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Histórias de Bullying e Superação Escolar

O documento relata experiências de bullying vivenciadas por diferentes indivíduos durante a infância e adolescência, destacando o impacto emocional e psicológico que essas situações causaram. Os relatos incluem casos de discriminação por deficiência, aparência e comportamento, além de reflexões sobre a importância de conscientização e apoio nas escolas. Os autores expressam a determinação de superar essas experiências e a necessidade de promover mudanças para prevenir o bullying.

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Histórias de Bullying e Superação Escolar

O documento relata experiências de bullying vivenciadas por diferentes indivíduos durante a infância e adolescência, destacando o impacto emocional e psicológico que essas situações causaram. Os relatos incluem casos de discriminação por deficiência, aparência e comportamento, além de reflexões sobre a importância de conscientização e apoio nas escolas. Os autores expressam a determinação de superar essas experiências e a necessidade de promover mudanças para prevenir o bullying.

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 07/04/2011 - Prisicila do Nascimento


Em 2003 meu filho tinha 06 anos de idade ,fase de adaptação escolar ,e sua
professora chamava ele de lerdo ,burro cagão é chorão,e ao procurar a direção
da escola a diretora me disse que criança mente e inventa história,como meu
filho começou a chorar muito ,ter dores de barriga,febre e vomito antes de ir
para escola,levei ele ao médico e o mesmo disse que eu deveria ver o que
estava acontecendo junto a direção novamente ,e foi daí que resolvi gravar a
aula para provar que nem sempre criança mente e inventa história!

 06/04/2011 - Priscilla Pereira da Silva


Sofri muito bullying no ensino fundamental, principalmente pelas meninas que
é chamado bullying indireto, onde a agressão é mais psicológica e verbal. Eu
era e sou uma menina muito centrada nos estudos e sempre me procuravam
pra tirar dúvidas nas materias, mas nunca tive um grupo que me encaixava,
pois faziam panelinhas para me excluir porque era diferente. Por ter um
problema no maxiliar inferior me chamavam de queixão e outros apelidos
maldosos, por não usar as mesmas roupas que as demais e me arrumar de
forma diferente me chamavam de feia, todos os dias por mais ou menos uns
três a quatro anos chorei muito, sofri muito,quase chegaram a me bater, acabei
colocando na minha cabeça que eu era mesmo feia, gorda e tudo que elas
falavam. Conforme mudei de escola e com o apoio das pessoas que me amam
eu aprendi a não ser vulnerável a isso, hoje sou forte, coordenadora de sala de
duas escolas, super enturmada, falo com todos e minha auto-estima está ótima,
mas eu ainda não estava totalmente feliz pois eu via sempre outras pessoas
passando por o que passei e em casos ainda piores mesmos. No primeiro ano
do ensino médio pesquisei e descobri que isso se chamava bullying e como
adorava e adoro escrever decidi criar uma peça sobre isso para conscientizar e
tentar acabar com esse problema grave que acontece em todas as escolas.
Meus professores amaram a peça, muitas pessoas me elogiaram até a diretora
do teatro deSantos, hoje no ultimo ano estou lutando pra terminar meu projeto
e com a peça fazer uma campanha contra bullying, e levar essa informação
para todas as escolas que eu puder.

 06/04/2011 - César
Aconteceu bullying no primeiro semestre do meu curso de biomedicina, como
sou deficiente fisico,ou seja, cadeirante, falaram horrores comigo. Falaram que
era pra me procurar um curso melhor que esse era pras pessoas inteligentes,
que os microscopios não estavam adpatada pro meu curso, realmete não
estava mesmo, disse que procure um curso que eu podesse ter mais acesso
aquele curso porque biomedicina é mais pras pessoas inteligentes e não pra um
deficeinte. Em momento algum me senti inferior as essas pessoas pelo
contrario, me sntia forta todo dia que vooltava pra faculdade. Mais hoje acho
que eles ficram feliz coma minha saida, mais nãopor causa deles, o motivo foi
que não tinha carro adaptado pra que podesse ir pra faculdade, infelizmente
esse foi o motivo que não mim fez ir pra faculdade é triste relatar isso, Mais
quando não se tem dinheiro, descobrir que o esforço e a força de vontade é o
minimo hoje na sociedade, o mais importante é o dinheiro mesmo. Mais tenho
fé que um dia volto pra terminar meu curso como não sei, mais volto, porque
minha força é maior, sou um ser humano que não nasceu pra desistir. Boa
semana. Beijos e abraços em cada um de vocês

 06/04/2011 - César
Aconteceu bullying no primeiro semestre do meu curso de biomedicina, como
sou deficiente fisico,ou seja, cadeirante, falaram horrores comigo. Falaram que
era pra me procurar um curso melhor que esse era pras pessoas inteligentes,
que os microscopios não estavam adpatada pro meu curso, realmete não
estava mesmo, disse que procure um curso que eu podesse ter mais acesso
aquele curso porque biomedicina é mais pras pessoas inteligentes e não pra um
deficeinte. Em momento algum me senti inferior as essas pessoas pelo
contrario, me sntia forta todo dia que vooltava pra faculdade. Mais hoje acho
que eles ficram feliz coma minha saida, mais nãopor causa deles, o motivo foi
que não tinha carro adaptado pra que podesse ir pra faculdade, infelizmente
esse foi o motivo que não mim fez ir pra faculdade é triste relatar isso, Mais
quando não se tem dinheiro, descobrir que o esforço e a força de vontade é o
minimo hoje na sociedade, o mais importante é o dinheiro mesmo. Mais tenho
fé que um dia volto pra terminar meu curso como não sei, mais volto, porque
minha força é maior, sou um ser humano que não nasceu pra desistir. Boa
semana. Beijos e abraços em cada um de vocês.

 06/04/2011 - sandra
Quando criança sofria na escola por ser muito magra, cabelos crespos, não ter
pai. Tinha dificuldade de me relacionar com as crianças por sempre me
colocarem apelidos ou por não ter a roupa bonita. Elas riam de mim e sempre
chegava em casa chorando calada. Minha avó dizia que era bobagem e que eu
não ía a escola para fazer amigos e sim estudar. Mas era muito difícil aguaentar
todas aquelas indiferenças e brincadeiras de mal gosto. Hoje vejo minha filha
passar pelos mesmos problemas que eu e na terceira escola que ela estuda
percebo que falta orientação por conta dos professores que não estão lá
somente para ensinar, mas a meu ver eles estão no lugar da mãe e do pai na
educação das crianças e deveria haver uma aula para tratar desse assunto que
atrapalha tanto o desenvolvimento feliz de uma criança.

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