua obra tem grande destaque na
literatura cearense", Paula Perin dos Santos.
Fonte: [Link]
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Outro exemplo do uso “subversivo” da escrita é o autor mineiro Guimarães Rosa.
Leiamos também um trecho de um dos seus livros mais conhecidos Grande: Sertão
Veredas:
O senhor sabe o que é caber estabelecido dessa constante
maneira? Se deram não sei os quanto mil tiros: isso nas
minhas orelhas aumentou – o que azoava sempre e zinia,
pipocava, proprial, estralejava. Assentes o reboco e os
vedos, as linhas e telhas da antiga casarona alheia, era o
que para a gente antepunha defesa. (ROSA, João
Guimarães, 1994:485-486).
João Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa (1908-1967) foi escritor e diplomata brasileiro. O
romance "Grandes Sertões: Veredas", um dos maiores clássicos da nossa
literatura, é sua obra prima. Seu estilo caracterizou-se pelo rompimento com
as técnicas tradicionais do romance.
[Link]
Estes autores conseguem exercer sua criatividade driblando as “amarras” normativas,
porém, fazendo com que o enunciado seja melhor entendido, por transportar o leitor ou
leitora para o universo que o autor nos apresenta. Não raros as palavras que alguns
autores e autoras fazem uso, cuja origem é o uso popular, como as corruptelas ou
mesmo neologismos por eles criados, são consagrados pelo uso e entram para os
dicionários mais respeitados da língua portuguesa brasileira.
Corruptelas são palavras escritas ou pronunciadas erradamente.
Exemplos de neologismos e corruptelas
Do universo de Patativa do Assaré temos:
Ficá = ficar
Fulô = flor
Iscrevê = escrever
Iscura = escura
Istrela = estrela
Luá = luar
Sabô = sabo
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Exemplos de neologismos e corruptelas
Do universo de Guimarães Rosas temos:
Azoava = Perturbar com barulho
Estralejava = O mesmo que estalar
Vedos = Tapumes
Zinia = Zunia
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Atividade 1 –
É possível fazer uso de expressões populares em textos que não sejam romance ou
poesia? Como fazê-lo sem ferir a norma culta? Observem os exemplos abaixo e
analisem as formas como cada autor transcreve as falas.
(...) Se o tempo que havia para os outros antes era pequeno,
agora é exíguo. Chega ser dramática a impaciência com os
vendedores, eles não chegam a ser maltratados, afinal, “eles
estão correndo atrás da bola!”, mas são rapidamente
despachados. Os conhecidos são saudados de longe e os poucos
que se aproximam param, mas rapidamente vão embora, apenas
os mais considerados, os que têm contexto permanecem mais
tempo (Souza, 2011:62).
“O salão estava sendo decorado por um grupo de mulheres para
o Baile da Primavera. Alguns homens cuidavam da parte
elétrica. Quase todos nus. E eu, pela primeira vez no meio deles,
como se há muito tempo frequentasse aquela comunidade”
(relato de uma primeira vez em uma área naturista – Rincão
Naturista, Guaratinguetá - SP, grifo meu). (Rojo, 2012: 192)
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Resposta comentada
No primeiro exemplo, o autor faz uso de recursos gráficos para destacar a fala das
pessoas entrevistas. O itálico destaca a falar e itálico e negrito as expressões ou gírias.
Desta forma, o autor faz uso da fala popular sem comprometer a formalidade de um
trabalho cientifico.
No segundo exemplo, o autor não faz uso de expressões populares ou gírias, mas da
mesma forma destaca em itálico a falar das pessoas que são entrevistadas por ele.
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2. A importância das normas da ABNT na produção de texto científico.
Na escrita cientifica, teses, dissertações, artigos, etc., qualquer que seja a área de
conhecimento, levando em consideração algumas características próprias, não é muito
diferente: as regras não podem se tornar amarras para a criatividade.
Nesta aula vamos discutir a produção de texto científico que tem algumas características
específicas que devem ser observadas. A principal delas são as normas da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Técnicas) que junto com as regras gramaticais,
são fundamentais para a produção de textos científicos.
Regras gramaticais
De forma sintética, as regras gramaticais determinam a escrita
correta das palavras e a ortografia é conjunto das regras que
estabelecem a grafia correta das palavras e o uso de sinais de
pontuação.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão
responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base
necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.
Segue o link do site da ABNT: [Link]
a-abnt
A ABNT é quem cria e divulga as formas corretas de produzir textos científicos. Se por
um lado, as normas formuladas pela a ABNT são um verdadeiro pesadelo para alunos e
alunas de graduação, mestrandos e doutorandos, estas normas, na realidade,
possibilitam que o texto apresentado esteja dentro de parâmetros universais, fazendo
com que haja um entendimento claro do enunciado, possibilitando maior no intercâmbio
da produção cientifica.
Um texto científico é uma produção textual, uma narrativa escrita que aborda algum
conceito ou teoria, com base no conhecimento científico.
O conhecimento científico é produzido pela investigação científica, através de seus
métodos. É um conhecimento objetivo, metódico, passível de demonstração e
comprovação. Apresenta um caráter provisório, uma vez que pode ser continuamente
testado, enriquecido e reformulado.
Link: [Link]
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Vamos a um exemplo simples, mas ilustrativo sobre a importância destas normas da
ABNT. Um estudante brasileiro que abra um livro produzido em Portugal
provavelmente terá dificuldades para encontrar o índice, pois nestas publicações este
fica no final do livro, diferentemente dos livros publicados no Brasil. Este exemplo,
embora simples, mostra como as regras na produção de texto devem ser obedecidas
visando facilitar a vida do leitor.
