Dinâmica da Partícula: Conceitos e Exercícios
Dinâmica da Partícula: Conceitos e Exercícios
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Departamento de Engenharia Mecânica - DEMEC
Escola de Engenharia
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Capítulo 2
Dinâmica da Partícula
Estes slides não substituem a leitura de um bom livro sobre
Dinâmica.
1
1
2.1 Introdução
𝐹
𝑚=
𝑎
2
► A massa definida como F/a é chamada de massa inercial, pois é uma
medida da resistência que o corpo opõe à modificação de seu estado de
movimento (inércia).
𝑃
𝑚=
𝑎
► Essas massas são teórica e experimentalmente idênticas e
constituem atributo intrínseco do corpo.
Peso e Massa
𝑊(𝑁) 𝑊(𝑙𝑏𝑚)
► No SI: 𝑀(𝑘𝑔) = ► No IMS: 𝑀(𝑠𝑙𝑢𝑔) =
9,81𝑚/𝑠 2 32.2𝑓𝑡/𝑠 2
3
Parte A Coordenadas Retangulares: movimento
retilíneo
► 𝐅 = 𝑚𝐚 (Eq. Vetorial)
Como 𝐚 = 𝑎𝑥 𝐢 + 𝑎𝑦 𝐣 + 𝑎𝑧 𝐤, 𝐕 = 𝑉𝑥 𝐢 + 𝑉𝑦 𝐣 + 𝑉𝑧 𝐤
𝐫=𝑥𝐢+𝑦𝐣+𝑧𝐤 Equações
vetoriais
Então, 𝐅 = 𝑚(𝑎𝑥 𝐢 + 𝑎𝑦 𝐣 + 𝑎𝑧 𝐤)
Em componentes:
𝑑𝑉𝑥 𝑑2𝑥
𝐹𝑥 = 𝑚𝑎𝑥 = 𝑚 =𝑚 2
𝑑𝑡 𝑑𝑡
𝑑𝑉𝑦 𝑑2 𝑦 Equações
𝐹𝑦 = 𝑚𝑎𝑦 = 𝑚 =𝑚 2 escalares
𝑑𝑡 𝑑𝑡
𝑑𝑉𝑧 𝑑2 𝑧
𝐹𝑧 = 𝑚𝑎𝑧 = 𝑚 =𝑚 2
𝑑𝑡 𝑑𝑡 4
Caso 1: Força é uma função do tempo ou uma constante.
𝑑2 𝑥(𝑡)
𝐅=𝐹𝐢 e 𝐹=𝑚 2
, 𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐹 = 𝐹(𝑡)
𝑑𝑡
Daí,
𝑑2 𝑥(𝑡) 𝐹(𝑡)
= m = constante
𝑑𝑡 2 𝑚
𝑑 𝑑𝑥(𝑡) 𝐹(𝑡)
=
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑚 5
Seguindo: 𝑑 𝑑𝑥(𝑡) 𝐹(𝑡)
න 𝑑𝑡 = න 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑚
𝑑𝑥(𝑡) 𝐹(𝑡)
=𝑉=න 𝑑𝑡 + 𝐶1 Eq. da velocidade
𝑑𝑡 𝑚
𝑑𝑥(𝑡) 𝐹(𝑡)
න 𝑑𝑡 = න න 𝑑𝑡 + 𝐶1 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑚
𝐹(𝑡)
𝑥(𝑡) = න න 𝑑𝑡 𝑑𝑡 + 𝐶1 𝑡 + 𝐶2 Eq. da posição
𝑚
𝑑𝑥(𝑡) 𝐹 𝐹 2
► Se F = constante, = 𝑉 = 𝑡 + 𝑉0 e 𝑥(𝑡) = 𝑡 + 𝑉0 𝑡 + 𝑥0
𝑑𝑡 𝑚 2𝑚
m = constante F/m = Aceleração resultante 6
Exercício 12.7
7
Solução
𝐷
Dados: raio da roda, 𝑟= = 0,45 𝑚, 𝑉0 = 0 (parte do repouso)
2
torque 𝜏 = 𝐹𝑟 (são perpendiculares),
𝑊 7000
massa 𝑚= = = 713,56 𝑘𝑔
𝑔 9,81
𝜏 270
Logo, para cada roda, 𝐹= = = 600 𝑁.
