Web Services, XML e HTML: Guia Completo
Web Services, XML e HTML: Guia Completo
SISTEMA DE ENSINO
Livro Eletrônico
INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
Patrícia Quintão
Sumário
Apresentação......................................................................................................................................................................3
Web Services, XML e HTML. . ......................................................................................................................................4
XML (Extensible Markup Language)....................................................................................................................4
JSON (JavaScript Object Notation). . .......................................................................................................................5
Web Services......................................................................................................................................................................11
UDDI (Universal Description, Discovery and Integration)......................................................................12
WSDL (Web Services Description Language). ...............................................................................................13
SOAP (Simple Object Access Protocol).............................................................................................................15
CORBA (Common Object Request Broker Architecture)..........................................................................17
Arquitetura Orientada a Serviço (SOA)..............................................................................................................18
REST (Representational State Transfer).........................................................................................................20
Conceitos de HTML.. .....................................................................................................................................................22
Definição.............................................................................................................................................................................22
Tags HTML.........................................................................................................................................................................22
Estrutura Básica dos Arquivos HTML...............................................................................................................23
Tags HTML.........................................................................................................................................................................23
Aplicação Web.................................................................................................................................................................33
Resumo................................................................................................................................................................................35
Questões Comentadas em Aula.. ...........................................................................................................................38
Questões de Concurso................................................................................................................................................42
Gabarito...............................................................................................................................................................................52
Gabarito Comentado....................................................................................................................................................53
Referências........................................................................................................................................................................ 79
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Apresentação
Olá, querido (a) amigo(a), tudo bem?
Antes de continuar, lembre-se de que a CONFIANÇA é um dos grandes segredos do
SUCESSO. Acredite!
Rumo então à aula sobre Web Services, XML, HTML e tópicos relacionados.
Que Deus o(a) abençoe, e vamos ao que interessa!
Em caso de dúvidas, acesse o fórum do curso ou entre em contato.
Um forte abraço,
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<?xml version=”1.0”?>
<note>
<to>Tove</to>
<from>Jani</from>
<heading>Reminder</heading>
<body>Don’t forget me this weekend!</body>
</note>
Como podemos observar, as tags definem qual dado está sendo apresentado e o texto
(entre elas) é o dado em si.
XML não faz nada
Talvez seja um pouco difícil de entender, mas o XML não faz nada. XML foi criado para
estruturar, armazenar e transportar informações. O exemplo a seguir é um recado para José, a
partir de Jani, armazenado como XML:
<note>
<to> José </a>
<de> Maria </em>
<heading> Lembrete </heading>
<body> Não me esqueça neste fim de semana! </body>
</note>
A nota acima é bastante auto descritiva. Tem informações sobre o remetente e o receptor,
ela também tem um título e um corpo da mensagem. Mas, ainda assim, este documento
XML não faz nada. É apenas uma informação envolta em tags. Alguém tem que escrever um
software para enviar, receber ou exibir estes dados.
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Existem algumas regras que o documento XML deve atender para que seja considerado
“bem formado”, são elas:
1 – Deve haver um único elemento raiz, ou seja, um nó pai.
2 – Todos os elementos XML devem estar corretamente aninhados.
3 – Todos os marcadores devem estar fechados.
4 – Todos os atributos devem estar delimitados por aspas (simples ou duplas).
5 – Os marcadores (tags XML) são case sensitive.
A diferença básica entre XML e HTML
• XML não é um substituto para o HTML.
• XML e HTML foram projetadas com objetivos diferentes:
− XML foi projetado para o transporte e armazenamento de dados, com foco em
“como os dados são”;
− HTML foi projetado para exibir dados, com foco em “como os dados aparecem”;
Obs.: HTML trabalha a exibição de informações, enquanto o XML trabalha o “como transpor-
tar” as informações.
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“ano”: 2022
Um par nome/valor deve ser representado pelo nome entre aspas duplas, seguido de dois
pontos, seguido do valor.
Os valores podem possuir apenas 3 tipos básicos: numérico (inteiro ou real), booleano e
string. As Listagens 2, 3, 4 e 5 apresentam exemplos. Observe que os valores do tipo string
devem ser representados entre aspas.
Listagem 2: Representando um número real (DevMedia, 2020)
“altura”: 1.76
“site”: “[Link]”
“temperatura”: -5
“casado”: true
• A partir dos tipos básicos, é possível construir tipos complexos: array e objeto. Os
arrays são delimitados por colchetes, com seus elementos separados entre vírgulas. As
listagens 6 e 7 mostram exemplos.
[
[1,5],
[-1,9],
[1000,0]
]
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• Os objetos são especificados entre chaves e podem ser compostos por múltiplos
pares nome/valor, por arrays e também por outros objetos. Assim, um objeto JSON
pode representar, virtualmente, qualquer tipo de informação! O exemplo da Listagem 8
mostra a representação dos dados de um filme.
{
“titulo”: “JSON x XML”,
“resumo”: “o duelo de dois modelos de representação de informações”,
“ano”: 2012,
“genero”: [“aventura”, “ação”, “ficção”]
}
[
{
“titulo”: “JSON x XML”,
“resumo”: “o duelo de dois modelos de representação de informações”,
“ano”: 2012,
“genero”: [“aventura”, “ação”, “ficção”]
},
{
“titulo”: “JSON James”,
“resumo”: “a história de uma lenda do velho oeste”,
“ano”: 2012,
“genero”: [“western”]
}
]
• A palavra-chave “null” deve ser utilizada para a representação de valores nulos (Listagem 10).
“site”:null
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JSON não é uma especialização do XML. Podemos entender o JSON (Java Script Object
Notation) como uma espécie de “concorrente” da XML na área de troca de informações.
