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Sintomas e Prevenção de DSTs Comuns

O documento aborda diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo herpes genital, trichomonas, hepatite B, AIDS, sífilis, gonorreia, HPV e candidíase, detalhando suas causas, sintomas e formas de transmissão. A prevenção é enfatizada, destacando a importância do uso de preservativos e cuidados pessoais para evitar a contaminação. Além disso, o texto alerta sobre a gravidade dessas doenças e a necessidade de testes e acompanhamento médico.

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Sintomas e Prevenção de DSTs Comuns

O documento aborda diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo herpes genital, trichomonas, hepatite B, AIDS, sífilis, gonorreia, HPV e candidíase, detalhando suas causas, sintomas e formas de transmissão. A prevenção é enfatizada, destacando a importância do uso de preservativos e cuidados pessoais para evitar a contaminação. Além disso, o texto alerta sobre a gravidade dessas doenças e a necessidade de testes e acompanhamento médico.

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HERPES GENITAL

É provocada por um vírus. Os principais sintomas


são: coceira, dor, ardência ou formigamento
na região genital, em seguida, surgem bolhas
pequenas que se rompem espontaneamente
e geram feridas que somem em torno de 03
semanas. O herpes genital não tem cura.
Portanto, sempre que a imunidade estiver
comprometida e o organismo fragilizado, como
estresse físico e emocional, uso prolongado
de antibióticos, exposição excessiva ao sol,
a manifestação do vírus pode reaparecer.
Durante o parto, pode gerar sérios problemas
à saúde do bebê.

TRICHOMONAS

Desencadeada por um protozoário, o


trichomonas vaginalis atinge o sistema
geniturinário do homem e da mulher.
A transmissão ocorre principalmente pela
relação sexual. Na mulher, geralmente surge
um corrimento amarelo esverdeado ou
acinzentado, espumoso e com odor forte
e característico, pode ocorrer dor ao urinar e
micções frequentes, além de irritação na região
genital. No homem, pode causar inflamação
no canal da uretra e outros sintomas mais
discretos, como ardor ou coceira e corrimento
amarelo esverdeado.

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HEPATITE B

A hepatite é causada por uma inflamação que


atinge o fígado e pode ser causada por diversos
tipos de vírus, os principais são: A, B, C e D.
Mencionaremos aqui a Hepatite B, causada
pelo Hepatitis B Vírus. Os sintomas podem se
manifestar inicialmente leves e atingir estágios
graves, os mais comuns. Quando presentes,
são: fraqueza, náuseas, febre, perda de
apetite, diarreia, dores articulares, icterícia
(pele e mucosas amareladas); os mais graves
são: hepatite crônica, cirrose hepática, câncer
do fígado (hepatocarcinoma), além de formas
agudas severas, como coma hepático e óbito.

Várias são as formas de transmissão: transfusão


de sangue e derivados, relação sexual, seringas,
agulhas, tatuagens, perfuração de orelha,
solução de continuidade (ferimentos, úlceras),
procedimentos odontológicos ou cirúrgicos,
procedimentos de manicure ou pedicure, etc.
Transmissão vertical: da mãe portadora para o
recém-nascido, durante o parto (parto normal
ou cesariano). O portador crônico pode ser
infectante pelo resto da vida.

11
Prevenção PArA DSts e AIDS

Algumas DSTs têm várias formas de


transmissão, portanto, fique atento, mantenha
o uso de preservativo nas relações sexuais
(oral, vaginal e anal), evite a promiscuidade e
não compartilhe seus objetos de uso pessoal.

Cuide da sua saúde e busque qualidade de


vida. A Intermédica está a sua disposição.
Conte com a gente!

12
AIDS

Doença causada pelo HIV, o vírus da


imunodeficiência humana, o qual destrói o
sistema imunológico responsável pela defesa do
organismo contra doenças e agentes infecciosos,
inclusive os habitualmente inofensivos.

