100% acharam este documento útil (1 voto)
15 visualizações18 páginas

Procedimento de Torque Controlado TRSP

O documento estabelece critérios para o uso de ferramentas de torque controlado em estojos no projeto TRSP, abrangendo áreas como City Gate e Gasoduto. Inclui diretrizes sobre responsabilidades, procedimentos de torqueamento, tensionamento e montagem de juntas, além de referências normativas. O objetivo é garantir a segurança e eficiência nas operações de montagem e manutenção das estruturas envolvidas.

Enviado por

6c6bj2fqyf
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
100% acharam este documento útil (1 voto)
15 visualizações18 páginas

Procedimento de Torque Controlado TRSP

O documento estabelece critérios para o uso de ferramentas de torque controlado em estojos no projeto TRSP, abrangendo áreas como City Gate e Gasoduto. Inclui diretrizes sobre responsabilidades, procedimentos de torqueamento, tensionamento e montagem de juntas, além de referências normativas. O objetivo é garantir a segurança e eficiência nas operações de montagem e manutenção das estruturas envolvidas.

Enviado por

6c6bj2fqyf
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

NOME

PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 1 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

TORQUE CONTROLADO

07 Liberado para uso RD LR JF TRSP 18/07/2023

Inclusão do Item 6.9 torqueadeira hidráulica e revisão do item 7


06 RD LR JF TRSP 06/07/2023
recomendações de segurança.

05 Liberado para uso RD GO JF TRSP 03/05/2023

04 Revisado onde indicado – 6.8 e inclusão do anexo 8 RD GO JF TRSP 02/05/2023

03 Liberado para uso RD GO JF TRSP 27/02/2023

02 Revisado onde indicado – inclusão do anexo 7 RD GO JF TRSP 17/02/2023

01 Liberado para Uso PL MT RM TRSP 28/10/2021

00 Emissão Inicial PL MT RM TRSP 30/09/2021

REV. DESCRIÇÃO EXEC. VERIF. APROV. CLIENTE DATA


NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 2 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ÍNDICE

1. OBJETIVO.................................................................................................................. 3
2. APLICAÇÃO .............................................................................................................. 3
3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA ............................................................................ 3
4. DEFINIÇÕES E SIGLAS ............................................................................................ 3
5. RESPONSABILIDADES ............................................................................................ 3
5.1. DIRETOR DO CONTRATO ........................................................................................ 3
5.2. CONTROLE DA QUALIDADE ................................................................................... 3
5.3. PRODUÇÃO .............................................................................................................. 4
6. PROCEDIMENTO....................................................................................................... 4
6.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS ..................................................................................... 4
6.2. METODOLOGIA ........................................................................................................ 4
6.3. TORQUEAMENTO .................................................................................................... 4
6.4. TENSIONAMENTO .................................................................................................... 5
6.5. PRÉ CARGA .............................................................................................................. 5
6.6. MONTAGEM DA JUNTA DE VEDAÇÃO E ESTOJO ................................................ 5
6.7. MAPEAMENTO DOS ESTOJOS ............................................................................... 6
6.8. TORQUEAMENTO DOS ESTOJOS .......................................................................... 6
6.9. TORQUEAMENTO COM USO DE TORQUEADEIRA HIDRÁULICA........................ 7
8. ANEXOS..................................................................................................................... 9
9. APROVAÇÃO ........................................................................................................... 10
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 3 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

1. OBJETIVO
Este procedimento tem a finalidade de estabelecer critérios para a utilização de ferramentas para torque
controlado em estojos, executada pela CONCREMAT ENGENHARIA E TECNOLOGIA S.A., no projeto de
Implantação de Terminal de Regaseificação de São Paulo – TRSP (Estruturas Marítimas, Gasoduto e City
Gate) na modalidade EPC (Engineering, Procurement and Construction).

2. APLICAÇÃO
Este Procedimento aplica-se as etapas construtivas que serão realizadas nas seguintes áreas:
• City Gate;
• Gasoduto;
• Estruturas Marítimas (Jetty e Off-Shore).

3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
ABNT NBR 12240: Materiais Metálicos-Calibração de Dispositivos para Medição de Torque Estático;
ASTM A 193: Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting Materials for High-Temperature Service;
ASME B16.5: Pipe Flanges and Flanged Fittings;
ASME B16.47: Large Diameter Steel Flanges;
ASME PCC-1-2000: Guidelines for Pressure Boundary Bolted Flange Joint Assembly.

