Curso Técnico em Segurança do Trabalho EaD
Curso Técnico em Segurança do Trabalho EaD
RESOLUCAO Nº350/2023/CONSUP/IFSULDEMINAS
25 de outubro de 2023
O Reitor e Presidente do Conselho Superior do Ins tuto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Sul de Minas Gerais, Professor Cleber Ávila Barbosa, nomeado pelo Decreto de 04.08.2022, publicado no DOU de
05.08.2022, seção 2, página 1 e em conformidade com a Lei 11.892/2008, no uso de suas atribuições legais e
regimentais, em reunião realizada no dia 24 de outubro de 2023, RESOLVE:
Art. 1º - Aprovar a Criação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente - EaD do Ins tuto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre.
Este documento foi emi do pelo SUAP em 18/10/2023. Para comprovar sua auten cidade, faça a leitura do QRCode ao lado ou acesse
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INISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
M
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Luiz Inácio Lula da Silva
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Camilo Santana
REITOR DO IFSULDEMINAS
Cléber Ávila Barbosa
PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Honório José de Morais Neto
PRÓ-REITOR DE ENSINO
Luiz Carlos Dias da Rocha
PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO
Elisângela da Silva
2
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO SUL DE MINAS GERAIS
CONSELHO SUPERIOR
residente
P
Cléber Ávila Barbosa
Representantes dos Diretores-Gerais dos Campi
Aline Manke Nachtigall, João Olympio de Araújo Neto, Renato Aparecido de Souza,
Juliano de Souza Caliari, Rafael Felipe Coelho Neves, Alexandre Fieno da Silva, Luiz
Flávio Reis Fernandes, e Carlos José dos Santos
Representante do Ministério da Educação
Silmário Batista do Santos
Representantes do Corpo Docente
João Paulo Rezende, Luciano Pereira Carvalho, Márcio Maltarolli Quidá, Rodrigo
Cardoso Soares de Araújo, Thiago Caproni Tavares, Carlos Alberto de Albuquerque e
Andresa Fabiana Batista Guimarães
Representantes do Corpo Técnico Administrativo
João Paulo Expedito Mariano, Giuliano Manoel Ribeiro do Vale, Jonathan Ribeiro
de Araújo, Dorival Alves Neto, Paula Costa Monteiro, Nelson de Lima Damião, Willian
Roger Martinho Moreira, João Paulo Junqueira Geovani, Olímpio Augusto Carvalho
Branquinho
Representantes do Corpo Discente
Italo Augusto Calisto do Nascimento, Leonardo Fragoso de Mello, Fernanda Florio
Costa, Roneilton Gonçalves Rodrigues, Débora Karolina Corrêa, Hiago Augusto Felix,
Danilo Gabriel Gaioso da Silva e Kaylaine Aparecida Oliveira Barra
Representantes dos Egressos
Igor Corsini, Keniara Aparecida Villas Boas, Jorge Vanderlei da Silva, Rafaele
Cristina Vicente da Silva, Otávio Pereira dos Santos, Bernardo Sant’Anna Costa, Adriano
Carlos de Oliveira e Hellena Damas Menegucci
Representantes das Entidades Patronais
Alexandre Magno, Jorge Florêncio Ribeiro Neto
Representantes das Entidades dos Trabalhadores
Teovaldo José Aparecido e Ana Rita de Oliveira Ávila Nossack
Representantes do Setor Público ou Estatais
Rosiel de Lima e Cícero Barbosa
Representantes Sindicais
Rafael Martins Neves
Membros Natos
Rômulo Eduardo Bernardes da Silva, Sérgio Pedini e Marcelo Bregagnoli
3
DIRETORES-GERAIS DOSCAMPI
ampusInconfidentes
C
Luiz Flávio Reis Fernandes
CampusMachado
Aline Manke Nachtigall
CampusMuzambinho
Renato Aparecido de Souza
ampusPassos
C
Juliano de Souza Caliari
ampusPoços de Caldas
C
Rafael Felipe Coelho Neves
ampusPouso Alegre
C
Alexandre Fieno da Silva
4
COORDENADOR DO CURSO
Prof Dr Marcelo Carvalho Bottazzini
Apoio Técnico
ome
N Área de Formação
Daniel Reis da Silva, Me istória
H
Fabiano Paulo Elord, Esp. Matemática
Jociana Brugnerotto de Almeida, Ma Biologia
Marcel Freire da Silva, Me Filosofia e Teologia
Rodrigo Janoni Carvalho, Me História e Geografia
Xenia Souza Araújo, Ma Pedagogia
5
Lista de Quadros
6
Lista de Tabelas
7
Lista de Figuras
8
SUMÁRIO
Lista de Quadros
6
Lista de Tabelas 7
Lista de Figuras 8
1 DADOS DA INSTITUIÇÃO 1
1.1 IFSULDEMINAS - Reitoria 1
1.2 Entidade Mantenedora 1
1.3 IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre 2
2 DADOS GERAIS DO CURSO 3
3 HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS 4
4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS POUSO ALEGRE 5
5 APRESENTAÇÃO DO CURSO 8
6 JUSTIFICATIVA 10
7 OBJETIVOS DO CURSO 11
7.1 Objetivo Geral 11
7.2. Objetivos Específicos 11
8 FORMAS DE ACESSO 13
8.1 Pré-matrícula/ Matrícula 13
9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO 14
9.1 Campo de atuação 16
10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 17
10.1 Relações-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena 17
10.2 Libras 17
10.3 Educação Ambiental 17
10.4 Educação em Direitos Humanos 18
10.5 Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão 18
10.6 Representação Gráfica do Perfil de Formação 20
10.7 Matriz Curricular 22
10.8 Metodologia de Ensino 22
10.9 Organização Didática 24
10.10 - Material Didático 26
10.11 Práticas profissionais intrínsecas ao currículo 27
10.12 - Estágio 27
11 EMENTÁRIO 29
12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM 51
12.1 Coordenação de EaD no Campus Pouso Alegre 51
12.2 Coordenador de Curso, Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico 51
9
1 2.3 Professores Formadores/Conteudista 1
5
12.4 Tutores 52
12.5 O Cursista: Sujeito Ativo do processo Ensino-Aprendizagem 53
13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM 54
13.1 Verificação do rendimento acadêmico 55
13.2 Justificativas de faltas 57
13.3 Da recuperação, reprovação e exame final 57
13.4 Do Conselho de Classe 60
14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR 61
15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 64
16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE 65
16.1 Assistência Estudantil 65
16.2 Programa de Acompanhamento Psicológico 65
16.3 Programa de Acompanhamento Pedagógico 65
16.4 Programa de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais 66
16.5 Demais Programas 67
16.6 Plano Estratégico de Permanência e Êxito 67
16.7 Representação Estudantil 68
16.8 Educação Inclusiva 68
16.9 Regulamento Disciplinar do Corpo Discente 69
16.10 Acompanhamento de Egressos 69
17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S) 70
18 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES 1
7
19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE 73
20 CORPO DOCENTE DO CAMPUS 76
21 CORPO ADMINISTRATIVO 78
22 INFRAESTRUTURA 80
22.1 - Biblioteca 80
22.2 - Instalações, Equipamentos e Laboratórios 82
22.3 Infraestrutura dos polos 83
23 - CERTIFICADOS E DIPLOMAS 84
24 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 85
REFERÊNCIAS 86
10
1 DADOS DA INSTITUIÇÃO
Denominação do Instituto
1
1.3 IFSULDEMINAS –CampusPouso Alegre
2
2 DADOS GERAIS DO CURSO
3
3 HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
(IFSULDEMINAS)éumaautarquiafederalvinculadaaoMinistériodaEducação,criadoem
29dedezembrode2008,erecredenciadopelaPortarianº638,de17demaiode2017,como
parte da Rede Federal de Educação Profissional, CientíficaeTecnológica,cujoobjetivoera
impulsionar o ensino profissionalizante no país. Essa Rede é composta por 38 Institutos
Federais,doisCentrosFederaisdeEducaçãoTecnológica(CEFETs),25escolasvinculadasa
Universidades, o Colégio Pedro II e uma Universidade Tecnológica.
Assim como os demais Institutos Federais, o IFSULDEMINAS tem formação
multicampi.Originou-sedauniãodastrêstradicionaisereconhecidasescolasagrotécnicasde
Inconfidentes,MachadoeMuzambinho.Atualmente,tambémpossuicampiemPassos,Poços
deCaldas,PousoAlegreecampiavançadosemCarmodeMinaseemTrêsCorações,alémde
núcleosavançadosepolosderedeemdiversascidadesdaregião.Comforteatuaçãonaregião
sul-mineira, tem como principal finalidade a oferta de ensino gratuito e de qualidade nos
segmentos técnico, profissional e superior.
A missão do IFSULDEMINAS é promover a excelência na oferta da educação
profissional e tecnológica em todos os níveis, formando cidadãos críticos, criativos,
competentes e humanistas, articulando ensino, pesquisa e extensão e contribuindo para o
desenvolvimento sustentável do Sul de Minas Gerais.
4
4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DOCAMPUSPOUSO ALEGRE
OCampusPousoAlegrefoiimplantadoem10dejulhode2010comopropósitode
oferecer educação técnica e tecnológica de qualidade, em todos os níveis, associada à
extensão e pesquisa, dentro das expectativas e demandas de Pouso Alegre e região.
O Campus apresenta um papel muito importante por ser a primeira Instituição
Federal de Ensino na cidade, sendo este tipo de instituição nacionalmente reconhecida por
oferecerensinogratuitoedequalidade.Apartirdedezembrode2010teveinícioàsobrasde
construçãodasedepróprianaAvenidaMariadaConceiçãoSantos,nº.900,ParqueReal,com
área construída inicial de 5.578 m², utilizando o projeto fornecido pelo MEC (Brasil
Profissionalizado).
As atividades acadêmicas iniciaram com o Curso Técnico em Agricultura
Subsequente, utilizando as estruturasdaEscolaMunicipalProfessoraMariaBarbosa(CIEM
doAlgodão).Em2011teveiníciooscursostécnicosemEdificações,namodalidadePROEJA
e Administração na modalidade subsequente, funcionando em parceria com a Prefeitura na
Escola Municipal Antônio Mariosa (CAIC - Árvore Grande).
Em 2012iniciaram-seoscursostécnicosemQuímica,InformáticaeEdificaçõesna
modalidade Subsequente e Informática na modalidade Concomitante. Em 2013 o Campus
passouaoferecertambémoCursoTécnicoemSegurançadoTrabalhoeoCursoTécnicoem
InformáticaIntegradoaoEnsinoMédiojáemsuasedeprópria.Noiníciode2014,oCampus
passou a ofertar dois cursos superiores: Engenharia Química e Engenharia Civil. Em 2015
iniciaram-se as Licenciaturas em Química e Matemática, assim como o curso de
Pós-Graduação LatoSensuemEngenhariadeSegurançadoTrabalhoeHigieneeSegurança
do Trabalho e o curso Técnico em AdministraçãoIntegradoaoEnsinoMédio.Em2016foi
ofertada a Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Matemática e em 2017 o curso de
Técnico em Edificações passou a ser também oferecidonamodalidadeIntegradoaoEnsino
Médio.
Desde o início das atividades do Campus Pouso Alegre foram oferecidos vários
cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC's) em parceria com diversas empresas e
5
associações locais, bem como cursos a distância em parceria com o Instituto Federal do
Paraná.Alémdisso,apartirde2012,comoProgramaNacionaldeAcessoaoEnsinoTécnico
eEmprego(PRONATEC),foramoferecidoscursosemAgriculturaFamiliar,Planejamentoe
Controle de Produção, Auxiliar Administrativo, Auxiliar dePessoal,AuxiliardeBiblioteca,
Bovinocultura de Leite e de Corte, Desenhista da Construção Civil, Cuidador de Idosos,
Auxiliar Financeiro, Inglês, Cabeleireiro, Inspeção Escolar, Agente Comunitário de Saúde,
Almoxarifado,ManicureePedicure,Eletricidade,Artesanato,LínguaPortuguesa,Montagem
de Equipamentos Eletroeletrônicos, Recepcionista e outros.
Contandocommaisde2.000alunosmatriculadosemseuscursoseumconjuntode
servidorescompostopor43servidorestécnicosadministrativosemeducaçãoe75servidores
docentes, o Campus Pouso Alegre busca consolidar e expandir sua oferta, criando novos
cursostécnicosesuperioresbuscandosempreatenderàdemandadacidadeeregião,levando
sempre emconsideraçãoasdiscussõesrealizadaspelacomunidadeacadêmicasemperderde
vista as demandas levantadas pela sociedade.
Os objetivos educacionais institucionais não devem perder de vista a igualdade
educacionalsobreaqualassingularidadesdevemserconsideradaseatendidas.Diantedesse
quadro,asdecisõescurricularesedidático-pedagógicas,oplanejamentodotrabalhoanualeas
rotinas e os eventos do cotidiano escolar devem levar em consideração a necessidade de
superação dessas desigualdades.
Para isso, é necessário planejar com um claro foco na equidade, que pressupõe
reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes.Oplanejamentocurriculardo
CampusPousoAlegrebuscaasuperaçãodasdiferençaseapromoçãodacolaboraçãosocial,
bem como o desenvolvimento dos alunos de forma ampla, superando a fragmentação do
conhecimentoegarantindooestímuloàsuaaplicaçãonavidareal,aimportânciadocontexto
paradarsentidoaoqueseaprendeeoprotagonismodoestudanteemsuaaprendizagemena
construção de seu projeto de vida.
Combasenestadeclaração,oIFSULDEMINAS–CampusPousoAlegreidentificao
número de estudantes que necessitam de material didático em diversos formatos de
acessibilidade, assim como os demais recursos de tecnologia assistiva (lupa digital,
6
impressora e máquina Braille, cadeira motorizada), além de serviços de tradução e
interpretação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e do atendimento educacional
especializado.
OCampusbuscatambémocrescimentoeodesenvolvimentodosseusalunosatravés
de atividades educacionais, artísticas, culturais e esportivas como seminários, jornadas
científicas e tecnológicas, visitas técnico-culturais, atividades esportivas, bem como
participação em projetos de pesquisa eextensão,promovendoatividadesqueasseguremaos
aprendizes seus direitos e desenvolvimento, orientado pelos princípios éticos, políticos e
estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa,
democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da
Educação Básica (DCN).
Entende-se que a Educação deve visar à formação e ao desenvolvimento humano
global, compreendendoacomplexidadedessedesenvolvimento,quenãoimplicasomentena
dimensãointelectual,eafetiva,assumindoumavisãoplural,singulareintegral,considerando
o aluno como sujeito da aprendizagem e promovendo uma educação acolhedora para o
desenvolvimento pleno, em suas singularidades e diversidades. A escola é um espaço de
aprendizagem e de democracia inclusiva, que combate a discriminação, o preconceito e
respeito às diferenças e diversidades.