Ter a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência


Adquirida) não é o mesmo que ter o HIV. Existem
inúmeros soropositivos (pacientes portadores
do HIV) que, após anos em tratamento, não
apresentam sintomas característicos da
doença porque fazem uso de antiretrovirais,
medicamentos que mantêm a imunidade
fortalecida, combatendo o vírus HIV. A AIDS
ocorre quando a imunidade já está comprometida,
permitindo que o organismo esteja vulnerável às
doenças oportunistas.
3
Formas de transmissão

Através da relação sexual desprotegida (vaginal,


oral e anal) com parceiros contaminados, sem o
uso adequado da camisinha; transfusão de sangue
e derivados contaminados; compartilhamento de
objetos perfuro-cortantes e compartilhamento de
agulhas e seringas (uso de drogas injetáveis).

Sinais e sintomas da doença

O período de incubação do vírus no sistema


imunológico é de cerca de 3 a 6 semanas
após a transmissão, e leva em torno de 8 a 12
semanas para que se inicie a produção de
anticorpos. Algumas pessoas, nesse período,
apresentam sinais e sintomas que podem ser
confundidos com um quadro gripal, como febre e
mal-estar. Infelizmente, muitos casos passam
despercebidos.
O período assintomático pode levar anos até
que o vírus consiga se proliferar o suficiente para
enfraquecer o sistema imunológico e, então,
permitir o surgimento de doenças oportunistas,
ou seja, doenças que se aproveitam da fraqueza
do organismo. Quando isso ocorre, o estágio já
está avançado, então, dizemos que o indivíduo
está com AIDS.
As manifestações clínicas surgem de forma
persistente ou recorrente. Os principais sinais e
sintomas são:
• emagrecimento acentuado;
• febre;
• gânglios inchados em duas ou
mais regiões do corpo;
• diarreia.
Geralmente esses sinais são acompanhados de
fadiga intensa, calafrios, suores noturnos, falta
de apetite.
4
Por que eu devo fazer o teste de AIDS?

Quanto mais cedo se descobre a contaminação


pelo vírus HIV, melhor será a expectativa
de vida. A qualidade de vida será superior
sempre que o tratamento for fidelizado e o
acompanhamento médico mantido.

As mulheres que descobrem o HIV durante


a gestação e realizam o tratamento no pré-
natal, durante o parto e no pós-parto têm
a possibilidade de diminuir em até 95% as
chances de o filho nascer contaminado!

Se você já teve relação sexual desprotegida


(oral, vaginal, anal), independente do número
de parceiros, compartilhou seringas ou
objetos que podem perfurar ou contaminar a
pele, então faça o teste!

No Brasil, temos o Teste Rápido, disponibilizado


pelo sistema público de saúde, que detecta
os anticorpos antiHIV após 30 minutos da
coleta de uma gota de sangue da ponta do
dedo. Para fazê-lo, o indivíduo precisa ter
sido exposto a uma situação de risco há pelo
menos 2 meses.

Prevenção

A prevenção que você adotar para evitar a


contaminação pelo vírus da AIDS também
prevenirá outras DSTs (doenças sexualmente
transmissíveis).

5
CONHEÇA AS MEDIDAS PREVENTIVAS

• Use preservativo em todas as relações


sexuais (anal, vaginal e oral).

• Evite a troca de parceiros (promiscuidade).

• Use seringas sempre descartáveis ou


adequadamente esterilizadas.

• Evite compartilhar alicates de unha, lâminas


de barbear, tesouras (esses materiais devem
ser sempre de uso pessoal) ou certifique-se
de que foram corretamente esterilizados.

Adote alguns cuidados antes


de utilizar o preservativo

• Observe a data de validade e as condições,


não o deixe exposto ao calor ou na carteira,
pois a integridade poderá ficar comprometida
e a eficácia diminuída.

• Evite o uso de vaselina e outros óleos


para lubrificação, prefira preservativos que
contenham substâncias para este fim ou
adquira lubrificantes especiais, de preferência
à base de água.

