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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
PRISCYLLA KELLEN MESQUITA SILVEIRA CASTRO
A CRIANÇA COM DISLEXIA NO CONTEXTO ESCOLAR
Nova Serrana
2023
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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
PRISCYLLA KELLEN MESQUITA SILVEIRA CASTRO
A CRIANÇA COM DISLEXIA NO CONTEXTO ESCOLAR
Trabalho de conclusão de curso
apresentado como requisito parcial à
obtenção do título em Educação Inclusiva.
Nova Serrana
2023
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A CRIANÇA COM DISLEXIA NO CONTEXTO ESCOLAR
Priscylla Kellen Mesquita Silveira Castro Autor1
Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o
mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja
parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e
corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de
investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e
administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação
aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).
RESUMO:
O presente trabalho apresenta uma reflexão em torno da inclusão da criança com
dislexia no contexto escolar. Para tanto, tem como objetivo geral, compreender as múltiplas
relações que envolvem as questões sobre dislexia, bem como analisar suas evidências em
no contexto escolar e como deve ser trabalhada. E apresenta ainda como objetivos
específicos; entender o conceito de dislexia; compreender o processo de identificação da
dislexia no contexto escolar e analisar a posição da escola, perante alunos portadores de
dislexia objetivando sua inclusão e desenvolvimento. O trabalho é resultado de uma
pesquisa teórica baseada em vários autores de grandes autores que muito contribui para a
educação e ainda documento oficiais que regem a educação no Brasil. A análise do que é
dislexia e suas consequências na vida do portador, torna-se uma questão desafiadora e
preocupante para a sociedade de forma geral, mas principalmente no contexto escolar,
durante o processo de formação. Na qual, muitas vezes o sujeito portador torna-se vítima do
despreparo dos profissionais e familiares, não entendendo que a mesma precisa de um
acompanhamento diferenciado, diante de suas necessidades.
Palavras-chave: Dislexia. Criança. Contexto Escolar. Ensino Aprendizagem
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priscyllans@[Link]
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1 INTRODUÇÃO
Na vida de um educando, a escola significa um contato com a realidade, que
pode ser encarada como compensadora ou como severa. A adaptação deste aluno
ao cotidano escolar mostra, muitas vezes qual será sua postura típica perante a
vida. Estar alfabetizado remete-o a responsabilidade de ler, escrever e estar letrado,
dentro de normas cultas já estabelecidas. Porém alguns alunos não conseguem
desenvolver no tempo certo, ou seja corresponde à sua faixa estaria de
escolarização, resta descobrir o motivo.
A dislexia está associada a uma deficiência no processo de aquisição da
linguagem que afeta a leitura, a escrita e a ortografia. Os primeiros sintomas que
podem indicar dislexia aparecem na escola, o disléxico normalmente não consegue
absorver e compreender um texto. Este distúrbio é muitas vezes confundido com
preguiça e desatenção e na maioria das vezes leva à evasão e ao fracasso escolar.
Por outro lado, é possível atender às necessidades dos alunos quando a escola é
formada por profissionais capacitados e informados sobre o transtorno e as
dificuldades de aprendizagem.
A dislexia é uma condição pouco conhecida, mas bem estudada, crianças
com dificuldades para aprender, codificar e decodificar leitura e escrita podem ser
disléxicas e isso passar despercebido em meio a conflitos de linguagem, a criança
acaba por se frustar em um ambiente que poderia ser acolhedor e sociável como a
escola. Acredita-se que, por meio da compreensão e do estudo da dislexia, é
possível compreender de forma abrangente e significativa como ela ocorre, como
proceder, suas causas, métodos e qual equipe deve participar do processo e
atuação do disléxico, amenizando assim os problemas causados no processo de
ensino aprendizagem.
Diante desse contexto justifica-se o desenvolvimento da presente pesquisa,
tendo em vista que os educadores e demais envolvidos nesse processo, precisam
ter uma formação inicial e continuada, aliada à realidade escolar, para que possa
haver a teoria ligada a pratica. Faz-se necessário aprofundar os conhecimentos em
torno do que é dislexia, e a partir da propor uma trabalho em prol do aluno,
diferenciando estratégias e metodologias junto com o especialista envolvido para
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que esta parceria acarrete em resultados positivos, permitindo que o educando
supere as dificuldades de aprendizagem. Portanto, para que as intervenções
aconteçam e sejam precisas e eficientes faz-se necessário ser conhecedor do
assunto.