𝑟 0,45
Para as duas rodas, 𝐹𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 1200 𝑁 e constante. Portanto, do slide 6
(considerando t = t0 = 0),
𝐹𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 2
𝑥 𝑡 = 𝑡 + 𝑉0 𝑡 + 𝑥0
2𝑚
8
Solução
𝐹 2
Ainda para a equção, 𝑥 𝑡 = 𝑡 + 𝑉0 𝑡 + 𝑥0 , 𝑥0 = 0 e, assim,
2𝑚
1200
400 = 𝑡2
2 × 713,56
𝑡 = ± 475,71 = ±21,8 𝑠
𝑚
𝑉 = 36,66 = 131,98 𝑘𝑚/ℎ
𝑠
9
Exercício 12.5 e 12.6
10
Exercício 12.9
11
12
Exercício 13.3 Hibbler
F
1m
10 m
13
Solução
F
1m
10 m
Aceleração:
a = F/m
g sen(α)
α =5,71o
g
„...Despreze 14
a resistência ao rolamento“ => sem atrito
Aceleração resultante,
𝐹 196200 𝑜
𝑚
𝑎= = − 9,81 × 𝑠𝑒𝑛 5,71 = 1,226 − 0,97 = 0,25 2
𝑚 160000 𝑠
𝑉 = 22,36 𝑚/𝑠
15
Exemplo 12.4
16
Exercício 13.9 Hibbeler
Cada uma das três chatas tem massa de 30 Mg, ao passo que o
rebocador tem massa de 12 Mg. À medida que as chatas estão sendo
puxadas para frente com uma velocidade constante de 4 m/s, o
rebocador deve superar a restência do atrito da água, que é de 2 kN
para chada chata e 1,5 para o rebocador. Se o cabo entre A e B se
romper, determine a aceleração do rebocador.
17
Solução
Para cada
Velociade inicial, 𝑉0 = 4 𝑚/𝑠
chata
18
Supondo que a força feita pelo motor permaneça constante
após o rompimento do cabo AB, a nova resultante não será
nula, ou seja,
Logo,
2000
𝑎𝑁𝑜𝑣𝑎 = = 0,028 𝑚/𝑠 2
72000
19
Exemplo de força variando com tempo - foguetes.
20
Caso 2: Força é uma função da velocidade.
𝑑𝐕 𝐅(𝐕)
=
𝑑𝑡 𝑚
Em geral, 𝐅 = ±𝐹 𝐕
Assim, considerando a 𝑑𝑉 𝐹(𝑉)
direção de V න 𝑑𝑡 = න 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑚
𝑑𝑉 1
𝐕 න =න 𝑑𝑡
𝐹(𝑉) 𝑚
𝐕
𝐅 𝑑𝑉 1
න = 𝑡 + 𝐶1
𝐹(𝑉) 𝑚
22
Solução:
Y
Dados:
𝑚 = 500 𝑘𝑔
𝐹𝐷 = − 100𝑉 𝑁 → 𝐅𝐷 = − 100𝑉 𝐣 (𝑵)
𝐹 = 6000 𝑁 → 𝐅 = 6000 𝐣 (𝑁)
Aceleração resultante:
6000 100𝑉
𝑎𝑅 = 𝑎𝐹 − 𝑎𝐷 − 𝑔 = − − 9,81 = 2,19 − 0,2𝑉 𝑚/𝑠 2
500 500
𝑑𝑉 1 𝐹 𝑉 =maR
න = 𝑡 + 𝐶1
𝐹(𝑉) 𝑚 𝐹 𝑉 = 500(2,19 − 0,2𝑉)
23
Temos,
𝑑𝑣 1 𝑑𝑣
න = 𝑡 + 𝐶1 -> න = 𝑡 + 𝐶′1
500(2,19 − 0,2𝑉) 500 (2,19 − 0,2𝑉)
𝐶1
Seja 𝑢 = 2,19 − 0,2𝑉 → 𝑑𝑢 = −0,2𝑑𝑉 𝐶′1 =
500
Logo, 𝑑𝑉 = −5𝑑𝑢
E, 𝑑𝑢
-5 = 𝑡 + 𝐶′1
𝑢
𝑠
𝐶′1 = −5 ln 2,19 = −3,92 ( )
𝑘𝑔
25
26
Exercício 12.12 Shames
E o atrito?
27
Solução
𝑑𝑉 𝐹(𝑉)
=
𝑑𝑡 𝑚
𝑑𝑉 𝐹(𝑉) 𝑑𝑉 1
𝑑𝑡 = 𝑑𝑡 න = 𝑡 + 𝐶1
𝑑𝑡 𝑚 𝐹(𝑉) 𝑚
28
Resolvendo,
𝑑𝑉 1
න = 𝑡 + 𝐶1
𝐹(𝑉) 𝑚 FArrasto
1 𝑑𝑉 1
− = 𝑡 + 𝐶1 X
27,5 𝑉 2 8000
1 1 1
− − = 𝑡 + 𝐶1
27,5 𝑉 8000
1
= 3,44 × 10−3 𝑡 + 𝐶1′
𝑉
′ 1 𝑠
Para 𝑡 = 0, 𝑉 = 𝑉0 = 100 𝑚/𝑠. Daí, 𝐶1 = = 0,01 ( ). Logo,
100 𝑚
1 1
= 3,44 × 10−3 𝑡 + 0,01 𝑜𝑢 𝑉=
𝑉 3,44 × 10−3 𝑡 + 0,01 29
Continuando (slide 14),
1
𝑥(𝑡) = න −3
𝑑𝑡
3,44 × 10 𝑡 + 0,01 X
𝑑𝑢
𝑥(𝑡) = 290,9 න + 𝐶2 = ln 𝑢 + 𝐶2
𝑢
30
Para t =0 podemos considerar x = 0, assim,
0 = 290,9 ln 0,01 + 𝐶2
FArrasto
𝐶2 = − ln 0,01 = 4,60
X
E
1
Agora, voltamos à equação, 𝑉= e calculamos o tempo
3,44×10−3 𝑡+0,01
para V = 60 m/s,
1
60 =
3,44 × 10−3 𝑡 + 0,01
Obtemos,
𝑥(1,94) = 147,13 m
FArrasto
32
FArrasto
1
V=
3,44 × 10−3 𝑡 + 0,01
X
33
𝑥(𝑡) = 290,9 ln 3,44 × 10−3 𝑡 + 0,01 + 4,60
FArrasto
X
34
Caso 3: Força é uma função da posição.
