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PPRA e LTCAT: Prevenção de Riscos Ambientais

O documento apresenta o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT), com foco na saúde e segurança dos trabalhadores. Ele descreve a metodologia para identificação e controle de riscos ambientais, incluindo agentes físicos, químicos e biológicos, e estabelece diretrizes para a implementação de medidas de proteção. Além disso, o documento destaca a importância do cumprimento das Normas Regulamentadoras relacionadas à segurança e saúde no trabalho.

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PPRA e LTCAT: Prevenção de Riscos Ambientais

O documento apresenta o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT), com foco na saúde e segurança dos trabalhadores. Ele descreve a metodologia para identificação e controle de riscos ambientais, incluindo agentes físicos, químicos e biológicos, e estabelece diretrizes para a implementação de medidas de proteção. Além disso, o documento destaca a importância do cumprimento das Normas Regulamentadoras relacionadas à segurança e saúde no trabalho.

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT

P.P.R.A – L.T.C.A.T
PROGRAMA DE PRVENÇÃO DE RISCOS
AMBIENTAIS E LAUDO TÉCNICO DAS
CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE
TRABALHO

Nome da Empresa
CNPJ xxxx
VALIDADE: xxx
ART xxxx

1
Empresa prestadora do serviço
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
2

Sumário
01-DOCUMENTO BASE.................................................................................................................3
02 – A EMPRESA.......................................................................................................................3
03- INTRODUÇÃO.....................................................................................................................3
04 – OBJETIVO...........................................................................................................................5
05- ESTRATÉGIA E METODOLOGIA...................................................................................10
06- RECONHECIMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS..........................................................11
08-INFORMAÇÔES MEDIDAS DE PROTEÇÃO...................................................................14
09- ORDENS DE SERVIÇO E SEGURANÇA (OSS)..............................................................14
10 - PCMSO...............................................................................................................................14
11 - Medidas Relativas ao Trabalhador......................................................................................15
12 - Medidas Relativas ao Ambiente e Fonte Geradora.............................................................15
13 - Adequar os níveis de iluminamento....................................................................................16
14- Calor....................................................................................................................................16
15 - Medidas Relativas ao Trabalhador......................................................................................16
16 - Medidas Relativas ao Ambiente e Fonte Geradora.............................................................16
17- Agentes Químicos................................................................................................................17
18 - Medidas Relativas ao Trabalhador......................................................................................17
19 - Medidas Relativas ao Ambiente..........................................................................................17
20 - Medidas Gerais de Segurança.............................................................................................17
21- PROGRAMA DE TREINAMENTO...................................................................................19
22 - LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT......19
PREÂMBULO...................................................................................................................19
INTRODUÇÃO.................................................................................................................19
METODOLOGIA..............................................................................................................19
23. AVALIAÇÃO QUALITATIVA E OU QUANTITATIVA DOS RISCOS FÍSICOS,
QUÍMICOS E BIOLÓGICOS....................................................................................................20
23.1 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO...................................20
23.1.1 - ORIENTAÇÕES...................................................................................................20
23.1.2 NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA (RUÍDO)..........................................................21
23.1.3 NÍVEIS DE ILUMINAMENTO.............................................................................21
23.1.4 AGENTES BIOLÓGICOS......................................................................................21
23.1.5 AGENTES QUÍMICOS..........................................................................................21
23.1.6 SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA........................................................................22
24. METODOLOGIA E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS.....................................................22
24.1 NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA (RUÍDO).................................................................22

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Empresa prestadora do serviço
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
3

24.2 NÍVEIS DE ILUMINAMENTO....................................................................................22


25- DISPOSIÇÃOES GERAIS..................................................................................................23

01- DOCUMENTO BASE

RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO

Nome do profissional

ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) Nº

Validade –

INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRSA

Nome Fantasia –

Razão Social –

Endereço - Brasil

Contato Telefone (xx) xxx

CNPJ – xxxxx

CNAE - xxxx
Grau de risco -x

Ramo da atividade - xxxxxx

02 – A EMPRESA
Informações da empresa

03- INTRODUÇÃO
A Norma Regulamentadora nº 09 (NR-9), texto aprovado pela Portaria nº 25 de
29/12/1994 (Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1994), que estabelece a obrigatoriedade de
elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA visa à
prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento,
avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais de trabalho, existentes na
empresa, que podem ser identificados e mensurados, definindo ações para atenuá-los, extingui-
los ou mantê-los sob controle, com as demais normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em
particular com o Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional – PCMSO.

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Empresa prestadora do serviço
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
4

Seu objetivo é fornecer parâmetros legais e técnicos considerando a proteção do meio


ambiente e dos recursos naturais, através de antecipação, reconhecimento avaliação e
consequentemente controle da ocorrência dos riscos ocupacionais existentes ou que venham a
existir no ambiente de trabalho. Neles estão descritas informações sobre: características do
estabelecimento, máquinas e equipamentos instalados, funções exercidas e trabalhos expostos,
caracterização das atividades desenvolvidas, medidas de controle, proteção utilizadas,
reconhecimento e avaliação de riscos ambientais existentes, bem como, observações e
recomendações pertinentes. Para efeito desta NR consideram-se riscos ambientais os agentes
físicos, químicos e biológicos, existente no ambiente de trabalho que, em função de sua
natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à
saúde do trabalhador. Para efeitos de identificação e melhorias consideraremos também os
agentes ergonômicos e mecânicos.

Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia que possam estar


expostas tais como, ruído, vibração, pressão anormal, temperaturas extremas, radiações
ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som.

Consideram-se agentes químicos as substancias, compostas ou produtos que possam


em contato penetrar no organismo e pelas vias respiratórias, na forma de poeiras, fumos,
névoas, neblina, gases ou vapores, ou que pela natureza da atividade, possam ter contato ou ser
absorvido por pela pele ou ingestão.

Consideram-se agente biológicos as bactérias, bacilos, parasitas, protozoários, vírus.

Consideram-se agentes ergonômicos as situações causadoras de stress físico e ou


psíquico, como esforço físico, monotonia e repetitividade.

Consideram-se agentes mecânicos as situações que podem contribuir para ocorrência


de acidentes, como arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção,
eletricidades, entre outros.

Como previsto na NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA


constarão a seguinte estrutura, no mínimo:

 Planejamento anual com informação de metas, prioridades e cronograma;


 Estratégia e metodologia de ação;
 Forma de registro, manutenção e divulgação de dados;
 Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do Programa.

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Empresa prestadora do serviço
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
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04 – Objetivo
Garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro para seus colaboradores, visando
a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento,
avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a
existir no ambiente de trabalho, atendendo também a Norma Regulamentadora NR-09 –
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, em todos os seus itens.
As ações previstas neste Documento-Base serão desenvolvidas no âmbito da
xxxxxxxxxxxxxxx Ltda, sob responsabilidade do empregador, com a participação dos
trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos
e das necessidades de controle do processo produtivo.

NORMAS REGULAMENTADORAS
Abaixo um resumo das principais normas que foram consultadas para a elaboração
deste PPRA e, que sempre deverão ser observadas e consultadas para desempenho das
atividades com segurança e saúde no trabalho.

NR-01 Disposições Gerais


Dispõe a primeira Norma Regulamentadora elencada na Portaria 3.214/78, sobre a
obrigatoriedade das empresas privadas e públicas em geral, que possuem empregados regidos
pela Consolidação Trabalhista, ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares relativos
à segurança e medicina do trabalho, estabelecendo as obrigações que são exigidas do
empregador e do empregado e, dos órgãos de fiscalização competentes (Secretaria de Segurança
e Saúde no Trabalho - SSST, em âmbito nacional e, Delegacia Regional do Trabalho - DRT, em
âmbito estadual).

NR-02 Inspeção Prévia


Esta Norma Regulamentadora estabelece a obrigatoriedade de todo o
estabelecimento novo encaminhar ao órgão regional do MTE, uma declaração das instalações
ou, solicitar deste mesmo órgão, que realize uma inspeção prévia, para fins de obtenção do CAI
- Certificado de Aprovação de Instalações.
A inspeção prévia e a declaração de instalações são exigidas para assegurar que o
estabelecimento inicie suas atividades livres de riscos de acidentes e/ou doenças do trabalho. O
não cumprimento das exigências previstas na NR-02 impede o início do funcionamento das
atividades do estabelecimento novo.

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Empresa prestadora do serviço
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
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NR-03 Embargo ou Interdição


Trata a Norma Regulamentadora em questão do ato de embargo ou de interdição,
medidas promovidas pelo órgão competente do MTE que importam na paralisação total ou
parcial da obra ou do estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, sempre que,
através de laudo técnico, vier demonstrada a existência de grave e iminente risco ao trabalhador,
considerada assim, toda condição ambiental de trabalho que possa causar acidente ou doença
profissional com lesão grave à sua integridade física (do trabalhador).

NR-04 Serviço Especializado em Engenharia de Segurança


Segundo o preceito contido na NR em questão, as empresas que possuam
empregados regidos pela CLT, deverão manter ou não, Serviços Especializados em Engenharia
de Segurança e em Medicina do Trabalho, na forma estabelecida, considerando a graduação do
risco da atividade principal da empresa e o número total de empregados existentes, conforme
demonstrativos constantes no quadro II*, que integram a referida Norma (NR-04).

NR-06 Equipamento de Proteção Individual


A empresa deverá fornecer para os funcionários somente EPI homologados pelo
MTE, ou seja, todos os equipamentos fornecidos devem possuir Certificado de Aprovação.
O fornecimento do EPI é obrigatório, eis que, em alguns locais de trabalho, não é
possível adotar medidas de proteção coletiva. Com isto, os EPI foram adotados para proteção
contra os riscos de acidentes e/ou doenças profissionais do trabalho, durante o período em que
as medidas de proteção coletivas (se possível) estiverem sendo implantadas ou para atender
situações de emergência. A empresa deverá fornecer os EPI aos empregados gratuitamente e,
em estado de funcionamento e conservação.
A comprovação do fornecimento deve ser feita através de um "Recibo de EPI",
onde deve constar a relação dos EPI entregues ao empregado, a data da entrega, orientações
sobre a obrigatoriedade e o modo de uso e informações sobre as sanções impostas no caso do
não uso, devidamente assinado pelo empregado, atestando o efetivo recebimento dos mesmos.

