Memórias do 5º Ano do NEI 2023
Memórias do 5º Ano do NEI 2023
AS NOSSAS INCRÍVEIS
MEMÓRIAS DO NEI
5° Ano Vespertino
Organizadoras:
Cláudia Roberto Soares de Macêdo Nazário
Rozana Ramos Neves
NATAL-RN
DEZEMBRO/2023
Reitor: Prefácio:
José Daniel Diniz Melo Gilvânia Lima de Souza Miranda
Vice-Reitor: Posfácio:
Hennio Ferreira de Miranda Luciana Waleska Fernandes Costa
ISBN: 978-65-00-87664-2
CDU 373.3
5º ano vespertino
APRESENTAÇÃO
"O mundo é tão bonito! Gostaria de ficar por aqui. Escrever é
meu jeito de ficar por aqui. Cada texto é uma semente. Depois
que eu for elas ficarão. Quem sabe se transformarão em
árvores! Torço para que sejam Ipês amarelos"
Rubem Alves
Prefácio ___________________________________________________________________18
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“As incríveis memórias” também nos fazem lembrar dos Temas de
Pesquisas e aprendizados que despertaram interesses, curiosidades e
proporcionaram conhecimentos significativos. E, todas elas, acompanhadas
de profissionais que, junto a essas crianças, marcaram e foram marcados
pelos gestos, palavras, formas de ser e agir. E essas pessoas, envolvidas
nesses Temas de Pesquisas, se lançaram em diferentes aulas e aventuras
que trouxeram conhecimentos para a vida.
Junto a esse grupo e aos colegas que estavam comigo nesse 1º ano do
Ensino Fundamental de 2019 (Bárbara e Jek), fizemos uma quadrilha junina
com direito a “casamento matuto”, visitamos o Centro de Lançamentos de
Barreira do Inferno/RN (CLBI), viajamos para Recife/PE, onde exploramos o
Parque Estadual Dois Irmãos (Zoológico) e o Instituto Ricardo Brennand,
realizamos culinárias (que fizeram parte da nossa Mostra Cultural sobre os
Continentes), lançamos o livro “Viagens do 1º ano”, e vivemos juntos a
inesquecível: noite do pijama.
O tempo passou, vocês cresceram, e como tudo na vida, o grupo passou
por mudanças. Vocês, eu, e todo o mundo, enfrentamos uma situação
jamais imaginada, como a pandemia do Covid-19. E, nesse movimento,
alguns integrantes desse grupo se distanciaram, outros chegaram para
somar a essa turma e permitir que fossem construídos novos laços e
saberes.
Nessa retrospectiva sobre o que vivemos e aprendemos juntos, eu
recordei de um texto, do qual não lembrava a autoria, mas o encontrei no
site “[Link]”¹,
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site “[Link]”¹, que nos diz que somos como uma grande árvore e que
cada um de nós somos como folhas que, horas o vento nos traz para perto
de algumas pessoas e tem hora que nos distancia, mas que nesse
movimento, levamos conosco um pouco dos que estão à nossa volta e
deixamos um pouco de nós com as pessoas do convívio.
Espero que eu tenha deixado sementes frutíferas, contribuindo assim com
o despertar de saberes e afetos. De vocês, trouxe a experiência e a alegria de
estar no NEI e partilhar de tantos conhecimentos e emoções.
E, como toda transformação e mudança é constante, vocês estão vivendo
o momento de se despedir de um ciclo, se lançando em novos desafios,
descobertas e construções. Mas, estão deixando registradas essas “incríveis
memórias”, para que vocês e todos os leitores, possam através desses textos
e ilustrações, se lembrar e/ou conhecerem um pouco das diversas vivências
que foram muito significativas para a constituição desse grupo.
Que vocês continuem registrando memórias incríveis nos anos vindouros.
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Memórias de
Alana Noemí
MINHA VIDA
Olá! Sou Alana Noemí dos Santos
Barbosa, mais conhecida como Noemí, e
vou contar algumas coisas que vocês ainda
não sabem sobre mim… Eu nasci em 2012,
às 23h45min, do dia 30 de julho. Quando
saí da barriga da minha mãe, eu já saí
faminta. Com quatro meses de vida, tive
uma reação alérgica e fiquei internada.
Durante idas e vindas ao médico, fui
medicada errada e tive uma reação
extrapiramidal e quase que morria.
Precisei ficar internada, ficava olhando pro
teto, as pessoas falavam comigo e eu não
respondia, mas depois fiquei boa e tive
alta.
Gosto de jogar roblox no meu quarto, também gosto quando minha
prima Isabeli vai pra minha casa e jogamos juntas.
Gosto de comer coxinha de frango e pastel de frango, eu amo frango.
Em 2015 entrei no NEI, na turma um, e comecei a minha jornada nessa
escola. Quando meu pai ia me deixar na escola, eu chorava muito e não me
lembro mais, claro, mas minha família me diz que a equipe pedagógica me
acolhia muito bem, e além disso, tinha meus amigos que eu amava e amo
brincar com eles até hoje. Uma das brincadeiras que gosto é de tica-tica,
com todos os meus amigos de sala.
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Em 2016, tive meu primeiro aniversário da Peppa Pig e foi incrível! Mas,
não foi na minha escola. Depois disso, todos os meus aniversários, preferi
comemorar na minha escola, junto com meus amigos (lanche especial),
menos durante a pandemia, que foi muito ruim pra todo mundo,
principalmente, na pauta da aprendizagem, porque é muito difícil de
aprender com o celular na mão, mas graças a Deus tudo voltou ao normal.
E aí, gostou de saber um pouco sobre mim? Agora leia algumas de
minhas memórias.
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FESTA DO PIJAMA DO NEI
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Foi uma experiência muito boa e que não vou esquecer nunca, apesar de
ter sentido muito medo de dormir longe dos meus pais.
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NO MEIO DO CAMINHO
HAVIA ANIMAIS...
No NEI tem vários animais, lagartixa, cobra, aranha, gato, etc., vou contar
duas memórias que tive junto dos animais.
As lagartixas são animais que escalam a parede, se alimentam de frutas e
não trazem nenhum tipo de risco para os humanos, mesmo assim várias
pessoas têm medo.
As cobras são animais venenosos que trazem riscos para as pessoas, mas
tem algumas cobras que não têm veneno.
As aranhas também trazem riscos aos humanos, escalam paredes e até eu
tenho medo.
Os gatos são tão fofos, tem muitos que dão medo… eles são felinos e se
alimentam de ração, petisco e etc.…
Eu tinha encontrado uma lagartixa na área da minha casa, no ano passado
(2022) botei o nome dela de mingau e levei ela para escola. Mas, no meio do
caminho, ela caiu da minha mão, na vã, e fugiu.
Eu também tinha encontrado um gato na rua e peguei ele, passei dois dias
com ele e depois descobri que tinha dona e fiquei triste e chorei. No NEI,
sempre aparece um preto e branco em cima do muro, ele é lindo… Eu amo
gatos.
No NEI, já encontrei borboletas, inclusive, esse ano (2023), tive que pegar
uma que apareceu na sala, para poder salvar a turma, que estava com medo
da borboleta e eu não tenho medo.
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Esses foram alguns animais que encontrei pelo meio do caminho da vida e
do NEI. Sentirei saudades.
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Memórias de
Ana Elisa
MINHA BIO, MINHA VIDA
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E, por falar em sonhos, tenho três grandes sonhos, o primeiro é ser uma
atriz bem famosa, o segundo é ser uma YouTuber bem famosa também e o
terceiro é ser Programadora de Jogos bem famosa, e com isso, chego à
conclusão de que quero mesmo é ser bem famosa! (hahaha).
No NEI, eu entrei no 4º ano, antes eu estudava no Instituto Kennedy (no 3º
ano), na Turma 4 até o 2º ano eu estudei no Nosso Amiguinho, que fica no
Satélite, perto da casa antiga da minha avó. Dessas escolas eu não guardo
tantas lembranças, porque já faz um tempo que estudei nelas.
No NEI, eu gosto muito das aulas de Matemática e de Teatro.
Bom, eu termino um pouco dessa história por aqui, agora que vocês
conheceram um pouco da minha bio, minha vida, espero que tenham
gostado e continuem por aqui para lerem algumas de minhas memórias
escolares.
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MEU PRIMEIRO ANO NO NEI
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da turma, era meu filho, e na época só podia 04 pessoas por mesa por conta
do Coronavírus e deu certinho, eu, João Henrique, Perla e Maria Eduarda,
chamamos de “mesa da família”.
Finalmente, lá no começo de junho podia ficar sem máscara nos lugares
abertos, então nesse mês, pude ficar sem máscara em todo canto e já podia
sentar mais de 04 pessoas na mesa, e eu lembro também que o intervalo era
só nosso, depois, tivemos que dividir o parque com o 3º e o 5º ano, no
começo ninguém achou legal, mas depois ficou normal.
Meu primeiro ano no NEI foi incrível, conheci gente nova, e um monte de
coisas, como: parques e quadras novos, até então eu nunca tinha tido escola
com parque e quadra, e também tive os melhores professores, Júlio, Blenda,
Aline, Josiane, Laiany, Francisco, e muitos amigos novos, que tive a
oportunidade de conhecer.
Os melhores momentos de 2022 foram: os passeios (pra Galeria de Flávio
Freitas, Museu), Show de Talentos, São João e as Brincadeiras, as melhores
brincadeiras foram: o Apocalipse zumbi, tica-tica, Polícia e ladrão e esconde-
esconde.
No Apocalipse zumbi, uma pessoa é escolhida para ser o zumbi, se ela
pegar alguma pessoa, essa pessoa tem que ajudá-la a pegar as demais.
O ano de 2022 foi muito bom, obrigada 2022!
Terminei o ano de 2022 com boas expectativas, desejando que o de 2023
fosse bem-vindo. No próximo texto falarei sobre esse novo ano.
Tchau e obrigada por ler.
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MEU ÚLTIMO ANO NO NEI
Ainda não terminei meu último ano no NEI, mas vou contar até onde parei.
Quando eu cheguei esse ano, vi Júlio, meu professor preferido, e comecei a
conversar com ele, também fui falar com meus amigos, Giovanna, Maria
Eduarda, Maysa e Mariah, que são as minhas melhores amigas.
Logo vi minhas Professoras, que, aliás, gostei bastante delas (Rozana e
Cláudia), acho elas muito legais e ensinam muito bem. Júlio é o professor
mais legal da escola em minha opinião, ele foi nosso professor no 4º ano e
esse ano, mas ele saiu da nossa turma ainda no início do ano, e, por isso, não
foi mais nosso professor. Lembro que a turma surtou na frente de todo
mundo quando Rivaldo falou que Júlio ia ficar na nossa turma quando ele
estava falando dos professores das turmas.