• O preservativo só pode ser utilizado uma


única vez.

• Não utilize os que estiverem ressecados ou


com defeito.

• Nunca abra a embalagem com os dentes,


tesoura e outros métodos, você pode
inutilizá-lo, existe sempre um picote visível na
embalagem para facilitar a abertura.
6
Cuidados durante a
colocação do preservativo

• Só abra a embalagem quando for utilizá-lo.

• Coloque-o durante o momento em que o


pênis estiver ereto; segure sempre a ponta
para evitar que o ar fique retido e deixe um
espaço vazio de cerca de 2 cm, que servirá de
depósito para a ejaculação.

• Só o desenrole à medida que o for colocando


no pênis.

• Após a ejaculação, retire-o para que o esperma


não escape ou escorra.

• Amarre-o, embrulhe-o em papel higiênico e


jogue-o no lixo.

Principais DSTs

SÍFILIS

É provocada por uma bactéria, a Treponema


pallidum, que no geral é conhecida como cancro
duro. O primeiro sinal é o aparecimento de uma
lesão ulcerada em uma dessas regiões: ânus,
pênis, vagina, vulva, colo do útero e boca. Em
geral, essa ferida não gera dores, ardor ou saída
de corrimento e desaparece em alguns dias.
Algumas pessoas são levadas a pensar que a
ferida curou-se espontaneamente, porém, essa
é a primeira fase.

7
Após cerca de 2 meses, a fase secundária
da doença inicia-se com o aparecimento de
manchas eritematosas na região da palma
das mãos e região plantar. Algum tempo
depois, essas manchas desaparecem e, na
fase terciária, o indivíduo é acometido por
alterações neurológicas, paralisia, cegueira
e doenças cardíacas. Essa doença também
pode ser transmitida durante a gestação,
através da placenta. Sem tratamento, o recém-
nascido poderá nascer com incapacidades
físicas e intelectuais.

GONORREIA

Causada por uma bactéria, a Neisseria


gonorrhoeae é bastante conhecida como
esquentamento, corredeira. Manifesta-se
principalmente pela presença de corrimento
amarelado, pode gerar ardor e dificuldade para
urinar, saída de pus pelo pênis, febre; algumas
mulheres relatam dor durante o ato sexual.
Pode ser transmitida durante o parto normal
ao recém-nascido; o grande agravo para o
bebê é a possibilidade de cegueira. Como
prevenção, é aplicado um colírio específico no
recém-nascido, na primeira hora de vida.

8
HPV

Conhecido como condiloma acuminado, é


uma doença causada pelo vírus de nome HPV
Papilomavírus humano, cuja transmissão, além do
contato sexual, pode ocorrer por outros meios,
tais como: compartilhamento de sabonetes,
toalhas e roupas íntimas, além de uso de
vaso sanitário público, piscinas e banheiras,
e também durante o parto, que é um risco
para o bebê, já que a mãe está contaminada.
O contágio por essas vias, embora não seja
tão comum, merece atenção e cuidado de
todos no dia a dia. A característica principal
da doença é o agrupamento de verrugas,
principalmente na região da glande (homem);
vulva, colo do útero, períneo, vagina (mulher).
Inicialmente pode não ser visível a olho nu.
O diagnóstico nas mulheres poderá ser feito
pela colpocitologia oncótica, mais conhecido
como papanicolau. Em estágios avançados,
a doença pode provocar o câncer de colo do
útero, vulva e câncer de pênis.

CANDIDÍASE

Uma das doenças mais comuns causadas por


fungos, sendo o Candida albicans o principal
deles. O uso de antibióticos e anticoncepcionais,
diabetes, gestação e uso de roupas são
fatores de risco nas formas de contágio.
Gera um corrimento branco com aspecto de
leite coalhado, dor, coceira, ardor ao urinar.
A vagina fica sensível, inchada, avermelhada
e pode apresentar fissuras.

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