A metodologia adotada nesta pesquisa, trata-se de revisão de literatura, com
base em autores estudiosos do assunto, por meio de consultas a livros, artigos, sites
confiáveis. A Revisão de Literatura foi escolhida para a realização desta pesquisa,
porque é calçada em definições científicas, tendo uma base confiável de
informações. Na pesquisa foi realizada a leitura analítica de forma que as teorias
levantadas conduzam a obtenção da resposta ao problema de pesquisa
apresentado.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
2.1 Entendendo a Dislexia
A dislexia é conhecida como um Transtorno Específico de Aprendizagem
(TEA) que se define pela dificuldade que a pessoa encontra na leitura e escrita.
Crianças com esse transtorno geralmente se caracterizam pelo problema motor da
escrita, lentidão, letra ilegível, traços fortes na folha ou muito leves, desorganização
no texto ou ultrapassar as margens, escrita espelhada, dentre outras.
De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a dislexia foi
definida como:
A Dislexia do desenvolvimento é considerada um transtorno específico
de aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizada por
dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na
habilidade de decodificação e em soletração. Essas dificuldades
normalmente resultam de um déficit no componente fonológico da
linguagem e são inesperadas em relação à idade e outras habilidades
cognitivas (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA, 2016).
Segundo Alves, et al. (2014), as pessoas com dislexia costumam ter
dificuldades quando associam o som à letra, e costumam também trocar letras, ou
mesmo escrevê-las em ordem contrária.
Segundo LIMA (2013) classifica a dislexia em três origens:
a) dislexia visual, também chamada de diseidética ou superficial,
caracterizada por dificuldade no processamento visual, na qual a criança lê por meio
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de processo elaborado de análise e síntese fonética e disfunção no lobo occipital.
Porém, não está relacionada com problemas de visão, só com a inabilidade de
captar o que se vê. Este tipo de dislexia é o mais fácil de corrigir, por meio de
exercícios adequados, podem-se aprender os signos gráficos com precisão e
gradualmente aprender sequencias, porém, a lentidão pode persistir;
b) dislexia auditiva, (disfonética ou fonológica), caracterizada por dificuldades
na leitura oral de palavras pouco familiares, na conversão grafema-fonema e
possível disfunção no lobo temporal. É a impossibilidade em discriminar os sons de
letras, reconhecer variações de sons, sequencias de, palavras, ordens e histórias.
Esta forma de dislexia é a mais difícil de corrigir e fixa na inabilidade de perceber os
sons descontínuos da oralidade;
c) dislexia mista caracteriza-se pela presença dos dois tipos anteriores, sendo
associada à disfunção dos lobos pré-frontal, occipital e temporal.
Ao abordar o tema dislexia, pode-se tecer uma série de reflexões, a partir de
diferentes linhas de pesquisa que sustentam a teoria e a prática nessa área de
conhecimento. Esses conhecimentos ajudam a compreender as articulações que
podem acontecer entre ensinar e aprender, ou seja, as constantes trocas
envolvendo o sujeito aprendente, o objeto de conhecimento e o sujeito ensinante.
Para aprender, a criança nasce com um aparato biológico, uma estrutura
interna passada de geração através dos pais e que vai criando formato a partir dos
diferentes tipos de aprendizagem. Assim novas aprendizagens vão surgindo através
das interações constantes entre o sujeito e o meio.
Ao promover ações intencionais, todas as atividades necessitam ser
programadas de acordo com o planejamento e das práticas de intervenção
disponibilizadas pela equipe pedagógica. Daí a importância do professor planejar
atividades ricas em significados ou que atenda as possibilidades intelectuais do
aluno portador de TEA. Além disso, procedimentos (meios) precisam contribuir para
que o aluno: perceba o motivo da atividade a ponto de se interessar pela mesma e
querer realizá-la; elabore e se aproprie do conceito que as ações definem.
A dislexia tem como característica a confusão com as letras e sílabas:
acréscimos, inversão, junções, adições, fragmentações, que se manifesta logo
depois de adquirir o mecanismo da escrita e da leitura.
De acordo com Maia (2011, p. 92), o trabalho com o aluno disléxico deve ser
realizado primeiramente por profissionais de saúde, o que não exclui o trabalho do
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professor, da família e do próprio aluno no processo de aquisição da leitura e escrita.