𝑑𝑉
𝑚 = 𝐹(𝑥)
𝑑𝑡
𝑑𝑉 𝑑𝑥 Resultante
► Como V=V(x), então,
𝑚 = 𝐹(𝑥)
𝑑𝑥 𝑑𝑡
𝑑𝑉
𝑚𝑉 = 𝐹(𝑥)
𝑑𝑥
𝑑𝑉
Supondo m constante,
𝑚න 𝑉 𝑑𝑥 = 𝑚 න 𝑉 𝑑𝑉 = න 𝐹(𝑥)𝑑𝑥
𝑑𝑥
𝑉2
𝑚 = න 𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1
2
1/2
𝑑𝑥 𝑑𝑥 2 C1 -> 2C1/m
Como 𝑉 = , vem que = න 𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑚
35
Caso 3: Força é uma função da posição (continuação).
1/2
𝑑𝑥 2
𝑑𝑡 = න 𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑚
1/2
𝑑𝑥 2
න 𝑑𝑡 = න න 𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1 𝑑𝑡
𝑑𝑡 𝑚
𝑑𝑥
න 1/2
= න 𝑑𝑡
2
𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1
𝑚
𝑑𝑥
Logo, 𝑡 = න 1/2
+ 𝐶2
2
𝐹(𝑥)𝑑𝑥 + 𝐶1
𝑚
37
Solução
Situação 1 Situação estacionária y
Figura do enunciado F
0
5 mm
Dados: 200 kg B
𝑚𝐵 = 200 𝑘𝑔 mBg
𝑦𝐵 = 𝑦𝑚𝑎𝑥 = −5 𝑚𝑚
?
𝑉𝐵 = 0 (condição estacionária)
𝑦𝑐 = −3 𝑚𝑚 Resultante
𝑉𝑐 =?
Considerando o desenvolvimento 𝑉2
𝑚𝐵 = න 𝐹(𝑦)𝑑𝑦 + 𝐶1
do slide 29, pemos partir de 2 38
Situação indicada no slide: “Qual é a velocidade desse corpo se ele
for subtamente conectado à extremidade livre da viga, que desce 3
mm?“
Vc
0
- ky
- 3 mm
mBg
39
Muito cuidado deve ser tomado aqui, a resultante é
Na condição estacionária,
𝐅 𝑦 = 0 = −𝑚𝐵 𝑔 − 𝑘𝑦
𝑚𝐵 𝑔 200 × 9,81
𝑘=− =− −3
= 392400 N/m
𝑦 (−5 × 10 )
Voltando à integral
𝑉2
200 = න (−200 × 9,81 − 392400𝑦) 𝑑𝑦 + 𝐶1
2
𝑉2 𝑦2
200 = −1962𝑦 − 392400 + 𝐶1
2 2
2
𝑉2 = −19,62𝑦 − 1962𝑦 2 + 𝐶1′ 𝐶1′ = 𝐶1
200 40
Cálculo de 𝐶1′ ,
𝑦𝐵 = 𝑦𝑚𝑎𝑥 = −5 𝑚𝑚
𝑉𝐵 = 0 (condição estacionária)
𝐶1′ = −0,04905 𝑚2 /𝑠 2
𝑚 𝑚𝑚
𝑉= = ???????????? Erro: raiz de um número negativo.
