MARIO SANTOS LIMA
DRENAGEM URBANA
Artigo apresentado ao curso de graduação em
Engenharia Civil da Faculdade Católica Paulista,
como requisito parcial para a obtenção de Título de
Bacharel em Engenharia Civil.
Orientadora: Prof. Esp. Nayara Caroline Urbano
Marília
2024
Artigo de autoria de Mario Santos Lima, intitulado “Drenagem Urbano” apresentado como
requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil da Faculdade Católica
Paulista, em 15/01 /2024, defendido e aprovado pela banca examinadora abaixo assinada:
Prof. Dr. Nayara Caroline
Urbano
Orientadora
Curso de Engenharia Civil
Prof. Dr.
Examinador
Curso de Engenharia Civil
Prof. Dr.
Examinador
Curso de Engenharia Civil
Marília
2024
DEDICATÓRIA
Dedicamos este trabalho as pessoas que mais
amamos, nossos pais e irmão e Amigos.
AGRADECIMENTO
Agradecemos em primeiro lugar a Deus que nos iluminou durante toda caminhada desse
nosso artigo. Agradecemos aos nossos pais, irmãos e a toda família que sempre nos apoiou. A
minha orientadora, prof. Dr. Nayara Carolina Urbano, pelas orientações, atenção e
disponibilidade de tempo.
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DRENAGEM URBANA
Mario Santos Lima¹
Faculdade Católica Paulista
Orientadora: Prof. Esp. Nayara Caroline Urbano²
RESUMO: Este projeto tem como objetivo analisar e entender os conceitos apresentados no
sétimo. Semestre do curso de engenharia civil, visando sua aplicabilidade e instruções em
diversos aspectos e etapas de um projeto de Drenagem. Trata-se do sistema de aprendizado
contendo uma avaliação de desempenho mais eficaz, interligando áreas diferentes do curso no
propósito de evoluir o conhecimento e efetiva-lo na prática através da apresentação, contendo
relatório com memorial de calculo e plantas. Os métodos que serão utilizados abrangem a área
de Drenagem na aplicação de fórmulas e desenvolvimento de plantas, podendo assim
demonstrar os resultados obtidos através de cálculos matemáticos; hidráulica na aplicação de
conhecimento como conceito de vazão, escoamento área de contribuição e tempo de retorno, O
projeto destaca pontos relevantes no e concretização dos objetivos propostos. As pesquisas
realizadas possuem em sua totalidade importante estimulante e tornando assim a projeção de
resultado favorável. À preocupação com os serviços de saneamento básico, ao longo da história,
esteve relacionada à transmissão de doenças. Entretanto, o crescimento acelerado da população
nas cidades, o consumo excessivo, o consequente aumento na produção de resíduos e o descarte
irresponsável desses resíduos no meio ambiente têm levado a uma preocupação mais
abrangente. Neste trabalho procurou-se mostrar, a íntima relação existente entre saneamento
básico a partir do sistema de drenagem de águas pluviais, meio ambiente e saúde pública no
município de Santana, com destaque para os bairros: Nova Brasília, Remédios II e Provedor II.
Palavras-chave: Dimensionamento. Projeto de Drenagem. Vazão
Graduando em Engenharia Civil pela Faculdade Católica Paulista (UCA). E-mail:
unidosdapesquisa1@[Link] --> ( colocar o seu e-mail)
² Docente da Faculdade Católica Paulista (UCA). Pós Graduado em Black Belt pelo Programa de Pós-Graduação
da Faculdade de Minas (FaculMinas) -Marília-SP. E-mail: [Link]@[Link]
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1 INTRODUÇÃO
A partir do século XX, os centros urbanos vivenciaram uma marcante explosão
demográfica. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
(2016), de 2005 a 2015, a porcentagem da população brasileira vivendo no ambiente urbano
aumentou de 82,5% para 84,7%. Tucci (2010) aponta que, não só no Brasil, mas em diversos
países em desenvolvimento, o processo de urbanização vem ocorrendo de forma desordenada,
mesmo com a existência dos Planos Diretores. Como consequência, tem-se uma alteração do
ciclo hidrológico, visto que a transição do ambiente rural para o urbano ocorre de maneira a
não se respeitar os sistemas naturais das águas (Gonçalves Nucci, 2017).
As modificações na cobertura do solo e o aumento das estruturas impermeáveis resultam
em um elevado escoamento superficial devido à redução de infiltração das águas pluviais. Nesse
contexto, os sistemas de drenagem urbana visam controlar os possíveis impactos causados pela
impermeabilização do solo, tais como o aumento da vazão e a ocorrência das enchentes urbanas.
Portanto, tem-se que a drenagem urbana diz respeito às medidas de infraestrutura responsáveis
por captar e conduzir as águas das chuvas nas Cidades. Entretanto, no Brasil e no mundo tem-
se observado um aumento nos eventos de alagamentos e inundações em tempos de cheia. Fato
esse que fica evidente ao se observar os números registrados pelo IBGE. Em 2018, 93% dos
munícipios brasileiros com mais 500 mil habitantes foram atingidos por alagamentos, e 62%
deles por deslizamentos. Além disso, o levantamento ainda aponta que mais da metade das
cidades do país não possuía instrumentos legais de planejamento e gerenciamento de riscos no
ano de 2017, o que agrava a situação (Losch, 2018).
Diante desse cenário, percebe-se que os sistemas de drenagem atualmente implantados
não têm suportado o aumento da demanda. No Brasil, por exemplo, tem-se uma cultura
higienista de drenagem urbana, que segue o princípio que escoar rapidamente pluviosidade.
Tais acontecimentos impulsionam então o surgimento de tecnologias compensatórias para a
drenagem urbana. O presente trabalho fará uma abordagem a respeito de um desses
mecanismos, os chamados sistemas sustentáveis de drenagem urbana (SUDS), que vêm como
uma alternativa a fim de aumentar a infiltração das águas pluviais no solo e reduzir o
escoamento superficial. Além disso, o estudo a seguir é estimulado pela problemática de
recorrentes casos de Inundações na região dos bairros Perdizes, Vale do Ipê e Mariano
Procópio, na cidade de São Paulo SP.
A pesquisa será conduzida por um estudo na bacia de contribuição dos bairros em
questão, denominada Bacia Hidrográfica do Córrego São Pedro, a fim de contextualizar o
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processo de urbanização no local e analisar as possíveis causas para o aumento das ocorrências
das enchentes. Assim, serão propostas implantações de técnicas SUDS em pontos estratégicos
com o objetivo de amenizar a situação descrita. Acredita-se que a temática trabalhada seja de
grande importância, tanto para o Poder público, quanto no âmbito social.
No primeiro caso, trata-se de uma possibilidade de revisão dos instrumentos legais
(municipais e federais) para a gestão das águas urbanas. Além disso, estudo traz uma visão de
sistemas ainda pouco apurados no Brasil. No que diz respeito à sociedade, torna-se interessante
pela contextualização e entendimento dos problemas de alagamentos que impactam diretamente
no bem-estar da mesma. É de conhecimento de todos que o crescimento da população traz por
consequência o aumento da urbanização, decorrente da crescente migração da população das
zonas rurais para os centros urbanos, em busca de melhores condições de vida.
O processo de urbanização, ao longo dos anos, tomou uma proporção cada vez maior,
impulsionado pelas modernizações oriundas dos constantes avanços e das descobertas
tecnológicas, desde as pequenas até as grandes cidades, com ênfase nas grandes metrópoles de
todo o mundo. Porém, com o aumento da urbanização, ocorre também a impermeabilização do
solo, seja ela parcialmente ou totalmente, decorrente da construção de rodovias, edificações,
residências, calçadas, dificultando ou até mesmo impedindo parcialmente ou totalmente o
processo natural de absorção das águas pelo solo (Höltz, 2011).