4. DEFINIÇÕES E SIGLAS
Torque: É a fração da força aplicada sobre um objeto que é efetivamente utilizada para fazê-lo girar em torno
de um eixo ou ponto central.
Torquímetro: Equipamento utilizado para aplicação de torque controlado.
Aperto Normal: Considera-se que o aperto normal pode ser obtido por alguns impactos de uma chave de
impacto ou pelo esforço máximo de um operário usando uma chave normal, garantindo sempre firme contato
entre as partes ligadas.

5. RESPONSABILIDADES
5.1. DIRETOR DO CONTRATO
• Garantir recursos necessários para o cumprimento e implementação deste procedimento;

5.2. CONTROLE DA QUALIDADE


• Garantir que todas as atividades sejam realizadas em conformidade com este procedimento;
• Verificar se os equipamentos estão calibrados e de acordo com as tolerâncias de operação.
• Gerar relatórios pertinentes para comprovar a conformidade das atividades.
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 4 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

5.3. PRODUÇÃO
• Atender as condições previstas neste procedimento e aos critérios de execução da atividade.
• Utilizar somente equipamento devidamente calibrado e dentro das tolerâncias de uso.

6. PROCEDIMENTO
6.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os estojos e porcas devem estar limpos e em condições de uso.
As partes que tenham atrito (rosca, porca com seu assentamento) devem estar lubrificadas com graxa
específica para esta finalidade.
Encostar todos os estojos com ferramentas manuais, não apertar excessivamente apenas garantir que o lado
oposto que será inicialmente torqueado não abra.
Ajustar o equipamento que será utilizado para apertar em 100% do valor recomendado;
Executar o torque na sequência de aperto cruzada indicada no plano de torque.
No torquímetro, nunca o utilize abaixo de 20% ou acima de 80% do valor total da escala;
O torque deve ser aplicado sempre perpendicularmente ao eixo do parafuso;
Evite tanto quanto possível o uso de extensão, redução, pois isso pode introduzir erro na aplicação do torque;
A faixa de maior precisão situa-se entre 20% e 80% do maior valor da escala; para maior vida útil da
ferramenta, o soquete deve estar corretamente encaixado ao quadrado do equipamento.
Não é permitido o uso de chave de impacto para aperto de parafusos e estojos

6.2. METODOLOGIA
Métodos de aplicação de aperto inicial e final de ligações flangeadas aparafusadas: Torques, Apertos e
tensionamento com procedimentos qualificados.

6.3. TORQUEAMENTO
O torque é aplicado na porca do estojo, forçando-a a girar em torno de seu eixo, através de uma força exercida
em um braço de alavanca.
Ao aplicar o torque, se está alongado o estojo e induzindo a uma tensão de tração no regime de deformação
elástica.
Esta tensão se converte na força que o estojo faz permanentemente para voltar ao seu comprimento inicial e
mantém a ligação flangeada apertada.
Como força de aperto é aplicada através de torção da porca, ocorre a influência direta do atrito entre as roscas
e na superfície de assentamento da porca.

Figura 1
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 5 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

6.4. TENSIONAMENTO
No tensionamento a força é aplicada diretamente no estojo, alongando-o, no regime elástico.
Esta força aplicada é a mesma força que o estojo faz permanentemente para voltar ao seu comprimento inicial
e mantém a ligação flangeada apertada.
No tensionamento, ao se aplicar a força de aperto diretamente no estojo, não ocorre a influência do atrito
entre as roscas e na superfície de assentamento da porca.

6.5. PRÉ CARGA


As juntas flangeadas em um sistema de alta pressão requerem uma pré carga inicial, para prevenir vazamento
na junta.
Os vazamentos nas juntas podem ter as seguintes causas:
• Pressão interna;
• Reações a forças externas.
Geralmente, a pré carga nos estojos das uniões com flanges, deverá ser alta o suficiente para manter os
elementos em contato a baixa pressão. A diminuição da tensão na junta pode resultar no vazamento do fluido.

6.6. MONTAGEM DA JUNTA DE VEDAÇÃO E ESTOJO


Para obter um ajuste apropriado da união, é recomendável adotar uma sequência no aperto dos estojos,
conforme detalhado na figura 1.