7
5 APRESENTAÇÃO DO CURSO
O presente documento se constitui do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em
Segurança do Trabalho Subsequente, na modalidade EaD, referente ao eixo tecnológico
Ambiente,SaúdeeSegurança,doCatálogoNacionaldeCursosTécnicosdoMEC,instituído
pelaResoluçãoCNE/CEBn°3,de9dejulhode2008,aserministradonoInstitutoFederalde
Educação,CiênciaeTecnologiadoSuldeMinasGerais(IFSULDEMINAS)-CampusPouso
Alegre.
EsteProjetoPedagógicodeCursoestáfundamentadonasbaseslegaisquenorteiama
educaçãotécnicadenívelmédio,nosreferenciaiscurricularesedemaisresoluçõesedecretos
que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio do sistema educacional
brasileiro. O curso será realizado ao longo de 1,5 ano (um ano e meio) e o discente teráo
dobrodotempodeduraçãodocursoparaconcluí-lo.Ocursoterácargahoráriatotalde1.200
horas.
O Técnico de Segurança do Trabalho encontra ampla inserção no mercado de
trabalho, podendocompartilharaequipemultidisciplinarvoltadaàpromoçãodasegurançae
saúdenosambientesdetrabalho,participandoativamentedocontroledefatoresderiscosque
possam comprometer a saúde e a produtividade.
Seu campo de atuação é um dos mais diversificados, encontrando suainserçãoem
locaiseambientesdetrabalhotaiscomo:organizaçõesprivadasepúblicasdosmaisvariados
8
ramos de atividades, indústrias, hospitais, comércio, construção civil, portos, aeroportos,
centrais de logística, instituições de ensino, unidade de fabricação e representação de
equipamentos de segurança, empresas e consultorias para capacitações em segurança do
trabalho.
O curso Técnico em Segurança do trabalho, abre possibilidade de formação
continuada em cursos de especialização técnica (pós-técnico) tais como:
O IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre percebe a importância de uma rede
profundamente vinculada às matrizes produtivas locais e regionais, capaz de articular a
educaçãoprofissionalàformaçãopropedêutica,reconhecendoopapelestratégicodaeducação
profissional nas políticas de inclusão social.
9
6 JUSTIFICATIVA
O município de Pouso Alegre está situado no extremo sul de Minas Gerais, na
mesorregiãodosulesudestedeMinaseéconsideradocomoocentroregionaldasatividades
culturais,econômicasesociais.Sendoconsideradocomoumcentroindustrialregional. Hoje,
tanto o Município quanto o sul de Minas possuem um parque industrial de relevância
nacional,promovendoumdesenvolvimentoeconômicoemdiversasáreas,apresentandouma
enorme demanda por profissionais qualificados na área ocupacional.
O Campus Pouso Alegre que cumpre as exigências da Lei Federal11.892/2008que
criou os Institutos Federais e enfatiza anecessidadedasuainserçãoregionalestápreparado
para atender esta importante demanda.
Tendoemvistaocrescimentoeconômicoeindustrialaceleradodosuldeminasgerais,
e a grande demanda por profissionais qualificados na área de segurança do trabalho, bem
comooaumentodabuscapordesenvolvimentotecnológicoregionalparaatendimentoànova
realidade empresarial, justifica-se a oferta do Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Subsequente, na modalidade EaD.
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7 OBJETIVOS DO CURSO
De acordo com o estabelecido pela Resolução CNE/CEB Nº 06/2012,quedefineas
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, a
Educação Profissional articula-se com o aprendizado ocorrido durante o ensino médio em
suas diferentes formas de educação, integrando às necessidades do mundo do trabalho e
propiciando uma sólida formação no campo da educação geral humanística e científica.Os
estudantesdocursoestarãoaptosparaatuareficazmentenomundodotrabalho,possibilitando
prosseguir nosestudos e se posicionar criticamenteno mundo.
Neste sentido, serão apresentados os objetivos gerais eespecíficosdocursoTécnico
em Segurança do Trabalho Subsequente.
O curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente tem como objetivo geral
capacitar profissionais técnicos de nível médio, nos termos da legislação vigente, para, no
âmbito dos setores produtivos e de serviços, desempenhar atividades de prevenção de
acidentesdotrabalho,nelesincluídosasdoençasprofissionaisedotrabalho,atravésdeações
e programas específicos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do trabalhador
brasileiro, e propiciando a diminuição do custo social decorrente dos infortúnios laborais,
formando profissionais Técnicos em Segurança do Trabalho para estimular a promoção da
“Qualidade de Vida Laboral”, por meio da preservação da saúde dos trabalhadores e da
segurança nos processos, ambientes de trabalho e meio ambiente,atendendoaodispostona
Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, regulamentada pelo Decreto nº.92.530,de9de
abril de 1986, e à demanda de mão de obra especializada existente no âmbito empresarial,
visando a capacitação de recursos humanos no campo da Segurança do Trabalho.
- Formar profissionais humanizados capazes de auxiliar e gerenciar, mediante
tecnologias, o desenvolvimento social diverso da região, de forma sustentável.
- Desenvolver raciocínio lógico, senso crítico e respeito ao próximo.
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- Promover o estudo de forma integrada, possibilitando o compartilhamento de ideias
inovadoras capazes de atender, eliminar e/ou minimizar os agravos à saúde dos
trabalhadores.
- Promover o ensino integralizador, atendendo simultaneamenteasobrigaçõeslegaise
as necessidades de uma sociedade em processo de transformação.
- Qualificar os discentes para antecipar e reconhecer os riscos ambientais.
- Estudar a metodologia de avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores.
- Estudar a implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia.
- Propiciar os conhecimentos suficientes para o correto arquivamento edivulgaçãode
dados.
- Atuar como agentes de incentivo à melhoria da qualidade do meio ambiente.
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8 FORMAS DE ACESSO
Não será permitida a troca de curso no decorrer do processo de confirmação da
matrícula. O candidato que não confirmar sua matrícula, no prazo estabelecido, terá sua
inscrição automaticamente cancelada. Não será permitido o trancamento de matrícula.
A não realização da Renovação da Matrícula ao final de cada semestre cursado
implicará na mudançadestatusdoalunonoSISTECparaevadidoeperdadodireitoàvaga
no semestre seguinte, conforme Resolução CONSUP no 55/2018.
13
9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO
Ao concluir o curso Técnico em Segurança do Trabalho, o egresso deverá ter
desenvolvidoumconjuntodecompetênciastécnicasehumanísticascapazdeatenderàsatuais
demandas da sociedade, o que, contudo, não significa reproduzir mecanicamente valores e
posturas. Deverá ser um indivíduo com postura crítica, responsável, ética e científica,
respeitandoasdiferençaseomeioambiente,contribuindoparaserumagentetransformador,
seja no mundo do trabalho, na família ou na vida em sociedade para o desenvolvimento
socioeconômico do país, atuando nas diversas áreas do setor produtivo e de serviços.
O egresso docursoTécnicoemSegurançadoTrabalhopoderáatuaremáreascomo:
planejamentoegestãodesegurançadotrabalho;análisedosmétodoseosprocessoslaborais;
identificação dos fatores de riscos de acidentes e de doenças profissionais; realização de
procedimentoseorientaçãosobremedidasdeeliminaçãoeneutralizaçãoderiscos;elaboração
de procedimentos de acordocomanaturezadaempresa;promoçãodeprogramas,eventose
capacitações; divulgação de normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional;
indicação, solicitação e inspeção de equipamentos de proteção coletiva e individual contra
incêndio; levantamento de dados estatísticosdedoençaseacidentesdetrabalhoparaajustes
das ações prevencionistas; produção de relatórios referentes à segurança e à saúde do
trabalhador.
- Analisar procedimentos de rotina, indicar medidas e sistemas de proteçãocoletivae
equipamentos de proteção individual;
- Conhecer e interpretar a legislação e normas técnicas de segurança e saúde no
trabalho;
- Coletar dados e informações capazes de identificar os locais de risco de acidentes
pessoais e materiais, visando à recomendação de mecanismos que corrijam as
deficiências de máquinas, equipamentos, de organização de trabalho, reduzindo,
assim, a possibilidade de interrupção da linha produtiva por eventual ocorrência de
acidente de trabalho;
- Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;
- Elaborar planos, instrumentos de avaliação, programas de segurança, normas e
14
regulamentos internos;
- Aplicar primeiros socorros em situações de emergência;
- Desenvolverprogramasdeprevenção,palestras,cursosparaareduçãodosacidentese
controlederiscos,gerandoassimamelhoriadaqualidadedevidadostrabalhadorese
da produtividade no ambiente de trabalho;
- Estabelecer entre empregador e trabalhadores procedimentos que permitamatuações
conjuntas nos diversos setores frente aos acidentes de trabalho, doenças e sinistros;
- Divulgar conhecimentos sobre as necessidades da segurança em benefício do
desenvolvimento dos trabalhadores e da empresa.
- Elaborar e implementar políticas de saúde no trabalho, identificando variáveis de
controle e ações educativas para prevenção e manutenção da qualidade de vida do
trabalhador.
- Desenvolver ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho.
- Investigar, analisar e recomendar medidas de prevenção e controle de acidentes.
- Realizar estudo da relação entre ocupações dos espaços físicos com as condições
necessárias.
- Promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador em seu local de atuação.
- Analisar os métodos e os processos laborais.
- Identificar fatores de risco de acidentes de trabalho, de doenças profissionais e de
trabalho e de presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador.
- Realizarprocedimentosdeorientaçãosobremedidasdeeliminaçãoeneutralizaçãode
riscos.
- Elaborar procedimentos de acordo com a natureza da empresa.
- Promover programas, eventos e capacitações de prevenção de riscos ambientais.
- Divulgar normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional.
- Indicar, solicitar e inspecionar equipamentosdeproteçãocoletivaeindividualcontra
incêndio.
- Levantar e utilizar dados estatísticos de doenças e acidentesdetrabalhoparaajustes
das ações prevencionistas.
- Produzir relatórios referentes à segurança e à saúde do trabalhador.
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9.1 Campo de atuação
16
10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A matriz curricular está organizada em regime semestral, com carga horária
obrigatória de 1.200. Para atender a alunos com necessidades específicas, quando houver,
haverá a elaboração deumcurrículoadaptadoedesenvolvidoemcolaboraçãocomaequipe
do NAPNE e colegiado do curso.
Em atendimento à Lei n° 10.639 de 9 de janeiro de 2003, àLein°11.645de10de
março de 2008 e à Resolução CNE/CP nº 1 de 17 de junho de 2004, o Curso Técnico em
Segurança do Trabalho prevê neste projeto o trabalho com as relações étnico-raciais e o
estudodahistóriaeculturaafro-brasileiraeindígenaqueserátratadodeformatransversal.Os
valoresinerentes(combateaopreconceito,igualdadehumanaejustiçasocial)deveminspirar
a atuação cotidiana do professor e dos demais funcionários. O Campus a eles adere
incondicionalmente.
10.2 Libras
Será ofertada, em caráter obrigatório, no primeiro semestre, a disciplina de Libras,
comduraçãode50h,divididasentreaulaspráticaseteóricas,em cumprimentoaoDecreton°
5.626,de22dedezembrode2005.Porsetratardeumalínguaoficialdascomunidadessurdas
brasileiras,aLibrasdeveserestudadanoâmbitodaformaçãoprofissionalvisandoàinclusão
social e linguística. Neste sentido, o IFSULDEMINAS,aoinseriradisciplinaemsuagrade
curricular,objetivacontribuirsignificativamentecomaformaçãoefuturaatuaçãoprofissional
de um técnico em Segurança do Trabalho mais acessível e inclusivo.
EmatendimentoàLein°9.795,de27deabrilde1999eaoDecreton°4.281,de25de
junho de 2002, o CursoTécnicoemSegurançadoTrabalhoprevêotrabalhocomEducação
Ambiental,emespecialnadisciplinadeGestãoAmbiental.Noentanto,osvaloresinerentesà
educação ambiental permeiam o trabalho dos professores em todas as áreas, pois são
assumidos peloCampuscomo vitais para sociedade.
17
10.4 Educação em Direitos Humanos
Dentre as atividades de ensino, além das aulas regulares do curso, propõe-se a
realização de uma série de atividades complementares como exposições, dias temáticos,
palestras, programas de monitoria, grupos de estudos, e viagens técnicas.
As atividades de pesquisa e extensão ocorrem principalmente através de diversos
projetos desenvolvidos pelosprofessoresdocursonosquaisosalunosatuamcomobolsistas
ou voluntários, tendo a possibilidade de participarem da elaboração de artigos e eventos
científicos.
Alémdoseutrabalhocomoensino,ainstituiçãosededicaàsatividadesdeextensãoe
pesquisadeformacorrelacionada,formandotrêspilaresindissociáveis.Asaçõesdeextensão
constituemumprocessoeducativo,científico,artístico-culturaledesportivoquesearticulaao
ensino e à pesquisa de forma indissociável, com o objetivo de intensificar uma relação
transformadora entre o IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre e a sociedade e tem por
objetivogeralincentivarepromoverodesenvolvimentodeprogramaseprojetosdeextensão,
articulando-se com órgãos de fomento e consignando em seus recursos para esse fim. As
ações de pesquisa constituem um processo educativo para a investigação, objetivando a
produção, a inovação e a difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos, artístico,
culturais edesportivos,articulando-seaoensinoeàextensãoeenvolvendotodososníveise
18
modalidades de ensino, ao longo de toda a formação profissional, com vistas ao
desenvolvimento social, tendo como objetivo incentivar e promover o desenvolvimento de
programas e projetos de pesquisa, articulando-se com órgãosdefomentoeconsignandoem
seu orçamento recursos para esse fim. Neste sentido, são desenvolvidas ações de apoio à
iniciação científica, a fim de despertar o interesse pela pesquisa e instigar os estudantesna
busca de novos conhecimentos.
Oprincípiodaindissociabilidadeentreensino,pesquisaeextensãoapresenta-secomo
critério articulador, perpassando toda a oferta de educação profissionaloportunizada.Nesse
viés, são conceitos fundamentais: o trabalho como princípio educativo, a pesquisa como
princípio pedagógico e a interdisciplinaridade como método. Assim, o ensino consistente,
ancoradoembasescientíficas,possibilitaarealizaçãodepesquisasque,pormeiodaprodução
desaberes,podemdirecioná-lo.Essaprodução,porsuavez,retroalimentaoensino,viabiliza
a incorporação de novosconhecimentoseareleituradosjádisponíveis.Damesmaforma,a
extensão,aosocializaroconhecimento,proporcionaofeedbackparaasatividadesdeensinoe
de pesquisa.
