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Neoplasias Malignas do Esôfago: Diagnóstico e Tratamento

O documento aborda critérios de elegibilidade e contraindicações para procedimentos cirúrgicos relacionados a distúrbios esofágicos, incluindo avaliação pré-operatória e pós-operatória. Também discute diagnósticos, tratamento clínico e cirúrgico para condições como DRGE e câncer de esôfago, além de fatores de risco e acompanhamento. A classificação de lesões esofágicas e diretrizes para monitoramento são apresentadas, destacando a importância da intervenção em casos de neoplasias malignas.

Enviado por

Samara Machado
Direitos autorais
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O documento aborda critérios de elegibilidade e contraindicações para procedimentos cirúrgicos relacionados a distúrbios esofágicos, incluindo avaliação pré-operatória e pós-operatória. Também discute diagnósticos, tratamento clínico e cirúrgico para condições como DRGE e câncer de esôfago, além de fatores de risco e acompanhamento. A classificação de lesões esofágicas e diretrizes para monitoramento são apresentadas, destacando a importância da intervenção em casos de neoplasias malignas.

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Não elegíveis: Pré-operatório:

Interromper o uso
IMC > 35 kg/m², distúrbios H, Coagulograma, K, Cr
de IBP entre 4-5
motores esofágicos... Manometria esofágica
dias antes
Comorbidade dependente (RCV, etc)
Falha no tratamento não
TCLE
exclui o diagnóstico
Disfagia progressiva Via: aberta, laparoscópica ou robótica
Odinofagia Alta: Anestesia geral + local
Emagrecimento Dieta líquida 1ª semana e ATBprof: cefazolina
Dúvida
Idade > 40 - 45 anos cremosa 2ª
diagnóstica
Pirose crônica Atividade física pós 3s
Alívio dos sintomas = Retorno 7-10d
diagnóstico de DRGE Sinais vitais OK, boa aderência
Pós-operatório:

in d ic a
nutrição, ausência vômitos ou
disfagia e analgesia eficaz Dieta líquida 12h pós proced.
Padrão ouro Atividade livre

ç ão
impedâncio- Pantoprazol 40mg VO 1x/dia,
pHmétrica Dipirona ou paracetamol VO
Prova terapêutica
com IBP por 6 - 8 Avalia os graus de lesão e FUNDOPLICATURA + HERNIOPLASTIA HIATAL 6h/6h por 5d
semanas reconhece complicações Via abdominal total (Nissen - 360º) Cuidados Profilaxia TEV (Caprini?)
Via torácica posterolateral (Belsey-Mark -
270º)
Via abdominal posterolateral (Lind - 270º)
pHmetria de Via abdominal anterior (D’or - 45º) Complicações:
Clínico EDA
Álcool; 24H Via abdominal posterior (Toupet) Disfagia transitória
Tabagismo; Incapacidade de
Fatores alimentares; vomitar e eructar
Medicamentos redutores Flatulência (gas bloat)
do tônus do EEI(p. ex.:
BCC);
Asma; DIAGNÓSTICO
Hiperglicemia Indicações: Estimular emagrecimento e o controle do
Tratamento clínico prolongado e CIRÚRGICO
peso.
dependentes de medicamento; Interromper o tabagismo e o etilismo.
Sintomas atípicos com DRGE Reduzir o consumo excessivo de
comprovada; NÃO- carboidratos, gorduras, frituras e
Fr DRGE complicada (úlceras,
Obesidade; ac FARMACOLÓGICO condimentos.
os estenose, Barret...)
Histórico familiar; Não deitar após as refeições (2h mínimo).
Idade avançada; Elevação da cabeceira.
Hérnia diafragmática por F o rte s
FATORES DE
deslizamento (tipo I);
RISCO
Gastroparesia.
Terapia Empírica com
IBP - 6 a 8 semanas.
MEDICAMENTOSO Sempre em jejum.
TRATAMENTO Grau A - erosões < 5mm, em
Anemia;
pregas isoladas
Disfagia;
Grau B - erosões > 5mm,
Hematêmese;
Estenose em pregas isoladas
Melena;
Si Úlcera Esofágica Grau C - erosões confluentes
Vômitos persistentes; na
is Esôfago de Barret - Metaplasia intestinal, aspecto entre mais de uma prega no
Perda de peso involuntária de
a la vermelho-salmão. Confirmação por bíopsia. es esôfago distal, porém
(>5% do peso corporal) rm õ
ns ;
e Sintomas Respiratórios t e ocupando menos de 75% da
x s
QUADRO DRGE COMPLICAÇÕES e õe a circunferência
lia le s a d
t íp i cos CLÍNICO a z Grau D - erosões confluentes,
om a s a v d a t ili
Pirose s in t +
u
ocupando mais de 75 da
os