Figura 2

Em uma conexão por flanges, todos os componentes devem ser corretamente montados para uma efetiva
vedação.
A causa mais comum de vazamento em uma união por flanges é a montagem indevida.
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 6 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

Os passos a serem seguidos para a montagem são:


• Os parafusos, estojos e porcas devem estar limpos e em condições de uso;
• As partes que tenham atrito (rosca, porca com seu assentamento) devem estar lubrificadas com graxa
específica para esta finalidade;
• Encostar todos os parafusos com ferramentas manuais, não apertar excessivamente apenas garantir
que o lado oposto que será inicialmente torqueado não abra;
• Numerar os estojos em sentido horário;
• Ajustar o torque para apertar ± 30% do valor final e aplicá-lo no primeiro quadrante (1, 2, 3 e 4);
• Ajustar o torque para apertar ± 70% do valor final e aplicá-lo no próximo quadrante (5, 6, 7 e 8);
• Ajustar o torque para apertar ± 100% do valor final e continuar o aperto cruzado (9, 10, 11, etc.) até
reapertar o 8º estojo;
• Após o aperto cruzado, repassar o aperto em todos os estojos em sentido horário quantas vezes
forem necessárias até eliminar as folgas.
Considerar após torque final 03 fios de rosca mínimo da porca para as duas extremidades do estojo;
Em caso de torque máximo ser atingido e a estanqueidade não ser satisfatório, desmontar a união, substituir
a junta repetir a sequência de montagem dos estojos.

6.7. MAPEAMENTO DOS ESTOJOS


A sequência de numeração deve ser marcada fisicamente.
Após a marcação o aperto se fará cruzado seguindo a sequência numérica (1, 2, 3, etc.)
Nº DE
SEQUÊNCIA DE NUMERAÇÃO (da esquerda p/ direita; de cima p/ baixo)
ESTOJOS
4 1, 3, 2, 4
8 1, 5, 3, 7 2, 6, 4, 8
12 1, 7 ,4, 10 2, 8, 5, 11 3, 9, 6, 12
16 1, 9, 5, 13 3, 11, 7, 15 2, 10, 6, 14 4, 12, 8, 16
20 1, 11, 6, 16 3, 13, 8, 18 5, 15, 10, 20 2, 12, 7, 17 4, 14, 9, 19
1,13,7,19 4, 16, 10, 22 2, 14, 8, 20 5, 17, 11, 23 3, 15, 9, 21
24
6, 18, 12, 24
1, 2, 3, 4 21, 22, 23, 24 13, 14, 14, 16 33, 34, 35, 36 5, 6, 7, 8
40
25, 26, 27, 28 17, 18, 19, 20 37, 38, 38, 40 9, 10, 11, 12 29, 30, 31, 32
1, 2, 3, 4 25, 26, 27, 28 13, 14, 14, 16 37, 38, 38, 40 5, 6, 7, 8
44 29, 30, 31, 32 17, 18, 19, 20 41, 42, 43, 44 9, 10, 11, 12 33, 34, 35, 36
33, 34, 35, 36

6.8. TORQUEAMENTO DOS ESTOJOS


No torqueamento, as porcas devem ficar completamente roscadas no corpo do estojo. As porcas devem ficar
preferencialmente a igual distância das extremidades, deixando passar, para cada lado, pelo menos um fio
de rosca, mas não mais que a metade da extensão da porca. Seguir a sequência de torque conforme indicado
na figura 1.
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 7 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

Os estojos já apertados devem ser identificados durante a montagem final.