19
10.6 Representação Gráfica do Perfil de Formação
Comopropósitodefavorecerainterdisciplinaridade,apropostapedagógicadocurso
está organizada contemplando disciplinas de formação geral juntamente com as disciplinas
técnicasemcadamódulo.Aintençãoédirecionaranecessidadedeumaeducaçãoprofissional
e tecnológica de conhecimentos científicos, experiências e saberes advindos do universo
social e do mundo do trabalho. Trata-se de uma concepção curricular que favorece o
desenvolvimento de práticas pedagógicas que articulam os conceitosdetrabalho,segurança
do trabalho,ciência,tecnologiaecultura,preparandooalunoparasuaatuaçãonomundodo
trabalho de maneira segura, saudável e eficiente.
Arepresentaçãográficadoperfildeformaçãoéapresentadapormeiodoquadro4eda
figura 1.
20
igura 1. Representação Global do Perfil de Formação do Curso Técnico em Segurança do
F
Trabalho Subsequente, na modalidade EaD.
21
10.7 Matriz Curricular
Tabela 1- Matriz
22
Taisestratégiasdevemincentivaraflexibilidadedecomportamentoedeautodesenvolvimento
do aluno no que diz respeito às diversidades e às novastécnicasetecnologiasadotadasem
situações reais de trabalho, com avaliação contínua e sistemática, voltada para a
aprendizagem com autonomia.
Evidencia-se a busca pela contextualização do ensino, pelo aprender fazendo,
primando pela construção do conhecimento onde teoria e prática sejam indissociáveis,
possibilitando formação de sujeitos críticos e responsáveis, tanto social como
sustentavelmente, durante todo o processo formativo. Há de se resguardar a construção de
itineráriosformativosqueatendamàscaracterísticas,interessesenecessidadesdosestudantes
e às demandas do meio social, privilegiando propostas com opções pelos estudantes.
- Elaborar e executar o planejamento, registro e análise das aulas realizadas, sejam
presenciais ou à distância, ministrando-as de forma interativa por meio do
desenvolvimento de projetos, atividades laboratoriais, seminários, atividades
individuais e atividades em grupo, com acompanhamento de ferramentas virtuais
como a criação de grupos para debate e discussão das atividades mediadas pelo
docente;
- Problematizaroconhecimento,semseesquecerdeconsiderarosdiferentesritmosde
aprendizagens e a subjetividade do aluno, incentivando-o abuscaraconfirmaçãodo
que estuda em diferentes fontes;
- Entender a totalidade como uma síntese das múltiplas relações que o homem
estabelece na sociedade, articulando e integrando os conhecimentos de diferentes
áreas;
- Elaborar materiais digitais a serem trabalhados em aulas expositivas e à distância e
atividades em grupo;
- Elaborar estratégias pedagógicas que contemplem as especificidades dos estudantes
com necessidades educacionais especiais.
- Utilizar recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas.
23
10.9 Organização Didática
A consolidação dos princípios educativos será garantida por meio de uma equipe,
composta de Professor Formador, Professor Mediador, Coordenação de Curso, Design
Instrucional, Coordenador de plataforma, Equipe Administrativa, Equipe Pedagógica e
Secretaria, que trabalharão o planejamento, a organização, a execução, a assessoria e a
orientação do processo de aprendizagem, dando ênfase a uma postura de construção do
conhecimento, numa metodologiadialética,naqualsepropicieapassagemdeumavisãodo
sensocomum–oqueoalunojásabecombaseemsuasexperiênciasdevida,aumaformação
de novos conceitos/científicos.
Tudo isso mediante o desenvolvimento de práticas pedagógicas voltadas à
mobilização do aluno para o conhecimento, a disponibilização de instrumentos que lhe
proporcione oportunidades de construir conhecimentos novos e o desenvolvimento da
capacidade de elaboração de sínteses integradoras do saber construído com aqueles que já
possuíam anteriormente.
Oalunoseráocentrodoprocesso.Atravésdacondução“nãodiretiva”doprocessoé
queoalunoconstruirásuaprópriaaprendizagem.Osprofessoresfornecerãoosinstrumentose
conteúdos necessários à construção dos conceitos científicos que sejam os conhecimentos.
O Professor mediador deverá incentivar permanentemente e sensibilizar o aluno
sobre o que vai fazer. Deve-se valorizar a importância da participação do aluno em todo
processo de orientação e aprendizagem, considerando-o como sujeito de sua aprendizagem.
Os estudantes deverão ser capazes de sair de uma postura passiva, assumindo um
papel mais ativo no processo,tornando-seagentesdesuaprópriaaprendizagemnabuscada
construção dos seus conhecimentos. Para tal, serão disponibilizados meios para que o
estudantedesenvolvasuacapacidadedejulgamento,deformasuficiente,paraqueelepróprio
esteja apto a buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado.
Um dos pontos chave para o sucesso na formação do profissional Técnico em
Segurança do Trabalho é a motivação doestudante.Pensandoemmaneirasderesolveressa
questão, os Professores, junto com os Professoresmediadoresdevemterapreocupaçãoreal
24
comumaorientaçãoefetivadoalunoqueapresentadificuldades.Outroimportantefatoraser
considerado é a atualização dos conhecimentos e suas aplicações. Os assuntos relativos às
novas tecnologias tendem a despertar um grande interesse nos estudantes, bem como suas
relações com a sociedade.
É de total importância, para o êxito deste projeto, que as atividades propostas no
curso propiciem oportunidades para o desenvolvimento das habilidades complementares,
desejáveisaosprofissionaisdaárea,vendooalunocomoumtodo,relacionandotambémsuas
atitudes e respeitando as peculiaridades de cada disciplina/atividade didática, bem como a
capacidade e a experiência de cada docente. O estímulo e o incentivo ao aprimoramento
dessas características devem ser continuamente perseguidos, objetivando sempre a melhor
qualidade no processo de formação profissional.
Todos os conteúdos e os exercícios avaliativos a distância serão disponibilizados
através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Os professores poderão utilizar
diversas estratégias e ferramentas avaliativas de acordo com os componentes curriculares
ministrados e com a prática pedagógica de cada professor.
O ensino a distância é dividido em dois momentos distintos e bem definidos, os
momentos presenciais e os momentos a distância:
Os Momentos presenciais: serão realizados nos polos com a mediação de um
professor mediador e planejados pelo professorformadordecadadisciplinaoucoordenador
decurso.Asavaliaçõesserãorealizadasdeacordocomocalendárioacadêmicodeofertanos
PolosdeApoioPresencial.Demais momentos presenciaisparaorientaçãodosestudosserão
ofertados nos polosemediadospelotutorpresencial.Ospolosdeverãogarantirespaçosque
permitam a interação, constante reflexão, atividades práticas, debates, avaliação dos
25
conteúdos e o encaminhamento aos estudos independentes.
Osencontroseatividadespresenciaisserãorealizadosdeformaaatendernomínimo
20%(vinteporcento)dacargahoráriaenotaematividadeseavaliaçõesofertadasnospolos,
conforme dispõe o artigo 45 da Resolução Nº 055/2018 e o Catálogo Nacional de Cursos
Técnicos.
OsMomentosnãopresenciais:sãodestinadosàrealizaçãodasatividadesqueestarão
disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem AVA/IFSULDEMINAS. Os materiais
disponibilizados via internet, no AVA, possibilitar ao cursista acessar os conteúdos e as
informações relativas às disciplinas do curso e aproveitar o potencial pedagógico do
computador, por meio da troca de mensagens, da oferta de materiais complementares de
estudo, da participação em bate-papo e em fóruns de discussão, além da troca de
questionamentos e orientações. Assim, o ambiente virtual será uma importante ferramenta
pedagógica para o relacionamento do aluno com o seu Professormediadorecomosoutros
atores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem do curso.
Omaterialdidáticoaserutilizadoparaodesenvolvimentodecadaumdosconteúdos
propostos buscará estimular o estudo e produção individual de cada aluno, não só na
realizaçãodasatividadespropostas,mastambémnaexperimentaçãodepráticascentradasna
compreensão e experimentações.
Todoomaterialdidáticoconstitui-secomodinamizadoresdaconstruçãocurriculare
também como um elemento balizador metodológico do Curso. Serão utilizados materiais
elaborados pelos professores conteudistas e estes serão oferecidos somente no ambiente
virtual.
Serão disponibilizados na jornada de aprendizado dos alunos, um conjunto de
recursos de aprendizagem disponíveis no ambiente Web,ouaudiovisual.Cadadisciplinado
curso utilizará material em diversas mídias, conforme seu planejamento pedagógico, onde
constará o conteúdo que o aluno precisa estudar, além de exercícios. Esse material será
colocado ao dispor dos alunos nos polos ou por meio da Web no AVA.
26
O conteúdo e formatação do material didático serão específicos para linguagem
EAD, relacionando teoriaepráticademaneiraintegradaàplataformadoAVAeatenderána
forma da versão eletrônica.
A realização de trabalhos e pesquisas por parte dos docentes junto aos alunos, com
apoio da equipe técnica do Campus, busca incentivar e dar suporte ao aprendizado e
aperfeiçoamento do conhecimento adquirido pelo aluno em sala de aula.
Na promoção da formação integral ressalta-se a indissociabilidade entre educação e
prática social, que considera ahistoricidadedosconhecimentosedossujeitos;eaênfasena
relação entre teoria e prática nos processos de ensino e aprendizagem e de avaliação,
garantindo ao estudante sua participação ativa no processo de construção da aprendizagem.
Acompreensãodaeducaçãocomopráxis,constituídanocampododiscursoedaação
sócio-política realizada no âmbito das relações sócio-histórico-culturais, tem como objetivo
formar cidadãos crítico-reflexivos, éticos, dotados de competência técnico-científica e que
sejam protagonistas da constituição de uma sociedade alicerçada em valores humanistas.
Otrabalhocomoprincípioeducativo,alinhaavisãodehomem,sociedadeeeducação.
Nessaperspectiva,otrabalhoéumprocessoconscientepeloqualasociedadeseconstitui,os
homens criam e recriam a si próprios e suas relações sociais. Na educação profissional,
científica e tecnológica, assumir o trabalho como princípio educativo significa integrá-lo à
ciência, à tecnologia e à cultura, que formam a base da proposta político-pedagógica e do
desenvolvimento curricular do curso. Isso inclui a promoção da realização de práticas
profissionaisquepossibilitemaoestudanteocontatocomomundodotrabalhoeassegurema
formação teórico-prática intrínseca ao perfil de formação técnica, por meio de atividades
profissionais,projetosdeintervenção,experimentoseatividadesemambientesespeciais,tais
como: laboratórios, oficinas, empresas pedagógicas, ateliês, dentre outras.
10.12 - Estágio
É facultativo ao aluno realizar estágio na modalidade não-obrigatório, enquanto
possuir vínculo com a instituição de ensino, e cuja remuneração por meio de bolsa e/ou
auxíliodaempresa/instituição,pagamentodeauxíliotransporteesegurodevidaparaoaluno
27
por parte da concedente de acordo com legislação vigente.
O estágio é regido pela Lei nº. 11.788/2008, pela Orientação Normativa nº. 7/2008,
pela Orientação Normativa nº 2/2016, pela Resolução CNE/CEB nº 1/2004, pela Nota
Técnica nº 1.279/2017-MP, pelos Pareceres da ProcuradoriaFederaldoIFSULDEMINASe
também pela Normatização de Estágio para os Cursos Técnicos e Superiores do
IFSULDEMINAS Normas de Estágio aprovada pela Resolução nº. 097/2019 do
IFSULDEMINAS.
28
11 EMENTÁRIO
29
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
dimensãodotrabalhonavidahumana.Astransformaçõesnomundodotrabalhoatravésda
A
história: a das relações sociais de trabalho; a da tecnologia dos processos de produção e; a
organização do trabalho e da gestão. O sofrimento social, trabalho e desgaste mental na
pós-modernidade.
Bibliografia Básica
1. B AUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Zahar,
2010.
2. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 4. ed. São Paulo:
Moderna, 2010.
3. GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6. ed. rev. e atual. Juntamente com Philip W. Sutton.
Porto Alegre: Penso, 2012.
Bibliografia Complementar
1. A RANHA,MariaLúciadeArruda.Filosofando:introduçãoàfilosofia:1º,2ºe3ºanos:
ensino médio. 6. ed. São Paulo: Moderna, 2016. 400 p.
2. BOTTOMORE,T.B(Ed).Dicionáriodopensamentomarxista.2.ed.RiodeJaneiro:J.
Zahar, 2012.
3. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. A filosofia como medicina da alma. São Paulo:
Manole, 2012.
4. KRUPPA, Sonia M. Portella. Sociologia da educação. 2. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2016. 308 p.
5. SASSEN, Saskia.Sociologia da globalização.PortoAlegre: Artmed, 2010. 240 p.
30
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular:Segurança do Trabalho I
Bibliografia Complementar
1. C ARDELLA, Benedito. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes: uma
abordagem holística: segurança integrada à missão organizacional com produtividade,
qualidade, preservaçãoambientaledesenvolvimentodepessoas.SãoPaulo:Atlas,2012.
254 p.
2. GARDIN, Eduardo Oliveira.Alerta de Perigo. São Paulo:LTR, 2001.
3. GONÇALVES, Edwar Abreu. Segurança e Saúde no Trabalho em 600 Questões
Objetivas.São Paulo: LTr, 2004.
4. MATSUO, Myrian. Acidentado do trabalho: reabilitação ou exclusão? São Paulo:
Fundacentro, 2002. 238p.
5. ZOCCHIO,Álvaro.PráticadaPrevençãodeAcidentes:ABCdasegurançadotrabalho.
7ª ed. rev. e ampl. São Paulo: LTr, 2002.
31
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular:Saúde do Trabalhador I
32
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular:Gerenciamento de Riscos
1. B ARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira. Controle de riscos:
prevenção de acidentes no ambiente ocupacional. São Paulo: Érica, 2014. 120 p.
2. BREVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson. Higiene
Ocupacional:agentesbiológicos,químicosefísicos.5.ed.SãoPaulo:Ed.SENAC
– São Paulo: 2010. 448 p.
3. PEPPLOW, Luiz Amilton.Segurança do Trabalho. Curitiba:Base, 2010. 256 p.
Bibliografia Complementar
1. B INDER,M.C.P.,etal.ÁrvoredeCausas:métododeinvestigaçãodeacidentesde
trabalho. 2 ed. São Paulo: Ed. Publisher Brasil, 1996.
2. EQUIPAMENTOS GULIN. Guia para elaborar análise de risco. São Paulo: [s.
n.], 2012. 55 p.
3. FANTAZZINI, L. M.; CICCO, F.M.G.ªF. Técnicas Modernas de Gerência de
Risco. 3 ed. São Paulo: IBGR, 2006.