NR-07 Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional


Estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte do
empregador, do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional - PCMSO, com o objetivo
de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.

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NR-08 Edificações
Estabelece os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas
edificações, para garantir segurança e conforto aos que nela trabalham. Assim, temos:
· altura mínima de 3,00 metros de pé direito, do piso ao teto;
· pisos sem saliências nem depressões, possibilitando a circulação das pessoas e a
movimentação dos materiais;
· aberturas nos pisos e paredes, protegidas, impedido a queda de pessoas ou objetos;
· os pisos, escadas e rampas devem oferecer resistência suficiente para suportar cargas
móveis e fixas;
· escadas e rampas fixas devem ser construídas, de acordo com as normas técnicas
oficiais e mantidas em perfeito estado de conservação · nos locais (corredores, passagens,
escadas, etc.) onde houver perigo de escorregamento, devem ser empregados materiais
antiderrapantes;
· os andares acima do solo, que não forem vedados por paredes externas, devem dispor
de guarda-corpo de proteção contra quedas.
· Além destes requisitos técnicos, deverão ser observadas também, formas de proteção
contra intempéries, de acordo com as normas relativas à resistência ao fogo, isolamento térmico,
isolamento e condicionamento acústico, resistência estrutural e impermeabilidade.

NR-09 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais


Estabelece a norma, em foco, a obrigatoriedade de elaboração e implementação por
parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA. Devem constituir objeto do PPRA os
riscos ambientais, agentes físicos, químicos e biológicos existentes no ambiente do trabalho e
que possam causar danos à saúde do trabalhador.

NR-10 Instalações e Serviços em Eletricidade


Conforme estabelece esta NR, a empresa deve possuir aterramento de todas as
máquinas e equipamentos, resultando com isto, uma maior segurança para os funcionários que
ali trabalham. Por outro lado, a instalação elétrica deverá estar de acordo com o que preconiza
esta NR no tocante a proteção contra incêndios, perigo de contato, bem como, na proteção
contra curtos circuitos.

NR-11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais


Dispõe sobre os critérios de segurança para a movimentação, transporte, armazenagem e
manuseio de materiais, máquinas e equipamentos e das áreas de trabalho onde são instalados.
Desta forma temos:

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· as áreas reservadas para corredores e armazenamento de materiais deverão ser demarcadas


com faixas pintadas no piso com a cor branca;
· os poços dos elevadores deverão ser cercados e isolados com material resistente. As portas de
acesso ao mesmo deverão conter sistema de bloqueio de abertura nos vários pavimentos, a fim
de evitar que algum funcionário abra a mesma quando na ausência deste elevador no pavimento
em questão;
· deverão ser instaladas nos elevadores, placas indicando a carga máxima admissível nos
mesmos;
· o operador de empilhadeira e de outros equipamentos de movimentação de materiais
motorizados, deverá possuir curso de treinamento específico para tal, com diploma e crachá
diferenciado dos demais, sendo que a cada ano o funcionário deverá passar por exame de saúde
completo, por conta do empregador;
· os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores
de carga, guindastes, monta-cargas, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras-
rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneira que
ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança, e conservados em perfeitas
condições de trabalho;
· em todo equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida;
· as empilhadeiras e outros equipamentos de movimentação de materiais deverão possuir sinal
sonoro de advertência, quando do seu deslocamento;
· o armazenamento de material não deverá obstruir os equipamentos de combate a incêndio
(extintores, hidrantes, caixas de mangueiras, etc.), bem como saídas de emergência.

NR-12 Máquinas e Equipamentos


Dispõe sobre os critérios de segurança para a instalação de máquinas e equipamentos e das
áreas de trabalho onde são instalados.
Desta forma temos:
· armazenagem e manuseio de materiais, máquinas e equipamentos e das áreas de trabalho onde
são instalados. Desta forma temos:
· as mesas de trabalho bem como o ponto de operação das prensas ou de outros equipamentos
devem estar na altura e posição adequadas para evitar a fadiga dos funcionários;
· os reparos, a limpeza, os ajustes e a inspeção somente devem ser executados por pessoas
devidamente credenciadas (mecânicos e eletricistas da manutenção), sendo expressamente
proibido que os funcionários que trabalhem em tais máquinas efetuem qualquer tipo de reparo
emergencial.

NR-15 Atividades e Operações Insalubres (Anexos 01 a 14)


Consideram-se atividades insalubres aquelas, que, por sua natureza, condições ou
métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de

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tolerância fixados em razão da natureza, intensidade do agente e do tempo de exposição aos


seus efeitos.
A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer com a adoção de
medida de ordem geral que conserve o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância
e/ou com a utilização de equipamento de proteção individual.
A adoção de medida de ordem coletiva implica na implantação dos denominados
Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC - e a medida de ordem individual implica na
implantação de Equipamentos de Proteção Individual - EPI.