Após o torqueamento executado pela equipe de comissionamento será identificado com tinta sendo utilizada
cor branca.
Deve constar nas pastas de acompanhamento de montagem e testes o Relatório de Acompanhamento de
Torque com a liberação do torque.
Antes da realização do torqueamento mecanizado, as porcas devem ser apertadas com ferramenta manual.
Verificar tolerância de ajuste no torqueamento entre tubulações e bocais de equipamentos, conforme definido
pelo manual do equipamento. No acoplamento com equipamentos rotativos o torqueamento deve ser
realizado em conjunto com a equipe de alinhamento.
Quando em função do torque solicitado não for necessária utilização de ferramentas mecanizadas, é utilizado
Torquímetro manual.
Nas tubulações é importante observar que as pressões de torque não ultrapassem os limites de aperto
suportado pelas juntas, conforme tabelas dos Anexos 2 a 7 e definidas pelo manual do equipamento e
acessórios.
Para as linhas de incêndio do Jetty, considerar a Tabela 8 (anexo), juntas de Neopreme.
Quando não especificados valores de referência para torque em tubulações devem-se consultar a engenharia
de projetos.
Na realização de teste hidrostático em tubulações, onde as juntas definitivas já estejam instaladas, pode ser
realizado o torqueamento definitivo antes do teste.
Serão inspecionados 100% do torque depois de realizado torque definitivo pela equipe de montagem, e após
a inspeção, para liberação da parte da qualidade, será emitido relatório conforme modelo Anexo 1, deste
procedimento, Relatório de Inspeção de Torque.

6.9. TORQUEAMENTO COM USO DE TORQUEADEIRA HIDRÁULICA


• Ao apertar uma porca ou parafuso (observe a figura 3)
• Posicione a ferramenta sobre a porca ou o parafuso com o sentido horário (+) voltado para cima. •
Posicione o braço de reação (17) contra um ponto de reação adequado (18). O ponto de reação irá
neutralizar a força causada pela operação da ferramenta.

Figura 3
• O acionamento da bomba só acontece após o operador da chave de torque dar o comando.
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 8 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

• O acionamento continua até que a porca ou o parafuso estejam apertados de acordo com o torque
estabelecido.
• Não coloque qualquer parte do corpo entre o braço de reação do cabeçote e o ponto de reação.
• Não coloque quaisquer objetos entre o braço de reação do torquímetro e o ponto de reação. Mantenha
as mangueiras afastadas dos pontos de reação.
• Mantenha as mãos afastadas do estojo de fixação que está sendo desapertado ou apertado. Apertar
ou soltar porcas e parafusos implica um movimento de pouca visibilidade. No entanto, a pressão e as
cargas são extremas.
• Desligar a bomba imediatamente após a conclusão do trabalho

7. RECOMENDAÇÕES DE SMS
7.1. SEGURANÇA E SAÚDE
Seguir as orientações de medidas prevencionistas de SMS descritas na APR da atividade e nas
recomendações abaixo.
As regras básicas de segurança são:
• Obedecer e respeitar as sinalizações e indicações de segurança da obra.
• Os EPIs mínimos que devem ser utilizados por todos na área da obra: bota de segurança, protetor
auricular, capacete com jugular, óculos de segurança e fardamento.
• Todos na área da obra devem portar luvas apropriadas para a função.
• Não transitar pela obra sem EPIs apropriados.
• Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual apenas para a finalidade a que se destinam,
mantendo-os sob sua guarda e conservação.
• Não serão aceitos ferramentas e métodos de trabalho improvisados.
• Observar atentamente o ambiente de trabalho ao circular na obra, e solicitar imediatamente as
correções necessárias.
• Não ultrapassar seus limites físicos, ou seja, se não está habilitado para desempenhar qualquer
atividade, não a faça.
• No início da jornada de trabalho efetuar o DDS com a equipe, abordando os aspectos e impactos
ambientais, perigos e riscos envolvidos e as recomendações de meio ambiente e segurança
aplicáveis.
• Para trabalho que exijam liberação, não iniciar sem os documentos necessários para tal liberação.
• Para atividades específicas, devem ser observadas, além das regras básicas citadas acima, as regras
de QSMS contidas nas APRs e Procedimentos Específicos.
• Manter a área limpa e desobstruída.
• Manter no local somente o pessoal envolvido na atividade.
• Não desempenhar atividades a qual não esteja habilitado e ou autorizado.
• Quando da realização de atividades consideradas críticas, por máquinas e equipamento deverão ser
tomados cuidados especiais e todos devem estar com os respectivos treinamentos e evidenciados
no crachá.
• Os operadores não podem se afastar das áreas de controle das máquinas sob a sua
responsabilidade, quando estiverem em funcionamento.
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 9 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