A interrupção desse processo natural resulta em consequências drásticas, principalmente
nos períodos de chuvas, como enchentes, alagamentos, o que trazem prejuízos financeiros e de
qualidade de vida às pessoas. Logo, para amenizar e/ou evitar esse problema é necessária a
implantação de um sistema de drenagem. Conforme Villa Nueva et al. (2011), o processo de
urbanização, que traz como consequência a impermeabilização do solo, é um sinal claro de
prosperidade e crescimento de uma cidade, porém, por outro lado, isso significa uma maior
demanda da necessidade da existência de um sistema de drenagem. O mesmo tem como papel
transportar as águas pluviais coletadas em seu traçado até um corpo hídrico apropriado, como
rios, lagos, córregos, para que essas águas continuem seu ciclo natural sem causar transtornos
à população (Tucci, 2009).
O sistema de drenagem tem um papel fundamental na vida de uma cidade, independente
do seu tamanho, pois carrega as águas que caem em toda cidade para as bacias hidrográficas.
Isso evita possíveis alagamentos e previne enchentes (Tucci, 2012).
Deste modo, o presente trabalho tem como objetivo geral discutir sobre a importância
do sistema de drenagem para uma cidade e para a sua população, através da análise dos impactos
de sua ausência na cidade. Para isso, elaboraram-se os seguintes objetivos específicos: estudar
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o sistema de drenagem existente no centro da cidade de Perdizes, nem São Paulo- SP;
procurando analisar a sua eficiência, analisando os seus benefícios e os impactos para a cidade
e os seus habitantes; assim como analisar o seu estado de conservação; além de averiguar se há
a necessidade de modernização ou ampliação do mesmo. Às considerações finais trazem o
estudo através de pesquisas de campo e fotos tiradas durante toda a pesquisa. Por fim, serão
trazidos os resultados, visando sugerir possíveis mudanças e melhorias para o mesmo, com a
finalidade de proporcionar maiores benefícios e segurança a sua população.
2 REVISÃO BIBLIOGRAFICA
2.1 Diretrizes de Cobranças no Saneamento
A Lei número 11.445 (Brasil, 2007), estabelece as diretrizes nacionais para o
saneamento básico, o qual é composto pelo conjunto de serviços, infraestruturas e instalações
operacionais de:
• abastecimento de água potável;
• esgotamento sanitário;
• limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;
• drenagem e manejo das águas pluviais, limpeza e fiscalização preventiva das respectivas
redes urbanas. Este último item, de principal relevância nesta pesquisa, é definido como
o conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais que visam o
transporte, a detenção ou a retenção para o amortecimento de vazões de cheias, o
tratamento e a disposição final das águas pluviais drenadas nas áreas urbanas. Souza et
al. (2009) alegam que o setor do saneamento está ligado principalmente à dinâmica do
uso da água, dentre ela o abastecimento de água e esgotamento sanitário, sendo
destinada a suprir necessidades básicas de saúde e higiene. Afirmam ainda que, quando
se considera as questões envolvidas com resíduos sólidos e drenagem das águas sob a
perspectiva de proteção ambiental e desenvolvimento econômico, expande-se o
entendimento para as responsabilidades de preservação, conservação e manutenção do
meio ambiente.
A Lei 11.445/2007 assegura a legalidade da cobrança pelos serviços públicos de
saneamento básico como forma de garantir a sustentabilidade econômico-financeira dos
mesmos, mediante a remuneração. Os serviços que podem ser submetidos à remuneração são:
• de abastecimento de água e esgotamento sanitário;
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• de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos;
• de manejos de águas pluviais urbanas, sendo este na forma de tributos, inclusive taxas,
em conformidade com o regime de prestação do serviço ou de suas atividades.
2.2 Importância do Sistema de Drenagem Urbana
O sistema de drenagem urbana é de substancial importância para uma cidade,
independentemente de seu tamanho. Ele é um instrumento indispensável no combate a
enchentes, inundações e alagamentos (Tucci, 2012).
O combate à drenagem por meio do sistema de macrodrenagem e macrodrenagem vem
contribuir positivamente para o crescimento de uma cidade, assim como para a sua economia,
pois valoriza a região onde se está instalado, por garantir a não ocorrência de enchentes e
alagamentos, e para a saúde, por diminuir o risco de contágio por doenças de veiculação hídrica
e outros dados de benefícios sociais (Tucci, 2012).
Tendo em vista a importância do sistema de drenagem, a sua ausência resulta em
inúmeros problemas para a cidade, provenientes da sua ausência, pois além de favorecer a
ocorrência de possíveis alagamentos enchentes, resulta em prejuízos financeiros ao comércio,
aos moradores, às indústrias e ao poder público, o qual, certamente, é o mais atingido, tanto por
terem prejuízos físicos em alguns órgãos públicos, quanto por todo e qualquer prejuízo tido pela
população, refletindo diretamente na economia da cidade, além dos impactos na saúde pública,
que resulta em demanda de investimento nessa área (Tucci, 2016).
Vale salientar também que ter um sistema de drenagem ineficiente se torna algo
perigoso, por trazer a sensação de falsa segurança, pois quanto mais precisar dele, ele se
mostrará ineficiente, seja por ser mal dimensionado, por ser muito antigo, ou ainda por não se
ter manutenção, nem investimento em revitalização do mesmo, de forma adequada (Tucci,
2012).
A manutenção do sistema de drenagem é tão importante quanto à implantação do
mesmo, pois através dele que se garante a eficiência e a segurança do mesmo (Tucci, 2016).
2.3 Drenagem urbana
O desenvolvimento urbano ocasionou impactos ambientais significativos que
acarretaram problemas como poluição do solo, água e ar, erosões e enchentes. Todos estes
fatores tem levado a qualidade de vida da população cair drasticamente. Segundo Neto (2012)
as inundações tem acontecido com maior frequência principalmente por causa do modelo de
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sistema de drenagem implantado no Brasil, que prioriza a velocidade do fluxo das águas. De
acordo com Neto, 2012, p. 1, drenagem: é o termo empregado na designação das instalações
destinadas a escoar o excesso de água, seja em rodovias, na zona rural ou na malha urbana. A
drenagem urbana não se restringe aos aspectos puramente técnicos impostos pelos limites
restritos à engenharia, pois compreende o conjunto de todas as medidas a serem tomadas que
visem à atenuação dos riscos e dos prejuízos decorrentes de inundações aos quais á sociedade
está sujeita. A drenagem, segundo Pinto e Pinheiro (2006), pode ser considerada um conjunto
da infraestrutura de uma cidade que tem a finalidade de coletar, transportar as águas pluviais
isto tudo pode ser considerado um sistema, sendo dividido em macro e micro. A micro-
drenagem urbana, segundo Brasil (1999) é um sistema de condutos pluviais a nível de
loteamento ou de rede primária urbana, que permite a ocupação do espaço urbano sendo
formada de:
Boca de lobo: dispositivos para captação de águas pluviais, localizados nas sarjetas; -
sarjetas: elemento de drenagem das vias públicas a calha formada é a receptora das águas
pluviais que incidem sobre as vias públicas e que para elas escoam;
• Poço de visita: dispositivos localizados em pontos convenientes do sistema de galerias
para permitirem mudança de direção, mudança de declividade, mudança de diâmetro e
limpeza das canalizações;
• Tubos de ligações: são canalizações destinadas a conduzir as águas pluviais captadas
nas bocas de lobo para a galeria ou para os poços de vsita; e – condutos: obras destinadas
à condução das águas superficiais coletada. O outro sistema de drenagem é a
macrodrenagem, segundo Brasil (1999) é um conjunto de obras que permite aprimorar
as condições de escoamento permite diminuir os problemas de erosões, assoreamento e
inundações ao longo dos principais talvegues (fundo de Vale). Este sistema é
responsável pela vazante final das águas, a qual pode ser formada por canais naturais
ou artificiais, galerias de grandes dimensões e estruturas auxiliares. Nas áreas urbanas,
segundo Brasil (1999) à macrodrenagem está relacionada diretamente com a rede de
drenagem natural pré-existente nos terrenos antes da ocupação, sendo igarapés,
córregos, riachos e rios localizados nos talvegues e valas, além de canais que São cursos
d’água artificiais destinados a conduzir água à superfície livre e neutros fatores devem
ser considerados no sistema de macrodrenagem segundo Brasil, 1999, p.288; A
topografia do terreno, natureza do solo e o tipo de escoamento, determinam a forma da
seção a serem adotadas, as inclinações de taludes e declividade longitudinal dos canais.