NR-17 Ergonomia
Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer os parâmetros que possibilitam a
adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de
forma a proporcionar o máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Trata dos
aspectos que envolvam o levantamento, transporte e descarga de materiais, o mobiliário, os
equipamentos, as condições ambientais do posto de trabalho e a própria organização do mesmo.
A empresa deverá, dentro de suas possibilidades, efetuar um Programa Ergonômico dos postos
de trabalho em que haja esforços e condições que prejudiquem a saúde do trabalhador.
Por outro lado, quanto à iluminação, sabemos que o Anexo 04 da NR-15 foi revogado
pela Portaria 3.751 de 23/11/90, sendo que passou para esta NR, baseando-se na NBR-5413 da
ABNT.
NR-21 Trabalho a Céu Aberto
Esta Norma Regulamentadora define as medidas especiais que devem ser exigidas
nos trabalhos realizados a céu aberto, visando proteger a saúde e integridade física do
trabalhador.

NR-23 Proteção Contra Incêndios


Esta Norma Regulamentadora define medidas e critérios que determinarão o
enquadramento, instalação, identificação, manuseio e operacionalidade dos dispositivos de
combate contra incêndios. Requer-se a adequação desta norma para a obtenção do certificado de
habite-se e na ocasião em que é realizado o seguro das instalações.
NR-28 Fiscalização e Penalidades

Essa norma trata da ação fiscalizadora dos Agentes de Inspeção do Trabalho do


MTE nas empresas, visando à garantia do cumprimento das disposições legais e regulamentares
vigentes, relativas à segurança e saúde do trabalhador, e da aplicação das penalidades previstas
para cada caso, de conformidade com o disposto no quadro de gradação das multas e no quadro
de classificação das infrações (Anexos I e II integrantes da NR-28).

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NR-33 Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados


Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação
de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos
existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que
interagem direta ou indiretamente nestes espaços. Entende-se por Espaço Confinado qualquer
área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de
entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde
possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

O trabalho de revisão do PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é de


responsabilidade da empresa – xxxxxxxxxxxxxxx
Este PPRA, uma vez revisado, será válido pelo prazo de 01 (Um) ano, quando então
deverá novamente reavaliado.

05- ESTRATÉGIA E METODOLOGIA

As análises das condições de trabalho foram realizadas por seção, levando em


consideração, função, descrição do local de trabalho, atividade desenvolvida bem como, a
identificação dos riscos potenciais, sobre os quais são sugeridas medidas de controle para sua
eliminação e/ou neutralização.

Além da avaliação quantitativa monitoramento dos riscos que contemplam o


programa, como, físicos, químicos e Biológicos, observou-se também os riscos ergonômicos e
de acidentes através de inspeções “in loco” nos ambientes de trabalho, entrevistas dos
funcionários e registros fotográficos.

06-Reconhecimento de Riscos Ambientais

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PPRA – Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais


RECONHECIMENTO DOS RISCOS
SETOR DE TRABALHO: JORNADA DE TRABALHO NºFUNCIONÁRIOS:
TURNO DE TRABALHO
Engenharia 08 horas/dia 1
FUNÇÃO: Forneiro: CBO 8418-05
ATIVIDADE:
Controlar perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar caudas das perdas, estabelecer plano de ação
preventivo e corretivo. Desenvolver, testar e supervisionar sistemas, processos e métodos produtivos, gerenciamento de atividades de
segurança no trabalho e do meio ambiente, gerenciar exposições a fatores ocupacionais de risco à saúde do trabalhador, planejar
empreendimentos e atividades produtivas e coordenação de equipe, treinamentos e atividades de trabalho.
DESCRIÇÃO DO AMBIENTE:
CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado.
Ruído 65 db (Resultado) – 85db(NR15)
RISCO FÍSICO:
Radiação não ionizante: Trabalho a céu aberto
RISCO DE ACIDENTE Queda de mesmo nível e de nível superior.

TRABALHADORES TIPO DE
AGENTES FONTE GERADORA MEIOS DE PROPAGAÇÃO
EXPOSTOS EXPOSIÇÃO

Ruído Ambiente de trabalho xxx Auditiva


Radiação não ionizante Sol Corporal
Ergonomia Ambiente de trabalho Intermitente Corporal
Queda Piso xxx Corporal
MEDIDAS DE CONTROLE
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES
AGENTES MEDIDAS DE CONTROLE PROPOSTAS
EPI EPC
Orientar e fiscalizar sobre o uso do EPI
Ruído Protetor Auricular xxxxx
Exame de audiometria periódico
Raio não ionizante Protetor Solar xxx Orientar e fiscalizar sobre o uso do EPI
Ergonomia xxx xxx Pausas a cada hora para alongamento
Orientar sobre os riscos ocasionados do piso
Piso Calçado de segurança xxxxx
escorregadio.
RECOMENDAÇÕES:
OBSERVAÇÕES:

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
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07-TABELA DE EPI X FUNÇÃO

FUNÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
Engenheiro de Processo x x x x
LEGENDA
1 - Avental de segurança 9-Cinto de segurança - Paraquedista 11-Luva de segurança - Vaqueta ou raspa 16-Óculos de segurança-Arco elétrico
2- Calçado de segurança 7-Creme de proteção - Grupo 3 12-Respirador - Filtro químico GA 17-Óculos de segurança-Ampla visão
3-Calçado de segurança impermeável 8-Creme de proteção - Solar 13-Respirador - PFF1 (poeiras) 18-Protetor auditivo - Abafador
4-Capacete de segurança 9-Luva de segurança - Eletricista 14-Respirador - PFF2 (poeiras e fumos) 19-Protetor auditivo - Inserção
5-Cinto de segurança - Eletricista 10-Luva de segurança - PVC 15- Máscara de solda - Lente 12 20-Protetor facial

