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Curso Técnico em Segurança do Trabalho EaD

A Resolução Nº 350/2023 do IFSULDEMINAS aprova a criação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente na modalidade EaD no Campus Pouso Alegre. O projeto pedagógico do curso também foi aprovado e a resolução entra em vigor na data de sua assinatura. O documento foi assinado eletronicamente pelo reitor Cleber Ávila Barbosa em 25 de outubro de 2023.
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Curso Técnico em Segurança do Trabalho EaD

A Resolução Nº 350/2023 do IFSULDEMINAS aprova a criação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente na modalidade EaD no Campus Pouso Alegre. O projeto pedagógico do curso também foi aprovado e a resolução entra em vigor na data de sua assinatura. O documento foi assinado eletronicamente pelo reitor Cleber Ávila Barbosa em 25 de outubro de 2023.
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Ministério da Educação

Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
IFSULDEMINAS

RESOLUCAO Nº350/2023/CONSUP/IFSULDEMINAS

25 de outubro de 2023

Dispõe sobre a Criação do Curso Técnico em Segurança


do Trabalho Subsequente - EaD do IFSULDEMINAS -
Campus Pouso Alegre.

O Reitor e Presidente do Conselho Superior do Ins tuto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Sul de Minas Gerais, Professor Cleber Ávila Barbosa, nomeado pelo Decreto de 04.08.2022, publicado no DOU de
05.08.2022, seção 2, página 1 e em conformidade com a Lei 11.892/2008, no uso de suas atribuições legais e
regimentais, em reunião realizada no dia 24 de outubro de 2023, RESOLVE:

Art. 1º - Aprovar a Criação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho Subsequente - EaD do Ins tuto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre.

Art. 2º - Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso.

Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura.

Cleber Ávila Barbosa


Presidente do Conselho Superior
IFSULDEMINAS

Documento assinado eletronicamente por:


Cleber Avila Barbosa , REITOR(A) - CD1 - IFSULDEMINAS, em 25/10/2023 15:54:09.

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
‭ rojeto Pedagógico do Curso‬
P
‭ écnico em Segurança do Trabalho Subsequente‬
T
‭na Modalidade a Distância‬

‭POUSO ALEGRE – MG‬


‭2023‬
‭GOVERNO FEDERAL‬

‭ INISTÉRIO DA EDUCAÇÃO‬
M
‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E‬
‭TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS‬

‭PRESIDENTE DA REPÚBLICA‬
‭Luiz Inácio Lula da Silva‬

‭MINISTRO DA EDUCAÇÃO‬
‭Camilo Santana‬

‭SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA‬


‭Getúlio Marques Ferreira‬

‭REITOR DO IFSULDEMINAS‬
‭Cléber Ávila Barbosa‬

‭PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO‬
‭Honório José de Morais Neto‬

‭PRÓ-REITOR DE GESTÃO DE PESSOAS‬


‭Clayton Silva Mendes‬

‭PRÓ-REITOR DE ENSINO‬
‭Luiz Carlos Dias da Rocha‬

‭PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO‬
‭Elisângela da Silva‬

‭PRÓ-REITOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO‬


‭Carlos Henrique Rodrigues Reinato‬

‭2‬
‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA‬
‭DO SUL DE MINAS GERAIS‬

‭CONSELHO SUPERIOR‬

‭ residente‬
P
‭Cléber Ávila Barbosa‬
‭Representantes dos Diretores-Gerais dos Campi‬
‭Aline Manke Nachtigall, João Olympio de Araújo Neto, Renato Aparecido de Souza,‬
‭Juliano de Souza Caliari, Rafael Felipe Coelho Neves, Alexandre Fieno da Silva, Luiz‬
‭Flávio Reis Fernandes, e Carlos José dos Santos‬
‭Representante do Ministério da Educação‬
‭Silmário Batista do Santos‬
‭Representantes do Corpo Docente‬
‭João Paulo Rezende, Luciano Pereira Carvalho, Márcio Maltarolli Quidá, Rodrigo‬
‭Cardoso Soares de Araújo, Thiago Caproni Tavares, Carlos Alberto de Albuquerque e‬
‭Andresa Fabiana Batista Guimarães‬
‭Representantes do Corpo Técnico Administrativo‬
‭João Paulo Expedito Mariano, Giuliano Manoel Ribeiro do Vale, Jonathan Ribeiro‬
‭de Araújo, Dorival Alves Neto, Paula Costa Monteiro, Nelson de Lima Damião, Willian‬
‭Roger Martinho Moreira, João Paulo Junqueira Geovani, Olímpio Augusto Carvalho‬
‭Branquinho‬
‭Representantes do Corpo Discente‬
‭Italo Augusto Calisto do Nascimento, Leonardo Fragoso de Mello, Fernanda Florio‬
‭Costa, Roneilton Gonçalves Rodrigues, Débora Karolina Corrêa, Hiago Augusto Felix,‬
‭Danilo Gabriel Gaioso da Silva e Kaylaine Aparecida Oliveira Barra‬
‭Representantes dos Egressos‬
‭Igor Corsini, Keniara Aparecida Villas Boas, Jorge Vanderlei da Silva, Rafaele‬
‭Cristina Vicente da Silva, Otávio Pereira dos Santos, Bernardo Sant’Anna Costa, Adriano‬
‭Carlos de Oliveira e Hellena Damas Menegucci‬
‭Representantes das Entidades Patronais‬
‭Alexandre Magno, Jorge Florêncio Ribeiro Neto‬
‭Representantes das Entidades dos Trabalhadores‬
‭Teovaldo José Aparecido e Ana Rita de Oliveira Ávila Nossack‬
‭Representantes do Setor Público ou Estatais‬
‭Rosiel de Lima e Cícero Barbosa‬
‭Representantes Sindicais‬
‭Rafael Martins Neves‬
‭Membros Natos‬
‭Rômulo Eduardo Bernardes da Silva, Sérgio Pedini e Marcelo Bregagnoli‬

‭3‬
‭DIRETORES-GERAIS DOS‬‭CAMPI‬

‭ ampus‬‭Inconfidentes‬
C
‭Luiz Flávio Reis Fernandes‬

‭Campus‬‭Machado‬
‭Aline Manke Nachtigall‬

‭Campus‬‭Muzambinho‬
‭Renato Aparecido de Souza‬

‭ ampus‬‭Passos‬
C
‭Juliano de Souza Caliari‬

‭ ampus‬‭Poços de Caldas‬
C
‭Rafael Felipe Coelho Neves‬

‭ ampus‬‭Pouso Alegre‬
C
‭Alexandre Fieno da Silva‬

‭Campus‬‭Avançado Carmo de Minas‬


‭João Olympio de Araújo Neto‬

‭Campus‬‭Avançado Três Corações‬


‭Carlos José dos Santos‬

‭4‬
‭COORDENADOR DO CURSO‬
‭Prof Dr Marcelo Carvalho Bottazzini‬

‭Equipe Responsável pela Elaboração do Projeto Pedagógico‬


‭Nome‬ ‭Área de Formação‬ ‭Área de Atuação‬
‭Engenharia Química e‬ ‭Engenharia Química,‬
‭Prof Me Joyce Alves de Oliveira‬ ‭Engenharia de Segurança do‬ ‭química e Segurança do‬
‭Trabalho‬ ‭Trabalho‬
‭Engenharia Civil e‬
‭Prof Me Juliano Romanzini‬
‭Engenharia de Segurança do‬ ‭Segurança do Trabalho‬
‭Pedreira‬
‭Trabalho‬
‭Engenharia Civil e‬ ‭Engenharia Civil,‬
‭Prof Dr Marcelo Carvalho‬
‭Engenharia de Segurança do‬ ‭Segurança do Trabalho‬
‭Bottazzini‬
‭Trabalho‬ ‭e acústica de ambientes.‬
‭Engenharia Civil e Doutor‬ ‭Engenharia Civil e‬
‭Prof Dr Paulo Roberto Labegalini‬
‭em Engenharia de Produção‬ ‭Segurança do Trabalho.‬
‭Enfermagem e Higiene e‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬
‭Prof Ma Rosângela Alves Dutra‬
‭Segurança do Trabalho‬ ‭e licenciaturas,‬
‭Administração e Doutor em‬ ‭Administração e‬
‭Prof Dr Thiago Alves de Souza‬
‭Engenharia de Produção‬ ‭Segurança do Trabalho.‬

‭Apoio Técnico‬
‭ ome‬
N ‭Área de Formação‬
‭Daniel Reis da Silva, Me‬ ‭ istória‬
H
‭Fabiano Paulo Elord, Esp.‬ ‭Matemática‬
‭Jociana Brugnerotto de Almeida, Ma‬ ‭Biologia‬
‭Marcel Freire da Silva, Me‬ ‭Filosofia e Teologia‬
‭Rodrigo Janoni Carvalho, Me‬ ‭História e Geografia‬
‭Xenia Souza Araújo, Ma‬ ‭Pedagogia‬

‭5‬
‭​‬ ‭Lista de Quadros‬

​‬‭ ‭ uadro 1. Identificação do IFSULDEMINAS ……………………….….………....1‬


Q
‭​‬ ‭Quadro 2. Identificação da Entidade Mantenedora .......….…………….…………..1‬
‭​‬ ‭Quadro 3. Identificação do‬‭Campus‬‭………..………....…………………………....2‬
‭​‬ ‭Quadro 4. Representação Gráfica do Perfil de Formação..………………………..19‬
‭​‬ ‭Quadro 5. Corpo docente do‬‭Campus‬‭………..……….……………………...…....76‬
‭​‬ ‭Quadro 6. Corpo administrativo do‬‭Campus‬‭………....………………....………....78‬
‭​‬

‭6‬
‭​‬ ‭Lista de Tabelas‬

​‬‭ ‭ abela 1- Matriz ……………………………………………………….…………….21‬


T
‭​‬ ‭Tabela 2 - Resumo de critérios para efeito de aprovação ....….……….…...………..59‬

‭7‬
‭​‬ ‭Lista de Figuras‬

‭​‬ ‭Figura 1- Representação Gráfica do Perfil de formação ……………..….....……….20‬

‭8‬
‭SUMÁRIO‬

​‭Lista de Quadros‬ ‭‬
6
‭​Lista de Tabelas‬ ‭7‬
‭​Lista de Figuras‬ ‭8‬
‭1 DADOS DA INSTITUIÇÃO‬ ‭1‬
‭1.1 IFSULDEMINAS - Reitoria‬ ‭1‬
‭1.2 Entidade Mantenedora‬ ‭1‬
‭1.3 IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre‬ ‭2‬
‭2 DADOS GERAIS DO CURSO‬ ‭3‬
‭3 HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS‬ ‭4‬
‭4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS POUSO ALEGRE‬ ‭5‬
‭5 APRESENTAÇÃO DO CURSO‬ ‭8‬
‭6 JUSTIFICATIVA‬ ‭10‬
‭7 OBJETIVOS DO CURSO‬ ‭11‬
‭7.1 Objetivo Geral‬ ‭11‬
‭7.2. Objetivos Específicos‬ ‭11‬
‭8 FORMAS DE ACESSO‬ ‭13‬
‭8.1 Pré-matrícula/ Matrícula‬ ‭13‬
‭9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO‬ ‭14‬
‭9.1 Campo de atuação‬ ‭16‬
‭10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR‬ ‭17‬
‭10.1 Relações-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena‬ ‭17‬
‭10.2 Libras‬ ‭17‬
‭10.3 Educação Ambiental‬ ‭17‬
‭10.4 Educação em Direitos Humanos‬ ‭18‬
‭10.5 Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão‬ ‭18‬
‭10.6 Representação Gráfica do Perfil de Formação‬ ‭20‬
‭10.7 Matriz Curricular‬ ‭22‬
‭10.8 Metodologia de Ensino‬ ‭22‬
‭10.9 Organização Didática‬ ‭24‬
‭10.10 - Material Didático‬ ‭26‬
‭10.11 Práticas profissionais intrínsecas ao currículo‬ ‭27‬
‭10.12 - Estágio‬ ‭27‬
‭11 EMENTÁRIO‬ ‭29‬
‭12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM‬ ‭51‬
‭12.1 Coordenação de EaD no Campus Pouso Alegre‬ ‭51‬
‭12.2 Coordenador de Curso, Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico‬ ‭51‬

‭9‬
1‭ 2.3 Professores Formadores/Conteudista‬ ‭ 1‬
5
‭12.4 Tutores‬ ‭52‬
‭12.5 O Cursista: Sujeito Ativo do processo Ensino-Aprendizagem‬ ‭53‬
‭13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM‬ ‭54‬
‭13.1 Verificação do rendimento acadêmico‬ ‭55‬
‭13.2 Justificativas de faltas‬ ‭57‬
‭13.3 Da recuperação, reprovação e exame final‬ ‭57‬
‭13.4 Do Conselho de Classe‬ ‭60‬
‭14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR‬ ‭61‬
‭15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO‬ ‭64‬
‭16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE‬ ‭65‬
‭16.1 Assistência Estudantil‬ ‭65‬
‭16.2 Programa de Acompanhamento Psicológico‬ ‭65‬
‭16.3 Programa de Acompanhamento Pedagógico‬ ‭65‬
‭16.4 Programa de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais‬ ‭66‬
‭16.5 Demais Programas‬ ‭67‬
‭16.6 Plano Estratégico de Permanência e Êxito‬ ‭67‬
‭16.7 Representação Estudantil‬ ‭68‬
‭16.8 Educação Inclusiva‬ ‭68‬
‭16.9 Regulamento Disciplinar do Corpo Discente‬ ‭69‬
‭16.10 Acompanhamento de Egressos‬ ‭69‬
‭17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S)‬ ‭70‬
‭18 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E‬
‭EXPERIÊNCIAS ANTERIORES‬ ‭ 1‬
7
‭19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE‬ ‭73‬
‭20 CORPO DOCENTE DO CAMPUS‬ ‭76‬
‭21 CORPO ADMINISTRATIVO‬ ‭78‬
‭22 INFRAESTRUTURA‬ ‭80‬
‭22.1 - Biblioteca‬ ‭80‬
‭22.2 - Instalações, Equipamentos e Laboratórios‬ ‭82‬
‭22.3 Infraestrutura dos polos‬ ‭83‬
‭23 - CERTIFICADOS E DIPLOMAS‬ ‭84‬
‭24 - CONSIDERAÇÕES FINAIS‬ ‭85‬
‭REFERÊNCIAS‬ ‭86‬

‭10‬
‭1 DADOS DA INSTITUIÇÃO‬

‭1.1 IFSULDEMINAS - Reitoria‬

‭Quadro 1. Identificação do IFSULDEMINAS‬

‭Nome do Instituto‬ ‭CNPJ‬

I‭ nstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de‬ ‭10.648.539/0001-05‬


‭Minas Gerais‬

‭Nome do Dirigente:‬‭Cléber Ávila Barbosa‬

‭Endereço do Instituto‬ ‭Bairro‬

‭Avenida Vicente Simões, 1.111‬ ‭Nova Pouso Alegre‬

‭Cidade‬ ‭UF‬ ‭CEP‬ ‭DDD/Telefone‬ ‭E-mail‬

‭Pouso Alegre‬ ‭MG‬ ‭37553-465‬ ‭(35) 3449-6150‬ ‭reitoria@[Link]‬


‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭1.2 Entidade Mantenedora‬

‭​‬ ‭Quadro 2. Identificação da Entidade Mantenedora‬

‭Nome da Entidade Mantenedora‬ ‭CNPJ‬

‭Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC‬ ‭00.394.445/0532-13‬

‭Nome do Dirigente:‬‭Getúlio Marques‬

‭Endereço da Entidade Mantenedora‬ ‭Bairro‬

‭Esplanada dos Ministérios, Bloco l, 4º andar – Ed. sede‬ ‭Asa Norte‬

‭Cidade‬ ‭UF‬ ‭CEP‬ ‭DDD/Telefone‬ ‭E-mail‬

‭Brasília‬ ‭DF‬ ‭70047-902‬ ‭61 2022-8597‬ ‭setec@[Link]‬

‭Denominação do Instituto‬

‭Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais.‬


‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭1‬
‭1.3 IFSULDEMINAS –‬‭Campus‬‭Pouso Alegre‬

‭Quadro 3. Identificação do Campus‬

‭Nome da Unidade‬ ‭CNPJ‬

I‭ nstituto Federal do Sul de Minas Gerais –‬‭Campus‬‭Pouso‬ ‭10.648.539/0008-81‬


‭Alegre‬

‭Nome do Dirigente:‬‭Alexandre Fieno da Silva‬

‭Endereço do Instituto‬ ‭Bairro‬

‭Avenida Maria da Conceição Santos, 900‬ ‭Parque Real‬

‭Cidade‬ ‭UF‬ ‭CEP‬ ‭DDD/Telefone‬ ‭E-mail‬

‭Pouso Alegre‬ ‭MG‬ ‭37560-260‬ ‭(35) 3427-6600‬ ‭pousoalegre‬‭@[Link]‬


‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭2‬
‭2 DADOS GERAIS DO CURSO‬

‭Nome do Curso:‬‭Curso Técnico em Segurança do Trabalho.‬


‭Tipo:‬‭Subsequente.‬
‭Modalidade:‬‭Educação a Distância - EaD.‬
‭Eixo Tecnológico:‬‭Ambiente, Saúde e Segurança.‬
‭Local de funcionamento:‬‭Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul de‬
‭Minas Gerais –‬‭Campus‬‭Pouso Alegre.‬
‭Ano de implantação:‬‭2024.‬
‭Habilitação:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho.‬
‭Turno de funcionamento:‬‭EaD‬
‭Número de vagas oferecidas:‬‭Conforme edital público‬‭de seleção.‬
‭Forma de ingresso:‬‭Processo seletivo anual.‬
‭Requisitos de acesso:‬‭Ensino médio completo.‬
‭Duração do curso:‬‭18 meses.‬
‭Periodicidade de oferta:‬‭Anual.‬
‭Carga horária total:‬‭1.200 horas‬

‭3‬
‭3 HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS‬

‭O‬ ‭Instituto‬ ‭Federal‬ ‭de‬ ‭Educação,‬ ‭Ciência‬ ‭e‬ ‭Tecnologia‬ ‭do‬ ‭Sul‬ ‭de‬ ‭Minas‬ ‭Gerais‬
‭(IFSULDEMINAS)‬‭é‬‭uma‬‭autarquia‬‭federal‬‭vinculada‬‭ao‬‭Ministério‬‭da‬‭Educação,‬‭criado‬‭em‬
‭29‬‭de‬‭dezembro‬‭de‬‭2008,‬‭e‬‭recredenciado‬‭pela‬‭Portaria‬‭nº‬‭638,‬‭de‬‭17‬‭de‬‭maio‬‭de‬‭2017,‬‭como‬
‭parte‬ ‭da‬ ‭Rede‬ ‭Federal‬ ‭de‬ ‭Educação‬ ‭Profissional,‬ ‭Científica‬‭e‬‭Tecnológica,‬‭cujo‬‭objetivo‬‭era‬
‭impulsionar‬ ‭o‬ ‭ensino‬ ‭profissionalizante‬ ‭no‬ ‭país.‬ ‭Essa‬ ‭Rede‬ ‭é‬ ‭composta‬ ‭por‬ ‭38‬ ‭Institutos‬
‭Federais,‬‭dois‬‭Centros‬‭Federais‬‭de‬‭Educação‬‭Tecnológica‬‭(CEFETs),‬‭25‬‭escolas‬‭vinculadas‬‭a‬
‭Universidades, o Colégio Pedro II e uma Universidade Tecnológica.‬

‭Assim‬ ‭como‬ ‭os‬ ‭demais‬ ‭Institutos‬ ‭Federais,‬ ‭o‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭tem‬ ‭formação‬
‭multicampi.‬‭Originou-se‬‭da‬‭união‬‭das‬‭três‬‭tradicionais‬‭e‬‭reconhecidas‬‭escolas‬‭agrotécnicas‬‭de‬
‭Inconfidentes,‬‭Machado‬‭e‬‭Muzambinho.‬‭Atualmente,‬‭também‬‭possui‬‭campi‬‭em‬‭Passos,‬‭Poços‬
‭de‬‭Caldas,‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭e‬‭campi‬‭avançados‬‭em‬‭Carmo‬‭de‬‭Minas‬‭e‬‭em‬‭Três‬‭Corações,‬‭além‬‭de‬
‭núcleos‬‭avançados‬‭e‬‭polos‬‭de‬‭rede‬‭em‬‭diversas‬‭cidades‬‭da‬‭região.‬‭Com‬‭forte‬‭atuação‬‭na‬‭região‬
‭sul-mineira,‬ ‭tem‬ ‭como‬ ‭principal‬ ‭finalidade‬ ‭a‬ ‭oferta‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭gratuito‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭qualidade‬ ‭nos‬
‭segmentos técnico, profissional e superior.‬

‭Articulando‬ ‭a‬ ‭tríade:‬‭Ensino,‬‭Pesquisa‬‭e‬‭Extensão,‬‭o‬‭IFSULDEMINAS‬‭trabalha‬‭em‬


‭função‬ ‭do‬ ‭fortalecimento‬ ‭dos‬ ‭arranjos‬ ‭produtivos,‬ ‭sociais‬ ‭e‬ ‭culturais‬ ‭da‬‭região,‬‭capacitando‬
‭profissionais,‬ ‭prestando‬ ‭serviços,‬ ‭desenvolvendo‬ ‭pesquisas‬ ‭aplicadas‬ ‭que‬ ‭atendam‬ ‭as‬
‭demandas‬‭da‬‭economia‬‭local,‬‭além‬‭de‬‭projetos‬‭de‬‭extensão‬‭que‬‭colaboram‬‭para‬‭a‬‭qualidade‬‭de‬
‭vida da população.‬

‭A‬ ‭missão‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭é‬ ‭promover‬ ‭a‬ ‭excelência‬ ‭na‬ ‭oferta‬ ‭da‬ ‭educação‬
‭profissional‬ ‭e‬ ‭tecnológica‬ ‭em‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭níveis,‬ ‭formando‬ ‭cidadãos‬ ‭críticos,‬ ‭criativos,‬
‭competentes‬ ‭e‬ ‭humanistas,‬ ‭articulando‬ ‭ensino,‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬ ‭extensão‬ ‭e‬ ‭contribuindo‬ ‭para‬ ‭o‬
‭desenvolvimento sustentável do Sul de Minas Gerais.‬

‭4‬
‭4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO‬‭CAMPUS‬‭POUSO ALEGRE‬

‭O‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭foi‬‭implantado‬‭em‬‭10‬‭de‬‭julho‬‭de‬‭2010‬‭com‬‭o‬‭propósito‬‭de‬
‭oferecer‬ ‭educação‬ ‭técnica‬ ‭e‬ ‭tecnológica‬ ‭de‬ ‭qualidade,‬ ‭em‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭níveis,‬ ‭associada‬ ‭à‬
‭extensão e pesquisa, dentro das expectativas e demandas de Pouso Alegre e região.‬

‭O‬ ‭Campus‬ ‭apresenta‬ ‭um‬ ‭papel‬ ‭muito‬ ‭importante‬ ‭por‬ ‭ser‬ ‭a‬ ‭primeira‬ ‭Instituição‬
‭Federal‬ ‭de‬ ‭Ensino‬ ‭na‬ ‭cidade,‬ ‭sendo‬ ‭este‬ ‭tipo‬ ‭de‬ ‭instituição‬ ‭nacionalmente‬ ‭reconhecida‬ ‭por‬
‭oferecer‬‭ensino‬‭gratuito‬‭e‬‭de‬‭qualidade.‬‭A‬‭partir‬‭de‬‭dezembro‬‭de‬‭2010‬‭teve‬‭início‬‭às‬‭obras‬‭de‬
‭construção‬‭da‬‭sede‬‭própria‬‭na‬‭Avenida‬‭Maria‬‭da‬‭Conceição‬‭Santos,‬‭nº.‬‭900,‬‭Parque‬‭Real,‬‭com‬
‭área‬ ‭construída‬ ‭inicial‬ ‭de‬ ‭5.578‬ ‭m²,‬ ‭utilizando‬ ‭o‬ ‭projeto‬ ‭fornecido‬ ‭pelo‬ ‭MEC‬ ‭(Brasil‬
‭Profissionalizado).‬

‭As‬ ‭atividades‬ ‭acadêmicas‬ ‭iniciaram‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭Curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Agricultura‬
‭Subsequente,‬ ‭utilizando‬ ‭as‬ ‭estruturas‬‭da‬‭Escola‬‭Municipal‬‭Professora‬‭Maria‬‭Barbosa‬‭(CIEM‬
‭do‬‭Algodão).‬‭Em‬‭2011‬‭teve‬‭início‬‭os‬‭cursos‬‭técnicos‬‭em‬‭Edificações,‬‭na‬‭modalidade‬‭PROEJA‬
‭e‬ ‭Administração‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭subsequente,‬ ‭funcionando‬ ‭em‬ ‭parceria‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭Prefeitura‬ ‭na‬
‭Escola Municipal Antônio Mariosa (CAIC - Árvore Grande).‬

‭Em‬ ‭2012‬‭iniciaram-se‬‭os‬‭cursos‬‭técnicos‬‭em‬‭Química,‬‭Informática‬‭e‬‭Edificações‬‭na‬
‭modalidade‬ ‭Subsequente‬ ‭e‬ ‭Informática‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭Concomitante.‬ ‭Em‬ ‭2013‬ ‭o‬ ‭Campus‬
‭passou‬‭a‬‭oferecer‬‭também‬‭o‬‭Curso‬‭Técnico‬‭em‬‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭e‬‭o‬‭Curso‬‭Técnico‬‭em‬
‭Informática‬‭Integrado‬‭ao‬‭Ensino‬‭Médio‬‭já‬‭em‬‭sua‬‭sede‬‭própria.‬‭No‬‭início‬‭de‬‭2014,‬‭o‬‭Campus‬
‭passou‬ ‭a‬ ‭ofertar‬ ‭dois‬ ‭cursos‬ ‭superiores:‬ ‭Engenharia‬ ‭Química‬ ‭e‬ ‭Engenharia‬ ‭Civil.‬ ‭Em‬ ‭2015‬
‭iniciaram-se‬ ‭as‬ ‭Licenciaturas‬ ‭em‬ ‭Química‬ ‭e‬ ‭Matemática,‬ ‭assim‬ ‭como‬ ‭o‬ ‭curso‬ ‭de‬
‭Pós-Graduação‬ ‭Lato‬‭Sensu‬‭em‬‭Engenharia‬‭de‬‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭e‬‭Higiene‬‭e‬‭Segurança‬
‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Administração‬‭Integrado‬‭ao‬‭Ensino‬‭Médio.‬‭Em‬‭2016‬‭foi‬
‭ofertada‬ ‭a‬ ‭Pós-Graduação‬ ‭Lato‬ ‭Sensu‬ ‭em‬ ‭Educação‬ ‭Matemática‬ ‭e‬ ‭em‬ ‭2017‬ ‭o‬ ‭curso‬ ‭de‬
‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Edificações‬ ‭passou‬ ‭a‬ ‭ser‬ ‭também‬ ‭oferecido‬‭na‬‭modalidade‬‭Integrado‬‭ao‬‭Ensino‬
‭Médio.‬

‭Desde‬ ‭o‬ ‭início‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭foram‬ ‭oferecidos‬ ‭vários‬
‭cursos‬ ‭de‬ ‭Formação‬ ‭Inicial‬ ‭e‬ ‭Continuada‬ ‭(FIC's)‬ ‭em‬ ‭parceria‬ ‭com‬ ‭diversas‬ ‭empresas‬ ‭e‬

‭5‬
‭associações‬ ‭locais,‬ ‭bem‬ ‭como‬ ‭cursos‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭em‬ ‭parceria‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭Instituto‬ ‭Federal‬ ‭do‬
‭Paraná.‬‭Além‬‭disso,‬‭a‬‭partir‬‭de‬‭2012,‬‭com‬‭o‬‭Programa‬‭Nacional‬‭de‬‭Acesso‬‭ao‬‭Ensino‬‭Técnico‬
‭e‬‭Emprego‬‭(PRONATEC),‬‭foram‬‭oferecidos‬‭cursos‬‭em‬‭Agricultura‬‭Familiar,‬‭Planejamento‬‭e‬
‭Controle‬ ‭de‬ ‭Produção,‬ ‭Auxiliar‬ ‭Administrativo,‬ ‭Auxiliar‬ ‭de‬‭Pessoal,‬‭Auxiliar‬‭de‬‭Biblioteca,‬
‭Bovinocultura‬ ‭de‬ ‭Leite‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭Corte,‬ ‭Desenhista‬ ‭da‬ ‭Construção‬ ‭Civil,‬ ‭Cuidador‬ ‭de‬ ‭Idosos,‬
‭Auxiliar‬ ‭Financeiro,‬ ‭Inglês,‬ ‭Cabeleireiro,‬ ‭Inspeção‬ ‭Escolar,‬ ‭Agente‬ ‭Comunitário‬ ‭de‬ ‭Saúde,‬
‭Almoxarifado,‬‭Manicure‬‭e‬‭Pedicure,‬‭Eletricidade,‬‭Artesanato,‬‭Língua‬‭Portuguesa,‬‭Montagem‬
‭de Equipamentos Eletroeletrônicos, Recepcionista e outros.‬

‭Contando‬‭com‬‭mais‬‭de‬‭2.000‬‭alunos‬‭matriculados‬‭em‬‭seus‬‭cursos‬‭e‬‭um‬‭conjunto‬‭de‬
‭servidores‬‭composto‬‭por‬‭43‬‭servidores‬‭técnicos‬‭administrativos‬‭em‬‭educação‬‭e‬‭75‬‭servidores‬
‭docentes,‬ ‭o‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭busca‬ ‭consolidar‬ ‭e‬ ‭expandir‬ ‭sua‬ ‭oferta,‬ ‭criando‬ ‭novos‬
‭cursos‬‭técnicos‬‭e‬‭superiores‬‭buscando‬‭sempre‬‭atender‬‭à‬‭demanda‬‭da‬‭cidade‬‭e‬‭região,‬‭levando‬
‭sempre‬ ‭em‬‭consideração‬‭as‬‭discussões‬‭realizadas‬‭pela‬‭comunidade‬‭acadêmica‬‭sem‬‭perder‬‭de‬
‭vista as demandas levantadas pela sociedade.‬

‭Os‬ ‭objetivos‬ ‭educacionais‬ ‭institucionais‬ ‭não‬ ‭devem‬ ‭perder‬ ‭de‬ ‭vista‬ ‭a‬ ‭igualdade‬
‭educacional‬‭sobre‬‭a‬‭qual‬‭as‬‭singularidades‬‭devem‬‭ser‬‭consideradas‬‭e‬‭atendidas.‬‭Diante‬‭desse‬
‭quadro,‬‭as‬‭decisões‬‭curriculares‬‭e‬‭didático-pedagógicas,‬‭o‬‭planejamento‬‭do‬‭trabalho‬‭anual‬‭e‬‭as‬
‭rotinas‬ ‭e‬ ‭os‬ ‭eventos‬ ‭do‬ ‭cotidiano‬ ‭escolar‬ ‭devem‬ ‭levar‬ ‭em‬ ‭consideração‬ ‭a‬ ‭necessidade‬ ‭de‬
‭superação dessas desigualdades.‬

‭Para‬ ‭isso,‬ ‭é‬ ‭necessário‬ ‭planejar‬ ‭com‬ ‭um‬ ‭claro‬ ‭foco‬ ‭na‬ ‭equidade,‬ ‭que‬ ‭pressupõe‬
‭reconhecer‬ ‭que‬ ‭as‬ ‭necessidades‬ ‭dos‬ ‭estudantes‬ ‭são‬ ‭diferentes.‬‭O‬‭planejamento‬‭curricular‬‭do‬
‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭busca‬‭a‬‭superação‬‭das‬‭diferenças‬‭e‬‭a‬‭promoção‬‭da‬‭colaboração‬‭social,‬
‭bem‬ ‭como‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭dos‬ ‭alunos‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭ampla,‬ ‭superando‬ ‭a‬ ‭fragmentação‬ ‭do‬
‭conhecimento‬‭e‬‭garantindo‬‭o‬‭estímulo‬‭à‬‭sua‬‭aplicação‬‭na‬‭vida‬‭real,‬‭a‬‭importância‬‭do‬‭contexto‬
‭para‬‭dar‬‭sentido‬‭ao‬‭que‬‭se‬‭aprende‬‭e‬‭o‬‭protagonismo‬‭do‬‭estudante‬‭em‬‭sua‬‭aprendizagem‬‭e‬‭na‬
‭construção de seu projeto de vida.‬

‭Com‬‭base‬‭nesta‬‭declaração,‬‭o‬‭IFSULDEMINAS‬‭–‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭identifica‬‭o‬
‭número‬ ‭de‬ ‭estudantes‬ ‭que‬ ‭necessitam‬ ‭de‬ ‭material‬ ‭didático‬ ‭em‬ ‭diversos‬ ‭formatos‬ ‭de‬
‭acessibilidade,‬ ‭assim‬ ‭como‬ ‭os‬ ‭demais‬ ‭recursos‬ ‭de‬ ‭tecnologia‬ ‭assistiva‬ ‭(lupa‬ ‭digital,‬

‭6‬
‭impressora‬ ‭e‬ ‭máquina‬ ‭Braille,‬ ‭cadeira‬ ‭motorizada),‬ ‭além‬ ‭de‬ ‭serviços‬ ‭de‬ ‭tradução‬ ‭e‬
‭interpretação‬ ‭da‬ ‭Língua‬ ‭Brasileira‬ ‭de‬ ‭Sinais‬ ‭(Libras)‬ ‭e‬ ‭do‬ ‭atendimento‬ ‭educacional‬
‭especializado.‬

‭O‬‭Campus‬‭busca‬‭também‬‭o‬‭crescimento‬‭e‬‭o‬‭desenvolvimento‬‭dos‬‭seus‬‭alunos‬‭através‬
‭de‬ ‭atividades‬ ‭educacionais,‬ ‭artísticas,‬ ‭culturais‬ ‭e‬ ‭esportivas‬ ‭como‬ ‭seminários,‬ ‭jornadas‬
‭científicas‬ ‭e‬ ‭tecnológicas,‬ ‭visitas‬ ‭técnico-culturais,‬ ‭atividades‬ ‭esportivas,‬ ‭bem‬ ‭como‬
‭participação‬ ‭em‬ ‭projetos‬ ‭de‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬‭extensão,‬‭promovendo‬‭atividades‬‭que‬‭assegurem‬‭aos‬
‭aprendizes‬ ‭seus‬ ‭direitos‬ ‭e‬ ‭desenvolvimento,‬ ‭orientado‬ ‭pelos‬ ‭princípios‬ ‭éticos,‬ ‭políticos‬ ‭e‬
‭estéticos‬ ‭que‬ ‭visam‬ ‭à‬ ‭formação‬ ‭humana‬ ‭integral‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭construção‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭sociedade‬ ‭justa,‬
‭democrática‬ ‭e‬ ‭inclusiva,‬ ‭como‬ ‭fundamentado‬ ‭nas‬ ‭Diretrizes‬ ‭Curriculares‬ ‭Nacionais‬ ‭da‬
‭Educação Básica (DCN).‬

‭O‬ ‭desenvolvimento‬ ‭dos‬ ‭aprendizes‬ ‭nas‬ ‭diversas‬ ‭atividades‬ ‭institucionais‬ ‭busca‬


‭estimular‬‭ações‬‭que‬‭contribuam‬‭para‬‭a‬‭transformação‬‭da‬‭sociedade,‬‭tornando-a‬‭mais‬‭humana‬‭e‬
‭socialmente‬ ‭justa.‬ ‭O‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬ ‭competências‬ ‭em‬ ‭nossos‬ ‭alunos‬ ‭norteia‬ ‭o‬
‭planejamento‬ ‭educacional‬ ‭e‬ ‭diversas‬ ‭atividades‬ ‭sociais‬ ‭e‬ ‭pedagógicas‬ ‭no‬ ‭âmbito‬ ‭da‬
‭instituição.‬ ‭Os‬ ‭alunos‬ ‭devem‬ ‭“saber”‬ ‭-‬ ‭considerando‬ ‭a‬ ‭constituição‬ ‭de‬ ‭conhecimentos,‬
‭habilidades,‬ ‭atitudes‬ ‭e‬ ‭valores,‬ ‭e‬ ‭devem‬ ‭“saber‬ ‭fazer”‬ ‭-‬ ‭considerando‬ ‭a‬ ‭mobilização‬ ‭desses‬
‭conhecimentos,‬ ‭habilidades,‬ ‭atitudes‬ ‭e‬ ‭valores‬ ‭para‬ ‭resolver‬ ‭demandas‬ ‭complexas‬ ‭da‬ ‭vida‬
‭cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.‬

‭Entende-se‬ ‭que‬ ‭a‬ ‭Educação‬ ‭deve‬ ‭visar‬ ‭à‬ ‭formação‬ ‭e‬ ‭ao‬ ‭desenvolvimento‬ ‭humano‬
‭global,‬ ‭compreendendo‬‭a‬‭complexidade‬‭desse‬‭desenvolvimento,‬‭que‬‭não‬‭implica‬‭somente‬‭na‬
‭dimensão‬‭intelectual,‬‭e‬‭afetiva,‬‭assumindo‬‭uma‬‭visão‬‭plural,‬‭singular‬‭e‬‭integral,‬‭considerando‬
‭o‬ ‭aluno‬ ‭como‬ ‭sujeito‬ ‭da‬ ‭aprendizagem‬ ‭e‬ ‭promovendo‬ ‭uma‬ ‭educação‬ ‭acolhedora‬ ‭para‬ ‭o‬
‭desenvolvimento‬ ‭pleno,‬ ‭em‬ ‭suas‬ ‭singularidades‬ ‭e‬ ‭diversidades.‬ ‭A‬ ‭escola‬ ‭é‬ ‭um‬ ‭espaço‬ ‭de‬
‭aprendizagem‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭democracia‬ ‭inclusiva,‬ ‭que‬ ‭combate‬ ‭a‬ ‭discriminação,‬ ‭o‬ ‭preconceito‬ ‭e‬
‭respeito às diferenças e diversidades.‬

‭7‬
‭5 APRESENTAÇÃO DO CURSO‬

‭O‬ ‭presente‬ ‭documento‬ ‭se‬ ‭constitui‬ ‭do‬ ‭Projeto‬ ‭Pedagógico‬ ‭do‬ ‭Curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬
‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭Subsequente,‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭EaD,‬ ‭referente‬ ‭ao‬ ‭eixo‬ ‭tecnológico‬
‭Ambiente,‬‭Saúde‬‭e‬‭Segurança,‬‭do‬‭Catálogo‬‭Nacional‬‭de‬‭Cursos‬‭Técnicos‬‭do‬‭MEC,‬‭instituído‬
‭pela‬‭Resolução‬‭CNE/CEB‬‭n°‬‭3,‬‭de‬‭9‬‭de‬‭julho‬‭de‬‭2008,‬‭a‬‭ser‬‭ministrado‬‭no‬‭Instituto‬‭Federal‬‭de‬
‭Educação,‬‭Ciência‬‭e‬‭Tecnologia‬‭do‬‭Sul‬‭de‬‭Minas‬‭Gerais‬‭(IFSULDEMINAS)‬‭-‬‭Campus‬‭Pouso‬
‭Alegre.‬

‭Este‬‭Projeto‬‭Pedagógico‬‭de‬‭Curso‬‭está‬‭fundamentado‬‭nas‬‭bases‬‭legais‬‭que‬‭norteiam‬‭a‬
‭educação‬‭técnica‬‭de‬‭nível‬‭médio,‬‭nos‬‭referenciais‬‭curriculares‬‭e‬‭demais‬‭resoluções‬‭e‬‭decretos‬
‭que‬ ‭normatizam‬ ‭a‬ ‭Educação‬ ‭Profissional‬ ‭Técnica‬ ‭de‬ ‭Nível‬ ‭Médio‬ ‭do‬ ‭sistema‬ ‭educacional‬
‭brasileiro.‬ ‭O‬ ‭curso‬ ‭será‬ ‭realizado‬ ‭ao‬ ‭longo‬ ‭de‬ ‭1,5‬ ‭ano‬ ‭(um‬ ‭ano‬ ‭e‬ ‭meio)‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭discente‬ ‭terá‬‭o‬
‭dobro‬‭do‬‭tempo‬‭de‬‭duração‬‭do‬‭curso‬‭para‬‭concluí-lo.‬‭O‬‭curso‬‭terá‬‭carga‬‭horária‬‭total‬‭de‬‭1.200‬
‭horas.‬

‭A‬ ‭carga‬ ‭horária‬ ‭obrigatória‬‭será‬‭na‬‭modalidade‬‭EaD,‬‭utilizando‬‭o‬‭Ambiente‬‭Virtual‬


‭de‬ ‭Aprendizagem‬ ‭(AVA)‬ ‭institucional.‬ ‭Tal‬ ‭ação‬ ‭se‬ ‭justifica‬ ‭pela‬ ‭necessidade‬‭de‬‭oportunizar‬
‭aos‬ ‭discentes‬ ‭vivenciar‬ ‭uma‬ ‭modalidade‬ ‭que‬ ‭permita‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬‭competências‬‭e‬
‭habilidades‬ ‭adequadas‬ ‭ao‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭contemporâneo,‬ ‭como‬ ‭fluência‬ ‭digital,‬ ‭o‬
‭planejamento,‬ ‭a‬ ‭organização‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭administração‬ ‭do‬ ‭tempo,‬ ‭a‬ ‭autonomia‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭proatividade,‬ ‭a‬
‭aprendizagem‬ ‭colaborativa,‬ ‭a‬ ‭comunicação‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭feedback‬‭.‬ ‭Além‬ ‭disso,‬ ‭se‬ ‭justifica‬ ‭pela‬
‭necessidade‬ ‭de‬ ‭flexibilizar‬ ‭os‬ ‭horários‬ ‭de‬ ‭estudos‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭público-alvo,‬ ‭especialmente‬ ‭em‬
‭outras‬‭regiões‬‭sem‬‭acesso‬‭a‬‭oferta‬‭de‬‭cursos‬‭técnicos‬‭gratuitos,‬‭promovendo‬‭maior‬‭qualidade‬
‭de vida e acadêmica dos discentes.‬

