Neoplasias Malignas do Esôfago: Diagnóstico e Tratamento
Neoplasias Malignas do Esôfago: Diagnóstico e Tratamento
Interromper o uso
IMC > 35 kg/m², distúrbios H, Coagulograma, K, Cr
de IBP entre 4-5
motores esofágicos... Manometria esofágica
dias antes
Comorbidade dependente (RCV, etc)
Falha no tratamento não
TCLE
exclui o diagnóstico
Disfagia progressiva Via: aberta, laparoscópica ou robótica
Odinofagia Alta: Anestesia geral + local
Emagrecimento Dieta líquida 1ª semana e ATBprof: cefazolina
Dúvida
Idade > 40 - 45 anos cremosa 2ª
diagnóstica
Pirose crônica Atividade física pós 3s
Alívio dos sintomas = Retorno 7-10d
diagnóstico de DRGE Sinais vitais OK, boa aderência
Pós-operatório:
in d ic a
nutrição, ausência vômitos ou
disfagia e analgesia eficaz Dieta líquida 12h pós proced.
Padrão ouro Atividade livre
ç ão
impedâncio- Pantoprazol 40mg VO 1x/dia,
pHmétrica Dipirona ou paracetamol VO
Prova terapêutica
com IBP por 6 - 8 Avalia os graus de lesão e FUNDOPLICATURA + HERNIOPLASTIA HIATAL 6h/6h por 5d
semanas reconhece complicações Via abdominal total (Nissen - 360º) Cuidados Profilaxia TEV (Caprini?)
Via torácica posterolateral (Belsey-Mark -
270º)
Via abdominal posterolateral (Lind - 270º)
pHmetria de Via abdominal anterior (D’or - 45º) Complicações:
Clínico EDA
Álcool; 24H Via abdominal posterior (Toupet) Disfagia transitória
Tabagismo; Incapacidade de
Fatores alimentares; vomitar e eructar
Medicamentos redutores Flatulência (gas bloat)
do tônus do EEI(p. ex.:
BCC);
Asma; DIAGNÓSTICO
Hiperglicemia Indicações: Estimular emagrecimento e o controle do
Tratamento clínico prolongado e CIRÚRGICO
peso.
dependentes de medicamento; Interromper o tabagismo e o etilismo.
Sintomas atípicos com DRGE Reduzir o consumo excessivo de
comprovada; NÃO- carboidratos, gorduras, frituras e
Fr DRGE complicada (úlceras,
Obesidade; ac FARMACOLÓGICO condimentos.
os estenose, Barret...)
Histórico familiar; Não deitar após as refeições (2h mínimo).
Idade avançada; Elevação da cabeceira.
Hérnia diafragmática por F o rte s
FATORES DE
deslizamento (tipo I);
RISCO
Gastroparesia.
Terapia Empírica com
IBP - 6 a 8 semanas.
MEDICAMENTOSO Sempre em jejum.
TRATAMENTO Grau A - erosões < 5mm, em
Anemia;
pregas isoladas
Disfagia;
Grau B - erosões > 5mm,
Hematêmese;
Estenose em pregas isoladas
Melena;
Si Úlcera Esofágica Grau C - erosões confluentes
Vômitos persistentes; na
is Esôfago de Barret - Metaplasia intestinal, aspecto entre mais de uma prega no
Perda de peso involuntária de
a la vermelho-salmão. Confirmação por bíopsia. es esôfago distal, porém
(>5% do peso corporal) rm õ
ns ;
e Sintomas Respiratórios t e ocupando menos de 75% da
x s
QUADRO DRGE COMPLICAÇÕES e õe a circunferência
lia le s a d
t íp i cos CLÍNICO a z Grau D - erosões confluentes,
om a s a v d a t ili
Pirose s in t +
u
ocupando mais de 75 da
os
Regurgitação Classificação de
ic
circunferência
íp
Los Angeles
at
as
Esofagite péptica
om
Rouquidão
nt
si
FA
4. T4: Invade estruturas adjacentes PET-scan
AM
TO CO
AT
R IS
RE
O
TR
S
M (Presença de Metástase à distância) TI Sexo masculino;
DE
S
G NÓ Tabagismo;
A
DI
Carcinoma de Células Obesidade;
Escamosas DRGE;
AC
T1a: MUSOSECTOMIA com EDA
L O E T IM
OM
Esôfago de Barrett;
CA
Sem metástase a distância: ESOFAGECTOMIA + LINFADENECTOMIA)
HF;
C LA
L D NT
Se ≥ T3 ou N+: CIRUGIA + terapia neoadjuvante (5 ciclos de quimio/radioterapia) Esofâgo de Barrett: EDA + biópsia
Dieta
E
E
S S IF
LO C
I M E NTO
EPIDEMIOLOGIA
A C O
S C O 3. Alto grau: 3/3 meses
R I
D E
E S
Colégio Americano: Parte distal do esôfago
OR
Terço médio do esôfago FA
T
1. Sem displasia: 3-5 anos (Esôfago de barrett)
Epitélio nativo do esôfago 2. Baixo grau: Ablação endoscópica Junção esôfago/cárdia
(escamoso/pavimentado) 3. Alto grau: Ablação endoscópica