𝑠 𝑠
41
Vamos tentar outra abordagem – barra na horizontal, em condição de
repouso e sem aplicação da força F. Isto é,
𝑚 𝑚𝑚
𝑉 = 0,203 = 203
𝑠 𝑠
42
Exercício 13.33 Hibbeler
43
Solução
Dados:
𝑚 = 1 𝑘𝑔 y
𝑉0 = 4,5 𝑚/𝑠 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝑆0 = 0
𝑘 = 60 𝑁/𝑚 x
Análise da figura
Fx
𝐹(𝑠) = −𝑘𝛿
F
𝐹𝑥 = 𝐹𝑐𝑜𝑠𝜃 = −𝑘𝛿𝑐𝑜𝑠𝜃 Fy
s
δ
0,3 m
0,32 + 𝑠 2 = 0,3 + δ
0,3 m
44
Isolando δ, s
𝛿= 0,32 + 𝑠 2 − 0,3 0,3 m
0,32 + 𝑠 2 = 0,3 + δ
𝑠
𝑐𝑜𝑠𝜃 = 𝑘 = 60 N/m
0,32 + 𝑠2
60𝑠
𝐹𝑥 𝑠 = − 0,32 + 𝑠 2 − 0,3 (N)
0,32 +𝑠 2
Na direção da mola,
𝑉𝑥2
𝑚 = න 𝐹𝑥 (𝑠)𝑑𝑠 + 𝐶1
2
𝑚 = 1 𝑘𝑔
𝑉𝑥2 60𝑠
= න− 0,32 + 𝑠 2 − 0,3 𝑑𝑠 + 𝐶1
2 0,32 + 𝑠 2
𝑉𝑥2 18𝑠
= − න 60𝑠 𝑑𝑠 + න 𝑑𝑠 + 𝐶1
2 0,32 + 𝑠 2
𝑠
𝑉𝑥2 = −120 න 𝑠 𝑑𝑠 + 36 න 𝑑𝑠 + 𝐶1
0,32 + 𝑠 2
Separadamente,
𝑠2
−120 = 𝑠𝑑 𝑠 −120 + 𝐶2 = −60𝑠 2 + 𝐶2
2
46
Continuando...
𝑠2
−120 = 𝑠𝑑 𝑠 −120 + 𝐶2 = −60𝑠 2 + 𝐶2
2
𝑠
36 න 𝑑𝑠 =?
0,32 + 𝑠2
1
𝑢= 0,32 + 𝑠2 → 𝑑𝑢 = 2𝑠𝑑𝑠 𝑒 𝑠𝑑𝑠 = 𝑑𝑢
2
1
−2+1
𝑠 1 𝑢
36 න 𝑑𝑠 = 36 න 𝑢−1/2 𝑑𝑢 = 18 + 𝐶3
0,32 + 𝑠 2 2 1
− +1
2
𝑠
36 න 𝑑𝑠 = 36 0,32 + 𝑠 2 1/2
+ 𝐶3
0,32 + 𝑠2
47
Daí,
1
𝑉𝑥2 = −60𝑠 2 + 𝐶2 + 36 0,32 2
+𝑠 2 + 𝐶3 + 𝐶1
1
𝑉𝑥2 2
= −60𝑠 + 36 0,3 + 2
𝑠 2 2
+ 𝐶4
Para s = 0, 𝑽𝒙 = 𝟒, 𝟓 𝒎/𝒔
1
4,52 = 0 + 36 0,32 + 0 2 + 𝐶4 → 𝐶4 = 9,45
1
𝑉𝑥2 = −60𝑠 2 + 36 0,32 + 𝑠2 2 + 9,45
Para s = 0,3 m
1
𝑉𝑥2 2
= −60 × 0,3 + 36 0,3 + 2
0,32 2
+ 9,45
𝑉𝑥 = 4,40 𝑚/𝑠
Ainda bem que tem um jeito
mais fácil!!!!!!
48
12.5 Lei de Newton em coordenadas cilíndricas (força central)
Em componentes,
𝐹𝑟lj = 𝑚(𝑟ሷlj − 𝑟lj 𝜃ሶ 2 )
𝐹𝜃 = 𝑚(𝑟lj 𝜃ሷ + 2𝑟ሶlj 𝜃)
ሶ
𝐹𝑧 = 𝑚𝑧ሷ
49
Exemplo 12.8 Shames
50
Solução
Dados:
𝜔 = 5 𝑟𝑎𝑑/s
𝑚 = 2 𝑘𝑔
𝑘 = 20 𝑁/𝑚
𝑟0 = 200 𝑚𝑚 = 0,2 𝑚 𝑟 = 400 𝑚𝑚 = 0,4 𝑚
51
Isolando 𝑟ሷ ҧ :
lj 2 = −20𝑟ҧ
2 𝑟ሷlj − 𝑟5
Derivada 2ª. no
tempo 𝑟ሷ ҧ = +15𝑟ҧ
𝑟ሷ ҧ = 𝑟(ሷ ҧ 𝑟)ҧ
𝑑 𝑟ሶ ҧ
𝑟ሷ ҧ = 𝑟ሶ ҧ = +15𝑟ҧ
𝑑 𝑟ҧ
52
Vamos resolver a equação:
𝑑𝑟ሶ ҧ
𝑟ሶ ҧ = 15𝑟ҧ
𝑑𝑟ҧ
𝑑𝑟ሶ ҧ
𝑟ሶ ҧ 𝑑𝑟ҧ = 15𝑟𝑑
ҧ 𝑟ҧ
𝑑𝑟ҧ
𝑑𝑟ሶ ҧ
න 𝑟ሶ ҧ 𝑑𝑟ҧ = න 15𝑟𝑑
ҧ 𝑟ҧ