‭O‬ ‭Técnico‬ ‭de‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭encontra‬ ‭ampla‬ ‭inserção‬ ‭no‬ ‭mercado‬ ‭de‬
‭trabalho,‬ ‭podendo‬‭compartilhar‬‭a‬‭equipe‬‭multidisciplinar‬‭voltada‬‭à‬‭promoção‬‭da‬‭segurança‬‭e‬
‭saúde‬‭nos‬‭ambientes‬‭de‬‭trabalho,‬‭participando‬‭ativamente‬‭do‬‭controle‬‭de‬‭fatores‬‭de‬‭riscos‬‭que‬
‭possam comprometer a saúde e a produtividade.‬

‭Seu‬ ‭campo‬ ‭de‬ ‭atuação‬ ‭é‬ ‭um‬ ‭dos‬ ‭mais‬ ‭diversificados,‬ ‭encontrando‬ ‭sua‬‭inserção‬‭em‬
‭locais‬‭e‬‭ambientes‬‭de‬‭trabalho‬‭tais‬‭como:‬‭organizações‬‭privadas‬‭e‬‭públicas‬‭dos‬‭mais‬‭variados‬

‭8‬
‭ramos‬ ‭de‬ ‭atividades,‬ ‭indústrias,‬ ‭hospitais,‬ ‭comércio,‬ ‭construção‬ ‭civil,‬ ‭portos,‬ ‭aeroportos,‬
‭centrais‬ ‭de‬ ‭logística,‬ ‭instituições‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭unidade‬ ‭de‬ ‭fabricação‬ ‭e‬ ‭representação‬ ‭de‬
‭equipamentos‬ ‭de‬ ‭segurança,‬ ‭empresas‬ ‭e‬ ‭consultorias‬ ‭para‬ ‭capacitações‬ ‭em‬ ‭segurança‬ ‭do‬
‭trabalho.‬

‭O‬ ‭curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭abre‬ ‭possibilidade‬ ‭de‬ ‭formação‬
‭continuada em cursos de especialização técnica (pós-técnico) tais como:‬

‭-‬ ‭Especialização Técnica em Higiene Ocupacional;‬


‭-‬ ‭Especialização Técnica em Ergonomia;‬
‭-‬ ‭Especialização Técnica em Prevenção e Combate a Incêndio;‬
‭-‬ ‭Especialização Técnica em Segurança do Trabalho na Construção Civil;‬
‭-‬ ‭Especialização Técnica em Segurança do Trabalho em Petróleo e Gás;‬

‭Abre‬ ‭também‬ ‭a‬‭possibilidade‬‭de‬‭verticalização‬‭para‬‭cursos‬‭de‬‭graduação‬‭(Curso‬‭Superior‬‭de‬


‭Tecnologia, Bacharelado e Licenciatura) como:‬

‭-‬ ‭Curso Superior de Tecnologia em Segurança no Trabalho;‬


‭-‬ ‭Bacharelado em Engenharia Civil;‬
‭-‬ ‭Bacharelado em Engenharia Elétrica;‬
‭-‬ ‭Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária, etc.‬

‭O‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭-‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭percebe‬ ‭a‬ ‭importância‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭rede‬
‭profundamente‬ ‭vinculada‬ ‭às‬ ‭matrizes‬ ‭produtivas‬ ‭locais‬ ‭e‬ ‭regionais,‬ ‭capaz‬ ‭de‬ ‭articular‬ ‭a‬
‭educação‬‭profissional‬‭à‬‭formação‬‭propedêutica,‬‭reconhecendo‬‭o‬‭papel‬‭estratégico‬‭da‬‭educação‬
‭profissional nas políticas de inclusão social.‬

‭9‬
‭6 JUSTIFICATIVA‬

‭O‬ ‭município‬ ‭de‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭está‬ ‭situado‬ ‭no‬ ‭extremo‬ ‭sul‬ ‭de‬ ‭Minas‬ ‭Gerais,‬ ‭na‬
‭mesorregião‬‭do‬‭sul‬‭e‬‭sudeste‬‭de‬‭Minas‬‭e‬‭é‬‭considerado‬‭como‬‭o‬‭centro‬‭regional‬‭das‬‭atividades‬
‭culturais,‬‭econômicas‬‭e‬‭sociais.‬‭Sendo‬‭considerado‬‭como‬‭um‬‭centro‬‭industrial‬‭regional.‬ ‭Hoje,‬
‭tanto‬ ‭o‬ ‭Município‬ ‭quanto‬ ‭o‬ ‭sul‬ ‭de‬ ‭Minas‬ ‭possuem‬ ‭um‬ ‭parque‬ ‭industrial‬ ‭de‬ ‭relevância‬
‭nacional,‬‭promovendo‬‭um‬‭desenvolvimento‬‭econômico‬‭em‬‭diversas‬‭áreas,‬‭apresentando‬‭uma‬
‭enorme demanda por profissionais qualificados na área ocupacional.‬
‭O‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭que‬ ‭cumpre‬ ‭as‬ ‭exigências‬ ‭da‬ ‭Lei‬ ‭Federal‬‭11.892/2008‬‭que‬
‭criou‬ ‭os‬ ‭Institutos‬ ‭Federais‬ ‭e‬ ‭enfatiza‬ ‭a‬‭necessidade‬‭da‬‭sua‬‭inserção‬‭regional‬‭está‬‭preparado‬
‭para atender esta importante demanda.‬
‭Tendo‬‭em‬‭vista‬‭o‬‭crescimento‬‭econômico‬‭e‬‭industrial‬‭acelerado‬‭do‬‭sul‬‭de‬‭minas‬‭gerais,‬
‭e‬ ‭a‬ ‭grande‬ ‭demanda‬ ‭por‬ ‭profissionais‬ ‭qualificados‬ ‭na‬ ‭área‬ ‭de‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭bem‬
‭como‬‭o‬‭aumento‬‭da‬‭busca‬‭por‬‭desenvolvimento‬‭tecnológico‬‭regional‬‭para‬‭atendimento‬‭à‬‭nova‬
‭realidade‬ ‭empresarial,‬ ‭justifica-se‬ ‭a‬ ‭oferta‬ ‭do‬ ‭Curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬
‭Subsequente, na modalidade EaD.‬

‭10‬
‭7 OBJETIVOS DO CURSO‬

‭De‬ ‭acordo‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭estabelecido‬ ‭pela‬ ‭Resolução‬ ‭CNE/CEB‬ ‭Nº‬ ‭06/2012,‬‭que‬‭define‬‭as‬
‭Diretrizes‬ ‭Curriculares‬ ‭Nacionais‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭Educação‬ ‭Profissional‬ ‭Técnica‬ ‭de‬ ‭Nível‬ ‭Médio,‬ ‭a‬
‭Educação‬ ‭Profissional‬ ‭articula-se‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭aprendizado‬ ‭ocorrido‬ ‭durante‬ ‭o‬ ‭ensino‬ ‭médio‬ ‭em‬
‭suas‬ ‭diferentes‬ ‭formas‬ ‭de‬ ‭educação,‬ ‭integrando‬ ‭às‬ ‭necessidades‬ ‭do‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭e‬
‭propiciando‬ ‭uma‬ ‭sólida‬ ‭formação‬ ‭no‬ ‭campo‬ ‭da‬ ‭educação‬ ‭geral‬ ‭humanística‬ ‭e‬ ‭científica.‬‭Os‬
‭estudantes‬‭do‬‭curso‬‭estarão‬‭aptos‬‭para‬‭atuar‬‭eficazmente‬‭no‬‭mundo‬‭do‬‭trabalho,‬‭possibilitando‬
‭prosseguir nos‬‭estudos e se posicionar criticamente‬‭no mundo.‬
‭Neste‬ ‭sentido,‬ ‭serão‬ ‭apresentados‬ ‭os‬ ‭objetivos‬ ‭gerais‬ ‭e‬‭específicos‬‭do‬‭curso‬‭Técnico‬
‭em Segurança do Trabalho Subsequente.‬

‭7.1 Objetivo Geral‬

‭O‬ ‭curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭Subsequente‬ ‭tem‬ ‭como‬ ‭objetivo‬ ‭geral‬
‭capacitar‬ ‭profissionais‬ ‭técnicos‬ ‭de‬ ‭nível‬ ‭médio,‬ ‭nos‬ ‭termos‬ ‭da‬ ‭legislação‬ ‭vigente,‬ ‭para,‬ ‭no‬
‭âmbito‬ ‭dos‬ ‭setores‬ ‭produtivos‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭serviços,‬ ‭desempenhar‬ ‭atividades‬ ‭de‬ ‭prevenção‬ ‭de‬
‭acidentes‬‭do‬‭trabalho,‬‭neles‬‭incluídos‬‭as‬‭doenças‬‭profissionais‬‭e‬‭do‬‭trabalho,‬‭através‬‭de‬‭ações‬
‭e‬ ‭programas‬ ‭específicos,‬ ‭contribuindo‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭melhoria‬ ‭da‬ ‭qualidade‬ ‭de‬ ‭vida‬ ‭do‬ ‭trabalhador‬
‭brasileiro,‬ ‭e‬ ‭propiciando‬ ‭a‬ ‭diminuição‬ ‭do‬ ‭custo‬ ‭social‬ ‭decorrente‬ ‭dos‬ ‭infortúnios‬ ‭laborais,‬
‭formando‬ ‭profissionais‬ ‭Técnicos‬ ‭em‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭para‬ ‭estimular‬ ‭a‬ ‭promoção‬ ‭da‬
‭“Qualidade‬ ‭de‬ ‭Vida‬ ‭Laboral”,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭da‬ ‭preservação‬ ‭da‬ ‭saúde‬ ‭dos‬ ‭trabalhadores‬ ‭e‬ ‭da‬
‭segurança‬ ‭nos‬ ‭processos,‬ ‭ambientes‬ ‭de‬ ‭trabalho‬ ‭e‬ ‭meio‬ ‭ambiente,‬‭atendendo‬‭ao‬‭disposto‬‭na‬
‭Lei‬ ‭nº‬ ‭7.410,‬ ‭de‬ ‭27‬ ‭de‬ ‭novembro‬ ‭de‬ ‭1985,‬ ‭regulamentada‬ ‭pelo‬ ‭Decreto‬ ‭nº.‬‭92.530,‬‭de‬‭9‬‭de‬
‭abril‬ ‭de‬ ‭1986,‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭demanda‬ ‭de‬ ‭mão‬ ‭de‬ ‭obra‬ ‭especializada‬ ‭existente‬ ‭no‬ ‭âmbito‬ ‭empresarial,‬
‭visando a capacitação de recursos humanos no campo da Segurança do Trabalho.‬

‭7.2. Objetivos Específicos‬

‭-‬ ‭Formar‬ ‭profissionais‬ ‭humanizados‬ ‭capazes‬ ‭de‬ ‭auxiliar‬ ‭e‬ ‭gerenciar,‬ ‭mediante‬
‭tecnologias, o desenvolvimento social diverso da região, de forma sustentável.‬
‭-‬ ‭Desenvolver raciocínio lógico, senso crítico e respeito ao próximo.‬

‭11‬
‭-‬ ‭Promover‬ ‭o‬ ‭estudo‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭integrada,‬ ‭possibilitando‬ ‭o‬ ‭compartilhamento‬ ‭de‬ ‭ideias‬
‭inovadoras‬ ‭capazes‬ ‭de‬ ‭atender,‬ ‭eliminar‬ ‭e/ou‬ ‭minimizar‬ ‭os‬ ‭agravos‬ ‭à‬ ‭saúde‬ ‭dos‬
‭trabalhadores.‬
‭-‬ ‭Promover‬ ‭o‬ ‭ensino‬ ‭integralizador,‬ ‭atendendo‬ ‭simultaneamente‬‭as‬‭obrigações‬‭legais‬‭e‬
‭as necessidades de uma sociedade em processo de transformação.‬
‭-‬ ‭Qualificar os discentes para antecipar e reconhecer os riscos ambientais.‬
‭-‬ ‭Estudar a metodologia de avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores.‬
‭-‬ ‭Estudar a implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia.‬
‭-‬ ‭Propiciar‬ ‭os‬ ‭conhecimentos‬ ‭suficientes‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭correto‬ ‭arquivamento‬ ‭e‬‭divulgação‬‭de‬
‭dados.‬
‭-‬ ‭Atuar como agentes de incentivo à melhoria da qualidade do meio ambiente.‬

‭12‬
‭8 FORMAS DE ACESSO‬

‭A‬ ‭admissão‬ ‭ao‬ ‭curso‬ ‭de‬ ‭educação‬‭profissional‬‭técnica‬‭subsequente‬‭em‬‭Segurança‬‭do‬


‭Trabalho‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭será‬ ‭feita‬ ‭pelo‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭–‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬
‭Alegre,‬ ‭através‬ ‭de‬ ‭edital‬ ‭público‬ ‭que‬ ‭definirá‬ ‭a‬ ‭forma‬ ‭de‬ ‭seleção,‬ ‭respeitado,‬ ‭dentro‬ ‭do‬
‭quantitativo‬‭de‬‭vagas‬‭do‬‭curso,‬‭o‬‭número‬‭de‬‭vagas‬‭reservadas‬‭às‬‭ações‬‭afirmativas,‬‭conforme‬
‭legislação‬‭e‬‭normas‬‭do‬‭IFSULDEMINAS.‬‭Por‬‭se‬‭tratar‬‭de‬‭uma‬‭formação‬‭técnica‬‭subsequente,‬
‭as vagas serão destinadas aos alunos que tenham concluído o ensino médio.‬

‭8.1 Pré-matrícula/ Matrícula‬


‭A‬ ‭pré-matrícula‬ ‭deverá‬ ‭ser‬ ‭efetuada‬ ‭conforme‬ ‭previsto‬ ‭no‬ ‭edital,‬ ‭pelo‬ ‭próprio‬
‭estudante,‬‭se‬‭maior‬‭de‬‭18‬‭anos,‬‭ou‬‭pelo‬‭representante‬‭legal‬‭no‬‭caso‬‭dos‬‭alunos‬‭menores‬‭de‬‭18‬
‭anos,‬‭nos‬‭prazos‬‭estabelecidos‬‭pelo‬‭Setor‬‭de‬‭Registro‬‭Acadêmico‬‭do‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre,‬
‭obedecendo‬‭diretrizes‬‭e‬ ‭procedimentos‬‭definidos‬‭pela‬‭Coordenadoria‬‭de‬‭Cursos‬‭de‬‭Educação‬
‭a‬ ‭Distância,‬ ‭ficando‬ ‭resguardado‬ ‭ao‬ ‭aluno‬ ‭o‬ ‭direito‬ ‭de‬ ‭realizar‬ ‭a‬ ‭pré-matrícula‬ ‭de‬ ‭forma‬
‭on-line,‬‭ou‬‭de‬‭forma‬‭presencial‬‭no‬‭Polo‬‭de‬‭Apoio,‬‭sem‬‭necessidade‬ ‭de‬‭deslocamento‬‭até‬‭ao‬
‭campus‬ ‭ofertante.‬ ‭O‬ ‭estudante‬ ‭que‬ ‭não‬ ‭realizar‬ ‭a‬ ‭Pré-matrícula‬ ‭no‬ ‭período‬‭estabelecido‬‭no‬
‭edital público, perderá o direito à vaga, conforme Resolução CONSUP nº 55/2018.‬

‭Não‬ ‭será‬ ‭permitida‬ ‭a‬ ‭troca‬ ‭de‬ ‭curso‬ ‭no‬ ‭decorrer‬ ‭do‬ ‭processo‬ ‭de‬ ‭confirmação‬ ‭da‬
‭matrícula.‬ ‭O‬ ‭candidato‬ ‭que‬ ‭não‬ ‭confirmar‬ ‭sua‬ ‭matrícula,‬ ‭no‬ ‭prazo‬ ‭estabelecido,‬ ‭terá‬ ‭sua‬
‭inscrição automaticamente cancelada. Não será permitido o trancamento de matrícula.‬

‭A‬ ‭não‬ ‭realização‬ ‭da‬ ‭Renovação‬ ‭da‬ ‭Matrícula‬ ‭ao‬ ‭final‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭semestre‬ ‭cursado‬
‭implicará‬ ‭na‬ ‭mudança‬‭de‬‭status‬‭do‬‭aluno‬‭no‬‭SISTEC‬‭para‬‭evadido‬‭e‬‭perda‬‭do‬‭direito‬‭à‬‭vaga‬
‭no semestre seguinte, conforme Resolução CONSUP no 55/2018.‬

‭13‬
‭9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO‬
‭Ao‬ ‭concluir‬ ‭o‬ ‭curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho,‬ ‭o‬ ‭egresso‬ ‭deverá‬ ‭ter‬
‭desenvolvido‬‭um‬‭conjunto‬‭de‬‭competências‬‭técnicas‬‭e‬‭humanísticas‬‭capaz‬‭de‬‭atender‬‭às‬‭atuais‬
‭demandas‬ ‭da‬ ‭sociedade,‬ ‭o‬ ‭que,‬ ‭contudo,‬ ‭não‬ ‭significa‬ ‭reproduzir‬ ‭mecanicamente‬ ‭valores‬ ‭e‬
‭posturas.‬ ‭Deverá‬ ‭ser‬ ‭um‬ ‭indivíduo‬ ‭com‬ ‭postura‬ ‭crítica,‬ ‭responsável,‬ ‭ética‬ ‭e‬ ‭científica,‬
‭respeitando‬‭as‬‭diferenças‬‭e‬‭o‬‭meio‬‭ambiente,‬‭contribuindo‬‭para‬‭ser‬‭um‬‭agente‬‭transformador,‬
‭seja‬ ‭no‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭na‬ ‭família‬ ‭ou‬ ‭na‬ ‭vida‬ ‭em‬ ‭sociedade‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬
‭socioeconômico do país, atuando nas diversas áreas do setor produtivo e de serviços.‬
‭O‬ ‭egresso‬ ‭do‬‭curso‬‭Técnico‬‭em‬‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭poderá‬‭atuar‬‭em‬‭áreas‬‭como:‬
‭planejamento‬‭e‬‭gestão‬‭de‬‭segurança‬‭do‬‭trabalho;‬‭análise‬‭dos‬‭métodos‬‭e‬‭os‬‭processos‬‭laborais;‬
‭identificação‬ ‭dos‬ ‭fatores‬ ‭de‬ ‭riscos‬ ‭de‬ ‭acidentes‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭doenças‬ ‭profissionais;‬ ‭realização‬ ‭de‬
‭procedimentos‬‭e‬‭orientação‬‭sobre‬‭medidas‬‭de‬‭eliminação‬‭e‬‭neutralização‬‭de‬‭riscos;‬‭elaboração‬
‭de‬ ‭procedimentos‬ ‭de‬ ‭acordo‬‭com‬‭a‬‭natureza‬‭da‬‭empresa;‬‭promoção‬‭de‬‭programas,‬‭eventos‬‭e‬
‭capacitações;‬ ‭divulgação‬ ‭de‬ ‭normas‬ ‭e‬ ‭procedimentos‬ ‭de‬ ‭segurança‬ ‭e‬ ‭higiene‬ ‭ocupacional;‬
‭indicação,‬ ‭solicitação‬ ‭e‬ ‭inspeção‬ ‭de‬ ‭equipamentos‬ ‭de‬ ‭proteção‬ ‭coletiva‬ ‭e‬ ‭individual‬ ‭contra‬
‭incêndio;‬ ‭levantamento‬ ‭de‬ ‭dados‬ ‭estatísticos‬‭de‬‭doenças‬‭e‬‭acidentes‬‭de‬‭trabalho‬‭para‬‭ajustes‬
‭das‬ ‭ações‬ ‭prevencionistas;‬ ‭produção‬ ‭de‬ ‭relatórios‬ ‭referentes‬ ‭à‬ ‭segurança‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭saúde‬ ‭do‬
‭trabalhador.‬

‭São atribuições do profissional de Segurança do Trabalho:‬

‭-‬ ‭Analisar‬ ‭procedimentos‬ ‭de‬ ‭rotina,‬ ‭indicar‬ ‭medidas‬ ‭e‬ ‭sistemas‬ ‭de‬ ‭proteção‬‭coletiva‬‭e‬
‭equipamentos de proteção individual;‬
‭-‬ ‭Conhecer‬ ‭e‬ ‭interpretar‬ ‭a‬ ‭legislação‬ ‭e‬ ‭normas‬ ‭técnicas‬ ‭de‬ ‭segurança‬ ‭e‬ ‭saúde‬ ‭no‬
‭trabalho;‬
‭-‬ ‭Coletar‬ ‭dados‬ ‭e‬ ‭informações‬ ‭capazes‬ ‭de‬ ‭identificar‬ ‭os‬ ‭locais‬ ‭de‬ ‭risco‬ ‭de‬ ‭acidentes‬
‭pessoais‬ ‭e‬ ‭materiais,‬ ‭visando‬ ‭à‬ ‭recomendação‬ ‭de‬ ‭mecanismos‬ ‭que‬ ‭corrijam‬ ‭as‬
‭deficiências‬ ‭de‬ ‭máquinas,‬ ‭equipamentos,‬ ‭de‬ ‭organização‬ ‭de‬ ‭trabalho,‬ ‭reduzindo,‬
‭assim,‬ ‭a‬ ‭possibilidade‬ ‭de‬ ‭interrupção‬ ‭da‬ ‭linha‬ ‭produtiva‬ ‭por‬ ‭eventual‬ ‭ocorrência‬ ‭de‬
‭acidente de trabalho;‬
‭-‬ ‭Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;‬
‭-‬ ‭Elaborar‬ ‭planos,‬ ‭instrumentos‬ ‭de‬ ‭avaliação,‬ ‭programas‬ ‭de‬ ‭segurança,‬ ‭normas‬ ‭e‬

‭14‬
‭regulamentos internos;‬
‭-‬ ‭Aplicar primeiros socorros em situações de emergência;‬
‭-‬ ‭Desenvolver‬‭programas‬‭de‬‭prevenção,‬‭palestras,‬‭cursos‬‭para‬‭a‬‭redução‬‭dos‬‭acidentes‬‭e‬
‭controle‬‭de‬‭riscos,‬‭gerando‬‭assim‬‭a‬‭melhoria‬‭da‬‭qualidade‬‭de‬‭vida‬‭dos‬‭trabalhadores‬‭e‬
‭da produtividade no ambiente de trabalho;‬
‭-‬ ‭Estabelecer‬ ‭entre‬ ‭empregador‬ ‭e‬ ‭trabalhadores‬ ‭procedimentos‬ ‭que‬ ‭permitam‬‭atuações‬
‭conjuntas nos diversos setores frente aos acidentes de trabalho, doenças e sinistros;‬
‭-‬ ‭Divulgar‬ ‭conhecimentos‬ ‭sobre‬ ‭as‬ ‭necessidades‬ ‭da‬ ‭segurança‬ ‭em‬ ‭benefício‬ ‭do‬
‭desenvolvimento dos trabalhadores e da empresa.‬
‭-‬ ‭Elaborar‬ ‭e‬ ‭implementar‬ ‭políticas‬ ‭de‬ ‭saúde‬ ‭no‬ ‭trabalho,‬ ‭identificando‬ ‭variáveis‬ ‭de‬
‭controle‬ ‭e‬ ‭ações‬ ‭educativas‬ ‭para‬ ‭prevenção‬ ‭e‬ ‭manutenção‬ ‭da‬ ‭qualidade‬ ‭de‬ ‭vida‬ ‭do‬
‭trabalhador.‬
‭-‬ ‭Desenvolver ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho.‬
‭-‬ ‭Investigar, analisar e recomendar medidas de prevenção e controle de acidentes.‬
‭-‬ ‭Realizar‬ ‭estudo‬ ‭da‬ ‭relação‬ ‭entre‬ ‭ocupações‬ ‭dos‬ ‭espaços‬ ‭físicos‬ ‭com‬ ‭as‬ ‭condições‬
‭necessárias.‬
‭-‬ ‭Promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador em seu local de atuação.‬
‭-‬ ‭Analisar os métodos e os processos laborais.‬
‭-‬ ‭Identificar‬ ‭fatores‬ ‭de‬ ‭risco‬ ‭de‬ ‭acidentes‬ ‭de‬ ‭trabalho,‬ ‭de‬ ‭doenças‬ ‭profissionais‬ ‭e‬ ‭de‬
‭trabalho e de presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador.‬
‭-‬ ‭Realizar‬‭procedimentos‬‭de‬‭orientação‬‭sobre‬‭medidas‬‭de‬‭eliminação‬‭e‬‭neutralização‬‭de‬
‭riscos.‬
‭-‬ ‭Elaborar procedimentos de acordo com a natureza da empresa.‬
‭-‬ ‭Promover programas, eventos e capacitações de prevenção de riscos ambientais.‬
‭-‬ ‭Divulgar normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional.‬
‭-‬ ‭Indicar,‬ ‭solicitar‬ ‭e‬ ‭inspecionar‬ ‭equipamentos‬‭de‬‭proteção‬‭coletiva‬‭e‬‭individual‬‭contra‬
‭incêndio.‬
‭-‬ ‭Levantar‬ ‭e‬ ‭utilizar‬ ‭dados‬ ‭estatísticos‬ ‭de‬ ‭doenças‬ ‭e‬ ‭acidentes‬‭de‬‭trabalho‬‭para‬‭ajustes‬
‭das ações prevencionistas.‬
‭-‬ ‭Produzir relatórios referentes à segurança e à saúde do trabalhador.‬

‭15‬
‭9.1 Campo de atuação‬

‭Locais e ambientes de trabalho:‬


‭-‬ ‭Organizações privadas e públicas dos mais diversos ramos de atividades;‬
‭-‬ ‭Indústrias;‬
‭-‬ ‭Hospitais;‬
‭-‬ ‭Comércios;‬
‭-‬ ‭Construção civil;‬
‭-‬ ‭Portos;‬
‭-‬ ‭Aeroportos;‬
‭-‬ ‭Centrais de logística;‬
‭-‬ ‭Instituições de ensino;‬
‭-‬ ‭Unidades de fabricação e representação de equipamentos de segurança;‬
‭-‬ ‭Empresas e consultorias para capacitações em segurança do trabalho.‬

‭16‬
‭10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR‬

‭A‬ ‭matriz‬ ‭curricular‬ ‭está‬ ‭organizada‬ ‭em‬ ‭regime‬ ‭semestral,‬ ‭com‬ ‭carga‬ ‭horária‬
‭obrigatória‬ ‭de‬ ‭1.200.‬ ‭Para‬ ‭atender‬ ‭a‬ ‭alunos‬ ‭com‬ ‭necessidades‬ ‭específicas,‬ ‭quando‬ ‭houver,‬
‭haverá‬ ‭a‬ ‭elaboração‬ ‭de‬‭um‬‭currículo‬‭adaptado‬‭e‬‭desenvolvido‬‭em‬‭colaboração‬‭com‬‭a‬‭equipe‬
‭do NAPNE e colegiado do curso.‬

1‭ 0.1 Relações-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e‬


‭Indígena‬

‭Em‬ ‭atendimento‬ ‭à‬ ‭Lei‬ ‭n°‬ ‭10.639‬ ‭de‬ ‭9‬ ‭de‬ ‭janeiro‬ ‭de‬ ‭2003,‬ ‭à‬‭Lei‬‭n°‬‭11.645‬‭de‬‭10‬‭de‬
‭março‬ ‭de‬ ‭2008‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭Resolução‬ ‭CNE/CP‬ ‭nº‬ ‭1‬ ‭de‬ ‭17‬ ‭de‬ ‭junho‬ ‭de‬ ‭2004,‬ ‭o‬ ‭Curso‬ ‭Técnico‬ ‭em‬
‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭prevê‬ ‭neste‬ ‭projeto‬ ‭o‬ ‭trabalho‬ ‭com‬ ‭as‬ ‭relações‬ ‭étnico-raciais‬ ‭e‬ ‭o‬
‭estudo‬‭da‬‭história‬‭e‬‭cultura‬‭afro-brasileira‬‭e‬‭indígena‬‭que‬‭será‬‭tratado‬‭de‬‭forma‬‭transversal.‬‭Os‬
‭valores‬‭inerentes‬‭(combate‬‭ao‬‭preconceito,‬‭igualdade‬‭humana‬‭e‬‭justiça‬‭social)‬‭devem‬‭inspirar‬
‭a‬ ‭atuação‬ ‭cotidiana‬ ‭do‬ ‭professor‬ ‭e‬ ‭dos‬ ‭demais‬ ‭funcionários.‬ ‭O‬ ‭Campus‬ ‭a‬ ‭eles‬ ‭adere‬
‭incondicionalmente.‬

‭10.2 Libras‬

‭Será‬ ‭ofertada,‬ ‭em‬ ‭caráter‬ ‭obrigatório,‬ ‭no‬ ‭primeiro‬ ‭semestre,‬ ‭a‬ ‭disciplina‬ ‭de‬ ‭Libras,‬
‭com‬‭duração‬‭de‬‭50h,‬‭divididas‬‭entre‬‭aulas‬‭práticas‬‭e‬‭teóricas,‬‭em‬ ‭cumprimento‬‭ao‬‭Decreto‬‭n°‬
‭5.626,‬‭de‬‭22‬‭de‬‭dezembro‬‭de‬‭2005.‬‭Por‬‭se‬‭tratar‬‭de‬‭uma‬‭língua‬‭oficial‬‭das‬‭comunidades‬‭surdas‬
‭brasileiras,‬‭a‬‭Libras‬‭deve‬‭ser‬‭estudada‬‭no‬‭âmbito‬‭da‬‭formação‬‭profissional‬‭visando‬‭à‬‭inclusão‬
‭social‬ ‭e‬ ‭linguística.‬ ‭Neste‬ ‭sentido,‬ ‭o‬ ‭IFSULDEMINAS,‬‭ao‬‭inserir‬‭a‬‭disciplina‬‭em‬‭sua‬‭grade‬
‭curricular,‬‭objetiva‬‭contribuir‬‭significativamente‬‭com‬‭a‬‭formação‬‭e‬‭futura‬‭atuação‬‭profissional‬
‭de um técnico em Segurança do Trabalho mais acessível e inclusivo.‬

‭10.3 Educação Ambiental‬

‭Em‬‭atendimento‬‭à‬‭Lei‬‭n°‬‭9.795,‬‭de‬‭27‬‭de‬‭abril‬‭de‬‭1999‬‭e‬‭ao‬‭Decreto‬‭n°4.281,‬‭de‬‭25‬‭de‬
‭junho‬ ‭de‬ ‭2002,‬ ‭o‬ ‭Curso‬‭Técnico‬‭em‬‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭prevê‬‭o‬‭trabalho‬‭com‬‭Educação‬
‭Ambiental,‬‭em‬‭especial‬‭na‬‭disciplina‬‭de‬‭Gestão‬‭Ambiental.‬‭No‬‭entanto,‬‭os‬‭valores‬‭inerentes‬‭à‬
‭educação‬ ‭ambiental‬ ‭permeiam‬ ‭o‬ ‭trabalho‬ ‭dos‬ ‭professores‬ ‭em‬ ‭todas‬ ‭as‬ ‭áreas,‬ ‭pois‬ ‭são‬
‭assumidos pelo‬‭Campus‬‭como vitais para sociedade.‬

‭17‬
‭10.4 Educação em Direitos Humanos‬

‭Em‬ ‭atendimento‬ ‭a‬‭Resolução‬‭CNE/CP‬‭n°1,‬‭de‬‭30‬‭de‬‭maio‬‭de‬‭2012,‬‭o‬‭Curso‬‭Técnico‬


‭em‬ ‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭atende‬‭as‬‭Diretrizes‬‭Nacionais‬‭para‬‭Educação‬‭Direitos‬‭Humanos,‬
‭prevendo‬ ‭neste‬ ‭projeto‬ ‭o‬ ‭trabalho‬ ‭com‬ ‭Direitos‬ ‭Humanos‬ ‭em‬ ‭todas‬ ‭as‬ ‭disciplinas‬ ‭e‬
‭professores‬ ‭são‬ ‭instados‬ ‭a‬ ‭trabalhar‬‭compromissados‬‭com‬‭a‬‭sua‬‭promoção,‬‭esclarecimento‬‭e‬
‭combate‬‭a‬‭toda‬‭forma‬‭de‬‭atitudes‬‭com‬‭eles‬‭contrastantes.‬‭Não‬‭se‬‭trata‬‭de‬‭trabalhar‬‭com‬‭ela‬‭em‬
‭forma‬‭de‬‭conteúdo‬‭num‬‭curso‬‭subsequente,‬‭mas‬‭de‬‭maneira‬‭diluída‬‭e‬‭sempre‬‭presente,‬‭como‬
‭um horizonte do qual não se pode afastar.‬
‭Na‬ ‭verdade,‬ ‭a‬ ‭orientação‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭sobre‬ ‭os‬ ‭valores‬ ‭referentes‬ ‭à‬ ‭igualdade‬ ‭racial,‬
‭educação‬‭ambiental‬‭e‬‭direitos‬‭humanos‬‭é‬‭que‬‭devem‬‭estar‬‭diluídos‬‭no‬‭fazer‬‭cotidiano‬‭de‬‭cada‬
‭um‬ ‭e‬ ‭façam‬ ‭parte‬ ‭de‬ ‭um‬ ‭estado‬ ‭de‬ ‭espírito,‬ ‭sem‬ ‭o‬ ‭qual,‬ ‭atividades‬ ‭isoladas‬ ‭poderão‬ ‭se‬
‭transformar em mero ritual com pouca significação.‬

‭10.5 Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão‬

‭Dentre‬ ‭as‬ ‭atividades‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭além‬ ‭das‬ ‭aulas‬ ‭regulares‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭propõe-se‬ ‭a‬
‭realização‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭série‬ ‭de‬ ‭atividades‬ ‭complementares‬ ‭como‬ ‭exposições,‬ ‭dias‬ ‭temáticos,‬
‭palestras, programas de monitoria, grupos de estudos, e viagens técnicas.‬

‭As‬ ‭atividades‬ ‭de‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬ ‭extensão‬ ‭ocorrem‬ ‭principalmente‬ ‭através‬ ‭de‬ ‭diversos‬
‭projetos‬ ‭desenvolvidos‬ ‭pelos‬‭professores‬‭do‬‭curso‬‭nos‬‭quais‬‭os‬‭alunos‬‭atuam‬‭como‬‭bolsistas‬
‭ou‬ ‭voluntários,‬ ‭tendo‬ ‭a‬ ‭possibilidade‬ ‭de‬ ‭participarem‬ ‭da‬ ‭elaboração‬ ‭de‬ ‭artigos‬ ‭e‬ ‭eventos‬
‭científicos.‬
‭Além‬‭do‬‭seu‬‭trabalho‬‭com‬‭o‬‭ensino,‬‭a‬‭instituição‬‭se‬‭dedica‬‭às‬‭atividades‬‭de‬‭extensão‬‭e‬
‭pesquisa‬‭de‬‭forma‬‭correlacionada,‬‭formando‬‭três‬‭pilares‬‭indissociáveis.‬‭As‬‭ações‬‭de‬‭extensão‬
‭constituem‬‭um‬‭processo‬‭educativo,‬‭científico,‬‭artístico-cultural‬‭e‬‭desportivo‬‭que‬‭se‬‭articula‬‭ao‬
‭ensino‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭pesquisa‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭indissociável,‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭objetivo‬ ‭de‬ ‭intensificar‬ ‭uma‬ ‭relação‬
‭transformadora‬ ‭entre‬ ‭o‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭-‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭sociedade‬ ‭e‬ ‭tem‬ ‭por‬
‭objetivo‬‭geral‬‭incentivar‬‭e‬‭promover‬‭o‬‭desenvolvimento‬‭de‬‭programas‬‭e‬‭projetos‬‭de‬‭extensão,‬
‭articulando-se‬ ‭com‬ ‭órgãos‬ ‭de‬ ‭fomento‬ ‭e‬ ‭consignando‬ ‭em‬ ‭seus‬ ‭recursos‬ ‭para‬ ‭esse‬ ‭fim.‬ ‭As‬
‭ações‬ ‭de‬ ‭pesquisa‬ ‭constituem‬ ‭um‬ ‭processo‬ ‭educativo‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭investigação,‬ ‭objetivando‬ ‭a‬
‭produção,‬ ‭a‬ ‭inovação‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭difusão‬ ‭de‬ ‭conhecimentos‬ ‭científicos,‬ ‭tecnológicos,‬ ‭artístico,‬
‭culturais‬ ‭e‬‭desportivos,‬‭articulando-se‬‭ao‬‭ensino‬‭e‬‭à‬‭extensão‬‭e‬‭envolvendo‬‭todos‬‭os‬‭níveis‬‭e‬

‭18‬
‭modalidades‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭ao‬ ‭longo‬ ‭de‬ ‭toda‬ ‭a‬ ‭formação‬ ‭profissional,‬ ‭com‬ ‭vistas‬ ‭ao‬
‭desenvolvimento‬ ‭social,‬ ‭tendo‬ ‭como‬ ‭objetivo‬ ‭incentivar‬ ‭e‬ ‭promover‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬
‭programas‬ ‭e‬ ‭projetos‬ ‭de‬ ‭pesquisa,‬ ‭articulando-se‬ ‭com‬ ‭órgãos‬‭de‬‭fomento‬‭e‬‭consignando‬‭em‬
‭seu‬ ‭orçamento‬ ‭recursos‬ ‭para‬ ‭esse‬ ‭fim.‬ ‭Neste‬ ‭sentido,‬ ‭são‬ ‭desenvolvidas‬ ‭ações‬ ‭de‬ ‭apoio‬ ‭à‬
‭iniciação‬ ‭científica,‬ ‭a‬ ‭fim‬ ‭de‬ ‭despertar‬ ‭o‬ ‭interesse‬ ‭pela‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬ ‭instigar‬ ‭os‬ ‭estudantes‬‭na‬
‭busca de novos conhecimentos.‬
‭O‬‭princípio‬‭da‬‭indissociabilidade‬‭entre‬‭ensino,‬‭pesquisa‬‭e‬‭extensão‬‭apresenta-se‬‭como‬
‭critério‬ ‭articulador,‬ ‭perpassando‬ ‭toda‬ ‭a‬ ‭oferta‬ ‭de‬ ‭educação‬ ‭profissional‬‭oportunizada.‬‭Nesse‬
‭viés,‬ ‭são‬ ‭conceitos‬ ‭fundamentais:‬ ‭o‬ ‭trabalho‬ ‭como‬ ‭princípio‬ ‭educativo,‬ ‭a‬ ‭pesquisa‬ ‭como‬
‭princípio‬ ‭pedagógico‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭interdisciplinaridade‬ ‭como‬ ‭método.‬ ‭Assim,‬ ‭o‬ ‭ensino‬ ‭consistente,‬
‭ancorado‬‭em‬‭bases‬‭científicas,‬‭possibilita‬‭a‬‭realização‬‭de‬‭pesquisas‬‭que,‬‭por‬‭meio‬‭da‬‭produção‬
‭de‬‭saberes,‬‭podem‬‭direcioná-lo.‬‭Essa‬‭produção,‬‭por‬‭sua‬‭vez,‬‭retroalimenta‬‭o‬‭ensino,‬‭viabiliza‬
‭a‬ ‭incorporação‬ ‭de‬ ‭novos‬‭conhecimentos‬‭e‬‭a‬‭releitura‬‭dos‬‭já‬‭disponíveis.‬‭Da‬‭mesma‬‭forma,‬‭a‬
‭extensão,‬‭ao‬‭socializar‬‭o‬‭conhecimento,‬‭proporciona‬‭o‬‭feedback‬‭para‬‭as‬‭atividades‬‭de‬‭ensino‬‭e‬
‭de pesquisa.‬

‭19‬
‭10.6 Representação Gráfica do Perfil de Formação‬

‭Com‬‭o‬‭propósito‬‭de‬‭favorecer‬‭a‬‭interdisciplinaridade,‬‭a‬‭proposta‬‭pedagógica‬‭do‬‭curso‬
‭está‬ ‭organizada‬ ‭contemplando‬ ‭disciplinas‬ ‭de‬ ‭formação‬ ‭geral‬ ‭juntamente‬ ‭com‬ ‭as‬ ‭disciplinas‬
‭técnicas‬‭em‬‭cada‬‭módulo.‬‭A‬‭intenção‬‭é‬‭direcionar‬‭a‬‭necessidade‬‭de‬‭uma‬‭educação‬‭profissional‬
‭e‬ ‭tecnológica‬ ‭de‬ ‭conhecimentos‬ ‭científicos,‬ ‭experiências‬ ‭e‬ ‭saberes‬ ‭advindos‬ ‭do‬ ‭universo‬
‭social‬ ‭e‬ ‭do‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho.‬ ‭Trata-se‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭concepção‬ ‭curricular‬ ‭que‬ ‭favorece‬ ‭o‬
‭desenvolvimento‬ ‭de‬ ‭práticas‬ ‭pedagógicas‬ ‭que‬ ‭articulam‬ ‭os‬ ‭conceitos‬‭de‬‭trabalho,‬‭segurança‬
‭do‬ ‭trabalho,‬‭ciência,‬‭tecnologia‬‭e‬‭cultura,‬‭preparando‬‭o‬‭aluno‬‭para‬‭sua‬‭atuação‬‭no‬‭mundo‬‭do‬
‭trabalho de maneira segura, saudável e eficiente.‬