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
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08-INFORMAÇÔES MEDIDAS DE PROTEÇÃO


Visando aumentar a segurança dos funcionários, mantendo-os informados sobre normas
de segurança, prevenindo-os de acidentes de trabalho em situações onde há riscos de vida ou
acidentes graves, com a conscientização dos procedimentos de segurança, torna-se necessário à
implantação de sinalização clara e eficiente de placas indicativas da necessidade de uso do EPI
nas áreas onde houver trabalhadores com exposição aos riscos ambientais.

09- Ordens de Serviço e Segurança (OSS)


Visando estabelecer critérios para aplicação de sanções disciplinares, previstas na
legislação em vigor, para casos de irregularidades que comprometam a pratica da prevenção de
riscos ambientais na empresa, exige-se a implantação e manutenção de Ordens de Serviço e
Segurança (OSS) para todas as funções estabelecendo as condições mínimas, sobre Segurança e
Medicina do Trabalho. Fica convencionado, não iniciar tarefas sem que as Ordens de Serviços
tenha sido lidas e compreendidas.

10 - PCMSO
PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, processos de
gerenciamento desenvolvido pela empresa, criado a partir da Portaria 24 de 29 de dezembro de
1994, a qual modificou a Norma Regulamentadora N 7.
Nele consta que todos os trabalhadores deverão passar por exames médicos:
admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e dimensional.
Para cada exame médico realizado o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional
(ASO), em duas vias, onde a primeira via ficará arquivada na empresa e segunda via entregue
ao trabalhador.

EPC – Equipamento de Proteção Coletiva


Envolve a realização de estudos, desenvolvimento e implantação de medidas de
proteção coletiva, quando aplicável, que são aquelas relacionadas à proteção do ambiente de
trabalho, ou seja:
a) São ações, equipamentos ou elementos que servem de barreira entre o perigo e os
operários.
b) São todas as medidas de segurança tomadas para proteger uma ou mais pessoas.

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA/LTCAT
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EPI (NR - 6)
EPI – Equipamento de Proteção. Redação dada pela portaria nº 25, de 15/102001. V.
Instrução Normativa nº 1, de 11/04/1994 e portaria nº 26, de 29/12/1994.
Considera-se Equipamento de Proteção Individual, todo dispositivo de uso individual
utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção dos riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e
a saúde no trabalho. O mesmo deverá conter o número do certificado de aprovação (CA) de
forma indelével. Bem como ter o seu controle em recibos individuais onde conste: data,
material, número do CA, assinatura do funcionário, assinatura do responsável pela entrega,
também um termo de responsabilidade pela guarda e higienização e devolução caso venha a se
desligar da empresa.
Os recibos individuais de EPIs, são imputados para um sistema informatizado que
controla e armazena os dados e a cada ano, por ocasião de férias, ou na rescisão do funcionário,
é emitida uma ficha com todos os EPIs nesse período, a qual é assinada pelo funcionário,
possibilitando assim o descarte dos recibos de EPIs constantes nessa ficha.
Será considerado eficaz o EPI que neutralizar o agente agressivo a saúde do trabalhador.
Para indicação do EPI apropriado será avaliado o tipo de risco constatado.
Observações: constatado que os trabalhadores não utilizam os Equipamentos de Proteção
Individual, a fiscalização poderá multar a empresa. Empresas que utilizam serviços de
terceirização devem exigir dos prestadores de serviços o uso dos equipamentos de
segurança.
Nível de ação
Com base nos dados apresentados anteriormente, definiremos as metas em função da
prioridade dos riscos, tomando por base o início de seu programa pelo risco mais grave até
o mais ameno, sempre levando em consideração o número dos colaboradores envolvidos, a
gravidade e saúde dos colaboradores, nível de exposição a riscos identificados conforma
abaixo:
Ruído Contínuo

11 - Medidas Relativas ao Trabalhador

11a) fornecer protetor auricular tipo plug ou concha e orientar quanto a obrigatoriedade e uso
correto dos mesmos.

12 - Medidas Relativas ao Ambiente e Fonte Geradora

12a) implementar programa de manutenção preventiva das máquinas ou equipamentos ruidosos


a fim de limitar os níveis de ruído produzidos.

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13 - Adequar os níveis de iluminamento

A melhoria dos níveis de iluminamento pode ser obtida através das seguintes alternativas:

3a) Distribuição uniforme das lâmpadas.

3b) Instalação das luminárias com altura adequada em relação a superfície de trabalho.

3c) Manutenção constante das luminárias com limpeza e substituição de lâmpadas queimadas
e/ou envelhecidas.

14- Calor

Manter o controle permanente da exposição ao agente calor através de ventilação natural ou


forçada

15 - Medidas Relativas ao Trabalhador

15a) Estudar regime de trabalho intermitente com períodos de trabalhos e repouso previamente
definidos.