• A manutenção e inspeção somente podem ser realizadas por pessoa devidamente credenciada pela
empresa.
• A fiação dos equipamentos elétricos deve ser protegida a fim de não permitir passagem de correntes
elétricas (partes vivas) nas áreas expostas.
• As estruturas e carcaças dos equipamentos elétricos devem ser eletricamente aterradas.
• Máquinas ou equipamentos elétricos móveis só poderão ser ligados por intermédio de conjunto de
plug, tomada e robô (painel elétrico de distribuição com DR).
• Os equipamentos elétricos e manuais deverão ser submetidos a verificações diárias de segurança
antes de serem utilizados e os registros das inspeções (check list) arquivados em locais seguro e de
fácil acesso.
• Os equipamentos manuais elétricos ou não, deverão sofrer inspeções mensais de segurança, visando
avaliar a sua integridade física e condições de trabalho, e serão identificados com fitas adesivas nas
cores definidas para cada mês.
• Adotar, em casos de emergência, o procedimento PAE - Plano de Atendimento à Emergência e seguir
as orientações da Brigada de Emergência ou Equipe de Salvatagem para as atividades nas frentes
de serviço.
• Posicionar mão e dedos fora do raio de ação de equipamentos ou pontos de pensamento. Não coloque
qualquer parte do corpo entre o braço de reação do cabeçote e o ponto de reação.
• Não coloque quaisquer objetos entre o braço de reação do torquímetro e o ponto de reação. Mantenha
as mangueiras afastadas dos pontos de reação.
• Mantenha as mãos afastadas do estojo de fixação que está sendo desapertado ou apertado. Apertar
ou soltar porcas e parafusos implica um movimento de pouca visibilidade. No entanto, a pressão e as
cargas são extremas.
• Manter a comunicação clara entre o operador da central hidráulica e o operador da chave de torque.
• Realizar inspeção de pré-uso dos equipamentos e preencher check list.

7.2. MEIO AMBIENTE


• Todos os equipamentos e máquinas, estacionárias ou não, que possam apresentar risco de
derramamento/vazamento de óleos ou qualquer outro efluente, deverá obrigatoriamente ser
acompanhada por um KIT de emergência ambiental e possuir sistema que impeça o derramamento
ou vazamento acidental de óleo para evitar danos ao meio ambiente.
• Controlar os resíduos gerados conforme exigências legais, descrito nos procedimentos específicos
de meio ambiente.

8. ANEXOS
ANEXO 1 - Relatório de Inspeção de Torque
ANEXO 2 - Tabela de Torque classe de pressão 150 libras (Junta Papelão Hidráulico);
ANEXO 3 - Tabela de Torque classe de pressão 150 libras (Junta Espiralada);
ANEXO 4 - Tabela de Torque classe de pressão 300 libras (Junta Papelão Hidráulico);
ANEXO 5 - Tabela de Torque classe de pressão 300 libras (Junta Espiralada);
ANEXO 6 - Tabela de Torque classe de pressão 600 libras (Junta Espiralada);
ANEXO 7 - Tabela de Torque classe de pressão 900 libras (Junta Espiralada);
ANEXO 8 - Tabela de Torque classe de pressão 150 libras (Junta de Neopreme);
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 10 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

9. APROVAÇÃO

____________________________ ____________________________
Raphael Francisco Dias Lediana Maria Rampão
Técnico de Qualidade Gerente de SGI
Elaborado Verificado

___________________________________
José Rodrigues de Figueiredo Barbosa Filho
Diretor do Contrato
Aprovado
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 11 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 1 – RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE TORQUE


NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 12 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 2 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 150 LBS


(JUNTA PAPELÃO HIDRÁULICO SEM ASBESTO)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 13 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 3 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 150 LBS


(JUNTA ESPIRALADA)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 14 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 4 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 300 LBS


(JUNTA PAPELÃO HIDRÁULICO SEM ASBESTO)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 15 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 5 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 300 LBS


(JUNTA ESPIRALADA)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 16 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 6 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 600 LBS


(JUNTA ESPIRALADA)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 17 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 7 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 900 LBS


(JUNTA ESPIRALADA)
NOME
PROJETO TRSP

Nº PROJETO 1230
Nº TRSP [Link].1230.21.003.094 PÁGINA 18 / 18
RESP. TÉCNICO/ José Rodrigues F. B. Filho N° CMAT /
CREA 0506769810 EPC
REV. 07

ANEXO 8 - TABELA DE TORQUE CLASSE DE PRESSÃO 150 LBS


(JUNTA DE NEOPREME)

Você também pode gostar