E-COMMERCE
CONCEITO
A definição de e-commerce não é uma tarefa simples, pois trata-se de um tema
ainda em desenvolvimento. Para Albertin (1999, p. 15), “o comércio eletrônico é a
realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio em um ambiente
eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de informação e de
comunicação, atendendo aos objetivos de negócio.”
IMPORTÂNCIA
Sua importância atua com a facilidade ao acesso a internet, muitas pessoas
acessam suas contas com um aparelho celular, um tablet, e assim obtém
informações imediatas e de qualquer lugar. A maneira fácil de utilizá-lo, que
despertou não só os jovens, mas também muitas donas de casa e empresários que
passaram a pesquisar na internet, procurar o melhor preço e até testar em fazer
uma primeira compra escolhendo seu produto desejado.
PERSPECTIVAS DO SETOR ALIMENTÍCIO NO E-COMMERCE
A procura por alimentos e bebidas vendidos em canais online vem sendo cada vez
mais constante, trazendo resultados e perspectivas surpreendentes para o mercado
digital.
Parte dessa expansão se dá pela mudança de comportamento durante a
pandemia. Para se ter uma ideia, um levantamento da Neotrust e da
Compre&Confie aponta um aumento de 241% nas vendas do setor entre o
segundo trimestre de 2019 e 2020.
Além do mais, o Mercado Livre também divulgou um estudo que mostra que os
alimentos e bebidas receberam uma procura equivalente a mais de 15 milhões de
acessos em um único mês.
Esses dados são ainda mais interessantes quando analisamos os alimentos que
tiveram alta procura durante esse mesmo período. Segundo dados da Olist, esses
foram os alimentos e bebidas mais procurados:
● Adoçantes;
● Barras de cereal;
● Café;
● Azeite;
● Cerveja;
● Sucos;
● Chocolates;
● Água mineral;
● Creme de avelã;
● Leite em pó;
● Whisky;
● Geleias.
Ou seja, é possível perceber que a lista reúne tanto os produtos que fazem parte do
dia a dia do brasileiro quanto aqueles destinados a ocasiões específicas, mostrando
que esse segmento é versátil e capaz de atrair diferentes públicos.
E as projeções para os próximos anos também são animadoras, principalmente
quando analisamos a previsão realizada pelo Brasil Supermercados Online, que
mostra que o e-commerce de alimentos e bebidas deve movimentar cerca de R$
48,65 bilhões até 2023.
APLICATIVOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO
1. Mercado Livre: um site de compra e venda, funcionando como um grande
shopping center online, com milhares de vendedores mostrando seus
produtos para que os usuários façam suas compras. Embora a ideia inicial da
plataforma tenha sido a compra e venda de objetos usados, mas ainda em
bom estado, hoje ela abriga grandes lojas e profissionais especializados. Por
contar com um grande catálogo online, mais e mais lojistas e compradores
procuram o Mercado Livre quando desejam fazer bons negócios.
2. Ebay: O eBay nasceu como um site de comércio eletrônico fundado ainda
em 1995, nos Estados Unidos. Hoje, a empresa também opera por meio de
aplicativo de venda, sendo uma das maiores plataformas mundiais de compra
e venda. As transações são feitas em dólar, ocasionando a cobrança de
taxas de câmbio. Além disso, os vendedores podem optar por aceitar pedidos
de determinados países — em razão do custo de envio e da taxação dos
produtos. Isso faz com que o eBay não tenha se popularizado tanto no Brasil
em comparação aos demais países.
3. Shoppe: uma plataforma de comércio eletrônico de origem asiática, que
estreou no Brasil em 2019 e rapidamente se tornou um excelente aplicativo
de venda online para iniciantes. Assim como outros marketplaces, ela permite
que vendedores se cadastrem no canal de vendas para comercializar os seus
produtos, com preços competitivos e possibilidade de frete grátis.
Atualmente, o site oficial e o aplicativo de vendas abrem espaço para
pequenos e médios empreendedores — brasileiros e internacionais —
exporem seus produtos na vitrine virtual.
4. OLX: surgiu no mercado com uma proposta, até então, inédita: o comércio
C2C. Esse modelo consiste, na compra e venda de itens usados ou
seminovos. A princípio, lá em 2010, quando a OLX iniciou suas operações no
Brasil, a plataforma era considerada um site de classificados, já que os
anúncios eram feitos por pessoas que procuravam vender itens usados.
Presente hoje em 45 países, a OLX gera cerca de 1,9 bilhões de visitas
mensais em seus sites e possui mais de 54 milhões de artigos anunciados
mensalmente.