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Apesar de independentes, as obras de macrodrenagem mantêm um estreito
relacionamento com o sistema de drenagem urbano, devendo, portanto, ser projetadas
conjuntamente para uma determinada área, as obras de Macrodrenagem consistem em:
- retificação e/ou ampliação das seções de cursos Naturais; - construção de canais
artificiais ou galerias de grandes dimensões; - Estruturas auxiliares para proteção contra
erosões e assoreamento, travessias (obras De arte) e estações de bombeamento. Os
problemas referentes às inundações no meio urbano ficam evidentes que os Sistemas de
drenagem urbana têm um papel preventivo, no entanto nas regiões mais baixas é
fundamental que estes processos sejam eficientes para evitar alagamentos próximos aos
cursos d’água. Os sistemas de drenagem apresentam algumas diferenças singulares
entre Micro drenagem e macrodrenagem.
3 OBJETIVO
Um projeto de drenagem deve incluir um estudo adequado para evitar erros comuns
nesse tipo de atividade. Se a especificação e análise técnica não forem adequadas você pode
acabar não tendo uma drenagem eficiente e poderá até mesmo perder todo o trabalho e dinheiro
investidos. Para a elaboração desse projeto de drenagem os passos devem incluir os seguintes:
Reconhecimento e delimitação da área afetada levantamento topográfico elaboração do projeto
(Boca de Lobos). Primeiro se conhece a área a ser drenada e verifica-se a possível origem do
excesso de água. O segundo item também é essencial, pois através dele pode-se traçar a
diretrizes do projeto buscando descobrir de que lugares mais altos a água flui e quais os mais
baixos onde serão enterrados os tubos.
3.1 Objetivo Específico
• Melhorar a infraestrutura de drenagem urbana do município de Perdizes SP;
• Apresentar as tecnologias alternativas em drenagem urbana;
• Incorporar o modelo atual e apresentar um conceito de drenagem urbana moderna, com
enfoque ambiental, baseadas em técnicas de manutenção de áreas permeáveis,
priorizando o armazenamento e infiltração da água no solo;
• Minimizar e / ou extinguir as áreas de Risco de Alagamento do Município;
• Garantir a mobilidade urbana, o livre acesso da população com segurança e conforto
sem colocar os cidadãos em risco devido as constantes enxurradas;
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• Manter a preservação dos patrimônios públicos, tais como a durabilidade da capa
asfáltica e outras estruturas.
4 JUSTIFICATIVA
Com o processo de urbanização a impermeabilização do solo tem aumentado a cada ano
principalmente por causa da ocupação urbana, este processo acabou afetando o ciclo
hidrológico e resultou no aumento das enchentes urbanas e da degradação da qualidade das
águas pluviais segundo Gonçalves (2014). A drenagem urbana tradicional faz com que fluxo
das águas derivadas de precipitações cresça, este fato acaba aumentando o risco de inundações
à jusante. A problemática que envolve drenagem urbana versus e enchentes já se tornou crônica,
segundo Tucci (1995), isto acontece principalmente à filosofia errônea dos projetos de
engenharia adotados, na qual se abarca em conceitos em que uma drenagem eficiente somente
tem resultado se as águas das precipitações escoarem rapidamente. Com o aumento do fluxo
das águas fluviais em pouco intervalo de tempo, o sistema de drenagem entra em colapso e o
resultado são as enchentes que afetam toda população. Associado a esse processo temos ainda
a questão do solo impermeabilizado que impede com que as águas fluviais infiltrem no subsolo,
neste contexto os pavimentos permeáveis são uma solução viável para amenizar os problemas
referentes às enchentes nos meses em que aumenta a intensidade de chuvas. Ao realizar este
estudo é possível compreender como o pavimento permeável que se caracteriza por elevada
porosidade e drenagem da água eficiente, dependendo da sua granulometria, no entanto esta
capacidade de infiltrar a água vai depender do modelo de pavimento. O estudo se justifica, pois
permite compreender como funcionam os pavimentos permeáveis e qual sua relação de custo
versus benefício no combate às enchentes. E como deve ser realizado o seu processo construtivo
e quais são os melhores ambientes dentro do contexto urbano pode ter melhor adaptação.
Sabendo que este sistema se caracteriza por retardar o volume de água nos ambientes urbanos,
o estudo também dará ênfase de como ele pode ser utilizado na construção dos chamados
piscinões que apresentam eficiência em receber as enxurradas, além de reduzir a contaminação
do subleito por lixo e outros resíduos sólidos, além de melhorar os gastos com a drenagem
urbana. Assim, pretende-se apresentar as vantagens de usar os pavimentos permeáveis como
meio de evitar as enchentes urbanas, além de permitir que se conheça como deve ser realizado
seu processo construtivo, os reais custos na sua execução.
5 METODOLOGIA
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Método de pesquisa é um conjunto de procedimentos utilizados para realizar pesquisas
científicas, e concedem os possíveis acessos que devem ser tracejados pelo pesquisador, para
recolher, alinhar e averiguar informações, de modo que consiga arquitetar resultados. Ao adotar
o método conveniente a sua pesquisa, será possível trazer legitimidade aos seus resultados
finais, assegurando que o atual conhecimento tenha base firme (Walliman, 2015).
O trabalho discorrido, então, deu-se por uma pesquisa qualitativa, pois suas
características encaixam-se nos seus padrões. De acordo com Sampieri, Collado e Lúcio (2013),
o enfoque qualitativo está relacionado com os temas que foram investigados de forma rasa, ou
que nem ao menos tenham sido explorados diante da sociedade, de forma específica. Neste
estudo de caso, o tema abordado é um problema que foi pouco explorado e examinado pela
sociedade e pelos responsáveis do setor. Com fundamentos nessas referências, o presente estudo
foi estruturado através de conhecimentos técnicos, que são relacionados e vinculados ao tema
da pesquisa. Diante disso, é certo confirmar que todo o trabalho foi desenvolvido,
principalmente, por embasamentos bibliográficos de livros, artigos, teses, legislações e
pesquisa de campo. Desta maneira, é justo afirmar que o processo da pesquisa qualitativa
interliga todos os seus passos, fazendo com que ela seja breve e menor. Em consideração, a
qualitativa escolhe o problema, elabora as perguntas, faz buscas organizadas, que possuam
baseamento na literatura e contêm acesso visitante ao local pesquisado para coletar e avaliar
dados informativos (Flick).
