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Dirofilariose: Ciclo e Impactos em Animais

O documento aborda a dirofilaria, um parasito que afeta caninos e felídeos, causando obstrução nas artérias pulmonares e problemas circulatórios. A transmissão ocorre através de mosquitos, que atuam como hospedeiros intermediários, e a infecção pode levar a complicações graves, incluindo insuficiência cardíaca e morte. O diagnóstico é desafiador e envolve exames sorológicos e de imagem, com o controle de vetores sendo essencial para prevenção.

Enviado por

Thalitha Alves
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O documento aborda a dirofilaria, um parasito que afeta caninos e felídeos, causando obstrução nas artérias pulmonares e problemas circulatórios. A transmissão ocorre através de mosquitos, que atuam como hospedeiros intermediários, e a infecção pode levar a complicações graves, incluindo insuficiência cardíaca e morte. O diagnóstico é desafiador e envolve exames sorológicos e de imagem, com o controle de vetores sendo essencial para prevenção.

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Chega nas câmaras do coração quando o parasitismo é muito intenso.

É um parasito de vasos pulmonares, Habitat- artérias pulmonares e ventrículo direito (ADULTOS)-


CANINOS E FELÍDEOS.
Adultos – Dimorfismo sexual
Fêmeas chegam a 30 cm e macho – 15 cm, mas a cauda é espiral
L1- A larva que sai do ovo, encontra-se no sangue circulante
Muito pequeno, só consegue-se ver no microscópio.
Oubarca é uma bactéria que faz simbiose
O parasito tem simbiose com Wolbachia
Ela fica ao redor do parasito
Obstruindo as artéria, vai afetar a circulação, a respiração
É ZOONÓTICO
Humano também pode se deparar com dirofilaria:
Pulmão- Quando a resposta imune intensa ataca a larva, englobando a larva, forma um granuloma –
reação granulomatosa
Pode-se observar um nódulo granulomatoso no pulmão
Em gato- apenas uma única filaria leva a óbito, por causa das respostas imunes serem tão intensas, o
tamanho do coração.

Mosquitos – Familia culicidae


Aedes Aegipt em um laboratório é susceptível, algumas populações são .
Vários gêneros
A possibilidade de transmissão é grande, pois são muitos vetores.
São hospedeiros intermediários, o desenvolvimento do filarídeo vai acontecer no sistema excretor do
mosquito – L3

O total do desenvolvimento de ovo até adulto é 180 dias


Dentro do vetor média de 14 dias, dependendo da população de mosquito, pode fechar o ciclo a até 12
dias ou as vezes até 18 dias, pois depende de umidade boa, temperatura boa, quanto mais frio, mais
alonga o ciclo do mosquito e a filaria desacelera o desenvolvimento.
Média de 14 dias para ir de L1 a L3 a larva infectante que vai migrar do s excretor e vai migrar para o
aparelho bucal do mosquito.
Quando mosquito for se alimentar, repasto sanguíneo tem o anestésico, anticoagulante, enzimas,
complexos e dirofilaria (na saliva).

No animal infectado ele tem nas artérias pulmonares e talvez no ventrículo direito , adultos de dirofilaria.
Os machos e fêmeas acasalam, as fêmeas produzem ovos.
Alguns acham que as fêmeas colocam ovos nessa região e os ovos eclodem liberando L1
E outros acreditam que as fêmeas são larviparas, não produzem ovos, já colocam a larva
As Larvas 1 vao ser encontradas no sangue periférico dos animais.
As fêmeas dos mosquitos ingerem sangue para maturação dos ovócitos, fazer repasto sanguíneo. E
quando o mosquito fêmeas ingerem e se o animal estiver parasitado ela ganha o sangue com dirofilaria
L1, esse sangue vai para o intestino do mosquito e essas larvas de dilofiraria vão migrar para o aparelho
bucal do mosquito .
O sangue é digerido em 24 hrs, as larvas l1 migram para os túbulos de malpig

Transição – Salsichoíde
L1 para L2 – Bem robusta, larga, vai destruindo o túbulo
L2 – L3
Quando muda para L3 (larva infectante), ela rompe o túbulo e cai na hemolinfa e migra entrando nas
glândulas salivares da fêmea – aparelho bucal.