Errado.
b)
nome,pais,origem, ano
Bob Moore,USA,Columbia,1985
Jimmy Greaves,UK,CBS,1988
John Barnes,USA,Rich CA,1982
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c)
<jogador>
<nome>Bob Moore</nome>
<pais>USA</pais>
<origem>Columbia</origem>
<ano>1985</ano>
</jogador>
<jogador>
<nome>Jimmy Greaves</nome>
<pais>UK</pais>
<origem>CBS</origem>
<ano>1988</ano>
</jogador>
<jogador>
<nome>John Barnes</nome>
<pais>USA</pais>
<origem>Rich CA</origem>
<ano>1982</ano>
</jogador>2
d)
{“jogador”:[
{“nome”:”Bob
Moore”,”pais”:”USA”,”origem”:”Columbia”,”ano”:”1985”},
{“nome”:”Jimmy
Greaves”,”pais”:”UK”,”origem”:”CBS”,”ano”:”1988”},
{“nome”:”John Barnes”,”pais”:”USA”,”origem”:”Rich
CA”,”ano”:”1982”}
]}
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e)
[jogador] =>
(
[0] => (
[nome] => Bob Moore
[pais] => USA
[origem] => Columbia
[ano] => 1985
)
[1] => (
[nome] => Jimmy Greaves
[pais] => UK
[origem] => CBS
[ano] => 1988
)
[2] => (
[nome] => John Barnes
[pais] => USA
[origem] => Rich CA
[ano] => 1982
)
Um conteúdo com a notação JSON (JavaScript Object Notation) válida está listado na letra d.
Nesse caso, um objeto é formado por um conjunto de pares nome/valor e a sintaxe começa
com “{“ e termina com “}” e os pares são separados por vírgula (,). O “valor”, no par nome/valor,
pode ser um array e nesse caso utiliza-se colchetes para iniciar e terminar o array “[ ]”.
Obs.: Em JSON cada objeto é representado por uma lista de nomes e valores apresentados
entre chaves e agrupados por colchetes.
Letra d.
Web Services
Web Service representa um termo utilizado na integração de sistemas e na comunicação
entre aplicações diferentes e que possui entre suas características possibilidades de:
• interação de novas aplicações com as já existentes;
• compatibilizar sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes;
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Obs.: O ciclo de vida de um Web Service é composto por quatro estados distintos: Publica-
ção, Descoberta, Descrição e Invocação.
Obs.: Para a Publicação e a Descoberta é empregada a UDDI, para a Descrição a WSDL e
para a Invocação o SOAP.
Dicas quentes
SIGLA DESCRIÇÃO
Protocolo para troca de informações estruturadas em uma
SOAP (Simple Object
plataforma descentralizada e distribuída, utilizando tecnologias
Access Protocol)
baseadas em XML. Proposto pelo W3C.
Arquivo do tipo XML, cuja finalidade é descrever detalhadamente
WSDL (Web Services um web service. Essa descrição especifica as operações que
Description Language) compõem o web service e define de forma clara como deve ser o
formato de entrada e saída de cada operação.
Mecanismo que visa atender tanto o cliente de web service quanto
UDDI (Universal
ao provedor. Ele tem que fornecer ao provedor de web services
Description, Discovery,
meios para que esses sejam registrados e publicados, o que
and Integration)
permitirá a pesquisa e localização dos web services pelos clientes.
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Figura. WSDL
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SOAP
É um protocolo de comunicação.
É para a comunicação entre aplicações.
É um formato para o envio de mensagens.
É para a comunicação via Internet.
É independente de plataforma.
É independente de linguagem.
É baseado em XML (eXtensible Markup Language - Linguagem de Marcação
Extensível).
É simples e extensível.
É utilizado em Web Services para o transporte das mensagens.
Sintaxe
Uma mensagem SOAP é um documento XML contendo os seguintes elementos:
• Um elemento Envelope: obrigatório (define que um documento XML é uma mensagem
SOAP). Define o conteúdo da mensagem.
• Um elemento Cabeçalho (ou headner): opcional (contém informações específicas do
aplicativo sobre a mensagem SOAP).
• Um elemento Body (ou corpo): obrigatório (contém informações da chamada e da
resposta).
• Um elemento Fault opcional (contém informações sobre erros que ocorreram durante o
processamento da mensagem).
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Web Services, XML e HTML
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Regras de sintaxe:
• As mensagens SOAP devem ser codificadas usando XML.
• As mensagens SOAP devem usar o namespace SOAP Envelope.
• As mensagens SOAP devem usar o namespace SOAP Encoding (não significa usar o padrão).
• As mensagens SOAP não devem conter referências DTD.
• As mensagens SOAP não devem conter instruções de processamento de XML.
<?xml version=”1.0”?>
<soap:Envelope
xmlns:soap=”[Link] soap:encodingStyle=”[Link]
w3ºrg/2001/12/soap-encoding”>
<soap:Header>......
</soap:Header>
<soap:Body>......
<soap:Fault>......
</soap:Fault>
</soap:Body>
</soap:Envelope>
SOAP Envelope
• É o elemento raiz das mensagens SOAP. É obrigatório!
• O namespace xmlns:soap deve sempre possuir o valor [Link]
envelope
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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SOAP Header
• Contém informações específicas das aplicações.
− É opcional!
• Se estiver presente deve ser o primeiro filho do elemento Envelope.
− Todos os filhos do Header devem ser qualificados por um namespace.
• O SOAP define três atributos em seu namespace padrão que descrevem como um
recipiente deve processar a mensagem:
− actor
− mustUnderstand
− encodingStyle
SOAP Body
• É o elemento que contém a mensagem propriamente dita.
− É obrigatório!