15b) Orientar os trabalhadores sobre os males da exposição ao calor, bem como sobre práticas
preventivas, como por exemplo o consumo do soro caseiro para repor as energias perdidas. O
soro é preparado pelas funcionárias da Cozinha e fornecido aos funcionários, quando solicitado
por estes.

15c) Disponibilizar água potável em local adequado e incentivar o consumo pelos


trabalhadores.

16 - Medidas Relativas ao Ambiente e Fonte Geradora


16a) Manter o ambiente permanentemente ventilado a fim de facilitar a troca de calor.

16b) Controlar os índices de umidade do ambiente de trabalho.

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16c) Proceder a exaustão dos gases quentes do ambiente.

17- Agentes Químicos

Manter o controle permanente da exposição aos agentes químicos através de:

18 - Medidas Relativas ao Trabalhador

18a) Manter o fornecimento de máscara com filtro para poeiras químicas e vapores orgânicos

18b) Orientar quanto a obrigatoriedade e uso correto dos mesmos.

19 - Medidas Relativas ao Ambiente

19a) Manter o controle da liberação de poeiras químicas e vapores orgânicos no ambiente.


19b) Redimensionar o sistema de exaustão atual, para captação de poeiras químicas, sugerimos
sucção por baixo das máquinas.

19c) Manter identificação de segurança nos produtos químicos.

20 - Medidas Gerais de Segurança

20a) Manter vigilância rígida a respeito dos procedimentos de segurança na execução das
atividades. Implantar O.S. (Ordens de Serviço) por função.

20b) Efetuar as seguintes correções nas instalações elétricas:

- Introduzir em eletrodutos rígidos a fiação elétrica que corre sem proteção mecânica, presa à
parede, vigamento ou solta pelo chão, sem passagem por isoladores:

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- Todos os quadros de distribuição de luz e força, deverão ser identificados tanto externa quanto
internamente, através de etiquetas adesivas ou outro meio similar.

- outros itens elétricos, tais como:


- caixa de passagem sem tampa
- disjuntores fora de quadro de proteção
- quadro de distribuição de luz ou força com fundo de madeira ou confeccionado
em madeira etc.

20c) não fazer a utilização do vestiário para quaisquer outros fins, ainda que em caráter
provisório, não sendo permitido, sob pena de autuação, que roupas e pertences dos empregados
se encontrem fora dos respectivos armários.
Deverá ser elaborado medidas corretivas pela Empresa, de forma a manter o vestiário em ordem
e em perfeito estado de conservação.

20d) os banheiros devem ser mantidos em estado de conservação, asseio e higiene, desprovidos
de quaisquer odores durante toda a jornada de trabalho, manter o cesto de guarda de papéis com
tampa, e manter também o material para a limpeza, enxugo ou secagem das mãos, proibindo-se
o uso de toalhas coletivas.
.
20e) efetuar projeto de instalação e teste hidrostático nos compressores e caldeira, bem como
protocolar livro no Sindicato da categoria.

20f) verificar as condições de proteção contra descarga atmosférica, sistema de para-raios na


edificação.

20g) verificar as unidades extintoras em todas as dependências do estabelecimento, sendo


necessário um mínimo de 02 (duas) unidades por pavimento, independente da área ocupada,
desde que a distância máxima percorrida não exceda a 10 metros.
Os locais destinados aos extintores devem ser assinalados por um círculo vermelho ou por uma
seta larga, vermelha, com bordas amarelas.
Todas áreas destinadas aos extintores deverão permanecer desobstruídas.
Verificar a recarga dos extintores existente.

20h) devido o número de funcionários do estabelecimento, o CNAE e o Grupo à qual pertence,


a mesma encontra-se na obrigatoriedade de constituir uma CIPA (Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes) de acordo com a NR-5 da Portaria n.º 8/99.

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21- PROGRAMA DE TREINAMENTO


Anual para desguiando da Comissão interna de prevenção de acidentes;
Anual no uso adequado, guarda e conservação dos EPIs;
Anual em primeiros socorros;
Anual em prevenção e combate a incêndio;
Anual em ergonomia Nr17;

22 - LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO - LTCAT

PREÂMBULO

Este Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho foi elaborado a partir de
inspeções e determinações técnicas (medições ambientais) de agentes nocivos físicos, químicos
e biológicos, “in loco. Está fundamentada legalmente, na Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de
1977, do TEM e regulamentada pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, do TEM e pelo
Decreto nº 3048/99 de 12 de maio de 1999 e pela Instrução Normativa nº 99, de 10 de dezembro
de 2003 do INSS.

INTRODUÇÃO

A elaboração deste Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho, tem como
objetivo um estudo das condições ambientais atuais existentes nesta empresa, a fim de
identificar os agentes de riscos. Esta pesquisa está direcionada no reconhecimento e avaliação
dos fatores ambientais ou de locais de trabalho que possam causar prejuízos à saúde a ao bem-
estar dos trabalhadores desta empresa, que trabalham sob estas condições adversas. Todo
embasamento legal deste trabalho, está descrito no preâmbulo deste Laudo.