Neste sistema, vale promover mudanças, inclusive no que diz respeito ao que
é aprender e ao que é ensinar, o professor da classe regular assume a
responsabilidade pelo trabalho pedagógico e recebe apoio do professor
especializado, dos pais e demais profissionais envolvidos para a identificação da
dislexia, a avaliação do processo de desenvolvimento e aprendizagem e o
planejamento de metas.
2.2 A Dislexia no Contexto Escolar
Atualmente, um dos grandes desafios de cada etapa de escolarização é a
superação da visão individual e a prática coletiva de ideias que possam tornar o
trabalho como um local apropriado para a troca de informações e a reelaboração de
atividades que contribuam e asseguram a qualidade de aprendizado dos alunos.
Felizmente, para muitos dos envolvidos no cotidiano escolar algumas das
práticas pedagógicas já foram modificadas e adequadas ao contexto globalizado
existente. Permitindo uma nova perspectiva do processo de ensino, para superação
de impasses e dificuldades.
Entender, aceitar e respeitar a diferença é algo que almejado. Mas quando
falamos em diversidade sabemos quão difícil é isso no dia-a-dia em sala de aula.
Quando as dessemelhanças no ritmo de aprendizagem escolar é grande, refere-se
em necessidades educativas especiais.
Muitos autores como Jardini (2010), Fonseca (1995), Moura (2013), Ohlweiler
(2016), entre outros, procuram definir o tema abordado sobre o ensino
aprendizagem de crianças disléxicas. No entanto há, de forma geral, um consenso
em relação ao aluno que apresenta problemas de aprendizagem ao longo de sua
escolarização de forma significativamente maior do que a maioria dos alunos da sua
idade. Isso pode ocorrer de forma temporária ou definitiva, exigindo uma atenção
mais específica, maiores recursos educacionais do que o necessário para os
demais.
A Associação Brasileira de Dislexia ressalta que:
É na escola que a dislexia, de fato, aparece. Há disléxicos que
revelam suas dificuldades em outros ambientes e situações, mas
nenhum deles se compara à escola, local onde a leitura e escrita são
permanentemente utilizadas e, sobretudo, valorizadas. (Associação
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Brasileira de Dislexia, 2016).
A escola deve servir como principal referencial na elaboração de iniciativas
nessa área e firmar posição em questões que permitiam interpretações dúbias,
principalmente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A transformação
da escola não é uma mera exigência de inclusão escolar de pessoas com deficiência
e/ou dificuldades de aprendizado. Assim sendo, ela deve ser encarada como um
compromisso inadiável das escolas, que terá a inclusão como consequência
(BRASIL, 2004, p. 30).
Jardini (apud SILVA, 2010) enfatiza em seus estudos que a dislexia é a
dificuldade específica em leitura e, como tal, compreende duas vertentes
fundamentais: a decodificação e compreensão. A escola deve ser capaz de atender
seus alunos em suas especificidades e singularidades e isso é válido para todos,
não só para os que possuem algum déficit. Todas as pessoas apresentam diferentes
características, se sobressaem em algumas áreas e apresentam dificuldade em
outras, e isso precisa ser respeitado e levado em conta na hora da aprendizagem e
do convívio social.
Moura (2013) afirma que é de responsabilidade do orientador pedagógico
juntamente com a sua equipe, através de estudos, analisar habilidades e interesses
dos alunos, bem como as estratégias e os recursos que os atendam nas suas
respectivas dificuldades. O cotidiano de sala de aula requer, na atualidade escolar, a
efetivação de ações didáticas flexíveis, porém contextualizadas; a adequação de
recursos, sem depreciar a capacidade e a imagem do aluno com o qual interagimos;
uma reformulação das dinâmicas em sala de aula que possibilite a participação
efetiva de todos. Neste sentido, Lima (2012) enfatiza que:
O professor exerce uma função muito importante na sala de aula.
Além de estimular as diversas competências disciplinares, é
responsável por transmitir conhecimento e modificar o meio; e dentro
deste papel fundamental em nossa sociedade, é necessário que haja
um olhar diferenciado para o aluno e suas necessidades, que possa
haver um reconhecimento das habilidades e até das desabilidades. A
escola enquanto formador de futuros formadores tem de estar a par
das necessidades e precisa ter preparação necessária para atender
crianças com problemas de aprendizagem e suprir as deficiências
escolares. (LIMA, 2012, p, 14).