‭A‬‭representação‬‭gráfica‬‭do‬‭perfil‬‭de‬‭formação‬‭é‬‭apresentada‬‭por‬‭meio‬‭do‬‭quadro‬‭4‬‭e‬‭da‬
‭figura 1.‬

‭ uadro 4. Representação Global do Perfil de Formação do Curso Técnico em Segurança do‬


Q
‭Trabalho Subsequente, na modalidade EaD, por carga horária (h) e proporcionalidade em‬
‭(%) da formação específica e geral.‬

‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭20‬
‭ igura 1. Representação Global do Perfil de Formação do Curso Técnico em Segurança do‬
F
‭Trabalho Subsequente, na modalidade EaD.‬

‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭21‬
‭10.7 Matriz Curricular‬

‭Tabela 1- Matriz‬

‭Fonte: elaborado pelos autores‬

‭10.8 Metodologia de Ensino‬

‭Para‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭da‬ ‭Proposta‬ ‭Pedagógica‬ ‭serão‬ ‭adotadas‬ ‭estratégias‬


‭diversificadas,‬ ‭que‬ ‭possibilitem‬ ‭a‬ ‭participação‬ ‭ativa‬ ‭dos‬ ‭alunos‬ ‭para‬ ‭que‬ ‭desenvolvam‬ ‭as‬
‭habilidades,‬‭competências‬‭e‬‭valores‬‭inerentes‬‭à‬‭área‬‭de‬‭atuação‬‭e‬‭que‬‭focalizem‬‭o‬‭contexto‬‭do‬
‭trabalho,‬‭estimulando‬‭o‬‭raciocínio‬‭para‬‭solução‬‭de‬‭problemas‬‭e‬‭a‬‭construção‬‭do‬‭conhecimento‬
‭necessário‬‭às‬‭atividades‬‭relacionadas‬‭com‬‭seu‬‭campo‬‭de‬‭trabalho‬‭e‬‭com‬‭os‬‭objetivos‬‭do‬‭curso.‬

‭22‬
‭Tais‬‭estratégias‬‭devem‬‭incentivar‬‭a‬‭flexibilidade‬‭de‬‭comportamento‬‭e‬‭de‬‭autodesenvolvimento‬
‭do‬ ‭aluno‬ ‭no‬ ‭que‬ ‭diz‬ ‭respeito‬ ‭às‬ ‭diversidades‬ ‭e‬ ‭às‬ ‭novas‬‭técnicas‬‭e‬‭tecnologias‬‭adotadas‬‭em‬
‭situações‬ ‭reais‬ ‭de‬ ‭trabalho,‬ ‭com‬ ‭avaliação‬ ‭contínua‬ ‭e‬ ‭sistemática,‬ ‭voltada‬ ‭para‬ ‭a‬
‭aprendizagem com autonomia.‬

‭Evidencia-se‬ ‭a‬ ‭busca‬ ‭pela‬ ‭contextualização‬ ‭do‬ ‭ensino,‬ ‭pelo‬ ‭aprender‬ ‭fazendo,‬
‭primando‬ ‭pela‬ ‭construção‬ ‭do‬ ‭conhecimento‬ ‭onde‬ ‭teoria‬ ‭e‬ ‭prática‬ ‭sejam‬ ‭indissociáveis,‬
‭possibilitando‬ ‭formação‬ ‭de‬ ‭sujeitos‬ ‭críticos‬ ‭e‬ ‭responsáveis,‬ ‭tanto‬ ‭social‬ ‭como‬
‭sustentavelmente,‬ ‭durante‬ ‭todo‬ ‭o‬ ‭processo‬ ‭formativo.‬ ‭Há‬ ‭de‬ ‭se‬ ‭resguardar‬ ‭a‬ ‭construção‬ ‭de‬
‭itinerários‬‭formativos‬‭que‬‭atendam‬‭às‬‭características,‬‭interesses‬‭e‬‭necessidades‬‭dos‬‭estudantes‬
‭e às demandas do meio social, privilegiando propostas com opções pelos estudantes.‬

‭Os‬ ‭procedimentos‬ ‭didático-pedagógicos‬ ‭devem‬ ‭auxiliar‬ ‭os‬ ‭alunos‬ ‭nas‬ ‭suas‬


‭construções intelectuais, procedimentos e atitudes. Para tanto, propõe-se para os docentes:‬

‭-‬ ‭Elaborar‬ ‭e‬ ‭executar‬ ‭o‬ ‭planejamento,‬ ‭registro‬ ‭e‬ ‭análise‬ ‭das‬ ‭aulas‬ ‭realizadas,‬ ‭sejam‬
‭presenciais‬ ‭ou‬ ‭à‬ ‭distância,‬ ‭ministrando-as‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭interativa‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭do‬
‭desenvolvimento‬ ‭de‬ ‭projetos,‬ ‭atividades‬ ‭laboratoriais,‬ ‭seminários,‬ ‭atividades‬
‭individuais‬ ‭e‬ ‭atividades‬ ‭em‬ ‭grupo,‬ ‭com‬ ‭acompanhamento‬ ‭de‬ ‭ferramentas‬ ‭virtuais‬
‭como‬ ‭a‬ ‭criação‬ ‭de‬ ‭grupos‬ ‭para‬ ‭debate‬ ‭e‬ ‭discussão‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭mediadas‬ ‭pelo‬
‭docente;‬
‭-‬ ‭Problematizar‬‭o‬‭conhecimento,‬‭sem‬‭se‬‭esquecer‬‭de‬‭considerar‬‭os‬‭diferentes‬‭ritmos‬‭de‬
‭aprendizagens‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭subjetividade‬ ‭do‬ ‭aluno,‬ ‭incentivando-o‬ ‭a‬‭buscar‬‭a‬‭confirmação‬‭do‬
‭que estuda em diferentes fontes;‬
‭-‬ ‭Entender‬ ‭a‬ ‭totalidade‬ ‭como‬ ‭uma‬ ‭síntese‬ ‭das‬ ‭múltiplas‬ ‭relações‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭homem‬
‭estabelece‬ ‭na‬ ‭sociedade,‬ ‭articulando‬ ‭e‬ ‭integrando‬ ‭os‬ ‭conhecimentos‬ ‭de‬ ‭diferentes‬
‭áreas;‬
‭-‬ ‭Elaborar‬ ‭materiais‬ ‭digitais‬ ‭a‬ ‭serem‬ ‭trabalhados‬ ‭em‬ ‭aulas‬ ‭expositivas‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭distância‬ ‭e‬
‭atividades em grupo;‬
‭-‬ ‭Elaborar‬ ‭estratégias‬ ‭pedagógicas‬ ‭que‬ ‭contemplem‬ ‭as‬ ‭especificidades‬ ‭dos‬ ‭estudantes‬
‭com necessidades educacionais especiais.‬
‭-‬ ‭Utilizar recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas.‬

‭23‬
‭10.9 Organização Didática‬

‭A‬ ‭consolidação‬ ‭dos‬ ‭princípios‬ ‭educativos‬ ‭será‬ ‭garantida‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭equipe,‬
‭composta‬ ‭de‬ ‭Professor‬ ‭Formador,‬ ‭Professor‬ ‭Mediador,‬ ‭Coordenação‬ ‭de‬ ‭Curso,‬ ‭Design‬
‭Instrucional,‬ ‭Coordenador‬ ‭de‬ ‭plataforma,‬ ‭Equipe‬ ‭Administrativa,‬ ‭Equipe‬ ‭Pedagógica‬ ‭e‬
‭Secretaria,‬ ‭que‬ ‭trabalharão‬ ‭o‬ ‭planejamento,‬ ‭a‬ ‭organização,‬ ‭a‬ ‭execução,‬ ‭a‬ ‭assessoria‬ ‭e‬ ‭a‬
‭orientação‬ ‭do‬ ‭processo‬ ‭de‬ ‭aprendizagem,‬ ‭dando‬ ‭ênfase‬ ‭a‬ ‭uma‬ ‭postura‬ ‭de‬ ‭construção‬ ‭do‬
‭conhecimento,‬ ‭numa‬ ‭metodologia‬‭dialética,‬‭na‬‭qual‬‭se‬‭propicie‬‭a‬‭passagem‬‭de‬‭uma‬‭visão‬‭do‬
‭senso‬‭comum‬‭–‬‭o‬‭que‬‭o‬‭aluno‬‭já‬‭sabe‬‭com‬‭base‬‭em‬‭suas‬‭experiências‬‭de‬‭vida,‬‭a‬‭uma‬‭formação‬
‭de novos conceitos/científicos.‬

‭Tudo‬ ‭isso‬ ‭mediante‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬ ‭práticas‬ ‭pedagógicas‬ ‭voltadas‬ ‭à‬
‭mobilização‬ ‭do‬ ‭aluno‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭conhecimento,‬ ‭a‬ ‭disponibilização‬ ‭de‬ ‭instrumentos‬ ‭que‬ ‭lhe‬
‭proporcione‬ ‭oportunidades‬ ‭de‬ ‭construir‬ ‭conhecimentos‬ ‭novos‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭da‬
‭capacidade‬ ‭de‬ ‭elaboração‬ ‭de‬ ‭sínteses‬ ‭integradoras‬ ‭do‬ ‭saber‬ ‭construído‬ ‭com‬ ‭aqueles‬ ‭que‬ ‭já‬
‭possuíam anteriormente.‬

‭O‬‭aluno‬‭será‬‭o‬‭centro‬‭do‬‭processo.‬‭Através‬‭da‬‭condução‬‭“não‬‭diretiva”‬‭do‬‭processo‬‭é‬
‭que‬‭o‬‭aluno‬‭construirá‬‭sua‬‭própria‬‭aprendizagem.‬‭Os‬‭professores‬‭fornecerão‬‭os‬‭instrumentos‬‭e‬
‭conteúdos necessários à construção dos conceitos científicos que sejam os conhecimentos.‬

‭O‬ ‭Professor‬ ‭mediador‬ ‭deverá‬ ‭incentivar‬ ‭permanentemente‬ ‭e‬ ‭sensibilizar‬ ‭o‬ ‭aluno‬
‭sobre‬ ‭o‬ ‭que‬ ‭vai‬ ‭fazer.‬ ‭Deve-se‬ ‭valorizar‬ ‭a‬ ‭importância‬ ‭da‬ ‭participação‬ ‭do‬ ‭aluno‬ ‭em‬ ‭todo‬
‭processo de orientação e aprendizagem, considerando-o como sujeito de sua aprendizagem.‬

‭Os‬ ‭estudantes‬ ‭deverão‬ ‭ser‬ ‭capazes‬ ‭de‬ ‭sair‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭postura‬ ‭passiva,‬ ‭assumindo‬ ‭um‬
‭papel‬ ‭mais‬ ‭ativo‬ ‭no‬ ‭processo,‬‭tornando-se‬‭agentes‬‭de‬‭sua‬‭própria‬‭aprendizagem‬‭na‬‭busca‬‭da‬
‭construção‬ ‭dos‬ ‭seus‬ ‭conhecimentos.‬ ‭Para‬ ‭tal,‬ ‭serão‬ ‭disponibilizados‬ ‭meios‬ ‭para‬ ‭que‬ ‭o‬
‭estudante‬‭desenvolva‬‭sua‬‭capacidade‬‭de‬‭julgamento,‬‭de‬‭forma‬‭suficiente,‬‭para‬‭que‬‭ele‬‭próprio‬
‭esteja apto a buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado.‬

‭Um‬ ‭dos‬ ‭pontos‬ ‭chave‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭sucesso‬ ‭na‬ ‭formação‬ ‭do‬ ‭profissional‬ ‭Técnico‬ ‭em‬
‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭é‬ ‭a‬ ‭motivação‬ ‭do‬‭estudante.‬‭Pensando‬‭em‬‭maneiras‬‭de‬‭resolver‬‭essa‬
‭questão,‬ ‭os‬ ‭Professores,‬ ‭junto‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭Professores‬‭mediadores‬‭devem‬‭ter‬‭a‬‭preocupação‬‭real‬

‭24‬
‭com‬‭uma‬‭orientação‬‭efetiva‬‭do‬‭aluno‬‭que‬‭apresenta‬‭dificuldades.‬‭Outro‬‭importante‬‭fator‬‭a‬‭ser‬
‭considerado‬ ‭é‬ ‭a‬ ‭atualização‬ ‭dos‬ ‭conhecimentos‬ ‭e‬ ‭suas‬ ‭aplicações.‬ ‭Os‬ ‭assuntos‬ ‭relativos‬ ‭às‬
‭novas‬ ‭tecnologias‬ ‭tendem‬ ‭a‬ ‭despertar‬ ‭um‬ ‭grande‬ ‭interesse‬ ‭nos‬ ‭estudantes,‬ ‭bem‬ ‭como‬ ‭suas‬
‭relações com a sociedade.‬

‭É‬ ‭de‬ ‭total‬ ‭importância,‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭êxito‬ ‭deste‬ ‭projeto,‬ ‭que‬ ‭as‬ ‭atividades‬ ‭propostas‬ ‭no‬
‭curso‬ ‭propiciem‬ ‭oportunidades‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬ ‭das‬ ‭habilidades‬ ‭complementares,‬
‭desejáveis‬‭aos‬‭profissionais‬‭da‬‭área,‬‭vendo‬‭o‬‭aluno‬‭como‬‭um‬‭todo,‬‭relacionando‬‭também‬‭suas‬
‭atitudes‬ ‭e‬ ‭respeitando‬ ‭as‬ ‭peculiaridades‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭disciplina/atividade‬ ‭didática,‬ ‭bem‬ ‭como‬ ‭a‬
‭capacidade‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭experiência‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭docente.‬ ‭O‬ ‭estímulo‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭incentivo‬ ‭ao‬ ‭aprimoramento‬
‭dessas‬ ‭características‬ ‭devem‬ ‭ser‬ ‭continuamente‬ ‭perseguidos,‬ ‭objetivando‬ ‭sempre‬ ‭a‬ ‭melhor‬
‭qualidade no processo de formação profissional.‬

‭O‬ ‭modelo‬ ‭de‬ ‭educação‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭a‬ ‭ser‬ ‭utilizado‬‭é‬‭o‬‭do‬‭aprendizado‬‭independente‬


‭com‬‭aulas.‬‭Este‬‭modelo‬‭de‬‭educação‬‭a‬‭distância‬‭utiliza‬‭materiais‬‭impressos‬‭ou‬‭disponíveis‬‭por‬
‭meio‬‭eletrônico,‬‭além‬‭de‬‭outras‬‭mídias‬‭para‬‭que‬‭o‬‭aluno‬‭possa‬‭estudar‬‭em‬‭seu‬‭ritmo‬‭próprio.‬
‭Aliados‬‭ao‬‭estudo‬‭autônomo‬‭são‬‭realizados‬‭encontros‬‭presenciais‬‭bem‬‭como‬‭o‬‭uso‬‭de‬‭mídias‬
‭interativas com o professor e colegas.‬

‭Todos‬ ‭os‬ ‭conteúdos‬ ‭e‬ ‭os‬ ‭exercícios‬ ‭avaliativos‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭serão‬ ‭disponibilizados‬
‭através‬ ‭do‬ ‭Ambiente‬ ‭Virtual‬ ‭de‬ ‭Aprendizagem‬ ‭(AVA).‬ ‭Os‬ ‭professores‬ ‭poderão‬ ‭utilizar‬
‭diversas‬ ‭estratégias‬ ‭e‬ ‭ferramentas‬ ‭avaliativas‬ ‭de‬ ‭acordo‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭componentes‬ ‭curriculares‬
‭ministrados e com a prática pedagógica de cada professor.‬

‭O‬ ‭ensino‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭é‬ ‭dividido‬ ‭em‬ ‭dois‬ ‭momentos‬ ‭distintos‬ ‭e‬ ‭bem‬ ‭definidos,‬ ‭os‬
‭momentos presenciais e os momentos a distância:‬

‭Os‬ ‭Momentos‬ ‭presenciais:‬ ‭serão‬ ‭realizados‬ ‭nos‬ ‭polos‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭mediação‬ ‭de‬ ‭um‬
‭professor‬ ‭mediador‬ ‭e‬ ‭planejados‬ ‭pelo‬ ‭professor‬‭formador‬‭de‬‭cada‬‭disciplina‬‭ou‬‭coordenador‬
‭de‬‭curso.‬‭As‬‭avaliações‬‭serão‬‭realizadas‬‭de‬‭acordo‬‭com‬‭o‬‭calendário‬‭acadêmico‬‭de‬‭oferta‬‭nos‬
‭Polos‬‭de‬‭Apoio‬‭Presencial.‬‭Demais‬ ‭momentos‬ ‭presenciais‬‭para‬‭orientação‬‭dos‬‭estudos‬‭serão‬
‭ofertados‬ ‭nos‬ ‭polos‬‭e‬‭mediados‬‭pelo‬‭tutor‬‭presencial.‬‭Os‬‭polos‬‭deverão‬‭garantir‬‭espaços‬‭que‬
‭permitam‬ ‭a‬ ‭interação,‬ ‭constante‬ ‭reflexão,‬ ‭atividades‬ ‭práticas,‬ ‭debates,‬ ‭avaliação‬ ‭dos‬

‭25‬
‭conteúdos e o encaminhamento aos estudos independentes.‬

‭Os‬‭encontros‬‭e‬‭atividades‬‭presenciais‬‭serão‬‭realizados‬‭de‬‭forma‬‭a‬‭atender‬‭no‬‭mínimo‬
‭20%‬‭(vinte‬‭por‬‭cento)‬‭da‬‭carga‬‭horária‬‭e‬‭nota‬‭em‬‭atividades‬‭e‬‭avaliações‬‭ofertadas‬‭nos‬‭polos,‬
‭conforme‬ ‭dispõe‬ ‭o‬ ‭artigo‬ ‭45‬ ‭da‬ ‭Resolução‬ ‭Nº‬ ‭055/2018‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭Catálogo‬ ‭Nacional‬ ‭de‬ ‭Cursos‬
‭Técnicos.‬

‭Os‬‭Momentos‬‭não‬‭presenciais:‬‭são‬‭destinados‬‭à‬‭realização‬‭das‬‭atividades‬‭que‬‭estarão‬
‭disponíveis‬ ‭no‬ ‭ambiente‬ ‭virtual‬ ‭de‬ ‭aprendizagem‬ ‭AVA/IFSULDEMINAS.‬ ‭Os‬ ‭materiais‬
‭disponibilizados‬ ‭via‬ ‭internet,‬ ‭no‬ ‭AVA,‬ ‭possibilitar‬ ‭ao‬ ‭cursista‬ ‭acessar‬ ‭os‬ ‭conteúdos‬ ‭e‬ ‭as‬
‭informações‬ ‭relativas‬ ‭às‬ ‭disciplinas‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭e‬ ‭aproveitar‬ ‭o‬ ‭potencial‬ ‭pedagógico‬ ‭do‬
‭computador,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭da‬ ‭troca‬ ‭de‬ ‭mensagens,‬ ‭da‬ ‭oferta‬ ‭de‬ ‭materiais‬ ‭complementares‬ ‭de‬
‭estudo,‬ ‭da‬ ‭participação‬ ‭em‬ ‭bate-papo‬ ‭e‬ ‭em‬ ‭fóruns‬ ‭de‬ ‭discussão,‬ ‭além‬ ‭da‬ ‭troca‬ ‭de‬
‭questionamentos‬ ‭e‬ ‭orientações.‬ ‭Assim,‬ ‭o‬ ‭ambiente‬ ‭virtual‬ ‭será‬ ‭uma‬ ‭importante‬ ‭ferramenta‬
‭pedagógica‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭relacionamento‬ ‭do‬ ‭aluno‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭seu‬ ‭Professor‬‭mediador‬‭e‬‭com‬‭os‬‭outros‬
‭atores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem do curso.‬

‭10.10 - Material Didático‬

‭O‬‭material‬‭didático‬‭a‬‭ser‬‭utilizado‬‭para‬‭o‬‭desenvolvimento‬‭de‬‭cada‬‭um‬‭dos‬‭conteúdos‬
‭propostos‬ ‭buscará‬ ‭estimular‬ ‭o‬ ‭estudo‬ ‭e‬ ‭produção‬ ‭individual‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭aluno,‬ ‭não‬ ‭só‬ ‭na‬
‭realização‬‭das‬‭atividades‬‭propostas,‬‭mas‬‭também‬‭na‬‭experimentação‬‭de‬‭práticas‬‭centradas‬‭na‬
‭compreensão e experimentações.‬

‭Todo‬‭o‬‭material‬‭didático‬‭constitui-se‬‭como‬‭dinamizadores‬‭da‬‭construção‬‭curricular‬‭e‬
‭também‬ ‭como‬ ‭um‬ ‭elemento‬ ‭balizador‬ ‭metodológico‬ ‭do‬ ‭Curso.‬ ‭Serão‬ ‭utilizados‬ ‭materiais‬
‭elaborados‬ ‭pelos‬ ‭professores‬ ‭conteudistas‬ ‭e‬ ‭estes‬ ‭serão‬ ‭oferecidos‬ ‭somente‬ ‭no‬ ‭ambiente‬
‭virtual.‬

‭Serão‬ ‭disponibilizados‬ ‭na‬ ‭jornada‬ ‭de‬ ‭aprendizado‬ ‭dos‬ ‭alunos,‬ ‭um‬ ‭conjunto‬ ‭de‬
‭recursos‬ ‭de‬ ‭aprendizagem‬ ‭disponíveis‬ ‭no‬ ‭ambiente‬ ‭Web,‬‭ou‬‭audiovisual.‬‭Cada‬‭disciplina‬‭do‬
‭curso‬ ‭utilizará‬ ‭material‬ ‭em‬ ‭diversas‬ ‭mídias,‬ ‭conforme‬ ‭seu‬ ‭planejamento‬ ‭pedagógico,‬ ‭onde‬
‭constará‬ ‭o‬ ‭conteúdo‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭aluno‬ ‭precisa‬ ‭estudar,‬ ‭além‬ ‭de‬ ‭exercícios.‬ ‭Esse‬ ‭material‬ ‭será‬
‭colocado ao dispor dos alunos nos polos ou por meio da Web no AVA.‬

‭26‬
‭O‬ ‭conteúdo‬ ‭e‬ ‭formatação‬ ‭do‬ ‭material‬ ‭didático‬ ‭serão‬ ‭específicos‬ ‭para‬ ‭linguagem‬
‭EAD,‬ ‭relacionando‬ ‭teoria‬‭e‬‭prática‬‭de‬‭maneira‬‭integrada‬‭à‬‭plataforma‬‭do‬‭AVA‬‭e‬‭atenderá‬‭na‬
‭forma da versão eletrônica.‬

‭10.11 Práticas profissionais intrínsecas ao currículo‬

‭A‬ ‭realização‬ ‭de‬ ‭trabalhos‬ ‭e‬ ‭pesquisas‬ ‭por‬ ‭parte‬ ‭dos‬ ‭docentes‬ ‭junto‬ ‭aos‬ ‭alunos,‬ ‭com‬
‭apoio‬ ‭da‬ ‭equipe‬ ‭técnica‬ ‭do‬ ‭Campus‬‭,‬ ‭busca‬ ‭incentivar‬ ‭e‬ ‭dar‬ ‭suporte‬ ‭ao‬ ‭aprendizado‬ ‭e‬
‭aperfeiçoamento do conhecimento adquirido pelo aluno em sala de aula.‬
‭Na‬ ‭promoção‬ ‭da‬ ‭formação‬ ‭integral‬ ‭ressalta-se‬ ‭a‬ ‭indissociabilidade‬ ‭entre‬ ‭educação‬ ‭e‬
‭prática‬ ‭social,‬ ‭que‬ ‭considera‬ ‭a‬‭historicidade‬‭dos‬‭conhecimentos‬‭e‬‭dos‬‭sujeitos;‬‭e‬‭a‬‭ênfase‬‭na‬
‭relação‬ ‭entre‬ ‭teoria‬ ‭e‬ ‭prática‬ ‭nos‬ ‭processos‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭e‬ ‭aprendizagem‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭avaliação,‬
‭garantindo ao estudante sua participação ativa no processo de construção da aprendizagem.‬
‭A‬‭compreensão‬‭da‬‭educação‬‭como‬‭práxis,‬‭constituída‬‭no‬‭campo‬‭do‬‭discurso‬‭e‬‭da‬‭ação‬
‭sócio-política‬ ‭realizada‬ ‭no‬ ‭âmbito‬ ‭das‬ ‭relações‬ ‭sócio-histórico-culturais,‬ ‭tem‬ ‭como‬ ‭objetivo‬
‭formar‬ ‭cidadãos‬ ‭crítico-reflexivos,‬ ‭éticos,‬ ‭dotados‬ ‭de‬ ‭competência‬ ‭técnico-científica‬ ‭e‬ ‭que‬
‭sejam protagonistas da constituição de uma sociedade alicerçada em valores humanistas.‬
‭O‬‭trabalho‬‭como‬‭princípio‬‭educativo,‬‭alinha‬‭a‬‭visão‬‭de‬‭homem,‬‭sociedade‬‭e‬‭educação.‬
‭Nessa‬‭perspectiva,‬‭o‬‭trabalho‬‭é‬‭um‬‭processo‬‭consciente‬‭pelo‬‭qual‬‭a‬‭sociedade‬‭se‬‭constitui,‬‭os‬
‭homens‬ ‭criam‬ ‭e‬ ‭recriam‬ ‭a‬ ‭si‬ ‭próprios‬ ‭e‬ ‭suas‬ ‭relações‬ ‭sociais.‬ ‭Na‬ ‭educação‬ ‭profissional,‬
‭científica‬ ‭e‬ ‭tecnológica,‬ ‭assumir‬ ‭o‬ ‭trabalho‬ ‭como‬ ‭princípio‬ ‭educativo‬ ‭significa‬ ‭integrá-lo‬ ‭à‬
‭ciência,‬ ‭à‬ ‭tecnologia‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭cultura,‬ ‭que‬ ‭formam‬ ‭a‬ ‭base‬ ‭da‬ ‭proposta‬ ‭político-pedagógica‬ ‭e‬ ‭do‬
‭desenvolvimento‬ ‭curricular‬ ‭do‬ ‭curso.‬ ‭Isso‬ ‭inclui‬ ‭a‬ ‭promoção‬ ‭da‬ ‭realização‬ ‭de‬ ‭práticas‬
‭profissionais‬‭que‬‭possibilitem‬‭ao‬‭estudante‬‭o‬‭contato‬‭com‬‭o‬‭mundo‬‭do‬‭trabalho‬‭e‬‭assegurem‬‭a‬
‭formação‬ ‭teórico-prática‬ ‭intrínseca‬ ‭ao‬ ‭perfil‬ ‭de‬ ‭formação‬ ‭técnica,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭atividades‬
‭profissionais,‬‭projetos‬‭de‬‭intervenção,‬‭experimentos‬‭e‬‭atividades‬‭em‬‭ambientes‬‭especiais,‬‭tais‬
‭como: laboratórios, oficinas, empresas pedagógicas, ateliês, dentre outras.‬

‭10.12 - Estágio‬

‭É‬ ‭facultativo‬ ‭ao‬ ‭aluno‬ ‭realizar‬ ‭estágio‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭não-obrigatório‬‭,‬ ‭enquanto‬
‭possuir‬ ‭vínculo‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭instituição‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭e‬ ‭cuja‬ ‭remuneração‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭bolsa‬ ‭e/ou‬
‭auxílio‬‭da‬‭empresa/instituição,‬‭pagamento‬‭de‬‭auxílio‬‭transporte‬‭e‬‭seguro‬‭de‬‭vida‬‭para‬‭o‬‭aluno‬

‭27‬
‭por parte da concedente de acordo com legislação vigente.‬
‭O‬ ‭estágio‬ ‭é‬ ‭regido‬ ‭pela‬ ‭Lei‬ ‭nº.‬ ‭11.788/2008,‬ ‭pela‬ ‭Orientação‬ ‭Normativa‬ ‭nº.‬ ‭7/2008,‬
‭pela‬ ‭Orientação‬ ‭Normativa‬ ‭nº‬ ‭2/2016,‬ ‭pela‬ ‭Resolução‬ ‭CNE/CEB‬ ‭nº‬ ‭1/2004,‬ ‭pela‬ ‭Nota‬
‭Técnica‬ ‭nº‬ ‭1.279/2017-MP,‬ ‭pelos‬ ‭Pareceres‬ ‭da‬ ‭Procuradoria‬‭Federal‬‭do‬‭IFSULDEMINAS‬‭e‬
‭também‬ ‭pela‬ ‭Normatização‬ ‭de‬ ‭Estágio‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭Cursos‬ ‭Técnicos‬ ‭e‬ ‭Superiores‬ ‭do‬
‭IFSULDEMINAS‬ ‭Normas‬ ‭de‬ ‭Estágio‬ ‭aprovada‬ ‭pela‬ ‭Resolução‬ ‭nº.‬ ‭097/2019‬ ‭do‬
‭IFSULDEMINAS.‬

‭28‬
‭11 EMENTÁRIO‬

‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬


‭Componente Curricular:‬‭Introdução à Segurança do Trabalho‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭45 h‬ ‭Prática:‬‭5 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭ istórico‬ ‭da‬ ‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho;‬‭O‬‭homem‬‭e‬‭o‬‭trabalho;‬‭Caracterização‬‭da‬‭segurança‬‭do‬
H
‭trabalho‬ ‭em‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭níveis‬ ‭de‬ ‭atuação‬ ‭do‬ ‭técnico,‬ ‭suas‬ ‭responsabilidades,‬ ‭conceituando‬ ‭e‬
‭classificando‬ ‭os‬ ‭vários‬ ‭tipos‬ ‭de‬ ‭acidentes;‬ ‭Conceito‬ ‭legal‬ ‭de‬ ‭acidente‬ ‭do‬ ‭trabalho;‬ ‭conceito‬
‭prevencionista‬ ‭de‬ ‭acidente‬ ‭de‬ ‭trabalho;‬ ‭CAT;‬ ‭Panorama‬ ‭dos‬ ‭acidentes‬‭de‬‭trabalho‬‭no‬‭Brasil;‬
‭Causas‬ ‭dos‬ ‭acidentes;‬ ‭Aspectos‬ ‭Econômicos,‬ ‭Sociais‬ ‭e‬ ‭Humanos‬ ‭dos‬ ‭acidentes;‬ ‭Custos‬ ‭dos‬
‭acidentes.‬
‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ C ‭ OSTA,‬‭Marco‬‭Antônio‬‭F.‬‭da;‬‭COSTA,‬‭Maria‬‭de‬‭Fátima‬‭Barroso‬‭da.‬‭Segurança‬‭e‬‭Saúde‬
‭no‬ ‭Trabalho‬‭:‬ ‭cidadania,‬ ‭competitividade‬ ‭e‬ ‭produtividade.‬ ‭1.‬ ‭reimp.‬ ‭Rio‬ ‭de‬ ‭Janeiro:‬
‭Qualitymark, 2009.‬
‭2.‬ ‭EQUIPE‬ ‭DE‬ ‭LEGISLAÇÃO‬ ‭ATLAS.‬ ‭Segurança‬ ‭e‬ ‭Medicina‬‭do‬‭Trabalho‬‭.‬‭71.‬‭ed.‬‭São‬
‭Paulo: Editora Atlas S/A, 2013.‬
‭3.‬ ‭SILVA,‬ ‭José‬ ‭Antônio‬ ‭Ribeiro‬ ‭de‬ ‭Oliveira.‬ ‭A‬ ‭Saúde‬ ‭do‬ ‭Trabalhador‬ ‭como‬ ‭um‬ ‭Direito‬
‭Humano‬‭: conteúdo essencial da dignidade humana. São‬‭Paulo: LTR, 2008.‬
‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ C ‭ ARDELLA,‬ ‭Benedito.‬ ‭Segurança‬ ‭no‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭Prevenção‬ ‭de‬ ‭Acidentes‬‭:‬ ‭uma‬
‭abordagem‬ ‭holística:‬ ‭segurança‬ ‭integrada‬ ‭à‬ ‭missão‬ ‭organizacional‬ ‭com‬ ‭produtividade,‬
‭qualidade,‬ ‭preservação‬ ‭ambiental‬ ‭e‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬‭pessoas.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atlas,‬‭1999.‬
‭254 p.‬
‭2.‬ ‭GALAFASSI, Maria Cristina.‬‭Medicina do Trabalho‬‭. São‬‭Paulo: Atlas, 1999.‬
‭3.‬ ‭OPITZ‬ ‭JUNIOR,‬ ‭João‬ ‭Baptista.‬ ‭Medicina‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭Perícia‬ ‭Médica‬‭:‬ ‭visão‬ ‭cível,‬
‭criminal e trabalhista. São Paulo: Santos, 2011.‬
‭4.‬ ‭RODRIGUES,‬‭Marcus‬‭Vinícius.‬‭Qualidade‬‭de‬‭Vida‬‭no‬‭Trabalho‬‭:‬‭evolução‬‭e‬‭análise‬‭no‬
‭nível gerencial. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.‬
‭5.‬ ‭ZOCCHIO,‬ ‭Álvaro.‬ ‭Como‬ ‭Entender‬ ‭e‬ ‭Cumprir‬ ‭as‬ ‭Obrigações‬ ‭Pertinentes‬ ‭à‬
‭Segurança‬ ‭e‬ ‭Saúde‬ ‭no‬ ‭Trabalho‬‭:‬ ‭um‬ ‭guia‬ ‭e‬ ‭um‬ ‭alerta‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭agentes‬ ‭e‬ ‭chefia‬ ‭das‬
‭empresas. 2. ed. São Paulo: LTR, 2008.‬

‭29‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Sociologia do Trabalho‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭45 h‬ ‭Prática:‬‭5 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ ‬‭dimensão‬‭do‬‭trabalho‬‭na‬‭vida‬‭humana.‬‭As‬‭transformações‬‭no‬‭mundo‬‭do‬‭trabalho‬‭através‬‭da‬
A
‭história:‬ ‭a‬ ‭das‬ ‭relações‬ ‭sociais‬ ‭de‬ ‭trabalho;‬ ‭a‬ ‭da‬ ‭tecnologia‬ ‭dos‬ ‭processos‬ ‭de‬ ‭produção‬ ‭e;‬ ‭a‬
‭organização‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭e‬ ‭da‬ ‭gestão.‬ ‭O‬ ‭sofrimento‬ ‭social,‬ ‭trabalho‬ ‭e‬ ‭desgaste‬ ‭mental‬ ‭na‬
‭pós-modernidade.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ B ‭ AUMAN,‬ ‭Zygmunt.‬ ‭Aprendendo‬ ‭a‬ ‭pensar‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭sociologia.‬ ‭Rio‬ ‭de‬ ‭Janeiro:‬ ‭Zahar,‬
‭2010.‬
‭2.‬ ‭COSTA,‬ ‭Cristina.‬ ‭Sociologia:‬ ‭introdução‬ ‭à‬ ‭ciência‬ ‭da‬ ‭sociedade.‬ ‭4.‬ ‭ed.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Moderna, 2010.‬
‭3.‬ ‭GIDDENS,‬ ‭Anthony.‬ ‭Sociologia.‬ ‭6.‬ ‭ed.‬ ‭rev.‬ ‭e‬ ‭atual.‬ ‭Juntamente‬ ‭com‬ ‭Philip‬ ‭W.‬ ‭Sutton.‬
‭Porto Alegre: Penso, 2012.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ A ‭ RANHA,‬‭Maria‬‭Lúcia‬‭de‬‭Arruda.‬‭Filosofando:‬‭introdução‬‭à‬‭filosofia‬‭:‬‭1º,‬‭2º‬‭e‬‭3º‬‭anos:‬
‭ensino médio. 6. ed. São Paulo: Moderna, 2016. 400 p.‬
‭2.‬ ‭BOTTOMORE,‬‭T.‬‭B‬‭(Ed).‬‭Dicionário‬‭do‬‭pensamento‬‭marxista‬‭.‬‭2.‬‭ed.‬‭Rio‬‭de‬‭Janeiro:‬‭J.‬
‭Zahar, 2012.‬
‭3.‬ ‭GHIRALDELLI‬ ‭JUNIOR,‬ ‭Paulo.‬ ‭A‬ ‭filosofia‬ ‭como‬ ‭medicina‬ ‭da‬ ‭alma‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Manole, 2012.‬
‭4.‬ ‭KRUPPA,‬ ‭Sonia‬ ‭M.‬ ‭Portella.‬ ‭Sociologia‬ ‭da‬ ‭educação‬‭.‬ ‭2.‬ ‭ed.‬ ‭rev.‬ ‭e‬ ‭atual.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Cortez, 2016. 308 p.‬
‭5.‬ ‭SASSEN, Saskia.‬‭Sociologia da globalização.‬‭Porto‬‭Alegre: Artmed, 2010. 240 p.‬

‭30‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular:‬‭Segurança do Trabalho I‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭Estatísticas‬‭sobre‬‭acidentes;‬‭Taxa‬‭de‬‭frequência‬‭e‬‭Taxa‬‭de‬‭gravidade;‬‭Inspeção‬‭de‬‭Segurança;‬
‭ R 01, NR 03, NR 04 e NR 05.‬
N
‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ E ‭ QUIPE‬‭ATLAS.‬‭Segurança‬‭e‬‭Medicina‬‭do‬‭Trabalho‬‭:‬‭NR-1‬‭a‬‭35,‬‭CLT-arts.‬‭154‬‭a‬‭201‬‭–‬
‭Lei‬ ‭nº‬ ‭6.514,‬ ‭de‬ ‭1977,‬ ‭portaria‬ ‭nº‬ ‭3.214,‬ ‭de‬ ‭8-6-1978,‬‭legislação‬‭complementar,‬‭índices‬
‭remissivos. 70. ed. São Paulo: Atlas, 2012.‬
‭2.‬ ‭PEREIRA,‬ ‭Alexandre‬ ‭Demetrius.‬ ‭Tratado‬ ‭de‬ ‭Segurança‬ ‭e‬ ‭Saúde‬ ‭Ocupacional‬‭:‬
‭aspectos técnicos e jurídicos – NR 1 a NR 6. 2. ed. São Paulo: LTr, 2011. 416 p. v. 1.‬
‭3.‬ ‭SALIBA,‬ ‭Tuffi‬ ‭Messias;‬ ‭CORRÊA,‬ ‭Márcia‬ ‭Angelim‬ ‭Chaves.‬ ‭Insalubridade‬ ‭e‬
‭Periculosidade‬‭: aspectos técnicos e práticos. 13.‬‭ed. São Paulo: LTr, 2014. 256 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ C ‭ ARDELLA,‬ ‭Benedito.‬ ‭Segurança‬ ‭no‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭Prevenção‬ ‭de‬ ‭Acidentes‬‭:‬ ‭uma‬
‭abordagem‬ ‭holística:‬ ‭segurança‬ ‭integrada‬ ‭à‬ ‭missão‬ ‭organizacional‬ ‭com‬ ‭produtividade,‬
‭qualidade,‬ ‭preservação‬‭ambiental‬‭e‬‭desenvolvimento‬‭de‬‭pessoas.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atlas,‬‭2012.‬
‭254 p.‬
‭2.‬ ‭GARDIN, Eduardo Oliveira.‬‭Alerta de Perigo‬‭. São Paulo:‬‭LTR, 2001.‬
‭3.‬ ‭GONÇALVES,‬ ‭Edwar‬ ‭Abreu.‬ ‭Segurança‬ ‭e‬ ‭Saúde‬ ‭no‬ ‭Trabalho‬ ‭em‬ ‭600‬ ‭Questões‬
‭Objetivas.‬‭São Paulo: LTr, 2004.‬
‭4.‬ ‭MATSUO,‬ ‭Myrian.‬ ‭Acidentado‬ ‭do‬ ‭trabalho‬‭:‬ ‭reabilitação‬ ‭ou‬ ‭exclusão?‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 2002. 238p.‬
‭5.‬ ‭ZOCCHIO,‬‭Álvaro.‬‭Prática‬‭da‬‭Prevenção‬‭de‬‭Acidentes‬‭:‬‭ABC‬‭da‬‭segurança‬‭do‬‭trabalho.‬
‭7ª ed. rev. e ampl. São Paulo: LTr, 2002.‬