METODOLOGIA

Toda metodologia aplicada está baseada no estudo dos locais de trabalho, analisando os
setores e funções desenvolvidas e avaliando os possíveis riscos aos que os funcionários poderão

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estar expostos, segundo os conceitos técnicos adotados pela Portaria nº 3.214 de 08 de junho de
1978, do MTE em suas Normas Regulamentadoras NR 15 e Nr 16, no Decreto 93.412 de 14 de
outubro de 1986, do MTE e pelo Decreto nº 3048/99 de 12 de maio de 1999 e pela Instrução
Normativa nº 99, de 10 de dezembro de 2003 do INSS.

DESCRIÇÃO DA TÉCNICA EMPREGADA E DO MÉTODO DE AVALIAÇÃO

23. AVALIAÇÃO QUALITATIVA E OU QUANTITATIVA DOS RISCOS FÍSICOS,


QUÍMICOS E BIOLÓGICOS

Foram efetuadas medições dos níveis de intensidade sonora e dos níveis de


iluminância nos setores de trabalho. Os valores obtidos estão relacionados nos quadros
correspondentes, anexos no final deste relatório.
Com os valores das medidas quantitativas de intensidade do ruído e dos níveis
de iluminância, bem como as avaliações qualitativas efetuadas, elaborou-se o Quadro de
Conclusão, onde estão relacionados os setores, o agente avaliado, o enquadramento legal, o
adicional de insalubridade e ou periculosidade devido e as recomendações efetuadas.
No quadro de Conclusão, na coluna Adicional devido, o percentual citado estará
seguido de sigla SM quando se referir ao salário mínimo da região (adicional de insalubridade)
ou SE quando se referir ao Salário do Empregado, sem as gratificações (adicional de
periculosidade).

23.1 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO

23.1.1 - ORIENTAÇÕES

Os riscos ambientais poderão ser controlados, utilizando-se as medidas de


Proteção Coletiva (EPC) ou individual (EPI). As medidas de proteção coletivas sempre deverão
ser preferidas.
Além da entrega do EPI, que precisa ser adequado para a finalidade a que se
destina e possuir o CA (Certificado de Aprovação) do Ministério do Trabalho, o empregador
deverá providenciar a manutenção e higienização, o treinamento para uso adequado e motivar
os empregados para o uso dos mesmos.
Esta providência eliminará, reduzirá ou neutralizará a ação dos riscos
ambientais sobre os empregados. Uma vez suprimida a condição insalubre, o adicional
respectivo pode deixar de ser pago. Visando isso, propõem-se algumas medidas, cuja
viabilidade técnica e econômica poderá ser estudada pela empresa.

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23.1.2 NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA (RUÍDO)

Na empresa, não ocorreram níveis de ruído superiores aos limites de tolerância,


ditados pela tabela constante do Anexo 1, da NR-15. Porém o nível de ruído aceitável para
condições de conforto será de 65 dB (A), nos locais de trabalho onde são executadas atividades
que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como nos escritórios.

23.1.3 NÍVEIS DE ILUMINAMENTO

A boa iluminação dos locais de trabalho proporciona vantagens, tais como:


aumento de produção, melhor acabamento do trabalho, diminuição do desperdício de material,
redução do número de acidentes, diminuição da fadiga ocular e geral, maior rendimento dos
indivíduos idosos ou portadores de defeitos visuais e melhor supervisão dos trabalhos. Para que
os níveis de iluminância atendam aos limites, estabelecidos pela NBR 5413, e a portaria no
3.751, de 23/11/1990 que altera a Norma Regulamentadora NR-17, sugere-se:
 Aumentar o número e ou potência das lâmpadas;
 Efetuar manutenção periódica das instalações, incluindo-se a substituição
das lâmpadas queimadas, a limpeza das lâmpadas, luminárias e janelas; e
 Aproximar as lâmpadas dos campos e trabalho.
 Posicionar as luminárias, adequadamente, sobre as máquinas ou postos de
trabalho.

23.1.4 AGENTES BIOLÓGICOS

Os serviços de limpeza e coleta de lixo, realizados pela Auxiliar de Limpeza,


em escritórios e banheiros são considerados como processos iniciais de coleta de lixo urbano,
bem como, as operações que envolvem lavação de pisos, paredes, sanitários, etc., determinam
contato com as sujidades encontradas nestes locais. Excrementos humanos, como fezes, urina,
escarro, podem fazer o contato do trabalhador com alguns agentes biológicos, dentre os quais
citamos os fungos, as bactérias, os vírus e os vibriões. Do contato podem surgir diversos
problemas de saúde.
Em virtude da impossibilidade de eliminação de tais agentes, os funcionários
deste setor devem laborar com equipamentos de proteção individuais adequados, tipo: Luva de
Látex ou PVC, Avental impermeável, botas de PVC ou Borracha, além da utilização de
bactericidas e germicidas comprovadamente capazes de inibir o crescimento de
microrganismos.
O anexo n° 14 da Norma Regulamentadora n° 15 estabelece a atividade de
coleta de lixo como insalubre em grau máximo (40% do salário mínimo da região).