Drenagem urbana é tida como o manejo das águas pluviais urbanas, considerando o
ciclo das águas no plano terrestre do planeta, juntamente com os avanços nos métodos de
atuação, em relação às técnicas usadas atualmente, tendo em vista os avanços técnicos
decorrentes da evolução sobre a percepção hídrica (Christofidishri; Assumpção; Kligermankl,
2020). Como é estabelecido pela Agência Nacional de Água (Ana), o objetivo da drenagem
urbana é retirar o escoamento da água das chuvas o mais rápido possível do perímetro urbano,
evitando danos para a cidade e assegurando que não haja impactos aos corpos hídricos,
receptores das águas pluviais.
Conforme Silva et al. (2019), o conceito de drenagem urbana está condicionado às
práticas da antiguidade de lidar com o problema das águas pluviais nas cidades, que resulta no
procedimento da captação da água da chuva, buscando que esse procedimento ocorra o mais
rápido possível, de forma eficiente para evitar danos. Ademais, a drenagem e o manejo de águas
pluviais urbanas são o conglomerado de atividades voltadas à infraestrutura e às instalações
operacionais de drenagem de águas pluviais, ao transporte e à detenção ou de retenção das águas
da chuva, buscando a redução no volume das vazões das cheias (Tucci, 2016).
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6 - DESENVOLVIMENTO
6.1 Área de Estudo
O bairro perdizes é um distrito da cidade de São Paulo, pertencente à subprefeitura da
Lapa, na região oeste de São Paulo. Os primeiros registros do bairro datam de 1850, quando a
região era ocupada por chácaras, algumas delas com criação de aves, como a Perdiz. Com o
tempo a ave deu nome à localidade, que passou a se chamar ‘Campo das Perdizes’. A partir do
final do século XIX, em 1897, entrou na planta oficial da cidade conhecida oficialmente como
bairro de Perdizes. Perdizes começa a aparecer na história da cidade a partir da última década
do século XIX e entra na planta oficial da cidade em 1897. Em 1850, a região era uma grande
chácara de Joaquim Alves, um vendedor de garapa, que criava perdizes no seu quintal (o local
é perto de onde hoje é o largo Padre Péricles). Anos mais tarde a propriedade foi vendida e
loteada. No entanto a expressão “quintal das perdizes” passou a denominar o bairro. A partir de
1905 o crescimento se instalou, e na década de 1940 o bairro se consolidou. De toda a região
oeste de São Paulo, Perdizes é o bairro mais populoso. É um dos bairros que mais atraem
lançamentos imobiliários na zona oeste. São empreendimentos residenciais com unidades de
três e quatro dormitórios, na maioria, e com bom padrão de acabamento. São destinados a um
público de classe média alta e alta (IBGE, Infocidade 2009).
O município de Perdizes, sofre frequentemente com alagamentos, tanto pela rede ter
sido executada conforme demanda e recursos, quanto pela falta de manutenção e cuidados.
Esses alagamentos acabam trazendo consequências negativas para a população local. Assim
sendo, com este estudo buscou-se propor alternativas para a minimização das falhas do sistema
existente. Para isso, foi feita uma análise da situação atual da rede através do software SWMM,
o qual mostrou os trechos e nós que conferem com o mapa disponibilizado pela defesa civil,
onde os principais pontos de alagamento são mostrados. Além disso, foi verificado o perfil
longitudinal do trecho crítico, obtendo-se dados dos instantes e duração dos alagamentos. O
trabalho discorrido buscou apresentar e deliberar, perante caminhos preliminares, um
Cronograma que se baseou na lógica coerente de ferramentas norteadoras. Deste modo, afirma-
Se que toda a pesquisa teve como alicerce métodos investigativos e exploratórios, de relatos
Passados que se unem e estabelecem vínculos com o problemático destaque da pesquisa. Com
esta visão, foi fundada diversos fundamentos que, de tal forma, possibilitou a Aceitação ou a
rejeição da hipótese palestrada. Hipótese essa que mostra a transcendência de se adquirir o
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conhecimento das consequências negativas que a falta de drenagem causa em todo o Mundo.
As análises e os apontamentos de cada tópico citado no referencial teórico foram produzidos,
de forma geral, para melhor esclarecimento e entendimento, sendo educadamente apresentado
com apoio nos materiais referenciados em cada parte que os distinguem. Os dados apresentados
diante de todo o trabalho foram alcançados através de visitas a Campo. Nas quais houve
conversas, discussões sobre as possíveis soluções e as causas negativas que a falta do sistema
traz para toda a população, resultando, assim, nas possíveis soluções e Finalização da
problemática dita em toda a pesquisa
FIGURA 01: DIMENSIONAMENTO DA ÁREA
FONTE: PEMAPES (2014)
FIGURA 02: BAIRRO PERDIZES
FONTE: PEMAPES (2013)
TABELA 01: ÁREA DE ESTUDO
Área 200,590 M ²
População 97,706 hab. (2010)
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Densidade 160,17 hab./ha
Renda Média R$ 6, 746,86
IDH 0,957 (Muito elevado)
Subprefeitura Lapa
FONTE: IBGE (2013)
6.2 Saneamento Básico Moderno
Ao longo do tempo, a tecnologia foi se consolidando em diversas áreas, facilitando
metodologias e processos. Isso também aconteceu com o saneamento básico, sendo beneficiado
com a evolução tecnológica.
6.3 Tecnologias setor de água e saneamento
Os métodos ou tecnologias de tratamento de água para abastecimento podem ser
classificados em convencional, contendo os processos de coagulação, floculação, decantação,
filtração e desinfecção, podendo conter etapas adicionais como correção de pH, fluoretação
entre outros antes de ser distribuída à rede de abastecimento, e não convencional quando não
possui todas as etapas contidas no tratamento convencional (IBGE, 2020).
A adoção do tratamento que seja mais adequado deve ser realizada levando-se em conta
as características físico-químicas e a tratabilidade da água bruta, fatores que têm sido
negligenciados no âmbito da implantação de estações de tratamento de água, trazendo
problemas operacionais (Richter, 2009).
Segundo Achon (2008), no país existem tecnologias de tratamento incompatíveis coma
qualidade da água bruta a ser tratada. Nos dando exemplo de que para águas com os mesmos
padrões aferidos, o processo de coagulação em uma tecnologia de tratamento ocorre com
sucesso, enquanto em outro tipo de tecnologia não se obtém sucesso na coagulação.
No Brasil, de acordo com Richter (2009), existe a predominância do emprego de
estações de tratamento convencional ou de ciclo completo para águas de abastecimento, visto
que muitas vezes na etapa de implantação de uma ETA não se realiza os estudos de bacia
hidrográfica, padrões de potabilidade da água bruta, tratabilidade dessa água, regimes
pluviométricos, entre outros.