‭31‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular:‬‭Saúde do Trabalhador I‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭Do‬‭campo‬‭da‬‭medicina‬‭do‬‭trabalho‬‭à‬‭saúde‬‭do‬‭trabalhador.‬ ‭Organização‬‭Internacional‬
d‭ o‬ ‭Trabalho‬ ‭(OIT).‬ ‭O‬ ‭adoecimento‬ ‭dos‬ ‭trabalhadores‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭relação‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭trabalho.‬
‭Estabelecimento‬ ‭do‬ ‭nexo‬ ‭causal‬ ‭da‬ ‭doença‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭trabalho.‬ ‭Os‬ ‭principais‬ ‭agravos‬ ‭à‬
‭saúde dos trabalhadores no Brasil. Qualidade de vida no trabalho.‬
‭Bibliografia Básica‬
1‭ .‬ ‭GONÇALVES,‬ ‭Danielle‬ ‭Carvalho;‬ ‭GONÇALVES,‬ ‭Isabelle‬ ‭Carvalho;‬
‭GONÇALVES,‬ ‭Edwar‬ ‭Abreu.‬ ‭Manual‬‭de‬‭segurança‬‭e‬‭saúde‬‭no‬‭trabalho‬‭.‬‭6.‬‭ed.‬‭São‬
‭Paulo: LTr, 2015.‬
‭2.‬ ‭LIMONGI-FRANÇA,‬ ‭Ana‬ ‭Cristina.‬ ‭Qualidade‬ ‭de‬ ‭vida‬ ‭no‬ ‭trabalho?‬ ‭QVT‬‭:‬
‭conceitos‬ ‭e‬ ‭práticas‬ ‭nas‬ ‭empresas‬ ‭da‬‭sociedade‬‭pós-industrial.‬‭2.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atlas,‬
‭2012.‬
‭3. MENDES, René (Org.).‬‭Patologia do trabalho‬‭. 3.‬‭ed. São Paulo: Atheneu, 2013. 2 v.‬
‭Bibliografia Complementar‬
1‭ . BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira.‬‭Segurança do trabalho‬‭:‬
‭guia prático e didático. 2. ed. atual., e rev. São Paulo: Érica, 2018. 320 p.‬
‭2. BREVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson.‬‭Higiene‬
‭ocupacional‬‭: agentes biológicos, químicos e físicos.‬‭8. ed. São Paulo: Ed. SENAC São‬
‭Paulo, 2015. 453 p.‬
‭3. CHAGAS, Ana Maria de Resende; SALIM, Celso Amorim; SERVO, Luciana‬
‭Mendes Santos (Org.).‬‭Saúde e segurança no trabalho‬‭no Brasil‬‭: aspectos‬
‭institucionais, sistemas de informação e indicadores. 2. ed. São Paulo: Fundacentro,‬
‭2013. 392 p.‬
‭4. DRAY, Guilherme M DRAY, Guilherme Machado.‬‭O princípio‬‭da proteção do‬
‭trabalhador.‬‭São Paulo: LTr, 2015. 576 p.‬
‭5. SZABÓ JÚNIOR, Adalberto Mohai.‬‭Manual de segurança,‬‭higiene e medicina do‬
‭trabalho‬‭. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.‬

‭32‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular:‬‭Gerenciamento de Riscos‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭Riscos‬ ‭Ocupacionais;‬ ‭Ferramentas‬ ‭para‬ ‭análise‬ ‭de‬ ‭riscos;‬ ‭Programas‬ ‭de‬ ‭prevenção‬ ‭de‬
r‭ iscos.‬
‭Bibliografia Básica‬

‭1.‬ B ‭ ARSANO,‬ ‭Paulo‬ ‭Roberto;‬ ‭BARBOSA,‬ ‭Rildo‬ ‭Pereira.‬ ‭Controle‬ ‭de‬ ‭riscos‬‭:‬
‭prevenção de acidentes no ambiente ocupacional. São Paulo: Érica, 2014. 120 p.‬
‭2.‬ ‭BREVIGLIERO,‬ ‭Ezio;‬ ‭POSSEBON,‬ ‭José;‬ ‭SPINELLI,‬ ‭Robson.‬ ‭Higiene‬
‭Ocupacional‬‭:‬‭agentes‬‭biológicos,‬‭químicos‬‭e‬‭físicos.‬‭5.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Ed.‬‭SENAC‬
‭– São Paulo: 2010. 448 p.‬
‭3.‬ ‭PEPPLOW, Luiz Amilton.‬‭Segurança do Trabalho‬‭. Curitiba:‬‭Base, 2010. 256 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬

‭1.‬ B ‭ INDER,‬‭M.C.P.,‬‭et‬‭al.‬‭Árvore‬‭de‬‭Causas‬‭:‬‭método‬‭de‬‭investigação‬‭de‬‭acidentes‬‭de‬
‭trabalho. 2 ed. São Paulo: Ed. Publisher Brasil, 1996.‬
‭2.‬ ‭EQUIPAMENTOS‬ ‭GULIN.‬ ‭Guia‬ ‭para‬ ‭elaborar‬ ‭análise‬ ‭de‬ ‭risco‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭[s.‬
‭n.], 2012. 55 p.‬
‭3.‬ ‭FANTAZZINI,‬ ‭L.‬ ‭M.;‬ ‭CICCO,‬ ‭F.M.G.ªF.‬ ‭Técnicas‬ ‭Modernas‬ ‭de‬ ‭Gerência‬ ‭de‬
‭Risco‬‭. 3 ed. São Paulo: IBGR, 2006.‬
‭4.‬ ‭FANTAZZINI,‬ ‭L.‬ ‭M.‬ ‭Introdução‬ ‭a‬ ‭Engenharia‬ ‭de‬ ‭Sistemas‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 1991.‬
‭5.‬ ‭GARCIA,‬ ‭Eduardo‬ ‭A.‬ ‭C.;‬ ‭ALVES‬ ‭FILHO,‬ ‭José‬ ‭Prado.‬ ‭Aspectos‬ ‭de‬ ‭prevenção‬ ‭e‬
‭controle‬ ‭de‬ ‭acidentes‬ ‭no‬ ‭trabalho‬ ‭com‬ ‭agrotóxicos‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Fundacentro,‬
‭2005. 51 p.‬

‭33‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Legislação e Normas Técnicas‬

‭Carga Horária:‬‭40 h‬ ‭Teórica:‬‭35 h‬ ‭Prática:‬‭5 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ onsolidação‬ ‭das‬ ‭Leis‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭(CLT).‬ ‭Atribuições‬ ‭profissionais:‬ ‭engenheiro‬ ‭de‬
C
‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭médico‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭enfermeiro‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭e‬ ‭técnico‬ ‭de‬
‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho.‬ ‭Normas‬ ‭Regulamentadoras.‬ ‭Portarias‬ ‭normativas‬ ‭e‬ ‭outros‬
‭dispositivos‬ ‭legais.‬ ‭Embargo‬ ‭e‬ ‭interdição.‬ ‭A‬‭Organização‬‭Mundial‬‭do‬‭Trabalho‬‭(OIT).‬
‭Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP).‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ C ‭ ARRION,‬‭Valentin.‬‭Comentários‬‭à‬‭Consolidação‬‭das‬‭Leis‬‭do‬‭Trabalho‬‭.‬‭37.‬‭ed.‬
‭São Paulo: Saraiva, 2012. 1640 p.‬
‭2.‬ ‭MANUS,‬ ‭Pedro‬ ‭Paulo‬ ‭Teixeira.‬ ‭Direito‬ ‭do‬ ‭Trabalho:‬ ‭aplicação‬ ‭da‬ ‭norma‬
‭trabalhista,‬‭dinâmica‬‭do‬‭contrato‬‭de‬‭trabalho,‬‭trabalho‬‭da‬‭mulher‬‭e‬‭do‬‭menor‬‭.‬
‭14. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 350 p.‬
‭3.‬ ‭SCHWARZ,‬ ‭Rodrigo‬ ‭Garcia.‬ ‭Curso‬‭de‬‭Iniciação‬‭ao‬‭Direito‬‭do‬‭Trabalho‬‭.‬‭Rio‬‭de‬
‭Janeiro: Elsevier, 2011. 425 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ A ‭ RAÚJO,‬‭Giovanni‬‭Moraes‬‭de‬‭(Org.).‬‭Fundamentos‬‭para‬‭Realização‬‭de‬‭Perícias‬
‭Trabalhistas,‬‭Acidentárias‬‭e‬‭Ambientais:‬‭aspectos‬‭técnicos‬‭e‬‭legais.‬‭Vol.‬‭1.‬‭Rio‬‭de‬
‭Janeiro: GVC, 2008. 532 p.‬
‭2.‬ ‭BARSANO,‬ ‭Paulo‬ ‭Roberto.‬ ‭Legislação‬ ‭aplicada‬ ‭à‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho‬‭.‬ ‭São‬
‭Paulo: Érica, 2014. 160 p.‬
‭3.‬ ‭GIGLIO,‬ ‭Wagner‬ ‭D.;‬ ‭CORRÊA,‬ ‭Claudia‬ ‭Giglio‬ ‭Veltri.‬ ‭Direito‬ ‭Processual‬ ‭do‬
‭Trabalho:‬‭16.‬‭ed.‬‭rev.,‬‭ampl.‬‭e‬‭adaptada‬‭à‬‭EC‬‭n.‬‭45/2004‬‭e‬‭às‬‭Leis‬‭n.‬‭11.232/2005,‬
‭11.276/2006,‬ ‭11.277/2006,‬ ‭11.280/2006,‬ ‭11.382/2006,‬ ‭1.417/2006,‬ ‭11.418/2006,‬
‭11.419/2006 e 11.457/2007. São Paulo: Saraiva, 2007. 640 p.‬
‭4.‬ ‭NEGRINI,‬ ‭Daniela‬ ‭Aparecida‬ ‭Flausino.‬ ‭Acidente‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭suas‬
‭Consequências Sociais‬‭. São Paulo: LTr, 2010. 96 p.‬
‭5.‬ ‭OLIVEIRA,‬‭Aristeu‬‭de.‬‭Cálculos‬‭Trabalhistas‬‭.‬‭24.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atlas,‬‭2012.‬‭462‬
‭p.‬

‭34‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular:‬‭Informática Básica‬

‭Carga Horária:‬‭40 h‬ ‭Teórica:‬‭35 h‬ ‭Prática:‬‭5 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭ onhecimentos‬ ‭no‬ ‭uso‬ ‭de‬ ‭recursos‬ ‭de‬ ‭armazenamento‬ ‭em‬ ‭nuvem‬ ‭e‬ ‭no‬ ‭uso‬ ‭de‬
C
‭ferramentas‬ ‭computacionais‬ ‭para‬ ‭elaboração‬ ‭de‬ ‭textos,‬ ‭planilhas‬ ‭de‬ ‭cálculo‬ ‭e‬
‭apresentações.‬
‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ M ‭ ANZANO,‬‭José‬‭Augusto‬‭N.‬‭G.‬‭[Link]‬‭3.2.1‬‭:‬‭guia‬‭prático‬‭de‬‭aplicação.‬‭São‬
‭Paulo: Érica, 2010. 208 p. ISBN 978-85-3650-286-1 (broch.).‬
‭2.‬ ‭MANZANO,‬ ‭André‬ ‭Luiz‬ ‭N.‬ ‭G;‬ ‭MANZANO,‬‭Maria‬‭Izabel‬‭N.‬‭G.‬‭Estudo‬‭dirigido‬
‭de‬ ‭Microsoft‬ ‭Word‬ ‭2013‬‭.‬ ‭1.‬ ‭ed.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Érica,‬ ‭2013.‬ ‭158‬ ‭p.‬ ‭(Coleção‬ ‭P.‬ ‭D.).‬
‭ISBN 978-85-365-0456-8.‬
‭3.‬ ‭MANZANO,‬ ‭André‬‭Luiz‬‭N.‬‭G.‬‭Estudo‬‭dirigido‬‭de‬‭Microsoft‬‭Office‬‭PowerPoint‬
‭2010‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Érica,‬ ‭2010.‬ ‭192‬ ‭p.‬ ‭(Coleção‬ ‭PD.‬ ‭Estudo‬ ‭dirigido).‬ ‭ISBN‬
‭978-85-3650-296-0.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ S ‭ ILVA,‬ ‭Mário‬ ‭Gomes‬ ‭da.‬ ‭Informática:‬ ‭terminologia‬ ‭básica‬‭:‬ ‭Windows‬ ‭XP,‬‭Word‬
‭XP. 11. ed. São Paulo: Érica, 2009. 324 p. ISBN 978-85-7194-865- 5 (broch.).‬
‭2.‬ ‭SILVA,‬ ‭Mário‬ ‭Gomes‬ ‭da.‬ ‭Informática‬ ‭básica‬‭:‬ ‭Microsoft‬ ‭Windows‬ ‭XP,‬ ‭Microsoft‬
‭Office‬ ‭Word‬ ‭2003,‬ ‭Microsoft‬ ‭Office‬ ‭Excel‬ ‭2003,‬ ‭Microsoft‬ ‭Office‬ ‭Access‬ ‭2003‬ ‭e‬
‭Microsoft‬ ‭Office‬ ‭PowerPoint‬ ‭2003.‬ ‭6.‬ ‭ed.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Érica,‬ ‭2008.‬ ‭380‬ ‭p.‬ ‭ISBN‬
‭978-85-3650-104-8.‬
‭3.‬ ‭MCFEDRIES,‬ ‭Paul.‬ ‭Fórmulas‬ ‭e‬ ‭funções‬ ‭com‬ ‭microsoft‬ ‭excel‬‭.‬ ‭Rio‬ ‭de‬ ‭Janeiro:‬
‭Editora Ciência Moderna, 2005. 606 p. ISBN 798-85-7393-376-3.‬
‭4.‬ ‭MANZANO,‬ ‭André‬ ‭Luiz‬ ‭N.‬ ‭G.‬ ‭Estudo‬ ‭dirigido‬ ‭de‬ ‭Microsoft‬‭Excel‬‭2013‬‭.‬‭1.‬‭ed.‬
‭São Paulo: Érica, 2013. 208 p. (Coleção P. D.). ISBN 978-85-365-0449-0.‬
‭5.‬ ‭FEDELI,‬‭R.‬‭D.;‬‭POLLONI,‬‭E.;‬‭PERES,‬‭F.‬‭Introdução‬‭à‬‭Ciência‬‭da‬‭Computação.‬
‭São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning, 2. ed. 2010.‬

‭35‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular‬‭: Libras‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭1‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬
‭ onstrução‬ ‭histórica‬ ‭da‬ ‭surdez‬‭e‬‭das‬‭línguas‬‭de‬‭sinais.‬‭Surdez:‬‭visão‬‭clínico-patológica‬‭e‬
C
‭socioantropológica.‬ ‭Aspectos‬ ‭linguísticos‬ ‭da‬ ‭Libras:‬ ‭variações‬ ‭linguísticas,‬ ‭fonologia,‬
‭morfologia e sintaxe. A Libras nas interações comunicativas da vida social e profissional.‬
‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ C ‭ APOVILLA,‬ ‭F.‬ ‭C.;‬ ‭RAPHAEL,‬ ‭W.‬ ‭D.;‬ ‭MAURICIO,‬ ‭A.‬ ‭C.‬ ‭L.‬ ‭(Ed.).‬ ‭Novo‬
‭Deit-Libras‬‭:‬‭dicionário‬‭enciclopédico‬‭ilustrado‬‭trilíngue‬‭da‬‭língua‬‭de‬‭sinais‬‭brasileira,‬
‭baseado‬ ‭em‬ ‭linguística‬ ‭e‬ ‭neurociências‬ ‭cognitivas.‬ ‭3.‬ ‭ed.‬ ‭rev.‬ ‭e‬ ‭ampl.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Edusp, 2013. 2 v.‬
‭2.‬ ‭GESSER, A.‬‭Libras? Que Língua é essa?‬‭São Paulo: Parábola,‬‭2009.‬
‭3.‬ ‭SACKS,‬ ‭O.‬ ‭Vendo‬ ‭vozes‬‭:‬ ‭uma‬‭viagem‬‭ao‬‭mundo‬‭dos‬‭surdos.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Companhia‬
‭de Bolso, 2010.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ H ‭ ONORA,‬‭Márcia;‬‭FRIZANCO,‬‭Mary‬‭Lopes.‬‭Livro‬‭ilustrado‬‭da‬‭Língua‬‭Brasileira‬
‭de‬ ‭Sinais‬‭:‬ ‭desvendando‬ ‭a‬ ‭comunicação‬ ‭usada‬ ‭pelas‬ ‭pessoas‬ ‭com‬ ‭surdez.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Ciranda Cultural, 2010.‬
‭2.‬ ‭KARNOPP,‬ ‭L.‬ ‭B.;‬ ‭QUADROS,‬ ‭R.‬ ‭M.‬ ‭de.‬ ‭Língua‬ ‭de‬ ‭sinais‬ ‭brasileira:‬ ‭estudos‬
‭linguísticos‬‭. Porto Alegre: Artmed, 2004.‬
‭3.‬ ‭SKLIAR,‬ ‭C.‬ ‭(Org).‬ ‭A‬ ‭Surdez:‬ ‭um‬ ‭olhar‬ ‭sobre‬ ‭as‬ ‭diferenças‬‭.‬ ‭Porto‬ ‭Alegre:‬
‭Mediação, 1998.‬
‭4.‬ ‭BRITO,‬ ‭Lucinda‬ ‭Ferreira.‬ ‭Por‬ ‭uma‬ ‭gramática‬ ‭da‬ ‭língua‬ ‭de‬ ‭sinais.‬ ‭Rio‬‭de‬‭Janeiro:‬
‭Tempo Brasileiro, UFRJ, 1995.‬
‭5.‬ ‭FERNANDES, Eulália.‬‭Linguagem e Surdez.‬‭Porto Alegre:‬‭Artmed, 2003.‬

‭36‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Higiene do Trabalho I‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ onceitos‬ ‭básicos‬ ‭sobre‬ ‭riscos‬ ‭ambientais,‬ ‭identificação‬ ‭de‬‭riscos‬‭ambientais,‬‭técnicas‬


C
‭de‬ ‭avaliação‬ ‭dos‬ ‭riscos‬ ‭ambientais‬ ‭e‬ ‭seus‬ ‭efeitos‬‭sobre‬‭o‬‭organismo‬‭humano‬‭e‬‭o‬‭meio‬
‭ambiente.‬‭Estudo‬‭da‬‭Norma‬‭Regulamentadora‬‭NR‬‭15‬‭e‬‭seus‬‭anexos,‬‭onde‬‭são‬‭vistas‬‭as‬
‭atividades e operações insalubres.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ B ‭ REVIGLIERO,‬ ‭Ezio;‬ ‭POSSEBON,‬ ‭José;‬ ‭SPINELLI,‬ ‭Robson.‬ ‭Higiene‬
‭Ocupacional‬‭:‬‭agentes‬‭biológicos,‬‭químicos‬‭e‬‭físicos.‬‭5.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Ed.‬‭SENAC‬
‭– São Paulo, 2010. 448 p.‬
‭2.‬ ‭MATTOS,‬ ‭Ubirajara‬ ‭Aluizio‬ ‭de‬ ‭Oliveira;‬ ‭MÁSCULO,‬ ‭Francisco‬ ‭Soares‬ ‭(orgs.).‬
‭Higiene e Segurança do Trabalho‬‭. São Paulo:‬‭Campus‬‭;‬‭ABEPRO, 2011. 419 p.‬
‭3.‬ ‭SZABÓ‬‭JÚNIOR,‬‭Adalberto‬‭Mohai.‬‭Manual‬‭de‬‭segurança,‬‭higiene‬‭e‬‭medicina‬‭do‬
‭trabalho‬‭. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ C ‭ ORRÊA,‬ ‭Márcia‬ ‭Angelim‬ ‭Chaves;‬ ‭SALIBA,‬ ‭Tuffi‬ ‭Messias.‬ ‭Manual‬ ‭prático‬ ‭de‬
‭avaliação e controle de gases e vapores‬‭: PPRA. 4.‬‭ed. São Paulo: LTr, 2012. 143 p.‬
‭2.‬ ‭FELIX,‬ ‭Maria‬ ‭Christina‬ ‭(Coord.).‬ ‭Engenharia‬ ‭de‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭na‬
‭indústria‬ ‭da‬ ‭construção:‬ ‭acessos‬ ‭temporários‬ ‭de‬ ‭madeira,‬ ‭medidas‬ ‭de‬ ‭proteção‬
‭contra‬ ‭quedas‬ ‭de‬ ‭altura,‬ ‭instalações‬ ‭elétricas‬ ‭temporárias‬ ‭em‬‭canteiros‬‭de‬‭obras.‬‭2.‬
‭ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 71 p.‬
‭3.‬ ‭SANTOS,‬ ‭Alcinéa‬ ‭Meigikos‬ ‭dos‬ ‭Anjos‬ ‭et‬ ‭al.‬ ‭Introdução‬ ‭à‬ ‭higiene‬ ‭ocupacional‬‭.‬
‭São Paulo: Fundacentro, 2004. 84 p.‬
‭4.‬ ‭FUNDACENTRO.‬ ‭Norma‬ ‭de‬ ‭Higiene‬ ‭Ocupacional‬ ‭09‬‭:‬ ‭Procedimento‬ ‭Técnico‬ ‭–‬
‭Avaliação‬ ‭da‬ ‭Exposição‬‭Ocupacional‬‭a‬‭Vibrações‬‭de‬‭Corpo‬‭Inteiro‬‭–‬‭NHO‬‭09.‬‭São‬
‭Paulo: Fundacentro, 2013.‬
‭5.‬ ‭LIMA,‬ ‭Cristiane‬ ‭Queiroz‬ ‭Barbeiro.‬ ‭Norma‬ ‭de‬ ‭higiene‬ ‭ocupacional‬‭:‬ ‭método‬ ‭de‬
‭ensaio:‬ ‭Método‬ ‭de‬ ‭coleta‬ ‭e‬ ‭análise‬ ‭de‬ ‭fibras‬ ‭em‬ ‭locais‬ ‭de‬ ‭trabalho.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 2001. 61 p.‬

‭37‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬
‭Componente Curricular:‬‭Desenho Arquitetônico‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬


‭Ementa‬

‭ onceituação‬ ‭histórica.‬ ‭Desenvolvimento‬ ‭do‬ ‭traço.‬ ‭Fundamentos‬ ‭de‬ ‭representação‬


C
‭bidimensional:‬ ‭ponto,‬ ‭linha‬ ‭e‬ ‭plano.‬ ‭Desenho‬ ‭de‬ ‭observação.‬ ‭Normas‬ ‭do‬ ‭desenho‬
‭técnico.‬ ‭Escala.‬ ‭Cotagem‬ ‭e‬ ‭dimensionamento.‬ ‭Projeções‬ ‭ortogonais.‬ ‭Vistas‬ ‭principais.‬
‭Perspectiva‬ ‭cavaleira‬ ‭e‬ ‭isométrica.‬ ‭Representação‬ ‭gráfica‬ ‭de‬ ‭projetos‬ ‭arquitetônicos‬
‭completos‬‭(planta,‬‭planta‬‭de‬‭cobertura,‬‭planta‬‭de‬‭locação,‬‭planta‬‭de‬‭situação,‬‭fachadas‬‭e‬
‭cortes).‬ ‭Circulação‬ ‭horizontal‬ ‭e‬ ‭vertical‬ ‭(rampas‬ ‭e‬ ‭escadas).‬ ‭Levantamento‬
‭arquitetônico.‬ ‭Detalhamento.‬ ‭Diagramação‬ ‭dos‬ ‭elementos‬ ‭gráficos‬ ‭e‬ ‭textuais.‬
‭Conhecimento‬ ‭sobre‬ ‭a‬ ‭NBR‬ ‭6492‬ ‭–‬ ‭Representação‬ ‭de‬ ‭projetos‬ ‭de‬ ‭arquitetura‬ ‭com‬ ‭o‬
‭foco‬‭na‬‭área‬‭de‬‭segurança‬‭do‬‭trabalho.‬‭Representação‬‭da‬‭simbologia‬‭gráfica‬‭da‬‭área‬‭de‬
‭segurança do trabalho.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ A ‭ LBIERO,‬‭E.;‬‭SILVA,‬‭E.‬‭Desenho‬‭Técnico‬‭Fundamental‬‭.‬‭4ª‬‭edição.‬‭São‬
‭Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 2009.‬
‭2.‬ ‭CHING,‬ ‭Frank.‬ ‭Representação‬ ‭gráfica‬ ‭em‬ ‭arquitetura‬‭.‬ ‭5.‬ ‭ed.‬ ‭Porto‬ ‭Alegre:‬
‭Bookman, 2011.‬
‭3.‬ ‭MONTENEGRO,‬ ‭G.‬ ‭A.‬ ‭Desenho‬ ‭arquitetônico‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Editora‬
‭Edgard Blucher, 2001. Reimpressão 2014.‬

‭Bibliografia Complementar‬

‭1.‬ C ‭ HING,‬ ‭F.‬ ‭D.‬ ‭K.‬ ‭Técnicas‬ ‭de‬ ‭construção‬ ‭ilustradas‬‭.‬ ‭Porto‬ ‭Alegre‬ ‭:Editora‬
‭Bookman, 2010.‬
‭2.‬ ‭CHING,‬ ‭F.D.K.‬ ‭Dicionário‬ ‭visual‬ ‭de‬ ‭arquitetura‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Editora‬ ‭Martins‬
‭Fontes, 2010.‬
‭3.‬ ‭FERREIRA,‬ ‭P.;‬ ‭MICELI,‬ ‭M.‬ ‭T.‬ ‭Desenho‬ ‭Técnico‬ ‭básico‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Editora‬
‭Imperial Novo Milênio, 2010.‬
‭4.‬ ‭MONTENEGRO,‬ ‭G.A.‬ ‭Desenho‬ ‭de‬ ‭projetos‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬‭Editora‬‭Edgard‬‭Blucher,‬
‭2007.‬
‭5.‬ ‭MONTENEGRO,‬ ‭G.‬ ‭A.‬ ‭A‬ ‭Perspectiva‬ ‭dos‬ ‭Profissionais‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Edgard‬
‭Blucher, 2010.‬

‭38‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Segurança do Trabalho II‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ studo‬ ‭das‬ ‭normas‬ ‭regulamentadoras‬ ‭NR‬ ‭06‬ ‭(Equipamentos‬ ‭de‬ ‭Proteção‬ ‭Individual),‬
E
‭incluindo‬‭Equipamentos‬‭de‬‭Proteção‬‭Coletiva,‬‭e‬‭NR‬‭08‬‭(Edificações),‬‭incluindo‬‭LTCAT‬
‭e‬ ‭PPP;‬ ‭PPR‬ ‭–‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Proteção‬ ‭Respiratória;‬ ‭PCA‬ ‭–‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Conservação‬
‭Auditiva;‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬‭FUNDACENTRO.‬‭A‬‭CONSTRUÇÃO‬‭.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Fundacentro,‬‭[20--].‬‭1‬‭DVD‬‭(18‬
‭ in.). (Revista do Trabalhador).‬
m
‭2.‬ ‭SANTOS,‬ ‭Alcinéa‬ ‭Meigikos‬ ‭dos‬ ‭Anjos.‬ ‭O‬ ‭Tamanho‬ ‭das‬ ‭Partículas‬ ‭de‬ ‭Poeira‬
‭Suspensas no Ar dos Ambientes de Trabalho‬‭. São Paulo:‬‭Fundacentro, 2008. 96 p.‬
‭3.‬‭SZABÓ‬‭JÚNIOR,‬‭Adalberto‬‭Mohai.‬‭Manual‬‭de‬‭Segurança,‬‭Higiene‬‭e‬‭Medicina‬‭do‬
‭Trabalho‬‭. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
1‭ .‬‭FUNDACENTRO.‬‭A‬‭CONSTRUÇÃO‬‭.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Fundacentro,‬‭[20--].‬‭1‬‭DVD‬‭(18‬
‭min.). (Revista do Trabalhador).‬
‭2.‬ ‭FUNDACENTRO‬‭.‬ ‭A‬ ‭CONSTRUÇÃO‬‭:‬ ‭EPI-Equipamentos‬ ‭de‬ ‭proteção‬ ‭individual.‬
‭São Paulo: Fundacentro, [20--]. 1 DVD (11 min.). (Revista do Trabalhador).‬
‭3.‬ ‭FUNDACENTRO.‬ ‭A‬ ‭CONSTRUÇÃO‬‭:‬ ‭EPI‬‭na‬‭indústria‬‭da‬‭construção.‬‭São‬‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 2003. 1 DVD (10 min.). (Revista do Trabalhador).‬
‭4.‬ ‭FELIX,‬ ‭Maria‬ ‭Christina‬ ‭(Coord.).‬ ‭Engenharia‬ ‭de‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭na‬
‭Indústria‬‭da‬‭Construção‬‭:‬‭acessos‬‭temporários‬‭de‬‭madeira,‬‭medidas‬‭de‬‭proteção‬‭contra‬
‭quedas‬ ‭de‬ ‭altura,‬ ‭instalações‬ ‭elétricas‬ ‭temporárias‬ ‭em‬ ‭canteiros‬ ‭de‬ ‭obras.‬ ‭2.‬ ‭ed.‬ ‭São‬
‭Paulo: Fundacentro, 2011. 71p.‬
‭5. PEPPLOW, Luiz Amilton.‬‭Segurança do Trabalho‬‭. Curitiba:‬‭Base, 2010. 256 p.‬

‭39‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Saúde do Trabalhador II‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ oenças‬ ‭relacionadas‬ ‭com‬ o‭ ‬ ‭trabalho.‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Controle‬ ‭Médico‬ ‭de‬ ‭Saúde‬
D
‭Ocupacional‬ ‭–‬ ‭PCMSO‬ ‭–‬ ‭Norma‬ ‭Regulamentadora‬ ‭7.‬ ‭Introdução‬ ‭aos‬ ‭Primeiros‬
‭Socorros.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ B ‭ ORTOLOTTI,‬ ‭Fábio.‬ ‭Manual‬ ‭do‬ ‭Socorrista.‬ ‭3.‬ ‭ed.‬ ‭ampl.‬ ‭e‬ ‭atul.‬ ‭Porto‬ ‭Alegre:‬
‭Expansão, 2012. 680 p.‬
‭2.‬ ‭DIAS,‬ ‭Elizabeth‬ ‭Costa‬ ‭(Org.).‬ ‭BRASIL‬ ‭Ministério‬ ‭da‬ ‭Saúde.‬ ‭Doenças‬
‭relacionadas‬ ‭ao‬ ‭trabalho:‬ ‭o‬ ‭manual‬ ‭de‬ ‭procedimentos‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭serviços‬ ‭de‬
‭saúde.‬ ‭Brasília:‬ ‭Ministério‬ ‭da‬ ‭Saúde,‬ ‭2001.‬ ‭580‬ ‭p.‬ ‭Disponível‬ ‭em‬ ‭<‬
‭[Link]
‭%20trabalho/[Link]> Acesso 28.07.2019.‬
‭3.‬ ‭MENDES,‬‭René‬‭(Org.).‬‭Patologia‬‭do‬‭trabalho‬‭.‬‭3.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atheneu,‬‭2013.‬‭2‬
‭v‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ B ‭ ARSANO,‬ ‭Paulo‬ ‭Roberto;‬ ‭BARBOSA,‬ ‭Rildo‬ ‭Pereira.‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho:‬
‭guia prático e didático‬‭. 2. ed. atual., e rev. São‬‭Paulo: Érica, 2018.‬
‭2.‬ ‭CAMISASSA,‬ ‭Mara‬ ‭Queiroga.‬ ‭Segurança‬ ‭e‬ ‭saúde‬ ‭no‬ ‭trabalho:‬ ‭NRs‬ ‭1‬ ‭a‬ ‭36‬ ‭:‬
‭comentadas‬ ‭e‬ ‭descomplicadas.‬ ‭2.‬ ‭ed.‬ ‭rev.‬ ‭e‬ ‭atual.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Gen;‬ ‭Método,‬ ‭2015.‬
‭886 p.‬
‭3.‬ ‭FLEGEL, Melinda J.‬‭Primeiros socorros no esporte.‬‭5. São Paulo: Manole, 2015.‬
‭4.‬ ‭SENAC.‬ ‭Departamento‬ ‭Nacional.‬ ‭Primeiros‬ ‭socorros:‬ ‭como‬ ‭agir‬‭em‬‭situações‬‭de‬
‭emergência. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2007. 140 p.‬
‭5.‬ ‭SZABÓ‬‭JÚNIOR,‬‭Adalberto‬‭Mohai.‬‭Manual‬‭de‬‭segurança,‬‭higiene‬‭e‬‭medicina‬‭do‬
‭trabalho.‬‭São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.‬

‭40‬
‭Curso: Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Prevenção e Combate a Incêndio‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ istórico.‬ ‭Legislação‬ ‭e‬ ‭normas‬ ‭brasileiras‬ ‭relativas‬ ‭à‬ ‭proteção‬ ‭contra‬ ‭incêndio‬ ‭e‬
H
‭explosões.‬ ‭Programas‬ ‭de‬ ‭proteção‬ ‭contra‬ ‭incêndio.‬ ‭Teoria‬ ‭do‬ ‭fogo.‬ ‭Classes‬ ‭de‬ ‭fogo.‬
‭Métodos‬ ‭de‬ ‭extinção.‬ ‭Agentes‬ ‭extintores.‬ ‭Equipamentos‬ ‭e‬ ‭sistemas‬ ‭de‬ ‭proteção‬ ‭contra‬
‭incêndio.‬ ‭Iluminação‬ ‭de‬ ‭emergência,‬ ‭portas‬ ‭corta-fogo,‬ ‭escada‬ ‭de‬‭emergência.‬‭Sistema‬
‭de‬ ‭detecção‬ ‭e‬ ‭alarme.‬ ‭Plano‬ ‭de‬‭Abandono.‬‭Equipamentos‬‭fixos‬‭e‬‭móveis‬‭de‬‭combate‬‭a‬
‭incêndio. Sistema de hidrantes. Sprinklers. Brigada de incêndio. Explosivos. Segurança.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ ‭CAMILLO‬ ‭JR,‬ ‭A‬ ‭bel‬‭B.‬‭Manual‬‭de‬‭Prevenção‬‭e‬‭Combate‬‭a‬‭Incêndio‬‭.‬‭São‬‭Paulo:‬
‭ enac editora, 2013.‬
S
‭2.‬‭FERNANDES,‬‭Ivan‬‭Ricardo.‬‭Engenharia‬‭de‬‭Segurança‬‭Contra‬‭Incêndio‬‭e‬‭Pânico‬‭.‬
‭Curitiba: CREAPR, 2010. 88 p.‬
‭3.‬ ‭PEREIRA,‬ ‭Áderson‬ ‭G.;‬ ‭POPOVIC,‬ ‭Raphael‬ ‭R.‬ ‭Segurança‬ ‭Contra‬ ‭Incêndios‬‭.‬ ‭São‬
‭Paulo: Editora São Paulo, 2009.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ ‭ABIQUIM.‬ ‭Manual‬ ‭para‬ ‭Atendimentos‬ ‭de‬ ‭Emergências‬‭.‬ ‭5ª‬ ‭edição.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭ ró-química, 2006.‬
P
‭2.‬‭BRENTANO,‬‭Telmo.‬‭A‬‭Proteção‬‭Contra‬‭Incêndio‬‭no‬‭Projeto‬‭de‬‭Edificações‬‭.‬‭Porto‬
‭Alegre: EDIPUCRS, 2007.‬
‭3.‬ ‭BRENTANO,‬ ‭Telmo.‬ ‭Instalações‬ ‭Hidráulica‬ ‭de‬ ‭Combate‬ ‭a‬ ‭Incêndio‬ ‭nas‬
‭Edificações‬‭. 3. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007.‬
‭4.‬ ‭FERNANDES,‬ ‭Ivam‬ ‭Ricardo‬ ‭–‬ ‭Engenharia‬ ‭de‬ ‭Segurança‬ ‭contra‬ ‭Incêndio‬ ‭e‬
‭Pânico/ Ivan Ricardo Fernandes.‬‭Curitiba- PR: CREA-PR,‬‭2010, 88 pág.‬
‭5.‬ ‭SEITO‬ ‭Alexandre‬ ‭Itiu,‬ ‭et‬ ‭al‬ ‭–‬ ‭S‭e‬ gurança‬ ‭contra‬ ‭incêndio‬ ‭no‬ ‭Brasil‬‭e‬‭Instalações‬
‭contra Incêndio‬‭. Alexandre Itiu Seito et al; São Paulo:‬‭Projeto Editora, 2008, pág. 496.‬

‭41‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Gestão da Qualidade‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ esenvolvimento‬‭da‬‭gestão‬‭da‬‭qualidade‬‭(GQ).‬‭Norma‬‭NBR‬‭ISO‬‭9000‬‭e‬‭a‬‭certificação‬
D
‭de‬ ‭uma‬ ‭empresa.‬ ‭Gestão‬ ‭da‬ ‭qualidade‬ ‭total‬ ‭e‬ ‭suas‬ ‭ferramentas.‬ ‭O‬ ‭uso‬ ‭da‬ ‭gestão‬ ‭da‬
‭qualidade na segurança do trabalho.‬

‭Bibliografia Básica‬

‭1.‬ C ‭ AMPOS,‬‭Vicente‬‭Falconi.‬‭TQC:‬‭controle‬‭da‬‭qualidade‬‭total‬‭no‬‭estilo‬‭japonês.‬‭[8.‬
‭ed.].‬ ‭Belo‬ ‭Horizonte:‬ ‭INDG‬ ‭Tecnologia‬ ‭e‬ ‭Serviços‬ ‭Ltda,‬ ‭1992.‬ ‭256‬ ‭p.‬ ‭ISBN‬
‭85-98254-13-4 (broch.).‬
‭2.‬ ‭CAMPOS,‬ ‭Vicente‬ ‭Falconi.‬ ‭Qualidade‬ ‭total‬‭:‬ ‭padronização‬ ‭de‬ ‭empresas.‬ ‭2.‬ ‭ed.‬
‭Nova Lima: FALCONI, 2014. 171 p. ISBN 978-85-98254-67-8 (broch.).‬
‭3.‬ ‭LOBO,‬ ‭Renato‬ ‭Nogueirol.‬ ‭Gestão‬ ‭da‬ ‭qualidade‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬‭Érica,‬‭2010.‬‭190‬‭p.‬
‭ISBN 978-85-365-0317-2 (broch.).‬

‭Bibliografia Complementar‬

‭1.‬ C ‭ ARPINETTI,‬ ‭Luiz‬ ‭Cesar‬ ‭Ribeiro;‬ ‭GEROLAMO,‬ ‭Mateus‬ ‭Cecílio.‬ ‭Gestão‬ ‭da‬
‭qualidade‬ ‭ISO‬ ‭9001:2015‬‭:‬‭requisitos‬‭e‬‭integração‬‭com‬‭a‬‭ISO‬‭14001:2015.‬‭1.‬‭ed.‬
‭São Paulo: Atlas, 2016. 176 p. ISBN 978-85-97-00644-5 (broch).‬
‭2.‬ ‭MONTGOMERY,‬ ‭Douglas‬ ‭C.‬ ‭Introdução‬ ‭ao‬‭controle‬‭estatístico‬‭da‬‭qualidade.‬
‭4. ed., reimpr. - Rio de Janeiro: LTC, 2009.‬
‭3.‬ ‭OLIVEIRA,‬ ‭Otávio‬ ‭J.‬ ‭Gestão‬ ‭da‬ ‭qualidade,‬ ‭higiene‬ ‭e‬ ‭segurança‬ ‭na‬ ‭empresa‬‭.‬
‭São Paulo Cengage Learning 2015 1 recurso online ISBN 9788522122615.‬
‭4.‬ ‭RODRIGUES,‬ ‭Marcus‬ ‭Vinicius.‬ ‭Ações‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭qualidade:‬ ‭gestão‬ ‭estratégica‬ ‭e‬
‭integrada‬‭para‬‭a‬‭melhoria‬‭dos‬‭processos‬‭na‬‭busca‬‭da‬‭qualidade‬‭e‬‭competitividade.‬
‭4.‬‭ed.‬‭rev.‬‭e‬‭ampl.‬‭Rio‬‭de‬‭Janeiro:‬‭Elsevier,‬‭2012.‬‭338‬‭p.‬‭ISBN‬‭978-85-352-6116-5‬
‭(broch.).‬
‭5.‬ ‭SILVA,‬ ‭Damião‬ ‭Limeira‬ ‭da;‬ ‭LOBO,‬ ‭Renato‬ ‭Nogueirol.‬ ‭Gestão‬ ‭da‬ ‭qualidade‬‭:‬
‭diretrizes,‬ ‭ferramentas,‬ ‭métodos‬ ‭e‬‭normatização.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Érica:‬‭Saraiva,‬‭2014.‬
‭136 p. (Eixos. Ambiente e Saúde). ISBN 9788536507897.‬

‭42‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Ética Profissional‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭2‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ onceitos‬ ‭e‬ ‭princípios‬ ‭éticos.‬ ‭Ética‬ ‭x‬ ‭Ambição.‬ ‭Ética‬ ‭x‬ ‭Moral.‬ ‭Ética‬ ‭empresarial.‬
C
‭Códigos‬ ‭de‬ ‭ética.‬ ‭Valores‬ ‭antiéticos.‬ ‭Ética‬ ‭como‬ ‭fonte‬ ‭de‬ ‭espiritualidade.‬ ‭Ética‬
‭ambiental. Ações sociais responsáveis – cidadania. Análise e discussão de problemas.‬

‭Bibliografia Básica‬
1‭ BARSANO, Paulo Roberto.‬‭Ética profissional‬‭.‬‭São Paulo: Érica, 2014.‬
‭2‬ ‭CAMARGO,‬ ‭M.‬ ‭Fundamentos‬ ‭de‬ ‭ética‬ ‭geral‬ ‭e‬ ‭profissional‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Vozes,‬
‭2001.‬
‭3‬ ‭NALINI,‬ ‭José‬ ‭Renato.‬ ‭Ética:‬ ‭geral‬ ‭e‬ ‭profissional.‬ ‭13.‬ ‭ed.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Rev.‬ ‭dos‬
‭Tribunais, 2016.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1‬ ‭FIUZA, R. (Coord.).‬‭Novo código civil comentado.‬‭São‬‭Paulo: Editora Saraiva,‬
2‭ 003.‬
‭‬
2 ‭KISNERMAN, N.‬‭Ética para o serviço social‬‭. Petrópolis:‬‭Vozes. 1978.‬
‭3‬ ‭OLIVEIRA, M. A. de.‬‭Ética e economia.‬‭São Paulo: Ática.‬‭1995.‬
‭4‬ ‭SANCHEZ, V. A.‬‭Ética.‬‭Rio de Janeiro: Civilização‬‭Brasileira. 2000.‬
‭5‬ ‭SÁ, A. L. de.‬‭Ética profissional.‬‭10. ed. São Paulo:‬‭Atlas.‬