Média de 14 dias
Quando o mosquito se alimenta a L3 fica depositada pela pele e ELA entra no orifício da picada –
penetração ativa – fica alguns meses 3- 4 meses nos capilares do animal, no tecido subcutâneo.
Depois disso ela consegue migrar, consegue entrar nos vasos sanguíneos e é levada pela corrente
sanguínea e vai para as artérias pulmonares – habitat dela- se tiver uma carga parasitaria alta vai para o
ventrículo direito.
Ventrículo D L4 - adulto
Acasalamento – pela circulação normal acaba chegando no sangue periférico
MOSQUITO- TEM VALHAS CALHAS, FICA ENTRE

Pode infectar humano acidentalmente- respostas imunes e nódulo granulomatoso.

Mosquito vetor biológico e hospedeiro intermediário


Cão hospedeiro definitivo
Ciclo heteróxeno
Especificidade eurixeno

BRASIL, forte no nordeste. Prevalência nacional.


Encontrado preferencialmente em locais costeiros por conta do vetor
Mas locais em que tem água também tem mosquito

Para ter a infecção em um determinado local:


Caninos e felídeos susceptíveis;
Reservatório, cão bem adaptado
Geralmente em locais de clima muito frio, a dirofilaria não consegue se desenvolver. Temperatura de 16
Adaptação vetorial
População que tem o ano todo ano – População estável de vetores.

Geralmente assintomáticos (problema)


Pode apresentar tosse
Cansar durante exercícios
Se tiver a presença de adultos no ventrículo pode observar no exame alguns ruídos pulmonar
No exame de imagem o coração pode estar aumentado.
Desenvolvimento longo pode observar hepatomegalia
Formas mais graves- por conta da insuficiência cardíaca pode observar astite e os rins podem ficar
congestos, por que como o metabolismo dela, conforme ela vai se desenvolvendo , vai liberando toxinas
no sangue e isso vai causar problemas no fígado e nos rins.
Há relato de animal liberando sangue na urina
Óbito
Demora para diagnosticar

Conforme eles se movimentam, vão fazendo o metabolismo deles, tem ação mecânica tanto de ficarem
batendo na parede da artéria e da câmara do coração quanto a liberação de toxinas do metabolismo
deles, que provocam respostas imunológicas.
Por conta da presença deles, podem ocorrer problemas vasculares, pode causar hipertensão pulmonar
por que eles estão destruindo o local e resposta inflamatórias – respostas imunes – imigração de glóbulos
brancos, produção de anticorpos que vai destruir alguns parasitos, mas não todos.
O problema de destruir todos é a tromboembolia.
Vasos – Primeiro migração de glóbulos brancos - leucócitos vão aderir, tentar englobar e acabam se
prendendo também a parede dos vasos por dentro. Vai ativar plaqueta, pois como acaba causando lesão,
as celular de reconhecimento.
O coração vai começar a crescer, por que com tudo isso começa a proliferar as células ele aumenta.
A depender da carga parasitária, se conseguiu eliminar a bobaca, que vai ter desprendimento, imigração
desses parasitos, pode ter trombose, fibrose, tromboembolia, lesões imunológicas e a presença
mecânica, tóxica, do parasito nesse ambiente e a presença da bactéria, simbiose. E quando elas morrem
aí acontece a liberação de toxinas mesmo.

Exame de sangue: parasitológico, sorológico e molecular


O mais efetivo é o sorológico
(A ivermectina são microfilaricidas , larvicida) – A depender do que foi administrado no animal pode haver
um falso negativo. Só as larvas morreram no sangue periférico.
Parasitológico - Sangue geralmente da cefálica coletado.
Há também filarias parecidas.
Sorologia (só pra cão) Willis
Usa mais o Conflui
4DX
Sorologia só pegam antígeno de fêmea
Diagnóstico por imagem – Ultrassom e raio x
Parasitológico e sorológico é só acima de 8 meses.

Medicamento larvicida
Cirúrgico
Quebrar o ciclo é o principal – controlar os vetores, fazer o levantamento de áreas endêmicas.
Usar a coleira repelente.

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