6.4 Gestão Resíduos Sólidos
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A gestão inadequada dos resíduos sólidos causa impactos socioambientais, tais como
degradação do solo, comprometimento dos corpos d'água e mananciais, intensificação de
enchentes, contribuição para a poluição do ar, proliferação de vetores de importância sanitária
nos centros urbanos e catação em condições insalubres nas ruas e nas áreas de disposição final
(Besen et al., 2010). Dessa forma, são de fundamental importância o manejo e a disposição
adequada desses resíduos, para minimizar seus impactos negativos (Dias et al., 1999). A gestão
sustentável dos resíduos sólidos pode reduzir significativamente a degradação ambiental,
causada, sobretudo por descarte e disposição de forma inadequada, além de possibilitar o
reaproveitamento dos resíduos, podendo torná-lo economicamente interessante para os
municípios. Cabe ressaltar que a gestão de resíduos envolve a etapa de gerenciamento que pode
ser compreendida como um conjunto de ações técnico-operacionais que visam implementar,
orientar, coordenar, controlar e fiscalizar os objetivos estabelecidos na gestão. Com intuito de
regularizar a gestão dos resíduos, os Governos Federal, Estadual e Municipal tem formulado
políticas e adotado práticas de gestão com o intuito de contornar os principais problemas
decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. Nesse sentido, destaca-se a Lei
12.300/2006, que institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos, a Lei 11.445/2007, que
institui a Política Nacional de Saneamento Básico e a Lei 12.305/2010, que institui a Política
Nacional de Resíduos Sólidos. O histórico destes marcos regulatórios será tratado no capítulo
Revisão Bibliográfica.
6.5. Inovação tecnológica do Saneamento Básico
6.6 Quais as 5 inovações tecnológicas que podem auxiliar?
Afinal, quais são as 5 inovações tecnológicas que podem auxiliar no saneamento básico?
Abaixo, vamos falar sobre cada uma delas!
1- Sistema MBBR (Moving Bed Bio-Reactor)
O MBBR é um sistema que consiste em peças pequenas de plástico, que recebem o
nome de bio-mídias. Essas estruturas são caracterizadas pela formação de biofilme concentrado,
que mesmo recebendo um volume de reação, conseguem reagir aos diversos microrganismos
de tratamento.
2 - Biomassa anaeróbia granular
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Esse é um processo desenvolvido na Holanda, pela Universidade de Tecnologia de
Delft. É considerada uma metodologia revolucionária, pois ela não se estrutura em flocos como
nos processos convencionais, mas sim em grânulos com uma velocidade maior de
sedimentação, sem necessidade de produtos químicos.
3 - Medidores online (qualidade da água)
Os medidores de qualidade da água são aparelhos que ajudam a aperfeiçoar cada vez o
saneamento básico. Eles contêm sensores online que ficam ligados a um display por onde é
possível conseguir informações valiosas sobre a qualidade da água. Entre as informações
captadas, estão: temperatura, cor, pH, concentração de sais, cloro, entre outras. O acesso a esses
dados permite um controle maior de cada etapa de tratamento da água.
4 - Membranas Filtrantes
Apesar do alto custo de implantação, as membranas filtrantes fazem parte das
tecnologias que ainda estão sendo estudadas, porém, apresentam uma grande eficiência. São
responsáveis por ajudar a reduzir a área de ocupação de estações de tratamento, além de
substituir os filtros de areia com uma dimensão maior.
5- Monitoramento de Desperdícios
Pode ser utilizada para evitar o desperdício de água por meio de equipamentos com
tecnologia moderna, sistemas acústicos e até programas de base de imagens via satélite capazes
de registrar anormalidades em redes de tubulação subterrâneas.
7 CONCLUSÃO
A pesquisa em questão teve o propósito de discutir a importância do sistema de
drenagem, assim como analisar a eficiência do sistema de drenagem da cidade de Perdizes-SP,
mostrando a estrutura existente na cidade que desempenha essa função. Ao analisar constantes
evoluções da humanidade e do processo de urbanização, vimos que, consequentemente, de
mesmo modo, fez com que a engenharia e as suas tecnologias, técnicas e métodos, tivessem
uma evolução extraordinária. Com toda essa evolução, que mostrou a necessidade e a
preocupação com o saneamento básico, o que resultou em legislação E técnicas modernas para
15
garantir o abastecimento e o tratamento de água potável, a coleta e o Tratamento de esgotos,
coleta e disposição de resíduos sólidos, como também a captação e a Disposição das águas
pluviais. Durante toda a pesquisa, com análise de artigos, livros, leis e outros documentos, ficou
evidenciado o crescente processo de urbanização. Desta forma, a necessidade e a importância
de um sistema de drenagem para a cidade e para o seu posterior crescimento e prosperidade da
Mesma, assim como para a sua população, por gerar segurança, maior qualidade de vida, ajudar
na diminuição da propagação de doenças por vinculação hídrica, resultando na valorização de
Áreas e imóveis, como também livrando-se de transtornos, evitando futuros alagamentos e
Posteriores inundações. Como todas as cidades de grande, médio e pequeno porte necessitam
de um sistema de Drenagem urbana, na cidade de Perdizes essa necessidade não seria diferente,
posterior à Análise constatou a situação em que se encontra o sistema existente na cidade. Do
mesmo modo, que foi avaliado a sua eficiência constatou-se os impactos que sua ineficiência
gera para a População. Concluir que a cidade de Perdizes é carente do sistema de drenagem de
qualidade, E que opere com eficiência sem trazer transtornos à população, nem tampouco
prejuízos, como alagamentos. Ademais, ficou evidente que o sistema quase não existe na cidade
e o pouco que existe atua de maneira ineficiente, resultando em alagamentos que trazem
prejuízos financeiros. E ao bem estar da população, visto que o pequeno trecho que existe no
sistema se torna ineficiente, por não ter toda a estrutura necessária de micro drenagem. O
mesmo efetua todo o Direcionamento das águas pluviais, de maneira superficial, até que
cheguem próximo às galerias é notório que se faz necessário a implantação de sistema de
drenagem, que cubra toda a extensão da cidade, implantando estruturas de micro drenagem que
vão capitar e conduzir as águas pluviais, ao mesmo tempo que utiliza e melhora estruturas
naturais de macrodrenagem existentes na cidade, como os riachos, para receber as águas
captadas através da Micro-drenagem. A rede existente de micro drenagem deve ser melhorada
e incorporada ao novo sistema para operar com eficiência e assim consiga reduzir a ocorrência
de alagamentos durante fortes chuvas, tendo em vista um impacto positivo na qualidade de vida
da polução, como também no crescimento e na valorização da cidade. Para serem coletadas, o
que inviabiliza sua eficiência. Neste projeto foi contemplado a área de aproximadamente 20ha
onde se projetou um sistema de drenagem funcionam, levou-se em consideração 16 poços de
visitas (pv) espaçadas simetricamente em pontos de captação da área de contribuição, 110 bocas
de lobo sugerindo a interligação na rede coletora de água pluvial (galeria). Toda água
acumulada no trecho 5-1 com 55 metros de extensão foi direcionada ao córrego do anhanguera
e a esquina não contemplada no projeto, rua Fortunato deverá fazer as instalações onde farão
as ligações necessárias.
16
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saneamento, a Lei nº 10.768, de 19 de novembro de 2003, para alterar o nome e as atribuições
do cargo de Especialista em Recursos Hídricos, a Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, para
vedar a prestação por contrato de programa dos serviços públicos de que trata o art. 175 da
constituição Federal, a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, para aprimorar as condições
estruturais do saneamento básico no País, a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, para tratar
dos prazos para a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, a Lei nº 13.089, de
12 de janeiro de 2015 (Estatuto da Metrópole), para estender seu âmbito de aplicação às
microrregiões, e a Lei nº 13.529, de 4 de dezembro de 2017, para autorizar a União a Participar
19
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ANEXOS DOS CÁLCULOS ESTUDADOS
EQUAÇAO RACIONAL
Para calcular a vazão para a altura da guia da calçada foi adotada h=0,10m ou h=10 cm.
pela equação de Manning) será comparada com a equação racional.