𝑑𝑟ҧ
𝑑 𝑟ሶ ҧ
𝑑𝑟ҧ = 𝑑𝑟ሶ ҧ
𝑑 𝑟ҧ
ሶ ҧ 𝑟ሶ ҧ = න 15𝑟𝑑
න 𝑟𝑑 ҧ 𝑟ҧ
𝑟ሶ ҧ 2 15 2
= 𝑟ҧ + 𝐶1 ou 𝑟ሶ ҧ 2 = 15𝑟ҧ 2 + 𝐶′1 Com 𝐶′1 = 2𝐶1
2 2 53
Para 𝑟ҧ = 0,20 𝑚, 𝑟ሶ ҧ = 0
0 = 15(0,2)2 +𝐶′1
𝐶′1 = −0,6
Logo,
𝑟ሶ ҧ 2 = 15𝑟ҧ 2 − 0,6
𝑟ሶ ҧ 2 = 15(0,4)2 −0,6
𝑚
𝑟ሶ ҧ = 1,342
𝑠
54
Força transversão, F, sobre o corpo B nesta posição,
𝑟ҧ = 400 𝑚𝑚 = 0,4 𝑚
𝐚 = 𝑟ሷlj − 𝑟lj 𝜃ሶ 2 𝜺ො 𝑟ҧ + 𝑟lj 𝜃ሷ + 2𝑟ሶlj 𝜃ሶ 𝜺ො 𝜃 + 𝑧ො
ሷ 𝜺𝑍
𝐹𝜃 = 𝑚(𝑟lj 𝜃ሷ + 2𝑟ሶlj 𝜃)
ሶ
Tem-se,
𝜃ሶ = 𝜔 = 5 𝑟𝑎𝑑/𝑠
𝜃ሷ = 0
m = 2 kg
O que nos permite escrever como expressão geral, 𝐹𝜃 = 20𝑟ሶlj
𝑚
Daí, para 𝑟ሶ ҧ = 1,342
𝑠
𝐹𝜃 = 20 × 1,342 = 26,84 𝑁
55
2.6 Movimento devido a Forças Centrais
𝐺𝑀𝑚
𝐅(𝑟) 𝐫ො 𝐅(𝑟) = − 2 𝐫ො
𝑟
G = 6,673x10-11 m3/kg s2
= 6,673x10-20 km3/kg s2
56
𝐫ො
𝐅(𝑟)
𝐺𝑀𝑚
𝐅(𝑟) = − 2 𝐫ො
𝑟
YI
57
𝐺𝑀𝑚
► Peso na superfície do planeta: 𝑊 = 𝑚𝑔 = 2
𝑟𝑝𝑙𝑎𝑛𝑒𝑡𝑎
𝐺𝑀
Logo, 𝑔= 2
𝑟𝑝𝑙𝑎𝑛𝑒𝑡𝑎
𝐺𝑀𝑚
► A equação 𝐅(𝑟) = − 2 𝐫ො apresenta como solução para um
𝑟
sistema de coordenadas polares planas (ou perifocal) e para M >> m,
𝑎(1 − 𝑒 2 )
𝑟=
1 + 𝑒 cos( 𝜈)
- Circunferência. - Parábola.
- Elipse. - Hipérbole.
58
► Cônicas:
Neste contexto, um
veículo espacial só
pode se movimentar
em 4 tipos de órbitas:
-- Circulares,
-- Elípticas,
-- Parabólicas,
-- Hiperbólicas.
𝑎(1 − 𝑒 2 )
► Na equação 𝑟 = : órbita circular
1 + 𝑒 cos( 𝜈)
- e é a excentricidade, e = c/a .
- é a anomalia verdadeira. 59
► Órbita eliptica
Pericentro
Apocentro
𝑐
𝑎= 𝑏2 + 𝑐 2 𝑒 = 0<𝑒<1
𝑎
Pericentro
Pericentro
𝑎<0 𝑒>1
𝑎 → ∞, 𝑒=1 60
► Raios do apocentro e pericentro
Pericentro
Apocentro 𝜈
𝜈 = 0𝑜
𝑎(1 − 𝑒 2 )
𝜈 = 180𝑜 𝑟𝑃 =
1+𝑒
𝑎(1 − 𝑒 2 )
𝑟𝐴 = = 𝑎(1 + 𝑒) 𝑟𝑃 = 𝑎(1 − 𝑒)
1−𝑒
Pericentro
Pericentro
p
𝑎<0 𝑒>1
𝜈=0 𝑜 𝜈 = 0𝑜
𝑝 𝑟𝑃 = 𝑐 − 𝑎
𝑟𝑃 =
2 61
► Período orbital (orbitas circulares e elipticas)
𝑎3
𝑇 = 2𝜋
𝐺𝑀
Energia
► A força gravitacional é conservativa, isto significa que a energia da
partícula em qualquer uma das quatro órbitas possíveis é constante.