‭43‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Higiene do Trabalho II‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ onceitos‬‭básicos‬‭sobre‬‭riscos‬‭ambientais,‬‭identificação‬‭de‬‭riscos‬‭ambientais,‬‭técnicas‬‭de‬
C
‭avaliação‬ ‭dos‬ ‭riscos‬ ‭ambientais‬ ‭e‬ ‭seus‬ ‭efeitos‬ ‭sobre‬ ‭o‬ ‭organismo‬ ‭humano‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭meio‬
‭ambiente.‬ ‭Estudo‬ ‭da‬ ‭Norma‬ ‭Regulamentadora‬ ‭NR‬ ‭15‬ ‭e‬ ‭seus‬‭anexos,‬‭onde‬‭são‬‭vistas‬‭as‬
‭atividades e operações insalubres.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ B ‭ REVIGLIERO,‬ ‭Ezio;‬ ‭POSSEBON,‬ ‭José;‬ ‭SPINELLI,‬ ‭Robson.‬ ‭Higiene‬
‭Ocupacional‬‭:‬‭agentes‬‭biológicos,‬‭químicos‬‭e‬‭físicos.‬‭5.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Ed.‬‭SENAC‬‭–‬
‭São Paulo, 2010. 448 p.‬
‭2.‬ ‭MATTOS,‬ ‭Ubirajara‬ ‭Aluizio‬ ‭de‬ ‭Oliveira;‬ ‭MÁSCULO,‬ ‭Francisco‬ ‭Soares‬ ‭(orgs.).‬
‭Higiene e Segurança do Trabalho‬‭. São Paulo:‬‭Campus‬‭;‬‭ABEPRO, 2011. 419 p.‬
‭3.‬ ‭SZABÓ‬ ‭JÚNIOR,‬‭Adalberto‬‭Mohai.‬‭Manual‬‭de‬‭segurança,‬‭higiene‬‭e‬‭medicina‬‭do‬
‭trabalho‬‭. São Paulo: Rideel, 2014. 1092 p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ C ‭ ORRÊA,‬ ‭Márcia‬ ‭Angelim‬ ‭Chaves;‬ ‭SALIBA,‬ ‭Tuffi‬ ‭Messias.‬ ‭Manual‬ ‭prático‬ ‭de‬
‭avaliação e controle de gases e vapores‬‭: PPRA. 4.‬‭ed. São Paulo: LTr, 2012. 143 p.‬
‭2.‬ ‭FELIX,‬ ‭Maria‬ ‭Christina‬ ‭(Coord.).‬ ‭Engenharia‬ ‭de‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭na‬
‭indústria‬ ‭da‬ ‭construção:‬ ‭acessos‬ ‭temporários‬ ‭de‬ ‭madeira,‬‭medidas‬‭de‬‭proteção‬
‭contra‬‭quedas‬‭de‬‭altura,‬‭instalações‬‭elétricas‬‭temporárias‬‭em‬‭canteiros‬‭de‬‭obras.‬
‭2. ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 71 p.‬
‭3.‬ ‭FUNDACENTRO.‬ ‭Norma‬ ‭de‬ ‭Higiene‬ ‭Ocupacional‬ ‭09‬‭:‬ ‭Procedimento‬ ‭Técnico‬ ‭–‬
‭Avaliação‬ ‭da‬ ‭Exposição‬ ‭Ocupacional‬ ‭a‬ ‭Vibrações‬ ‭de‬ ‭Corpo‬ ‭Inteiro‬ ‭–‬ ‭NHO‬‭09.‬‭São‬
‭Paulo, 2013.‬
‭4.‬ ‭LIMA,‬ ‭Cristiane‬ ‭Queiroz‬ ‭Barbeiro.‬ ‭Norma‬ ‭de‬ ‭higiene‬ ‭ocupacional:‬ ‭método‬ ‭de‬
‭ensaio:‬ ‭Método‬ ‭de‬ ‭coleta‬ ‭e‬ ‭análise‬ ‭de‬ ‭fibras‬ ‭em‬ ‭locais‬ ‭de‬ ‭trabalho.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 2001. 61 p.‬
‭5.‬ ‭SANTOS,‬‭Alcinéa‬‭Meigikos‬‭dos‬‭Anjos‬‭et‬‭al.‬‭Introdução‬‭à‬‭higiene‬‭ocupacional.‬‭São‬
‭Paulo: Fundacentro, 2004. 84 p.‬

‭44‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Ergonomia‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ istórico‬ ‭da‬ ‭ergonomia:‬ ‭conceitos,‬ ‭características,‬ ‭classificação‬ ‭e‬ ‭desenvolvimento‬


H
‭Métodos‬ ‭e‬ ‭técnicas‬ ‭para‬ ‭uma‬ ‭análise‬ ‭ergonômica‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭(AET).‬ ‭Ergonomia‬ ‭do‬
‭trabalho (NR 17).‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ D ‭ UL,‬ ‭Jan;‬ ‭WEERDMEESTER,‬ ‭B.‬ ‭A.‬ ‭Ergonomia‬ ‭prática‬‭.‬‭3.‬‭ed.‬‭rev.‬‭e‬‭ampl.‬‭São‬
‭Paulo: Blucher, 2012. 163 p.‬
‭2.‬ ‭IIDA,‬ ‭Itiro.‬ ‭Ergonomia:‬ ‭projeto‬ ‭e‬ ‭produção.‬ ‭[Link].‬ ‭rev.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Blucher,‬ ‭2016.‬
‭850 p.‬
‭3.‬ ‭MENDES,‬‭René‬‭(Org.).‬‭Patologia‬‭do‬‭trabalho‬‭.‬‭3.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atheneu,‬‭2013.‬‭2‬
‭v.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ C ‭ AMISASSA,‬ ‭Mara‬ ‭Queiroga‬‭.‬ ‭Segurança‬ ‭e‬ ‭saúde‬ ‭no‬ ‭trabalho‬‭:‬ ‭NRs‬ ‭1‬ ‭a‬ ‭36‬ ‭:‬
‭comentadas‬ ‭e‬ ‭descomplicadas.‬ ‭2.‬ ‭ed.‬ ‭rev.‬ ‭e‬ ‭atual.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Gen;‬ ‭Método,‬ ‭2015.‬
‭886 p.‬
‭2.‬ ‭CORRÊA,‬‭Vanderlei‬‭Moraes.‬‭Ergonomia‬‭fundamentos‬‭e‬‭aplicações‬‭.‬‭Porto‬‭Alegre:‬
‭Bookman 2015.‬
‭3.‬ ‭DANIELLOU,‬ ‭François‬ ‭(Coord.).‬ ‭A‬ ‭ergonomia‬ ‭em‬ ‭busca‬ ‭de‬ ‭seus‬ ‭princípios:‬
‭debates epistemológicos.‬‭São Paulo: Edgard Blücher,‬‭2004. xv, 244p.‬
‭4.‬ ‭MENDES,‬‭René‬‭(Org.).‬‭Patologia‬‭do‬‭trabalho‬‭.‬‭3.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Atheneu,‬‭2013.‬‭2‬
‭v.‬
‭5.‬ ‭NARESSI,‬ ‭Wilson‬ ‭Galvão.‬ ‭Ergonomia‬ ‭e‬ ‭biossegurança‬ ‭em‬ ‭odontologia‬
‭essencial:‬‭parte clínica. Porto Alegre: Artes Médicas,‬‭2013.‬

‭45‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭ omponente‬ ‭Curricular‬‭:‬ ‭Prevenção‬ ‭e‬ ‭Controle‬ ‭de‬ ‭Riscos‬ ‭em‬ ‭Máquinas,‬


C
‭Equipamentos e Instalações‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ studo‬ ‭das‬ ‭Norma‬ ‭Regulamentadoras:‬ ‭NR‬ ‭11‬ ‭(Transporte,‬ ‭movimentação,‬


E
‭armazenagem‬ ‭e‬ ‭manuseio‬ ‭de‬ ‭materiais),‬ ‭NR‬ ‭12‬ ‭(Máquinas‬ ‭e‬ ‭equipamentos),‬ ‭NR‬ ‭13‬
‭(Caldeiras e vasos de pressão).‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ C ‭ AMPOS,‬ ‭V.‬ ‭F.‬ ‭Gerenciamento‬ ‭da‬ ‭Rotina‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬ ‭do‬ ‭dia-a-dia‬‭.‬ ‭Belo‬
‭Horizonte: Ed. Desenvolvimentos Gerenciais, 2001.‬
‭2.‬ ‭DE‬‭CICCO,‬‭F.‬‭M.;‬‭FANTAZZINI,‬‭M.‬‭L.‬‭Introdução‬‭à‬‭Engenharia‬‭de‬‭Segurança‬
‭de Sistemas‬‭. São Paulo: Fundacentro, 1988.‬
‭3.‬ ‭HARRINGTON,‬ ‭H.‬ ‭Gerenciamento‬ ‭Total‬ ‭da‬ ‭Melhoria‬ ‭Contínua‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Makron Books, 1997.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ B ‭ RECIGLIERO,‬‭E;‬‭POSSEBON,‬‭J.;‬‭SPINELLI.‬‭R.‬‭Higiene‬‭Ocupacional:‬‭agentes‬
‭biológicos, químicos e físicos‬‭. São Paulo: Editora‬‭SENAC, 2011.‬
‭2.‬ ‭CARDELLA,‬ ‭B.‬ ‭Segurança‬ ‭no‬ ‭Trabalho‬ ‭e‬ ‭Prevenção‬ ‭de‬ ‭Acidentes:‬ ‭uma‬
‭abordagem holística‬‭. São Paulo: Editora Atlas, 2007.‬
‭3.‬ ‭SZNELWAR,‬‭Laerte‬‭I.;‬‭MASCIA,‬‭Fausto‬‭L.‬‭Trabalho,‬‭Tecnologia‬‭e‬‭Organização:‬
‭avaliação‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭submetido‬ ‭à‬ ‭prova‬ ‭real‬‭.‬ ‭Vol.‬ ‭2.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Ed.‬ ‭Blucher,‬
‭2008.‬
‭4.‬ ‭MAGGI,‬ ‭B.;‬ ‭DWYER.‬ ‭T.;‬ ‭CARUSO,‬ ‭L.‬ ‭A.‬ ‭C.‬ ‭Trabalho,‬ ‭Tecnologia‬ ‭e‬
‭Organização‬‭. São Paulo: Ed. Blucher, 2007.‬
‭5.‬ ‭MANDARINI, M.‬‭Segurança Corporativa Estratégica‬‭. Ed.‬‭Manole, 2006.‬

‭46‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭ omponente‬ ‭Curricular:‬ ‭Psicologia‬ ‭na‬ ‭Segurança‬ ‭do‬ ‭Trabalho,‬ ‭Comunicação‬ ‭e‬


C
‭Treinamento‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ ‬‭campo‬‭da‬‭saúde‬‭mental‬‭relacionada‬‭ao‬‭trabalho.‬‭Manifestações‬‭clínicas‬‭do‬‭sofrimento‬
O
‭psíquico.‬ ‭Acidentes‬ ‭de‬ ‭trabalho:‬ ‭fatores‬ ‭e‬ ‭influências‬ ‭comportamentais.‬ ‭Sofrimento‬
‭social: trabalho e desgaste mental. Execução de ações educativas.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ ‭CHIAVENATO,‬ ‭Idalberto.‬ ‭Comportamento‬ ‭organizacional:‬ ‭a‬ ‭dinâmica‬ ‭do‬ ‭sucesso‬
d‭ as organizações. [Link]. Barueri: Manole, 2014. 474 p.‬
‭2.‬ ‭LEAL,‬ ‭Paulo.‬ ‭Descomplicando‬ ‭a‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho:‬ ‭ferramentas‬ ‭para‬ ‭o‬‭dia‬‭a‬
‭dia. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: LTr, 2014. 430 p.‬
‭3. MENDES, René (Org.).‬‭Patologia do trabalho‬‭. 3.‬‭ed. São Paulo: Atheneu, 2013‬‭. 2 v.‬

‭Bibliografia Complementar‬
1‭ .‬‭JOHANN,‬‭Sílvio‬‭Luiz.‬‭Comportamento‬‭organizacional:‬‭teoria‬‭e‬‭prática.‬‭São‬‭Paulo:‬
‭Saraiva, 2014. 260 p.‬
‭2.‬ ‭MATSUO,‬ ‭Myrian.‬ ‭Acidentado‬ ‭do‬ ‭trabalho:‬ ‭reabilitação‬‭ou‬‭exclusão‬‭?‬‭São‬‭Paulo:‬
‭Fundacentro, 2002.‬
‭3.‬ ‭MOSCOVICI,‬ ‭Fela.‬ ‭Desenvolvimento‬ ‭Interpessoal:‬ ‭treinamento‬ ‭em‬ ‭grupo.‬ ‭21.‬ ‭ed.‬
‭rev. e ampl. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012.‬
‭4.‬ ‭MOTA,‬ ‭Míriam‬ ‭Cristina‬ ‭Zaidan.‬ ‭Psicologia‬ ‭aplicada‬ ‭em‬ ‭segurança‬ ‭do‬ ‭trabalho:‬
‭destaque‬ ‭aos‬ ‭aspectos‬ ‭comportamentais‬ ‭e‬ ‭trabalho‬ ‭em‬ ‭equipe‬‭da‬‭NR-‬‭10,‬‭avaliação‬‭dos‬
‭fatores psicossociais da NR-35. 5. ed. São Paulo: LTr, 2015. 108 p.‬
‭5.‬ ‭PESENTE,‬ ‭José‬ ‭Carlos.‬ ‭Didática‬ ‭Básica‬ ‭para‬ ‭Facilitadores‬ ‭de‬‭Aprendizagem‬‭em‬
‭Segurança‬ ‭e‬ ‭Saúde‬ ‭do‬ ‭Trabalho‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Fundacentro,‬ ‭2014.‬ ‭Disponível‬ ‭em:‬
‭<[Link]
‭didatica-basica-para-facilitadores-de-aprendizagem-em-seguranca-e-saude-do-trabalho>‬
‭Acesso em 29.07.2011.‬

‭47‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Governança Ambiental, Social‬‭e Corporativa‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ ustentabilidade:‬ ‭conceitos,‬ ‭histórico,‬ ‭paradigma‬ ‭e‬ ‭dimensões‬‭.‬ ‭Desenvolvimento‬


S
‭sustentável.‬ ‭Meio‬ ‭ambiente:‬ ‭princípios‬ ‭e‬ ‭conceitos‬‭fundamentais.‬‭Problemas‬‭ambientais‬
‭em‬‭escala‬‭global.‬‭Práticas‬‭ambientais.‬‭Avaliação‬‭de‬‭impacto‬‭ambiental‬‭(AIA).‬‭Normas‬‭de‬
‭sistemas‬ ‭de‬ ‭gestão‬ ‭ambiental:‬ ‭ISO‬ ‭14.001.‬ ‭Diretrizes‬ ‭para‬ ‭sistemas‬ ‭de‬ ‭produção‬ ‭mais‬
‭limpos.‬ ‭Economia‬ ‭circular.‬ ‭Gestão‬ ‭social‬ ‭com‬ ‭foco‬ ‭em‬ ‭indivíduos‬ ‭e‬ ‭instituições,‬
‭responsabilidade‬ ‭social‬ ‭corporativa:‬ ‭ISO‬ ‭26.000,‬ ‭equidade‬ ‭na‬ ‭distribuição‬ ‭de‬ ‭bens‬ ‭e‬
‭renda,‬ ‭pobreza‬ ‭e‬ ‭justiça‬ ‭social.‬ ‭Gestão‬ ‭eficiente‬ ‭dos‬ ‭recursos‬ ‭produtivos,‬ ‭conduta‬
‭corporativa, práticas anticorrupção. Compliance. Tópicos especiais em ESG.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ B ‭ ARBIERI,‬ ‭José‬‭Carlos.‬‭Gestão‬‭ambiental‬‭empresarial‬‭.‬‭4.‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Saraiva,‬
‭2016.‬
‭2.‬ ‭BARBIERI,‬‭José‬‭Carlos;‬‭CAJAZEIRA,‬‭José‬‭Emanuel‬‭Reis.‬‭Responsabilidade‬‭social‬
‭empresarial‬ ‭e‬ ‭empresa‬ ‭sustentável‬ ‭-‬ ‭da‬ ‭teoria‬ ‭à‬ ‭prática.‬ ‭3‬‭ed.‬‭São‬‭Paulo:‬‭Saraiva,‬
‭2016.‬
‭3.‬ ‭JABBOUR,‬ ‭Ana‬ ‭Beatriz‬ ‭Lopes;‬ ‭JABBOUR,‬ ‭Charbel‬ ‭José‬ ‭Chiappetta.‬ ‭Gestão‬
‭ambiental nas organizações‬‭: fundamentos e tendências.‬‭São Paulo: Atlas, 2013.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ B ‭ RAGA,‬ ‭Benedito‬ ‭et‬ ‭al.‬ ‭Introdução‬ ‭à‬ ‭engenharia‬ ‭ambiental:‬ ‭o‬ ‭desafio‬ ‭do‬
‭desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.‬
‭2.‬ ‭BOFF, Leonardo.‬‭Sustentabilidade‬‭: o que é-o que não‬‭é. 5. ed. Editora Vozes: 2018.‬
‭3.‬ ‭CALIJURI,‬ ‭Maria‬ ‭do‬ ‭Carmo;‬ ‭CUNHA,‬ ‭Davi‬ ‭Gasparini‬ ‭Fernandes‬ ‭(Coord.).‬
‭Engenharia ambiental‬‭. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.‬
‭4.‬ ‭DIAS,‬‭Reinaldo.‬‭Gestão‬‭ambiental:‬‭responsabilidade‬‭social‬‭e‬‭sustentabilidade.‬‭2.‬‭ed.‬
‭rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2011.‬
‭5.‬ ‭SANCHEZ,‬‭Luis‬‭Enrique.‬‭Avaliação‬‭de‬‭impacto‬‭ambiental‬‭:‬‭conceitos‬‭e‬‭métodos.‬‭2.‬
‭ed. atual. e ampl. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.‬

‭48‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Empreendedorismo‬

‭Carga Horária:‬‭60 h‬ ‭Teórica:‬‭50 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ mpreendedorismo:‬ ‭conceitos‬ ‭e‬ ‭definições.‬ ‭Perfil‬ ‭do‬ ‭empreendedor.‬ ‭Habilidades‬ ‭e‬


E
‭competências‬ ‭do‬ ‭empreendedor.‬ ‭Processo‬ ‭de‬ ‭empreender.‬ ‭Empreendedorismo‬ ‭e‬
‭Inovação.‬‭Modelos‬‭de‬‭negócios:‬‭objetivos‬‭e‬‭componentes.‬‭Canvas‬‭da‬‭proposta‬‭de‬‭valor‬
‭para negócios inovadores.‬

‭Bibliografia Básica‬
‭1.‬ C ‭ HIAVENATO,‬ ‭I.‬ ‭Empreendedorismo:‬ ‭dando‬ ‭asas‬ ‭ao‬‭espírito‬‭empreendedor.‬‭[Link].‬
‭Rio de Janeiro: Saraiva, 2012.‬
‭2.‬ ‭DORNELAS,‬‭J.‬‭C.‬‭A.‬‭Empreendedorismo:‬‭transformando‬‭ideias‬‭em‬‭negócios‬‭.‬‭5.‬
‭ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 267p.‬
‭3.‬ ‭OSTERWALDER,‬ ‭A.;‬ ‭PIGNEUR,‬ ‭Y.‬ ‭Business‬ ‭Model‬ ‭Generation‬ ‭-‬ ‭Inovação‬ ‭em‬
‭Modelos‬ ‭de‬ ‭Negócios:‬ ‭um‬ ‭manual‬ ‭para‬ ‭visionários,‬ ‭inovadores‬ ‭e‬
‭revolucionários.‬‭Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.‬‭300p.‬

‭Bibliografia Complementar‬
‭1.‬ D ‭ ORNELAS,‬ ‭C.‬ ‭A.‬ ‭Empreendedorismo‬ ‭na‬ ‭prática‬‭:‬ ‭mitos‬ ‭e‬ ‭verdades‬ ‭do‬
‭empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.‬
‭2.‬ ‭GAUTHIER,‬ ‭F.‬ ‭A.‬ ‭O.‬ ‭Empreendedorismo‬‭.‬ ‭Curitiba:‬ ‭Editora‬ ‭do‬ ‭Livro‬ ‭Técnico,‬
‭2010.‬
‭3.‬ ‭OSTERWALDER,‬‭A.;‬‭BERNARDA,‬‭G.;‬‭PIGNEUR,‬‭Y.‬‭Value‬‭Proposition‬‭Design:‬
‭Como‬ ‭construir‬‭propostas‬‭de‬‭valor‬‭inovadoras.‬‭Rio‬‭de‬‭Janeiro:‬‭Alta‬‭Books‬‭Editora,‬
‭2019.‬
‭4.‬ ‭PORTO,‬ ‭G.‬ ‭S.‬ ‭(org).‬ ‭Gestão‬ ‭da‬ ‭inovação‬ ‭e‬ ‭empreendedorismo‬‭.‬ ‭Rio‬ ‭de‬ ‭Janeiro:‬
‭Elsevier, 2013.‬
‭5.‬ ‭TAJRA,‬ ‭S.‬ ‭F.‬ ‭Empreendedorismo:‬ ‭conceitos‬ ‭e‬ ‭práticas‬ ‭inovadoras.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬
‭Érica, Saraiva, 2014.‬

‭49‬
‭Curso‬‭:‬‭Técnico em Segurança do Trabalho‬

‭Componente Curricular‬‭: Oratória e Expressão Corporal‬

‭Carga Horária:‬‭50 h‬ ‭Teórica:‬‭40 h‬ ‭Prática:‬‭10 h‬ ‭Período:‬‭3‬‭º Semestre‬

‭Ementa‬

‭ undamentos‬ ‭gerais‬ ‭da‬ ‭Oratória‬ ‭–‬ ‭Teoria‬ ‭e‬ ‭Prática.‬ ‭Eliminar‬ ‭o‬ ‭medo‬‭,‬ ‭a‬ ‭inibição‬ ‭e‬ ‭falar‬
F
‭com‬ ‭naturalidade‬ ‭diante‬ ‭de‬ ‭públicos‬ ‭variados.‬ ‭Expressar‬ ‭ideias‬ ‭com‬ ‭desenvoltura,‬
‭convicção‬‭e‬‭dinamismo.‬‭Fazer‬‭apresentações‬‭objetiva‬‭s,‬‭claras‬‭e‬‭com‬‭linguagem‬‭adequada.‬
‭Adquirir‬‭estratégias‬‭para‬‭convencer‬‭públicos‬‭difíceis.‬‭Impostar‬‭a‬‭voz,‬‭eliminar‬‭cacoetes‬‭e‬
‭ruídos‬ ‭na‬ ‭comunicação.‬ ‭Usar‬ ‭projetor‬ ‭multimídia,‬ ‭flip‬ ‭chat‬‭,‬ ‭quadro‬ ‭branco.‬ ‭Conversar‬
‭fluentemente‬ ‭em‬ ‭quaisquer‬ ‭circunstâncias.‬ ‭Desenvolver‬ ‭gestos‬ ‭e‬ ‭posturas‬ ‭elegantes‬ ‭e‬
‭impactantes.‬ ‭Treinar‬ ‭o‬ ‭olhar‬ ‭expressivo,‬ ‭forte‬ ‭e‬ ‭seguro.‬ ‭Criar‬ ‭empatia‬ ‭e‬ ‭simpatia‬ ‭em‬
‭situações‬ ‭embaraçosas.‬ ‭Desenvolver‬ ‭habilidade‬ ‭de‬ ‭liderar‬‭.‬ ‭Falar‬ ‭naturalmente‬ ‭em‬ ‭pé‬ ‭ou‬
‭sentado.‬ ‭Saber‬ ‭iniciar,‬ ‭desenvolver‬ ‭e‬ ‭concluir‬ ‭palestras‬ ‭expressivas.‬ ‭Ampliar‬ ‭o‬
‭vocabulário‬ ‭e‬ ‭adequar‬ ‭a‬ ‭linguagem‬ ‭aos‬ ‭diversos‬ ‭auditórios.‬ ‭Elaborar‬ ‭apresentações‬
‭persuasivas‬ ‭e‬ ‭impactantes.‬ ‭Preparação‬ ‭para‬ ‭entrevistas‬ ‭e‬ ‭dinâmicas‬ ‭de‬ ‭grupo.‬
‭Apresentação‬ ‭de‬ ‭um‬ ‭seminário‬ ‭–‬ ‭teoria‬ ‭e‬ ‭prática.‬ ‭Jogos‬ ‭e‬ ‭interações.‬ ‭Introdução‬ ‭às‬
‭relações étnico-raciais e direitos humanos.‬

‭Bibliografia Básica‬
1‭ . SANTOS, M. F.‬‭Curso de oratória e retórica‬‭. São‬‭Paulo: Logos, 1957.‬
‭2.‬ ‭SHINYASHIK,‬ ‭R.‬ ‭Os‬ ‭segredos‬ ‭das‬ ‭apresentações‬ ‭poderosas‬‭.‬ ‭São‬ ‭Paulo:‬ ‭Gente,‬
‭2012.‬
‭3. POLITO, R. Como falar corretamente e sem inibições. São Paulo: Saraiva, 2010.‬

‭Bibliografia Complementar‬
1‭ . FELIPE, J. F. A‬‭. Introdução à comunicação jurídica‬‭.‬‭Rio de Janeiro: Forense, 2002.‬
‭2. SANTANNA, A. R.‬‭A sedução da palavra.‬‭Brasília:‬‭Letraviva, 2000.‬
‭3.‬‭SOBRINHO,‬‭A.‬‭F.‬‭P.‬‭Antologia‬‭da‬‭eloquência‬‭universal‬‭:‬‭de‬‭Péricles‬‭a‬‭Churchill.‬‭Rio‬
‭de Janeiro: Muniz, 1967.‬
‭4. SPOLIN, V.‬‭Jogos Teatrais na sala de aula‬‭. 2ª ed.‬‭São Paulo: Perspectiva, 2010.‬
‭5. WARAT, L. A.‬‭O ofício do mediador‬‭. Florianópolis:‬‭Habitus. v.1, 2001.‬

‭50‬
‭12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM‬

‭12.1 Coordenação de EaD no‬‭Campus‬‭Pouso Alegre‬

‭Profissional‬ ‭encarregado‬ ‭de‬ ‭gerenciar‬ ‭os‬ ‭cursos,‬ ‭desde‬ ‭seu‬ ‭planejamento‬ ‭até‬ ‭os‬
‭encaminhamentos‬ ‭necessários‬ ‭para‬ ‭a‬‭certificação‬‭dos‬‭alunos.‬‭É‬‭o‬‭responsável‬‭por‬‭realizar‬‭as‬
‭mediações‬ ‭necessárias‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭articulação‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭demais‬ ‭órgãos‬ ‭envolvidos‬ ‭no‬ ‭projeto.‬ ‭Deve‬
‭promover‬ ‭a‬ ‭avaliação‬ ‭institucional‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭e‬ ‭apoiar‬ ‭o‬ ‭gerenciamento‬ ‭dos‬ ‭Polos‬ ‭de‬ ‭Apoio‬
‭Presencial onde ocorrem os cursos.‬

‭Também‬ ‭deverá‬‭coordenar‬‭a‬‭elaboração‬‭de‬‭diretrizes‬‭gerais‬‭para‬‭o‬‭desenvolvimento‬
‭das‬‭atividades‬‭didático-pedagógicas‬‭e‬‭administrativas‬‭dos‬‭cursos,‬‭bem‬‭como‬‭de‬‭elaboração‬‭de‬
‭relatórios‬ ‭periódicos‬ ‭de‬ ‭suas‬ ‭atividades‬ ‭e‬ ‭das‬ ‭equipes‬ ‭que‬ ‭atuam‬ ‭no‬ ‭curso.‬ ‭Deverá‬ ‭ainda:‬
‭coordenar‬ ‭e‬ ‭acompanhar‬ ‭a‬ ‭seleção,‬ ‭treinamento‬ ‭e‬ ‭capacitação‬ ‭de‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭e‬
‭tutores; orientar as equipes de forma geral.‬

‭Além‬ ‭disso,‬ ‭analisar‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭produtos‬ ‭elaborados‬ ‭pelo‬ ‭professor‬ ‭conteudista,‬‭bem‬
‭como‬‭sugerir‬‭alterações‬‭e‬‭reestruturá-los‬‭de‬‭acordo‬‭com‬‭a‬‭proposta‬‭do‬‭curso,‬‭analisar‬‭e‬‭avaliar‬
‭as‬‭videoaulas‬‭e‬‭acompanhar‬‭os‬‭trabalhos‬‭de‬‭capacitação‬‭de‬‭tutores‬‭e‬‭estudos‬‭com‬‭os‬‭cursistas‬
‭no ambiente virtual de aprendizagem – AVA.‬

‭12.2 Coordenador de Curso, Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico‬

‭Serão‬ ‭selecionados‬ ‭profissionais‬ ‭com‬ ‭experiência‬ ‭em‬ ‭metodologias‬ ‭de‬


‭ensino-aprendizagem‬ ‭e‬ ‭de‬ ‭avaliação‬ ‭apropriadas‬ ‭à‬ ‭modalidade‬ ‭de‬ ‭educação‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭que‬
‭integrarão‬ ‭as‬ ‭equipes‬ ‭de‬ ‭Coordenação‬ ‭de‬ ‭Curso,‬ ‭a‬ ‭Equipe‬ ‭Multidisciplinar,‬ ‭e‬ ‭Apoio‬
‭Pedagógico.‬‭Estes‬‭profissionais‬‭deverão‬‭atuar‬‭junto‬‭à‬‭Coordenação‬‭Pedagógica,‬‭respondendo‬
‭pela‬‭elaboração‬‭de‬‭planejamentos‬‭e‬‭diretrizes,‬‭execução‬‭de‬‭atividades,‬‭orientação‬‭dos‬‭demais‬
‭segmentos‬ ‭envolvidos‬ ‭naquelas‬ ‭atividades‬ ‭definidas‬ ‭neste‬ ‭Projeto‬ ‭do‬ ‭Curso‬ ‭de‬ ‭Técnico‬ ‭em‬
‭Segurança do Trabalho.‬

‭12.3 Professores Formadores/Conteudista‬

‭Os‬ ‭Professores‬ ‭Formadores/Conteudista‬ ‭devem‬ ‭ter‬ ‭domínio‬ ‭das‬ ‭concepções,‬

‭51‬
‭princípios‬‭e‬‭conteúdos‬‭das‬‭disciplinas‬‭do‬‭curso.‬‭O‬‭sistema‬‭de‬‭educação‬‭a‬‭distância‬‭exige‬‭que‬‭o‬
‭professor‬ ‭formador‬ ‭conheça‬ ‭as‬ ‭ferramentas,‬ ‭os‬ ‭recursos‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭metodologia‬ ‭da‬ ‭educação‬ ‭a‬
‭distância, bem como os mecanismos de avaliação da aprendizagem.‬

‭Os‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭serão‬ ‭designados‬ ‭como‬ ‭responsáveis‬ ‭por‬ ‭cada‬ ‭uma‬ ‭das‬
‭disciplinas‬ ‭dos‬ ‭módulos‬ ‭dos‬ ‭cursos,‬ ‭portanto‬ ‭estarão‬ ‭encarregados‬ ‭da‬ ‭organização‬ ‭e‬
‭operacionalização‬ ‭do‬ ‭planejamento,‬ ‭revisão‬ ‭de‬ ‭materiais‬ ‭e‬ ‭mídias,‬ ‭de‬ ‭metodologias‬ ‭e‬
‭estratégias apropriadas ao conteúdo e práticas de cada uma das disciplinas.‬

‭Os‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭deverão‬ ‭organizar‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭materiais‬ ‭e‬ ‭orientações‬ ‭que‬
‭possibilitem‬ ‭apoio‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭pleno‬ ‭desenvolvimento‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭presenciais‬ ‭nos‬ ‭Polos‬ ‭de‬
‭Apoio‬ ‭Presencial.‬ ‭Os‬ ‭materiais‬ ‭e‬ ‭orientações‬ ‭serão‬ ‭planejados‬ ‭e‬ ‭preparados‬ ‭com‬ ‭a‬
‭participação efetiva da Coordenação Pedagógica e Coordenação de Curso.‬

‭Os‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭deverão‬ ‭trabalhar‬ ‭na‬ ‭perspectiva‬ ‭da‬ ‭proposição‬ ‭e‬
‭organização‬ ‭das‬ ‭situações‬ ‭de‬ ‭aprendizagem,‬ ‭atuando‬ ‭como‬ ‭mediador‬ ‭e‬ ‭orientador,‬
‭incentivando‬ ‭a‬ ‭busca‬ ‭de‬ ‭diferentes‬ ‭fontes‬ ‭de‬ ‭informação‬ ‭e‬ ‭provocando‬ ‭a‬‭reflexão‬‭crítica‬‭do‬
‭conhecimento produzido.‬

‭Os‬ ‭professores‬ ‭conteudistas‬ ‭poderão‬ ‭ser‬ ‭servidores‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭ou‬ ‭contratados‬ ‭via‬
‭edital mediante disponibilidade orçamentária.‬

‭A‬ ‭seleção‬ ‭dos‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭será‬ ‭de‬ ‭responsabilidade‬ ‭do‬‭Coordenador‬‭de‬


‭EaD do Campus.‬

‭12.4 Tutores‬

‭A‬ ‭sociedade‬ ‭informacional,‬ ‭equipada‬ ‭dos‬ ‭mais‬ ‭variados‬ ‭e‬ ‭avançados‬ ‭recursos‬
‭audiovisuais‬ ‭e‬ ‭online,‬ ‭não‬ ‭deixou‬ ‭de‬ ‭destacar‬ ‭que‬ ‭os‬ ‭melhores‬ ‭cursos‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭dão‬ ‭uma‬
‭ênfase‬ ‭especial‬ ‭ao‬ ‭trabalho‬ ‭do‬ ‭sistema‬ ‭tutorial‬ ‭(mediação),‬ ‭encarado‬ ‭como‬ ‭um‬ ‭expediente‬
‭teórico-pedagógico‬ ‭que‬ ‭representa‬ ‭um‬ ‭dos‬ ‭pilares‬ ‭da‬ ‭educação‬ ‭a‬ ‭distância.‬ ‭Este‬ ‭Sistema‬
‭Tutorial‬‭prevê‬‭o‬‭apoio‬‭pedagógico‬‭consistente‬‭e‬‭contínuo‬‭que‬‭garantirá‬‭a‬‭operacionalização‬‭do‬
‭curso,‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭a‬ ‭atender‬ ‭os‬ ‭estudantes‬ ‭nas‬ ‭modalidades‬ ‭individual‬ ‭e‬ ‭coletiva,‬ ‭incluindo‬ ‭a‬
‭tutoria‬ ‭presencial‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭distância,‬ ‭cuja‬ ‭metodologia‬ ‭de‬ ‭trabalho,‬ ‭oportuniza‬ ‭a‬ ‭constituição‬ ‭de‬

‭52‬
‭redes‬ ‭de‬ ‭educadores,‬ ‭conectando‬ ‭professores‬ ‭formadores‬ ‭–‬ ‭mediadores‬ ‭–‬ ‭alunos‬ ‭–‬
‭coordenação.‬

‭Convém‬‭esclarecer‬‭que‬‭o‬‭trabalho‬‭dos‬‭Tutores‬‭irá‬‭determinar‬‭o‬‭diálogo‬‭permanente‬‭e‬
‭fundamental‬ ‭entre‬ ‭o‬ ‭curso‬ ‭e‬ ‭seus‬ ‭alunos,‬ ‭desfazendo‬ ‭a‬ ‭ideia‬‭cultural‬‭da‬‭impessoalidade‬‭dos‬
‭cursos‬ ‭a‬ ‭distância.‬ ‭Por‬ ‭sua‬ ‭característica‬ ‭de‬ ‭ligação‬ ‭constante‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭estudantes,‬ ‭os‬
‭professores‬ ‭mediadores‬ ‭deverão‬ ‭responder‬ ‭com‬ ‭exatidão‬ ‭sobre‬ ‭o‬ ‭desempenho,‬ ‭as‬
‭características, as dificuldades, desafios e progressos de cada um deles.‬

‭Os‬ ‭tutores‬ ‭têm‬ ‭como‬ ‭principais‬ ‭atribuições‬ ‭o‬ ‭acompanhamento‬ ‭do‬ ‭processo‬ ‭de‬
‭aprendizagem‬‭e‬‭de‬‭construção‬‭de‬‭competências‬‭e‬‭conhecimentos‬‭pelos‬‭estudantes,‬‭bem‬‭como‬
‭a‬‭supervisão‬‭da‬‭prática‬‭profissional.‬‭Para‬‭tanto,‬‭devem‬‭conduzir,‬‭juntamente‬‭com‬‭o‬‭estudante,‬
‭o‬ ‭processo‬ ‭de‬ ‭avaliação,‬ ‭fazendo‬ ‭o‬ ‭registro‬ ‭e‬ ‭encaminhando‬ ‭os‬ ‭documentos‬ ‭às‬ ‭instâncias‬
‭responsáveis.‬

‭A‬ ‭seleção‬ ‭dos‬ ‭tutores‬ ‭é‬ ‭de‬ ‭responsabilidade‬ ‭da‬ ‭Coordenação‬ ‭Geral‬ ‭de‬ ‭EaD‬ ‭do‬
‭Campus,‬ ‭a‬ ‭seleção‬ ‭acontecerá‬ ‭através‬ ‭de‬ ‭edital‬ ‭de‬ ‭seleção,‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭estabelecimento‬ ‭dos‬
‭critérios pertinentes em consideração as áreas de atuação do curso oferecido.‬

‭12.5 O Cursista: Sujeito Ativo do processo Ensino-Aprendizagem‬

‭O‬ ‭cursista‬ ‭é‬ ‭o‬ ‭responsável‬ ‭maior‬ ‭pela‬ ‭sua‬ ‭aprendizagem.‬ ‭O‬ ‭estudante‬ ‭deverá‬ ‭ser‬
‭acima‬ ‭de‬ ‭tudo‬ ‭organizado,‬ ‭disciplinado‬ ‭e‬ ‭auto‬ ‭motivado,‬ ‭pois‬ ‭ele‬ ‭receberá‬ ‭os‬ ‭materiais‬
‭didáticos‬ ‭digitais‬ ‭e‬ ‭disponibilizados‬ ‭via‬ ‭internet,‬ ‭em‬ ‭ambiente‬ ‭virtual‬ ‭de‬ ‭aprendizagem;‬
‭preparados‬ ‭para‬ ‭um‬ ‭estudo‬ ‭individualizado.‬ ‭Portanto,‬ ‭é‬ ‭necessário‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭aluno‬ ‭cursista‬
‭desenvolva‬‭e/ou‬‭aprimore‬‭habilidades‬‭que‬‭o‬‭leve‬‭a‬‭aprender‬‭a‬‭aprender,‬‭com‬‭responsabilidade‬
‭e autonomia e que tenha ou adquira familiaridade com o uso de computadores.‬

‭É‬ ‭necessário‬ ‭que‬ ‭ele‬ ‭desenvolva‬ ‭e‬ ‭aprimore‬ ‭a‬ ‭capacidade‬ ‭de‬ ‭trabalhar‬ ‭em‬ ‭grupo,‬
‭porque‬ ‭haverá‬ ‭momentos‬ ‭de‬ ‭estudos‬ ‭de‬ ‭grupos,‬ ‭com‬ ‭trocas‬ ‭de‬ ‭experiências‬ ‭online‬ ‭ou‬ ‭em‬
‭momentos‬ ‭presenciais.‬ ‭Cabe‬ ‭a‬ ‭ele‬ ‭participar‬ ‭efetivamente‬ ‭dos‬ ‭momentos‬ ‭presenciais‬
‭intensivos,‬ ‭cumprir‬ ‭todas‬ ‭as‬ ‭atividades‬ ‭referentes‬ ‭às‬ ‭disciplinas‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭técnico‬ ‭em‬
‭Segurança do Trabalho.‬