4. FANTAZZINI, L. M. Introdução a Engenharia de Sistemas. São Paulo:
Fundacentro, 1991.
5. GARCIA, Eduardo A. C.; ALVES FILHO, José Prado. Aspectos de prevenção e
controle de acidentes no trabalho com agrotóxicos. São Paulo: Fundacentro,
2005. 51 p.
33
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
onsolidação das Leis do Trabalho (CLT). Atribuições profissionais: engenheiro de
C
segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho e técnico de
segurança do trabalho. Normas Regulamentadoras. Portarias normativas e outros
dispositivos legais. Embargo e interdição. AOrganizaçãoMundialdoTrabalho(OIT).
Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP).
Bibliografia Básica
1. C ARRION,Valentin.ComentáriosàConsolidaçãodasLeisdoTrabalho.37.ed.
São Paulo: Saraiva, 2012. 1640 p.
2. MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do Trabalho: aplicação da norma
trabalhista,dinâmicadocontratodetrabalho,trabalhodamulheredomenor.
14. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 350 p.
3. SCHWARZ, Rodrigo Garcia. CursodeIniciaçãoaoDireitodoTrabalho.Riode
Janeiro: Elsevier, 2011. 425 p.
Bibliografia Complementar
1. A RAÚJO,GiovanniMoraesde(Org.).FundamentosparaRealizaçãodePerícias
Trabalhistas,AcidentáriaseAmbientais:aspectostécnicoselegais.Vol.1.Riode
Janeiro: GVC, 2008. 532 p.
2. BARSANO, Paulo Roberto. Legislação aplicada à segurança do trabalho. São
Paulo: Érica, 2014. 160 p.
3. GIGLIO, Wagner D.; CORRÊA, Claudia Giglio Veltri. Direito Processual do
Trabalho:16.ed.rev.,ampl.eadaptadaàECn.45/2004eàsLeisn.11.232/2005,
11.276/2006, 11.277/2006, 11.280/2006, 11.382/2006, 1.417/2006, 11.418/2006,
11.419/2006 e 11.457/2007. São Paulo: Saraiva, 2007. 640 p.
4. NEGRINI, Daniela Aparecida Flausino. Acidente do Trabalho e suas
Consequências Sociais. São Paulo: LTr, 2010. 96 p.
5. OLIVEIRA,Aristeude.CálculosTrabalhistas.24.ed.SãoPaulo:Atlas,2012.462
p.
34
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular:Informática Básica
Bibliografia Complementar
1. S ILVA, Mário Gomes da. Informática: terminologia básica: Windows XP,Word
XP. 11. ed. São Paulo: Érica, 2009. 324 p. ISBN 978-85-7194-865- 5 (broch.).
2. SILVA, Mário Gomes da. Informática básica: Microsoft Windows XP, Microsoft
Office Word 2003, Microsoft Office Excel 2003, Microsoft Office Access 2003 e
Microsoft Office PowerPoint 2003. 6. ed. São Paulo: Érica, 2008. 380 p. ISBN
978-85-3650-104-8.
3. MCFEDRIES, Paul. Fórmulas e funções com microsoft excel. Rio de Janeiro:
Editora Ciência Moderna, 2005. 606 p. ISBN 798-85-7393-376-3.
4. MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de MicrosoftExcel2013.1.ed.
São Paulo: Érica, 2013. 208 p. (Coleção P. D.). ISBN 978-85-365-0449-0.
5. FEDELI,R.D.;POLLONI,E.;PERES,F.IntroduçãoàCiênciadaComputação.
São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning, 2. ed. 2010.
35
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular: Libras
Bibliografia Complementar
1. H ONORA,Márcia;FRIZANCO,MaryLopes.LivroilustradodaLínguaBrasileira
de Sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo:
Ciranda Cultural, 2010.
2. KARNOPP, L. B.; QUADROS, R. M. de. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
3. SKLIAR, C. (Org). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre:
Mediação, 1998.
4. BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática da língua de sinais. RiodeJaneiro:
Tempo Brasileiro, UFRJ, 1995.
5. FERNANDES, Eulália.Linguagem e Surdez.Porto Alegre:Artmed, 2003.
36
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
Bibliografia Básica
1. B REVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson. Higiene
Ocupacional:agentesbiológicos,químicosefísicos.5.ed.SãoPaulo:Ed.SENAC
– São Paulo, 2010. 448 p.
2. MATTOS, Ubirajara Aluizio de Oliveira; MÁSCULO, Francisco Soares (orgs.).
Higiene e Segurança do Trabalho. São Paulo:Campus;ABEPRO, 2011. 419 p.
3. SZABÓJÚNIOR,AdalbertoMohai.Manualdesegurança,higieneemedicinado
trabalho. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.
Bibliografia Complementar
1. C ORRÊA, Márcia Angelim Chaves; SALIBA, Tuffi Messias. Manual prático de
avaliação e controle de gases e vapores: PPRA. 4.ed. São Paulo: LTr, 2012. 143 p.
2. FELIX, Maria Christina (Coord.). Engenharia de segurança do trabalho na
indústria da construção: acessos temporários de madeira, medidas de proteção
contra quedas de altura, instalações elétricas temporárias emcanteirosdeobras.2.
ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 71 p.
3. SANTOS, Alcinéa Meigikos dos Anjos et al. Introdução à higiene ocupacional.
São Paulo: Fundacentro, 2004. 84 p.
4. FUNDACENTRO. Norma de Higiene Ocupacional 09: Procedimento Técnico –
Avaliação da ExposiçãoOcupacionalaVibraçõesdeCorpoInteiro–NHO09.São
Paulo: Fundacentro, 2013.
5. LIMA, Cristiane Queiroz Barbeiro. Norma de higiene ocupacional: método de
ensaio: Método de coleta e análise de fibras em locais de trabalho. São Paulo:
Fundacentro, 2001. 61 p.
37
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Componente Curricular:Desenho Arquitetônico
Bibliografia Básica
1. A LBIERO,E.;SILVA,E.DesenhoTécnicoFundamental.4ªedição.São
Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 2009.
2. CHING, Frank. Representação gráfica em arquitetura. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2011.
3. MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico. São Paulo: Editora
Edgard Blucher, 2001. Reimpressão 2014.
Bibliografia Complementar
1. C HING, F. D. K. Técnicas de construção ilustradas. Porto Alegre :Editora
Bookman, 2010.
2. CHING, F.D.K. Dicionário visual de arquitetura. São Paulo: Editora Martins
Fontes, 2010.
3. FERREIRA, P.; MICELI, M. T. Desenho Técnico básico. São Paulo: Editora
Imperial Novo Milênio, 2010.
4. MONTENEGRO, G.A. Desenho de projetos. São Paulo:EditoraEdgardBlucher,
2007.
5. MONTENEGRO, G. A. A Perspectiva dos Profissionais. São Paulo: Edgard
Blucher, 2010.
38
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
studo das normas regulamentadoras NR 06 (Equipamentos de Proteção Individual),
E
incluindoEquipamentosdeProteçãoColetiva,eNR08(Edificações),incluindoLTCAT
e PPP; PPR – Programa de Proteção Respiratória; PCA – Programa de Conservação
Auditiva;
Bibliografia Básica
1.FUNDACENTRO.ACONSTRUÇÃO.SãoPaulo:Fundacentro,[20--].1DVD(18
in.). (Revista do Trabalhador).
m
2. SANTOS, Alcinéa Meigikos dos Anjos. O Tamanho das Partículas de Poeira
Suspensas no Ar dos Ambientes de Trabalho. São Paulo:Fundacentro, 2008. 96 p.
3.SZABÓJÚNIOR,AdalbertoMohai.ManualdeSegurança,HigieneeMedicinado
Trabalho. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.
Bibliografia Complementar
1 .FUNDACENTRO.ACONSTRUÇÃO.SãoPaulo:Fundacentro,[20--].1DVD(18
min.). (Revista do Trabalhador).
2. FUNDACENTRO. A CONSTRUÇÃO: EPI-Equipamentos de proteção individual.
São Paulo: Fundacentro, [20--]. 1 DVD (11 min.). (Revista do Trabalhador).
3. FUNDACENTRO. A CONSTRUÇÃO: EPInaindústriadaconstrução.SãoPaulo:
Fundacentro, 2003. 1 DVD (10 min.). (Revista do Trabalhador).
4. FELIX, Maria Christina (Coord.). Engenharia de Segurança do Trabalho na
IndústriadaConstrução:acessostemporáriosdemadeira,medidasdeproteçãocontra
quedas de altura, instalações elétricas temporárias em canteiros de obras. 2. ed. São
Paulo: Fundacentro, 2011. 71p.
5. PEPPLOW, Luiz Amilton.Segurança do Trabalho. Curitiba:Base, 2010. 256 p.
39
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
oenças relacionadas com o trabalho. Programa de Controle Médico de Saúde
D
Ocupacional – PCMSO – Norma Regulamentadora 7. Introdução aos Primeiros
Socorros.
Bibliografia Básica
1. B ORTOLOTTI, Fábio. Manual do Socorrista. 3. ed. ampl. e atul. Porto Alegre:
Expansão, 2012. 680 p.
2. DIAS, Elizabeth Costa (Org.). BRASIL Ministério da Saúde. Doenças
relacionadas ao trabalho: o manual de procedimentos para os serviços de
saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 580 p. Disponível em <
[Link]
%20trabalho/[Link]> Acesso 28.07.2019.
3. MENDES,René(Org.).Patologiadotrabalho.3.ed.SãoPaulo:Atheneu,2013.2
v
Bibliografia Complementar
1. B ARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira. Segurança do trabalho:
guia prático e didático. 2. ed. atual., e rev. SãoPaulo: Érica, 2018.
2. CAMISASSA, Mara Queiroga. Segurança e saúde no trabalho: NRs 1 a 36 :
comentadas e descomplicadas. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Gen; Método, 2015.
886 p.
3. FLEGEL, Melinda J.Primeiros socorros no esporte.5. São Paulo: Manole, 2015.
4. SENAC. Departamento Nacional. Primeiros socorros: como agiremsituaçõesde
emergência. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2007. 140 p.
5. SZABÓJÚNIOR,AdalbertoMohai.Manualdesegurança,higieneemedicinado
trabalho.São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.
40
Curso: Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
istórico. Legislação e normas brasileiras relativas à proteção contra incêndio e
H
explosões. Programas de proteção contra incêndio. Teoria do fogo. Classes de fogo.
Métodos de extinção. Agentes extintores. Equipamentos e sistemas de proteção contra
incêndio. Iluminação de emergência, portas corta-fogo, escada deemergência.Sistema
de detecção e alarme. Plano deAbandono.Equipamentosfixosemóveisdecombatea
incêndio. Sistema de hidrantes. Sprinklers. Brigada de incêndio. Explosivos. Segurança.
Bibliografia Básica
1. CAMILLO JR, A belB.ManualdePrevençãoeCombateaIncêndio.SãoPaulo:
enac editora, 2013.
S
2.FERNANDES,IvanRicardo.EngenhariadeSegurançaContraIncêndioePânico.
Curitiba: CREAPR, 2010. 88 p.
3. PEREIRA, Áderson G.; POPOVIC, Raphael R. Segurança Contra Incêndios. São
Paulo: Editora São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar
1. ABIQUIM. Manual para Atendimentos de Emergências. 5ª edição. São Paulo:
ró-química, 2006.
P
2.BRENTANO,Telmo.AProteçãoContraIncêndionoProjetodeEdificações.Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2007.
3. BRENTANO, Telmo. Instalações Hidráulica de Combate a Incêndio nas
Edificações. 3. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007.
4. FERNANDES, Ivam Ricardo – Engenharia de Segurança contra Incêndio e
Pânico/ Ivan Ricardo Fernandes.Curitiba- PR: CREA-PR,2010, 88 pág.
5. SEITO Alexandre Itiu, et al – Se gurança contra incêndio no BrasileInstalações
contra Incêndio. Alexandre Itiu Seito et al; São Paulo:Projeto Editora, 2008, pág. 496.
41
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
esenvolvimentodagestãodaqualidade(GQ).NormaNBRISO9000eacertificação
D
de uma empresa. Gestão da qualidade total e suas ferramentas. O uso da gestão da
qualidade na segurança do trabalho.
Bibliografia Básica
1. C AMPOS,VicenteFalconi.TQC:controledaqualidadetotalnoestilojaponês.[8.
ed.]. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 1992. 256 p. ISBN
85-98254-13-4 (broch.).
2. CAMPOS, Vicente Falconi. Qualidade total: padronização de empresas. 2. ed.
Nova Lima: FALCONI, 2014. 171 p. ISBN 978-85-98254-67-8 (broch.).
3. LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da qualidade. São Paulo:Érica,2010.190p.
ISBN 978-85-365-0317-2 (broch.).
Bibliografia Complementar
1. C ARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; GEROLAMO, Mateus Cecílio. Gestão da
qualidade ISO 9001:2015:requisitoseintegraçãocomaISO14001:2015.1.ed.
São Paulo: Atlas, 2016. 176 p. ISBN 978-85-97-00644-5 (broch).
2. MONTGOMERY, Douglas C. Introdução aocontroleestatísticodaqualidade.
4. ed., reimpr. - Rio de Janeiro: LTC, 2009.
3. OLIVEIRA, Otávio J. Gestão da qualidade, higiene e segurança na empresa.
São Paulo Cengage Learning 2015 1 recurso online ISBN 9788522122615.
4. RODRIGUES, Marcus Vinicius. Ações para a qualidade: gestão estratégica e
integradaparaamelhoriadosprocessosnabuscadaqualidadeecompetitividade.
4.ed.rev.eampl.RiodeJaneiro:Elsevier,2012.338p.ISBN978-85-352-6116-5
(broch.).
5. SILVA, Damião Limeira da; LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da qualidade:
diretrizes, ferramentas, métodos enormatização.SãoPaulo:Érica:Saraiva,2014.
136 p. (Eixos. Ambiente e Saúde). ISBN 9788536507897.
42
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
onceitos e princípios éticos. Ética x Ambição. Ética x Moral. Ética empresarial.
C
Códigos de ética. Valores antiéticos. Ética como fonte de espiritualidade. Ética
ambiental. Ações sociais responsáveis – cidadania. Análise e discussão de problemas.
Bibliografia Básica
1 BARSANO, Paulo Roberto.Ética profissional.São Paulo: Érica, 2014.
2 CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. São Paulo: Vozes,
2001.
3 NALINI, José Renato. Ética: geral e profissional. 13. ed. São Paulo: Rev. dos
Tribunais, 2016.
Bibliografia Complementar
1 FIUZA, R. (Coord.).Novo código civil comentado.SãoPaulo: Editora Saraiva,
2 003.