A energia específica vale,
𝑉 2 𝐺𝑀 𝐺𝑀
𝜉= − =−
2 𝑟 2𝑎
► Movimento de foguetes
63
► Velocidade de escape orbital.
Velocidade da órbita circular:
2 1 𝐺𝑀
𝑉𝑐 = 𝐺𝑀 − =
𝑟 𝑟 𝑟
𝑎 = 𝑟 = constant𝑒
2 1 2𝐺𝑀
𝑉𝑒𝑠𝑐 = 𝐺𝑀 − =
𝑟 𝑎 𝑟
65
66
Exercício 12.79
67
Solução
Dados:
𝑟𝐴 = 6371 + 320 = 6691 𝑘𝑚 = 6 691 000 𝑚
𝐺𝑀
𝑔0 = 2 → 𝐺𝑀 = 𝑔0 𝑅𝑇2 = 9,81 × (6371000)2 = 3,981843782 × 1014 𝑚3 𝑠 −2
𝑅𝑇
𝐺𝑀 𝑚 𝑘𝑚
𝑉𝐶𝐴 = =7 714,301 = 7,7143
𝑟𝐴 𝑠 𝑠
𝐺𝑀 𝑚 𝑘𝑚
𝑉𝐶𝐵 = =7 536,195 = 7,5362
𝑟𝐵 𝑠 𝑠
68
A órbita de transferência (pontilhada na figura) poderá ser:
- uma elipse,
- uma parábola,
- uma hipérbole.
𝜐=0 e 𝑟𝐴 = 𝑟𝑝 = 𝑎 1 − 𝑒 = 6691 𝑘𝑚
𝜐 = 120𝑜
𝑎 1−𝑒 2
𝑟𝐵 = 𝑟 = = 7011 𝑘𝑚
1+𝑒𝑐𝑜𝑠(120𝑜 )
69
Com as considerações do slide anterior, podemos montar
o sistema de duas equações e duas incógnitas.
𝑎 1 − 𝑒 = 6691
൞𝑎 1 − 𝑒 2
= 7011
1 − 0,5𝑒
1 + 𝑒 = 1,048(1 − 0,5𝑒)
𝑒 = 0,0315
Logo, a órbita / trajetória de transferência é
uma elipse. Substituindo e na primeira equação,
𝑎 = 6907,6 𝑘𝑚
70
Agora, podemos calcular a velocidade do perigeu da
elipse de transferência
2 1
𝑉𝑇𝑃 = 𝐺𝑀 −
𝑟𝑃 𝑎
Cuidado,
2 1 𝑚
𝑉𝑇𝑃 = 3,981843782 × 1014 − = 7834,3
6691000 6907600 𝑠
𝑘𝑚
𝑉𝑇𝑃 = 7,8343
𝑠
72
Solução
Dados:
Raio do perigeu,
𝑀𝑚 30 000 000 𝑚 𝑚
𝑉𝑝 = 30 = =8 333,3 = 8,3333 𝑘𝑚/𝑠
ℎ 3600 𝑠 𝑠
𝑉 2 𝐺𝑀 𝐺𝑀
− =−
2 𝑟 2𝑎
𝑎(1 − 𝑒 2 )
𝑟=
1 + 𝑒 cos( 𝜈)
𝑟 = 𝑟𝑃 = 10 802,65 km
Assim,
2 1
𝑉 = 𝑉𝐴 = 𝐺𝑀 − = 5,3822 𝑘𝑚/𝑠
𝑟𝐴 𝑎
75
Exercício 13.123 Hibbeler
76
Solução
Órbita de Trajetória de
estacionamento “pouso”
2 1
𝑉𝐴′ = 𝜇 − = 2, 924 𝑘𝑚/𝑠
𝑟𝐴′ 𝑎𝐸
78
Semieixo maior da óbita / trajetória de pouso,
𝑟𝐵 +𝑟𝐴′ 3200+16000
𝑎𝑃 = = = 9600 𝑘𝑚
2 2
𝐕𝐴′
Velocidade do apocentro da órbita de estacionamento, 𝐕𝐴′ 𝑃𝑜𝑢
2 1
𝑉𝐴′𝑃 = 𝜇 − = 2, 232 𝑘𝑚/𝑠
𝑟𝐴′ 𝑎𝑃
3
1 𝑎𝑃𝑜𝑢
𝑇= 2𝜋 = 6 041,1 𝑠 = 1,67 ℎ
2 𝐺𝑀𝑃
79
Ponderações finais sobre o exercício.