Depois de 2 ou 3 meses do início do ano, eu ficava morrendo de dor de
cabeça por causa do barulho que a turma fazia.
No começo de junho, nossa querida amiga Perla voltou pra escola, porque
ela não estava podendo ir desde o ano passado, devido a questões de saúde.
Como ela voltou, pôde dançar na Festa Junina com todo mundo, no nosso
último São João do NEI. Para essa dança, nós ensaiamos muito, mas muito,
mas sempre tinha alguma coisa que atrapalhava, no entanto, 3 dias antes, a
turma conseguiu organizar tudo, e deu certo, no dia, a turma conseguiu fazer
os passos sem errar nenhum, e meu pai comprou estalinho, e no final eu
fiquei jogando nos pés dos meus amigos (hehe).
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Depois teve as férias de julho e chegou agosto… no começo eu já comecei
fazendo besteira (hehe), porque eu estava no balanço com minhas amigas,
Giovanna, Maria Eduarda e Maysa, e chegou João Henrique perguntando se
alguém queria molhar a mão (ele estava com um jarro de brinquedo), aí
todas queriam, e Maysa Cavalcanti falou pra molhar o cabelo dela e João
molhou ela quase todinha e todas pediram pra se molhar, até eu, e no final
nós estávamos todas super molhadas e a professora Rozana falou que
ninguém ia entrar na sala molhado, e nós fomos correndo nos secar, daí
tivemos que entrar disfarçadas, de casaco e tudo, e falamos: "estamos
morrendo de frio, professora" (haha).
Na nossa escola, em outubro, tem Show de Talentos, quem quer, se
apresenta, e, esse ano, eu, Giovanna, Maria Eduarda e Mariah ia dançar
BLACKPINK, ensaiamos bastante, nos ensaios íamos muito bem, e ficamos
muito animadas, mas não deu certo dançarmos no final, por causa da
tradução da letra da música.
E foi isso, um pouquinho do meu ano… estou muito feliz, porque tive
amigos que vão ficar comigo pra sempre, no meu coração, e espero que nós,
as meninas do BLACKPINK, eu, Mariah, Giovanna e Maria Eduarda, possamos
continuar nos encontrando.
Eu gostei bastante do NEI, uma escola que nunca vou esquecer, espero
que tenham gostado.
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Memórias de
Cláudia
VAMOS VER SE VOCÊ ME CONHECE
DE VERDADE?
Oi, meu nome é Cláudia Gabrielly Silvestre
Fagundes Cavalcante, nasci em 11 de abril de 2012 e
tenho 11 anos, moro em Mãe Luiza, na rua
Camaragibe que fica na cidade do Natal, Rio Grande
do Norte.
Na minha casa tenho vários animais, eu tenho
um gato, um cachorro, um papagaio, uma calopsita,
um passarinho e um jabuti.
Minha primeira escola, foi uma escola perto da
minha casa e o nome dessa escola é Educandário
Santa Virgem de Fátima (no nível 1), e saí de lá no
nível 5. Entrei no NEI na turma 4, em 2018, e estou
no meu último ano aqui no NEI, que é o 5º ano, com
as professoras Cláudia e Rozana.
E agora vou falar sobre minhas comidas preferidas, que são: macarronada,
pizza, bala Finni e adoro chocolate.
E essa foi minha autobiografia contando um pouco da minha história para
quem não me conhece ou conhece um pouco sobre mim, finalizo por aqui,
mas, não se vá, conheça agora um pouco das minhas memórias no NEI.
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MINHAS AULAS DA HORA
DO CÓDIGO
Oi, leitor(a)! Hoje vou falar sobre minha história na Hora do Código na
minha escola NEI, que fica na UFRN, mas vamos deixar de enrolação e
vamos para o texto…
Tudo começou no 1º ano do Ensino Fundamental, porque na Educação
Infantil não tinha Hora do Código. A turma só tinha aula de Hora do Código
uma vez na semana, e era muito esperada por todos, inclusive por meu
amigo Rodrigo, porque ele ama coisas que envolvem tecnologia. E esse dia
era na quarta-feira, só que às vezes era na sexta-feira porque o professor
estava ocupado na quarta-feira e remanejava a aula para esse outro dia.
Tivemos Hora do Código no 1º e no 2º ano. No 3º ano começou a pandemia,
mas ainda tinha no início, através de links, jogávamos pelo celular. Depois,
quando voltamos da pandemia, não tivemos mais. Agora vou falar um pouco
sobre essas aulas.
Na Hora do Código, eu tive meu primeiro contato com computador e
achei muito legal. Lembro que podíamos jogar vários jogos que os
professores colocavam pra gente (da abelha, do zumbi, etc…) e esse jogos
tinham níveis do mais fácil ao mais difícil. Cada turma começava de um nível
diferente. Como éramos menores, começamos do nível 1.
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Nessas aulas, a gente ia para o Laboratório de Informática do NEI e levava
a agenda, porque cada criança tinha um código que ficava na parte de trás
da agenda da gente. Além de cada um ter um código, a gente tinha um
animal, o meu era um pinguim.
Agora vou responder a uma pergunta que você deve estar se
questionando: “a Hora do Código tinha atividade?” Resposta: “Sim! Tinha
atividade!” Aparecia na tela do computador perguntas, como: “Que level
(nível) que nós estávamos? Ou que jogos nós jogamos ou o que falta para
jogar?”.
E você já teve alguma aula de programação de jogos no computador?
Gostaram de saber um pouco sobre esse Projeto que já participamos na
nossa escola? Pois é, pra mim foi muito legal ter esse primeiro contato com o
computador.
Para finalizar, eu agradeço por você ter lido o meu texto. É com muito
carinho e amor que eu finalizo esse texto, muito obrigado por ler, leitor(a).
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AS BRINCADEIRAS QUE VIVI
NO NEI
Oi, meu nome é Cláudia, vim falar sobre as brincadeiras que vivi no NEI.
Tudo começou quando eu entrei no NEI, na turma 4, eu adorava brincar na
areia, mas também, os meninos: Matheus, Jorge, Mucio, João Lucas, João
Henrique, Noemí e Lanna, ficavam correndo atrás de mim. Eu gostava dessa
brincadeira.
Também tinha o tica-tica que quase todo mundo brincava, o esconde-
esconde, e “seu lobo, que horas são?” Vou falar sobre cada uma.
“Seu lobo, que horas são?” Era assim: uma pessoa era o lobo, e as pessoas
que sobravam perguntavam para o lobo que horas eram, se fosse 5 horas,
dávamos 5 passos, se fosse meia noite, todo mundo ia ter que correr para o
outro lado onde o lobo estava e se o lobo pegasse você, você estava fora e
quem tivesse atravessado sem o lobo pegar estava salvo.
Já no 1º ano, Matheus, Jorge, Mucio, João Lucas, João Henrique, Noemí e
Lanna continuaram brincando de correr atrás de mim, mas, diferente, porque
eu virava uma onça e eles tinham que me dar uma injeção para eu voltar a ser
humana.
Nessa época, eu também gostava de brincar no balanço e no trepa-trepa,
só que a brincadeira que eu mais gostava era o esconde-esconde porque todo
mundo da sala brincava junto e também porque eu gostava de me esconder,
só não gostava da parte que eu tinha que contar, mas é assim mesmo, uma
hora ou outra eu ia ter que contar.
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Agora vou falar sobre o 2º ano. Nesse período, eu gostava de brincar na
areia igual eu brincava na turma 4, e também gostava de subir na árvore e
ficar sentada lá em cima do tronco da árvore, mas também tinha a casinha e
o balanço, que eu gostava de brincar, aí vem o mais legal: a gangorra! Eu
brincava com Maysa Perla e era muito legal.
No 3º ano, não teve muita brincadeira porque teve a pandemia da COVID-
19, aí as aulas eram online.
Então, já no 4º ano, eu gostava de jogar bola com o 5º ano e com o 3º ano.
E também gostava de brincar de bandeirinha com Ana Beatriz, Maria Cecília,
João Pedro e com a Professora Edla, do 5º ano, e com outros meninos, mas
não me lembro do nome de todos eles, só de dois: Isaac e Henrique. Só me
lembro que era muito legal, eu adorava.
Já no meu último ano, no NEI, eu brincava de esconde-esconde com a sala
quase toda, de polícia e ladrão também com quase toda a sala, de tica-tica,
tica-gelo, ataque zumbi, jogava bola e queimada. Mas, também brincava com
o 3º ano de tica-tica e tica-ajuda.
Pra finalizar, a quadra do Ensino Fundamental foi interditada, porque
estava quebrada, e por isso, não tivemos quadra do Fundamental, no 5º ano,
apenas a do Infantil, mas por causa do comportamento da turma, perdemos
por um tempo, essa opção.
Então, essas foram as brincadeiras que vivi no NEI até o 5º ano.
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Memórias de
Diogo
UM POUCO SOBRE A
MINHA HISTÓRIA
Oi, meu nome é Diogo Arthur Dias da
Silva, nasci em 2013, no dia 25 de fevereiro, e
sou das famílias: Dias (por parte de mãe) e
Silva Ferreira (por parte de pai). Tenho um
irmão mais novo chamado Vinícius, ele
nasceu em 2014, quando eu tinha 1 ano de
idade. Moramos com nossos avós e nosso
pai, que se chama Diego. Meus pais são
separados. Minha mãe Virgínia mora sozinha,
mas no próximo ano eu e meu irmão vamos
morar com ela. Meus avós se chamam
Madalena e Walmir. Eles são muito legais e
se preocupam muito comigo e com meu
irmão, porque brincamos muito tempo no
celular jogando futebol.
Gostamos de brincar com nosso primo
Kaleb, e também no celular. Eu e meu irmão
gostamos de compartilhar coisas e torcemos pelos mesmos times: Flamengo
e ABC. Ganhamos camisetas oficiais da nossa tia Deyze.
Entrei no NEI em 2021, no 3º ano. Nessa escola, adorava jogar futebol. Dos
lanches, só não gostava de macarronada de carne. Uma memória marcante
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que guardo é de que teve um dia que brinquei com Perla no balanço. Antes
de entrar no NEI, eu estudava no CEN, da Educação Infantil até o 2º ano, mas
eu não me lembro de experiências vividas lá para contar para vocês.
Gosto muito de aprender Matemática com a minha mãe e sei que é muito
importante para o meu futuro. E você? Espero que tenha gostado de saber
sobre a minha vida. Conheça meu canal no YouTube: Diogo Silfer (diogosilfer).
É isto, pessoal!
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FUTEBOL NO NEI
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FESTA JUNINA NO NEI
Olá, resolvi falar sobre algumas memórias de uma festa que eu gostei
demais no NEI: a festa junina!