‭53‬
‭13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM‬

‭A‬ ‭avaliação‬ ‭é‬ ‭um‬ ‭importante‬ ‭mecanismo‬ ‭no‬ ‭processo‬ ‭de‬ ‭desenvolvimento‬ ‭dos‬
‭educandos.‬ ‭Deve‬ ‭ser‬ ‭considerada‬ ‭como‬‭subsidiária‬‭no‬‭processo‬‭de‬‭planejamento‬‭e‬‭execução‬
‭das‬‭atividades‬‭de‬‭ensino‬‭e‬‭aprendizagem,‬‭pois‬‭não‬‭existe‬‭ou‬‭subsiste‬‭por‬‭ela‬‭mesma.‬‭Segundo‬
‭Luckesi‬‭(2011,‬‭p.‬‭168),‬‭a‬‭avaliação‬‭“só‬‭faz‬‭sentido‬‭na‬‭medida‬‭em‬‭que‬‭serve‬‭para‬‭o‬‭diagnóstico‬
‭da‬ ‭execução‬ ‭e‬ ‭dos‬ ‭resultados‬ ‭que‬ ‭estão‬ ‭sendo‬ ‭buscados‬ ‭e‬ ‭obtidos.‬ ‭A‬ ‭avaliação‬ ‭é‬ ‭um‬
‭instrumento‬ ‭auxiliar‬ ‭na‬ ‭melhoria‬‭dos‬‭resultados.”‬‭Portanto,‬‭é‬‭imprescindível‬‭que‬‭a‬‭avaliação‬
‭ultrapasse‬‭o‬‭aspecto‬‭de‬‭mera‬‭classificação‬‭e‬‭assuma‬‭o‬‭papel‬‭diagnóstico‬‭que‬‭viabiliza‬‭tomadas‬
‭de‬ ‭decisão‬ ‭para‬ ‭obtenção‬ ‭dos‬ ‭resultados‬ ‭esperados.‬ ‭Esse‬‭aspecto‬‭torna-se‬‭imprescindível‬‭no‬
‭processo‬ ‭de‬‭desenvolvimento‬‭dos‬‭educandos‬‭e‬‭da‬‭proposta‬‭política‬‭da‬‭instituição‬‭interessada‬
‭na‬‭aprendizagem‬‭do‬‭educando‬‭a‬‭fim‬‭de‬‭que‬‭se‬‭desenvolva‬‭de‬‭forma‬‭individual‬‭e‬‭coletiva‬‭por‬
‭meio da apropriação dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade.‬

‭Para‬ ‭tanto‬ ‭deve-se‬ ‭considerar‬ ‭algumas‬ ‭funções‬ ‭da‬ ‭avaliação‬ ‭que‬ ‭estão‬ ‭articuladas‬
‭com‬ ‭a‬ ‭função‬ ‭diagnóstica‬ ‭para‬ ‭tomada‬ ‭de‬ ‭decisão‬ ‭(cf‬ ‭LUCKESI,‬ ‭2011,‬ ‭p.‬ ‭208-212),‬ ‭quais‬
‭sejam:‬

‭-‬ ‭Propiciar‬‭a‬‭autocompreensão‬‭do‬‭educando‬‭e‬‭do‬‭educador.‬‭Tomar‬‭consciência‬‭de‬‭onde‬
‭se‬‭está,‬‭para‬‭escolher‬‭para‬‭onde‬‭ir.‬‭Assim,‬‭o‬‭educando‬‭pode‬‭se‬‭autocompreender‬‭para‬
‭poder‬‭avançar‬‭e‬‭o‬‭educador‬‭poderá‬‭se‬‭autocompreender‬‭enquanto‬‭educador,‬‭bem‬‭como‬
‭refletir sobre a escolha de métodos e recursos didáticos.‬
‭-‬ ‭Motivar‬‭o‬‭crescimento.‬‭Reconhecer‬‭o‬‭limite‬‭e‬‭a‬‭amplitude‬‭de‬‭onde‬‭se‬‭está,‬‭para‬‭criar‬‭o‬
‭desejo de obter resultados mais satisfatórios durante o processo de aprendizagem.‬
‭-‬ ‭Aprofundamento‬ ‭da‬ ‭aprendizagem.‬ ‭Ao‬ ‭realizar‬ ‭um‬ ‭exercício‬ ‭para‬ ‭manifestar‬ ‭a‬
‭aprendizagem,‬ ‭tem-se‬ ‭a‬ ‭oportunidade‬ ‭de‬ ‭aprender‬ ‭o‬ ‭conteúdo‬ ‭de‬ ‭uma‬ ‭forma‬ ‭mais‬
‭aprofundada,‬ ‭de‬ ‭fixá-lo,‬ ‭de‬ ‭aplicá-lo.‬ ‭Assim,‬ ‭o‬ ‭exercício‬ ‭avaliativo‬ ‭serve‬‭como‬‭uma‬
‭das‬ ‭formas‬ ‭de‬ ‭aprendizagem.‬ ‭Quanto‬ ‭mais‬ ‭significativo,‬‭maior‬‭assimilação‬‭ativa‬‭por‬
‭parte do educando.‬
‭-‬ ‭Auxiliar‬‭a‬‭aprendizagem.‬‭A‬‭compreensão‬‭de‬‭que‬‭a‬‭avaliação‬‭auxilia‬‭a‬‭aprendizagem‬‭é‬
‭fundamental‬ ‭para‬‭que‬‭se‬‭perceba‬‭a‬‭necessidade‬‭dos‬‭educandos,‬‭na‬‭perspectiva‬‭de‬‭seu‬
‭crescimento e na escolha dos instrumentos adequados de avaliação.‬

‭54‬
‭Para‬ ‭que‬ ‭a‬ ‭avaliação‬ ‭cumpra‬ ‭as‬ ‭funções‬ ‭especificadas,‬ ‭é‬ ‭necessário‬ ‭que‬ ‭os‬
‭instrumentos‬‭avaliativos‬‭sejam‬‭construídos‬‭com‬‭coerência‬‭e‬‭atenção‬‭a‬‭alguns‬‭aspectos‬
‭(LUCKESI, 2011):‬
‭-‬ ‭Estejam‬ ‭articulados‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭conteúdos‬ ‭planejados,‬ ‭ensinados‬ ‭e‬ ‭aprendidos‬ ‭pelos‬
‭educandos;‬
‭-‬ ‭Cubram de forma significativa todos os conteúdos essenciais ensinados e aprendidos;‬
‭-‬ ‭Compatibilizar‬ ‭habilidades‬ ‭e‬ ‭capacidades‬ ‭de‬ ‭interpretação‬ ‭e‬ ‭análise‬ ‭crítica,‬ ‭de‬
‭raciocínio‬ ‭multi‬ ‭relacional‬ ‭e‬ ‭interativo,‬ ‭lógico-matemático,‬ ‭de‬ ‭leitura‬ ‭de‬ ‭códigos‬ ‭e‬
‭diferentes linguagens e de postura cooperativa e ética;‬
‭-‬ ‭Compatibilizar‬ ‭os‬ ‭níveis‬ ‭de‬ ‭dificuldade‬ ‭do‬ ‭que‬ ‭foi‬ ‭ensinado‬ ‭e‬ ‭aprendido‬ ‭com‬ ‭o‬‭que‬
‭está‬ ‭sendo‬ ‭avaliado,‬ ‭pois‬ ‭a‬‭avaliação‬‭deve‬‭ser‬‭compatível,‬‭em‬‭termos‬‭de‬‭dificuldade,‬
‭com o ensinado;‬
‭-‬ ‭Usem‬ ‭linguagem‬ ‭clara‬ ‭e‬ ‭compreensível,‬ ‭sem‬‭confundir‬‭a‬‭compreensão‬‭do‬‭educando,‬
‭pois é preciso compreender a pergunta para respondê-la;‬
‭-‬ ‭Os‬ ‭instrumentos‬ ‭construídos‬ ‭devem‬ ‭auxiliar‬ ‭a‬ ‭aprendizagem,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭da‬
‭demonstração‬ ‭da‬ ‭essencialidade‬ ‭dos‬ ‭conteúdos‬ ‭ou‬‭pelos‬‭aprofundamentos‬‭cognitivos‬
‭propostos;‬
‭-‬ ‭Situações-problemas‬ ‭que‬ ‭exijam‬ ‭para‬‭além‬‭do‬‭ensinado‬‭e‬‭aprendido‬‭são‬‭importantes,‬
‭mas‬‭não‬‭deverá‬‭considerar‬‭o‬‭desempenho‬‭do‬‭educando‬‭nesses‬‭elementos‬‭para‬‭efeito‬‭de‬
‭aprovação/reprovação,‬ ‭mas‬ ‭como‬ ‭diagnóstico‬ ‭do‬ ‭desenvolvimento‬ ‭possível‬ ‭dos‬
‭educandos;‬
‭-‬ ‭Finalmente,‬ ‭é‬ ‭importante‬ ‭estar‬ ‭atento‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭correção‬ ‭e‬ ‭devolução‬ ‭dos‬ ‭resultados.‬‭É‬
‭fundamental‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭professor‬ ‭corrija‬ ‭e‬ ‭devolva‬ ‭pessoalmente‬ ‭os‬ ‭instrumentos‬ ‭de‬
‭avaliação‬ ‭aos‬ ‭educandos,‬ ‭comente-os‬ ‭e‬ ‭auxilie‬ ‭o‬ ‭educando‬‭a‬‭se‬‭autocompreender‬‭no‬
‭seu‬ ‭processo‬ ‭pessoal‬ ‭de‬ ‭estudo,‬ ‭aprendizagem‬ ‭e‬ ‭desenvolvimento,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭um‬
‭processo dialógico e construtivo entre educador e educando.‬
‭13.1 Verificação do rendimento acadêmico‬

‭De‬ ‭acordo‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭Resolução‬ ‭nº‬ ‭055/2018,‬ ‭de‬ ‭22‬ ‭de‬ ‭agosto‬ ‭de‬ ‭2018,‬ ‭o‬ ‭registro‬ ‭do‬
‭rendimento‬ ‭acadêmico‬ ‭dos‬ ‭estudantes‬ ‭deverá‬ ‭compreender‬ ‭a‬ ‭apuração‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭a‬
‭distância‬ ‭e/ou‬ ‭presenciais‬ ‭em‬ ‭todas‬ ‭as‬ ‭disciplinas.‬ ‭O‬ ‭professor‬ ‭deverá‬ ‭registrar‬ ‭em‬

‭55‬
‭instrumento‬ ‭próprio‬ ‭de‬ ‭acompanhamento,‬ ‭os‬ ‭conteúdos‬ ‭desenvolvidos‬ ‭nas‬ ‭aulas,‬ ‭os‬
‭instrumentos utilizados e os resultados de suas avaliações, considerando que:‬

‭-‬ ‭As‬ ‭avaliações‬ ‭deverão‬ ‭ser‬ ‭contínuas‬ ‭e‬ ‭diversificadas,‬ ‭obtidas‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭utilização‬ ‭de‬
‭vários‬ ‭instrumentos:‬ ‭exercícios,‬ ‭provas,‬ ‭trabalhos,‬ ‭fichas‬ ‭de‬ ‭observação,‬ ‭relatórios,‬
‭autoavaliação e outros.‬
‭-‬ ‭As‬ ‭ferramentas‬ ‭avaliativas‬ ‭adotadas‬ ‭pelo‬ ‭professor‬ ‭deverão‬ ‭ser‬ ‭explicitadas‬ ‭aos‬
‭estudantes,‬ ‭inclusive‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭porcentagem‬ ‭dos‬ ‭pontos‬ ‭destinados‬ ‭a‬‭cada‬‭atividade,‬‭no‬
‭início de cada disciplina, observadas as normas estabelecidas neste documento.‬
‭-‬ ‭Todo‬‭instrumento‬‭ou‬‭processo‬‭de‬‭avaliação‬‭deverá‬‭ter‬‭seus‬‭resultados‬‭explicitados‬‭aos‬
‭estudantes.‬
‭-‬ ‭Sobre‬ ‭os‬ ‭resultados‬ ‭das‬ ‭avaliações‬ ‭caberá‬ ‭pedido‬ ‭de‬ ‭revisão,‬ ‭devidamente‬
‭fundamentado,‬ ‭desde‬ ‭que‬ ‭requerido‬ ‭em‬ ‭48‬ ‭(quarenta‬ ‭e‬ ‭oito)‬ ‭horas‬ ‭úteis‬ ‭após‬ ‭a‬
‭divulgação do resultado.‬
‭-‬ ‭Ao final de cada período será registrada nos instrumentos próprios uma única nota.‬
‭Os professores ao final de cada disciplina deverão adotar os seguintes procedimentos:‬
‭-‬ ‭Promover‬ ‭o‬ ‭lançamento‬ ‭das‬ ‭notas‬ ‭no‬ ‭Sistema‬ ‭Acadêmico.‬ ‭Realizar‬ ‭a‬ ‭impressão‬‭dos‬
‭diários e assinar nos locais correspondentes.‬
‭-‬ ‭Encaminhar ao setor pedagógico os diários devidamente impressos e assinados.‬
‭-‬ ‭Cumpridas‬ ‭as‬ ‭etapas‬ ‭I‬ ‭e‬ ‭II‬ ‭o‬ ‭Coordenador‬ ‭do‬‭Curso‬‭encaminhará‬‭os‬‭diários‬‭ao‬‭setor‬
‭responsável para arquivo dos mesmos em cada campus.‬
‭-‬ ‭Os‬ ‭resultados‬ ‭das‬ ‭avaliações‬ ‭serão‬ ‭expressos‬ ‭em‬ ‭notas‬ ‭ao‬ ‭final‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭período‬
‭graduadas de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), seguindo os seguintes critérios:‬
‭Será‬ ‭aprovado‬‭o‬‭estudante‬‭que‬‭obtiver,‬‭no‬‭conjunto‬‭das‬‭avaliações‬‭de‬‭cada‬‭disciplina‬
‭ao longo do período letivo, nota igual ou superior a 6,0 (seis) pontos.‬

‭Não‬ ‭será‬ ‭exigido‬ ‭controle‬ ‭de‬ ‭frequência‬ ‭nos‬ ‭cursos‬ ‭técnicos‬ ‭a‬ ‭distância,‬ ‭conforme‬
‭artigo 46 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.‬

‭O‬ ‭estudante‬ ‭que‬ ‭deixar‬ ‭de‬ ‭ser‬ ‭avaliado,‬ ‭em‬‭primeira‬‭chamada,‬‭por‬‭motivo‬‭de‬‭saúde,‬


‭falecimento‬ ‭de‬ ‭parentes‬ ‭de‬ ‭primeiro‬ ‭grau‬ ‭ou‬ ‭cônjuge,‬ ‭alistamento‬ ‭militar,‬ ‭por‬ ‭solicitação‬
‭judicial‬ ‭ou‬ ‭por‬ ‭outro‬ ‭motivo‬ ‭previsto‬ ‭em‬ ‭lei,‬ ‭terá‬ ‭direito‬ ‭a‬ ‭segunda‬ ‭chamada,‬ ‭desde‬ ‭que‬

‭56‬
‭justificada pela apresentação dos seguintes documentos:‬

‭-‬ ‭Atestado‬ ‭médico‬ ‭comprovando‬ ‭moléstia‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭impossibilita‬ ‭de‬ ‭participar‬ ‭das‬
‭atividades na primeira chamada.‬
‭-‬ ‭Certidão de óbito de parente de primeiro grau ou cônjuge.‬
‭-‬ ‭Declaração de comparecimento ao alistamento militar pelo órgão competente.‬
‭-‬ ‭Solicitação judicial.‬
‭-‬ ‭Outros documentos que apresentem o amparo legal.‬
‭A‬ ‭segunda‬ ‭chamada‬ ‭somente‬ ‭será‬ ‭concedida‬ ‭se‬ ‭requerida,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭formulário‬
‭próprio,‬ ‭disponível‬ ‭no‬ ‭Ambiente‬ ‭Virtual‬‭de‬‭Aprendizagem‬‭(AVA)‬‭de‬‭cada‬‭campus,‬‭no‬‭prazo‬
‭de 48 (quarenta e oito horas) após a realização da primeira chamada.‬
‭Os‬ ‭documentos‬ ‭de‬ ‭que‬‭trata‬‭o‬‭Art.‬‭47‬‭da‬‭Resolução‬‭nº‬‭055/2018,‬‭de‬‭22‬‭de‬‭agosto‬‭de‬
‭2018.‬
‭deverão‬ ‭ser‬ ‭entregues‬ ‭no‬ ‭Polo‬ ‭de‬ ‭Apoio‬ ‭Presencial,‬ ‭que‬‭fará‬‭o‬‭encaminhamento‬‭no‬
‭prazo‬‭máximo‬‭de‬‭72‬‭(setenta‬‭e‬‭duas)‬‭horas,‬‭após‬‭a‬‭solicitação,‬‭ou‬‭diretamente‬‭ao‬‭Coordenador‬
‭de Curso via endereço eletrônico.‬
‭O‬‭pedido‬‭apresentado‬‭fora‬‭do‬‭prazo‬‭estabelecido‬‭só‬‭poderá‬‭ser‬‭deferido‬‭com‬‭anuência‬
‭do Coordenador do Curso.‬
‭13.2 Justificativas de faltas‬
‭A‬‭participação‬‭nas‬‭aulas‬‭e‬‭demais‬‭atividades‬‭acadêmicas‬‭será‬‭obrigatória‬‭e‬‭obedecerá‬
‭às‬ ‭disposições‬ ‭legais‬ ‭em‬ ‭vigor.‬ ‭Os‬ ‭pedidos‬ ‭de‬ ‭justificativas‬ ‭de‬ ‭faltas‬ ‭nas‬ ‭atividades‬
‭programadas‬ ‭presenciais‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭casos‬ ‭previstos‬ ‭em‬ ‭lei‬ ‭serão‬ ‭solicitados‬ ‭diretamente‬ ‭pelo‬
‭estudante‬ ‭à‬ ‭Coordenação‬ ‭de‬ ‭Curso.‬ ‭A‬ ‭Coordenação‬ ‭de‬ ‭Curso‬ ‭encaminhará‬ ‭os‬ ‭pedidos‬ ‭e‬ ‭a‬
‭decisão‬ ‭sobre‬ ‭a‬ ‭justificativa‬ ‭de‬ ‭falta‬ ‭em‬ ‭conjunto‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭professores‬ ‭responsáveis‬ ‭pelas‬
‭disciplinas.‬ ‭Não‬ ‭haverá‬ ‭reprovação‬ ‭por‬ ‭frequência‬ ‭nos‬ ‭cursos‬ ‭técnicos‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭a‬
‭distância (§ 3° do art. 47 da Lei nº 9.394/1996).‬
‭13.3 Da recuperação, reprovação e exame final‬

‭A‬ ‭recuperação,‬ ‭organizada‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭objetivo‬ ‭de‬ ‭garantir‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬‭mínimo‬
‭que‬‭permita‬‭o‬‭prosseguimento‬‭de‬‭estudos,‬‭será‬‭estruturada‬‭de‬‭maneira‬‭a‬‭possibilitar‬‭a‬‭revisão‬
‭de‬‭conteúdos‬‭não‬‭assimilados‬‭satisfatoriamente,‬‭bem‬‭como‬‭proporcionar‬‭a‬‭obtenção‬‭de‬‭notas‬

‭57‬
‭que possibilitem sua promoção.‬

‭A‬ ‭recuperação‬ ‭será‬ ‭estruturada‬ ‭na‬ ‭forma‬ ‭de‬ ‭atividades‬ ‭avaliativas‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭e/ou‬
‭presenciais,‬ ‭ao‬ ‭final‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭módulo,‬‭de‬‭maneira‬‭a‬‭possibilitar‬‭a‬‭promoção‬‭do‬‭estudante‬‭e‬‭o‬
‭prosseguimento de seus estudos.‬

‭A recuperação obedecerá aos critérios a seguir:‬

‭-‬ ‭Será‬ ‭submetido‬ ‭à‬ ‭recuperação‬ ‭o‬ ‭estudante‬ ‭que‬ ‭obtiver‬ ‭nota‬ ‭menor‬ ‭que‬ ‭6,0‬ ‭(seis)‬
‭pontos.‬ ‭O‬ ‭cálculo‬ ‭da‬ ‭nota‬ ‭final‬ ‭da‬ ‭disciplina,‬ ‭após‬ ‭a‬ ‭recuperação‬ ‭correspondente‬ ‭ao‬
‭período,‬ ‭será‬ ‭a‬ ‭partir‬ ‭da‬ ‭média‬ ‭aritmética‬ ‭da‬ ‭média‬ ‭obtida‬ ‭na‬ ‭disciplina‬ ‭mais‬ ‭a‬
‭avaliação‬‭de‬‭recuperação.‬‭Se‬‭a‬‭média‬‭da‬‭disciplina,‬‭após‬‭a‬‭recuperação,‬‭for‬‭menor‬‭que‬
‭a nota semestral antes da recuperação, será mantida a maior nota.‬

‭O‬ ‭valor‬‭total‬‭das‬‭avaliações‬‭de‬‭recuperação‬‭será‬‭de‬‭10,0‬‭(dez)‬‭pontos‬‭seguindo‬‭os‬
‭parâmetros definidos no Artigo 43 da Resolução nº 055/2018, de 22 de agosto de 2018.‬
‭-‬ ‭Quando aprovado, a nota registrada será de no mínimo‬‭6,0 (seis) pontos.‬
‭-‬ ‭O‬ ‭estudante‬ ‭será‬ ‭reprovado‬ ‭quando‬ ‭a‬ ‭nota‬ ‭obtida‬ ‭na‬ ‭recuperação‬ ‭for‬ ‭menor‬ ‭que‬‭6,0‬
‭(seis) pontos.‬
‭-‬ ‭O resultado da recuperação deverá ser registrado no sistema acadêmico.‬
‭A‬‭recuperação‬‭será‬‭estruturada‬‭em‬‭dois‬‭momentos,‬‭o‬‭primeiro‬‭ao‬‭final‬‭da‬‭disciplina‬‭e‬
‭o segundo ao final de cada módulo, na forma de exame final.‬
‭-‬ ‭A‬ ‭recuperação‬ ‭ocorrerá‬ ‭ao‬ ‭final‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭disciplina,‬ ‭no‬ ‭máximo‬ ‭até‬ ‭30‬ ‭dias‬ ‭após‬ ‭o‬
‭encerramento da mesma.‬
‭-‬ ‭O‬ ‭exame‬ ‭final‬ ‭poderá‬ ‭ser‬ ‭feito‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭atividades‬ ‭avaliativas‬ ‭a‬ ‭distância‬ ‭e‬
‭presenciais,‬‭de‬‭maneira‬‭a‬‭possibilitar‬‭a‬‭promoção‬‭do‬‭estudante‬‭e‬‭o‬‭prosseguimento‬‭de‬
‭seus estudos.‬
‭O estudante será considerado reprovado na disciplina nos seguintes casos:‬
‭-‬ ‭Quando‬ ‭obtiver‬ ‭nota‬ ‭inferior‬ ‭a‬ ‭3,0‬ ‭(três)‬ ‭pontos‬ ‭na‬ ‭média‬ ‭ao‬ ‭final‬ ‭das‬ ‭atividades‬
‭regulares da disciplina;‬
‭-‬ ‭Quando obtiver nota inferior a 6,0 (seis) pontos‬‭após as atividades da recuperação.‬
‭No‬ ‭período‬ ‭destinado‬ ‭à‬ ‭recuperação,‬ ‭o‬ ‭estudante‬ ‭deverá‬ ‭apresentar‬ ‭ao‬‭tutor‬‭todas‬‭as‬
‭atividades pendentes.‬

‭58‬
‭-‬ ‭Neste‬‭período‬‭a‬‭plataforma‬‭ou‬‭ambiente‬‭virtual‬‭de‬‭aprendizagem‬‭será‬‭reaberta‬‭para‬‭o‬
‭estudante, que será acompanhado por professores mediadores (tutores).‬
‭-‬ ‭Ao final deste período o estudante será submetido a uma avaliação.‬
‭-‬ ‭O valor total das avaliações de recuperação será de 10,0 (dez) pontos.‬
‭Na‬ ‭recuperação‬ ‭os‬ ‭tutores‬ ‭orientarão‬ ‭os‬ ‭alunos‬ ‭quanto‬ ‭aos‬ ‭processos‬ ‭e‬ ‭prazos,‬ ‭os‬
‭procedimentos‬ ‭diante‬ ‭do‬ ‭não‬ ‭envio‬ ‭das‬ ‭atividades,‬ ‭ou‬ ‭menção‬ ‭insuficiente‬ ‭das‬ ‭mesmas‬ ‭ao‬
‭final de cada disciplina. O exame final ocorrerá ao final de cada módulo do curso.‬
‭-‬ ‭Terá‬ ‭direito‬ ‭ao‬ ‭exame‬ ‭final‬ ‭o‬ ‭discente‬ ‭que‬ ‭obtiver‬ ‭média‬ ‭da‬ ‭disciplina‬ ‭igual‬ ‭ou‬
‭superior a 30,0% (trinta por cento) e inferior a 60,0% (sessenta por cento).‬
‭-‬ ‭O exame final poderá abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina.‬
‭-‬ ‭O‬ ‭cálculo‬ ‭do‬ ‭resultado‬ ‭final‬ ‭da‬‭disciplina‬‭(RFD),‬‭após‬‭o‬‭exame‬‭final‬‭correspondente‬
‭ao‬ ‭período,‬ ‭será‬ ‭a‬ ‭partir‬ ‭da‬ ‭média‬ ‭ponderada‬ ‭da‬ ‭média‬ ‭da‬ ‭disciplina‬ ‭após‬ ‭a‬
‭recuperação, peso 1, mais a nota do exame final, peso 2, esta somatória dividida por 3.‬
‭-‬ ‭O‬‭exame‬‭final‬‭consistirá‬‭na‬‭realização‬‭de‬‭avaliação‬‭on-line,‬‭com‬‭15‬‭questões‬‭e‬‭poderá‬
‭abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina.‬
‭-‬ ‭O exame final deverá acontecer no máximo 45 dias‬‭após o término do módulo.‬
‭O exame final é facultativo para o aluno.‬
‭-‬ ‭Na ausência do aluno no exame final, será mantida a média semestral da disciplina.‬
‭-‬ ‭Não há limite do número de disciplinas para o discente participar do exame final.‬
‭O‬ ‭discente‬ ‭terá‬ ‭direito‬ ‭a‬ ‭revisão‬ ‭de‬ ‭nota‬ ‭do‬ ‭exame‬ ‭final,‬ ‭desde‬ ‭que‬ ‭requerida‬ ‭por‬
‭escrito‬‭ao‬‭Coordenador‬‭de‬‭Curso‬‭num‬‭prazo‬‭máximo‬‭de‬‭2‬‭(dois)‬‭dias‬‭úteis‬‭após‬‭a‬‭publicação‬
‭da nota. A revisão da nota ficará a cargo do coordenador do curso.‬
‭Tabela 2 - Resumo de critérios para efeito de aprovação‬

‭Condição‬ ‭Situação Final‬

‭MD >= 60 %‬ ‭APROVADO‬

‭MD < 60 %‬ ‭RECUPERAÇÃO‬

‭30 % <= MDR < 60 %‬ ‭EXAME FINAL‬

‭MDR < 30 % ou RDF < 60 %‬ ‭REPROVADO‬


‭Fonte: Adaptado da‬‭Resolução nº 055/2018, de 22 de‬‭agosto de 2018‬

‭59‬
‭MD – média da disciplina;‬

‭MDR – média da disciplina recuperação;‬

‭RFD – resultado final da disciplina.‬

‭Em‬‭casos‬‭de‬‭reprovação,‬‭se‬‭houver‬‭oferta‬‭de‬‭disciplinas‬‭novamente,‬‭será‬‭oportunizada‬
‭ao estudante a matrícula conforme legislação vigente.‬

‭13.4 Do Conselho de Classe‬

‭O‬ ‭conselho‬ ‭de‬ ‭classe‬ ‭pedagógico‬ ‭de‬ ‭caráter‬ ‭consultivo‬ ‭e‬ ‭diagnóstico‬ ‭deverá‬ ‭ser‬
‭previsto‬ ‭em‬ ‭calendário‬ ‭acadêmico‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭presença‬ ‭dos‬ ‭professores,‬ ‭coordenador‬ ‭do‬ ‭curso,‬
‭tutores,‬ ‭representantes‬ ‭dos‬ ‭estudantes,‬ ‭pedagogos‬ ‭(as),‬ ‭representante‬ ‭da‬ ‭equipe‬
‭multidisciplinar‬ ‭e‬ ‭coordenador‬ ‭geral‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭ou‬ ‭seu‬ ‭representante‬ ‭indicado,‬ ‭com‬ ‭a‬
‭finalidade‬ ‭de‬‭discutir‬‭os‬‭processos‬‭de‬‭ensino-aprendizagem,‬‭avaliação‬‭geral‬‭e‬‭diagnóstico‬‭do‬
‭estudante,‬ ‭deliberações‬ ‭e‬ ‭intervenções‬ ‭necessárias‬ ‭destinadas‬ ‭a‬ ‭garantir‬ ‭a‬ ‭qualidade‬ ‭do‬
‭processo educativo.‬

‭O‬ ‭conselho‬ ‭de‬ ‭classe‬ ‭pedagógico‬ ‭consultivo‬ ‭e‬ ‭diagnóstico‬ ‭deverá‬ ‭se‬ ‭reunir,‬ ‭no‬
‭mínimo, 1 (uma) vez ao final de cada módulo.‬

‭Ao‬‭final‬‭de‬‭cada‬‭módulo‬‭haverá‬‭um‬‭Conselho‬‭de‬‭Classe‬‭de‬‭caráter‬‭deliberativo,‬‭com‬
‭participação‬‭obrigatória‬‭do‬‭professor‬‭e,‬‭na‬‭ausência‬‭deste‬‭em‬‭programas‬‭de‬‭fomento,‬‭do‬‭tutor‬
‭a distância, sem a presença dos estudantes.‬

‭O conselho de classe pedagógico será presidido pelo Coordenador de Curso.‬

‭60‬
‭14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR‬

‭Conforme‬‭Art.‬‭59‬‭da‬‭LDB,‬‭item‬‭II,‬‭os‬‭sistemas‬‭de‬‭ensino‬‭assegurarão‬‭aos‬‭educandos‬
‭com‬‭necessidades‬‭especiais‬‭a‬‭terminalidade‬‭específica‬‭para‬‭aqueles‬‭que‬‭não‬‭puderem‬‭atingir‬‭o‬
‭nível‬ ‭exigido‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭conclusão‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭em‬ ‭virtude‬ ‭de‬ ‭suas‬ ‭deficiências,‬‭e‬‭aceleração‬‭para‬
‭concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados.‬

‭O‬‭Parecer‬‭CNE/CEB‬‭Nº‬‭2/2013‬‭autoriza‬‭adotar‬‭a‬‭terminalidade‬‭específica‬‭nos‬‭cursos‬
‭de‬ ‭educação‬ ‭profissional‬ ‭técnica‬ ‭de‬‭nível‬‭médio‬‭oferecidos‬‭nas‬‭formas‬‭articulada,‬‭integrada,‬
‭concomitante‬ ‭e‬ ‭subsequente‬ ‭ao‬ ‭Ensino‬ ‭Médio,‬ ‭inclusive‬ ‭na‬ ‭modalidade‬ ‭de‬ ‭Educação‬ ‭de‬
‭Jovens e Adultos.‬

‭Segundo‬ ‭a‬ ‭Resolução‬ ‭02/2001‬ ‭do‬ ‭CNE,‬ ‭que‬ ‭instituiu‬ ‭as‬ ‭Diretrizes‬ ‭Nacionais‬ ‭para‬
‭Educação‬‭Especial‬‭-‬‭DNEE,‬‭a‬‭Terminalidade‬‭Específica‬‭[...]‬‭é‬‭uma‬‭certificação‬‭de‬‭conclusão‬
‭de‬ ‭escolaridade‬ ‭–‬ ‭fundamentada‬ ‭em‬ ‭avaliação‬ ‭pedagógica‬ ‭–‬ ‭com‬ ‭histórico‬ ‭escolar‬ ‭que‬
‭apresente,‬‭de‬‭forma‬‭descritiva,‬‭as‬‭habilidades‬‭e‬‭competências‬‭atingidas‬‭pelos‬‭educandos‬‭com‬
‭grave deficiência mental ou múltipla.‬

‭Os‬ ‭alunos‬ ‭com‬ ‭deficiência,‬ ‭transtornos‬ ‭globais‬ ‭do‬ ‭desenvolvimento‬ ‭e‬ ‭altas‬
‭habilidades‬ ‭ou‬ ‭superdotação‬ ‭terão‬ ‭direito‬ ‭a‬ ‭adaptação‬ ‭curricular,‬ ‭que‬ ‭deverá‬ ‭ser‬ ‭elaborada‬
‭pelos‬ ‭docentes‬ ‭com‬ ‭assessoria/acompanhamento‬ ‭do‬ ‭NAPNE‬ ‭e‬ ‭formalizada‬ ‭no‬ ‭plano‬
‭educacional individualizado conforme resolução 102/2013 do IFSULDEMINAS.‬

‭A‬ ‭flexibilização‬ ‭curricular‬ ‭possibilita‬ ‭o‬ ‭acesso,‬ ‭na‬ ‭perspectiva‬ ‭da‬ ‭permanência‬ ‭e‬
‭êxito,‬ ‭dos‬ ‭estudantes‬ ‭que‬ ‭apresentam‬ ‭altas‬ ‭habilidades/superdotação,‬ ‭condutas‬ ‭típicas,‬
‭síndromes,‬ ‭transtornos‬ ‭globais‬ ‭do‬ ‭desenvolvimento‬ ‭e‬ ‭deficiências‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭adaptações‬
‭curriculares‬ ‭que‬ ‭focalizam‬ ‭principalmente‬ ‭a‬ ‭organização‬ ‭escolar‬ ‭e‬ ‭os‬ ‭serviços‬ ‭de‬ ‭apoio.‬ ‭O‬
‭Núcleo‬ ‭de‬ ‭Apoio‬ ‭às‬ ‭Pessoas‬ ‭com‬ ‭Necessidades‬ ‭Especiais‬ ‭(NAPNE)‬ ‭é‬ ‭responsável‬ ‭pela‬
‭garantia‬ ‭e‬ ‭acompanhamento‬ ‭da‬ ‭flexibilização‬ ‭curricular‬ ‭aos‬ ‭discentes‬ ‭com‬ ‭necessidades‬
‭especiais,‬ ‭que‬ ‭necessitarem,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭do‬ ‭Plano‬ ‭Educacional‬ ‭Individual‬ ‭Discente.‬ ‭As‬
‭adaptações são divididas em:‬

‭-‬ ‭Adaptação‬ ‭de‬ ‭objetivos:‬ ‭estas‬ ‭adaptações‬ ‭se‬ ‭referem‬ ‭a‬ ‭ajustes‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭professor‬ ‭deve‬

‭61‬
‭fazer‬ ‭nos‬ ‭objetivos‬ ‭pedagógicos‬ ‭constantes‬ ‭do‬ ‭seu‬ ‭plano‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭de‬ ‭forma‬ ‭a‬
‭adequá-los‬ ‭às‬ ‭características‬ ‭e‬ ‭condições‬ ‭do‬ ‭aluno‬ ‭com‬ ‭necessidades‬ ‭educacionais‬
‭especiais.‬ ‭O‬ ‭professor‬ ‭poderá‬ ‭também‬ ‭acrescentar‬ ‭objetivos‬ ‭complementares‬ ‭aos‬
‭objetivos postos para o grupo.‬
‭-‬ ‭Adaptação‬ ‭de‬ ‭conteúdo:‬ ‭os‬ ‭tipos‬ ‭de‬‭adaptação‬‭de‬‭conteúdo‬‭podem‬‭ser‬ ‭a‬‭priorização‬
‭de‬ ‭áreas‬ ‭ou‬ ‭unidades‬ ‭de‬ ‭conteúdos,‬ ‭a‬ ‭reformulação‬ ‭das‬‭sequências‬‭de‬‭conteúdos‬‭ou,‬
‭ainda,‬‭a‬‭eliminação‬‭de‬‭conteúdos‬‭secundários,‬‭acompanhando‬‭as‬‭adaptações‬‭propostas‬
‭para os objetivos educacionais.‬
‭-‬ ‭Adaptação‬‭de‬‭Métodos‬‭de‬‭Ensino‬‭e‬‭Organização‬‭Didática:‬‭modificar‬‭os‬‭procedimentos‬
‭de‬ ‭ensino,‬ ‭tanto‬ ‭introduzindo‬ ‭atividades‬ ‭alternativas‬ ‭às‬‭previstas,‬‭como‬‭introduzindo‬
‭atividades‬ ‭complementares‬ ‭àquelas‬ ‭originalmente‬ ‭planejadas‬ ‭para‬ ‭obter‬ ‭a‬ ‭resposta‬
‭efetiva‬ ‭às‬ ‭necessidades‬ ‭educacionais‬ ‭especiais‬ ‭do‬ ‭estudante.‬ ‭Modificar‬ ‭o‬ ‭nível‬ ‭de‬
‭complexidade‬‭delas,‬‭apresentando-as‬‭passo‬‭a‬‭passo.‬‭Eliminar‬‭componentes‬‭ou‬‭dividir‬
‭a cadeia em passos menores, com menor dificuldade entre um passo e outro.‬
‭-‬ ‭Adaptação‬ ‭de‬ ‭materiais‬ ‭utilizados:‬ ‭são‬ ‭vários‬ ‭recursos‬ ‭–‬ ‭didáticos,‬ ‭pedagógicos,‬
‭desportivos,‬ ‭de‬ ‭comunicação‬ ‭-‬ ‭que‬ ‭podem‬ ‭ser‬ ‭úteis‬ ‭para‬ ‭atender‬ ‭às‬ ‭necessidades‬
‭especiais de diversos tipos de deficiência, seja ela permanente ou temporária.‬
‭-‬ ‭Adaptação‬ ‭na‬ ‭Temporalidade‬ ‭do‬ ‭Processo‬ ‭de‬ ‭Ensino‬ ‭e‬ ‭Aprendizagem:‬ ‭o‬ ‭professor‬
‭pode‬ ‭organizar‬ ‭o‬ ‭tempo‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭propostas‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭estudante,‬ ‭levando-se‬ ‭em‬
‭conta‬ ‭tanto‬ ‭o‬ ‭aumento‬ ‭como‬ ‭a‬ ‭diminuição‬ ‭do‬ ‭tempo‬ ‭previsto‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭trato‬ ‭de‬
‭determinados objetivos e os seus conteúdos.‬
‭-‬ ‭Avaliação‬ ‭inclusiva:‬ ‭realizada‬ ‭com‬ ‭função‬ ‭diagnóstica‬ ‭para‬ ‭orientação‬ ‭do‬ ‭trabalho‬
‭com‬‭vistas‬‭ao‬‭desenvolvimento‬‭do‬‭aluno‬‭com‬‭necessidade‬‭especial,‬‭deve-se‬‭considerar‬
‭os pressupostos:‬
‭-‬ ‭Disponibilidade‬ ‭do‬ ‭professor‬ ‭em‬ ‭fazer‬ ‭da‬ ‭avaliação‬ ‭mais‬ ‭um‬ ‭momento‬ ‭de‬
‭aprendizagem‬‭;‬
‭-‬ ‭Estabelecimento de um ambiente de confiança;‬
‭-‬ ‭Esclarecimento aos alunos do que se espera da avaliação;‬
‭-‬ ‭Previsão de tempo adequado para resolução das atividades avaliativas;‬
‭-‬ ‭Atribuição‬ ‭de‬ ‭valores‬ ‭às‬ ‭questões,‬ ‭conforme‬ ‭a‬ ‭singularidade‬ ‭das‬ ‭necessidades‬
‭especiais;‬

‭62‬
‭-‬ ‭Consideração do processo de resolução, do raciocínio;‬
‭-‬ ‭Utilização‬ ‭de‬ ‭enunciados‬‭sucintos,‬‭elaborados‬‭com‬‭objetividade‬‭e‬‭clareza,‬‭com‬‭apoio‬
‭de‬ ‭figuras‬ ‭que‬ ‭auxiliem‬ ‭na‬ ‭interpretação‬ ‭da‬ ‭questão,‬ ‭quando‬ ‭a‬ ‭deficiência‬ ‭for‬
‭intelectual;‬
‭-‬ ‭Adequação‬ ‭do‬ ‭ambiente‬ ‭e‬ ‭dos‬ ‭instrumentos‬ ‭necessários‬ ‭para‬ ‭realização‬ ‭da‬‭atividade‬
‭avaliativa, quando a deficiência for física ou sensorial;‬
‭-‬ ‭Comunicação‬ ‭dos‬ ‭resultados‬ ‭o‬ ‭mais‬ ‭rápido‬ ‭possível‬ ‭objetivando‬ ‭discriminar‬ ‭as‬
‭necessidades o quanto antes;‬
‭-‬ ‭Valorização das habilidades em detrimento das limitações;‬
‭Ressalta-se‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭processo‬ ‭de‬ ‭avaliação‬ ‭dependerá‬ ‭de‬ ‭conhecimento‬ ‭sobre‬
‭especificidade‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭caso,‬ ‭considerando‬ ‭a‬ ‭trajetória‬ ‭do‬ ‭sujeito‬ ‭para‬ ‭promover,‬ ‭da‬ ‭melhor‬
‭forma possível.‬

‭63‬
‭15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO‬

‭A‬ ‭Matriz‬ ‭Curricular‬ ‭deverá‬ ‭ser‬ ‭revista‬ ‭e/ou‬ ‭alterada‬ ‭sempre‬ ‭que‬ ‭se‬ ‭verificar,‬
‭mediante‬ ‭avaliações‬ ‭sistemáticas,‬ ‭defasagens‬ ‭entre‬ ‭o‬ ‭perfil‬ ‭de‬ ‭conclusão‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭seus‬
‭objetivos‬ ‭e‬ ‭sua‬ ‭organização‬ ‭curricular‬ ‭frente‬ ‭às‬ ‭exigências‬ ‭decorrentes‬ ‭das‬ ‭transformações‬
‭científicas,‬ ‭tecnológicas,‬ ‭sociais‬ ‭e‬ ‭culturais.‬ ‭As‬ ‭eventuais‬ ‭alterações‬ ‭curriculares‬ ‭serão‬
‭implantadas‬ ‭sempre‬ ‭no‬ ‭início‬ ‭do‬ ‭desenvolvimento‬ ‭de‬ ‭cada‬ ‭turma‬ ‭ingressante‬ ‭e‬ ‭serão‬
‭propostas‬‭pelo‬‭Colegiado‬‭do‬‭Curso,‬‭com‬‭acompanhamento‬‭do‬‭setor‬‭pedagógico,‬‭devendo‬‭ser‬
‭aprovadas‬ ‭pelo‬ ‭Colegiado‬ ‭Acadêmico‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭(CADEM),‬ ‭pela‬ ‭Câmara‬ ‭de‬ ‭Ensino‬
‭(CAMEN),‬ ‭pelo‬ ‭Colegiado‬ ‭de‬ ‭Ensino,‬ ‭Pesquisa‬ ‭e‬ ‭Extensão‬ ‭(CEPE),‬ ‭quando‬ ‭não‬ ‭houver‬ ‭a‬
‭necessidade de nova resolução para o curso.‬

