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Diferenças entre Taxa Nominal e Efetiva

O documento analisa a diferença entre taxas de juros nominais e efetivas, destacando suas definições e aplicações em produtos financeiros. A pesquisa qualitativa comparou dois bancos, revelando como suas taxas influenciam a satisfação do cliente e a eficácia dos produtos. Os resultados mostraram variações significativas nas taxas de juros entre os bancos, refletindo diferentes abordagens na gestão de tarifas e rentabilidade.

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Diferenças entre Taxa Nominal e Efetiva

O documento analisa a diferença entre taxas de juros nominais e efetivas, destacando suas definições e aplicações em produtos financeiros. A pesquisa qualitativa comparou dois bancos, revelando como suas taxas influenciam a satisfação do cliente e a eficácia dos produtos. Os resultados mostraram variações significativas nas taxas de juros entre os bancos, refletindo diferentes abordagens na gestão de tarifas e rentabilidade.

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Taxa Nominal X Taxa Efetiva

Nomes dos autores: Amanda , João Dias , João Victor , Noemi , Rute , Valderlania
Instituições: Unidade acadêmica Grau Técnico Parnamirim, (84) 3272-6777

INTRODUÇÃO
A taxa de juros pode ser definida como a relação entre os juros pagos ou
recebidos no final de um período e o capital inicialmente tomado ou aplicado.
As taxas de juros podem ser classificadas como: Linear e exponencial ou
nominal, efetiva e real.
E ainda as classificações não são mutuamente excludentes, isto é, uma taxa
pode ser nominal linear ou nominal exponencial, efetiva linear ou efetiva
exponencial e real linear ou real exponencial.
Uma taxa é nominal quando o valor do capital inicial tomado como base de
cálculo não representa o valor efetivamente recebido ou desembolsado.
Trata-se, na verdade, de uma taxa aparente. Desta forma, o cálculo dos valores
reais dos juros a serem recebidos ou pagos é feito em cima desse valor de taxa
"aparente" que nos dá a taxa efetiva de juros no período.
(REIS, 2016; VIEIRA SOBRINHO, 1981).

METODOLOGIA
Nesta pesquisa abordamos a metodologia qualitativa com o levantamento de
dados de dois bancos diferentes, por meio de investigações bibliográficas.
Coletamos informações sobre como aplicam e comunicam as taxas nominais e
INFORMAÇÕES DOS GRÁFICOS B E N
efetivas em produtos financeiros. Analisamos e comparamos os resultados De acordo com algumas pesquisas entre um Banco B e o Banco N,
para identificar semelhanças e divergências. podemos ver mudanças em suas formas de gerenciamento de taxas.

Como por exemplo no Banco B:


Sua taxa nominal é 0,141% sobre o valor utilizado e 4% sobre os
juros pagos e a sua taxa efetiva pode variar entre 3,38% a.m
RESULTADOS E DISCUSSÃO (50,91% a.a.) e 6,35% a.m (114,97% a.a.).

Após a análise, os resultados destacaram exemplos específicos de suas Já no banco N:


práticas. Discutimos como essas abordagens podem influenciar a satisfação do Sua taxa nominal não tem tarifas de manutenção. Nela, você não
cliente e a eficácia dos produtos bancários. paga nenhuma tarifa e seu dinheiro rende todos os dias a uma
Representamos por meio de gráficos como as taxas de cada banco são taxa maior do que a poupança e sua taxa efetiva é de 100% do CDI,
afetadas ao decorrer do tempo. Discutimos também sobre como ambos os que, ao ano, garante uma rentabilidade de 13,15%, muito próxima da
bancos lidam de forma diferente com a crescente das taxas e como isso afeta a taxa Selic – hoje, a 13,25%.
reação dos possíveis clientes.

CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES
FINAIS
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REFERÊNCIAS
REIS, Pedro Miguel Gomes. A relação entre a taxa efetiva de imposto e a taxa nominal,
2016. Dissertação de Mestrado.

VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Taxa de juros: nominal, efetiva ou real? Revista de
Administração de Empresas, v. 21, p. 77-82, 1981.

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