Tudo começou, quando escolhemos os pares nesse ano (2023), ninguém
gostou de início, mas mesmo assim, a gente ensaiou. Íamos todo dia para o
auditório ensaiar.
No início, construímos uma dança muito difícil, até que começamos a
ensaiar com o professor de Teatro, Francisco, que foi ajustando os passos
com a gente, e foi ficando mais fácil de ensaiar.
No primeiro ensaio, não fomos bem, nem no resto… só na última semana
que ensaiamos bem, mas, sem vontade.
No NEI, temos uma festa que é aberta às famílias e outra, que é interna…
No primeiro dia de apresentação, aberto ao público, fui com meu pai e meu
irmão, enquanto minha mãe já estava na escola, botando o bolo na mesa.
Porque nesse dia, as famílias levam um prato típico para lancharmos após a
dança.
Bem na hora da apresentação, soube que meu par ia faltar, mas foi só
alarme falso, deu tudo certo e dancei muito.
Depois da dança, subi para comer e em seguida, fui embora.
Ainda íamos dançar mais uma vez, só que dessa vez, seria a festa interna,
onde as famílias não participam. Nesse dia, de novo dancei muito, e, depois
de ter comido muita pipoca, minha mãe foi me buscar.
Eu gosto muito de me apresentar na festa junina. Com certeza eu e meus
colegas de turma dançamos bonito. Pelo menos, os pais e nossas prodessoras
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(Cláudia e Rozana) elogiaram bastante.
Então, essas foram minhas memórias da festa junina do NEI.
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Memórias de
Giovanna
UM POUCO SOBRE MIM...
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Tchau. Ops, mas não se vá… terminei minha bio por aqui, mas te aguardo
nos próximos textos, onde contarei um pouco de minhas memórias no NEI.
Até lá, ein?!
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MINHA GRANDE VIAGEM PARA
FORA DO ESTADO
Oi, hoje vim contar a vocês um pouco sobre uma viagem que me marcou
muito no NEI. Quando estávamos no 1º ano, minha turma e eu fizemos uma
viagem marcante para o Instituto Ricardo Brennand, que fica em Recife, no
Estado de Pernambuco. Isso aconteceu em 2019. Nessa época, nossos
professores foram: Bárbara, Jek e Gilvânia.
Para estes tipos de viagem, precisamos acordar bem cedinho porque a
viagem é longa e isso gerou muita felicidade e ansiedade, gerando muitas
expectativas (estava ansiosa para saber o que tinha lá, para ver coisas novas),
afinal era a minha primeira viagem para fora do Estado sem meus pais.
Apesar de eu não lembrar muitos detalhes, lembro que aprendi muito e
também visitei vários lugares do Instituto. Foi tudo perfeito, pois houve muito
aprendizado.
Nesse dia, dividi a poltrona com alguns amigos, porque foram mudados
algumas vezes (teve momento que eu estava com Noemí, depois estava com
outros amigos, que já não me lembro quem eram). Passamos o dia em
viagem, saímos bem cedinho e só voltamos à noite.
Assim, terminou minha grande viagem para fora do Estado, cheia de
aventuras, alegrias e muito conhecimento.
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OS MEUS CONHECIMENTOS
SOBRE O TEATRO
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ra. Quando todos se juntaram, finalmente, conseguiram tirar a batata por
completo. Essa história nos ensinou que se trabalharmos em equipe
conseguimos muitas coisas.
A história da “fofoqueira dos brincos de ouro” começou quando a mãe da
menina deu brincos de ouro para sua filha e disse pra ela ter cuidado para
não perder eles, porque eram brincos muito importantes. Um dia, a menina
resolveu passear, brincou de várias brincadeiras tradicionais de crianças.
Depois, ficou bem suada e resolveu tomar um banho no lago. Quando ela
estava prestes a entrar, lembrou da recomendação de sua mãe e
rapidamente levou seus brincos para um lugar seguro. Quando entrou no
lago, começou a nadar. Depois, quando ela resolveu sair do lago, se deparou
com uma linda lua no céu e se distraiu, olhando para frente. Rapidamente,
lembrou dos seus brincos e correu para pegá-los. Ela pegou seus brincos e
colocou e quando se virou, se deparou com uma velha com um saco na mão,
que dizia que tinha fofocas para contar para a menina. Já que a menina
gostava muito de fofocas, correu depressa até a velha, que a colocou dentro
de um saco sem contar fofoca nenhuma e saiu com ela para ganhar muito
dinheiro, até que um dia, a mãe da menina ouviu a voz de sua filha. E quando
a velha percebeu, correu muito rápido e a mãe conseguiu resgatar sua filha.
Elas se abraçaram e viveram felizes novamente. Essa história nos ensinou que
não devemos confiar em pessoas estranhas, porque nem sempre elas são
boas.
Na minha opinião, as peças ficaram super legais e interessantes e nós a
apresentamos na nossa Mostra Cultural.
O teatro vem agregando conhecimentos à humanidade até hoje, porque
trata de fatos reais e fictícios. E eu, amei aprender sobre esse Tema de Pesqui-
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sa. Aliás, nossa turma foi a primeira do Ensino Fundamental a estudar Teatro,
enquanto Tema de Pesquisa, no NEI.
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Memórias de
Giulia
MINHA AUTOBIOGRAFIA
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A MINHA PRIMEIRA FESTA
DO PIJAMA NO NEI
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AS MELHORES VISITAS
DE ESTUDO DO NEI
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Memórias de
João Henrique
EU SOU JOÃO HENRIQUE
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A MINHA INCRÍVEL TRAJETÓRIA
NO NEI
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Depois de alguns meses com a situação da pandemia um pouco mais
amenizada começaram as aulas híbridas com os grupos A, B e C com o
esquema de revezamento online e presencial.
Muito tempo se passou e começaram as aulas totalmente presenciais,
mas com as orientações de segurança, por causa do covid-19. Foi ótimo o
reencontro com meus amigos e ver a minha escola novamente.
O ano de 2022, foi muito incrível, pois nos proporcionou o encontro
presencial de toda a turma. Brincamos, estudamos, rimos e nos divertimos
muito. Foi maravilhoso.
Esse ano, 2023, foi o meu último ano no NEI. Nesse ano, participei de
muitas coisas boas. Mas, teve uma atividade muito legal, que foi o dia das
crianças.
Nesse dia, meus colegas foram para escola com um penteado diferente,
o cabelo maluco. Eu não sabia que teria essa atividade, porque minha mãe
não me contou, mas, improvisei na escola, molhei a cabeça e assanhei meu
cabelo, e fiz uns desenhos de machucados no rosto. Desfilei com meu
cabelo maluco.
Depois, teve um amigo secreto com troca de chocolates, onde cada
criança escrevia uma frase em um papel sobre o que queria ganhar no Dia
das Crianças, que não fosse comprado. Essas frases foram colocadas em
uma caixinha. Cada criança tirava uma frase da caixa e a pessoa que
escreveu ganhava um chocolate. Eu escrevi a frase: “Desejo que o baby de
Cláudia venha com saúde”, Mucio quem tirou e me deu um chocolate e eu
tirei a frase de Pedro Lucas, que dizia que ele queria um abraço de um
amigo, o abracei e dei um chocolate pra ele.
O NEI foi a minha primeira escola e tem um lugar muito especial no meu
coração. Vivi muitos momentos bons e inesquecíveis. Nunca vai ter uma es-
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cola que a substitua no meu coração.
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MINHAS MEMÓRIAS FESTIVAS
NO NEI
Olá, me chamo João Henrique e hoje vou relatar um pouco das minhas
lembranças sobre as festas do NEI em que participei. Festa junina, passeio
ciclístico, mostra cultural e festa do pijama, foram algumas delas.
O primeiro evento que eu vou contar aqui é a festa junina. Não me lembro
muito bem de todas as festas juninas em que eu estive presente, mas tenho
lembranças claras de algumas. Da festa, de quando eu estava na turma 4, só
consigo me lembrar dos ensaios, da quadrilha e da música escolhida, que foi
“Roça de milho”.
Na época da pandemia, a festa junina foi feita de forma online, foi bem
legal. Tiveram brincadeiras, músicas e muita diversão.
No 4º ano, nós estávamos estudando oceanos, mares e praias. Então, a dança
escolhida foi “O coco de roda”. Primeiro de tudo, nós gostamos da dança e
logo depois fomos pesquisar uma música para combinar com a dança. Por
fim, escolhemos 3 músicas e a dança ficou linda. O meu par foi Noemí.
Esse ano, no 5º ano, escolhemos a quadrilha maluca e, de abertura, uma
encenação da Grécia Antiga no século VI, porque nós estávamos estudando
teatro e queríamos representar uma das versões da origem do Teatro. Eu
encenei o Deus Dionísio e o meu par foi a minha amiga Cláudia.
Em vários momentos achamos que não ia dar certo, mas, no fim,
conseguimos e foi uma experiência ótima. Sempre que acabava um ensaio
nós comemorávamos muito, eu faria tudo de novo.
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A festa do pijama do 1º ano foi muito legal e divertida. Antes de ir, eu
estava com medo de dormir na escola, eu lembro até que mandaram fotos
dos colchões para minha mãe me mostrar e foi logo depois disso que eu
decidi ir.
Chegando lá tinha DJ, mesa de salgados, doces e várias pessoas
fantasiadas. Na hora de dormir nós fomos tomar banho e subimos para a
sala de música, vimos o filme “Madagascar”, e fomos dormir.
No dia seguinte, nós acordamos, tomamos café da manhã, pegamos as
nossas coisas e fomos esperar nossos pais, eu amei demais a festa.
Da Mostra Cultural de 2018, na turma 4, só me lembro que dançamos com
a música “Morena Tropicana”. Nesse ano, estávamos estudando Havaí.
A mostra cultural do 1º ano foi incrível, nós estávamos estudando o planeta
Terra e o assunto central das apresentações foram os continentes. Eu fiquei
responsável pela África juntamente com a minha amiga Cláudia. Lembro que
na barraquinha da Europa tinha um espaguete com calabresa que estava
muito bom. Essa foi a melhor mostra cultural de todas!
Já na Mostra Cultural de 2022, no 4º ano, nós dividimos a turma, alguns
ficaram na parte do Flávio Freitas e outros na parte dos caboclos; eu fiquei na
parte dos caboclos. Flávio Freitas é um artista local e seus quadros são todos
de praias, escolhemos ele porque estávamos estudando Oceanos, Mares e
Praias. E os Caboclos, porque é uma dança indígena e africana e a nossa
escola participou de um projeto sobre os Caboclos de Major Sales. A partir
disso, nós criamos uma dança inspirados nesse grupo. As apresentações
aconteceram por 3 dias: sexta de manhã, sexta à tarde e sábado de manhã.