2 KISNERMAN, N.Ética para o serviço social. Petrópolis:Vozes. 1978.
3 OLIVEIRA, M. A. de.Ética e economia.São Paulo: Ática.1995.
4 SANCHEZ, V. A.Ética.Rio de Janeiro: CivilizaçãoBrasileira. 2000.
5 SÁ, A. L. de.Ética profissional.10. ed. São Paulo:Atlas.
43
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
onceitosbásicossobreriscosambientais,identificaçãoderiscosambientais,técnicasde
C
avaliação dos riscos ambientais e seus efeitos sobre o organismo humano e o meio
ambiente. Estudo da Norma Regulamentadora NR 15 e seusanexos,ondesãovistasas
atividades e operações insalubres.
Bibliografia Básica
1. B REVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson. Higiene
Ocupacional:agentesbiológicos,químicosefísicos.5.ed.SãoPaulo:Ed.SENAC–
São Paulo, 2010. 448 p.
2. MATTOS, Ubirajara Aluizio de Oliveira; MÁSCULO, Francisco Soares (orgs.).
Higiene e Segurança do Trabalho. São Paulo:Campus;ABEPRO, 2011. 419 p.
3. SZABÓ JÚNIOR,AdalbertoMohai.Manualdesegurança,higieneemedicinado
trabalho. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.
Bibliografia Complementar
1. C ORRÊA, Márcia Angelim Chaves; SALIBA, Tuffi Messias. Manual prático de
avaliação e controle de gases e vapores: PPRA. 4.ed. São Paulo: LTr, 2012. 143 p.
2. FELIX, Maria Christina (Coord.). Engenharia de segurança do trabalho na
indústria da construção: acessos temporários de madeira,medidasdeproteção
contraquedasdealtura,instalaçõeselétricastemporáriasemcanteirosdeobras.
2. ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 71 p.
3. FUNDACENTRO. Norma de Higiene Ocupacional 09: Procedimento Técnico –
Avaliação da Exposição Ocupacional a Vibrações de Corpo Inteiro – NHO09.São
Paulo, 2013.
4. LIMA, Cristiane Queiroz Barbeiro. Norma de higiene ocupacional: método de
ensaio: Método de coleta e análise de fibras em locais de trabalho. São Paulo:
Fundacentro, 2001. 61 p.
5. SANTOS,AlcinéaMeigikosdosAnjosetal.Introduçãoàhigieneocupacional.São
Paulo: Fundacentro, 2004. 84 p.
44
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
Bibliografia Básica
1. D UL, Jan; WEERDMEESTER, B. A. Ergonomia prática.3.ed.rev.eampl.São
Paulo: Blucher, 2012. 163 p.
2. IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. [Link]. rev. São Paulo: Blucher, 2016.
850 p.
3. MENDES,René(Org.).Patologiadotrabalho.3.ed.SãoPaulo:Atheneu,2013.2
v.
Bibliografia Complementar
1. C AMISASSA, Mara Queiroga. Segurança e saúde no trabalho: NRs 1 a 36 :
comentadas e descomplicadas. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Gen; Método, 2015.
886 p.
2. CORRÊA,VanderleiMoraes.Ergonomiafundamentoseaplicações.PortoAlegre:
Bookman 2015.
3. DANIELLOU, François (Coord.). A ergonomia em busca de seus princípios:
debates epistemológicos.São Paulo: Edgard Blücher,2004. xv, 244p.
4. MENDES,René(Org.).Patologiadotrabalho.3.ed.SãoPaulo:Atheneu,2013.2
v.
5. NARESSI, Wilson Galvão. Ergonomia e biossegurança em odontologia
essencial:parte clínica. Porto Alegre: Artes Médicas,2013.
45
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
Bibliografia Básica
1. C AMPOS, V. F. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do dia-a-dia. Belo
Horizonte: Ed. Desenvolvimentos Gerenciais, 2001.
2. DECICCO,F.M.;FANTAZZINI,M.L.IntroduçãoàEngenhariadeSegurança
de Sistemas. São Paulo: Fundacentro, 1988.
3. HARRINGTON, H. Gerenciamento Total da Melhoria Contínua. São Paulo:
Makron Books, 1997.
Bibliografia Complementar
1. B RECIGLIERO,E;POSSEBON,J.;SPINELLI.R.HigieneOcupacional:agentes
biológicos, químicos e físicos. São Paulo: EditoraSENAC, 2011.
2. CARDELLA, B. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes: uma
abordagem holística. São Paulo: Editora Atlas, 2007.
3. SZNELWAR,LaerteI.;MASCIA,FaustoL.Trabalho,TecnologiaeOrganização:
avaliação do trabalho submetido à prova real. Vol. 2. São Paulo: Ed. Blucher,
2008.
4. MAGGI, B.; DWYER. T.; CARUSO, L. A. C. Trabalho, Tecnologia e
Organização. São Paulo: Ed. Blucher, 2007.
5. MANDARINI, M.Segurança Corporativa Estratégica. Ed.Manole, 2006.
46
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
campodasaúdementalrelacionadaaotrabalho.Manifestaçõesclínicasdosofrimento
O
psíquico. Acidentes de trabalho: fatores e influências comportamentais. Sofrimento
social: trabalho e desgaste mental. Execução de ações educativas.
Bibliografia Básica
1. CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso
d as organizações. [Link]. Barueri: Manole, 2014. 474 p.
2. LEAL, Paulo. Descomplicando a segurança do trabalho: ferramentas para odiaa
dia. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: LTr, 2014. 430 p.
3. MENDES, René (Org.).Patologia do trabalho. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2013. 2 v.
Bibliografia Complementar
1 .JOHANN,SílvioLuiz.Comportamentoorganizacional:teoriaeprática.SãoPaulo:
Saraiva, 2014. 260 p.
2. MATSUO, Myrian. Acidentado do trabalho: reabilitaçãoouexclusão?SãoPaulo:
Fundacentro, 2002.
3. MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento Interpessoal: treinamento em grupo. 21. ed.
rev. e ampl. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.
4. MOTA, Míriam Cristina Zaidan. Psicologia aplicada em segurança do trabalho:
destaque aos aspectos comportamentais e trabalho em equipedaNR-10,avaliaçãodos
fatores psicossociais da NR-35. 5. ed. São Paulo: LTr, 2015. 108 p.
5. PESENTE, José Carlos. Didática Básica para Facilitadores deAprendizagemem
Segurança e Saúde do Trabalho. São Paulo: Fundacentro, 2014. Disponível em:
<[Link]
didatica-basica-para-facilitadores-de-aprendizagem-em-seguranca-e-saude-do-trabalho>
Acesso em 29.07.2011.
47
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
Bibliografia Básica
1. B ARBIERI, JoséCarlos.Gestãoambientalempresarial.4.ed.SãoPaulo:Saraiva,
2016.
2. BARBIERI,JoséCarlos;CAJAZEIRA,JoséEmanuelReis.Responsabilidadesocial
empresarial e empresa sustentável - da teoria à prática. 3ed.SãoPaulo:Saraiva,
2016.
3. JABBOUR, Ana Beatriz Lopes; JABBOUR, Charbel José Chiappetta. Gestão
ambiental nas organizações: fundamentos e tendências.São Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar
1. B RAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do
desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
2. BOFF, Leonardo.Sustentabilidade: o que é-o que nãoé. 5. ed. Editora Vozes: 2018.
3. CALIJURI, Maria do Carmo; CUNHA, Davi Gasparini Fernandes (Coord.).
Engenharia ambiental. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
4. DIAS,Reinaldo.Gestãoambiental:responsabilidadesocialesustentabilidade.2.ed.
rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2011.
5. SANCHEZ,LuisEnrique.Avaliaçãodeimpactoambiental:conceitosemétodos.2.
ed. atual. e ampl. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.
48
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
Bibliografia Básica
1. C HIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas aoespíritoempreendedor.[Link].
Rio de Janeiro: Saraiva, 2012.
2. DORNELAS,J.C.A.Empreendedorismo:transformandoideiasemnegócios.5.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 267p.
3. OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y. Business Model Generation - Inovação em
Modelos de Negócios: um manual para visionários, inovadores e
revolucionários.Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.300p.
Bibliografia Complementar
1. D ORNELAS, C. A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do
empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
2. GAUTHIER, F. A. O. Empreendedorismo. Curitiba: Editora do Livro Técnico,
2010.
3. OSTERWALDER,A.;BERNARDA,G.;PIGNEUR,Y.ValuePropositionDesign:
Como construirpropostasdevalorinovadoras.RiodeJaneiro:AltaBooksEditora,
2019.
4. PORTO, G. S. (org). Gestão da inovação e empreendedorismo. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
5. TAJRA, S. F. Empreendedorismo: conceitos e práticas inovadoras. São Paulo:
Érica, Saraiva, 2014.
49
Curso:Técnico em Segurança do Trabalho
Ementa
undamentos gerais da Oratória – Teoria e Prática. Eliminar o medo, a inibição e falar
F
com naturalidade diante de públicos variados. Expressar ideias com desenvoltura,
convicçãoedinamismo.Fazerapresentaçõesobjetivas,clarasecomlinguagemadequada.
Adquirirestratégiasparaconvencerpúblicosdifíceis.Impostaravoz,eliminarcacoetese
ruídos na comunicação. Usar projetor multimídia, flip chat, quadro branco. Conversar
fluentemente em quaisquer circunstâncias. Desenvolver gestos e posturas elegantes e
impactantes. Treinar o olhar expressivo, forte e seguro. Criar empatia e simpatia em
situações embaraçosas. Desenvolver habilidade de liderar. Falar naturalmente em pé ou
sentado. Saber iniciar, desenvolver e concluir palestras expressivas. Ampliar o
vocabulário e adequar a linguagem aos diversos auditórios. Elaborar apresentações
persuasivas e impactantes. Preparação para entrevistas e dinâmicas de grupo.
Apresentação de um seminário – teoria e prática. Jogos e interações. Introdução às
relações étnico-raciais e direitos humanos.
Bibliografia Básica
1 . SANTOS, M. F.Curso de oratória e retórica. SãoPaulo: Logos, 1957.
2. SHINYASHIK, R. Os segredos das apresentações poderosas. São Paulo: Gente,
2012.
3. POLITO, R. Como falar corretamente e sem inibições. São Paulo: Saraiva, 2010.
Bibliografia Complementar
1 . FELIPE, J. F. A. Introdução à comunicação jurídica.Rio de Janeiro: Forense, 2002.
2. SANTANNA, A. R.A sedução da palavra.Brasília:Letraviva, 2000.
3.SOBRINHO,A.F.P.Antologiadaeloquênciauniversal:dePériclesaChurchill.Rio
de Janeiro: Muniz, 1967.
4. SPOLIN, V.Jogos Teatrais na sala de aula. 2ª ed.São Paulo: Perspectiva, 2010.
5. WARAT, L. A.O ofício do mediador. Florianópolis:Habitus. v.1, 2001.
50
12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
Profissional encarregado de gerenciar os cursos, desde seu planejamento até os
encaminhamentos necessários para acertificaçãodosalunos.Éoresponsávelporrealizaras
mediações necessárias e a articulação com os demais órgãos envolvidos no projeto. Deve
promover a avaliação institucional do curso e apoiar o gerenciamento dos Polos de Apoio
Presencial onde ocorrem os cursos.
Também deverácoordenaraelaboraçãodediretrizesgeraisparaodesenvolvimento
dasatividadesdidático-pedagógicaseadministrativasdoscursos,bemcomodeelaboraçãode
relatórios periódicos de suas atividades e das equipes que atuam no curso. Deverá ainda:
coordenar e acompanhar a seleção, treinamento e capacitação de professores formadores e
tutores; orientar as equipes de forma geral.
Além disso, analisar todos os produtos elaborados pelo professor conteudista,bem
comosugeriralteraçõesereestruturá-losdeacordocomapropostadocurso,analisareavaliar
asvideoaulaseacompanharostrabalhosdecapacitaçãodetutoreseestudoscomoscursistas
no ambiente virtual de aprendizagem – AVA.
51
princípioseconteúdosdasdisciplinasdocurso.Osistemadeeducaçãoadistânciaexigequeo
professor formador conheça as ferramentas, os recursos e a metodologia da educação a
distância, bem como os mecanismos de avaliação da aprendizagem.
Os professores formadores serão designados como responsáveis por cada uma das
disciplinas dos módulos dos cursos, portanto estarão encarregados da organização e
operacionalização do planejamento, revisão de materiais e mídias, de metodologias e
estratégias apropriadas ao conteúdo e práticas de cada uma das disciplinas.
Os professores formadores deverão organizar todos os materiais e orientações que
possibilitem apoio para o pleno desenvolvimento das atividades presenciais nos Polos de
Apoio Presencial. Os materiais e orientações serão planejados e preparados com a
participação efetiva da Coordenação Pedagógica e Coordenação de Curso.
Os professores formadores deverão trabalhar na perspectiva da proposição e
organização das situações de aprendizagem, atuando como mediador e orientador,
incentivando a busca de diferentes fontes de informação e provocando areflexãocríticado
conhecimento produzido.
Os professores conteudistas poderão ser servidores do Campus ou contratados via
edital mediante disponibilidade orçamentária.
12.4 Tutores
A sociedade informacional, equipada dos mais variados e avançados recursos
audiovisuais e online, não deixou de destacar que os melhores cursos a distância dão uma
ênfase especial ao trabalho do sistema tutorial (mediação), encarado como um expediente
teórico-pedagógico que representa um dos pilares da educação a distância. Este Sistema
Tutorialprevêoapoiopedagógicoconsistenteecontínuoquegarantiráaoperacionalizaçãodo
curso, de forma a atender os estudantes nas modalidades individual e coletiva, incluindo a
tutoria presencial e a distância, cuja metodologia de trabalho, oportuniza a constituição de
52
redes de educadores, conectando professores formadores – mediadores – alunos –
coordenação.
ConvémesclarecerqueotrabalhodosTutoresirádeterminarodiálogopermanentee
fundamental entre o curso e seus alunos, desfazendo a ideiaculturaldaimpessoalidadedos
cursos a distância. Por sua característica de ligação constante com os estudantes, os
professores mediadores deverão responder com exatidão sobre o desempenho, as
características, as dificuldades, desafios e progressos de cada um deles.
Os tutores têm como principais atribuições o acompanhamento do processo de
aprendizagemedeconstruçãodecompetênciaseconhecimentospelosestudantes,bemcomo
asupervisãodapráticaprofissional.Paratanto,devemconduzir,juntamentecomoestudante,
o processo de avaliação, fazendo o registro e encaminhando os documentos às instâncias
responsáveis.
A seleção dos tutores é de responsabilidade da Coordenação Geral de EaD do
Campus, a seleção acontecerá através de edital de seleção, com o estabelecimento dos
critérios pertinentes em consideração as áreas de atuação do curso oferecido.