Regurgitação Classificação de
ic

circunferência
íp

Los Angeles
at
as

Esofagite péptica
om

Rouquidão
nt
si

Tosse crônica Grau I - erosão única


Broncoespasmo Grau II - erosões lineares
ACOMPANHAMENTO a v a lia
Disfagia Classificação de le s õ e s
e x te n s
ões da Grau III - erosões confluentes,
Savary-Myller + pro fu com aspecto circular
MONITORAMENTO e a pre n d id a d
e
Assintomático na fase inicial sença Grau IV - lesões crônicas:
CASO 5 EDA (Esôfago de Barret); o u tras
c o m p li
de
Disfagia de condução rapidamente c aç õ e s úlcera, subestenose; associado
pHmetria de 24H;
progressiva ao grau I, II ou III
Avaliação contínua do tratamento;
(sólido líquido) Gastroenterologia Avaliar reincidência dos sintomas; Grau V - esôfago de Barrett,
Perda ponderal associando ou não as lesões
Ajustar tratamento conforme evolução
Halitose grau I a IV
clínica;
Rouquidão
Acompanhar o paciente com consultas
S IN Estágio 1- 60% regulares ajustadas conforme
TO
MA
T Estágio 2 - 30 % tratamento.
G E Ó LO G
RAL IA Estágio 3 - 20 %
Estágio 4- 4%
EDA + Biópsia (Ouro)
Esofagograma baritado
(Sinal da maçã mordida) ós tico s)
D IA G N Ó o gn ano
S T IC O Pr em 5
NEOPLASIAS vida Maior incidência em pacientes
re
MALIGNAS DO (sob obesos (IMC maior que
A RA ESÔFAGO G IA
30kg/m²)
T (Grau de invasão do Tumor) S P NTO Adenocarcioma de P I D E M IO L O Maior incidência em pacientes
E E
1. T1: Atinge submucosa (T1A/ T1B) X AM AM E
E
A DI Esôfago colectomizados;
2. T2: Invade a muscular própria Tc de tórax e Abdome T
ES
TO

3. T3: Atinge a Adventícia ESTADIAMENTO USG endoscópica (OURO de T e N)


TIPOS
EN

FA
4. T4: Invade estruturas adjacentes PET-scan
AM

TO CO
AT

N (Grau de acometimento dos linfonodos)

R IS
RE
O
TR

S
M (Presença de Metástase à distância) TI Sexo masculino;

DE
S
G NÓ Tabagismo;
A
DI
Carcinoma de Células Obesidade;
Escamosas DRGE;

AC
T1a: MUSOSECTOMIA com EDA

L O E T IM
OM
Esôfago de Barrett;

CA
Sem metástase a distância: ESOFAGECTOMIA + LINFADENECTOMIA)
HF;
C LA

L D NT
Se ≥ T3 ou N+: CIRUGIA + terapia neoadjuvante (5 ciclos de quimio/radioterapia) Esofâgo de Barrett: EDA + biópsia
Dieta

E
E
S S IF

Doença metastática ou irresecável (T4a e T4b): tratamento PALIATIVO Concenso Brasileiro


L DE
O
A 1. Sem displasia: 1 ano e de 2/2 anos
IC A

LO C
I M E NTO
EPIDEMIOLOGIA

M ET 2. Baixo grau: 6/6 meses e depois anual


ÇÃO

A C O
S C O 3. Alto grau: 3/3 meses
R I
D E
E S
Colégio Americano: Parte distal do esôfago
OR
Terço médio do esôfago FA
T
1. Sem displasia: 3-5 anos (Esôfago de barrett)
Epitélio nativo do esôfago 2. Baixo grau: Ablação endoscópica Junção esôfago/cárdia
(escamoso/pavimentado) 3. Alto grau: Ablação endoscópica

Tabagismo Mais comum no Brasil e países


Etilismo em desenvolvimento Classificação de Siewert:
Sexo masculino Homem, negro, > 60 anos TIPO I: Esôfago distal (entre 1 e 5 cm acima de JEG)
Má higiene oral TIPO II: Da cádia (1 cm acima ou 2 cm abaixo da JEG)
Consulmo de bebídas muito quentes TIPO III: Subcárdico (tumor no estômago , mais de 2
(60º-64ºC) e alimentos defumados cm abaixo da JEG).
Doenças pré-existentes no esôfago
CA prévio de cabeça e pescoço

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