• Todos os filhos do elemento Body devem ser qualificados por um namespace.
• O namespace padrão do SOAP define um elemento dentro do Body:
− Fault = usado para mensagens de erro.
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SOA é uma estratégia que proclama a criação de todos os ativos de software de uma
empresa via metodologia de programação orientada a serviços. Estes serviços são
componentes de software, construídos de tal modo que possam ser facilmente vinculados a
outros componentes de software.
O objetivo desses serviços é a possibilidade de definir partes dos códigos de software em partes
significativas o suficiente para serem compartilhadas e reutilizadas em diversas áreas da empresa.
Algumas das vantagens observadas com a utilização de uma estratégia SOA são:
• melhor alinhamento com o negócio (a arquitetura orientada a serviços é o panorama
geral de todos os processos e fluxos de negócio de uma empresa, com isso, o pessoal
de negócio pode visualizar, pela primeira vez, como a empresa é constituída em termos
de tecnologia);
• uma maneira de vender melhor arquitetura para negócio e TI (reutilização, maior
produtividade, agilidade em TI e uma infraestrutura de software ajustada para processos
de negócios específicos são uma forte premissa para vender uma iniciativa de arquitetura
corporativa para o negócio) (CIO, 2010).
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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Apesar de os defensores do REST afirmarem que ele substitui o SOAP em todos os aspectos,
requisitos de segurança, políticas e QoS, ainda não são abordados pelo REST. Dessa forma, o
projeto de web services com SOAP ou REST é uma escolha arquitetural da organização, que
pode ser direcionada a depender dos requisitos da aplicação.
Trabalhar com aplicações que utilizam a arquitetura REST é sinal de que haverá interoperabilidade
entre sistemas, e, portanto, a troca de informações, ou seja, haverá requisições e respostas. Para
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que existam essas requisições e respostas é preciso que se tenha um caminho a ser percorrido.
Tal caminho recebe o nome de URI (uniform resource identifier ou identificador único de recurso),
pois os recursos precisam ser encontrados.
Conforme destaca Irias (2019), em um serviço da internet REST, as requisições são feitas
à URI (uniform resource identifier) de um recurso e esperam obter uma resposta que pode ser
em diversos formatos, tais como: HTML, XML, JSON ou em outro formato suportado.
As solicitações (requests) feitas aguardam uma resposta e no caso de um serviço web REST
essa resposta (response) pode ser entregue ao solicitante por meio de HTML, XML, JSON, etc.
Certo.
REST é um estilo de arquitetura de software que define um conjunto de restrições a ser usado
para a criação de serviços web.
São verbos HTTP usados na técnica REST:
• POST (Postar): essa operação é utilizada para criar algo.
• GET (Pegar): essa operação é utilizada para buscar algo.
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Conceitos de HTML
Definição
A linguagem HTML (HyperText Mark-up Language) foi inventada em 1990 por um cientista
chamado Tim Berners-Lee visando possibilitar o acesso e a troca de informações e de
documentação de pesquisas entre cientistas de diferentes universidades.
Ao inventar a HTML ele lançou as fundações da Internet tal como a conhecemos atualmente.
Hoje HTML é uma linguagem de marcação que possibilita apresentar informações de diferentes
tipos na Internet.
Quando você vê uma página na Internet no seu browser, isto na verdade é a interpretação
que seu navegador faz do HTML. Logo, para construir websites deve-se que conhecer HTML,
mesmo que você use um programa para criar seu website, tal como o Dreamweaver.
Tags HTML
A HTML (HyperText Markup Language) é uma linguagem de marcação. Criar um documento
em uma linguagem de marcação significa que você começa com o texto da sua página e inclui
tags especiais no início e no final de determinadas palavras ou parágrafos.
Tags são rótulos usados para informar ao navegador as características dos componentes
do website.
As tags indicam as diversas partes da página e produzem diferentes efeitos no navegador.
Normalmente as tags são especificadas em pares, delimitando um texto que sofrerá algum
tipo de formatação.
Existem dois tipos de tags: tags de abertura: <comando> e tags de fechamento: </
comando>. Tudo que estiver contido entre uma tag de abertura e uma tag de fechamento será
processado segundo o comando contido na tag. No entanto, em algumas tags a abertura e o
fechamento se dão no mesmo comando.
Entre os sinais < > são especificados os comandos propriamente ditos. No caso de tags
que necessitam envolver um texto, sua finalização deve ser feita usando-se a barra de divisão
/, indicando que a tag está finalizando a marcação de um texto.
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Tags HTML
Tags Iniciais
<HTML> … </HTML>
<HEAD>... </HEAD>
<BODY>... </BODY>
Definição do corpo do documento HTML. Tag obrigatório para páginas que não usem
Frames. Atributos:
<DIV>... </DIV>
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Obs.: Use <CENTER> em vez de <DIV ALIGN=CENTER>. <DIV> não pode ser usado com <P>
porque um elemento <DIV> terminará em um parágrafo.
<TITLE>... </TITLE>
<!--... -->
<META>
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EXEMPLO
Definir palavras-chave para os motores de pesquisa:
<meta name=”keywords” content=”HTML, DHTML, CSS, XML, XHTML, JavaScript, XML, SVG”>
Dá uma descrição da página:
<meta name=”description” content=”Tutoriais de HTML, CSS, XML e Flash”>
Indica a data da última revisão da página:
<meta name=”revised” content=”Autor, 31/03/12”>
Refresca o conteúdo da página de 15 em 15 segundos:
<meta http-equiv=”refresh” content=”15”>
<BR> Quebra de linha forçada no texto. Para textos que devem ser quebrados em locais
específicos
<CITE>... </CITE> Para destacar citações.