O cursista é o responsável maior pela sua aprendizagem. O estudante deverá ser
acima de tudo organizado, disciplinado e auto motivado, pois ele receberá os materiais
didáticos digitais e disponibilizados via internet, em ambiente virtual de aprendizagem;
preparados para um estudo individualizado. Portanto, é necessário que o aluno cursista
desenvolvae/ouaprimorehabilidadesqueoleveaaprenderaaprender,comresponsabilidade
e autonomia e que tenha ou adquira familiaridade com o uso de computadores.
É necessário que ele desenvolva e aprimore a capacidade de trabalhar em grupo,
porque haverá momentos de estudos de grupos, com trocas de experiências online ou em
momentos presenciais. Cabe a ele participar efetivamente dos momentos presenciais
intensivos, cumprir todas as atividades referentes às disciplinas do curso técnico em
Segurança do Trabalho.
53
13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
A avaliação é um importante mecanismo no processo de desenvolvimento dos
educandos. Deve ser considerada comosubsidiárianoprocessodeplanejamentoeexecução
dasatividadesdeensinoeaprendizagem,poisnãoexisteousubsisteporelamesma.Segundo
Luckesi(2011,p.168),aavaliação“sófazsentidonamedidaemqueserveparaodiagnóstico
da execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos. A avaliação é um
instrumento auxiliar na melhoriadosresultados.”Portanto,éimprescindívelqueaavaliação
ultrapasseoaspectodemeraclassificaçãoeassumaopapeldiagnósticoqueviabilizatomadas
de decisão para obtenção dos resultados esperados. Esseaspectotorna-seimprescindívelno
processo dedesenvolvimentodoseducandosedapropostapolíticadainstituiçãointeressada
naaprendizagemdoeducandoafimdequesedesenvolvadeformaindividualecoletivapor
meio da apropriação dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade.
Para tanto deve-se considerar algumas funções da avaliação que estão articuladas
com a função diagnóstica para tomada de decisão (cf LUCKESI, 2011, p. 208-212), quais
sejam:
- Propiciaraautocompreensãodoeducandoedoeducador.Tomarconsciênciadeonde
seestá,paraescolherparaondeir.Assim,oeducandopodeseautocompreenderpara
poderavançareoeducadorpoderáseautocompreenderenquantoeducador,bemcomo
refletir sobre a escolha de métodos e recursos didáticos.
- Motivarocrescimento.Reconhecerolimiteeaamplitudedeondeseestá,paracriaro
desejo de obter resultados mais satisfatórios durante o processo de aprendizagem.
- Aprofundamento da aprendizagem. Ao realizar um exercício para manifestar a
aprendizagem, tem-se a oportunidade de aprender o conteúdo de uma forma mais
aprofundada, de fixá-lo, de aplicá-lo. Assim, o exercício avaliativo servecomouma
das formas de aprendizagem. Quanto mais significativo,maiorassimilaçãoativapor
parte do educando.
- Auxiliaraaprendizagem.Acompreensãodequeaavaliaçãoauxiliaaaprendizagemé
fundamental paraquesepercebaanecessidadedoseducandos,naperspectivadeseu
crescimento e na escolha dos instrumentos adequados de avaliação.
54
Para que a avaliação cumpra as funções especificadas, é necessário que os
instrumentosavaliativossejamconstruídoscomcoerênciaeatençãoaalgunsaspectos
(LUCKESI, 2011):
- Estejam articulados com os conteúdos planejados, ensinados e aprendidos pelos
educandos;
- Cubram de forma significativa todos os conteúdos essenciais ensinados e aprendidos;
- Compatibilizar habilidades e capacidades de interpretação e análise crítica, de
raciocínio multi relacional e interativo, lógico-matemático, de leitura de códigos e
diferentes linguagens e de postura cooperativa e ética;
- Compatibilizar os níveis de dificuldade do que foi ensinado e aprendido com oque
está sendo avaliado, pois aavaliaçãodevesercompatível,emtermosdedificuldade,
com o ensinado;
- Usem linguagem clara e compreensível, semconfundiracompreensãodoeducando,
pois é preciso compreender a pergunta para respondê-la;
- Os instrumentos construídos devem auxiliar a aprendizagem, por meio da
demonstração da essencialidade dos conteúdos oupelosaprofundamentoscognitivos
propostos;
- Situações-problemas que exijam paraalémdoensinadoeaprendidosãoimportantes,
masnãodeveráconsiderarodesempenhodoeducandonesseselementosparaefeitode
aprovação/reprovação, mas como diagnóstico do desenvolvimento possível dos
educandos;
- Finalmente, é importante estar atento para a correção e devolução dos resultados.É
fundamental que o professor corrija e devolva pessoalmente os instrumentos de
avaliação aos educandos, comente-os e auxilie o educandoaseautocompreenderno
seu processo pessoal de estudo, aprendizagem e desenvolvimento, por meio de um
processo dialógico e construtivo entre educador e educando.
13.1 Verificação do rendimento acadêmico
De acordo com a Resolução nº 055/2018, de 22 de agosto de 2018, o registro do
rendimento acadêmico dos estudantes deverá compreender a apuração das atividades a
distância e/ou presenciais em todas as disciplinas. O professor deverá registrar em
55
instrumento próprio de acompanhamento, os conteúdos desenvolvidos nas aulas, os
instrumentos utilizados e os resultados de suas avaliações, considerando que:
- As avaliações deverão ser contínuas e diversificadas, obtidas com a utilização de
vários instrumentos: exercícios, provas, trabalhos, fichas de observação, relatórios,
autoavaliação e outros.
- As ferramentas avaliativas adotadas pelo professor deverão ser explicitadas aos
estudantes, inclusive com a porcentagem dos pontos destinados acadaatividade,no
início de cada disciplina, observadas as normas estabelecidas neste documento.
- Todoinstrumentoouprocessodeavaliaçãodeveráterseusresultadosexplicitadosaos
estudantes.
- Sobre os resultados das avaliações caberá pedido de revisão, devidamente
fundamentado, desde que requerido em 48 (quarenta e oito) horas úteis após a
divulgação do resultado.
- Ao final de cada período será registrada nos instrumentos próprios uma única nota.
Os professores ao final de cada disciplina deverão adotar os seguintes procedimentos:
- Promover o lançamento das notas no Sistema Acadêmico. Realizar a impressãodos
diários e assinar nos locais correspondentes.
- Encaminhar ao setor pedagógico os diários devidamente impressos e assinados.
- Cumpridas as etapas I e II o Coordenador doCursoencaminharáosdiáriosaosetor
responsável para arquivo dos mesmos em cada campus.
- Os resultados das avaliações serão expressos em notas ao final de cada período
graduadas de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), seguindo os seguintes critérios:
Será aprovadooestudantequeobtiver,noconjuntodasavaliaçõesdecadadisciplina
ao longo do período letivo, nota igual ou superior a 6,0 (seis) pontos.
Não será exigido controle de frequência nos cursos técnicos a distância, conforme
artigo 46 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
56
justificada pela apresentação dos seguintes documentos:
- Atestado médico comprovando moléstia que o impossibilita de participar das
atividades na primeira chamada.
- Certidão de óbito de parente de primeiro grau ou cônjuge.
- Declaração de comparecimento ao alistamento militar pelo órgão competente.
- Solicitação judicial.
- Outros documentos que apresentem o amparo legal.
A segunda chamada somente será concedida se requerida, por meio de formulário
próprio, disponível no Ambiente VirtualdeAprendizagem(AVA)decadacampus,noprazo
de 48 (quarenta e oito horas) após a realização da primeira chamada.
Os documentos de quetrataoArt.47daResoluçãonº055/2018,de22deagostode
2018.
deverão ser entregues no Polo de Apoio Presencial, quefaráoencaminhamentono
prazomáximode72(setentaeduas)horas,apósasolicitação,oudiretamenteaoCoordenador
de Curso via endereço eletrônico.
Opedidoapresentadoforadoprazoestabelecidosópoderáserdeferidocomanuência
do Coordenador do Curso.
13.2 Justificativas de faltas
Aparticipaçãonasaulasedemaisatividadesacadêmicasseráobrigatóriaeobedecerá
às disposições legais em vigor. Os pedidos de justificativas de faltas nas atividades
programadas presenciais para os casos previstos em lei serão solicitados diretamente pelo
estudante à Coordenação de Curso. A Coordenação de Curso encaminhará os pedidos e a
decisão sobre a justificativa de falta em conjunto com os professores responsáveis pelas
disciplinas. Não haverá reprovação por frequência nos cursos técnicos na modalidade a
distância (§ 3° do art. 47 da Lei nº 9.394/1996).
13.3 Da recuperação, reprovação e exame final
A recuperação, organizada com o objetivo de garantir o desenvolvimentomínimo
quepermitaoprosseguimentodeestudos,seráestruturadademaneiraapossibilitararevisão
deconteúdosnãoassimiladossatisfatoriamente,bemcomoproporcionaraobtençãodenotas
57
que possibilitem sua promoção.
A recuperação será estruturada na forma de atividades avaliativas a distância e/ou
presenciais, ao final de cada módulo,demaneiraapossibilitarapromoçãodoestudanteeo
prosseguimento de seus estudos.
- Será submetido à recuperação o estudante que obtiver nota menor que 6,0 (seis)
pontos. O cálculo da nota final da disciplina, após a recuperação correspondente ao
período, será a partir da média aritmética da média obtida na disciplina mais a
avaliaçãoderecuperação.Seamédiadadisciplina,apósarecuperação,formenorque
a nota semestral antes da recuperação, será mantida a maior nota.
O valortotaldasavaliaçõesderecuperaçãoseráde10,0(dez)pontosseguindoos
parâmetros definidos no Artigo 43 da Resolução nº 055/2018, de 22 de agosto de 2018.
- Quando aprovado, a nota registrada será de no mínimo6,0 (seis) pontos.
- O estudante será reprovado quando a nota obtida na recuperação for menor que6,0
(seis) pontos.
- O resultado da recuperação deverá ser registrado no sistema acadêmico.
Arecuperaçãoseráestruturadaemdoismomentos,oprimeiroaofinaldadisciplinae
o segundo ao final de cada módulo, na forma de exame final.
- A recuperação ocorrerá ao final de cada disciplina, no máximo até 30 dias após o
encerramento da mesma.
- O exame final poderá ser feito por meio de atividades avaliativas a distância e
presenciais,demaneiraapossibilitarapromoçãodoestudanteeoprosseguimentode
seus estudos.
O estudante será considerado reprovado na disciplina nos seguintes casos:
- Quando obtiver nota inferior a 3,0 (três) pontos na média ao final das atividades
regulares da disciplina;
- Quando obtiver nota inferior a 6,0 (seis) pontosapós as atividades da recuperação.
No período destinado à recuperação, o estudante deverá apresentar aotutortodasas
atividades pendentes.
58
- Nesteperíodoaplataformaouambientevirtualdeaprendizagemseráreabertaparao
estudante, que será acompanhado por professores mediadores (tutores).
- Ao final deste período o estudante será submetido a uma avaliação.
- O valor total das avaliações de recuperação será de 10,0 (dez) pontos.
Na recuperação os tutores orientarão os alunos quanto aos processos e prazos, os
procedimentos diante do não envio das atividades, ou menção insuficiente das mesmas ao
final de cada disciplina. O exame final ocorrerá ao final de cada módulo do curso.
- Terá direito ao exame final o discente que obtiver média da disciplina igual ou
superior a 30,0% (trinta por cento) e inferior a 60,0% (sessenta por cento).
- O exame final poderá abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina.
- O cálculo do resultado final dadisciplina(RFD),apósoexamefinalcorrespondente
ao período, será a partir da média ponderada da média da disciplina após a
recuperação, peso 1, mais a nota do exame final, peso 2, esta somatória dividida por 3.
- Oexamefinalconsistiránarealizaçãodeavaliaçãoon-line,com15questõesepoderá
abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina.
- O exame final deverá acontecer no máximo 45 diasapós o término do módulo.
O exame final é facultativo para o aluno.
- Na ausência do aluno no exame final, será mantida a média semestral da disciplina.
- Não há limite do número de disciplinas para o discente participar do exame final.
O discente terá direito a revisão de nota do exame final, desde que requerida por
escritoaoCoordenadordeCursonumprazomáximode2(dois)diasúteisapósapublicação
da nota. A revisão da nota ficará a cargo do coordenador do curso.
Tabela 2 - Resumo de critérios para efeito de aprovação
59
MD – média da disciplina;
Emcasosdereprovação,sehouverofertadedisciplinasnovamente,seráoportunizada
ao estudante a matrícula conforme legislação vigente.
O conselho de classe pedagógico de caráter consultivo e diagnóstico deverá ser
previsto em calendário acadêmico com a presença dos professores, coordenador do curso,
tutores, representantes dos estudantes, pedagogos (as), representante da equipe
multidisciplinar e coordenador geral de ensino ou seu representante indicado, com a
finalidade dediscutirosprocessosdeensino-aprendizagem,avaliaçãogeralediagnósticodo
estudante, deliberações e intervenções necessárias destinadas a garantir a qualidade do
processo educativo.
O conselho de classe pedagógico consultivo e diagnóstico deverá se reunir, no
mínimo, 1 (uma) vez ao final de cada módulo.
AofinaldecadamódulohaveráumConselhodeClassedecaráterdeliberativo,com
participaçãoobrigatóriadoprofessore,naausênciadesteemprogramasdefomento,dotutor
a distância, sem a presença dos estudantes.
60
14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
ConformeArt.59daLDB,itemII,ossistemasdeensinoassegurarãoaoseducandos
comnecessidadesespeciaisaterminalidadeespecíficaparaaquelesquenãopuderematingiro
nível exigido para a conclusão do curso, em virtude de suas deficiências,eaceleraçãopara
concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados.
OParecerCNE/CEBNº2/2013autorizaadotaraterminalidadeespecíficanoscursos
de educação profissional técnica denívelmédiooferecidosnasformasarticulada,integrada,
concomitante e subsequente ao Ensino Médio, inclusive na modalidade de Educação de
Jovens e Adultos.
Segundo a Resolução 02/2001 do CNE, que instituiu as Diretrizes Nacionais para
EducaçãoEspecial-DNEE,aTerminalidadeEspecífica[...]éumacertificaçãodeconclusão
de escolaridade – fundamentada em avaliação pedagógica – com histórico escolar que
apresente,deformadescritiva,ashabilidadesecompetênciasatingidaspeloseducandoscom
grave deficiência mental ou múltipla.
Os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação terão direito a adaptação curricular, que deverá ser elaborada
pelos docentes com assessoria/acompanhamento do NAPNE e formalizada no plano
educacional individualizado conforme resolução 102/2013 do IFSULDEMINAS.