A princípio, eu ia no turno da sexta à tarde e sábado de manhã, porque no
sábado só estariam as pessoas que iam dançar a dança dos caboclos, mas no
turno de sexta de manhã só iam duas pessoas, então, eu e Cláudia
conversamos com as nossas mães e combinamos de irmos durante o turno
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de sexta de manhã, foi super legal porque só tinha nós quatro (eu, Cláudia,
João Lucas e Giulia) e os professores (Aline, Blenda e Julio).
Na Mostra Cultural deste ano (2023), como nosso Tema de Pesquisa foi
Teatro, falamos sobre a origem do teatro, o uso das máscaras, alguns tipos de
teatro: Teatro de Palitoches e de Sombras, um pouco sobre a vida de Luís da
Câmara Cascudo e sua obra, que é o livro comum adotado pela nossa turma e
por todas as turmas que já passaram pelo 5° ano no NEI desde 2017: "Contos
Tradicionais do Brasil para Jovens".
Além disso, apresentamos fotografias da nossa Festa Junina, da nossa
Visita de Estudos à Casa de Câmara Cascudo, das nossas oficinas de máscaras
e palitoches, e dividimos a sala com o 3º ano, que estava estudando Mitologia
Grega.
Apresentamos, também, no auditório do NEPI, 02 peças: “A grande batata”,
um teatro de palitoches, que foi uma releitura que fizemos da obra: “O grande
rabanete”, de Tatiana Belinky e “A fofoqueira dos brincos de ouro”, um teatro
de sombras, que foi uma releitura do conto: "A menina dos Brincos de Ouro",
presente no livro comum adotado pelos 5°s anos do NEI, desde 2017: "Contos
Tradicionais do Brasil para Jovens", de Luís da Câmara Cascudo. As crianças
responsáveis por essas apresentações foram: Mariah, Noemí, Julia, Giovanna,
Mucio, Giulia, Pedro Lucas, Thalisson, Lanna, Jorge Lucas, Diogo, Maria
Eduarda, Sophia e Pedro Jorge.
O passeio ciclístico de 2019, teve lanche, pão de queijo, suco e bolo. Foi
super legal, mas a única parte ruim foi que eu não tinha bicicleta, então tive
que ir andando.
Também participei do passeio ciclístico de 2023, ainda sem bicicleta, tive
que ir andando. Mas, o irmão de Thalisson me emprestou a bicicleta dele, mas
eu caí no chão, porque era muito grande.
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Outra festa legal que participei foi o Show de Talentos em 2022 e em 2023.
Em 2022, eu dancei a música: “O sol e a lua” com Giovanna, Noemí e Cláudia.
E esse ano, participei do grupo: “Asas”, dessa vez, com Kauã, Jorge e Cláudia.
Tocamos a música Asa de Branca, de Luiz Gonzaga. Eu toquei escaleta, Jorge
tocou um piano de brinquedo, Cláudia, flauta doce e Kauã, teclado.
Essas foram minhas lembranças das festas do NEI, e faria tudo para viver
esses momentos de novo.
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Memórias de
João Lucas
MINHA AUTOBIOGRAFIA
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e minhas primas. Uma das brincadeiras mais legais é brincar de terror. A
gente fica num quarto escuro, todo mundo se esconde e uma pessoa fica
assustando as outras.
Minha vida escolar foi praticamente toda no NEI, aprendi e aprendo muito
nessa escola, estou lá desde a turma 01. Tenho vários amigos, como: Noemí,
João Henrique, Matheus, Jorge, Lanna, Cláudia, entre outros.
Durante esses anos no NEI, tive alguns professores muito especiais como:
Neidinha, Bárbara, Maria, Jek, Júlio, Edla, Cláudia e Rozana. Gosto muito de
brincar no parque, é um dos momentos que eu mais curto na escola.
Então, essa é minha autobiografia resumida, espero que gostem. Vamos
conhecer um pouco de minhas memórias no NEI?
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MINHA PRIMEIRA FESTA
DO PIJAMA
A festa do pijama foi muito esperada por mim e por minha turma.
Quando eu cheguei, a festa já estava rolando, tudo ornamentado, com jogo
de luz, danças, crianças fantasiadas e muitas brincadeiras. Eu fui fantasiado
de "morte" e minha amiga Noemí, de joaninha.
A gente se divertiu muito no início da festa… eu e ela pegamos
marshmellow da mesa de doces escondido das professoras (Bárbara, Jek e
Gilvania), brincamos de tica-tica e esconde-esconde. Quando nos juntamos
com os outros colegas, a bagunça foi geral.
Depois de muita diversão, chegou a hora de irmos para o alojamento
tomar banho, vestir o pijama e assistir ao filme: "O Pequeno Príncipe". A
maioria das crianças dormiram na metade do filme, inclusive eu (kkkkkk).
No outro dia, acordamos cedo para tomarmos café com nossos pais e
professores. Tinha bolo de chocolate, pastel, torrada, suco, cuscuz e outras
coisas que não me lembro.
A festa do pijama foi muito divertida, eu gostaria que tivesse outra nesse
último ano no NEI.
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FESTAS JUNINAS NO NEI
Olá leitores, hoje vou falar sobre as festas juninas no NEI. Uma
comemoração onde podemos nos expressar com o corpo, além de nos
divertir e aprender sobre outras culturas.
Por nove anos participei do São João do NEI. Uma das festas juninas que
eu mais gostei foi na Educação Infantil, na turma 4, onde adaptamos a
quadrilha ao nosso Tema de Pesquisa que era sobre o Havaí. Dançamos ao
som da música “Morena Tropicana” de Alceu Valença. Foi muito legal e
gostaram tanto da nossa apresentação, que dançamos outras vezes na Escola
e fomos convidados a dançar fora da escola, em um hotel na praia de Ponta
Negra - Natal/RN.
Mas, teve uma festa junina que não foi legal. O ano era 2021 e estávamos
na pandemia do Covid-19. Foi uma festa virtual, nos vestimos a caráter,
preparamos uma mesa com comidas típicas e nossos professores (Aninha e
Jek) fizeram algumas dinâmicas de interação com a turma a respeito das
festividades juninas. Eles se esforçaram, mas, nada se compara a estarmos
todos juntos e misturados.
A festa desse ano, 2023, foi muito especial para mim, porque foi a minha
última festa junina no NEI. Conseguimos introduzir na quadrilha, nosso Tema
de Pesquisa que foi “Teatro”. Primeiro fizemos uma breve encenação sobre a
origem do teatro, vestimos uma túnica branca por cima da roupa junina,
simbolizando a vestimenta dos gregos.
Em seguida, tiramos a túnica e dançamos a música “Trem Maluco” e “São
João na terra”. Nossa quadrilha ficou muito bonita e nos divertimos muito.
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Gosto muito dessa festa, adoro participar dos ensaios e, elaborar os passos,
além de aprender sobre os passos de quadrilhas famosas.
Depois das apresentações das quadrilhas, aconteceu o sorteio do balaio
junino e a ganhadora foi Cláudia (aluna). No NEI, cada turma tem o seu balaio, e
quem colabora com os itens do balaio são as crianças. Infelizmente, nunca
consegui ser sorteado no balaio junino do NEI. Mas, vida que segue, quem sabe
um dia eu consiga.
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Memórias de
Jorge Lucas
MINHA AUTOBIOGRAFIA
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FUTEBOL NO NEI
Oi, meu nome é Jorge Lucas Fernandes Andrade. Sou aluno do NEI e estou
no 5° ano, venho falar sobre o quanto gosto de futebol.
Quando eu estava na turma 4 no NEI, tivemos como Tema de Pesquisa: O
futebol, então, a partir daí, eu comecei a me interessar mais sobre o futebol.
Através desse tema, aprendi muitas coisas, como por exemplo: como o
futebol surgiu no mundo e no Brasil, aprendi que o Brasil é o país do Futebol,
aprendi a chutar a bola, etc.
Teve um dia em que nós visitamos a Arena das Dunas, foi muito legal!
Conhecemos a Arena e, a partir daí, eu comecei a descobrir mais sobre o
futebol.
Em nossa sala de aula, as professoras fizeram um álbum conosco, este
álbum tinha fotos da turma como jogadores de futebol representando os
times do ABC e do América.
As professoras também fizeram um jogo e dividiram a nossa turma em 4
times, cada equipe tinha sua cor, eu fiquei com a cor azul. Então, houve um
dia em que as equipes jogaram uma partida e os pais foram convidados para
jogar uma partida com as crianças, na partida minha mãe jogou comigo. E,
vocês não sabem o que aconteceu! Minha mãe caiu e quebrou o braço!!!
Apesar de todos os acontecimentos, foi muito legal e eu gosto cada vez mais
de futebol.
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A CULINÁRIA NO NEI
Oi, sabia que no NEI temos aula de culinária onde aprendemos a fazer
vários tipos de comidas? Pois é, no dia em que ocorre a aula de culinária, nós
colocamos toucas e lavamos a mão para começar a culinária. A gente também
ajuda colocando os ingredientes, isso que eu acho legal, pois nós também
cozinhamos.
Nas nossas aulas de culinária, geralmente um pai ou mãe é convidado para
nos ensinar uma receita gostosa. Eu irei citar uma delas, a que mais gostei ao
longo desses anos no NEI.
Em 2022, a mãe de Thalisson foi fazer um bolo da moça. Uma das coisas
diferentes dos outros bolos é que esse tinha limão. Quando a massa estava
pronta, colocamos na forma e ela colocou no forno e, quando ficou pronto
nós comemos, eu gostei muito e comi duas vezes.
Bom, esse foi o meu texto e, espero que você, leitor, tenha gostado, pois
quanto mais aprendemos, mais conhecimento nós temos.
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Memórias de
Júlia Ester
MINHA AUTOBIOGRAFIA
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A PROFESSORA DO CABELO AZUL
Olá, para quem está lendo o livro de memórias do 5°ano! Hoje vim contar
como foi a melhor aula de música que eu já tive e espero que você goste!
Eu era do 1° ano do Ensino Fundamental, nessa época, meus professores
eram: Bárbara, Gilvânia e Jek e eu tinha 7 anos, estava na sala de aula e a
professora do cabelo azul (Professora Aja) falou que era para irmos para a
sala de música e todo mundo foi, tirei meu sapato e entrei na sala de música.
Eu não lembrava qual era o nome da professora, só lembro que ela era
nossa Professora de Música, tinha um cabelo azul, olhos pretos e eu achei ela
linda! Com a ajuda da minha Professora Cláudia (do 5º ano), lembrei que o
nome dela era Aja.
A aula começou, a professora de música explicou a aula, todo mundo
entendeu, era assim: na primeira atividade, cada um devia falar o nome de
um objeto exemplo: 1 - Perfume, 2 - Xilofone etc.; e a outra atividade era com
o instrumento, de 1 até 10, a professora ia pegando instrumentos diferentes
e tínhamos que dizer os nomes.