<CODE>... </CODE> Exemplos de código de programa.
<B>... </B> Negrito
<STRONG>... </STRONG> Fortemente enfatizado
<I>... </I> Itálico
<STRIKE>... </STRIKE> Texto riscado
<TT>... </TT> Caracteres semelhantes aos de uma máquina de escrever
<U>... </U> Texto sublinhado
<S>... </S> Texto tachado
<VAR>... </VAR> Destaca nomes de variáveis ou argumentos nos comandos.
<BIG>... </BIG> Grande
<SMALL>... </SMALL> Pequeno
<SUB>... </SUB> Subscrito
<SUP>... </SUP> Sobrescrito
<P> (</P> opcional) Parágrafos. Quebra de linha com espaço de uma linha em branco. Atributo:
ALIGN = LEFT | RIGHT | CENTER | JUSTIFY
Especifica alinhamento horizontal padrão para o conteúdo incluído.
<FONT>... </FONT> Define o tamanho, a fonte e a cor do texto inserido. Atributos:
• COLOR = #RRGGBB | NOME_DA_COR
• Define a cor da fonte.
• FACE = “nomefonte1, nomefonte2,nomefonte3”
• Define a tipologia, ou seja, com que tipo de fonte será mostrado o texto no browser.
• SIZE = “número”
• Tamanho da fonte (entre 1 e 7). Um sinal de adição ou subtração antes do número
significa tamanho relativo à configuração de fonte atual.
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EXEMPLO
<FONT COLOR=#000080 FACE=”Arial” SIZE=1>
Tags de Links
<A>...</A> define um vínculo clicável para outro recurso Web ou para um ponto específico
em uma página Web.
• Para construir um link que aponta para um endereço da Web você usa uma tag com o
atributo href.
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• Um atributo muito útil é o title, que você poderá usar para que apareça uma explicação
sobre o link quando você passar o mouse sobre o mesmo:
• Para criar um link você não precisa necessariamente apontar para um endereço na web,
podemos criar links para nossa página da mesma forma se o arquivo [Link] estiver
no mesmo diretório da página escrita:
• Se o arquivo que se deseja “linkar” estiver em algum subdiretório devemos fazer assim:
Tags de Lista
• Uma coleção de elementos do mesmo tipo.
• Na linguagem HTML existem elementos específicos para a criação de listas, que podem ser:
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Listas Ordenadas
• A estrutura de uma lista ordenada é bastante simples: entre os elementos de início <ol>
e de fim </ol>, os itens da lista são precedidos por elementos <li>.
• Os itens são apresentados em linhas consecutivas e precedidos por uma numeração
atribuída.
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Web Services, XML e HTML
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Lista de Definições
• Usada em situações em que termos da lista necessitam de definições, como em
dicionários ou glossários.
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Web Services, XML e HTML
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EXEMPLO
EXEMPLO
Exemplos de listas de definições:
Tags de Tabelas
As tabelas, tal como as listas, são um sistema de elementos HTML (ou tags) usados para criar
um papel especialmente formatado. Elas representam provavelmente o aspecto mais intensivo
em código da HTML (fora folhas de estilo) e toda a atenção deve ser dada ao início e ao fim dos
elementos. As tabelas são também um perfeito exemplo de quando, por questões de redabilidade,
é absolutamente necessário atribuir estilo ao seu código. Pode-se incluir comentários para que
você ou quem quer que seja saiba o que um bloco de código está fazendo.
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Web Services, XML e HTML
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Atualmente a grande maioria das páginas na Web utilizam esse recurso. Com a utilização
de tabelas e um pouco de criatividade, pode-se controlar vários aspectos da formatação de
páginas, como o uso de margens, uso de colunas etc. A estrutura do comando para inserir uma
tabela é a seguinte: <TABLE atributos>... </TABLE>.
Para informar onde começa e termina cada linha usamos o comando <TR>... </TR> (o
elemento é TR de “table row”, onde “row” é linha em inglês). Dentro do comando <TR>, cada
célula é identificada usando o elemento <TD>... </TD> (o elemento é TD de “table data”, já que
cada célula contém dados da tabela).
Veja no quadro abaixo o exemplo de uma tabela bem simples, com somente 1(uma) linha
e 2(duas) colunas:
Tag de Imagens
Aplicação Web
Aplicação web: termo usado para definir um conjunto de programas projetados para serem
usados na Internet e em redes privadas (intranets), por meio de um navegador.
Trata-se de uma extensão dinâmica de um servidor web ou servidor de aplicação. O cliente
executa esta aplicação dentro de um navegador (browser).
Várias tecnologias podem ser empregadas para o desenvolvimento da aplicação, tanto no
cliente quanto no servidor.
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RESUMO
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Web Services, XML e HTML
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b)
nome,pais,origem, ano
Bob Moore,USA,Columbia,1985
Jimmy Greaves,UK,CBS,1988
John Barnes,USA,Rich CA,1982
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Web Services, XML e HTML
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c)
<jogador>
<nome>Bob Moore</nome>
<pais>USA</pais>
<origem>Columbia</origem>
<ano>1985</ano>
</jogador>
<jogador>
<nome>Jimmy Greaves</nome>
<pais>UK</pais>
<origem>CBS</origem>
<ano>1988</ano>
</jogador>
<jogador>
<nome>John Barnes</nome>
<pais>USA</pais>
<origem>Rich CA</origem>
<ano>1982</ano>
</jogador>2
d)
{“jogador”:[
{“nome”:”Bob
Moore”,”pais”:”USA”,”origem”:”Columbia”,”ano”:”1985”},
{“nome”:”Jimmy
Greaves”,”pais”:”UK”,”origem”:”CBS”,”ano”:”1988”},
{“nome”:”John Barnes”,”pais”:”USA”,”origem”:”Rich
CA”,”ano”:”1982”}
]}
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Web Services, XML e HTML
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e)
[jogador] =>
(
[0] => (
[nome] => Bob Moore
[pais] => USA
[origem] => Columbia
[ano] => 1985
)
[1] => (
[nome] => Jimmy Greaves
[pais] => UK
[origem] => CBS
[ano] => 1988
)
[2] => (
[nome] => John Barnes
[pais] => USA
[origem] => Rich CA
[ano] => 1982
)
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Web Services, XML e HTML
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d) V.
e) II e V.