Moura (2013) salienta que o melhor local para o ensino do disléxico é o
ambiente da sala de aula normal, em convivência com outras crianças e com um
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professor que compreenda suas especificidades e adapte suas aulas de acordo com
a necessidade do aluno disléxico. Toda a grade curricular e o planejamento
pedagógico deve oferecer ao estudante, de forma equilibrada, condições ideais para
que ele se desenvolva nas mais variadas áreas de atuação humana, possibilitando a
cada um desenvolver seus potenciais.
Para Condemarin et al (1986), a criança que não possui as habilidades para a
leitura, precisa decifrar lentamente os símbolos e isso faz com que diminua a
compreensão necessária para a aprendizagem, fazendo com que tenha mais
dificuldade nas outras disciplinas como literatura, ortografia, gramática e etc., nas
quais a leitura torna-se cada vez mais indispensável.
Cabe ao professor lembrar-se de que a realidade brasileira é composta de
níveis econômicos e culturais variados, os quais podem trazer consigo obstáculos e
imprevistos. Desse modo, durante um mesmo período, o professor pode estar
fazendo parte de um contexto educacional privilegiado e também de outro, com
escassos recursos administrativos e pedagógicos.
Portanto, torna-se necessário uma melhor compreensão dos processos que
envolvem a aprendizagem, para que surja a necessidade de integração de
diferentes abordagens que possibilitem a desobstrução das dificuldades,
promovendo a interação completa do aluno e do processo educacional.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
É preciso que os profissionais da educação se envolva no trabalho
pedagógico da sua unidade escolar para que esta transforme-se em um lugar onde
as camadas populares possam ter um espaço em que a prática educativa seja
diferenciada da tradicional, com o objetivo de contribuir na obtenção de respostas a
tantos desafios.
A alfabetização de crianças com dislexia é um processo de construção do
saber muito importante, pois a partir desse aprendizado ela poderá se comunicar
também por meio da escrita e dessa forma expressar o que sente.
A criança ao entrar na escola já está, de algum modo, inserida no mundo das
letras por meio do contato com a televisão, reconhecendo rótulos, bulas, gibis,
revistas, panfletos, contas de água e luz, etc. Esse contato faz com que os alunos
compreendam os usos sociais da escrita, como funciona, e como utilizá-la em
diferentes situações e, consequentemente, proporciona aprendizagem significativa.
Esse é um dos eixos a serem trabalhados desde os primeiros momentos do
percurso da alfabetização e letramento de disléxicos.
É nesse momento que a escola pode cumprir um de seus papéis principais, o
de ajudar o aluno a se desenvolver melhor neste mundo, dotando-o dos
instrumentos e recursos linguísticos que lhe permitirão viver de um modo mais
participativo e dinâmico na sociedade. Finalmente, é indispensável registrar que
equipes multidisciplinares, compostas por médicos, pedagogos, psicopedagogos,
psicólogos, professores e demais profissionais envolvidos, cada vez mais, se
colocam a serviço dos casos de problemas de dislexia, colaborando para que as
crianças encaminhadas possam desfrutar plenamente sua cidadania.
1.1 REFERÊNCIAS
ALVES, Ângela; FERREIRA, E; FERREIRA, J. Dislexia E Educação: Deveres e
dilemas. 36 f. Faculdade de Educação São Luís, Maranhão. Disponível em:
[Link]
original/Dislexia_e_Educa%C3%A7%C3%[Link]?[Link] em 10 de set.
2022
Associação Brasileira de Dislexia. Disponível em: <[Link]
edislexia/>. Acesso em 15 de set. 2022
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Disponível em: [Link]
Acesso em 10 de set. 2022
_______. Lei n. 11.274, de 6 de fevereiro de 2006. Altera a redação dos arts. 29, 30, 32
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CONDEMARIN, Mabel; BLOMQUIST, Marlys. Dislexia: manual de leitura corretiva.
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JARDINI, Renata. Dislexia. São Paulo Disponível em: < http:// [Link]>.
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LIMA, Luísa Barbosa. Dislexia e ensino-aprendizagem de língua portuguesa: um estudo
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MOURA, Suzana Paula Pedreira Tavares de. A dislexia e os desafios pedagógicos.
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