Q = 1,31 ∗ √𝑖
Q = 166,7 ∗ C ∗ I ∗ A
Onde
Q = vazão de projeto em l/s;
I = intensidade média da precipitação sobre toda a área drenada, de duração igual ao tempo de
concentração. (mm/min);
A = área de contribuição em ha;
C = coeficiente de escoamento, definido como a relação entre o pico de vazão por unidade de
área e a intensidade média da chuva.
Procura-se analisar as relações I-D-F das chuvas observadas determinando-se para os diferentes
intervalos
de duração de chuva, qual o tipo de equação e qual o número de parâmetros dessa equação.
Para o projeto integrado será utilizada a equação IDF de Martinez e Magni (1999), conhecida
como curva tipo “ln ln”.
I = a ∗ (t + b) c + d ∗ (t + e) f ∗ [g + h ∗ ln ln (T)]
I – Intensidade da chuva em mm/min;
T-1
t – Duração da chuva em minutos;
T – Período de retorno em anos.
23
Usem a equação da cidade de São Paulo – SP, o tempo de duração da chuva (t) a ser adotado
serão tempo de concentração da área de drenagem.
O tempo de duração da chuva (t) a ser adotado serão tempo de concentração da área de
drenagem.
Tc (tempo de concentração)
O tempo de duração da chuva a ser adotado serão tempo de concentração da área de drenagem.
O tempo de concentração (Tc) é definido como “o tempo necessário para que toda a água
precipitada na bacia hidrográfica passe a contribuir na seção considerada”. Outra definição dada
em literaturas é “o tempo que a água precipitada no ponto mais distante da bacia leva até a seção
de controle”.
Como não há formas de medir diretamente o tempo de concentração, este parâmetro é estimado
através de fórmulas empíricas. Neste projeto será utilizada a equação de Kirpich.
Onde
tc – tempo de concentração, em min.
Ieq – declividade equivalente, em m/km;
L – Comprimento do curso d´água, em km.
Memorial de cálculo Drenagem
Cálculo Trecho A1
Área A1 = 0,25 há
i = Declividade
C = 0,8
𝐶𝑚 − 𝐶𝐽 776,52−767,65
i = Cm * CJ = i = = = 0,0771𝑚/𝑚
L 115
Vazão da sargeta
Q = 1,31 ∗ √𝑖 ∗ 0,8
24
Q = 1,31 ∗ √0,0771 ∗ 0,8 = 291,05 l/s
Tc (tempo de concentração)
Tc = 57∗ L2 0,385
Ieq
Tc = 57∗ 0,115 2 0,385
77,1 =2,02 min
Tc = menor que 10 min,será ultilizado 10 min intensidade de chuva da cidade de São Paulo.
T = 5 Anos para sarjeta
I = 39,3015 ∗ (10 + 20) -0,9228 + 10,1767. (10 + 20) -0,8764 ∗ [−0,4653 − 0,8407 ∗ lnln (5/(5-1))]
= 2,11 mm/min
Q = 166,7 ∗ C ∗ I ∗ A
Q = 166,7 ∗ 0,8 ∗ 2,11 ∗ 0,25 = 70,5 l/s
Planilha 01
25
TRECHO A(ha) CM CJ L(m) i(m/m) Q(manning)l/s tc(min) I (mm/min) C Q (racional)l/s
A1 0,25 776,52 767,65 115 0,0771 291,05 10,00 2,11 0,8 70,49
A2 0,69 767,65 760,43 164,51 0,0439 219,55 10,00 2,11 0,8 194,56
A3 0,24 762,9 760,43 115,33 0,0214 153,37 10,00 2,11 0,8 67,67
A4 0,69 776,52 762,9 164,8 0,0826 301,28 10,00 2,11 0,8 194,56
B1 0,32 776,52 760,76 149,64 0,1053 340,11 10,00 2,11 0,8 90,23
B2 0,81 776,52 762,9 164,8 0,0826 301,28 10,00 2,11 0,8 228,40
B3 0,24 763,75 762,9 94,7 0,0090 99,29 10,00 2,11 0,8 67,67
B4 0,08 763,75 755,88 55,68 0,1413 394,00 10,00 2,11 0,8 22,56
B5 1,006 760,76 755,88 166,11 0,0294 179,63 10,00 2,11 0,8 283,67
C1 0,13 758,82 755,55 58,28 0,0561 248,24 10,00 2,11 0,8 36,66
C2 0,68 760,76 755,88 166,11 0,0294 179,63 10,00 2,11 0,8 191,74
C3 0,18 755,88 748,41 72,94 0,1024 335,38 10,00 2,11 0,8 50,76
C4 0,07 751,57 748,41 43,24 0,0731 283,31 10,00 2,11 0,8 19,74
C5 0,23 751,57 749,3 62,46 0,0363 199,79 10,00 2,11 0,8 64,85
C6 0,49 758,82 749,3 103,99 0,0915 317,09 10,00 2,11 0,8 138,17
C7 0,11 760,76 755,55 58,28 0,0894 313,34 10,00 2,11 0,8 31,02
D1 0,14 760,1 759,44 60,89 0,0108 109,11 10,00 2,11 0,8 39,48
D2 0,46 758,82 749,3 103,99 0,0915 317,09 10,00 2,11 0,8 129,71
D3 0,23 751,57 749,3 62,43 0,0364 199,84 10,00 2,11 0,8 64,85
D4 0,25 762,68 751,57 116,21 0,0956 324,04 10,00 2,11 0,8 70,49
D5 0,72 762,68 759,44 166,59 0,0194 146,15 10,00 2,11 0,8 203,02
D6 0,11 760,1 758,82 55,27 0,0232 159,49 10,00 2,11 0,8 31,02
E1 0,25 762,9 760,43 115,33 0,0214 153,37 10,00 2,11 0,8 70,49
E2 0,64 760,43 750,29 167,64 0,0605 257,75 10,00 2,11 0,8 180,46
E3 0,25 752,71 750,29 117,37 0,0206 150,48 10,00 2,11 0,8 70,49
E4 0,77 762,9 752,71 165,45 0,0616 260,08 10,00 2,11 0,8 217,12
F1 0,23 763,75 762,9 94,7 0,0090 99,29 10,00 2,11 0,8 64,85
F2 0,9 762,9 752,71 165,45 0,0616 260,08 10,00 2,11 0,8 253,78
F3 0,29 756,17 752,71 115,8 0,0299 181,15 10,00 2,11 0,8 81,77
F4 0,03 756,17 752,48 32,31 0,1142 354,17 10,00 2,11 0,8 8,46
F5 0,91 755,88 752,48 165,84 0,0205 150,06 10,00 2,11 0,8 256,60
F6 0,08 763,75 755,88 55,68 0,1413 394,00 10,00 2,11 0,8 22,56
G1 0,18 755,88 748,41 72,94 0,1024 335,38 10,00 2,11 0,8 50,76
G2 0,68 755,88 752,48 165,84 0,0205 150,06 10,00 2,11 0,8 191,74
G3 0,25 752,48 743,32 116,71 0,0785 293,60 10,00 2,11 0,8 70,49
G4 0,72 751,57 743,32 165,5 0,0498 233,99 10,00 2,11 0,8 203,02
G5 0,06 751,57 748,41 43,24 0,0731 283,31 10,00 2,11 0,8 16,92
H1 0,24 762,68 751,57 116,21 0,0956 324,04 10,00 2,11 0,8 67,67
H2 0,66 751,57 743,32 165,5 0,0498 233,99 10,00 2,11 0,8 186,10
H3 0,25 755,8 743,32 115,61 0,1079 344,33 10,00 2,11 0,8 70,49
H4 0,42 766,81 755,8 92,4 0,1192 361,76 10,00 2,11 0,8 118,43
H5 0,32 766,81 762,68 73,84 0,0559 247,85 10,00 2,11 0,8 90,23
I1 0,25 752,48 743,32 116,71 0,0785 293,60 10,00 2,11 0,8 70,49
I2 0,68 752,48 749,7 165,5 0,0168 135,83 10,00 2,11 0,8 191,74
I3 0,25 749,7 741,42 116,31 0,0712 279,62 10,00 2,11 0,8 70,49
I4 0,36 741,42 740,7 83,54 0,0086 97,29 10,00 2,11 0,8 101,51
I5 0,36 743,32 741,1 82,52 0,0269 171,89 10,00 2,11 0,8 101,51
J1 0,25 755,8 743,32 115,61 0,1079 344,33 10,00 2,11 0,8 70,49
J2 0,31 743,32 741,1 82,52 0,0269 171,89 10,00 2,11 0,8 87,41
J3 0,33 741,42 740,7 83,54 0,0086 97,29 10,00 2,11 0,8 93,05
J4 0,13 741,42 738,41 57,57 0,0523 239,63 10,00 2,11 0,8 36,66
J5 0,123 738,68 738,41 58,17 0,0046 71,40 10,00 2,11 0,8 34,68
J6 0,76 755,8 738,68 166,48 0,1028 336,07 10,00 2,11 0,8 214,30
Memorial de cálculo Dimensionamento de Boca de Lobo
Trecho A1
Área de drenagem 0,25 há Declividade a montante 0,0771 m/m
Capacidade da sarjeta a montante Qs= 0,8*1,31*(0,0771)0,5 *1000 =291 l/s
Vazão pluvial: Qp= 166,7*0,8* 2,11*0,25= 70,5 l/s
Com Qp<Qs não há necessidade de galeria.