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Web Services, XML e HTML
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QUESTÕES DE CONCURSO
007. (FGV/IMBEL/ANALISTA ESPECIALIZADO/ANALISTA DE SISTEMAS/IMBEL/2021) No
contexto de Web Services e respectivos padrões, analise as afirmativas a seguir.
I – SOAP é um protocolo para troca de mensagens estruturadas baseado em XML.
II – SDL é uma linguagem baseada em HTML para descrever Web Services.
III – XML é uma linguagem utilizada para formatar e exibir páginas Web.
Está correto o que se afirma em:
a) I, somente.
b) II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
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Web Services, XML e HTML
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Com base na estrutura do documento XML apresentado acima, julgue os próximos itens.
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Web Services, XML e HTML
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c) somente III;
d) somente I e III;
e) I, II e III.
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Web Services, XML e HTML
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[A WSDL (Web Services Description Language) é uma especificação para publicar e localizar
informações sobre Web Services].
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Web Services, XML e HTML
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Web Services, XML e HTML
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a) técnicas de teste de software baseadas na análise de código-fonte não podem ser usadas
em sistemas orientados a serviços que contam com serviços fornecidos externamente.
b) o modelo de processo de negócio não representa uma composição de serviço.
c) o desenvolvimento de software que usa serviços baseia-se na ideia de que os programas não
são criados pela composição e configuração de serviços para criar novos serviços compostos.
d) interfaces de serviços não podem ser definidas para sistemas legados de software que
continuem sendo úteis para uma organização.
e) funcionalidades de um sistema legado não podem ser usadas em outras aplicações
de serviços.
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Web Services, XML e HTML
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GABARITO
1. e 37. C
2. E 38. e
3. d 39. b
4. c 40. a
5. C 41. E
6. d 42. E
7. a 43. E
8. d 44. E
9. d 45. a
10. E 46. a
11. C 47. C
12. C 48. C
13. E
14. C
15. C
16. C
17. E
18. C
19. C
20. E
21. C
22. a
23. b
24. c
25. c
26. e
27. d
28. E
29. E
30. d
31. b
32. E
33. E
34. C
35. E
36. e
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Web Services, XML e HTML
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GABARITO COMENTADO
007. (FGV/IMBEL/ANALISTA ESPECIALIZADO/ANALISTA DE SISTEMAS/IMBEL/2021) No
contexto de Web Services e respectivos padrões, analise as afirmativas a seguir.
I – SOAP é um protocolo para troca de mensagens estruturadas baseado em XML.
II – SDL é uma linguagem baseada em HTML para descrever Web Services.
III – XML é uma linguagem utilizada para formatar e exibir páginas Web.
Está correto o que se afirma em:
a) I, somente.
b) II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
I – Certo. SOAP (Simple Object Access Protocol) é um protocolo para troca de informações
estruturadas em uma plataforma descentralizada e distribuída, utilizando tecnologias
baseadas em XML.
II – Errado. WSDL (Web Services Description Language) é uma linguagem baseada em XML
para descrever detalhadamente um Web Services. Essa descrição especifica as operações que
compõem o web service e define de forma clara como deve ser o formato de entrada e saída
de cada operação.
III – Errado. HTML (HyperText Markup Language) é uma linguagem utilizada para formatar e
exibir páginas Web.
Obs.: XML não é um substituto para o HTML: XML é um complemento ao HTML. Na maio-
ria dos aplicativos Web, XML é utilizado para transporte de dados, enquanto HTML é
usado para formatar e exibir os dados.
Letra a.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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III – As várias declarações de namespace com prefixos podem ser feitas em um elemento, mas
devem possuir prefixos diferentes.
Assinale:
a) se somente a afirmativa I estiver correta.
b) se somente a afirmativa II estiver correta.
c) se somente a afirmativa III estiver correta.
d) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
I – e III – Certas. O XML é extensível, logo, ele permite que criemos novos elementos. Para evitar
conflitos de nomes (nomes iguais), podemos associar estes elementos a Namespaces. Nesse
sentido, é o atributo “xmlns” que permite indicar um Namespace e associar um prefixo a ele.
Mais referências:
[Link]
o++indicar+que+um+prefixo+est%C3%A1+associado+ao+namespace.&source=bl&ots=Az5
4U-CytF&sig=KGFjMtkJUTdIJQE7jtzjlB6Qc2k&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CC0Q6AEwA2ºVChMI8_
aJi5DHxwIVxJSQCh2NJAuA#v=onepage&q=O%20atributo%20%20indicar%20que%20um%20
prefixo%20est%C3%A1%20associado%20ao%20namespace.&f=false
Letra d.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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<?xml version=”1.0”?>
<soap:Envelope xmlns:soap=”[Link] soap:encodingS-
tyle=”[Link]
<soap:Header>
...
</soap:Header>
<soap:Body>
...
<soap:Fault>
...
</soap:Fault>
</soap:Body>
</soap:Envelope>
Letra d.
Com base na estrutura do documento XML apresentado acima, julgue os próximos itens.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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As tags <autor>, <titulo>, <ano>, <preco>, <lancamento> e <oferta> são elementos filho da
entidade <livro>. Portanto, o gabarito é item errado.