5. Buscapé: foi uma das primeiras startups do Brasil, sendo um dos sites mais
populares e antigos quando falamos de comércio eletrônico no país. Fundada
em 1999, a plataforma começou como um comparador de preços online e,
devido à sua popularidade, tornou-se em um dos maiores aplicativos de
vendas do Brasil.
PLATAFORMAS:
Com o crescimento do comércio eletrônico, vender pela internet demanda
mais do que ofertar produtos apenas pelas redes sociais. Para diferenciar-se
da concorrência e apresentar uma marca sólida, é essencial atrelar tais
canais de venda secundários a um principal: um site personalizado a partir de
uma plataforma de e-commerce.
• Nuvemshop: Líder na América Latina com mais de 140 mil clientes/lojas
ativas e eleita a melhor plataforma de e-commerce pela ABComm;
• Irroba: uma empresa brasileira que atende PMEs e grandes atacadistas e
varejistas;
• Magento: é uma plataforma de ecommerce de código aberto que também
apresenta uma elevada capacidade de personalização, além de um alto nível
de segurança e bom desempenho orgânico;
• JetCommerce: está entre as plataformas de venda online no modelo SaaS
que conta com +15.000 lojas ativas no Brasil;
• Bagy: é uma plataforma de ecommerce brasileira que tem como objetivo
ajudar quem vende por WhatsApp e Instagram a profissionalizar o negócio.
FERRAMENTAS:
• Pop-Up: O termo pop-up faz alusão a algo que “salta” na tela, sendo
empregado em duas soluções diferentes em TI. A primeira, que todo mundo
usa até hoje, é a dos menus pop-up. A segunda (é incrivelmente irritante) é a
dos anúncios pop-up, que por muito tempo foram uma verdadeira praga;
• Landing Pages: As landing pages são item-chave nas campanhas de
marketing digital. Uma landing page tem como principal objetivo a conversão
de leads, ou seja, fazer com que o visitante se torne um cliente, passando
para a próxima etapa do funil de vendas;
• Email Marketing: O Email Marketing é um canal de comunicação e
relacionamento que oferece diversas opções de estratégia de Marketing
Digital. Com ele, é possível utilizar vários formatos de comunicação, como
ofertas, newsletters, ativações, cartões comemorativos, avisos, entre outros.
TRANSAÇÕES VIRTUAIS:
Transações virtuais são transferências de valores de compras realizadas por
meio de uma plataforma que usa a internet para garantir a comunicação
financeira entre os sistemas envolvidos no pagamento. Ou seja, a ferramenta
possibilita a integração entre diferentes instituições.
OS 9 TIPOS DE ECOMMERCE:
• Business to Consumer (B2C): é aquele onde a relação é estabelecida entre
uma empresa e o consumidor. Ou seja, é o tipo de comércio eletrônico onde
as empresas interagem diretamente com o cliente final;
• Consumer to Business (C2B): é aquele onde produtos são oferecidos a
empresas que fazem a escolha de qual produto vão adquirir. É a reversão
completa do tradicional sentido de troca de bens;
• Business to Business (B2B): Nele, temos as relações comerciais feitas entre
as empresas. Isso quer dizer que os produtos e serviços são comercializados
exclusivamente entre negócios e companhias;
• Consumer to Consumer (C2C): permite a troca de bens e serviços sem
participação de uma empresa. No entanto, geralmente existe a participação
de um terceiro agente quando a troca ocorre por meio eletrônico;
• Business to Administration (B2A): acontece quando uma empresa vende
produtos ou serviços para uma instituição pública, como uma prefeitura,
secretaria municipal, entre outros;
• Citizen to Government (C2G): corresponde à relação de comércio eletrônico
entre empresa e administração pública, o modelo C2A corresponde à relação
comercial de cidadão e governo. Esse modelo pode ser empregado em áreas
como de saúde, impostos, segurança social e educação;
• Direct to Consumer (D2C): diz respeito a venda feita diretamente para o
consumidor. Ou seja, é a transação realizada entre a empresa e o comprador,
sem intermediários;
• M-commerce: contempla as soluções de Ecommerce para quem realiza
suas transações eletrônicas, aquisição e vendas de bens e serviços por meio
de dispositivos mobile;
• S-Commerce: integra a loja virtual às mídias sociais. Desta forma, quem
aplica esse modelo de negócio consegue interagir com o conteúdo oferecido.
Referências:
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810VgnVCM100000d701210aRCRD#:~:text=Elas%20tamb%C3%A9m%20s%C3%A3o%20
conhecidas%20como,at%C3%A9%20mesmo%2C%20concretiza%20uma%20compra.
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C3%A7%C3%B5es%20virtuais,a%20integra%C3%A7%C3%A3o%20entre%20diferentes%2
0institui%C3%A7%C3%B5es.
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