‭Os‬ ‭casos‬ ‭não‬ ‭previstos‬ ‭neste‬ ‭Projeto‬ ‭Pedagógico‬ ‭de‬ ‭Curso‬ ‭ou‬ ‭nos‬ ‭regulamentos‬
‭internos‬ ‭e‬ ‭externos‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭serão‬ ‭resolvidos‬ ‭pelo‬ ‭Colegiado‬ ‭do‬ ‭Curso‬ ‭e/ou‬
‭CADEM,‬‭com‬‭auxílio‬‭da‬‭Supervisão‬‭Pedagógica.‬‭Uma‬‭nova‬‭revisão‬‭deste‬‭documento‬‭deverá‬
‭ser‬ ‭realizada‬ ‭no‬ ‭prazo‬ ‭de‬ ‭2‬ ‭(dois)‬ ‭anos‬‭,‬ ‭ou‬ ‭a‬ ‭qualquer‬ ‭tempo‬ ‭em‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭colegiado‬‭do‬‭curso‬
‭deliberar, respeitadas as diretrizes das legislações vigentes.‬

‭Destaca-se‬ ‭o‬ ‭envolvimento‬ ‭dos‬ ‭discentes‬ ‭neste‬ ‭processo,‬ ‭por‬ ‭meio‬ ‭de‬ ‭sua‬
‭participação‬ ‭no‬ ‭Conselho‬ ‭de‬ ‭Classe,‬‭Colegiado‬‭de‬‭Curso,‬‭Colegiado‬‭Acadêmico‬‭do‬‭Campus‬
‭(CADEM),‬‭Câmara‬‭de‬‭Ensino‬‭(CAMEN),‬‭Colegiado‬‭de‬‭Ensino,‬‭Pesquisa‬‭e‬‭Extensão‬‭(CEPE)‬
‭e Conselho Superior (CONSUP).‬

‭64‬
‭16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE‬

‭Seguem‬‭nos‬‭itens‬‭abaixo,‬‭as‬‭políticas,‬‭ações‬‭e‬‭regulamentos‬‭do‬‭IFSULDEMINAS‬‭–‬
‭Campus‬‭Pouso Alegre voltadas ao apoio aos estudantes‬‭de todos os níveis de ensino.‬
‭16.1‬ ‭Assistência Estudantil‬

‭A‬ ‭Assistência‬ ‭Estudantil‬ ‭é‬ ‭uma‬ ‭Política‬ ‭de‬ ‭Ações‬ ‭constituída‬ ‭por‬ ‭um‬ ‭conjunto‬ ‭de‬
‭princípios‬‭e‬‭diretrizes‬‭que‬‭orientam‬‭a‬‭elaboração‬‭e‬‭implantação‬‭de‬‭ações‬‭que‬‭visam‬‭o‬‭acesso,‬
‭a‬‭permanência‬‭e‬‭a‬‭conclusão‬‭com‬‭êxito‬‭dos‬‭nossos‬‭estudantes.‬‭Para‬‭conhecer‬‭melhor‬‭e‬‭saber‬
‭mais‬‭detalhes‬‭sobre‬‭a‬‭Política‬‭de‬‭Assistência‬‭Estudantil,‬‭acesse‬‭a‬‭Resolução‬‭Consup‬‭nº‬‭85‬‭de‬
‭20 de dezembro de 2018.‬

‭Os‬ ‭profissionais‬ ‭das‬ ‭áreas‬ ‭multidisciplinares‬ ‭que‬ ‭dão‬ ‭suporte‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭execução‬ ‭da‬
‭Política‬ ‭de‬ ‭Assistência‬ ‭Estudantil‬ ‭encontram-se,‬ ‭em‬ ‭sua‬ ‭maioria,‬ ‭na‬ ‭Coordenadoria‬ ‭de‬
‭Assistência Estudantil (CAE).‬

‭Sobre‬ ‭a‬ ‭Política,‬ ‭serão‬ ‭destacados‬ ‭neste‬ ‭documento‬ ‭os‬ ‭programas‬‭que‬‭alcançam‬‭os‬


‭alunos‬‭EAD:‬‭o‬‭Programa‬‭de‬‭Acompanhamento‬‭Psicológico,‬‭o‬‭Programa‬‭de‬‭Acompanhamento‬
‭Pedagógico‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Atendimento‬ ‭às‬ ‭Pessoas‬ ‭com‬ ‭Necessidades‬ ‭Educacionais‬
‭Especiais.‬

‭16.2 Programa de Acompanhamento Psicológico‬

‭O‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Acompanhamento‬‭Psicológico‬‭terá‬‭como‬‭objetivo‬‭mediar‬‭processos‬


‭de‬‭ensino-aprendizagem‬‭realizando‬‭um‬‭trabalho‬‭multidisciplinar‬‭com‬‭os‬‭demais‬‭profissionais‬
‭da‬ ‭Coordenadoria‬ ‭de‬ ‭Assistência‬ ‭Estudantil,‬ ‭contribuindo‬ ‭assim,‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭promoção‬ ‭da‬‭saúde‬
‭mental‬‭e‬‭qualidade‬‭de‬‭vida‬‭dos‬‭estudantes,‬‭por‬‭meio‬‭de‬‭ações‬‭pautadas‬‭na‬‭ética‬‭profissional‬‭e‬
‭nos direitos humanos.‬

‭16.3 Programa de Acompanhamento Pedagógico‬

‭O‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Acompanhamento‬ ‭Pedagógico‬ ‭deverá‬ ‭acompanhar‬ ‭e‬ ‭apoiar‬ ‭os‬
‭estudantes‬ ‭em‬ ‭seu‬ ‭desenvolvimento‬ ‭integral‬ ‭prestando‬ ‭atendimento‬ ‭individualizado‬ ‭ou‬ ‭em‬
‭grupo,‬‭tanto‬‭para‬‭os‬‭estudantes‬‭que‬‭procurem‬‭o‬‭atendimento‬‭por‬‭iniciativa‬‭própria‬‭ou‬‭aqueles‬
‭que‬ ‭são‬ ‭encaminhados‬ ‭por‬‭solicitação‬‭e/ou‬‭indicação‬‭de‬‭docentes‬‭e/ou‬‭pais.‬‭Também‬‭deverá‬
‭realizar‬ ‭um‬ ‭trabalho‬ ‭multidisciplinar‬ ‭para‬ ‭melhor‬ ‭atender‬ ‭as‬ ‭necessidades‬ ‭de‬ ‭aprendizagem‬

‭65‬
‭dos estudantes.‬

‭16.4‬ ‭Programa‬ ‭de‬ ‭Atendimento‬ ‭às‬ ‭Pessoas‬ ‭com‬ ‭Necessidades‬ ‭Educacionais‬


‭Especiais‬

‭Tem‬ ‭por‬ ‭finalidade‬ ‭garantir‬ ‭aos‬ ‭estudantes‬ ‭com‬ ‭deficiência,‬ ‭altas‬ ‭habilidades‬ ‭e‬
‭transtornos‬‭globais‬‭do‬‭desenvolvimento,‬‭as‬‭condições‬‭específicas‬‭e‬‭necessárias‬‭que‬‭permitam‬
‭o‬ ‭acompanhamento‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭de‬ ‭ensino,‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬ ‭extensão‬ ‭na‬ ‭Instituição,‬ ‭sendo‬
‭executado‬ ‭pelo‬ ‭NAPNE‬ ‭–‬ ‭Núcleo‬ ‭de‬ ‭Apoio‬ ‭às‬ ‭Pessoas‬ ‭com‬ ‭Necessidades‬ ‭Especiais,‬
‭conforme‬‭Resolução‬‭no‬‭68/2020.‬‭Para‬‭tanto,‬‭o‬‭NAPNE‬‭promoverá‬‭ações‬‭junto‬‭à‬‭comunidade‬
‭acadêmica para possibilitar:‬

‭-‬ ‭Acessibilidade‬ ‭Arquitetônica:‬ ‭Condição‬ ‭estrutural‬ ‭para‬ ‭utilização,‬ ‭com‬ ‭segurança‬ ‭e‬
‭autonomia,‬ ‭total‬ ‭ou‬ ‭assistida,‬ ‭dos‬ ‭espaços,‬ ‭dos‬ ‭mobiliários,‬ ‭das‬ ‭edificações,‬ ‭dos‬
‭serviços‬ ‭de‬ ‭transporte‬ ‭e‬ ‭dos‬ ‭dispositivos,‬ ‭sistemas‬ ‭e‬ ‭meios‬ ‭de‬ ‭comunicação‬ ‭e‬
‭informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.‬
‭-‬ ‭Acessibilidade‬‭Atitudinal:‬‭Refere-se‬‭à‬‭percepção‬‭do‬‭outro‬‭sem‬‭preconceitos,‬‭estigmas,‬
‭estereótipos‬ ‭e‬ ‭discriminações.‬ ‭Os‬‭demais‬‭tipos‬‭de‬‭acessibilidade‬‭estão‬‭relacionados‬‭a‬
‭essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.‬
‭-‬ ‭Acessibilidade‬ ‭Pedagógica:‬ ‭Diminuição‬ ‭de‬ ‭barreiras‬ ‭nas‬ ‭metodologias‬ ‭e‬ ‭técnicas‬ ‭de‬
‭estudo.‬ ‭Está‬ ‭relacionada‬ ‭diretamente‬ ‭à‬ ‭concepção‬ ‭subjacente‬ ‭à‬ ‭atuação‬ ‭docente:‬ ‭a‬
‭forma‬ ‭como‬ ‭os‬ ‭professores‬ ‭concebem‬ ‭conhecimento,‬ ‭aprendizagem,‬ ‭avaliação‬ ‭e‬
‭inclusão‬ ‭educacional‬ ‭determinará,‬ ‭ou‬ ‭não,‬ ‭a‬ ‭remoção‬ ‭das‬ ‭barreiras‬ ‭pedagógicas.‬
‭Também‬ ‭está‬ ‭relacionado‬ ‭ao‬ ‭Atendimento‬ ‭Educacional‬ ‭Especializado‬ ‭(AEE),‬
‭extremamente‬ ‭necessário‬‭e‬‭importante‬‭para‬‭o‬‭desenvolvimento‬‭dos‬‭nossos‬‭estudantes‬
‭com necessidades diversas.‬
‭-‬ ‭Acessibilidade‬ ‭nas‬ ‭comunicações:‬ ‭Diminuição‬ ‭de‬ ‭barreiras‬ ‭na‬ ‭comunicação‬
‭interpessoal‬‭(face‬‭a‬‭face,‬‭língua‬‭de‬‭sinais),‬‭escrita‬‭(jornal,‬‭revista,‬‭livro,‬‭carta,‬‭apostila,‬
‭incluindo‬ ‭textos‬ ‭em‬ ‭Braille,‬ ‭grafia‬ ‭ampliada,‬ ‭uso‬ ‭do‬ ‭computador‬ ‭portátil)‬ ‭e‬ ‭virtual‬
‭(acessibilidade digital).‬
‭-‬ ‭Acessibilidade‬ ‭Digital:‬ ‭direito‬ ‭de‬ ‭eliminação‬ ‭de‬ ‭barreiras‬ ‭na‬ ‭disponibilidade‬ ‭de‬
‭comunicação,‬ ‭de‬ ‭acesso‬ ‭físico,‬ ‭de‬ ‭tecnologias‬ ‭assistivas,‬ ‭compreendendo‬
‭equipamentos‬‭e‬‭programas‬‭adequados,‬‭de‬‭conteúdo‬‭e‬‭apresentação‬‭da‬‭informação‬‭em‬

‭66‬
‭formatos alternativos.‬
‭-‬ ‭Sala‬‭Recursos/Multimeios:‬‭é‬‭um‬‭ambiente‬‭com‬‭materiais‬‭específicos‬‭para‬‭atendimento‬
‭de‬ ‭pessoas‬ ‭que‬ ‭porventura‬ ‭tenham‬ ‭necessidades‬ ‭especiais‬ ‭e‬ ‭assim‬ ‭promover‬ ‭uma‬
‭melhor relação de ensino aos estudantes.‬

‭O‬‭NAPNE‬‭analisa‬‭os‬‭laudos‬‭médicos‬‭quando‬‭apresentados‬‭e,‬‭no‬‭caso‬‭de‬‭ingresso‬‭do‬
‭candidato,‬ ‭encaminham‬ ‭as‬ ‭orientações‬ ‭à‬ ‭Direção‬ ‭de‬ ‭Desenvolvimento‬ ‭Educacional‬ ‭(DDE)‬
‭para as devidas providências e encaminhamentos junto aos docentes.‬

‭Os‬‭casos‬‭de‬‭necessidades‬‭educacionais‬‭especiais‬‭percebidos‬‭no‬‭decorrer‬‭do‬‭processo‬
‭de‬ ‭formação‬ ‭deverão‬ ‭ser‬‭informados‬‭ao‬‭NAPNE‬‭para‬‭que,‬‭junto‬‭à‬‭equipe‬‭multidisciplinar,‬‭o‬
‭AEE,‬‭as‬‭coordenações‬‭de‬‭cursos‬‭e‬‭os‬‭docentes,‬‭sejam‬‭dados‬‭os‬‭devidos‬‭encaminhamentos.‬‭O‬
‭NAPNE atuará no âmbito institucional interno e externo, assessorando a DDE do‬‭campus‬‭.‬

‭Quando‬ ‭se‬ ‭fizer‬ ‭necessário,‬ ‭mediante‬ ‭análise‬ ‭do‬ ‭NAPNE,‬ ‭será‬ ‭elaborado‬ ‭pelos‬
‭docentes,‬‭o‬‭Plano‬‭Educacional‬‭Individual‬‭-‬‭PEI,‬‭com‬‭a‬‭colaboração‬‭dos‬‭membros‬‭do‬‭NAPNE,‬
‭AEE,‬‭equipe‬‭multidisciplinar‬‭e‬‭coordenações‬‭de‬‭curso,‬‭possibilitando‬‭ao‬‭aluno‬‭que‬‭apresenta‬
‭especificidade‬‭e‬‭dificuldade‬‭na‬‭aprendizagem,‬‭o‬‭registro‬‭do‬‭seu‬‭desenvolvimento‬‭ao‬‭longo‬‭do‬
‭processo,‬‭a‬‭garantia‬‭da‬‭permanência‬‭e‬‭a‬‭saída‬‭com‬‭sucesso‬‭do‬‭IFSULDEMINAS.‬‭O‬‭NAPNE‬
‭poderá propor, caso necessário, flexibilização curricular e terminalidade específica.‬

‭16.5 Demais Programas‬

‭Além‬ ‭dos‬ ‭programas‬ ‭mencionados‬ ‭acima,‬ ‭na‬ ‭Política‬ ‭de‬ ‭Assistência‬ ‭Estudantil‬ ‭do‬
‭IFSULDEMINAS‬‭também‬‭estão‬‭incluídos‬‭o‬‭Programa‬‭de‬‭Assistência‬‭à‬‭Saúde,‬‭o‬‭Programa‬‭de‬
‭Acompanhamento‬ ‭do‬ ‭Serviço‬ ‭Social,‬ ‭o‬ ‭Programa‬ ‭Mobilidade‬ ‭Estudantil‬ ‭–‬ ‭Nacional‬ ‭e‬
‭Internacional,‬‭o‬‭Programa‬‭de‬‭Incentivo‬‭ao‬‭Esporte,‬‭Lazer‬‭e‬‭Cultura‬‭e‬‭o‬‭Programa‬‭de‬‭Inclusão‬
‭Digital.‬

‭16.6 Plano Estratégico de Permanência e Êxito‬

‭Entende-se‬ ‭por‬ ‭nivelamento‬ ‭o‬ ‭desenvolvimento‬‭de‬‭atividades‬‭formativas‬‭que‬‭visem‬


‭recuperar‬ ‭conhecimentos‬ ‭que‬ ‭são‬ ‭essenciais‬ ‭para‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭estudante‬ ‭consiga‬ ‭avançar‬ ‭no‬
‭itinerário‬ ‭formativo‬ ‭de‬ ‭seu‬ ‭curso‬ ‭com‬ ‭aproveitamento‬ ‭satisfatório.‬ ‭Tais‬ ‭atividades‬ ‭serão‬
‭proporcionadas ao estudante por meio de:‬

‭-‬ ‭recuperação‬ ‭paralela,‬ ‭desenvolvida‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭objetivo‬ ‭do‬ ‭estudante‬ ‭recompor‬

‭67‬
‭aprendizados‬ ‭durante‬ ‭o‬ ‭período‬ ‭letivo‬ ‭possibilitando‬ ‭além‬ ‭de‬ ‭recuperar‬
‭qualitativamente, também recuperar quantitativamente (avaliação substitutiva);‬
‭-‬ ‭programas‬‭de‬‭tutoria/monitoria,‬‭que‬‭incentivem‬‭grupos‬‭de‬‭estudos‬‭entre‬‭os‬‭estudantes‬
‭de um curso, com vistas à aprendizagem cooperativa;‬
‭-‬ ‭atividades‬ ‭formativas‬ ‭promovidas‬ ‭pelo‬ ‭curso,‬ ‭para‬ ‭além‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭curriculares‬
‭que visem subsidiar/sanar as dificuldades de aprendizagem dos estudantes;‬
‭-‬ ‭atendimentos‬ ‭aos‬ ‭alunos‬ ‭individualmente‬ ‭e/ou‬ ‭coletivamente‬ ‭pelos‬ ‭professores‬ ‭em‬
‭horários‬ ‭alternados‬ ‭em‬ ‭local‬ ‭predeterminado‬ ‭publicado‬ ‭no‬ ‭site‬ ‭da‬ ‭instituição‬ ‭–‬
‭plantões para tirar dúvidas.‬

‭16.7 Representação Estudantil‬

‭Há‬‭de‬‭se‬‭ressaltar‬‭a‬‭participação‬‭dos‬‭estudantes‬‭no‬‭Colegiado‬‭de‬‭Curso,‬‭no‬‭NAPNE‬‭e‬
‭nos‬ ‭demais‬ ‭órgãos‬ ‭colegiados:‬ ‭Colegiado‬ ‭Acadêmico‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭(CADEM),‬ ‭Câmara‬ ‭de‬
‭Ensino‬ ‭(CAMEN),‬ ‭Colegiado‬ ‭de‬ ‭Ensino,‬ ‭Pesquisa‬ ‭e‬ ‭Extensão‬ ‭(CEPE)‬ ‭e‬‭Conselho‬‭Superior‬
‭(CONSUP).‬ ‭Garantindo-se‬ ‭a‬ ‭representação‬ ‭dos‬ ‭estudantes‬ ‭nesses‬ ‭órgãos,‬ ‭garante-se‬ ‭a‬
‭democracia‬ ‭participativa‬‭e‬‭reitera-se‬‭o‬‭compromisso‬‭dos‬‭estudantes‬‭no‬‭processo‬‭pedagógico,‬
‭bem como o reconhecimento deste direito, contribuindo para a formação da cidadania.‬

‭16.8 Educação Inclusiva‬

‭Entende-se‬ ‭como‬ ‭educação‬ ‭inclusiva‬ ‭a‬ ‭garantia‬ ‭de‬ ‭acesso‬ ‭e‬ ‭permanência‬ ‭do‬
‭estudante‬ ‭na‬ ‭instituição‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭bem‬ ‭como‬ ‭proporcionar‬ ‭condições‬ ‭para‬ ‭o‬ ‭seu‬ ‭êxito‬ ‭e‬
‭conclusão‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭respeitando‬ ‭sempre‬ ‭as‬ ‭diferenças‬ ‭individuais,‬ ‭especificamente,‬ ‭das‬
‭pessoas com deficiência, diferenças étnicas, de gênero, cultural, socioeconômica, entre outros.‬

‭O‬‭IFSULDEMINAS‬‭–‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭priorizará‬‭ações‬‭inclusivas‬‭voltadas‬‭às‬
‭especificidades‬‭dos‬‭vários‬‭grupos‬‭sociais.‬‭Para‬‭isso,‬‭possui‬‭o‬‭NAPNE,‬‭conforme‬‭mencionado‬
‭no‬‭item‬‭16.4,‬‭é‬‭o‬‭núcleo‬‭responsável‬‭por‬‭lutar‬‭pela‬‭consolidação‬‭dos‬‭direitos‬‭das‬‭pessoas‬‭com‬
‭deficiência‬ ‭visual,‬ ‭auditiva,‬ ‭intelectual,‬ ‭físico‬ ‭motora,‬ ‭múltiplas‬ ‭deficiências,‬ ‭altas‬
‭habilidades/superdotação‬‭e‬‭transtornos‬‭globais‬‭do‬‭desenvolvimento‬‭em‬‭busca‬‭da‬‭emancipação‬
‭e‬‭inclusão‬‭desses‬‭estudantes.‬‭No‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭também‬‭tem‬‭implantado‬‭o‬‭NEABI‬‭–‬
‭Núcleo‬‭de‬‭Estudos‬‭e‬‭Pesquisas‬‭Afro-Brasileiros‬‭e‬‭Indígena‬‭e‬‭o‬‭NEGES‬‭–‬‭Núcleo‬‭de‬‭Estudos‬‭e‬
‭Pesquisas‬ ‭em‬ ‭Gênero,‬ ‭Educação‬ ‭e‬ ‭Sexualidade,‬ ‭núcleos‬ ‭sistêmicos‬ ‭que‬ ‭atuarão‬ ‭junto‬ ‭ao‬

‭68‬
‭NAPNE‬ ‭nas‬ ‭ações‬ ‭de‬ ‭inclusão‬ ‭dentro‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS.‬ ‭Ambos‬ ‭constituem‬ ‭efetivos‬
‭meios de implementação de políticas de educação inclusiva e para a diversidade.‬

‭16.9 Regulamento Disciplinar do Corpo Discente‬

‭O‬ ‭Regulamento‬ ‭Disciplinar‬ ‭do‬ ‭Corpo‬ ‭Discente‬ ‭tem‬ ‭o‬ ‭objetivo‬ ‭de‬ ‭estabelecer‬ ‭os‬
‭direitos,‬‭os‬‭deveres,‬‭os‬‭vetos‬‭e‬‭a‬‭conduta‬‭dos‬‭estudantes‬‭do‬‭IFSULDEMINAS,‬‭visando‬‭o‬‭bom‬
‭andamento‬ ‭das‬ ‭atividades‬ ‭escolares,‬ ‭o‬ ‭aprendizado‬ ‭efetivo‬ ‭dos‬ ‭estudantes,‬ ‭a‬ ‭convivência‬
‭saudável de toda a comunidade escolar e a conservação do patrimônio público.‬

‭Para‬ ‭os‬ ‭efeitos‬ ‭deste‬ ‭regulamento,‬ ‭Corpo‬ ‭Discente‬ ‭é‬ ‭a‬ ‭expressão‬ ‭utilizada‬ ‭para‬
‭designar‬‭o‬‭conjunto‬‭de‬‭TODOS‬‭os‬‭estudantes‬‭regularmente‬‭matriculados‬‭nas‬‭modalidades‬‭de‬
‭ensino oferecidas pelo IFSULDEMINAS.‬

‭16.10 Acompanhamento de Egressos‬

‭O‬ ‭acompanhamento‬ ‭dos‬ ‭egressos‬ ‭é‬ ‭realizado‬ ‭por‬ ‭meio‬‭da‬‭aplicação‬‭de‬‭formulários‬


‭no‬‭site‬‭da‬‭instituição‬‭para‬‭conhecer‬‭a‬‭realidade‬‭dos‬‭nossos‬‭egressos‬‭no‬‭mundo‬‭do‬‭trabalho‬‭e,‬
‭assim,‬‭contribuir‬‭para‬‭traçar‬‭estratégias‬‭de‬‭parcerias‬‭e‬‭convênios‬‭com‬‭empresas,‬‭instituições‬‭e‬
‭organizações‬ ‭que‬ ‭demandam‬ ‭estagiários‬ ‭e‬ ‭profissionais‬ ‭com‬ ‭origem‬ ‭no‬ ‭IFSULDEMINAS.‬
‭Também‬ ‭serão‬ ‭previstas‬ ‭a‬ ‭criação‬ ‭de‬ ‭mecanismos‬ ‭para‬ ‭acompanhamento‬ ‭da‬ ‭inserção‬ ‭dos‬
‭profissionais‬ ‭no‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭manutenção‬ ‭de‬ ‭cadastro‬ ‭atualizado‬ ‭para‬
‭disponibilização de informações recíprocas.‬

‭O‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭concebe‬ ‭o‬ ‭acompanhamento‬ ‭de‬ ‭egressos‬ ‭como‬ ‭uma‬ ‭ação‬ ‭que‬
‭visa‬‭ao‬‭planejamento,‬‭definição‬‭e‬‭retroalimentação‬‭das‬‭políticas‬‭educacionais‬‭da‬‭instituição,‬‭a‬
‭partir da avaliação da qualidade da formação ofertada e da interação com a comunidade.‬

‭Além‬‭disso,‬‭o‬‭acompanhamento‬‭de‬‭egressos‬‭visa‬‭ao‬‭desenvolvimento‬‭de‬‭políticas‬‭de‬
‭formação‬ ‭continuada,‬ ‭com‬ ‭base‬ ‭nas‬ ‭demandas‬ ‭do‬ ‭mundo‬ ‭do‬ ‭trabalho,‬ ‭reconhecendo‬ ‭como‬
‭responsabilidade‬ ‭o‬ ‭atendimento‬ ‭aos‬ ‭seus‬ ‭egressos.‬ ‭A‬ ‭instituição‬ ‭acompanha‬ ‭os‬ ‭egressos‬ ‭a‬
‭partir‬ ‭de‬ ‭ações‬ ‭articuladas‬‭entre‬‭as‬‭Pró-reitorias‬‭de‬‭Ensino‬‭e‬‭Extensão‬‭e‬‭as‬‭Coordenações‬‭de‬
‭Cursos.‬

‭69‬
‭17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S)‬

‭São‬ ‭recursos‬ ‭didáticos‬ ‭constituídos‬ ‭por‬ ‭diferentes‬ ‭mídias‬‭e‬‭tecnologias,‬‭síncronas‬‭e‬


‭assíncronas,‬‭tais‬‭como‬‭ambientes‬‭virtuais‬‭e‬‭suas‬‭ferramentas,‬‭redes‬‭sociais‬‭e‬‭suas‬‭ferramentas.‬
‭As‬ ‭Tecnologias‬ ‭de‬ ‭Informação‬ ‭e‬ ‭Comunicação‬ ‭(TICs)‬ ‭previstas/implantadas‬‭no‬‭processo‬‭de‬
‭ensino-aprendizagem‬‭devem‬‭permitir‬‭a‬‭execução‬‭do‬‭projeto‬‭pedagógico‬‭do‬‭curso‬‭e‬‭a‬‭garantia‬
‭da acessibilidade e do domínio das TICs.‬

‭O‬‭Campus‬‭disponibiliza‬‭Ambientes‬‭Virtuais‬‭de‬‭Aprendizagem‬‭Moodle,‬‭GoogleClass‬
‭e‬ ‭GoogleMeet,‬ ‭que‬ ‭permitem‬ ‭o‬ ‭armazenamento,‬ ‭a‬ ‭administração‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭disponibilização‬ ‭de‬
‭conteúdos‬ ‭no‬ ‭formato‬ ‭Web,‬ ‭dentre‬ ‭os‬ ‭quais‬ ‭destacam-se‬ ‭aulas‬‭virtuais,‬‭simuladores,‬‭fóruns,‬
‭salas‬ ‭de‬ ‭bate-papo,‬ ‭conexões‬ ‭a‬ ‭materiais‬ ‭externos,‬ ‭atividades‬ ‭interativas,‬ ‭tarefas‬ ‭virtuais‬
‭(webquest), modeladores, animações, textos colaborativos (wiki).‬

‭70‬
‭18‬ ‭CRITÉRIOS‬ ‭DE‬ ‭APROVEITAMENTO‬ ‭DE‬ ‭CONHECIMENTOS‬ ‭E‬
‭EXPERIÊNCIAS ANTERIORES‬

‭Os‬ ‭critérios‬ ‭de‬ ‭aproveitamento‬ ‭de‬ ‭conhecimentos‬ ‭e‬ ‭experiência‬ ‭anteriores‬‭seguirão‬


‭os dispositivos do Art. 46 da Resolução CNE 01/2021,‬‭in verbis‬‭:‬
‭Art.‬ ‭46.‬ ‭Para‬ ‭prosseguimento‬ ‭de‬ ‭estudos,‬ ‭a‬ ‭instituição‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭pode‬
‭promover‬‭o‬‭aproveitamento‬‭de‬‭estudos,‬‭de‬‭conhecimentos‬‭e‬‭de‬‭experiências‬
‭anteriores,‬‭inclusive‬‭no‬‭trabalho,‬‭desde‬‭que‬‭diretamente‬‭relacionados‬‭com‬‭o‬
‭perfil‬ ‭profissional‬ ‭de‬ ‭conclusão‬ ‭da‬ ‭respectiva‬ ‭qualificação‬ ‭profissional‬ ‭ou‬
‭habilitação‬ ‭profissional‬ ‭técnica‬ ‭ou‬ ‭tecnológica,‬ ‭que‬ ‭tenham‬ ‭sido‬
‭desenvolvidos:‬
‭I‬‭-‬‭em‬‭qualificações‬‭profissionais‬‭técnicas‬‭e‬‭unidades‬‭curriculares,‬‭etapas‬‭ou‬
‭módulos‬ ‭de‬ ‭cursos‬ ‭técnicos‬ ‭ou‬ ‭de‬ ‭Educação‬ ‭Profissional‬ ‭e‬‭Tecnológica‬‭de‬
‭Graduação regularmente concluídos em outros cursos;‬
‭II‬ ‭-‬ ‭em‬ ‭cursos‬ ‭destinados‬ ‭à‬ ‭qualificação‬ ‭profissional,‬ ‭incluída‬ ‭a‬ ‭formação‬
‭inicial,‬‭mediante‬‭avaliação,‬‭reconhecimento‬‭e‬‭certificação‬‭do‬‭estudante,‬‭para‬
‭fins de prosseguimento ou conclusão de estudos;‬
‭III‬‭-‬‭em‬‭outros‬‭cursos‬‭e‬‭programas‬‭de‬‭Educação‬‭Profissional‬‭e‬‭Tecnológica,‬
‭inclusive‬ ‭no‬ ‭trabalho,‬ ‭por‬ ‭outros‬ ‭meios‬‭formais,‬‭não‬‭formais‬‭ou‬‭informais,‬
‭ou‬ ‭até‬ ‭mesmo‬ ‭em‬ ‭outros‬‭cursos‬‭superiores‬‭de‬‭graduação,‬‭sempre‬‭mediante‬
‭avaliação do estudante; e‬
‭IV‬‭-‬‭por‬‭reconhecimento,‬‭em‬‭processos‬‭formais‬‭de‬‭certificação‬‭profissional,‬
‭realizado‬ ‭em‬ ‭instituição‬ ‭devidamente‬‭credenciada‬‭pelo‬‭órgão‬‭normativo‬‭do‬
‭respectivo‬ ‭sistema‬ ‭de‬ ‭ensino‬ ‭ou‬ ‭no‬ ‭âmbito‬ ‭de‬ ‭sistemas‬ ‭nacionais‬ ‭de‬
‭certificação profissional de pessoas.‬

‭Conforme‬ ‭as‬ ‭diretrizes‬ ‭indutoras‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭para‬ ‭a‬ ‭oferta‬ ‭de‬ ‭cursos‬
‭técnicos‬‭de‬‭nível‬‭médio,‬‭Resolução‬‭Consup‬‭nº‬‭157/2022,‬‭que‬‭alterou‬‭a‬‭Resolução‬‭Consup‬‭nº‬
‭55/2018,‬ ‭é‬ ‭permitido‬ ‭o‬ ‭aproveitamento‬ ‭de‬ ‭estudos‬ ‭nos‬ ‭cursos‬ ‭técnicos‬ ‭subsequente‬ ‭e‬
‭concomitante, nas seguintes situações:‬

‭I. Cursos de qualificação profissional, incluída a formação inicial e continuada (FIC);‬

‭II. Cursos técnicos de nível médio;‬

‭71‬
‭III. Cursos de especialização técnica de nível médio;‬

‭IV. Cursos superiores de tecnologia e demais cursos de graduação.‬

‭O‬ ‭discente‬ ‭deverá‬ ‭requerer‬ ‭a‬ ‭dispensa‬ ‭da‬ ‭disciplina‬ ‭conforme‬ ‭cronograma‬
‭estabelecido do calendário de oferta do curso.‬

‭72‬
‭19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE‬

‭O‬ ‭Colegiado‬ ‭de‬ ‭Curso‬ ‭se‬ ‭reúne‬ ‭pelo‬ ‭menos‬ ‭uma‬ ‭vez‬ ‭por‬ ‭semestre‬ ‭e‬ ‭é‬ ‭o‬ ‭órgão‬
‭primário‬ ‭normativo,‬ ‭deliberativo,‬ ‭executivo‬ ‭e‬ ‭consultivo,‬ ‭com‬ ‭composição,‬ ‭competências‬ ‭e‬
‭funcionamento‬ ‭previstas‬ ‭na‬ ‭resolução‬ ‭033/2014,‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS.‬ ‭Colegiado‬ ‭do‬‭Curso‬
‭será constituído de:‬

‭I. Coordenador e vice-coordenador de curso;‬

‭II.‬ ‭Dois‬‭representantes‬‭titulares‬‭técnico-administrativos‬‭em‬‭Educação,‬‭eleitos‬
‭por seus pares, inclusive seus suplentes;‬

‭III.‬ ‭Dois‬‭representantes‬‭docentes‬‭titulares,‬‭eleitos‬‭por‬‭seus‬‭pares,‬‭inclusive‬‭seus‬
‭suplentes;‬

‭IV.‬ ‭Dois‬‭representantes‬‭discentes‬‭titulares,‬‭eleitos‬‭por‬‭seus‬‭pares,‬‭inclusive‬‭seus‬
‭suplentes.‬

‭De acordo com a Resolução 033/2014, são funções dos colegiados de curso:‬

‭-‬ ‭Emitir parecer sobre a extinção ou implantação de cursos;‬


‭-‬ ‭Propor‬‭currículos‬‭de‬‭cursos‬‭e‬‭suas‬‭possíveis‬‭alterações,‬‭com‬‭acompanhamento‬‭do‬‭setor‬
‭pedagógico;‬
‭-‬ ‭Validar,‬ ‭com‬ ‭o‬ ‭apoio‬ ‭da‬‭supervisão‬‭pedagógica,‬‭alteração‬‭no‬‭critério‬‭de‬‭avaliação‬‭do‬
‭docente;‬
‭-‬ ‭Analisar casos que não foram previstos na resolução.‬
‭Conforme‬ ‭a‬ ‭Resolução‬ ‭33/2014‬ ‭IFSULDEMINAS,‬ ‭compete‬ ‭ao‬ ‭Coordenador‬ ‭de‬
‭Curso:‬
‭-‬ ‭Determinar,‬ ‭com‬ ‭antecedência‬ ‭mínima‬ ‭de‬ ‭48‬ ‭(quarenta‬ ‭e‬ ‭oito)‬ ‭horas,‬ ‭as‬ ‭datas‬ ‭das‬
‭reuniões ordinárias do Colegiado a serem realizadas;‬
‭-‬ ‭Convocar‬ ‭reuniões‬ ‭ordinárias‬ ‭e‬ ‭extraordinárias,‬ ‭ou‬ ‭a‬ ‭requerimento‬ ‭dos‬ ‭membros‬ ‭do‬
‭Colegiado, considerando a maioria simples;‬
‭-‬ ‭Presidir as reuniões do Colegiado e nelas manter a ordem;‬
‭-‬ ‭Fazer ler a ata da reunião anterior e submetê-la à aprovação;‬

‭73‬
‭-‬ ‭Dar conhecimento ao Colegiado de toda matéria recebida;‬
‭-‬ ‭Designar‬ ‭relator‬ ‭que‬ ‭não‬ ‭poderá‬ ‭ser‬ ‭autor‬ ‭da‬ ‭proposição,‬ ‭mediante‬ ‭rodízio,‬ ‭e‬
‭distribuir-lhe a matéria sobre a qual deverá emitir parecer;‬
‭-‬ ‭Sem‬ ‭observância‬ ‭de‬ ‭rodízio,‬ ‭poderá‬ ‭ser‬ ‭designado‬ ‭relator‬ ‭um‬ ‭dos‬ ‭membros‬ ‭que‬
‭possuir notórios conhecimentos especializados na matéria em estudo;‬
‭-‬ ‭Conceder a palavra aos membros do Colegiado que a solicitarem;‬
‭-‬ ‭Interromper o orador que estiver falando sobre o vencido ou assunto fora da pauta;‬
‭-‬ ‭Submeter‬ ‭à‬ ‭votação‬ ‭as‬ ‭matérias‬ ‭sujeitas‬ ‭ao‬ ‭Colegiado‬ ‭e‬ ‭proclamar‬ ‭o‬ ‭resultado‬ ‭da‬
‭eleição;‬
‭-‬ ‭Conceder‬‭vista‬‭dos‬‭processos‬‭aos‬‭membros‬‭do‬‭colegiado‬‭que‬‭a‬‭solicitarem,‬‭nos‬‭termos‬
‭deste Regimento;‬
‭-‬ ‭Assinar os pareceres e convidar os demais membros do Colegiado a fazê-lo;‬
‭-‬ ‭Enviar‬ ‭ao‬ ‭Colegiado‬ ‭Acadêmico‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭(CADEM)‬ ‭toda‬ ‭matéria‬ ‭destinada‬ ‭ao‬
‭plenário;‬
‭-‬ ‭Ser o intermediário entre o Colegiado de Curso e o CADEM;‬
‭-‬ ‭Assinar‬ ‭o‬ ‭expediente‬ ‭relativo‬ ‭a‬ ‭pedido‬‭de‬‭informações‬‭formuladas‬‭pelos‬‭relatores‬‭ou‬
‭pelo Colegiado;‬
‭-‬ ‭Acompanhar‬‭a‬‭execução‬‭do‬‭currículo,‬‭avaliando,‬‭controlando‬‭e‬‭verificando‬‭as‬‭relações‬
‭entre‬ ‭as‬ ‭diversas‬ ‭disciplinas,‬ ‭orientando‬ ‭e‬‭propondo‬‭a‬‭outros‬‭órgãos‬‭de‬‭Coordenação‬
‭de ensino, as medidas cabíveis;‬
‭-‬ ‭Participar‬ ‭junto‬ ‭à‬ ‭Coordenação‬ ‭Geral‬ ‭de‬ ‭Ensino‬ ‭Técnico‬ ‭e‬ ‭Chefia‬‭de‬‭Departamento,‬
‭sobre‬‭a‬‭elaboração‬‭da‬‭programação‬‭acadêmica,‬‭do‬‭calendário‬‭acadêmico‬‭e‬‭do‬‭horário‬
‭das aulas; compatibilizando-os com a lista de oferta de disciplinas;‬
‭-‬ ‭Assessorar‬‭os‬‭órgãos‬‭competentes‬‭em‬‭assuntos‬‭de‬‭administração‬‭acadêmica,‬‭referente‬
‭ao‬‭Curso;‬‭acompanhar‬‭a‬‭matrícula‬‭dos‬‭estudantes‬‭de‬‭seu‬‭curso,‬‭em‬‭colaboração‬‭com‬‭o‬
‭órgão responsável pela matrícula;‬
‭-‬ ‭Assessorar‬‭a‬‭Coordenação‬‭Geral‬‭de‬‭Ensino‬‭Técnico‬‭ou‬‭órgão‬‭equivalente‬‭no‬‭processo‬
‭de‬ ‭transferências,‬ ‭dispensa‬ ‭de‬ ‭disciplinas,‬ ‭elaboração‬ ‭e‬ ‭revisão‬ ‭de‬ ‭programas‬
‭analíticos,‬ ‭alterações‬ ‭na‬ ‭matriz‬ ‭curricular,‬ ‭presidir‬ ‭o‬ ‭Colegiado‬ ‭de‬ ‭Curso,‬ ‭dentre‬
‭outras;‬
‭-‬ ‭Assessorar‬ ‭os‬ ‭professores,‬ ‭na‬ ‭execução‬ ‭das‬ ‭diretrizes‬ ‭e‬ ‭normas‬ ‭emitidas‬ ‭pelo‬

‭74‬
‭Colegiado de Curso;‬
‭-‬ ‭Coordenar‬ ‭a‬ ‭elaboração‬‭do‬‭Projeto‬‭Pedagógico‬‭do‬‭Curso,‬‭bem‬‭como‬‭sua‬‭atualização,‬
‭garantindo‬‭o‬‭envolvimento‬‭dos‬‭professores,‬‭estudantes,‬‭egressos‬‭do‬‭curso‬‭e,‬‭ainda‬‭das‬
‭entidades ligadas às atividades profissionais;‬
‭-‬ ‭Apresentar‬ ‭sugestões‬ ‭à‬ ‭Coordenação‬ ‭Geral‬ ‭de‬ ‭Ensino‬ ‭Técnico‬ ‭e‬ ‭Chefia‬ ‭de‬
‭Departamento‬‭sobre‬‭assuntos‬‭de‬‭sua‬‭natureza‬‭que‬‭tenham‬‭por‬‭finalidade‬‭a‬‭melhoria‬‭do‬
‭ensino,‬ ‭das‬ ‭relações‬ ‭entre‬ ‭comunidades‬ ‭envolvidas,‬ ‭do‬ ‭aprimoramento‬ ‭das‬ ‭normas‬
‭pertinentes e outras de interesse comum.‬