• Regras de Sintaxe da XML:
− Prólogo ou declaração XML: indica a versão da XML e a codificação de caracteres
usada. É a primeira linha do documento. Esta declaração é opcional.
− Comentários devem vir entre as marcações <!-- e -->
− Elemento raiz. Só é permitido 1 elemento raiz por documento.
− Cada tag inicial deve ter uma tag final correspondente. Tags podem ter um ou mais
atributos.
• Outras Regras:
− As tags devem ser aninhadas, respeitando-se a ordem hierárquica de abertura e
fechamento.
<a><b> </a></b> ERRADO
<a><b> </b></a> CERTO
− O documento não precisa estar identado. A identação é só para facilitar a leitura do
documento.
− Os nomes dos elementos seguem as seguintes regras:
◦ Não podem ter espaços.
◦ Devem começar com uma letra ou então com _ (sublinhado).
◦ O restante do nome do elemento pode ser constituído de letras, números, e pelos
caracteres _ (sublinhado),. (ponto) ou – (hífen).
◦ Os nomes não podem começar com a string xml, que é reservada.
◦ Maiúsculas são diferentes de minúsculas. O XML é case sensitive.
◦ O padrão é usar minúsculas.
Errado.
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Web Services, XML e HTML
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O propósito do XML Schema é definir os blocos válidos de um documento XML, de forma mais
completa que um DTD. São empregados para definir:
• elementos que podem aparecer em um documento;
• atributos que podem aparecer em um documento;
• quais elementos são elementos filhos de outros elementos;
• sequência em que os elementos filhos podem aparecer;
• número de elementos filhos;
• se um elemento pode ser vazio ou pode conter texto;
• valores default para atributos.
Certo.
O gabarito está errado, em virtude do trecho “é necessário que o navegador tenha esse suporte”.
Se o browser suporta XSLT, este pode ser usado para transformar o documento em XHTML no
seu browser. Mas, como nem todos os browsers suportam XSLT, uma solução é transformar
os documentos XML no servidor.
Errado.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
Patrícia Quintão
Mais uma vez a banca avalia o conhecimento dos conceitos básicos a respeito de Web
Services. A WSDL permite definir os métodos disponibilizados pelo web service e o formato de
transferência dos dados em XML. Logo, podem-se integrar diferentes aplicativos empregando-
se Web services que sigam o formato determinado em XML.
Certo.
O protocolo SOAP foi desenvolvido para possibilitar a chamada remota de funções via HTTP,
permitindo que programas em ambientes distintos (plataformas e/ou linguagens) troquem
informações em formato XML.
Certo.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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SOAP é um protocolo simples baseado em XML para permitir que aplicações troquem
informações sob o protocolo HTTP.
Pinga-fogo SOAP:
• SOAP significa Simple Object Access Protocol
• SOAP é um protocolo de comunicação
• SOAP é para comunicação entre aplicações
• SOAP é um formato para envio de mensagens
• SOAP comunica via Internet
• SOAP é independente de plataforma
• SOAP é independente de linguagem
• SOAP é baseado em XML
• SOAP é simples e extensível
• SOAP permite contornar firewalls
• SOAP é uma recomendação da W3C
Certo.
Uma mensagem SOAP é um documento XML simples que contém os seguintes elementos:
• Um envelope que identifica o documento XML como uma mensagem SOAP;
• Um elemento que contém informações de cabeçalho;
• Um dos elementos do corpo que contém informações de chamada e resposta;
• Um elemento “Fault” contém erros e informações de status.
O corpo de uma mensagem SOAP pode conter uma resposta!
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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Errado.
EXEMPLO
Documento XML:
<?xml version=”1.0”?>
<note>
<to>Tove</to>
<from>Jani</from>
<heading>Reminder</heading>
<body>Don’t forget me this weekend!</body>
</note>
Como podemos observar, as tags definem qual dado está sendo apresentado e o texto (entre
elas) é o dado em si.
Pinga-fogo sobre XML:
• XML significa Extensible Markup Language;
• O XML é uma linguagem de marcação muito parecida com HTML;
• XML foi projetado para transportar dados, não para exibir dados;
• tags XML não são predefinidas. Você deve definir suas próprias marcas;
• XML é projetado para ser auto-descritivo;
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Web Services, XML e HTML
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<note>
<to> José </a>
<de> Maria </em>
<heading> Lembrete </heading>
<body> Não me esqueça neste fim de semana! </body>
</note>
A nota acima é bastante auto-descritiva. Tem informações sobre o remetente e o receptor, ela
também tem um título e um corpo da mensagem. Mas, ainda assim, este documento XML não
faz nada. É apenas uma informação envolta em tags. Alguém tem que escrever um software
para enviar, receber ou exibir estes dados.
XML não é um substituto para o HTML
XML é um complemento ao HTML. É importante entender que XML não é um substituto para
o HTML. Na maioria dos aplicativos Web, XML é utilizado para transporte de dados, enquanto
HTML é usado para formatar e exibir os dados.
Minha melhor descrição do XML é: XML é uma ferramenta independente de software e de
hardware para o transporte de informações.
Certo.
Observe que:
• As Tags XML são “case-sensitives”, ou seja, fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas;
• Devem estar aninhadas corretamente;
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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As marcações XML fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas! Cuidado para não
confundir com o HTML, que não faz esta distinção!
Errado.
Esta é uma regra para a construção de documentos XML. Deve sempre existir um elemento raiz.
Em outras palavras, os documentos XML devem conter um elemento que é o pai de todos os
outros elementos. Esse elemento é chamado de elemento raiz.
