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Limites e Continuidade em Funções

O documento aborda estratégias para resolver limites notáveis e a continuidade de funções. Ele define a continuidade em pontos e intervalos, além de discutir propriedades de funções contínuas e a existência de assintotas em gráficos de funções. O conteúdo é voltado para estudantes de Matemática do 12º ano, com explicações detalhadas e exemplos.
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Limites e Continuidade em Funções

O documento aborda estratégias para resolver limites notáveis e a continuidade de funções. Ele define a continuidade em pontos e intervalos, além de discutir propriedades de funções contínuas e a existência de assintotas em gráficos de funções. O conteúdo é voltado para estudantes de Matemática do 12º ano, com explicações detalhadas e exemplos.
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______~9CA
EXPLICAÇÕES

ESTRAT~GIAS PARA RESOLVER LIMITES NOTÁVEIS USANDO MUDANÇAS DE VARIÁVEIS

Tipo de Limite Mudança de Variável


eax -1 X ➔ +oo 1 1 1
lim---= 1 -➔ o+ ;=Y ~x=-
y
ax➔O ax X

ºº<::>
lim
sen(ax)
=1
~ x-a ➔ O

x-a=y ~ x=y+a
ax➔O ax

X ➔ a

x-a ➔ O ln(ax + 1) = y ~
l i ~ / . ..
~~º
ax+ 1 = eY ~ ...
••• e limite não é notável, temos
e de passar para
e""-1
lim - - = 1
ax... o ax

eax X ➔ -00 -x ➔ +oo -x=y~ x=-y


lím - - = +co
ax➔+oo(ax)P

G9 X ➔ o+ 1
1 1
--+
X
+oo ;=y ~x=-
y
e:,
0 = ln(ax) =O
lim o-
ax➔ +oo ax X ➔
--➔
1
-oo
1 1
X -;=y ~x=--
y
Umlte de Neper

e lim(1+~r =e generalizando lim( 1 + :Ju,. = eA

... lim ax = +co lim aX = Q


X ➔+oo X➔ -oo

~>)
,. e+«>-+

.
+oo

lim /o94 X= +ao,


X-t+«>
e-«> ➔ o+

IL!,R log 4 X = - -
X➔O
0
e =1
--- o

y,
X

h
• ln( +ao) ➔ +oo ln(o+) ➔ -oo ln(l) =O ~
º1( 1
X

u>I

L
~11~
Matemática A-12.11 Ano
AB
Formulário de Continuidade de Funções MA TICA
EXPLICA ôES

Continuidade num ponto não isolado do domínio:

Definição: Dada uma função/ e um ponto a e D1 , diz-se que/ é continua no ponto de


abcissa a se:

A função é contínua em x = a , porque lim J(x) = J(a)


x ➔a

• y

..7 A função é não contínua em x =

x➔a
a , porque não existe limite
no ponto de abcissa a, ou seja, ~ J(x) * lim J(x), no
x➔a•

entanto é continua apenas à esquerda de a, porque


lim
x➔a
/(x}= /(a)
o a X

y
~- e-n~
Afunçao oã . rnua em X
co"t = a , porque porque não existe

C····y- liQ1ite no pon~abcissa a, ou seja l~


x➔a
J(x) * lim J(x),
x➔a•

no entanto é continua apenas à direita de a, porque


J(x) = J(a)
• o a
~~
~...lim

y A função é não contínua em x = a , porque


e .... ,.
li~ J(x)-::t: lim J(x)-::t: J(a).
x➔a x➔a•

M.,málica 12º Ano


Fonnultrio-Continuidade
Pror. Sofia Martins Brya

_J
~d 't
Matemática A -12,! l Ano
AB
Formulário de Continuidade de Funç6es TICA
EXPL ICA ôES

Continuidade num intervalo

Uma função / é continua no intervalo aberto ]a,b [,


contido no seu domínio, se for contí nua
em todos os pontos do intervalo.

Uma função / é continua no Intervalo fechado [a, b ] , contido no seu domínio, se for:
• Continua no intervalo aberto ]a,b [

• Continua à direita do ponto a


• Continua à esquerda do ponto b

Ou seja, se for continua em todos os pontos do intervalo


]a,b ( e se
),

y
}~~f(x)= f(a) e}~ f(x)= f(a) ,~ i~


d •••.
e .. /
í.':\. .·:
•••• · :
A função é continua no intervalo fechado [a, b]

y
a b X
'<
A função não é continua no intervalo fechado [a, b
],
pois não é contínua à esquerda do ponto b. No entan
: _·_· _·_· i.\ ·.) to,
1.... é continua no intervalo aberto A função é continua
C •·.7 ···· ·: Intervalo fechado [ a, b [.
no

f
a

y
••••• -~
e •••• ·A_
b X

A função não é continua no intervalo aberto ]a,b [,


pois não é contínua no ponto e. Portanto, não é
continua no intervalo fechado [a, b ] .