Trecho A2
Área de drenagem 0,69 há+0,25ha = 0,94ha
Declividade a montante 0,0439 m/m
26
Capacidade da sarjeta a montante Qs= 0,8*1,31*(0,0439)0,5 *1000 =220 l/s
Vazão pluvial: Qp= 166,7*0,8* 2,11*(0.25+0.69) = 265,1 l/s
Como Qp>Qs há necessidade de galeria.
Trecho A3
Área de drenagem 0,24ha
Declividade a montante 0,0214 m/m
Capacidade da sarjeta a montante Qs= 0,8*1,31*(0,0214)0,5 *1000 =153 l/s
Vazão pluvial: Qp= 166,7*0,8* 2,11*0,24= 67,7 l/s
Com Qp<Qs não há necessidade de galeria.
27
Anexo Planilha 02: Dimensionamento das bocas de lobos
TRECHO A(ha) i(m/m) tc(min) I (mm/min) Q trecho Qs(l/s) Galeria N° de BL Q BL(l/s) Q (l/s) afluente Vazão remanescente
A1 0,25 0,0771 10,00 2,11 70,5 291 Dispensa GAP 0 60 70,5 70,50
A2 0,69 0,0439 10,00 2,11 265,1 220 Necessita GAP 4 60 265,1 25,06
A3 0,24 0,0214 10,00 2,11 67,7 153 Dispensa GAP 1 60 67,7 7,67
A4 0,69 0,0826 10,00 2,11 194,6 301 Dispensa GAP 3 60 194,6 14,56
B1 0,32 0,1053 10,00 2,11 90,2 340 Dispensa GAP 0 60 114,4 114,40
B2 0,81 0,0826 10,00 2,11 228,4 301 Dispensa GAP 3 60 228,4 48,40
B3 0,24 0,0090 10,00 2,11 67,7 99 Dispensa GAP 1 60 67,7 7,67
B4 0,08 0,1413 10,00 2,11 22,6 394 Dispensa GAP 0 60 22,6 22,56
B5 1,006 0,0294 10,00 2,11 283,7 180 Necessita GAP 4 60 283,7 43,67
C1 0,13 0,0561 10,00 2,11 126,9 248 Dispensa GAP 3 60 126,9 0,00
C2 0,68 0,0294 10,00 2,11 191,7 180 Necessita GAP 3 60 191,7 11,74
C3 0,18 0,1024 10,00 2,11 128,7 335 Necessita GAP 3 60 128,7 0,00
C4 0,07 0,0731 10,00 2,11 90,2 283 Dispensa GAP 2 60 90,2 0,00
C5 0,23 0,0363 10,00 2,11 64,9 200 Dispensa GAP 2 60 64,9 0,00
C6 0,49 0,0915 10,00 2,11 138,2 317 Dispensa GAP 3 60 138,2 0,00
C7 0,11 0,0894 10,00 2,11 31,0 313 Dispensa GAP 1 60 31,0 0,00
D1 0,14 0,0108 10,00 2,11 39,5 109 Dispensa GAP 0 60 39,5 39,50
D2 0,46 0,0915 10,00 2,11 169,2 317 Dispensa GAP 3 60 169,2 0,00
D3 0,23 0,0364 10,00 2,11 64,9 200 Dispensa GAP 2 60 64,9 0,00
D4 0,25 0,0956 10,00 2,11 70,5 324 Dispensa GAP 0 60 70,5 70,50
D5 0,72 0,0194 10,00 2,11 203,0 146 Necessita GAP 4 60 203,0 0,00
D6 0,11 0,0232 10,00 2,11 31,0 159 Dispensa GAP 1 60 31,0 0,00
E1 0,25 0,0214 10,00 2,11 70,5 153 Dispensa GAP 1 60 70,5 10,49
E2 0,64 0,0605 10,00 2,11 223,7 258 Necessita GAP 3 60 223,7 43,69
E3 0,25 0,0206 10,00 2,11 218,7 150 Necessita GAP 3 60 218,7 38,65
E4 0,77 0,0616 10,00 2,11 231,7 260 Necessita GAP 3 60 231,7 51,68
F1 0,23 0,0090 10,00 2,11 64,9 99 Dispensa GAP 1 60 64,9 4,85
F2 0,9 0,0616 10,00 2,11 314,7 260 Necessita GAP 4 60 314,7 74,70
F3 0,29 0,0299 10,00 2,11 81,8 181 Dispensa GAP 1 60 81,8 21,77
F4 0,03 0,1142 10,00 2,11 8,5 354 Dispensa GAP 0 60 8,5 8,50
F5 0,91 0,0205 10,00 2,11 256,6 150 Necessita GAP 4 60 256,6 16,60
F6 0,08 0,1413 10,00 2,11 22,6 394 Dispensa GAP 0 60 22,6 22,60
G1 0,18 0,1024 10,00 2,11 73,3 335 Dispensa GAP 2 60 73,3 0,00
G2 0,68 0,0205 10,00 2,11 191,7 150 Necessita GAP 3 60 191,7 11,74
G3 0,25 0,0785 10,00 2,11 107,3 294 Necessita GAP 1 60 107,3 47,33
G4 0,72 0,0498 10,00 2,11 203,0 234 Necessita GAP 3 60 203,0 23,02
G5 0,06 0,0731 10,00 2,11 174,8 283 Dispensa GAP 3 60 174,8 0,00
H1 0,24 0,0956 10,00 2,11 157,9 324 Dispensa GAP 0 60 157,9 157,91
H2 0,66 0,0498 10,00 2,11 186,1 234 Necessita GAP 3 60 186,1 6,10
H3 0,25 0,1079 10,00 2,11 188,9 344 Dispensa GAP 3 60 188,9 8,92
H4 0,42 0,1192 10,00 2,11 118,4 362 Dispensa GAP 0 60 118,4 118,43
H5 0,32 0,0559 10,00 2,11 90,2 248 Dispensa GAP 0 60 114,4 114,40
I1 0,25 0,0785 10,00 2,11 70,5 294 Dispensa GAP 1 60 70,5 10,49
I2 0,68 0,0168 10,00 2,11 191,7 136 Necessita GAP 3 60 191,7 11,74
I3 0,25 0,0712 10,00 2,11 82,2 280 Necessita GAP 1 60 82,2 22,24
I4 0,36 0,0086 10,00 2,11 101,5 97 Necessita GAP 2 60 101,5 0,00
I5 0,36 0,0269 10,00 2,11 182,4 172 Necessita GAP 4 60 182,4 0,00
J1 0,25 0,1079 10,00 2,11 70,5 344 Dispensa GAP 0 60 70,5 70,49