Depois que eu saí da sala de música, eu fiquei muito alegre, eu não sabia o
porquê, mas tinha certeza de que era por causa da aula.
Foi isso, não foi muita coisa, mas, pena que a professora de cabelo azul foi
embora… porque ela era Professora Substituta, depois vieram outras, mas
sinto saudades dela.
Obrigada por você ler até aqui.. Tchau, boa sorte para quem leu!
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MEUS PASSEIOS
A escola é um ambiente de diversos aprendizados, dentre esse
aprendizados estão as visitas de estudos, que chamamos carinhosamente de
“passeios”. As visitas de estudos vão além de um simples objetivo de criar
memórias na escola, essas atividades nos ajudam a entender melhor o
conteúdo ensinado pelas professoras, aliado a isso, criamos memórias e
lembranças de momentos maravilhosos com os nossos colegas de turma,
momentos esses que foram muito bem aproveitados.
Por um tempo, estudamos sobre o espaço e durante esse tema, dado na
turma, as professoras tiveram a grande ideia de nos levar até o centro de
lançamento da Barreira do Inferno. Fomos no ônibus da escola, todos juntos,
e uns dias antes minha mãe mandou a autorização pra que eu pudesse ir,
essa autorização é feita em todos os passeios.
Lá, nós pudemos ver os foguetes e até ganhamos uma cartilha muito
interessante, foi muito divertido. Lembro também quando estudamos sobre
os animais da floresta, fomos todos ao Zoológico da Bica que fica em João
Pessoa na Paraíba, vimos diversos animais, aprendemos muito nesse
passeio, foi muito importante para o tema que estávamos aprendendo na
sala.
No 4º ano, eu também fiz um passeio para a galeria de um artista, Flávio
Freitas, ele desenhava praias, navios. Estávamos estudando sobre ele no
Tema de Pesquisa: Oceanos.
Esses foram alguns dos passeios mais importantes que lembro que tive no
NEI. Vou sentir falta e nunca vou esquecer dos momentos incríveis que tive
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durante todos esses anos.
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Memórias de
Kauã Miguel
EU E MINHA ENTRADA NO NEI
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A QUADRA DO NEI
O NEI é uma escola que tem uma quadra grande e lá nos divertimos
bastante, porém, como disse no texto anterior, o teto está para cair e não
podemos entrar.
Na quadra do NEI realizamos várias atividades e brincadeiras, são elas:
futebol, queimada e bandeirinha, lá acontecem também nossas festas
comemorativas, aulas de Educação Física, Mostra Cultural e outros eventos.
Desejo que a quadra volte esse ano, mas provavelmente não voltará!!!
Quero que a quadra volte!!!
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O CABELO MALUCO
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Memórias de
Lanna Cecília
EU E A MINHA ENTRADA NO NEI
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Entrar no NEI foi muita sorte! Além de conhecer meus amigos, aprendi e
conheci coisas novas, também conheci meu maior meio de jogar o esporte
da minha vida, que é o futebol. Isso porque, lá, eu pude jogar bola com
metade da minha turma como os meninos e algumas amigas minhas
também, todos juntos.
Em 2023, foi o ano que entrei no quinto ano. Pra mim, esse ano não foi
muito bom, por dois motivos: primeiro por ser o meu último ano no NEI e
também porque a quadra entrou em construção.
Ficamos muito tristes porque a minha turma e eu amamos jogar futebol e
tivemos que ficar um tempo sem jogar lá, mas… apesar de para mim ter sido
doloroso, pelo menos pude jogar com alguns dos meus amigos porque
entramos na escolinha lá do IFRN, eu entrei recentemente, mas eles já
entraram antes de mim, daí fiquei feliz, pois pude jogar com eles do mesmo
jeito.
Tentei aproveitar o nosso último ano no NEI, o quanto pude… sei que a
despedida vai ser ruim para todos nós que nos amamos muito, mas é assim
mesmo, poderemos nos ver para sempre, pois vão ficar sempre marcados e
guardados, os momentos que tivemos juntos… vamos lembrar sempre o
quanto foi bom o vivido, enquanto vamos iniciando mais um ciclo de nossas
vidas… Amo vocês, turma!
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FESTAS JUNINAS DO NEI
Hoje eu irei falar sobre festa junina, o que é festa junina para mim? É onde
eu me divirto e danço com meus amigos, onde brincamos e somos muito
felizes, levamos comidas para comermos ao final da dança e também
levamos um item para contribuir no balaio junino.
A cada ano tem uma roupa diferente, tem os sapatos, as decorações das
roupas e do cabelo e esse ano ainda tiveram as maquiagens.
No meu último ano, que foi o 5° ano, a gente dançou com pares, que eu
confesso que foi bem difícil decidir quem ia dançar com quem. Mas, no final,
deu tudo certo.
Em alguns anos, as danças das festas juninas eram na quadra onde tinha
o espaço completo. Mas, esse ano, como a quadra estava interditada, nossas
danças aconteceram na Área de Convivência do Ensino Fundamental. Apesar
disso, foi muito bom.
Os ensaios do 5° ano eram assim: às vezes no individual (só a nossa
turma) e tinha outras vezes que eram no geral (com todas as turmas do
Fundamental Vespertino).
As festas juninas do NEI são muito legais, isso vai deixar lembranças
muito boas pra gente. Infelizmente, esse ano foi a última festa em que a
nossa turma participou, mas foi muito bom vivenciar todos esses momentos.
E essa foi uma das minhas memórias sobre as festas juninas do NEI. E aí,
gostou?
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A QUADRA DO NEI
Oi, hoje vou contar como foram minhas memórias na quadra do NEI.
Tudo começou, quando eu era mais nova, acostumada a olhar meus
amigos jogarem futebol. Os dias se passaram, e eu comecei a jogar junto
com eles, tempos se passaram e cada vez eu gostava mais do que eu tava
fazendo. Quando eu completei 9 anos, eu não tinha mais dúvida de que
aquele era o esporte que eu queria para minha vida! E, foi com isso que a
quadra do NEI me incentivou a fazer, o que eu queria, o que eu desejava… e,
por isso, eu só tenho que agradecer por essa oportunidade nova.
Amo o que eu faço e por isso nunca vou deixar de fazer o que eu
realmente quero. Eu tenho muita pena, fico muito triste porque a quadra
esse ano estava em reforma e eu e minha turma, que é apaixonada por
futebol (metade deles), não pudemos mais jogar nela esse ano... mas, apesar
disso, eu fico honrada pelo que a quadra fez por mim, ela não é um ser
humano, mas foi ela quem me ensinou a viver e por isso, meu maior esporte
que eu amo é o futebol.
Posso não estar contando muito sobre a quadra e sobre as minhas
memórias com ela, mas contei o que eu verdadeiramente sinto, e sem
contar a falta que ela vai fazer. Bem, foi por causa dela que gosto muito de
jogar e gosto da quadra também, então você que tá lendo as minhas
memórias da quadra tenha uma boa sorte em jogar nela porque olhando
assim pode parecer que ela é apenas uma quadra qualquer que é só para
jogar algum esporte, mas não! Ela é o que me fez viver o que eu queria e por
isso você que é apaixonado ou apaixonada por algum esporte e deseja jogar
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te desejo uma boa sorte, vou sentir falta dos meus grandes momentos com
ela e é por isso que conto as minhas memórias.
Tchauuu.
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Memórias de
Maria Eduarda
MINHA AUTOBIOGRAFIA
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Gosto muito de viajar e de conhecer novos lugares. Amei conhecer João
Pessoa com a minhã família.
Minha fruta preferida é melancia.
Sou uma pessoa alegre por ter uma família que me ama e sou uma pessoa
que sempre está fazendo novas amizades.
Essa é um pouco da minha biografia, agora conheça um pouco das minhas
memórias escolares.
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O MELHOR PROFESSOR
Hoje vim falar sobre o melhor professor da minha escola. O conheci no
4º ano, o nome dele é Júlio e tem 25 anos. No início, eu não tinha muita
proximidade com ele, mas, atualmente, converso, brinco e tenho um carinho
enorme por ele.
Passamos um ano convivendo em sala de aula. No ano seguinte, fiquei
muito triste em saber que ele não iria mais nos ensinar, pois é o nosso
último ano na escola. Mas, meu carinho por ele continua o mesmo e ele
continua aquele professor que contagia toda criança.
Além desse excelente professor que eu tive, tivemos outros. Alguns
também tive carinho e outros não. Quanto à escola, estou tendo um grande
avanço no meu aprendizado. Pude evoluir bastante em disciplinas que eu
tinha dificuldades, como Língua Portuguesa. E sei que ainda posso
aproveitar e aprender muito mais até meu último dia.
Estou muito triste em saber que esse ano sairei dessa escola e que irei
me separar de boas amizades que eu fiz, como Ana Elisa, Giovanna, Mariah,
Noemí, Cláudia, Lanna, Maysa Perla, Maysa Cavalcanti, Giulia, Sophia, Júlia,
João Henrique e João Lucas.
Estou bastante satisfeita com minhas professoras atuais (Cláudia e
Rozana) e aprendendo muito também, conteúdos como: divisão,
substantivos, advérbios, etc. foram alguns dos que aprendi ao longo deste
ano, além do Tema de Pesquisa: Teatro, que amei. Espero que eu possa
aprender muito mais, quero muito aprender frações.
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A escola NEI está de parabéns pela sua equipe pedagógica. Por um lado, fico
muito triste em pensar que o ano está se passando e eu terei que me despedir
despedir dessa escola, equipe e amigos. Mas, por outro lado, fico muito feliz pelo
aprendizado que eu pude adquirir.
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MEU ÚLTIMO ANO NO NEI
Hoje vou falar um pouco sobre meu último ano no NEI. Entrei no ano
passado e comecei indo para escola de transporte escolar. No primeiro dia
de aula, conheci duas pessoas da minha turma, um se chama João Lucas e o
outro João Henrique. Eles foram me apresentando toda turma. E assim fui
me familiarizando com todos.
Todos os dias, tínhamos o hábito de brincar de tica-tica e com o passar do
tempo, todos começaram a enjoar dessa brincadeira. Tempos depois, fiz
uma amizade que se tornou a minha melhor amiga, ela se chama Ana Elisa.
Fico pensando todos os dias, o quanto essa escola irá me fazer falta em
todos os sentidos. Foi nela que me desenvolvi muito nos aprendizados
escolares e conquistei amizades que levarei para a vida. Claro que tive
momentos chatos, mas relevantes se comparados aos de alegrias e
aprendizados.