80
Exercício
Dados:
81
2.9 Lei de Newton em componentes normal e tangencial
► Do capítulo anterior,
𝑑2 𝑆 (𝑑𝑆/𝑑𝑡)2
𝐚 = 2 𝛆ො 𝑡 + 𝛆ො 𝑛
𝑑𝑡 𝑅
𝑑2 𝑆 (𝑑𝑆/𝑑𝑡)2
Como F = ma, então, 𝐅 = 𝑚 2 𝛆 ො𝑡 + 𝑚 𝛆ො 𝑛 , ou, em componentes,
𝑑𝑡 𝑅
𝑑2 𝑆 (𝑑𝑆/𝑑𝑡)2
𝐹𝑡 = 𝑚 2 𝑒 𝐹𝑛 = 𝑚
𝑑𝑡 𝑅
Obs.
No enunciado original,
em Inglês, a velocidade
é 60 km/h = 16,67 m/s.
Haverá uma diferença na
resposta.
83
Solução
𝜀𝑛Ƹ
Dados:
𝜀Ƹ𝑇
- Peso do carro, 𝑊 = 20 000 𝑁
- Velocidade, 𝑉 = 16 𝑚/𝑠
A
Aplicando a segunda lei de Newton, a N
componente da resultante na direção
tangencial é,
Atrito:
|A| = μN
𝐹𝑇 = −𝑊𝑠𝑒𝑛 15 − 𝜇𝑁 = 𝑚𝑎 𝑇
E a componente normal, A componente do peso e o
atrito têm sentido oposto ao
𝐹𝑛 = 𝑁 − 𝑊𝑐𝑜𝑠 15 = 𝑚𝑎𝑛 eixo 𝜀𝑇Ƹ
𝐹𝑇 = −𝑊𝑠𝑒𝑛 15 − 𝜇𝑁 = 𝑚𝑎 𝑇 (1)
𝜀𝑛Ƹ
𝜀Ƹ𝑇
𝐹𝑛 = 𝑁 − 𝑊𝑐𝑜𝑠 15 = 𝑚𝑎𝑛 (2)
Sendo,
𝑉2
𝑎𝑛 =
𝑅
W
aT é a incógnita do problema.
Daí, de (2) A
N
20 000 162
𝑁 − 20 000 𝑐𝑜𝑠 15 =
9,81 200
Atrito:
|A| = μN
𝑁 = 21 928,1 𝑁
20 000
Substituindo em (1), −20 000 𝑠𝑒𝑛 15 − 0,55 × 21928,1 = 𝑎𝑇
9,81
86
Solução
Dados:
- Massa, 𝑚 = 5000 𝑘𝑔
𝑘𝑚 𝑚
- Velocidade, 𝑉 = 350 = 97,22
ℎ 𝑠
- 𝜃 = 15𝑜
Considerando a Figura, o diagrama de corpo livre e
a segunda lei de Newton,
𝑉2 LZ
𝐿𝑛 = 𝐿 𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝑚 (1) L
𝑟
𝐿𝑧 = 𝐿 𝑐𝑜𝑠𝜃 = 𝑚𝑔 (2)
Ln
𝜀𝑛Ƹ
De (2), W
𝑚𝑔 5000×9,81 𝜀𝑇Ƹ é 𝑝𝑒𝑟𝑝𝑒𝑛𝑑𝑖𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟
𝐿= = = 50.780,3 𝑁 a𝑜 𝑝𝑙𝑎𝑛𝑜 𝑑𝑜 𝑠𝑙𝑖𝑑𝑒
𝑐𝑜𝑠(15) 0,966
𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑎. 87
De (1),
𝑉2
𝐿𝑛 = 𝐿 𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝑚
𝑟
𝑚𝑉 2
𝑟=
𝐿 𝑠𝑒𝑛𝜃
5000×(97,22)2
𝑟= = 3 593,24 𝑚
50 780,3 ×0,259
88
Exemplo 12.14
(𝑦 − 30)2 = 30𝑥
89
Solução
Dados:
- 𝑉 = 12 𝑚/𝑠
- Altura, 𝑦 = 18 𝑚
- Massa, 𝑚 = 90 𝑘𝑔
Considerando a equação,
𝑑2 𝑆 (𝑑𝑆/𝑑𝑡)2
𝐚 = 2 𝛆ො 𝑡 + 𝛆ො 𝑛
𝑑𝑡 𝑅
(𝑑𝑆/𝑑𝑡)2 𝑉 2
𝑎𝑛 = =
𝑅 𝑅
3/2
𝑑𝑦 2
1+
𝑑𝑥
E 𝑅= com, (𝑦 − 30)2 = 30𝑥
𝑑2 𝑦
𝑑𝑥2 90
Derivando a equação (𝑦 − 30)2 = 30𝑥, em relação a x
2−1
𝑑𝑦
2 𝑦 − 30 = 30
𝑑𝑥
𝑑𝑦 15
=
𝑑𝑥 (𝑦 − 30)
Calculando a segunda derivada,
𝑑𝑦
𝑑2𝑦 0 × 𝑦 − 30 − 15
= 𝑑𝑥
𝑑𝑥 2 (𝑦 − 30)2
15