‭75‬
‭20 CORPO DOCENTE DO‬‭CAMPUS‬

‭O‬ ‭corpo‬ ‭docente‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭se‬ ‭mostra‬‭altamente‬‭capacitado‬‭nas‬‭mais‬


‭variadas áreas do conhecimento e é composto pelos docentes descritos no a seguir:‬

‭Quadro 5. Corpo docente do campus.‬


‭Servidor‬ ‭ itulação‬
T
‭Adriana Falqueto Lemos‬ ‭Doutorado‬
‭Aidalice Ramalho Murta‬ ‭Doutorado‬
‭Alexandre Fieno da Silva‬ ‭Doutorado‬
‭Alexandre Magno Alves de Oliveira‬ ‭Mestrado‬
‭Ana Maria Bastos Firmino‬ ‭Mestrado‬
‭Carlos Alberto de Albuquerque‬ ‭Mestrado‬
‭Carolina Souza Andrade Licio‬ ‭Mestrado‬
‭Celso Dias Madureira‬ ‭Mestrado‬
‭Claudia Catarino Pereira‬ ‭Mestrado‬
‭Daniel Cicero Pelissari‬ ‭Doutorado‬
‭Danielle Martins Duarte Costa‬ ‭Doutorado‬
‭Danielli Ferreira Silva‬ ‭Doutorado‬
‭Diego César Terra de Andrade‬ ‭Doutorado‬
‭Donizeti Leandro de Souza‬ ‭Doutorado‬
‭Elgte Elmin Borges de Paula‬ ‭Doutorado‬
‭Eliane Gomes da Silveira‬ ‭Mestrado‬
‭Elisângela Aparecida Lopes Fialho‬ ‭Doutorado‬
‭Emanuelle Kopanyshyn‬ ‭Doutorado‬
‭Emerson Jose Simoes da Silva‬ ‭Especialização‬
‭Estela Costa Ferreira‬ ‭Mestrado‬
‭Fabiana Rezende Cotrim‬ ‭Mestrado‬
‭Fabio Augusto de Abreu‬ ‭Mestrado‬
‭Fernando Carlos Scheffer Machado‬ ‭Doutorado‬
‭Flavio Adriano Bastos‬ ‭Doutorado‬
‭Flávio Heleno Graciano‬ ‭Mestrado‬
‭Gabriela Belinato‬ ‭Doutorado‬
‭Gisele Inocêncio Pereira e Moreira‬ ‭Doutorado‬
‭Gissele Bonafé Costa de Abreu‬ ‭Mestrado‬
‭Gleysson de Paula Terra‬ ‭Mestrado‬
‭Ismael David de Oliveira Muro‬ ‭Mestrado‬
‭Joao Marcos Batista de Souza Maciel‬ ‭Doutorado‬
‭Joao Paulo Martins‬ ‭Doutorado‬

‭76‬
J‭ ohnny Cesar dos Santos‬ ‭ estrado‬
M
‭Joyce Alves de Oliveira‬ ‭Mestrado‬
‭Juliano Romanzini Pedreira‬ ‭Mestrado‬
‭Lucas Henrique Xavier da Costa Firmino‬ ‭Mestrado‬
‭Luciane de Castro Quintiliano‬ ‭Doutorado‬
‭Lucy Mirian Campos Tavares Nascimento‬ ‭Doutorado‬
‭Luis Antonio Tavares‬ ‭Mestrado‬
‭Marcelo Carvalho Bottazzini‬ ‭Doutorado‬
‭Marcio Boer Ribeiro‬ ‭Doutorado‬
‭Maria Cecilia Rodrigues Simões Ortigara‬ ‭Doutorado‬
‭Maria Josiane Ferreira Gomes‬ ‭Doutorado‬
‭Mariana Felicetti Rezende‬ ‭Doutorado‬
‭Michele Correa Freitas Soares‬ ‭Doutorado‬
‭Michelle Nery‬ ‭Mestrado‬
‭Nathália Vieira Barbosa‬ ‭Mestrado‬
‭Olimpio Gomes da Silva Neto‬ ‭Doutorado‬
‭Paulo César Xavier Duarte‬ ‭Doutorado‬
‭Paulo Roberto Labegalini‬ ‭Doutorado‬
‭Regis Marciano de Souza‬ ‭Mestrado‬
‭Rejane Barbosa Santos‬ ‭Doutorado‬
‭Rodolfo Henrique Freitas Grillo‬ ‭Mestrado‬
‭Ronã Rinston Amaury Mendes‬ ‭Doutorado‬
‭Rosângela Alves Dutra‬ ‭Mestrado‬
‭Samuel Santos de Souza Pinto‬ ‭Mestrado‬
‭Silas Santana Nogueira‬ ‭Mestrado‬
‭Thiago Alves de Souza‬ ‭Doutorado‬
‭Thiago Luis Rodrigues da Silva‬ ‭Doutorado‬
‭Victor Aias Martins Gomes‬ ‭Doutorado‬
‭Vlander Verdade Signoretti‬ ‭Doutorado‬
‭Yuri Vilas Boas Ortigara‬ ‭Mestrado‬

‭Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas‬

‭77‬
‭21 CORPO ADMINISTRATIVO‬

‭Já‬ ‭o‬ ‭quadro‬ ‭dos‬‭técnicos‬‭administrativos‬‭do‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭é‬‭composto‬‭pelos‬


‭profissionais descritos a seguir:‬

‭Quadro 6. Corpo Administrativo.‬


‭Servidor‬ ‭Cargo‬
‭ lexandre Thomé da Silva de Almeida‬
A ‭ ÉDICO VETERINÁRIO‬
M
‭Andressa de Carvalho Freitas‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Andreza Luzia Santos‬ ‭ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Brenda Tarcisio da Silva‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Brenno Leonardo Tavares Lopes‬ ‭AUXILIAR DE BIBLIOTECA‬
‭Cesar Portelinha Moreira Carneiro‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Cybele Maria dos Santos Martins‬ ‭PSICÓLOGO-ÁREA‬
‭Daniel Reis da Silva‬ ‭TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS‬
‭Danilo Fernandes da Silva‬ ‭TEC DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO‬
‭Davi Ribeiro Militani‬ ‭TEC DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO‬
‭Eliane Silva Ribeiro‬ ‭ADMINISTRADOR‬
‭Emerson Zetula da Silva‬ ‭AUX EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Eric Fabiano Esteves‬ ‭BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA‬
‭Fabiano Paulo Elord‬ ‭TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS‬
‭Gilmar Rodrigo Muniz‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Guilherme Rodrigues de Souza‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Ivanete Fonseca Martins de Abreu‬ ‭TRADUTOR INTÉRPRETE DE LINGUAGEM SINAIS‬
‭Jociana Brugnerotto de Almeida‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Josue de Toledo‬ ‭AUX EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Juciana de Fatima Garcia‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Juliana Ambar Mezavila Moreira‬ ‭ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Juliana Andrade Nunes‬ ‭TÉCNICO DE LABORATÓRIO ÁREA‬
‭Kesia Ferreira‬ ‭ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Lucas Martins Rabelo‬ ‭ASSISTENTE DE ALUNO‬
‭Luciana Goulart Carvalho‬ ‭AUX EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Luciene Ferreira de Castro‬ ‭JORNALISTA‬
‭Luiz Ricardo de Moura Gissoni‬ ‭ADMINISTRADOR‬
‭Marcel Freire da Silva‬ ‭TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS‬
‭Maria Elizabeti da Silva Bernardo‬ ‭ASSISTENTE SOCIAL‬
‭Michelle Rose Araujo Santos de Faria‬ ‭BIBLIOTECÁRIO-DOCUMENTALISTA‬
‭Priscila da Silva Machado Costa‬ ‭ENGENHEIRO-ÁREA‬
‭Priscilla Barbosa Andery‬ ‭ASSISTENTE DE ALUNO‬
‭Rafael de Freitas Candido‬ ‭TEC DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO‬
‭Rodrigo Janoni Carvalho‬ ‭TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS‬

‭78‬
‭ osana Rovaris Zanotti‬
R ‭ SSISTENTE DE ALUNO‬
A
‭Rosenildo Paiano Renaki‬ ‭ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Sarita Luiza de Oliveira‬ ‭ASSISTENTE DE ALUNO‬
‭Silvana Aparecida de Andrade‬ ‭AUX EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Simone Cruz Batista‬ ‭PSICÓLOGO-ÁREA‬
‭Suzan Evelin Silva‬ ‭ENFERMEIRO-ÁREA‬
‭Tônia Amanda Paz dos Santos‬ ‭ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO‬
‭Willian Roger Martinho Moreira‬ ‭TÉCNICO EM CONTABILIDADE‬
‭Xenia Souza Araújo‬ ‭PEDAGOGO-ÁREA‬

‭Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas‬

‭79‬
‭22 INFRAESTRUTURA‬
‭Atualmente,‬‭o‬‭IFSULDEMINAS‬‭atua‬‭em‬‭diversos‬‭níveis:‬‭médio,‬‭técnico,‬‭graduação‬‭e‬
‭pós-graduação,‬ ‭em‬ ‭27‬ ‭diferentes‬ ‭áreas.‬ ‭O‬ ‭objetivo‬ ‭é‬ ‭ampliar‬ ‭o‬ ‭acesso‬ ‭ao‬ ‭ensino‬
‭profissionalizante‬ ‭nos‬ ‭178‬ ‭municípios‬ ‭de‬ ‭abrangência,‬‭beneficiando‬‭3,5‬‭milhões‬‭de‬‭pessoas,‬
‭direta ou indiretamente. O‬‭Campus‬‭possui a seguinte‬‭estrutura:‬

‭22.1 - Biblioteca‬

‭Com‬‭a‬‭função‬‭de‬‭centro‬‭de‬‭disseminação‬‭seletiva‬‭da‬‭informação‬‭e‬‭incentivo‬‭à‬‭leitura‬‭e‬
‭cultura,‬ ‭a‬ ‭biblioteca‬ ‭“Paulo‬ ‭Freire”‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬‭Alegre‬‭com‬‭616,58‬‭m²‬‭proporciona‬‭à‬
‭comunidade‬ ‭escolar‬ ‭um‬ ‭espaço‬ ‭dinâmico‬ ‭de‬ ‭convivência,‬ ‭auxiliando‬ ‭no‬ ‭ensino,‬ ‭pesquisa‬ ‭e‬
‭extensão.‬
‭Tem‬ ‭como‬ ‭visão‬ ‭contribuir‬ ‭como‬‭órgão‬‭facilitador‬‭no‬‭processo‬‭ensino-aprendizagem‬
‭utilizando‬ ‭a‬ ‭qualidade‬ ‭e‬ ‭a‬ ‭inovação‬ ‭dos‬ ‭serviços‬ ‭oferecidos‬ ‭como‬ ‭meta‬ ‭para‬ ‭superar‬ ‭as‬
‭necessidades.‬ ‭Novas‬ ‭instalações‬ ‭foram‬ ‭construídas,‬ ‭ampliando‬ ‭o‬ ‭espaço‬ ‭oferecido‬ ‭para‬
‭estudos‬‭em‬‭grupos,‬‭individuais‬‭(10‬‭mesas‬‭de‬‭estudo‬‭individual;‬‭07‬‭mesas‬‭de‬‭estudo‬‭coletivo;‬
‭06‬ ‭computadores‬ ‭para‬ ‭pesquisa;‬ ‭04‬ ‭salas‬ ‭de‬ ‭estudo‬ ‭em‬ ‭grupo;‬ ‭01‬ ‭sanitário‬ ‭feminino‬ ‭com‬
‭acesso a cadeirante; 01 sanitário masculino com acesso a cadeirante e bebedouro).‬
‭A‬ ‭biblioteca‬ ‭oferece‬ ‭a‬ ‭toda‬ ‭sua‬ ‭comunidade‬ ‭acadêmica‬ ‭serviços‬ ‭de‬ ‭empréstimo,‬
‭renovação‬ ‭e‬ ‭reserva‬ ‭de‬ ‭material,‬ ‭consultas‬ ‭informatizadas‬ ‭a‬ ‭bases‬ ‭de‬ ‭dados‬ ‭e‬ ‭ao‬ ‭acervo,‬
‭orientação‬ ‭na‬ ‭normalização‬ ‭de‬ ‭trabalhos‬ ‭acadêmicos,‬ ‭orientação‬ ‭bibliográfica,‬ ‭visitas‬
‭orientadas,‬‭acesso‬‭à‬‭Internet,‬‭empréstimos‬‭entre‬‭bibliotecas,‬‭acesso‬‭ao‬‭Portal‬‭Capes‬‭e‬‭serviços‬
‭de‬ ‭malotes‬ ‭que‬ ‭atendem‬ ‭as‬ ‭solicitações‬ ‭de‬ ‭obras‬ ‭que‬ ‭não‬ ‭constam‬ ‭no‬ ‭acervo.‬ ‭O‬ ‭acervo‬ ‭é‬
‭composto‬ ‭por‬ ‭1973‬‭títulos‬‭e‬‭8593‬‭exemplares.‬‭Além‬‭de‬‭livros‬‭impressos,‬‭a‬‭biblioteca‬‭possui‬
‭ainda‬ ‭acesso‬ ‭a‬ ‭Plataforma‬ ‭"Minha‬ ‭Biblioteca"‬ ‭(biblioteca‬ ‭virtual),‬ ‭periódicos‬ ‭e‬ ‭materiais‬
‭audiovisuais,‬ ‭disponíveis‬ ‭para‬ ‭empréstimo‬ ‭domiciliar‬ ‭e‬ ‭consulta‬ ‭interna‬ ‭dos‬ ‭usuários‬
‭cadastrados.‬ ‭O‬ ‭Acervo‬ ‭da‬ ‭Biblioteca‬ ‭é‬ ‭aberto,‬ ‭de‬ ‭livre‬ ‭acesso‬ ‭às‬ ‭estantes.‬ ‭A‬ ‭Classificação‬
‭Decimal‬ ‭de‬ ‭Dewey‬ ‭–‬‭CDD‬‭é‬‭utilizada‬‭para‬‭determinar‬‭os‬‭assuntos‬‭que‬‭representam‬‭as‬‭obras‬
‭do‬ ‭acervo‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭Código‬ ‭de‬ ‭Catalogação‬ ‭Anglo‬ ‭Americano‬ ‭–‬ ‭AACR2‬ ‭é‬‭aplicado‬‭na‬‭descrição‬
‭bibliográfica,‬ ‭definindo‬ ‭as‬ ‭formas‬ ‭de‬ ‭entrada‬‭dos‬‭dados,‬‭padronizando‬‭a‬‭catalogação‬‭a‬‭nível‬
‭internacional e subsidiando o tratamento da informação.‬

‭80‬
‭Todo‬‭o‬‭acervo‬‭da‬‭Biblioteca‬‭está‬‭disponibilizado‬‭no‬‭Pergamum‬‭–‬‭Sistema‬‭Integrado‬‭de‬
‭Bibliotecas,‬ ‭que‬ ‭permite‬ ‭a‬ ‭informatização‬ ‭e‬ ‭organização‬ ‭do‬ ‭catálogo‬ ‭bibliográfico,‬
‭possibilitando‬‭o‬‭acesso‬‭virtual.‬‭A‬‭equipe‬‭técnico-administrativa‬‭responsável‬‭pelos‬‭serviços‬‭da‬
‭biblioteca‬‭é‬‭composta‬‭por‬‭dois‬‭bibliotecários‬‭–‬‭documentalista‬‭e‬‭um‬‭auxiliar‬‭de‬‭biblioteca.‬‭A‬
‭Biblioteca está diretamente ligada à Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão.‬
‭A‬‭Biblioteca‬‭tem‬‭como‬‭função‬‭ser‬‭o‬‭centro‬‭de‬‭disseminação‬‭seletiva‬‭da‬‭informação‬‭e‬
‭incentivo‬ ‭à‬ ‭leitura‬ ‭e‬ ‭à‬ ‭cultura.‬ ‭A‬ ‭biblioteca‬ ‭do‬ ‭Campus‬ ‭Pouso‬ ‭Alegre‬ ‭proporciona‬ ‭à‬
‭comunidade‬ ‭escolar‬ ‭um‬ ‭espaço‬ ‭dinâmico‬ ‭de‬ ‭convivência,‬ ‭auxiliando‬ ‭no‬ ‭ensino,‬ ‭pesquisa,‬
‭inovação‬ ‭e‬ ‭extensão.‬ ‭Tem‬ ‭como‬ ‭visão‬ ‭contribuir‬ ‭como‬ ‭órgão‬ ‭facilitador‬ ‭no‬ ‭processo‬
‭ensino-aprendizagem‬‭utilizando‬‭a‬‭qualidade‬‭e‬‭a‬‭inovação‬‭dos‬‭serviços‬‭oferecidos‬‭como‬‭meta‬
‭para‬ ‭superar‬ ‭as‬ ‭necessidades.‬ ‭Novas‬ ‭instalações‬ ‭foram‬ ‭construídas,‬ ‭ampliando‬ ‭o‬ ‭espaço‬
‭oferecido para estudos em grupos e individuais.‬
‭Oferece‬ ‭a‬ ‭toda‬ ‭sua‬ ‭comunidade‬ ‭acadêmica‬ ‭serviços‬ ‭de‬ ‭empréstimo,‬ ‭renovação‬ ‭e‬
‭reserva‬ ‭de‬ ‭material,‬ ‭consultas‬ ‭informatizadas‬ ‭a‬ ‭bases‬ ‭de‬ ‭dados‬ ‭e‬ ‭ao‬ ‭acervo,‬ ‭orientação‬ ‭na‬
‭normalização‬ ‭de‬ ‭trabalhos‬ ‭acadêmicos,‬ ‭orientação‬ ‭bibliográfica,‬ ‭visitas‬ ‭orientadas,‬ ‭acesso‬ ‭à‬
‭Internet,‬ ‭empréstimos‬ ‭entre‬ ‭bibliotecas,‬ ‭acesso‬ ‭ao‬ ‭Portal‬ ‭Capes‬ ‭e‬ ‭serviços‬ ‭de‬ ‭malotes‬ ‭que‬
‭atendem as solicitações de obras que não constam no acervo.‬
‭O‬ ‭acervo‬ ‭geral‬ ‭é‬ ‭composto‬ ‭por‬ ‭1973‬ ‭títulos‬ ‭e‬ ‭8593‬ ‭exemplares.‬ ‭Além‬ ‭de‬ ‭livros‬
‭impressos,‬ ‭a‬ ‭biblioteca‬ ‭possui‬ ‭biblioteca‬ ‭virtual,‬ ‭periódicos‬ ‭e‬ ‭materiais‬ ‭audiovisuais,‬
‭disponíveis‬‭para‬‭empréstimo‬‭domiciliar‬‭e‬‭consulta‬‭interna‬‭dos‬‭usuários‬‭cadastrados.‬‭O‬‭Acervo‬
‭da‬‭Biblioteca‬‭é‬‭aberto,‬‭de‬‭livre‬‭acesso‬‭às‬‭estantes.‬‭A‬‭Classificação‬‭Decimal‬‭de‬‭Dewey‬‭–‬‭CDD‬
‭é‬ ‭utilizada‬ ‭para‬ ‭determinar‬ ‭os‬ ‭assuntos‬ ‭que‬ ‭representam‬ ‭as‬ ‭obras‬ ‭do‬ ‭acervo‬ ‭e‬ ‭o‬ ‭Código‬ ‭de‬
‭Catalogação‬ ‭Anglo‬‭Americano‬‭–‬‭AACR2‬‭é‬‭aplicado‬‭na‬‭descrição‬‭bibliográfica,‬‭definindo‬‭as‬
‭formas‬‭de‬‭entrada‬‭dos‬‭dados,‬‭padronizando‬‭a‬‭catalogação‬‭a‬‭nível‬‭internacional‬‭e‬‭subsidiando‬
‭o tratamento da informação.‬
‭O‬‭IFSULDEMINAS‬‭é‬‭integrante‬‭da‬‭Comunidade‬‭Acadêmica‬‭Federada‬‭(CAFe),‬‭tendo‬
‭acesso‬‭a‬‭uma‬‭grande‬‭coleção‬‭de‬‭base‬‭de‬‭dados‬‭(mais‬‭de‬‭170‬‭coleções‬‭–‬‭número‬‭atualizado‬‭em‬
‭06/2017) via Portal de Periódicos CAPES/MEC.‬

‭81‬
‭22.2 - Instalações, Equipamentos e Laboratórios‬

‭O‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭possui‬‭3‬‭laboratórios‬‭de‬‭informática‬‭devidamente‬‭equipados‬
‭com‬ ‭40‬ ‭computadores‬ ‭cada,‬ ‭e‬ ‭neles‬ ‭instalados‬ ‭os‬ ‭sistemas‬ ‭operacionais‬ ‭e‬ ‭aplicativos‬
‭necessários‬‭para‬‭o‬‭curso‬‭em‬‭questão.‬‭Datashow‬‭e‬‭lousa‬‭também‬‭constam‬‭nas‬‭salas‬‭para‬‭apoio‬
‭aos‬ ‭professores.‬ ‭Conta‬‭com‬‭ferramentas‬‭de‬‭software‬‭instaladas‬‭para‬‭suprir‬‭a‬‭necessidade‬‭das‬
‭disciplinas‬ ‭relacionadas‬ ‭à‬ ‭prática‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭como‬ ‭o‬ ‭exemplo‬ ‭de‬ ‭40‬ ‭licenças‬ ‭do‬ ‭Software‬
‭AUTOCAD,‬ ‭que‬ ‭é‬ ‭disponibilizado‬ ‭gratuitamente‬ ‭para‬ ‭Instituições‬ ‭de‬ ‭Ensino‬ ‭e‬ ‭para‬
‭estudantes.‬ ‭Também‬ ‭possui‬ ‭instalado‬ ‭a‬ ‭suíte‬ ‭de‬ ‭aplicativos‬ ‭BrOffice‬ ‭utilizada‬ ‭para‬ ‭apoio‬ ‭e‬
‭outros‬‭softwares‬‭utilitários.‬‭Além‬‭disso,‬‭com‬‭um‬‭link‬‭de‬‭internet‬‭exclusivo‬‭de‬‭mais‬‭de‬‭50‬‭Gb,‬
‭possibilita‬‭a‬‭utilização‬‭de‬‭softwares‬‭e‬‭arquivamentos‬‭baseados‬‭em‬‭nuvens‬‭como,‬‭por‬‭exemplo,‬
‭One Drive‬‭(Microsoft) e‬‭Drive‬‭(Google).‬
‭Possui‬ ‭também‬ ‭1‬ ‭laboratório‬ ‭de‬‭Física,‬‭ginásio‬‭com‬‭sala‬‭de‬‭equipamentos‬‭esportivos‬
‭para‬‭a‬‭realização‬‭das‬‭atividades‬‭de‬‭Educação‬‭Física‬‭e‬‭3‬‭amplos‬‭e‬‭bem‬‭equipados‬‭laboratórios‬
‭para‬ ‭a‬ ‭110‬ ‭disciplina‬ ‭de‬ ‭Química.‬ ‭Complementarmente,‬ ‭possui‬ ‭amplo‬ ‭auditório‬ ‭com‬
‭capacidade‬‭para‬‭200‬‭pessoas‬‭para‬‭a‬‭realização‬‭de‬‭palestras‬‭e‬‭eventos‬‭extraclasses‬‭e‬‭um‬‭teatro‬
‭de arena para aproximadamente 100 pessoas.‬
‭As‬ ‭aulas‬ ‭práticas‬ ‭utilizam‬ ‭laboratórios‬ ‭específicos,‬ ‭com‬ ‭equipamentos‬ ‭para‬ ‭o‬
‭desenvolvimento de atividades específicas. O‬‭Campus‬‭possui os seguintes laboratórios:‬
‭- Laboratório de Higiene Ocupacional e Ergonomia;‬
‭- Laboratório de Equipamento de Proteção Individual;‬
‭- Laboratório de Desenho Arquitetônico;‬
‭- Laboratório de Informática;‬
‭- Laboratório de Suporte Básico à Vida;‬
‭- Laboratório de Proteção Contra Incêndios.‬

‭Toda‬‭essa‬‭infraestrutura‬‭está‬‭disponível‬‭também‬‭para‬‭os‬‭cursos‬‭EAD‬‭que‬‭ainda‬‭conta‬
‭com‬ ‭1‬ ‭laboratório‬ ‭de‬ ‭informática‬ ‭exclusivo‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭alunos‬ ‭dos‬ ‭cursos‬ ‭EAD‬ ‭e‬ ‭com‬ ‭uma‬
‭coordenadoria‬‭de‬‭educação‬‭a‬‭distância‬‭cuja‬‭equipe‬‭mantém‬‭o‬‭acompanhamento‬‭contínuo‬‭dos‬
‭alunos visando assegurar qualidade ao curso e ao atendimento aos discentes.‬

‭Quanto ao estúdio de gravação, atualmente o‬‭Campus‬‭utiliza o estúdio da reitoria.‬

‭82‬
‭22.3 Infraestrutura dos polos‬

‭A‬ ‭pactuação‬ ‭com‬ ‭os‬ ‭Polos‬ ‭de‬‭Apoio‬‭ocorrerá‬‭mediante‬‭termo‬‭de‬‭cooperação,‬‭cujas‬


‭condições devem ser mantidas durante todo o período de oferta do curso.‬

‭Os‬ ‭polos‬ ‭de‬ ‭Apoio‬ ‭deverão‬ ‭possuir,‬ ‭no‬ ‭mínimo,‬ ‭a‬ ‭infraestrutura‬ ‭estabelecida‬ ‭no‬
‭Programa‬ ‭de‬ ‭Apoio‬ ‭à‬ ‭Institucionalização‬ ‭da‬ ‭Educação‬ ‭à‬ ‭Distância‬ ‭no‬ ‭IFSULDEMINAS,‬
‭Resolução nº 44 de 29 de agosto de 2019.‬

‭83‬
‭23 - CERTIFICADOS E DIPLOMAS‬
‭Receberá‬‭o‬‭diploma‬‭de‬‭Técnico‬‭em‬‭Segurança‬‭do‬‭Trabalho‬‭o‬‭estudante‬‭que‬‭tiver‬‭sido‬
‭aprovado,‬ ‭dentro‬ ‭dos‬ ‭prazos‬ ‭de‬ ‭integralização‬ ‭do‬ ‭curso,‬ ‭em‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭componentes‬
‭curriculares.‬
‭O‬ ‭Regimento‬ ‭do‬ ‭IFSULDEMINAS‬ ‭para‬ ‭os‬ ‭cursos‬ ‭subsequentes‬ ‭estabelece‬ ‭que‬ ‭o‬
‭IFSULDEMINAS‬‭expedirá‬‭diploma‬‭de‬‭Técnico‬‭de‬‭Nível‬‭Médio‬‭aos‬‭que‬‭concluírem‬‭todas‬‭as‬
‭exigências‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭em‬ ‭que‬ ‭estiver‬ ‭matriculado‬ ‭de‬ ‭acordo‬ ‭com‬ ‭a‬ ‭legislação‬ ‭em‬ ‭vigor.‬ ‭A‬
‭Diplomação‬ ‭na‬ ‭Educação‬ ‭Profissional‬ ‭Técnica‬ ‭de‬ ‭Nível‬ ‭Médio,‬ ‭modalidade‬ ‭Subsequente,‬
‭efetivar-se-á‬ ‭somente‬ ‭após‬ ‭o‬ ‭cumprimento,‬ ‭com‬ ‭aprovação‬ ‭em‬ ‭todos‬ ‭os‬ ‭componentes‬ ‭da‬
‭matriz‬ ‭curricular‬ ‭do‬‭projeto‬‭pedagógico‬‭do‬‭curso.‬‭A‬‭colação‬‭de‬‭grau‬‭no‬‭IFSULDEMINAS‬‭é‬
‭obrigatória,‬ ‭conforme‬ ‭o‬ ‭cerimonial‬ ‭do‬ ‭Campus‬‭,‬ ‭com‬ ‭data‬ ‭prevista‬ ‭no‬ ‭Calendário‬ ‭Escolar.‬
‭Caso‬‭o‬‭discente‬‭esteja‬‭ausente‬‭na‬‭colação‬‭de‬‭grau‬‭na‬‭data‬‭prevista‬‭no‬‭Calendário‬‭Escolar,‬‭uma‬
‭nova‬‭data‬‭será‬‭definida‬‭pelo‬‭Reitor‬‭do‬‭IFSULDEMINAS‬‭ou‬‭seu‬‭representante‬‭legal,‬‭conforme‬
‭sua disponibilidade.‬
‭Após‬ ‭a‬ ‭conclusão‬ ‭de‬ ‭todas‬ ‭as‬ ‭disciplinas‬ ‭constantes‬ ‭na‬‭matriz‬‭curricular‬‭do‬‭curso,‬‭o‬
‭IFSULDEMINAS‬‭–‬‭Campus‬‭Pouso‬‭Alegre‬‭expedirá‬‭o‬‭diploma‬‭de‬‭nível‬‭técnico‬‭na‬‭respectiva‬
‭habilitação‬ ‭profissional,‬ ‭mencionando‬ ‭o‬ ‭eixo‬ ‭tecnológico‬ ‭em‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭mesmo‬ ‭se‬ ‭vincula.‬ ‭Os‬
‭diplomas‬ ‭de‬ ‭técnico‬ ‭serão‬ ‭acompanhados‬ ‭dos‬ ‭respectivos‬ ‭históricos‬ ‭escolares,‬ ‭que‬ ‭deverão‬
‭explicitar‬‭as‬‭competências‬‭definidas‬‭no‬‭perfil‬‭profissional‬‭de‬‭conclusão‬‭de‬‭curso.‬‭O‬‭concluinte‬
‭do curso receberá, após conclusão do curso, o diploma de Técnico em Segurança do Trabalho.‬

‭84‬
‭24 - CONSIDERAÇÕES FINAIS‬

‭Os‬‭discentes‬‭terão‬‭3‬‭(três)‬‭anos‬‭para‬‭a‬‭integralização‬‭do‬‭curso.‬‭Passado‬‭esse‬‭período,‬
‭serão‬ ‭automaticamente‬ ‭desligados.‬ ‭Em‬ ‭casos‬ ‭de‬ ‭trancamentos‬ ‭e/ou‬ ‭dependências,‬‭o‬‭campus‬
‭não‬‭se‬‭responsabiliza‬‭pela‬‭oferta‬‭de‬‭disciplinas‬‭que‬‭deixaram‬‭de‬‭ser‬‭ofertadas‬‭ou‬‭que‬‭sofreram‬
‭alterações‬ ‭em‬ ‭eventuais‬ ‭modificações‬ ‭futuras‬ ‭neste‬ ‭Projeto‬ ‭Pedagógico‬ ‭do‬ ‭Curso.‬ ‭Os‬ ‭casos‬
‭não‬ ‭previstos‬ ‭serão‬ ‭analisados‬ ‭e‬ ‭deliberados‬ ‭pelo‬ ‭Colegiado‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭e/ou‬ ‭CADEM,‬ ‭com‬
‭auxílio‬‭da‬‭Supervisão‬‭Pedagógica.‬‭Uma‬‭nova‬‭revisão‬‭deste‬‭documento‬‭deverá‬‭ser‬‭realizada‬‭no‬
‭prazo‬ ‭de‬ ‭2‬ ‭(dois)‬ ‭anos,‬ ‭ou‬ ‭a‬ ‭qualquer‬ ‭tempo‬ ‭em‬ ‭que‬ ‭o‬ ‭colegiado‬ ‭do‬ ‭curso‬ ‭deliberar,‬
‭respeitadas as legislações vigentes.‬

‭85‬
‭REFERÊNCIAS‬

‭BRASIL.‬‭Constituição Federal‬‭, 1988. Disponível em:‬


‭<‬‭[Link]

‭BRASIL.‬‭Decreto nº. 5.154, de 23 de Julho de 2004‬‭.‬‭Regulamenta o § 2º do art. 36 e os‬


‭artigos. 39 a 41 da Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e‬
‭bases da educação nacional, e dá outras providências.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004‬‭.‬‭Estabelece normas gerais e critérios‬


‭básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com‬
‭mobilidade reduzida.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto-Lei N° 715/1969, de 39 de julho de‬‭1969‬‭. Altera dispositivo da Lei nº‬


‭4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar).‬

‭BRASIL.‬‭Decreto-Lei Nº 1.044/1969, de 21 de outubro‬‭de 1969‬‭. Dispõe sobre tratamento‬


‭excepcional para os alunos portadores das afecções que indica.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto Nº. 4.281, de 25 de junho de 2002‬‭.‬‭Regulamenta a Lei Nº 9.795, de 27 de‬


‭abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras‬
‭providências.‬

‭BRASIL.‬‭Lei Nº 6.202/1975, de 17 de abril de 1975‬‭.‬‭Atribui à estudante em estado de‬


‭gestação o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044, de 1969, e‬
‭dá outras providências.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005‬‭.‬‭Regulamenta a Lei no 10.436, de‬


‭24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei‬
‭no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: acesso em 10 de março de 2014.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto 7.611, de 17 de novembro de 2011‬‭.‬‭Dispõe sobre a educação especial, o‬


‭atendimento educacional especializado e dá outras providências.‬

‭BRASIL.‬‭Lei nº. 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996‬‭.‬‭Estabelece as diretrizes e bases da‬

‭86‬
‭educação nacional. Brasília, 1996.‬

‭BRASIL.‬‭Ministério da Educação 2015:‬‭Catálogo Nacional‬‭de Cursos Técnicos. Disponível‬


‭em: [Link]
‭Acesso em 11/09/2020.‬

‭BRASIL.‬‭Decreto Nº 6.949/2009, de 25 de agosto de‬‭2009‬‭. Promulga a Convenção‬


‭Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo,‬
‭assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.‬

‭BRASIL.‬‭Lei nº 12.711, de 2 de agosto de 2012‬‭. Dispõe‬‭sobre o ingresso nas universidades‬


‭federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências.‬

‭BRASIL.‬‭Lei nº 9.536, de 11 de dezembro de 2005‬‭. Regulamenta‬‭o parágrafo único do art.‬


‭49 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.‬

‭BRASIL.‬‭Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008‬‭. Altera‬‭a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro‬


‭de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e‬
‭bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a‬
‭obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.‬

‭BRASIL.‬‭Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008‬‭.‬‭Dispõe sobre o estágio de estudantes e‬


‭dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2008.‬

‭BRASIL.‬‭Lei N° 11.892/2008, de 29 de dezembro de 2008‬‭.‬‭Institui a Rede Federal de‬


‭Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação,‬
‭Ciência e Tecnologia, e dá outras providências.‬

‭BRASIL.‬‭Lei Nº 13.146/2015, de 6 de julho de 2015‬‭.‬‭Institui a Lei Brasileira de Inclusão da‬


‭Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), 2015.‬

‭BRASIL.‬‭Resolução CNE/CP Nº 01/2021, de 05 de janeiro‬‭de 20121‬‭. Define as Diretrizes‬


‭Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬‭Parecer CNE/CP nº 8, de 06‬‭de março de 2012‬‭. Define as‬

‭87‬
‭Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Parecer CNE/CP 9/2001.‬‭Disponível‬‭em: acesso em 17 de‬


‭Março de 2015.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Parecer CNE/CEB n° 39, de‬‭08 de dez. 2004‬‭. Aplicação‬


‭do Decreto n. 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino‬
‭Médio.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Parecer CNE/CEB n. 17/2001,‬‭de 3 de julho de 2001‬‭.‬


‭Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Parecer 14/2009 - MEC/SEESP/DPEE.‬‭Dispõe sobre a‬


‭Terminalidade Específica.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução n. 02/2001, de‬‭14 de setembro de 2001‬‭.‬


‭Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução CNE/CEB nº 01,‬‭de 30 de maio de 2012‬‭.‬


‭Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução CNE/CEB 02/2012,‬‭de 30 de janeiro de 2012‬‭.‬


‭Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução CNE/CEB Nº 06/2012,‬‭de 20 de setembro de‬


‭2012.‬‭Define Diretrizes Curriculares Nacionais para‬‭a Educação Profissional Técnica de Nível‬
‭Médio.‬

‭Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia. XXXIV. 2006. Passo Fundo: Ed.‬


‭Universidade de Passo Fundo. ISBN 85-7515-371-4.‬

‭FREIRE, P.‬‭Pedagogia da autonomia:‬‭saberes necessários‬‭à prática educativa. 2. ed. São‬


‭Paulo: Paz e Terra, 1997.‬

‭FRIGOTTO, G.‬‭Ensino Médio e Técnico profissional:‬‭disputa de concepções e‬


‭precariedade. São Paulo: Jornal Le Monde Diplomatique Brasil. Ano 6, nº 68, março de 2013,‬

‭88‬
‭p.28-29.‬

‭GADOTTI, M.‬‭Concepção Dialética da História‬‭. São Paulo:‬‭Cortez, 1995.‬

‭HOFFMANN, J.‬‭Avaliação mito & desafio:‬‭uma perspectiva‬‭construtiva. 11. ed. Porto‬


‭Alegre: Educação & Realidade, 1993.‬

‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE‬


‭MINAS GERAIS.‬‭Plano de Desenvolvimento Institucional‬‭do IFSULDEMINAS: vigência‬
‭de 2019 a 2023‬‭. Disponível em: <[Link] em: 28 abr.‬
‭2020.‬

‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE‬


‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 157/2022,‬‭de 02 de fevereiro‬
‭de 2022‬‭. Dispõe sobre a aprovação das Diretrizes Indutoras‬‭do IFSULDEMINAS para a‬
‭oferta de cursos técnicos de nível médio e superior de tecnologia e dá outras providências.‬

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‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 097/2019,‬‭de 18 de‬
‭dezembro de 2019‬‭. Dispõe sobre a aprovação das Normas‬‭de Estágio Curricular‬
‭Supervisionado de Nível Técnico e Superior, oferecidos pelo Instituto Federal de Educação,‬
‭Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IFSULDEMINAS.‬

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‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 85/2018,‬‭de 20 de dezembro‬
‭de 2018‬‭. Dispõe sobre a homologação da Resolução “ad‬‭referendum” 072/2018 que trata da‬
‭revogação da Resolução 101/2013, que dispõe sobre a aprovação das Políticas de Assistência‬
‭Estudantil do IFSULDEMINAS e da Resolução 090/2017 que dispõe sobre a alteração do‬
‭Regulamento do Auxílio Estudantil – IFSULDEMINAS.‬

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‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 55/2018,‬‭de 22 de agosto de‬
‭2018‬‭. Dispõe sobre a aprovação das Normas Acadêmicas‬‭de Cursos da Educação Técnica‬
‭Profissional de Nível Médio na Educação a Distância.‬

‭89‬
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‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP N° 031/2014,‬‭de 30 de abril de‬
‭2014‬‭. Dispõe sobre a aprovação da Política de Formação‬‭e Desenvolvimento de Coleções das‬
‭Bibliotecas do IFSULDEMINAS.‬

‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE‬


‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 09/2014,‬‭de 13 de março de‬
‭2014‬‭. Dispõe sobre a aprovação da alteração da Resolução‬‭057/2011 que trata da Instrução‬
‭Normativa para a abertura de novos Cursos nos‬‭campi‬‭do IFSULDEMINAS.‬

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‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 102/2013,‬‭de 16 de‬
‭dezembro de 2013‬‭. Dispõe sobre a aprovação das Diretrizes‬‭de Educação Inclusiva do‬
‭IFSULDEMINAS.‬

‭INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE‬


‭MINAS GERAIS.‬‭Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 016/2013,‬‭de 29 de abril de‬
‭2013‬‭. Dispõe sobre a aprovação do Regimento do Sistema‬‭de Bibliotecas - SIB, do‬
‭IFSULDEMINAS.‬

‭LUCKESI, C. C.‬‭Avaliação da aprendizagem escolar.‬‭4. ed. São Paulo: Cortez, 1996.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬‭Catálogo Nacional dos cursos‬‭técnicos‬‭. Edição 2012.‬


‭Disponível em: acesso em 01 de março de 2014.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬‭Portaria MEC nº 646, de 14‬‭de maio de 1997‬‭.‬


‭Regulamenta a implantação do disposto nos artigos n39 a 42 da Lei n.º 9.394/96 e no Decreto‬
‭n.º 2.208/97 e dá outras providências.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬‭Rede de educação profissional‬‭completa cinco anos de‬


‭desafios.‬‭Portal do Ministério da Educação, 2013.‬‭Disponível em: acesso em 01 de março de‬
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‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução CNE/CEB Nº 1, de‬‭21 de Janeiro de 2004‬‭.‬

‭90‬
‭Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da‬
‭Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e‬
‭de Educação de Jovens e Adultos. Disponível em: acesso em 12 de Março de 2014.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Resolução CNE/CEB Nº 2/2012,‬‭de 15 de Junho de‬


‭2012‬‭. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais‬‭para a Educação Ambiental. Disponível‬
‭em: acesso em 10 de Março de 2015.‬

‭MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.‬ ‭Parecer CNE/CP 9/2001‬‭. Disponível‬‭em: acesso em 17 de‬


‭Março de 2014.‬

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‭91‬
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