Um dos momentos que eu gostei, foi quando João Henrique, já esse ano,
molhou meu cabelo, o de Giovanna, Maysa e Ana Elisa no parque. Foi bem
divertido, porém a Professora Rozana disse que quase levamos uma
suspensão de 3 dias (rsrs).
Cada dia que passa, fico muito triste em saber que está chegando o dia
que iremos dar tchau a essa escola tão maravilhosa. Sei que irei chorar, mas
terei que entender que chegou o fim do ano letivo e da minha permanência
nesta escola. Fico na esperança de encontrar escolas e pessoas tão boas
quanto as que encontrei através do NEI.
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Memórias de
Mariah
CONHEÇA-ME, PRAZER, MARIAH!
Olá, irei me apresentar, espero que
gostem de mim. Meu nome é Mariah
Lima Rosa, tenho 11 anos, nasci no dia 14
de setembro de 2012, sou de Virgem,
meu número da sorte é 14 por conta do
meu aniversário. Moro com meus pais,
Patrícia Araújo Lima e Heitor Rosa
Faustino dos Santos.
Gosto de séries e filmes… estou sempre
mudando de gosto, no momento, as
minhas séries favoritas são: All of Us Are
Dead, e meus filmes favoritos são: Pânico
e Rua do Medo. Eu gosto bastante de
escutar música, ler e conversar. Meu
estilo musical também muda com
frequência, no momento, estou gostando
de: BlackPink, New Jeans, BTS, Stray Kids,
G Idle, Itzy, TXT, Twice, Lana del Rey,
Gracie Abrams, etc. Já minhas músicas
favoritas no momento, são: A primeira é
Pretty Savage, do BlackPink, e a segunda... puxa vida! Não sei, mas a gente
releva este fato, certo? Os livros que leio são clássicos, ou, pelo menos eu
acho que são, Extraordinário, Anne com E, mas o que estou lendo
atualmente, é o livro de Nárnia.
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Eu gosto de fazer presentinhos feitos à mão, porém dá muito trabalho! Eu
até que gosto de desenhar, antes gostava mais, porém isso foi ficando…
entediante, e até que demais, agora prefiro conversar mesmo, são coisas
totalmente diferentes e sem ligação alguma, mas é isso aí!
Eu também faço aulas de canto, porém tenho vergonha de fazer agudos, e
isso dificulta tudo!
Entrei no NEI no 3º ano. Gosto da Biblioteca e das fofocas.
Bem, acho que... essa sou eu! Você pode ler mais das minhas memórias do
NEI neste livro.
118
AULAS DE MÚSICA
119
120
AULAS DE CULINÁRIA
121
Nós ajudamos ela, e ficou uma delícia! Eu adorei e meus amigos e professoras
também, inclusive alguns pais que chegaram para pegar as crianças,
experimentaram e também gostaram demais.
Bem… acho que é só isso! E você, ficou com água na boca?
122
Memórias de
Matheus Henrique
AUTOBIOGRAFIA DA MINHA VIDA
NO NEI
124
O que eu mais gosto de fazer no NEI é jogar futebol e ir à biblioteca, as
minhas matérias favoritas são Matemática e Ciências.
No meu tempo livre jogo roblox com os meus amigos, passeio com meu
cachorro, às vezes vou ao trabalho da minha mãe, gosto de treinar futebol e
ir assistir aos jogos do ABC/FC.
Portanto, essa foi minha autobiografia para o livro do 5º ano do NEI. Agora,
leia um pouco das minhas memórias nessa escola.
125
FESTA DO PIJAMA NO NEI
Hoje vou falar sobre a minha festa do pijama. No NEI, quando as crianças
vêm da Educação Infantil para o 1º ano do Ensino Fundamental, participam
de uma festa do pijama. Nela, as crianças vão fantasiadas. A minha fantasia
era de jogador de futebol.
Cheguei no NEI com um colchão e subi para deixar o colchão na sala de
música, depois fui brincar e dançar com meus amigos.
Mais tarde, subimos para dormir e assistir a um filme, mas eu não assisti
porque fui o primeiro a dormir.
No meio da noite, eu acordei e vomitei, depois de vomitar, bebi água e fui
dormir. E no outro dia, fui embora com meus pais.
Essa foi minha experiência na festa do pijama do NEI, um dia marcante,
que eu gostaria de repetir com os meus amigos.
126
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FUTEBOL NO NEI
Oi, hoje estou aqui pra falar sobre o futebol no NEI. Bem, esses anos no
NEI, jogando futebol renderam coisas boas e coisas ruins, vou começar com
as coisas ruins.
As coisas ruins foram: quando Mucio bateu a cabeça na parede da quadra
e sangrou muito e teve que fazer pontos na cabeça. E também teve a vez
que Kauã quebrou a luz da quadra da Educação Infantil (este ano - 2023) e
quase que a gente perdeu o direito de ir pra lá, isso porque esse ano a
quadra do Ensino Fundamental precisou ficar interditada, daí íamos jogar
bola na Quadra do Infantil, mas ainda bem que não perdemos o direito de
irmos jogar lá. Também teve a vez que ele (Kauã) prendeu a bola de Diogo
na quadra do Ensino Fundamental, quando ainda não estava interditada,
ainda bem que deu pra tirar.
As coisas boas foram: que fiz vários golaços! Teve um dia que eu fiz um
gol da minha área do goleiro para outra.
E também aprendi muitas coisas com as aulas de futebol da professora
Joyce, nossa Professora de Educação Física. Com as aulas dela, aprendi as
regras do futebol de antigamente e de hoje em dia.
Bem, hoje em dia, no futebol no NEI, jogo com Mucio, Jorge, Pedro Jorge,
Pedro Lucas, Thalisson, Kauã, Lanna, Claudia, Noemí e João Henrique. Já
antigamente, a gente era do 4º ano e jogava contra o 5º ano, e sempre nós
ganhávamos deles.
Essas foram minhas memórias no NEI. Portanto, o futebol, no NEI, rendeu
coisas boas e coisas, continuem.
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Matheus Henrique de França Correia Andrade
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Memórias de
Maysa Cavalcanti
VOU FALAR SOBRE MIM...
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A série “Sete Pecados Capitais” fala sobre um menino que se chama
Meliodas, que se apaixona por uma menina que se chama Elizabeth. E a
série “Advogada Extraordinária”, Woo Young Woo, é uma advogada com
Espectro Autista, que adora baleias e a série mostra sua jornada como
advogada.
Eu amo comer pipoca, batata frita, pizza de calabresa e sorvete de creme,
pratico aulas de jiu-jitsu e já alcancei o 4º grau.
Estou ansiosa para saber como será minha próxima escola, pois terei que
sair do NEI, infelizmente não terá turma de 6º ano, mas o legal será a ideia
de fazer novos amigos também.
E essa sou eu, até o próximo texto…
132
FESTA DO PIJAMA NO NEI
Hoje eu vou contar para vocês como foi a nossa Festa do Pijama no NEI.
Em um certo dia, do 1º ano, mamãe chega e me diz que haverá uma festa do
pijama, na minha escola, com a minha turma, no NEI, a melhor escola do
mundo!
Eu fiquei tão feliz que já queria arrumar as minhas malas, mas mamãe
disse que era só na semana seguinte.
A festa foi assim... a gente tinha que ir fantasiado e eu fui de Pedrita... À
noite, ao chegarmos no pátio da escola, havia um DJ tocando músicas muito
animadas, eu não perdi tempo e já comecei a dançar na mesma hora,
fazendo um monte de coreografias engraçadas, que eu nem me lembro
muito bem como foi que inventei, (risos), a gente faz o que pode né?! MORRI,
MAS PASSO BEM, obrigada!
Tinha também várias comidas gostosas para a gente comer, como:
coxinha, bolo, pipoca, pão de queijo, docinhos, marshmallow, etc., depois do
lanche, fomos tomar banho e dormir na sala de música, dormi ao lado de
minha best friend, Giovanna. Ahhh... tinha que levar um colchão ou
colchonete e, para dormir aconchegante, um lençol também, ou senão, cada
um que lutasse com o frio da sala!
Na manhã seguinte, teve o café da manhã, depois de comer e se vestir
era tchau, tchau, partiu casa!
E foi isso, foi MUITO, MUITO, MUITO, MUITO DA HORA, SE EU PUDESSE
VOLTAR O TEMPO EU REVIVERIA ESSE DIA QUE FOI MÁGICO!
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MINHA VIAGEM COM A TURMA À
CIDADE DE RECIFE-PE
Hoje eu vou contar para vocês como foi a nossa viagem para Recife com
toda turma, no ano de 2019, já posso adiantar que foi muito boa. Ficou
curioso(a) em saber? Prepara que lá vem a história... Espero que gostem.
Era para ser um dia normal de aula, até que algo de especial nos foi dito
pelas professoras Bárbara, Gilvânia e Jek, ficamos sabendo que iríamos à
cidade de Recife, mas havia um desafio a ser superado, só poderíamos
realizar a viagem, chamada de visita de estudos, para apreciação cultural, se
toda turma se comportasse nos próximos dias até o grande dia do
embarque.
A nossa turma costumava se comportar de uma forma meio bagunceira,
sabe?! Era umas conversas tipo: “Tenho uma fofoca, mulher, babado!”; “Bixa,
sabe aquela história?!”, eram muitas conversas que muitas vezes não dava
para contar tudo na hora do intervalo e acabávamos ficando com vontade de
conversar na hora da aula. Mas, depois que soubemos da viagem, toda
turma passou a se comportar, ninguém ouvia mais nem um “piu”,
absolutamente nada. E foi assim que mudamos o comportamento e
vencemos juntos o desafio, e finalmente merecemos ir para Recife.
Chegando lá, a gente se deparou com muitos guarda-sóis pequenos e
coloridos, onde estavam escritos a palavra RECIFE, estavam todos à venda,
mas eu não comprei, porque já tinha um.
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Nós comemos de graça em um restaurante, eu acho que foi grátis, mas não
sei muito bem, depois contemplamos as belezas da cidade do Recife, visitamos o
Museu, chamado de Instituto Ricardo Brennand, e nesta viagem eu aprendi a
assobiar, e claro, passei a volta da viagem aperreando Giovanna, (risos), e acho
que foi mais ou menos isso, não sei se esqueci de algum detalhe, mas sei que
essa foi nossa primeira viagem pela escola e ela foi maravilhosa!
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Memórias de
Maysa Perla
MAYSA PERLA, PELA MINHA MÃE…
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Amo as aulas de músicas, pois cantando eu falo todas as palavras
direitinho, amo o parque, pois aqui me sinto livre pois é minha diversão na
escola, gosto da estrutura refrescante da escola, gosto da equipe de
professores, dos meus amiguinhos e de todos que compõem o NEI.