23.1.5 AGENTES QUÍMICOS

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Nos serviços de limpeza, realizados pela Auxiliar de Limpeza, são utilizados


produtos de limpeza (Taski Profi, Jolimpac) que além de ácidos graxos tem em sua composição
uma quantidade extra de sais alcalinos, que atuam sobre a pele e mucosas, tento ação irritante.
Os detergentes também são produtos de limpeza, tendo acrescidos os objetivos
de manutenção, conveniência e frescor. Tem como principal componente os sulfactantes que
podem ser aniônicos, catiônicos, não-catiônicos e incorporadores. Dependendo do tipo são mais
ou menos tóxicos e, também irritantes de pele e mucosas.
Em virtude da impossibilidade de eliminação de tais agentes, os funcionários
deste setor devem laborar com equipamentos de proteção individuais adequados, tipo: Luva de
Látex ou PVC, Avental impermeável, botas de PVC ou Borracha.
Tanto os sabões quanto os detergentes enquadram-se na categoria de álcalis
cáusticos.
O anexo n° 13 da Norma Regulamentadora n° 15 estabelece a atividade de
manuseio de álcalis cáusticos como insalubre em grau médio (20% do salário mínimo da
região).

23.1.6 SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA

O empregado que exerce atividade no setor de energia elétrica, em condições de


periculosidade, tem direito a uma remuneração adicional de trinta por cento sobre o salário que
perceber, conforme a Lei N° 7.369 de 20 de setembro de 1985.
O Decreto n° 93.412 de 14 de outubro de 1986 regulamenta a Lei n° 7.369 de
20 de setembro de 1985, que institui salário adicional para empregados do setor de energia
elétrica, em condições de periculosidade e dá outras providências. São atividades em condições
de periculosidade, as atividades de inspeção, testes, ensaios, calibração, medição e reparos em
equipamentos e materiais elétricos, eletrônicos, eletromecânicos e de segurança individual e
coletiva em sistemas elétricos de potência de alta e baixa tensão.

24. METODOLOGIA E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

24.1 NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA (RUÍDO)

A Medição do Nível de Pressão sonora foi feita nos diversos setores e condições
encontradas na empresa, para verificação do ruído intermitente. Conforme Anexo I da NR 15 o
medidor de Pressão Sonora foi regulado para o circuito de compensação “A” e circuito de
resposta Lenta “slow”.
Aparelho de medição utilizado: Medidor de nível de pressão sonora marca
REALISTIC CAT No 33 - 2050 , leitura em resposta lenta (SLOW) e na circuito de
compensação A. As medições foram feitas sempre na altura do aparelho auditivo dos
trabalhadores e nos vários postos de trabalho. Procurou-se fazer as medições nas condições mais
desfavoráveis.

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24.2 NÍVEIS DE ILUMINAMENTO

As medições foram feitas nos locais de trabalho, ou a 75 cm do solo, quando os


campos de trabalho são indefinidos. Durante o dia a medição é feita com iluminação Natural e
[Link] de medição utilizado: Luxímetro marca YU FUNG, modelo 170.

25- DISPOSIÇÃOES GERAIS


O LTCAT é uma declaração pericial para fins previdenciário e destinado a:
Apresentar os resultados da análise global do desenvolvimento do PPRA, PGR, PCMAT e
PCMSO;
Demonstrar o reconhecimento dos agentes nocivos e discriminar a natureza, intensidade e
concentração;
Identificar as condições insalubre ou perigosas no ambiente de trabalho e/ou processo
produtivo;
Explicitar as avaliações quantitaticas e qualitaticas dos riscos, função e grupo homogêneo de
exposição ou por local de trabalho.

26- Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), deverá ser emitido obrigatoriamente por meio
físico nas seguintes situações:
 Por ocasião do encerramento de contrato de trabalho, em duas vias, com fornecimento
de uma das vias para o empregador mediante recibo:
 Para fins de requerimento de reconhecimento de períodos laborados em condições
especiais;
 Para fins de concessão de benefícios por incapacidade, a partir de 01/07/2003, quando
solicitado pela Perícia Médica do INSS, no caso de acidente e doenças ocupacionais
26.1- IDENTIFICAÇÃO E RECONHECIMENTO DE TRABALHOS INSALUBRE E
PERIGOSOS
São periculosas as atividades ou operações onde a natureza ou os seus métodos de trabalhos
configure um contato com substancias inflamáveis ou explosivos, substâncias radioativas ou
radiação ionizante, energia elétrica, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho,
impliquem risco acentuado como é o caso, por exemplo, de frentista de posto de combustível,
operador em distribuidora de gás, entre outros.

São consideradas atividades ou operações insalubres as que são desenvolvidas acima dos limites
de tolerância previstos nos anexos da NR-15.

27- Conclusão
Com base nas avaliações realizadas conforme PPRA/LTCAT, verificou-se que as atividades
realizadas NÃO SE ENQUADRAM COMO INSALUBRES OU PERIGOSAS, NÃO
FAZENDO JUS A NENHUM ADICIONAL, pelo fato de que as medidas preventivas

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neutralizam ou minimizam os agentes citados, deixando-os abaixo dos limites de tolerância,


devendo ser aplicado o código “O”.
Pirassununga, 02 de setembro de 2018

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Engenheira Segurança do Trabalho
CREA

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