<raiz>
<filho>
<subfilho> </subfilho>
</filho>
</root>
Certo.
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Web Services, XML e HTML
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I – Errado. REST não fixa um formato padrão para o encapsulamento de dados. Quem faz isso
é o SOAP, que exige o XML. Web services que obedecem ao padrão REST podem utilizar vários
formatos de texto (Por exemplo: CSV, RSS, JSON, etc.)
II – Errado. O padrão REST é independente do protocolo de transporte, podendo ser implementado
em HTTP e SMTP, mas não em JMS.
III – Certo. No padrão REST, a comunicação entre cliente e servidor deve ser stateless (isto é,
sem guardar estado).
Letra c.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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A Web Services Description Language (WSDL) é uma linguagem baseada em XML utilizada para
descrever Web Services, funcionando como um contrato do serviço. Trata-se de um documento
escrito em XML que além de descrever o serviço, especifica COMO acessá-lo e QUAIS os meios e
operações e métodos disponíveis. WSDL tem como função especificar um serviço (web service)
considerando os seguintes aspectos:
• Interface: especifica quais operações o serviço suporta e define o formato das
mensagens que são enviadas e recebidas pelo serviço;
• Ligação: mapeia a interface abstrata para um conjunto concreto de protocolos. A ligação
especifica os detalhes técnicos de como se comunicar com o webservice;
• local da implementação.
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Figura. WSDL
Letra e.
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INFORMÁTICA
Web Services, XML e HTML
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<?xml version=”1.0”?>
<soap:Envelope xmlns:soap=”[Link] soap:encodingS-
tyle=”[Link]
<soap:Header>
...
</soap:Header>
<soap:Body>
...
<soap:Fault>
...
</soap:Fault>
</soap:Body>
</soap:Envelope>
Letra d.
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Patrícia Quintão
Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) é uma abordagem arquitetural corporativa que permite
a criação de serviços de negócio interoperáveis que podem facilmente ser reutilizados e
compartilhados entre aplicações e empresas.
Sommerville (p. 492) destaca que a arquitetura orientada a serviços permite flexibilidade, os
serviços podem ser implementados em qualquer linguagem de programação. Além disso,
permite que plataformas e tecnologias de implementação diferentes possam ser usadas em
diferentes partes das empresas para se interoperarem. Logo, a assertiva está errada, pois SOA
não é dependente de tecnologia!
SOA é uma arquitetura de desenvolvimento cujo objetivo é criar módulos funcionais
denominados serviços, fracamente acoplados e independentes de plataforma. É embasada
em XML e incentiva reutilização de código e interoperabilidades entre sistemas.
Errado.
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Web Services, XML e HTML
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Web Services, XML e HTML
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A questão só quer saber quais elementos são obrigatórios, e nesse caso, temos o Envelope e
Body. Uma mensagem SOAP é um documento XML que pode conter os seguintes elementos:
O elemento Envelope: define o conteúdo da mensagem (obrigatório)
O elemento Header: contém informação de controle e processamento (opcional)
O elemento Body: contém informação da chamada e da resposta (obrigatório).
O elemento Fault: indica mensagens de erro (opcional).
Letra b.
O conceito de Web Service busca evitar justamente isso. Deve-se permitir que aplicações
em diferentes ambientes possam trocar dados, desde que obedeçam a um protocolo único
para tanto.
Errado.
Mais uma questão que aborda o conceito básico de Web Service. Conforme visto anteriormente,
o web service é descrito empregando-se o WSDL, que é uma linguagem baseada em XML.
Basicamente, trata-se de um documento escrito em XML que além de descrever o serviço,
especifica como acessá-lo e quais as operações ou métodos estão disponíveis.
Obs.: O ciclo de vida de um Web Service é composto por quatro estados distintos: Publica-
ção, Descoberta, Descrição e Invocação. Para a Publicação e a Descoberta é emprega-
da a UDDI, para a Descrição a WSDL e para a Invocação o SOAP.
A XSLT (eXtensible Stylesheet Language for Transformation) é uma linguagem de marcação
XML usada para criar documentos que definem a apresentação dos documentos XML nos
navegadores que ofereçam suporte.
Errado.
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A base textual da Web não permite interação muito adequada para tarefas automatizadas entre
sistemas. O conceito de web services cria uma forma mais adequada para a comunicação entre
diferentes aplicações e serviços, possibilitando a execução e o processamento automático
de informações constantes em diferentes aplicações. Acerca de web services e tecnologias
relacionadas, julgue os itens que se seguem.
Para entendimento da questão vamos relacionar os conceitos básicos de Web Services: UDDI,
XML, WSDL e SOAP.
Define-se Web Services como uma tecnologia para integração de sistemas, podendo ser
aplicada a ambientes heterogêneos. Permite que softwares desenvolvidos em linguagens
distintas enviem e recebam dados de maneira transparente. A única exigência é que isso ocorra
no formato XML (eXtensible Markup Language).
Um dos padrões utilizados no desenvolvimento de Web Services é o SOAP (Simple Object
Access Protocol). Ele é o protocolo padrão para transmissão de dados da arquitetura de Web
services que segue o modelo Request-Response do HTTP.
Os web services são descritos empregando-se a WSDL (Web Services Description Language),
definindo-se as operações oferecidas pelo web service e o formato de entrada e saída de
cada uma delas.
Já o UDDI (Universal Description, Discovery and Integration) é um protocolo para registro e
publicação de web services, permitindo que os mesmos sejam pesquisados e localizados
pelos clientes.
Observe que na questão a banca avalia se o candidato conhece superficialmente os conceitos
básicos de Web Services.
Certo.