“PERLA”
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CONSTRUINDO MEMÓRIAS COM
NOSSA PERLINHA
Maysa Perla, nossa Perlinha… desde o primeiro momento, quando chegou
ao primeiro ano do Ensino Fundamental, já cuidou em conquistar os nossos
corações. Como toda criança que chega a um novo prédio, Perla gostava de
explorar, andar pelo parque e por todos os espaços da escola. De início, não
nos aceitou como professores, mas logo com a ajuda das crianças foi nos
aceitando e criando um belo vínculo afetivo conosco e com toda a turma.
A partir daí, juntos, fomos conquistando espaços, rotinas e criando
vínculos afetivos incríveis! Lembramos dos nossos momentos de “carinho”, os
quais Perla se aproximava de nós tocando nosso rosto e oralizando “carinho,
carinho”, fazendo isso, principalmente, quando estava muito agitada, como
uma forma de se tranquilizar. Esses momentos eram importantes para
estreitar as relações de Perlinha com os adultos e as crianças da sala.
As músicas sempre foram sua paixão. Ainda bem pequena, entoava e
pedia na roda de músicas as canções do Mundo Bita como Fazendinha ou
outras da tradição popular como A Roda do Ônibus ou Ciranda do Anel. Tais
músicas animavam nossas rodas e todos se envolviam encantados com a
felicidade de Maysa Perla. Ela, por sua vez, sempre no meio da roda, dançava,
cantava, dava gargalhadas, curtia e aproveitava bastante esses momentos de
deleite junto ao grupo.
No primeiro ano, o tema de pesquisa Planeta Terra nos apresentou a
música Todos os Povos, de Mundo Bita, uma das preferidas de Perla e que,
consequentemente, tornou-se a queridinha de todo o grupo.
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Ah, como brincamos!!! Tínhamos um chapéu de urso em nosso Faz de
Conta, Perla amava!! Estava diariamente com ele... existiam crianças
fantasiadas, jogos, danças e imaginações tornando-se mais expressivas a
cada dia. Guardamos em nossas memórias as nossas brincadeiras. Brincar
com a sombra, brincar no espelho, dançar com os amigos, criar músicas, um
mundo lindo da fantasia.
E como parte de todo esse processo, não podia deixar de existir,
evidentemente, muitos aprendizados! As letras sempre chamavam a atenção
da nossa Perla. Percebendo isso, musicalizamos o alfabeto e criamos uma
musiquinha com as letras do seu nome e a intitulamos como “P de Perla”, ela
adorava essa música.
No ano de 2020, enquanto você cursaria o segundo ano, nos veio a
pandemia, o professor Jek continuou como professor do grupo. Perla não
participava muito dos momentos remotos e, quando entrava, pouco olhava
para a câmera e pouco participava, parecia tímida, introspectiva, preferia
apenas observar quando percebia não ser o centro das atenções naquelas
ocasiões. Talvez, esse comportamento demonstrasse o descontentamento
com o novo formato daquele momento, a falta que ela sentia do NEI –
mesmo que não verbalizada -, dos seus lugares favoritos, dos seus amigos e
das suas vivências na escola, uma vez que Perla sempre gostou muito de
fazer carinho e abraçar seus amigos de sala, ter e receber todo esse carinho
diariamente com todos que a cercavam no ambiente da escola.
O retorno de Maysa Perla ao presencial, já no terceiro ano, demonstrou
um desejo enorme de estar nesse lugar. Recordamos como se fosse agora a
alegria de tê-la por perto fisicamente de novo. Grande, mais independente,
mais madura, um pouco contida nos primeiros meses da readaptação com
os espaços que antes tanto convivia. Tudo havia de ser reconstruído tijolinho
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por tijolinho, com perseverança, amor e dedicação. Achávamos lindo e
engraçado quando se aproximava do horário de ir para casa, ela não queria
mais entrar na sala, mas sim ficar parada no corredor olhando para o portão
e chamando “mamãe”, já à espera para ir embora.
Nessa volta para a escola no pós-pandemia, descobrimos que ela amava
cheiros, fragrâncias, e sentir esses aromas a acalmava. Perla adorava o
parque, em especial, o escorrego, em que ela subia e descia repetidas vezes e
sempre sorrindo muito. Nós adorávamos mais ainda descer no escorrego
com ela e desfrutarmos daquela felicidade toda. Era diversão garantida!
A cada dia aprendemos, ampliamos conhecimentos, nos divertimos,
estreitamos os vínculos, fomos felizes! Que maravilha te ter aqui, Perlinha!
Como você foi incrível como nossa aluna! Aprendemos muito contigo, você
nos ensinou muito mais do que te ensinamos. Aprendemos mais sobre a
paciência, sobre o seu tempo... sobre o ser feliz no simples, sobre se deliciar
com canções que nos fazem bem, sobre entender a si, sobre entender o
outro, sobre acalentar, sobre amar. Obrigado, nossa menina linda! Você
sempre será inesquecível para nós, Maysa Perla.
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MAYSA PERLA NO PARQUE DO NEI
Desenho
Produzido com a
mediação de Kezya
(Mãe de Maysa
Perla)
"PARQUE"
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NOSSAS MEMÓRIAS COM PERLA
Olá, nós somos amigos de Maysa Perla, e vamos contar para vocês um
pouquinho sobre as nossas memórias com ela no NEI.
A jornada dela no NEI começou em 2014, por isso, nós temos várias
memórias com ela e vamos começar por algumas da Educação Infantil. Nessa
época, lembramos que ela podia correr no parque e gostava de se balançar.
Ela também gostava de brincar com animais de plástico e de brincar na areia.
Desde a Educação Infantil, Perla demonstrava gostar de músicas e, na hora
do lanche, ela gostava muito de tomar suco, seus utensílios do lanche são os
mesmos até hoje.
Sobre as músicas, ela gostava do Mundo Bita e de músicas do cancioneiro
popular, como a música: "O anel", de Bia Bedran. Música essa, cantada até
hoje por ela. Nós também adaptamos a música: "Baby shark" para: "P de
Perla", pois percebíamos seu interesse por músicas. Geralmente, quando ela
estava chorando a gente cantava pra ela e ela ficava feliz e parava de chorar.
Já no Ensino Fundamental, teve um dia que nós, Jorge e Matheus,
estávamos brincando de tica-tica e paramos de brincar para brincarmos com
ela de gangorra. Teve dias que eu, Thalisson, inventava músicas para acalmá-
la quando ela estava triste, chorando e eu alegrava ela. Esse ano eu dancei
com ela na Festa Junina, já no ano passado, quem dançou com ela foi Mucio.
Nossa turma adora futebol, teve um dia que estávamos jogando bola, e ela
apareceu na quadra, aí demos a bola a ela pra ela fazer um gol.
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Aqui vão mais algumas lembranças que Perla gostava de fazer no NEI:
Brincar na casinha do parque do Prédio do Ensino Fundamental. Teve até
um dia que tocou e ela não queria descer da casinha e só desceu porque
Julio, o bolsista da turma, ofereceu biscoito pra ela. Ela também gostava de
brincar de jogos de imitação. Por exemplo, pedíamos pra ela imitar alguns
animais, como: leão, cachorro, gato e ela imitava. Ela também gostava de
tomar o suco do lanche do NEI com pizza nutritiva. Teve um dia que ela
tomou tanto suco que acabou e foi preciso pegar mais suco na jarra de
outra turma.
Teve um período em 2022, que ela precisou se afastar do NEI para fazer
um tratamento de saúde e ficamos muito tristes, mas quando soubemos
que ela ia voltar, já em 2023, ficamos tão felizes que fizemos cartazes de
boas-vindas para recebê-la. Esse dia foi inesquecível.
Conviver com Perla foi muito importante para o nosso aprendizado,
aprendemos a conviver com pessoas diferentes da gente; que devagar,
vamos longe; que juntos somos fortes e que cada vez que precisamos ajudá-
la, na verdade, ela também nos ajudava a sermos pessoas melhores. Vamos
sentir falta dela, mas quando a saudade apertar, vamos buscar nossas
melhores memórias ao lado dela.
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LANCHE PREFERIDO DE MAYSA PERLA: PIZZA NUTRITIVA
Desenho
Produzido com a
mediação de Kezya
(Mãe de Maysa
Perla)
"PIZA"
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Memórias de
Mucio
A MINHA BIOGRAFIA
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AS MINHAS MEMÓRIAS
SOBRE O FUTEBOL
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O GRANDE PASSEIO
Oi, hoje irei falar um pouco sobre um passeio marcante que fiz no NEI.
Quando eu estava na Turma 4, nosso Tema de Pesquisa era Futebol. Por
causa disso, um dia, eu me lembro que fomos à Arena das Dunas. Pra mim,
esse foi o melhor passeio da escola que eu já tive! Na Arena das Dunas,
conhecemos o vestiário e a arquibancada e outros cômodos, mas não estou
me lembrando agora.
Nessa época, eu tinha 9 anos. Foi inesquecível pra mim, porque eu nunca
tinha ido a um estádio.
Nesse dia, teve um guia que nos mostrou onde os jogadores treinam antes
de entrar no campo e onde eles ficam quando o jogo está no intervalo.
Aaah, conhecemos, também, onde o pessoal das rádios e televisão ficam.
E, é claro, que tiramos muitas fotos! Gostei muito dessa viagem, espero
fazer mais vezes coisas desse tipo. Acredito que todos da minha turma
gostaram, pois, no outro dia era só o que conversávamos na escola, o
quanto foi legal e divertido. Só tenho a agradecer a minha escola e meus
professores, Obrigado!
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Memórias de
Pedro Jorge
QUANDO EU NASCI
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FUTEBOL NO NEI-CAP/UFRN
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BRINCADEIRAS NO NEI-CAp/UFRN
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Memórias de
Pedro Lucas
MINHAS MEMÓRIAS NO NEI
Olá, meu nome é Pedro Lucas Veras de
Medeiros, nasci no dia 02 de julho de 2012,
tenho 11 anos e um irmão, chamado Vitor Veras
de Medeiros, que tem 02 anos e 06 meses, ele
nasceu em 04 de junho de 2021. Meus pais são
Deise Tatiane Veras Angelo de Medeiros e James
Fernandes de Medeiros.
Antes de estudar no NEI, eu estudava no
Impacto, onde permaneci do nível II até o 3°
ano, por isso, irei falar nesse memorial das
minhas memórias de quando entrei no NEI no
4° ano.
No primeiro dia, me apresentei, foi legal.
Gosto muito de futebol e, no primeiro dia, na
quadra, já fui logo fazendo 03 gols. Mas, esse
ano
ano (2023),
(2023) a quadra ficou interditada, então brincamos de outras coisas, tipo
polícia e ladrão, no parque, de tica-tica, etc.
Minhas partes preferidas no NEI são: os passeios, a brinquedoteca, a
quadra, o parque e o RPG.