A flexibilização curricular possibilita o acesso, na perspectiva da permanência e
êxito, dos estudantes que apresentam altas habilidades/superdotação, condutas típicas,
síndromes, transtornos globais do desenvolvimento e deficiências por meio de adaptações
curriculares que focalizam principalmente a organização escolar e os serviços de apoio. O
Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE) é responsável pela
garantia e acompanhamento da flexibilização curricular aos discentes com necessidades
especiais, que necessitarem, por meio do Plano Educacional Individual Discente. As
adaptações são divididas em:
- Adaptação de objetivos: estas adaptações se referem a ajustes que o professor deve
61
fazer nos objetivos pedagógicos constantes do seu plano de ensino, de forma a
adequá-los às características e condições do aluno com necessidades educacionais
especiais. O professor poderá também acrescentar objetivos complementares aos
objetivos postos para o grupo.
- Adaptação de conteúdo: os tipos deadaptaçãodeconteúdopodemser apriorização
de áreas ou unidades de conteúdos, a reformulação dassequênciasdeconteúdosou,
ainda,aeliminaçãodeconteúdossecundários,acompanhandoasadaptaçõespropostas
para os objetivos educacionais.
- AdaptaçãodeMétodosdeEnsinoeOrganizaçãoDidática:modificarosprocedimentos
de ensino, tanto introduzindo atividades alternativas àsprevistas,comointroduzindo
atividades complementares àquelas originalmente planejadas para obter a resposta
efetiva às necessidades educacionais especiais do estudante. Modificar o nível de
complexidadedelas,apresentando-aspassoapasso.Eliminarcomponentesoudividir
a cadeia em passos menores, com menor dificuldade entre um passo e outro.
- Adaptação de materiais utilizados: são vários recursos – didáticos, pedagógicos,
desportivos, de comunicação - que podem ser úteis para atender às necessidades
especiais de diversos tipos de deficiência, seja ela permanente ou temporária.
- Adaptação na Temporalidade do Processo de Ensino e Aprendizagem: o professor
pode organizar o tempo das atividades propostas para o estudante, levando-se em
conta tanto o aumento como a diminuição do tempo previsto para o trato de
determinados objetivos e os seus conteúdos.
- Avaliação inclusiva: realizada com função diagnóstica para orientação do trabalho
comvistasaodesenvolvimentodoalunocomnecessidadeespecial,deve-seconsiderar
os pressupostos:
- Disponibilidade do professor em fazer da avaliação mais um momento de
aprendizagem;
- Estabelecimento de um ambiente de confiança;
- Esclarecimento aos alunos do que se espera da avaliação;
- Previsão de tempo adequado para resolução das atividades avaliativas;
- Atribuição de valores às questões, conforme a singularidade das necessidades
especiais;
62
- Consideração do processo de resolução, do raciocínio;
- Utilização de enunciadossucintos,elaboradoscomobjetividadeeclareza,comapoio
de figuras que auxiliem na interpretação da questão, quando a deficiência for
intelectual;
- Adequação do ambiente e dos instrumentos necessários para realização daatividade
avaliativa, quando a deficiência for física ou sensorial;
- Comunicação dos resultados o mais rápido possível objetivando discriminar as
necessidades o quanto antes;
- Valorização das habilidades em detrimento das limitações;
Ressalta-se que o processo de avaliação dependerá de conhecimento sobre
especificidade de cada caso, considerando a trajetória do sujeito para promover, da melhor
forma possível.
63
15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A Matriz Curricular deverá ser revista e/ou alterada sempre que se verificar,
mediante avaliações sistemáticas, defasagens entre o perfil de conclusão do curso, seus
objetivos e sua organização curricular frente às exigências decorrentes das transformações
científicas, tecnológicas, sociais e culturais. As eventuais alterações curriculares serão
implantadas sempre no início do desenvolvimento de cada turma ingressante e serão
propostaspeloColegiadodoCurso,comacompanhamentodosetorpedagógico,devendoser
aprovadas pelo Colegiado Acadêmico do Campus (CADEM), pela Câmara de Ensino
(CAMEN), pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), quando não houver a
necessidade de nova resolução para o curso.
Os casos não previstos neste Projeto Pedagógico de Curso ou nos regulamentos
internos e externos do IFSULDEMINAS serão resolvidos pelo Colegiado do Curso e/ou
CADEM,comauxíliodaSupervisãoPedagógica.Umanovarevisãodestedocumentodeverá
ser realizada no prazo de 2 (dois) anos, ou a qualquer tempo em que o colegiadodocurso
deliberar, respeitadas as diretrizes das legislações vigentes.
Destaca-se o envolvimento dos discentes neste processo, por meio de sua
participação no Conselho de Classe,ColegiadodeCurso,ColegiadoAcadêmicodoCampus
(CADEM),CâmaradeEnsino(CAMEN),ColegiadodeEnsino,PesquisaeExtensão(CEPE)
e Conselho Superior (CONSUP).
64
16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE
Seguemnositensabaixo,aspolíticas,açõeseregulamentosdoIFSULDEMINAS–
CampusPouso Alegre voltadas ao apoio aos estudantesde todos os níveis de ensino.
16.1 Assistência Estudantil
A Assistência Estudantil é uma Política de Ações constituída por um conjunto de
princípiosediretrizesqueorientamaelaboraçãoeimplantaçãodeaçõesquevisamoacesso,
apermanênciaeaconclusãocomêxitodosnossosestudantes.Paraconhecermelhoresaber
maisdetalhessobreaPolíticadeAssistênciaEstudantil,acesseaResoluçãoConsupnº85de
20 de dezembro de 2018.
Os profissionais das áreas multidisciplinares que dão suporte para a execução da
Política de Assistência Estudantil encontram-se, em sua maioria, na Coordenadoria de
Assistência Estudantil (CAE).
O Programa de Acompanhamento Pedagógico deverá acompanhar e apoiar os
estudantes em seu desenvolvimento integral prestando atendimento individualizado ou em
grupo,tantoparaosestudantesqueprocuremoatendimentoporiniciativaprópriaouaqueles
que são encaminhados porsolicitaçãoe/ouindicaçãodedocentese/oupais.Tambémdeverá
realizar um trabalho multidisciplinar para melhor atender as necessidades de aprendizagem
65
dos estudantes.
Tem por finalidade garantir aos estudantes com deficiência, altas habilidades e
transtornosglobaisdodesenvolvimento,ascondiçõesespecíficasenecessáriasquepermitam
o acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão na Instituição, sendo
executado pelo NAPNE – Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais,
conformeResoluçãono68/2020.Paratanto,oNAPNEpromoveráaçõesjuntoàcomunidade
acadêmica para possibilitar:
- Acessibilidade Arquitetônica: Condição estrutural para utilização, com segurança e
autonomia, total ou assistida, dos espaços, dos mobiliários, das edificações, dos
serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e
informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
- AcessibilidadeAtitudinal:Refere-seàpercepçãodooutrosempreconceitos,estigmas,
estereótipos e discriminações. Osdemaistiposdeacessibilidadeestãorelacionadosa
essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.
- Acessibilidade Pedagógica: Diminuição de barreiras nas metodologias e técnicas de
estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a
forma como os professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e
inclusão educacional determinará, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas.
Também está relacionado ao Atendimento Educacional Especializado (AEE),
extremamente necessárioeimportanteparaodesenvolvimentodosnossosestudantes
com necessidades diversas.
- Acessibilidade nas comunicações: Diminuição de barreiras na comunicação
interpessoal(faceaface,línguadesinais),escrita(jornal,revista,livro,carta,apostila,
incluindo textos em Braille, grafia ampliada, uso do computador portátil) e virtual
(acessibilidade digital).
- Acessibilidade Digital: direito de eliminação de barreiras na disponibilidade de
comunicação, de acesso físico, de tecnologias assistivas, compreendendo
equipamentoseprogramasadequados,deconteúdoeapresentaçãodainformaçãoem
66
formatos alternativos.
- SalaRecursos/Multimeios:éumambientecommateriaisespecíficosparaatendimento
de pessoas que porventura tenham necessidades especiais e assim promover uma
melhor relação de ensino aos estudantes.
ONAPNEanalisaoslaudosmédicosquandoapresentadose,nocasodeingressodo
candidato, encaminham as orientações à Direção de Desenvolvimento Educacional (DDE)
para as devidas providências e encaminhamentos junto aos docentes.
Oscasosdenecessidadeseducacionaisespeciaispercebidosnodecorrerdoprocesso
de formação deverão serinformadosaoNAPNEparaque,juntoàequipemultidisciplinar,o
AEE,ascoordenaçõesdecursoseosdocentes,sejamdadososdevidosencaminhamentos.O
NAPNE atuará no âmbito institucional interno e externo, assessorando a DDE docampus.
Quando se fizer necessário, mediante análise do NAPNE, será elaborado pelos
docentes,oPlanoEducacionalIndividual-PEI,comacolaboraçãodosmembrosdoNAPNE,
AEE,equipemultidisciplinarecoordenaçõesdecurso,possibilitandoaoalunoqueapresenta
especificidadeedificuldadenaaprendizagem,oregistrodoseudesenvolvimentoaolongodo
processo,agarantiadapermanênciaeasaídacomsucessodoIFSULDEMINAS.ONAPNE
poderá propor, caso necessário, flexibilização curricular e terminalidade específica.
Além dos programas mencionados acima, na Política de Assistência Estudantil do
IFSULDEMINAStambémestãoincluídosoProgramadeAssistênciaàSaúde,oProgramade
Acompanhamento do Serviço Social, o Programa Mobilidade Estudantil – Nacional e
Internacional,oProgramadeIncentivoaoEsporte,LazereCulturaeoProgramadeInclusão
Digital.
- recuperação paralela, desenvolvida com o objetivo do estudante recompor
67
aprendizados durante o período letivo possibilitando além de recuperar
qualitativamente, também recuperar quantitativamente (avaliação substitutiva);
- programasdetutoria/monitoria,queincentivemgruposdeestudosentreosestudantes
de um curso, com vistas à aprendizagem cooperativa;
- atividades formativas promovidas pelo curso, para além das atividades curriculares
que visem subsidiar/sanar as dificuldades de aprendizagem dos estudantes;
- atendimentos aos alunos individualmente e/ou coletivamente pelos professores em
horários alternados em local predeterminado publicado no site da instituição –
plantões para tirar dúvidas.
HádeseressaltaraparticipaçãodosestudantesnoColegiadodeCurso,noNAPNEe
nos demais órgãos colegiados: Colegiado Acadêmico do Campus (CADEM), Câmara de
Ensino (CAMEN), Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) eConselhoSuperior
(CONSUP). Garantindo-se a representação dos estudantes nesses órgãos, garante-se a
democracia participativaereitera-seocompromissodosestudantesnoprocessopedagógico,
bem como o reconhecimento deste direito, contribuindo para a formação da cidadania.
Entende-se como educação inclusiva a garantia de acesso e permanência do
estudante na instituição de ensino bem como proporcionar condições para o seu êxito e
conclusão do curso, respeitando sempre as diferenças individuais, especificamente, das
pessoas com deficiência, diferenças étnicas, de gênero, cultural, socioeconômica, entre outros.
OIFSULDEMINAS–CampusPousoAlegrepriorizaráaçõesinclusivasvoltadasàs
especificidadesdosváriosgrupossociais.Paraisso,possuioNAPNE,conformemencionado
noitem16.4,éonúcleoresponsávelporlutarpelaconsolidaçãodosdireitosdaspessoascom
deficiência visual, auditiva, intelectual, físico motora, múltiplas deficiências, altas
habilidades/superdotaçãoetranstornosglobaisdodesenvolvimentoembuscadaemancipação
einclusãodessesestudantes.NoCampusPousoAlegretambémtemimplantadooNEABI–
NúcleodeEstudosePesquisasAfro-BrasileiroseIndígenaeoNEGES–NúcleodeEstudose
Pesquisas em Gênero, Educação e Sexualidade, núcleos sistêmicos que atuarão junto ao
68
NAPNE nas ações de inclusão dentro do IFSULDEMINAS. Ambos constituem efetivos
meios de implementação de políticas de educação inclusiva e para a diversidade.
O Regulamento Disciplinar do Corpo Discente tem o objetivo de estabelecer os
direitos,osdeveres,osvetoseacondutadosestudantesdoIFSULDEMINAS,visandoobom
andamento das atividades escolares, o aprendizado efetivo dos estudantes, a convivência
saudável de toda a comunidade escolar e a conservação do patrimônio público.
Para os efeitos deste regulamento, Corpo Discente é a expressão utilizada para
designaroconjuntodeTODOSosestudantesregularmentematriculadosnasmodalidadesde
ensino oferecidas pelo IFSULDEMINAS.
O IFSULDEMINAS concebe o acompanhamento de egressos como uma ação que
visaaoplanejamento,definiçãoeretroalimentaçãodaspolíticaseducacionaisdainstituição,a
partir da avaliação da qualidade da formação ofertada e da interação com a comunidade.
Alémdisso,oacompanhamentodeegressosvisaaodesenvolvimentodepolíticasde
formação continuada, com base nas demandas do mundo do trabalho, reconhecendo como
responsabilidade o atendimento aos seus egressos. A instituição acompanha os egressos a
partir de ações articuladasentreasPró-reitoriasdeEnsinoeExtensãoeasCoordenaçõesde
Cursos.
69
17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S)
OCampusdisponibilizaAmbientesVirtuaisdeAprendizagemMoodle,GoogleClass
e GoogleMeet, que permitem o armazenamento, a administração e a disponibilização de
conteúdos no formato Web, dentre os quais destacam-se aulasvirtuais,simuladores,fóruns,
salas de bate-papo, conexões a materiais externos, atividades interativas, tarefas virtuais
(webquest), modeladores, animações, textos colaborativos (wiki).
70
18 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Conforme as diretrizes indutoras do IFSULDEMINAS para a oferta de cursos
técnicosdenívelmédio,ResoluçãoConsupnº157/2022,quealterouaResoluçãoConsupnº
55/2018, é permitido o aproveitamento de estudos nos cursos técnicos subsequente e
concomitante, nas seguintes situações:
71
III. Cursos de especialização técnica de nível médio;
O discente deverá requerer a dispensa da disciplina conforme cronograma
estabelecido do calendário de oferta do curso.
72
19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE
O Colegiado de Curso se reúne pelo menos uma vez por semestre e é o órgão
primário normativo, deliberativo, executivo e consultivo, com composição, competências e
funcionamento previstas na resolução 033/2014, do IFSULDEMINAS. Colegiado doCurso
será constituído de:
II. Doisrepresentantestitularestécnico-administrativosemEducação,eleitos
por seus pares, inclusive seus suplentes;
III. Doisrepresentantesdocentestitulares,eleitosporseuspares,inclusiveseus
suplentes;
IV. Doisrepresentantesdiscentestitulares,eleitosporseuspares,inclusiveseus
suplentes.