d·· 0·· ~-~

O a e b X

f
e••·••V:
~·p-~·-
· ··1 A função não é continua no intervalo aberto ]a,b [,
pois não é continua no ponto e. Portanto, não
continua no intervalo fechado [a, b ] . No entanto,
é
d.. ', ,'
. ' . continua no intervalo fechado [e, b ]
é

O a e b X

Maiemllica 12º Ano Prof. Sofia Martins Brnga


Fonnu16rio- Continuidade
Matem,tlca A-12.11 Ano
;,t,v
AB
Formu"rlo de Continuidade de Funções TICA
tXPLICA ôtS

Continuidade no domlnlo
Uma funçllo diz-se continua se for continua em todos os pontos do seu domlnlo.

Propriedades

4 Toda a função polinomial é contínua em IR;

4 Toda a função exponencial é continua em IR;

• As funções racionais, Irracionais, logarltmlcas são continuas po seu domínio;


• ,a. Se f e g slo duas funções contínuas, então são também continuas as funções:

• Soma:/ ±g;

• Produto: / x g

• Quociente: Lg
• Potência: /" n e JN

• Radical: efJ n e K
• Composta: / o g

• 4, Uma função diferenciável num ponto, ou seja, com derivada finita nesse

ponto, é contínua nesse mesmo ponto.

M•e111Mlca i• A,.,
h,rmulirlõ• 0111lnula.Jê
t>mr. Sol11 M•nlm 11111&11
Tn~
~TIC A
Matemática A-12.2 Ano EXPLICAÇÕ ES
Formulário: Assintotas do Gráfico de uma Fu.nção

Quando o declive da reta é ZERO (m = O)

assintotas paralelas ao eixo das abcissas

Quando for necessário estudar a existência de assintotas horizontais, basta calcular o valor dos
seguintes limites:

Quando x ➔ -oo x
Quando ➔ +oo•i,
Ter sempre atenclo aodomlnlo da func3o Ter semore atenc3o ao domlnlo da func3o
,.
1~1(~l ,1~1(;~.

• Se o resultado do limite for um número real então a função admi,\e uma assintota
horizontal, de equação y = b.

• Se o resultado do limite for ±oo então, conclui-se de Imediato que o gráfico da função não
admite assintotas horizontais. .
NOTAS:

Ográfico de uma função tem no máximo, duas assintotas não verticais, uma quando x ➔ +oo e

outra quando x ➔ -oo

• Se o domlnio de uma função for um conjunto limitado ( por exemplo [ a, b]), o gráfico da função
NÃO tem assintotas verticais.

Prof, Softa Martin, Braga


Matemática A -12.2 Ano .
ff{~-
d5MATICA
EXPLICAÇÕES
Formulário: Assintotas do Gráfico de uma Função

Assintotas Verticais

A reta de equação x = a é uma assintota vertical do gráfico da função se e só se:

lim
:r-+o•
/(x)=±oo ou li~/(x}=±oo
""o..__ _ __
.,,..:c➔

12 calcular o Domínio da função D1 = IR 1 {a} ou ]a,:toc{


22 Verificar se existem pontos de descontinuidade e pontos de acumulação do domínio;
32 Calcular os limites laterais nesses pontos ( x = a retas susceptívels de serem assintotas verticais)
Conclusão:
Como a função é contínua nos intervalos onde se encontra definida, logo não existem mais retas
susceptíveis de serem assintotas verticais para além de x = a

Notas:
• O gráfico de uma função CONTINUA de domínio IR NÃO admite assintotas verticais
• O gráfico de uma função pode ter infinitas assintotas verticais.
• O gráfico de uma função com domínio IR pode ou não ter asslntotás verticais.

_ _ _ ....................................·------'----·--.......,-'-'----------

Assintotas Não Verticais ( podem ser horizontais ou oblíquas)

Dada uma função diz-se que a reta de equação y = mx + b é assintota não vertical do gráfico da
função, quando:

ASSINTOTAS OBLIQUAS

Cálculo do declive Cálculo da ordenada na origem

~imf(x) ~ ~[l(xJ- m xx]J


z➔:bo X
• Se o resultado do limite for
• Se o resultado do limite for um n.e um n. 11 real então escreve-
real então calcula-se a ordenada na se a equação da assintota
origem; y=mx+b;
• Se o resultado do limite for ±oo então,
conclui-se de imediato que o gráfico da • Se o resultado do limite for
função não admite assintotas não ±oo então, conclui-se de
verticais. (STOP) imediato que o gráfico da
função não admite
assintotas não verticais.

Prof: Sofia Martins Brasa

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