Índice
Introdução..........................................................................................................................2
Objetivos............................................................................................................................2
Geral...............................................................................................................................2
Específicos.....................................................................................................................2
Metodologias.....................................................................................................................2
Aspectos financeiros das PMEs.........................................................................................3
A questão da carga fiscal...................................................................................................3
Alianças Empresariais.......................................................................................................5
Acesso a infraestruturas.....................................................................................................6
Referência bibliográficas...................................................................................................7
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Introdução
Administração financeira é o processo de identificação, mensuração, análise,
preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras, utilizado pela
administração para o planejamento, avaliação e controle dentro de uma organização ou
empresa visando assegurar o uso apropriado de seus recursos e maximizar os
resultados. Porém, muitas empresas têm dificuldades na área de gestão financeira ,
comprometendo sua lucratividade, competitividade e até mesmo sua sobrevivência.
Nem sempre as empresas apresentam um sistema de controle e administração
financeiro, por mais simples que seja. Sua implantação depende de uma mudança de
atitude não só da direção da empresa, como também das pessoas envolvidas. Isso fica
muito mais evidenciado nas pequenas empresas, onde o pensamento geral é que a
aplicação de uma administração financeira só funciona para grandes empresas.
Objetivos
Geral
Avaliar os aspectos financeiros e infraestruturais na concepção das PMEs
Específicos
Conhecer a questão da carga fiscal ;
Descrever a ocorrência do leasing e a aliança empresarial;
Identificar as infras estruturas das PMEs
Metodologias
Para materialização do trabalho, utilizou-se o metódo de revisão bibliográfica, que
consistiu em revirar os artigos e pdf que abordavam assuntos relacinados com o tema
em destaque ou por outra Trata-se do levantamento, selecção e textualização de toda
bibliografia já publicada sobre o assunto que está sendo pesquisado, em livros, revistas,
jornais, boletins, monografias, teses, dissertações, com o objectivo de colocar o
pesquisador em contacto directo com todo material já escrito sobre o mesmo.
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Aspectos financeiros das PMEs
Os aspectos financeiros das empresas passaram por diversos enfoques no decorrer dos
tempos. No passado, a preocupação maior era com a obtenção de fundos e em como
utilizá-los; hoje, o principal enfoque baseia-se no processo decisório, na busca de valor
para o negócio.
Finanças, segundo Groppelli & Nikbakht, é a aplicação de uma série de princípios
econômicos e financeiros, objetivando a maximização da riqueza da empresa e do valor
de suas ações.
A área de Finanças Empresariais trata das decisões de investimento e financiamento,
bem como dos principais indicadores financeiros e de suas implicações no planeamento
do futuro da empresa. Em linhas gerais, é o planeamento e a tomada de decisões ótimas,
que contribuem para os melhores resultados possíveis
Os procedimentos e controles financeiros são feitos por meios demonstrativos
financeiros, os quais controlam três importantes condições:
a liquidez (capacidade de converter itens do ativo em caixa);
a financeira geral (equilíbrio a longo prazo entre dívidas e patrimônio líquido);
a rentabilidade (capacidade de obter lucro com regularidade ao longo do tempo).
A questão da carga fiscal
A agenda do Governo prioriza duas tarefas principais relativas à questão fiscal. Uma é
a revisão do sistema tributário, e a outra é a edificação de uma estrutura fiscal sólida.
Em relação ao primeiro aspecto, o sistema tributário tem vindo a ser objecto de
melhoramentos consideráveis com vista a simplificar os procedimentos e reduzir no
global a carga fiscal.
No entanto, é necessário elaborar estudos adequados para aferir as taxas dos impostos
em vigor, como por exemplo o IVA. O IVA e outros impostos internos devem ser
equacionadas com as taxas em vigor na região sabido que a sua abolição pode
mergulhar a economia numa situação difícil e pôr em causa o equilíbrio fiscal.
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Embora os limites do enquadramento nos regimes normal, de tributação simplificada e
de isenção, tenham sido aumentados, afigura-se ainda necessário a regularidade da
revisão. Para além disso, os modelos declarativos e para o pagamento do IVA devem
ser simplificados de modo a reduzir os custos.
Por outro lado, os impostos sobre o rendimento de pessoas colectivas e das pessoas
singulares que recentemente foram objecto de propostas de alterações, quanto as taxas,
em particular para as micro, pequenas e médias empresas devem ser analisados, para
além do estabelecimento de um regime simplificado para os pequenos contribuintes,
em particular das zonas rurais.