J2 0,31 0,0269 10,00 2,11 172,9 172 Necessita GAP 3 60 172,9 0,00
J3 0,33 0,0086 10,00 2,11 93,1 97 Dispensa GAP 2 60 93,1 0,00
J4 0,13 0,0523 10,00 2,11 58,9 240 Necessita GAP 1 60 58,9 0,00
J5 0,123 0,0046 10,00 2,11 69,0 71 Necessita GAP 1 60 69,0 8,98
J6 0,76 0,1028 10,00 2,11 214,3 336 Dispensa GAP 3 60 214,3 34,30
28
Planilha 03: Resumo da locação do sistema de galerias Pluviais
Resumo da locação do sistema de galerias pluviais
Vazão
Q (l/s) remanescent
TRECHO A(ha) Qs(l/s) afluente N° de BL e
A2 0,69 220 265,1 4 25,06
A3 0,24 153 67,7 1 7,67
A4 0,69 301 194,6 3 14,56
B2 0,81 301 228,4 3 48,40
B3 0,24 99 67,7 1 7,67
B5 1,006 180 283,7 4 43,67
C1 0,13 248 126,9 3 0,00
C2 0,68 180 191,7 3 11,74
C3 0,18 335 128,7 3 0,00
C4 0,07 283 90,2 2 0,00
C5 0,23 200 64,9 2 0,00
C6 0,49 317 138,2 3 0,00
C7 0,11 313 31,0 1 0,00
D2 0,46 317 169,2 3 0,00
D3 0,23 200 64,9 2 0,00
D5 0,72 146 203,0 4 0,00
D6 0,11 159 31,0 1 0,00
E1 0,25 153 70,5 1 10,49
E2 0,64 258 223,7 3 43,69
E3 0,25 150 218,7 3 38,65
E4 0,77 260 231,7 3 51,68
F1 0,23 99 64,9 1 4,85
F2 0,9 260 314,7 4 74,70
F3 0,29 181 81,8 1 21,77
F5 0,91 150 256,6 4 16,60
G1 0,18 335 73,3 2 0,00
G2 0,68 150 191,7 3 11,74
G3 0,25 294 107,3 1 47,33
G4 0,72 234 203,0 3 23,02
G5 0,06 283 174,8 3 0,00
H2 0,66 234 186,1 3 6,10
H3 0,25 344 188,9 3 8,92
I1 0,25 294 70,5 1 10,49
I2 0,68 136 191,7 3 11,74
I3 0,25 280 82,2 1 22,24
I4 0,36 97 101,5 2 0,00
I5 0,36 172 182,4 4 0,00
J2 0,31 172 172,9 3 0,00
J3 0,33 97 93,1 2 0,00
J4 0,13 240 58,9 1 0,00
J5 0,123 71 69,0 1 8,98
J6 0,76 336 214,3 3 34,30
Memorial de cálculo Dimensionamento de Galerias
Trecho 1-1
Área drenada= B1+C1+C7=0,32+0,13+0,11
Área drenada=0,56 ha
tc=10 minutos;T=10 anos
Calculo da intensidade de chuva utilizando a equação de São Paulo-SP
It,T = 39,3015. (t + 20) −0,9228 + 10,1767. (t + 20) −0,8764. [−0,4653 − 0,8407. ln ln (T/T −1)]
It,T = 39,3015. (10 + 20) −0,9228 + 10,1767. 10t + 20) −0,8764. [−0,4653 − 0,8407. ln ln (10/10
−1)]
It,T= 2,44 mm/min
Cálculo da vazão
𝑄 = 166,7. 𝐶.𝐼. 𝐴
𝑄 = 166,7. 0,8. 2,44.0,56
29
𝑄 = 182,24 𝐿/𝑠
Calculo do diâmetro
D = (Q. n/0,2734. √i)(3/8)
D = (0,18224.0,015/0,2734. √0,0894) (3/8)
D = 0, 280 m
Diâmetro comercial=0,3m
Cálculo da velocidade
𝑉 =4. 𝑄/0,9755. π. D2 →
𝑉 =4.0,18224/0,9755. π. 0,32
𝑉 = 2,64 𝑚/𝑠
Tempo de percurso
𝑇𝑃 =𝐿/𝑉
TP =58,28 /2,64
𝑇𝑃 = 22,07 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠 𝑜𝑢 0,37 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜𝑠
Planilha 04 – Dimensionamento de Galerias
Trech Comp.( Declivida A(ha tc(minuto I(mm/mi Vazão D D Velocida t
o m) de (m/m) ) s) n) (l/s) calculado( comercial( de (m/s) percurso(mi
m) m) n)
1-1 58,28 0,0894 0,56 10,00 2,44 182,24 0,280 0,3 2,64 0,37
2-1 116,16 0,0053 0,83 10,00 2,44 270,11 0,551 0,6 0,98 1,98
1-2 103,99 0,0915 1,39 12,34 2,28 422,46 0,382 0,4 3,45 0,50
1-3 62,46 0,0368 2,94 12,85 2,25 881,11 0,596 0,6 3,20 0,33
3-1 72,94 0,1024 1,686 10,00 2,44 548,67 0,412 0,4 4,48 0,27
3-2 43,24 0,0326 2,966 10,27 2,42 957,35 0,629 0,8 1,95 0,37
1-4 165,5 0,0222 5,906 13,17 2,23 1754,2 0,849 1 2,29 1,20
2
4-1 116,71 0,0785 1,59 10,00 2,44 517,43 0,424 0,4 4,22 0,46
1-5 82,52 0,0269 10,32 14,38 2,16 2969,2 0,997 1 3,88 0,35
6 8
1-6 83,54 0,0143 11,68 14,73 2,14 3329,1 1,172 1,2 3,02 0,46
6 5
5-1 116,31 0,0876 0,68 10,00 2,44 221,29 0,302 0,3 3,21 0,60
1-7 57,57 0,0189 12,61 15,19 2,11 3551,2 1,140 1,2 3,22 0,30
6 7
6-1 58,17 0,0046 0,76 10,00 2,44 247,33 0,547 0,6 0,90 1,08
1-8 80,9 0,0381 13,49 15,49 2,09 3770,8 1,022 1,2 3,42 0,39
9 2
7-1 167,64 0,0605 1,43 10,00 2,44 465,36 0,428 0,5 2,43 1,15
8-1 165,45 0,0616 1,97 10,00 2,44 641,10 0,481 0,5 3,35 0,82
9-1 117,37 0,0206 3,93 10,00 2,44 1278,9 0,765 0,8 2,61 0,75
4
7-2 70,72 0,0366 7,33 11,15 2,36 2305,2 0,856 1 3,01 0,39
7