Fora do NEI, gosto de jogar futebol, brincar com meu irmão e encontrar
meus amigos em alguns cantos, tipo, aniversários.
E essa foi um pouco de minha autobiografia. Espero que você goste do
meu texto e leia as minhas memórias no NEI e em outros lugares.
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MINHAS BRINCADEIRAS NO NEI
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FUTEBOL NO NEI
Olá, vou falar sobre o futebol no NEI. Bom, vou começar quando entrei no
NEI, no 4°ano. Nesse ano, jogamos mais cascudinho, dividimos a quadra e só
usávamos um gol. Dividíamos os times, e um colega ficava de goleiro.
Quando usávamos a quadra inteira, aí que nos animávamos, era só gol lindo.
Comecei a fazer escolinha de futebol no IFRN com meus amigos da Escola,
ano passado (2022).
No 5º ano, quando foi o primeiro dia de aula, estávamos ansiosos para
usar a quadra do NEI, mas soubemos que ela estava interditada, então
ficamos sem jogar futebol por muito tempo.
Então, pedimos às professoras para ver onde dava para jogar futebol, e
elas conversaram com os coordenadores/diretoras. Certo dia, Bárbara, a
coordenadora da Educação Infantil, veio com a notícia que podíamos jogar
futebol e outras turmas também, só que em dias separados, na quadra da
Educação Infantil. E ficamos muito felizes.
Esse foi um pouco do meu futebol no NEI.
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Memórias de
Rodrigo
EU, RODRIGO, POR MIM
Oi, eu sou Rodrigo Araújo
Angélico, nasci em 02 de junho de
2012, meu horóscopo é Gêmeos. O
nome da minha mãe é Jarda Adriene
e ela completou 43 anos em 02 de
outubro, enquanto papai, completou
53 anos em 29 de março. Meus
irmãos se chamam: Arthur, que
nasceu em 06 de novembro de 1997,
ele é o mais velho; Alice, que nasceu
em 15 de abril de 2016, é a minha
irmã mais nova, que estuda no NEI,
no 1° ano; e Rafael, que é um ano
mais novo que eu, enquanto ele
nasceu em 26 de novembro de 2013,
eu nasci em 2012.
Amo todo mundo infinitamente e
a- e 01 fêmea filhote que está grávida
adoro gatos. Eu tenho 05 gatos, 01 macho
e 03 que são mais velhos: Sushi Araújo, Chico Araújo, Cenoura II Araújo, o I
morreu atropelado, Léo Araújo e Wandinha Araúja, mãe dos 05.
Eu sou autista e meus tímpanos doem quando há muito barulho. Eu
adoro fazer planos, artes e admirar o Universo.
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E mais uma coisa, existe uma coisa diferente: Aliens; existe vida fora da
Terra, adoro ver a exolua pandora, que fica no planeta vizinho, ela à noite é
muito iluminada.
Eu estudo no NEI desde que eu tinha 03 anos. O que eu mais gosto da
escola são os bebedouros, as professoras, os amigos, a biblioteca, as aulas
de música. Eu vou fazer faculdade de Cinema na Califórnia.
E aí, gostou de saber um pouquinho sobre mim?
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A NATUREZA DO NEI
Oi, eu sou Rodrigo e hoje eu vou falar sobre a natureza do parque do NEI.
Sabia que no NEI tem borboletas e filhotes de macaco? Pois é! Eles
sempre, ou melhor, quase sempre, aparecem…
Quando eu estava na Educação Infantil, eu vi um filhote de macaco pela
primeira vez… os filhotes estavam andando em cima do muro do prédio da
Educação Infantil, que liga o NEI com a cidade, e aí eu me aproximei para
tentar pegá-los e eles saíram correndo… foi quando eu descobri que eles
são agressivos, porque as minhas professoras me disseram isso.
No 1º ano do Ensino Fundamental, continuou assim… eles voltaram, mas
só que dessa vez, no parque do prédio do Ensino Fundamental. E aí eu
descobri que eles moram na natureza que tem do outro lado do NEI, é uma
floresta que fica atrás do parque.
O tempo foi passando e eu nunca mais vi os filhotes de macaco depois
que fui para o 2º e 3º anos. Então eu passei a observar outras coisas da
natureza do parque do NEI e descobri que lá tem: flores, árvores e acho que
tem também outros animais atrás, na floresta.
Eu gosto muito de observar a natureza do parque e vou sentir saudades
desse lugar, aí eu vou pedir a mamãe pra ir visitar o NEI.
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A BIBLIOTECA
Oi, eu sou Rodrigo e hoje eu vou falar sobre a biblioteca do NEI. Eu quero
falar sobre a biblioteca do NEI porque lá podemos aprender sobre o futuro.
A biblioteca é um lugar cheio de livros e lá também tem regras de silêncio,
que todos devem respeitar.
Mas, algumas crianças não conseguem respeitar essa regra e algumas,
sim. Quando as crianças fazem barulho, eu me incomodo, não consigo ouvir
a história e fico logo querendo sair de lá.
Uma vez por semana, as turmas podem ir para a biblioteca para ler, ouvir
histórias, fazer pesquisas, realizar empréstimos. Mas, as crianças também
podem ir em outros horários para fazer empréstimos de livros.
Amanda é uma bibliotecária, ela conta histórias pros menores e também
pode emprestar livros. Eu gosto de ir à biblioteca pra eu aprender um pouco
mais sobre o Espaço.
Eu vou sentir saudades da biblioteca. Quando isso acontecer, eu posso
vir um dia visitar.
Tchau, até logo.
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Memórias de
Sophia
MY LIFE
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LANCHES DO NEI
Hoje irei falar sobre os lanches do NEI. Minha comida preferida do NEI é
bruschetta. Os lanches do NEI são bons, mas eu não gosto. Às vezes, eu
provo pra sentir o sabor, mas tem alimentos que não são do meu gosto.
Agora vou falar sobre o que acontece na hora do lanche.
Na hora do lanche, eu desço com minha lancheira que tem prato, copo,
talheres e, como eu não me alimento tanto do lanche do NEI, então eu vou
direto ver no cardápio pra ver o que é o lanche, tem vezes que eu vejo o
lanche e tem fruta, às vezes eu vejo qual é a fruta e tem melancia e banana,
e, como a minha preferida é banana, essa eu como. Também tem melão, às
vezes.
Aí, quando eu não quero lanchar, eu pergunto à professora se ela deixa eu
ir pro parque e ela diz que pode, então eu vou brincar com as minhas amigas
das seguintes brincadeiras: tica-tica, tica-gelo, tica-trepa, e tica-fruta.
Esse foi meu memorial sobre os lanches.
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BRINCADEIRAS COM AS AMIGAS
Oi! Hoje vou falar sobre minhas brincadeiras com as minhas amigas!
O nome das minhas amigas são: Helena, Maria Rita, Giulia e Júlia. Helena e
Maria Rita são do 4° ano, Giulia e Júlia são da minha turma.
As brincadeiras que eu e minhas amigas mais gostamos de brincar no
parquinho durante o horário de intervalo são: Tica-Tica e a gente faz bola de
fogo e votos para saber quem vai ser o tica.
Também gostamos de brincar no trepa-trepa e subir na árvore e no
balanço.
Ao fim do intervalo, depois do 2° toque, nós subimos para a sala.
Essas são algumas de minhas memórias.
Sentirei saudades…
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Memórias de
Thalisson
A MINHA HISTÓRIA
Eu sou Thalisson Reinaldo Silva, nasci em
Natal, no dia 19 de dezembro de 2012, no
hospital PAPI. Meus pais são: Tomaz Edson e
Maria da Conceição. Tenho um irmão mais
velho que se chama Thainan.
Eu sou Thalisson, mas também sou
conhecido como o melhor goleiro da minha
escola.
Amo comer! Minha comida preferida é
pastel de carne e arroz de leite com carne de
sol.
Faço mágica no futebol! Na zaga, ninguém
passa por mim e nem por meu amigo Mucio,
a gente faz uma dupla incrível na zaga! Eu no
gol, sou o melhor catador de pênaltis da mi-
nha escola, pelo menos eu acho… já peguei pênalti, fiz gol de falta, tirei uma
bola em cima da linha, também já defendi duas defesas seguidas.
Eu estudo no NEI desde a Turma 1. Hoje estou no quinto ano, com uma
turma incrível! Que pena que é meu último ano com essa turma.
Vou sentir saudades do NEI e quando eu sair dessa escola, pretendo
melhorar na minha escolinha de futebol e me tornar um jogador de futebol.
Agora leia minhas memórias no NEI.
Beijo e abraço do seu amigo,
Thalisson Reinaldo Silva
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OS ESPORTES QUE JÁ FIZ E FAÇO
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QUE CHEIRINHO BOM…
Olá, hoje eu vou te mostrar tudo que eu sei sobre culinária e também falar
um pouco das minhas comidas favoritas.
Quando eu estava no Terceiro Ano do Ensino Fundamental, preparei uma
salada de frutas, com os meus pais e até gravei, e também no mesmo ano,
montei um sanduíche em forma de arte; já cheguei a fazer um bolo de
caneca com ajuda da minha mãe.
A comida a qual eu mais amo é pastel de carne com chocolate quente e é
uma delícia, a qual só posso dizer: hum-hum… que delícia!
Teve um dia que a minha mãe veio fazer um bolo da moça com a minha
turma. Mariah provou e disse que era igualzinho ao gosto do bolo de uma
padaria e olhe que a minha mãe nem usou todos os segredos! Realmente
ficou um sabor muito bom, ótimo! Minha mãe cozinha muito bem! Ela faz
uma farofa que é: A farofa!!!
Esse ano, fizemos duas culinárias: bolo de chocolate com as professoras
Cláudia e Rozana e Crede de Milho com Frango com a mãe de Mariah.
Gostei do bolo de chocolate, mas o creme de milho eu não provei, porque
eu não gosto de milho, eu odeio milho.
E esse foi meu texto sobre culinária. Huuuum-Huuuum… Delícia!
Tchau, tchau!!!
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POSFÁCIO
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pre a nossa gratidão, por terem paciência e força de vontade de passar o
seu conhecimento para nossos filhos. Que essas lembranças fiquem para
vida toda.
Então, estamos fechando mais um ciclo e esses registros feitos por eles é
a melhor resposta de tudo que eles aprenderam ao longo desses anos.
É com imensa gratidão e carinho que nossos filhos se despedem desta
escola, onde aprenderam a rir, a chorar, a criar, a reclamar, a argumentar, a
respeitar, a representar e acima de tudo, a AMAR UNS AOS OUTROS.
Que esses registros fiquem para vida toda, e que cada um de vocês nunca
esqueça da sua essência e do que vocês construíram no decorrer desta
trajetória.
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