Quanto aos incentivos fiscais ao investimento feito pelas PMEs na indústria, na
pesquisa e desenvolvimento, na introdução de novas tecnologias e na aplicação de
tecnologias de informação (TIs), é importante que tenham um tratamento especial no
Código dos Benefícios [Link] e alianças empresariais A instituição do sistema
de leasing pode contribuir para mitigar os problemas financeiros que as PMEs
enfrentam. O leasing é um tipo de investimento físico no financiamento e é amplamente
aceite na aquisição de maquinaria, automóveis, etc. Um contrato típico de leasing requer
um pagamento inicial num valor reduzido na altura da compra, devendo-se pagar uma
série de prestações durante a vigência do período contratual. Uma vez que o locatário é
proprietário do objecto que é matéria do contrato,o concessionário pode evitar o risco
relacionado com a concessão de crédito e, deste modo, estar disposto a aceitar com o
contrato de leasing.O sistema de leasing pode ser ideal para as PMEs que não têm
acesso ao crédito bancário, uma vez que podem ter fácil acesso ao financiamento
concedido pelos locatários. Ao considerar o facto de que o investimento físico do
financiamento é normalmente muito dispendioso, um leasing pode ser um meio de
financiamento altamente favorável.
Uma forma de promover o sistema de leasing é encorajar que as instituições financeiras
adoptem o sistema de leasing . Presentemente, os recursos financeiros que estas
dispõem são utilizados apenas para fins de concessão de empréstimos.
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Ao usar uma parte dos recursos financeiros para o sistema de leasing, as instituições
financeiras podem aumentar drasticamente a sua capacidade de financiar as PMEs a
uma taxa de juro mais baixa. No sistema de leasing proposto, estas instituições
funcionam praticamente como intermediário entre o locatário e o concessionário.
As instituições financeiras desempenham este papel porque as PMEs, potenciais
concessionárias, muitas vezes enfrentam dificuldades de acesso directo à empresa de
leasing.
Estas instituições efectuam um pagamento inicial em nome das PMEs e cobram as
prestações logo que o contrato de leasing tenha sido celebrado e que os bens adquiridos
nesta modalidade tenham sido entregues a esta faixa de empresas (agora a
concessionária). Eles transferem as prestações cobradas para a empresa de leasing (a
locatária). Deste modo, as PMEs e a empresa de leasing não têm que estabelecer um
contacto directo entre elas. Os bens adquiridos em regime de leasing são utilizados
pelo concessionário e o título de propriedade mantém-se na empresa de leasing .
Alianças Empresariais
De acordo com o (Banco de Moçambique,2005), A constituição de alianças
empresariais, normalmente formadas por aglomerações de empresas que constituem
uma rede é um desafio para o sucesso das [Link] o resumo dos problemas
enfrentados pelas alianças:
A dimensão absoluta do mercado é demasiado reduzida para constituir uma
alianças sólidas;
As deficiências de ordem estrutural aumentam dramaticamente o custo de
transacção, não conseguindo assim garantir aos produtores incentivos
suficientes para o comportamento da oferta; e
O sector das PMEs, assim como o sector empresarial como um todo, não
conseguem satisfazer as necessidades do mercado.
A solução dos problemas acima expostos, permitirão que haja um aumento do número
de empresas, uma diminuição do custo de transacção, o que indirectamente contribuirá
para que as PMEs fortaleçam a sua capacidade empresarial através do canal de apoio
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mútuo e da concorrência dentro de uma rede empresarial. A aliança será então
fortalecida por uma maior massa empresarial.
Acesso a infraestruturas
Segundo o (Demirgüç-Kunt, 2006) Os constrangimentos que impedem que as PMEs
prosperem na questão acesso ao mercado resumem-se no seguinte:
a dimensão absoluta do mercado é demasiado pequena para encorajar que se assuma o
risco no negócio;o mercado é demasiado fraco.
Sendo o Governo o maior comprador do sector privado, é importante que dê preferência
aos bens e serviços fornecidos pelas PMEs, para que por esta via possam alargar o seu
mercado e tornar-se mais competitivas.
Ao proceder desta maneira, o Governo estará a aumentar uma parte da sua despesa de
consumo para o mercado, actualmente acima dos 10% do PIB, o que corresponde a
cerca de $610 milhões no valor corrente em dólares.30 Para que as PMEs tenham tempo
suficiente para se preparar para esta nova oportunidade de negócios, é importante que se
tornem públicos os detalhes referentes às aquisições que o Governo pretende efectuar
com bastante tempo de antecedência .
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Referência bibliográficas
GROPPELLI at all. Aspectos financeiros das empresas. s/ed,2003.
BANK OF MOZAMBIQUE. Annual Report , The Bank of Mozambique.2005.
CHUN, SEUNG-HUN. “A Study on Economic Systems for Sustainable Development
—Focusing on the Transparency of Financial Transaction and Taxation in the U.S.,” (in
Korean) Seoul: The Korea Institute of Public Finance, 2004.
DEMIRGÜÇ-KUNT, Asli, and Thorsten Beck (August 2006) “Strengthening Access to
Finance for Small & Medium-Size Enterprises While Improving Business Environment
for All Firms, August 31, 2006.