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Web services permitem a comunicação entre diferentes sistemas. Com a adoção de tecnologias
como UDDI, XML, WSDL e SOAP, aplicações de diversos locais da Internet podem ser integradas
e interconectadas como se fizessem parte de um mesmo sistema, independentemente da
linguagem de programação na qual foram desenvolvidas.
Para a representação e estruturação dos dados nas mensagens
recebidas/enviadas é utilizado o XML (eXtensible Markup Language).
As chamadas às operações, incluindo os parâmetros de entrada/saída, são
codificadas no protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol, baseado em XML).
Os serviços (operações, mensagens, parâmetros, etc.) são descritos
usando a linguagem WSDL (Web Services Description Language).
O processo de publicação/pesquisa/descoberta de Web Services utiliza o protocolo UDDI
(Universal Description, Discovery and Integration).
Errado.
A ÚNICA assertiva correta é a letra E => “As definições de como o webservice deve ser acessado,
como, por exemplo, os valores que ele retorna, são descritas em um arquivo XML com a
padronização WSDL (Web Service Description Language)”. Cabe destacar que os web services
são descritos empregando-se a WSDL (Web Services Description Language), definindo-se as
operações oferecidas pelo web service e o formato de entrada e saída de cada uma delas.
Letra e.
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Com relação a uma organização cujos sistemas de informação possuam elevado grau de
aderência aos princípios da arquitetura orientada a serviços SOA (service oriented architecture),
julgue os três itens seguintes.
As transações realizadas por cada componente são de alto nível e os componentes possuem
baixo grau de acoplamento.
Errado.
As transações realizadas por cada componente possuem alto nível e os detalhes de implementação
de cada componente estão bem encapsulados.
Errado.
A visibilidade, interação e efeitos são os conceitos chaves para descrever o paradigma SOA.
Errado.
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a) Certa. Complementando, cabe destacar que SOA é uma estratégia que proclama a criação
de todos os ativos de software de uma empresa via metodologia de programação orientada a
serviços. Estes serviços são componentes de software, construídos de tal modo que possam
ser facilmente vinculados a outros componentes de software. O objetivo desses serviços é a
possibilidade de definir partes dos códigos de software em partes significativas o suficiente
para serem compartilhadas e reutilizadas em diversas áreas da empresa.
b) Errada. Os processos de negócio representam abstrações de serviços na abordagem SOA.
c) Errada. A ideia no SOA é compor aplicações através da composição de serviços.
d), e) Erradas. Podem ser definidas interfaces para que os sistemas legados possam participar
do uso/oferta de serviços.
Letra a.
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Fonte: [Link]
Detalhes como localização e qual o caminho que a requisição de um serviço deve fazer na rede
são de responsabilidade do ESB e não precisam mais fazer parte do código do serviço.
e) Errada. A camada de Negócios representa toda a lógica de negócios envolvida no sistema.
Como cada serviço possui sua própria camada de negócios, é nessa camada onde se encontra
a lógica do serviço utilizado.
Letra a.
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Define-se aplicação Web como uma extensão dinâmica de um servidor web ou servidor
de aplicação. O cliente executa esta aplicação dentro de um navegador (browser). Várias
tecnologias podem ser empregadas para o desenvolvimento da aplicação, tanto no cliente
quanto no servidor. Uma aplicação Web pode também ser executada tanto na Internet como
em redes privadas, de forma indiferente.
Observe que o conceito é amplo e tem se tornado o padrão no desenvolvimento de aplicativos
atualmente.
Certo.
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REFERÊNCIAS
FERNANDES, A. A.; DE ABREU, V. F. Implantando a Governança de TI: Da estratégia à Gestão de
Processos e Serviços. Brasport, 2014.
IRIAS, A. API HTTP + REST – Conceito e exemplo em [Link]. 2019. Disponível em: <[Link]
[Link]/back-end/api-http-rest-conceito-e-exemplo-em-node-js%C2%A0>. Acesso em: jul. 2022.
KOSCIANSKI, A.; SOARES, M. S. Qualidade de Software. São Paulo: Editora Novatec, 2007.
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Mestre em Engenharia de Sistemas e computação pela COPPE/UFRJ, Especialista em Gerência de Informá-
tica e Bacharel em Informática pela UFV. Atualmente é professora no Gran Cursos Online; Analista Legislati-
vo (Área de Governança de TI), na Assembleia Legislativa de MG; Escritora e Personal & Professional Coach.
Atua como professora de Cursinhos e Faculdades, na área de Tecnologia da Informação, desde 2008. É
membro: da Sociedade Brasileira de Coaching, do PMI, da ISACA, da Comissão de Estudo de Técnicas de
Segurança (CE-21:027.00) da ABNT, responsável pela elaboração das normas brasileiras sobre gestão da
Segurança da Informação.
Autora dos livros: Informática FCC - Questões comentadas e organizadas por assunto, 3ª. edição e 1001
questões comentadas de informática (Cespe/UnB), 2ª. edição, pela Editora Gen/Método.
Foi aprovada nos seguintes concursos: Analista Legislativo, na especialidade de Administração de Rede, na
Assembleia Legislativa do Estado de MG; Professora titular do Departamento de Ciência da Computação
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia; Professora substituta do DCC da UFJF; Analista de
TI/Suporte, PRODABEL; Analista do Ministério Público MG; Analista de Sistemas, DATAPREV, Segurança da
Informação; Analista de Sistemas, INFRAERO; Analista - TIC, PRODEMGE; Analista de Sistemas, Prefeitura
de Juiz de Fora; Analista de Sistemas, SERPRO; Analista Judiciário (Informática), TRF 2ª Região RJ/ES, etc.
@coachpatriciaquintao /profapatriciaquintao
@plquintao [Link]/coachpatriciaquintao
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