Faço questão de lembrar que respeitar as normas não podem, sob hipótese alguma, criar
obstáculos para a criatividade.
2.1 - Importância da ABNT
Neste item, vamos discutir um pouco mais sobre o que é a ABNT e sua importância. O
foco principal é saber o que é a para o que serve as normatizações que esta associação
cria e perceber que estas normas não foram elaboradas para ser pedra de tropeço, mas
para que haja uma da padronização de critérios, possibilitando uniformidade nas
comparações entre trabalhos.
A ABNT foi criada em 1940 motivado pela necessidade de se criar uma normatização
da medição da resistência de materiais de concreto que a época era realizada em dois
laboratórios diferentes, tidos como referências em termos de qualidade: o Instituto
Nacional de Tecnologia, no Rio de Janeiro e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, em
São Paulo. Embora ambos os laboratórios fossem respeitados, utilizavam formas
distintas de testes, gerando discrepâncias nos resultados, fazendo com que as análises de
cada um deles não fossem válidas para os dois. Isto fez com que se atentasse para a
necessidade de se normatizar os procedimentos de medição, a partir daí, esta percepção
se estendeu para outras áreas do conhecimento. Embora as normas da ABNT sejam
voluntárias, tornam-se obrigatórias quando são exigidas em regulamentos e editais.
Estas normas são publicadas anualmente.
Um exemplo de como estas normas mudam com o tempo, pode ser visto em João
Guimarães Rosa. Vamos ver como citaríamos uma página do seu livro mais conhecido:
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“Mas o sertão está movimentante todo-tempo – salvo que
o senhor não vê; é que nem braços de balança, para
enormes efeitos de leves pesos...” (ROSA, 1994: 741).
Há algum tempo, este mesmo trecho seria citado desta forma:
“Mas o sertão está movimentante todo-tempo – salvo que
o senhor não vê; é que nem braços de balança, para
enormes efeitos de leves pesos...” (ROSA, 1954, p. 533).
As duas formas de fazer a referência são diferentes, mudaram de acordo com as normas
vigentes na sua época. Estas mudanças, que são publicadas anualmente, são decididas
pelos técnicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas. No caso das citações,
observando os anos é possível estabelecer a que se referem.
Ainda que não nos aprofundemos na história das normas, este não é o objetivo desta
aula, estes pequenos exemplos nos deixam claro que a criação da ABNT não foi uma
conspiração de burocratas que tinham como criar dificuldades para alunos e professores,
mas sim, criar uma normatização para que a produção científica no Brasil passasse a ter
uma uniformidade.
As normas da ABNT não devem ser decoradas, mas consultadas conforme a
necessidade. O importante é saber que elas existem e que precisam constar no texto que
vai ser apresentado, seja para uma banca de mestrado, um artigo para avaliação de
parecerista, etc. A ordem que estas normas vão ser utilizadas podem variar: podem ser
formatar o editor de texto antes de sua redação, depois que o texto estiver concluído ou
mesmo durante a sua confecção ou formatar o texto à medida que se escreve. O
fundamental, como foi dito anteriormente, é não fazer destas normas pedra de tropeço
para sua criatividade como autor.
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Atividade 2
Qual a importância da ABNT para a produção de textos acadêmicos? É possível
estabelecer algum parâmetro de análise avaliação? Por que?
Se o tempo que havia para os outros antes era pequeno, agora é exíguo. Chega ser
dramática a impaciência com os vendedores, eles não chegam a ser maltratados, afinal,
eles estão correndo atrás da bola, mas são rapidamente despachados. Os conhecidos
são saudados de longe e os poucos que se aproximam param, mas rapidamente vão
embora, apenas os mais considerados, os que têm contexto permanecem mais tempo.
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Resposta Comentada
Como o trecho acima está apresentado fica impossível saber qual a sua origem, quem o
escreveu, onde ou quando, quando o autor ou autora fala ou quando é a fala de um dos
entrevistados, etc., aliás, não é possível sequer saber que é a citação de parte de um
livro, artigo. Da forma, vemos que a ABNT foi criada para normatizar a produção de
textos acadêmicos, assim criar parâmetros para que as avaliações pudessem ser mais
imparciais, desta forma, ser mais justa.
Resumo
Nesta aula, foi abordado características de algumas formas de escritas (prosa e verso) e
a forma com que autores fazem o uso de expressões. Vimos também que as normas,
embora contenham certa rigidez, não podem ser encaradas como forma de inibir a
criatividade. Por fim, abordamos a criação e a importância das normas da ABNT e
como ela é importante para a produção de textos científicos.
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Referências Bibliográfica:
ASSARE, Patativa do. Ispinho e Fulô - Col. de Literatura Popular. Editora Hedra, São
Paulo: 1988.
CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: ouvir, ver, escrever.
São Paulo: Unesp, 2000.
ROJO, Luiz Fernando. “Vivendo ‘nu’ paraíso”: comunidade, corpo e amizade na Colina
do Sol. Rio de Janeiro: Dígrafo Produção de Mídias Ltda. 2012.
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Nova
Aguilar, 1994.
. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: [S.l.:
s.n.], 1954.
SOUZA, Rolf Malungo de. A confraria da esquina. O que os homens de verdade falam
em torno de uma carne queimando. Editora Multifoco, Rio de Janeiro. 2011.
Informações sobre a próxima Aula
Na próxima aula vamos dar início a discussão sobre o processo de elaboração de um
texto. Vamos abordar a importância de ter em mente o objetivo, o destinatário e
conteúdo do texto como forma de auxiliar em sua produção.
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