De acordo com a Resolução 033/2014, são funções dos colegiados de curso:
73
- Dar conhecimento ao Colegiado de toda matéria recebida;
- Designar relator que não poderá ser autor da proposição, mediante rodízio, e
distribuir-lhe a matéria sobre a qual deverá emitir parecer;
- Sem observância de rodízio, poderá ser designado relator um dos membros que
possuir notórios conhecimentos especializados na matéria em estudo;
- Conceder a palavra aos membros do Colegiado que a solicitarem;
- Interromper o orador que estiver falando sobre o vencido ou assunto fora da pauta;
- Submeter à votação as matérias sujeitas ao Colegiado e proclamar o resultado da
eleição;
- Concedervistadosprocessosaosmembrosdocolegiadoqueasolicitarem,nostermos
deste Regimento;
- Assinar os pareceres e convidar os demais membros do Colegiado a fazê-lo;
- Enviar ao Colegiado Acadêmico do Campus (CADEM) toda matéria destinada ao
plenário;
- Ser o intermediário entre o Colegiado de Curso e o CADEM;
- Assinar o expediente relativo a pedidodeinformaçõesformuladaspelosrelatoresou
pelo Colegiado;
- Acompanharaexecuçãodocurrículo,avaliando,controlandoeverificandoasrelações
entre as diversas disciplinas, orientando epropondoaoutrosórgãosdeCoordenação
de ensino, as medidas cabíveis;
- Participar junto à Coordenação Geral de Ensino Técnico e ChefiadeDepartamento,
sobreaelaboraçãodaprogramaçãoacadêmica,docalendárioacadêmicoedohorário
das aulas; compatibilizando-os com a lista de oferta de disciplinas;
- Assessorarosórgãoscompetentesemassuntosdeadministraçãoacadêmica,referente
aoCurso;acompanharamatrículadosestudantesdeseucurso,emcolaboraçãocomo
órgão responsável pela matrícula;
- AssessoraraCoordenaçãoGeraldeEnsinoTécnicoouórgãoequivalentenoprocesso
de transferências, dispensa de disciplinas, elaboração e revisão de programas
analíticos, alterações na matriz curricular, presidir o Colegiado de Curso, dentre
outras;
- Assessorar os professores, na execução das diretrizes e normas emitidas pelo
74
Colegiado de Curso;
- Coordenar a elaboraçãodoProjetoPedagógicodoCurso,bemcomosuaatualização,
garantindooenvolvimentodosprofessores,estudantes,egressosdocursoe,aindadas
entidades ligadas às atividades profissionais;
- Apresentar sugestões à Coordenação Geral de Ensino Técnico e Chefia de
Departamentosobreassuntosdesuanaturezaquetenhamporfinalidadeamelhoriado
ensino, das relações entre comunidades envolvidas, do aprimoramento das normas
pertinentes e outras de interesse comum.
75
20 CORPO DOCENTE DOCAMPUS
76
J ohnny Cesar dos Santos estrado
M
Joyce Alves de Oliveira Mestrado
Juliano Romanzini Pedreira Mestrado
Lucas Henrique Xavier da Costa Firmino Mestrado
Luciane de Castro Quintiliano Doutorado
Lucy Mirian Campos Tavares Nascimento Doutorado
Luis Antonio Tavares Mestrado
Marcelo Carvalho Bottazzini Doutorado
Marcio Boer Ribeiro Doutorado
Maria Cecilia Rodrigues Simões Ortigara Doutorado
Maria Josiane Ferreira Gomes Doutorado
Mariana Felicetti Rezende Doutorado
Michele Correa Freitas Soares Doutorado
Michelle Nery Mestrado
Nathália Vieira Barbosa Mestrado
Olimpio Gomes da Silva Neto Doutorado
Paulo César Xavier Duarte Doutorado
Paulo Roberto Labegalini Doutorado
Regis Marciano de Souza Mestrado
Rejane Barbosa Santos Doutorado
Rodolfo Henrique Freitas Grillo Mestrado
Ronã Rinston Amaury Mendes Doutorado
Rosângela Alves Dutra Mestrado
Samuel Santos de Souza Pinto Mestrado
Silas Santana Nogueira Mestrado
Thiago Alves de Souza Doutorado
Thiago Luis Rodrigues da Silva Doutorado
Victor Aias Martins Gomes Doutorado
Vlander Verdade Signoretti Doutorado
Yuri Vilas Boas Ortigara Mestrado
77
21 CORPO ADMINISTRATIVO
78
osana Rovaris Zanotti
R SSISTENTE DE ALUNO
A
Rosenildo Paiano Renaki ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
Sarita Luiza de Oliveira ASSISTENTE DE ALUNO
Silvana Aparecida de Andrade AUX EM ADMINISTRAÇÃO
Simone Cruz Batista PSICÓLOGO-ÁREA
Suzan Evelin Silva ENFERMEIRO-ÁREA
Tônia Amanda Paz dos Santos ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
Willian Roger Martinho Moreira TÉCNICO EM CONTABILIDADE
Xenia Souza Araújo PEDAGOGO-ÁREA
79
22 INFRAESTRUTURA
Atualmente,oIFSULDEMINASatuaemdiversosníveis:médio,técnico,graduaçãoe
pós-graduação, em 27 diferentes áreas. O objetivo é ampliar o acesso ao ensino
profissionalizante nos 178 municípios de abrangência,beneficiando3,5milhõesdepessoas,
direta ou indiretamente. OCampuspossui a seguinteestrutura:
22.1 - Biblioteca
Comafunçãodecentrodedisseminaçãoseletivadainformaçãoeincentivoàleiturae
cultura, a biblioteca “Paulo Freire” do Campus PousoAlegrecom616,58m²proporcionaà
comunidade escolar um espaço dinâmico de convivência, auxiliando no ensino, pesquisa e
extensão.
Tem como visão contribuir comoórgãofacilitadornoprocessoensino-aprendizagem
utilizando a qualidade e a inovação dos serviços oferecidos como meta para superar as
necessidades. Novas instalações foram construídas, ampliando o espaço oferecido para
estudosemgrupos,individuais(10mesasdeestudoindividual;07mesasdeestudocoletivo;
06 computadores para pesquisa; 04 salas de estudo em grupo; 01 sanitário feminino com
acesso a cadeirante; 01 sanitário masculino com acesso a cadeirante e bebedouro).
A biblioteca oferece a toda sua comunidade acadêmica serviços de empréstimo,
renovação e reserva de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo,
orientação na normalização de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica, visitas
orientadas,acessoàInternet,empréstimosentrebibliotecas,acessoaoPortalCapeseserviços
de malotes que atendem as solicitações de obras que não constam no acervo. O acervo é
composto por 1973títulose8593exemplares.Alémdelivrosimpressos,abibliotecapossui
ainda acesso a Plataforma "Minha Biblioteca" (biblioteca virtual), periódicos e materiais
audiovisuais, disponíveis para empréstimo domiciliar e consulta interna dos usuários
cadastrados. O Acervo da Biblioteca é aberto, de livre acesso às estantes. A Classificação
Decimal de Dewey –CDDéutilizadaparadeterminarosassuntosquerepresentamasobras
do acervo e o Código de Catalogação Anglo Americano – AACR2 éaplicadonadescrição
bibliográfica, definindo as formas de entradadosdados,padronizandoacatalogaçãoanível
internacional e subsidiando o tratamento da informação.
80
TodooacervodaBibliotecaestádisponibilizadonoPergamum–SistemaIntegradode
Bibliotecas, que permite a informatização e organização do catálogo bibliográfico,
possibilitandooacessovirtual.Aequipetécnico-administrativaresponsávelpelosserviçosda
bibliotecaécompostapordoisbibliotecários–documentalistaeumauxiliardebiblioteca.A
Biblioteca está diretamente ligada à Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão.
ABibliotecatemcomofunçãoserocentrodedisseminaçãoseletivadainformaçãoe
incentivo à leitura e à cultura. A biblioteca do Campus Pouso Alegre proporciona à
comunidade escolar um espaço dinâmico de convivência, auxiliando no ensino, pesquisa,
inovação e extensão. Tem como visão contribuir como órgão facilitador no processo
ensino-aprendizagemutilizandoaqualidadeeainovaçãodosserviçosoferecidoscomometa
para superar as necessidades. Novas instalações foram construídas, ampliando o espaço
oferecido para estudos em grupos e individuais.
Oferece a toda sua comunidade acadêmica serviços de empréstimo, renovação e
reserva de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo, orientação na
normalização de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica, visitas orientadas, acesso à
Internet, empréstimos entre bibliotecas, acesso ao Portal Capes e serviços de malotes que
atendem as solicitações de obras que não constam no acervo.
O acervo geral é composto por 1973 títulos e 8593 exemplares. Além de livros
impressos, a biblioteca possui biblioteca virtual, periódicos e materiais audiovisuais,
disponíveisparaempréstimodomiciliareconsultainternadosusuárioscadastrados.OAcervo
daBibliotecaéaberto,delivreacessoàsestantes.AClassificaçãoDecimaldeDewey–CDD
é utilizada para determinar os assuntos que representam as obras do acervo e o Código de
Catalogação AngloAmericano–AACR2éaplicadonadescriçãobibliográfica,definindoas
formasdeentradadosdados,padronizandoacatalogaçãoanívelinternacionalesubsidiando
o tratamento da informação.
OIFSULDEMINASéintegrantedaComunidadeAcadêmicaFederada(CAFe),tendo
acessoaumagrandecoleçãodebasededados(maisde170coleções–númeroatualizadoem
06/2017) via Portal de Periódicos CAPES/MEC.
81
22.2 - Instalações, Equipamentos e Laboratórios
OCampusPousoAlegrepossui3laboratóriosdeinformáticadevidamenteequipados
com 40 computadores cada, e neles instalados os sistemas operacionais e aplicativos
necessáriosparaocursoemquestão.Datashowelousatambémconstamnassalasparaapoio
aos professores. Contacomferramentasdesoftwareinstaladasparasupriranecessidadedas
disciplinas relacionadas à prática do curso, como o exemplo de 40 licenças do Software
AUTOCAD, que é disponibilizado gratuitamente para Instituições de Ensino e para
estudantes. Também possui instalado a suíte de aplicativos BrOffice utilizada para apoio e
outrossoftwaresutilitários.Alémdisso,comumlinkdeinternetexclusivodemaisde50Gb,
possibilitaautilizaçãodesoftwaresearquivamentosbaseadosemnuvenscomo,porexemplo,
One Drive(Microsoft) eDrive(Google).
Possui também 1 laboratório deFísica,ginásiocomsaladeequipamentosesportivos
paraarealizaçãodasatividadesdeEducaçãoFísicae3amplosebemequipadoslaboratórios
para a 110 disciplina de Química. Complementarmente, possui amplo auditório com
capacidadepara200pessoasparaarealizaçãodepalestraseeventosextraclasseseumteatro
de arena para aproximadamente 100 pessoas.
As aulas práticas utilizam laboratórios específicos, com equipamentos para o
desenvolvimento de atividades específicas. OCampuspossui os seguintes laboratórios:
- Laboratório de Higiene Ocupacional e Ergonomia;
- Laboratório de Equipamento de Proteção Individual;
- Laboratório de Desenho Arquitetônico;
- Laboratório de Informática;
- Laboratório de Suporte Básico à Vida;
- Laboratório de Proteção Contra Incêndios.
TodaessainfraestruturaestádisponíveltambémparaoscursosEADqueaindaconta
com 1 laboratório de informática exclusivo para os alunos dos cursos EAD e com uma
coordenadoriadeeducaçãoadistânciacujaequipemantémoacompanhamentocontínuodos
alunos visando assegurar qualidade ao curso e ao atendimento aos discentes.
82
22.3 Infraestrutura dos polos
Os polos de Apoio deverão possuir, no mínimo, a infraestrutura estabelecida no
Programa de Apoio à Institucionalização da Educação à Distância no IFSULDEMINAS,
Resolução nº 44 de 29 de agosto de 2019.
83
23 - CERTIFICADOS E DIPLOMAS
ReceberáodiplomadeTécnicoemSegurançadoTrabalhooestudantequetiversido
aprovado, dentro dos prazos de integralização do curso, em todos os componentes
curriculares.
O Regimento do IFSULDEMINAS para os cursos subsequentes estabelece que o
IFSULDEMINASexpedirádiplomadeTécnicodeNívelMédioaosqueconcluíremtodasas
exigências do curso em que estiver matriculado de acordo com a legislação em vigor. A
Diplomação na Educação Profissional Técnica de Nível Médio, modalidade Subsequente,
efetivar-se-á somente após o cumprimento, com aprovação em todos os componentes da
matriz curricular doprojetopedagógicodocurso.AcolaçãodegraunoIFSULDEMINASé
obrigatória, conforme o cerimonial do Campus, com data prevista no Calendário Escolar.
CasoodiscenteestejaausentenacolaçãodegraunadataprevistanoCalendárioEscolar,uma
novadataserádefinidapeloReitordoIFSULDEMINASouseurepresentantelegal,conforme
sua disponibilidade.
Após a conclusão de todas as disciplinas constantes namatrizcurriculardocurso,o
IFSULDEMINAS–CampusPousoAlegreexpediráodiplomadeníveltécniconarespectiva
habilitação profissional, mencionando o eixo tecnológico em que o mesmo se vincula. Os
diplomas de técnico serão acompanhados dos respectivos históricos escolares, que deverão
explicitarascompetênciasdefinidasnoperfilprofissionaldeconclusãodecurso.Oconcluinte
do curso receberá, após conclusão do curso, o diploma de Técnico em Segurança do Trabalho.
84
24 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Osdiscentesterão3(três)anosparaaintegralizaçãodocurso.Passadoesseperíodo,
serão automaticamente desligados. Em casos de trancamentos e/ou dependências,ocampus
nãoseresponsabilizapelaofertadedisciplinasquedeixaramdeserofertadasouquesofreram
alterações em eventuais modificações futuras neste Projeto Pedagógico do Curso. Os casos
não previstos serão analisados e deliberados pelo Colegiado do curso e/ou CADEM, com
auxíliodaSupervisãoPedagógica.Umanovarevisãodestedocumentodeveráserrealizadano
prazo de 2 (dois) anos, ou a qualquer tempo em que o colegiado do curso deliberar,
respeitadas as legislações vigentes.
85
REFERÊNCIAS
86
educação nacional. Brasília, 1996.
87
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.
88
p.28-29.
89
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE
MINAS GERAIS.Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP N° 031/2014,de 30 de abril de
2014. Dispõe sobre a aprovação da Política de Formaçãoe Desenvolvimento de Coleções das
Bibliotecas do IFSULDEMINAS.
90
Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da
Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e
de Educação de Jovens e Adultos. Disponível em: acesso em 12 de Março de 2014.
91
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CNPJ: 10.648.539/0001-05
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CNPJ: 10.648.539/0001-05
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