𝑑2 𝑦 −15 (𝑦 − 30)
2
=
𝑑𝑥 (𝑦 − 30)2
𝑑2 𝑦 225
2
=−
𝑑𝑥 (𝑦 − 30)3
91
Para y = 18 m, temos,
𝑑𝑦 15
ቤ = = −1,25
𝑑𝑥 𝑦=18 18 − 30
𝑑2 𝑦 225
2 อ =− 3
= −0,130
𝑑𝑥 18 − 30
𝑦=18
3/2
𝑑𝑦 2 3/2
1+ 1+ −1,25 2
𝑑𝑥
𝑅= 𝑑2 𝑦
= = 31,55 𝑚
−0,130
𝑑𝑥2
92
A componente de aceleração normal, por sua vez, é dada por,
𝑉2 122
𝑎𝑛 = = = 4,564 𝑚/𝑠 3
𝑅 31,55
E a componente da força na direção normal,
𝑉2
𝐹𝑛 = 𝑚𝑎𝑛 = 𝑚 = 90 × 4,564 = 410,76 𝑁
𝑅
Fn é a componente normal à trajetória da força resultante necessária
sobre o carro/ passageiro para que ele mantenha seu movimento
sobre a trajetória. Advem da gravidade e das forças exercidas sobre o
assento. Logo, na direção normal, temos
𝐹𝑛 = 𝑃𝑛 − 𝑊𝑛
93
Pn e Pt são as componentes normal e tangencial da força
advinda da ação do carro sobre o passageiro.
𝑑𝑦
ቤ ≡ 𝑡𝑎𝑛 𝛽
𝑑𝑥 𝑦=18
Daí,
15
𝛽= 𝑡𝑎𝑛−1 = −51,34𝑜
18 − 30
Levando em conta a geometria do problema, > 0, portanto,
94
2.10 Sistemas de Partículas
𝑛
𝑑 2 𝐫𝑖
► A resultante das forças sobre o i-ésima partícula é, 𝑚𝑖 2 = 𝐅𝑖 + 𝐟𝑖𝑗
𝑑𝑡
𝑗=1
Onde, 𝑖≠𝑗
𝑛 𝑛 𝑛 𝑛
𝑑 2 𝐫𝑖
𝑚𝑖 2 = 𝐅𝑖 + 𝐟𝑖𝑗
𝑑𝑡
𝑖=1 𝑖=1 𝑖=1 𝑗=1
► Para cada termo com qualquer par de índices, existirá outro com
índices invertidos. Isto é, para cada fij, haverá um fji. Pela 3a. Lei de
Newton, fij = - fji.
Logo:
𝑛 𝑛
𝐟𝑖𝑗 = 0
𝑖=1 𝑗=1
96
Sistemas de Partículas (continuação)
Exemplo 3 3 3
f = (f
i =1 j =1
ij
i =1
i1 + f i 2 + f i3 )
f11 = f 22 = f 33= 0
f12 = −f 21
f13 = −f 31
f 23 = −f 32
3 3
𝐟𝑖𝑗 = 0
𝑖=1 𝑗=1
97
Momento de primeira ordem ou primeiro momento de inércia
(sistema de partículas)
𝑑 𝑑𝐫𝑐ሶ 𝑑𝑀
𝐅 = (𝑀𝐫𝑐ሶ ) = 𝑀 + 𝐫𝑐ሶ
𝑑𝑡 𝑑𝑡 𝑑𝑡
𝑑𝐫𝑐ሶ
𝐅=𝑀
𝑑𝑡
► Significa que o sistema pode ser tratado como uma única partícula
de massa M e posição rc variando no espaço. O sistema não perde
massa.
99
Exercício 12.104 Shames
100
Solução
Dados:
Massa de A, 𝑚𝐴 = 100 𝑘𝑔
𝑊𝐻 660
Massa do astronaunta, 𝑚𝐻 = = = 67,28 𝑘𝑔
𝑔 9,81
𝑀𝑥𝑐 = 𝑚𝑖 𝑥𝑖
𝑖=1
𝑑 𝐫𝑐ሶ
𝐅= 𝑀 = 0 ⇒ 𝐫𝐶ሶ = 𝑐𝑡𝑒, 𝑒 𝑥𝐶0 = 𝑥𝐶
𝑑𝑡
Após simplificações,
0 = 167,28𝐷 − 500
𝐷 = 2,99 𝑚
Finalmente, 𝐷+ 𝑑−5 +𝑘 =𝑑
E 𝑘 = 5 − 𝐷 = 2,01 𝑚 102
Exercício 12.99 Shames
103