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Classificação e Características dos Animais

Animalia é um reino biológico de seres pluricelulares eucariontes, heterotróficos, com células que formam tecidos e capacidade de resposta ao ambiente. O estudo dos animais é chamado zoologia, e eles são classificados em diversos filos, incluindo metazoários com simetria radial e bilateral. A evolução dos animais remonta ao Pré-Cambriano, com a diversidade atual abrangendo cerca de 1,2 milhões de espécies descritas.

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Classificação e Características dos Animais

Animalia é um reino biológico de seres pluricelulares eucariontes, heterotróficos, com células que formam tecidos e capacidade de resposta ao ambiente. O estudo dos animais é chamado zoologia, e eles são classificados em diversos filos, incluindo metazoários com simetria radial e bilateral. A evolução dos animais remonta ao Pré-Cambriano, com a diversidade atual abrangendo cerca de 1,2 milhões de espécies descritas.

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Animalia

Animalia, Animal ou Metazoa[1] é um reino biológico composto


por seres vivos pluricelulares, eucariontes, heterotróficos, cujas Animalia
células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao
ambiente (possuem tecido nervoso) que os envolve ou, por outras Ocorrência: Ediacarano–Recente
palavras, pelos animais.[2] Had. Arqueano Proterozoico Fan.

A maioria dos animais possui um plano corporal que se determina


à medida que se tornam maduros e, exceto em animais que
metamorfoseiam, esse plano corporal é estabelecido desde cedo em
sua ontogenia quando embriões. O estudo científico dos animais é
chamado zoologia, que tradicionalmente estudava, não só os seres
vivos com as características descritas acima, mas também os
protozoários. Como resultado de estudos filogenéticos, consideram-
se os Protistas como um grupo separado dos animais.[3]

A palavra "animal" é derivada do latim anima, no sentido de fôlego


vital, e entrou na língua portuguesa através da palavra animalis.
Animalia é seu plural.[4] A definição biológica da palavra refere-se
a todos os membros do reino Animalia, englobando organismos tão
diversos como esponjas, medusas, insetos e seres humanos.
Coloquialmente, o termo "animal" é com frequência utilizado para
referir-se a todos os animais diferentes dos humanos, e raramente
para referir-se a animais não classificados como Metazoários.

Os metazoários mais simples apresentam simetria radial — por esta


razão, são classificados como radiados (em contraposição com os
bilatérios, que têm simetria bilateral). Estes animais são Classificação científica
diploblásticos, isto é, possuem apenas dois folhetos embrionários. Domínio: Eukaryota
A camada exterior (ectoderme) corresponde à superfície da blástula
(sem classif.) Opisthokonta
e a camada interior (endoderme) é formada por células que migram
Reino: Animalia
para o interior. Ela então se invagina para formar uma cavidade Linnaeus, 1758
digestiva com uma única abertura, (o arquêntero). Esta forma é
chamada gástrula (ou plânula quando ela é livre-natante). Os Filos
cnidários e os ctenóforos (águas vivas, anêmonas, corais, etc.) são
Clado Benthozoa
os principais filos diploblásticos.[5] As formas restantes, formam
Sub-reino Animalia Incertae sedis
um grupo chamado bilatérios, uma vez que eles apresentam
simetria bilateral e são triploblásticos. Os mixozoários, um grupo Ctenophora
de parasitas microscópicos, têm sido considerados cnidários † Vendozoa
reduzidos; porém, podem ser derivados dos bilatérios. A blástula Filo †Problematica
invagina sem se preencher previamente, então a endoderma é Sub-reino Parazoa
apenas seu forro interior, a parte interna é preenchida para formar Porifera
o terceiro folheto embrionário, a mesoderme. Os animais mais † Archaeocyatha
simples dentre estes são os Platyhelminthes (vermes achatados, Sub-reino Eumetazoa
como a tênia). Cnidaria
Ctenophora
Placozoa
Super-filo †Vendobionta
Clado Bilateria
Super-filo Deuterostomia

Desenvolvimento e evolução Chordata


Echinodermata
Animais são eucariontes, e divergiram do mesmo grupo dos Hemichordata
protozoários flagelados que deram origem aos fungos e aos Xenacoelomorpha
coanoflagelados. Estes últimos são especialmente próximos por Clado Protostomia
possuírem células com "colarinhos" aparecendo somente entre eles Super-filo Ecdysozoa
e as esponjas, e raramente em certas outras formas de animais. Em
Arthropoda
todos estes grupos, as células móveis, geralmente os gametas,
Onychophora
possuem um único flagelo posterior com ultra-estrutura similar. Tardigrada
[carece de fontes?]
Nematoda
Nematomorpha
Os animais adultos são tipicamente diplóides, produzindo Loricifera
pequenos espermatozóides móveis e grandes ovos imóveis. Em Kinorhyncha
todas as formas o zigoto fertilizado divide-se (clivagem) para Priapulida
formar uma esfera oca chamada blástula, que então sofre rearranjo Super-filo Spiralia
e diferenciação celular. As blástulas são provavelmente
Annelida
representativas do tipo de colônia de onde os animais evoluíram;
Nemertea
formas similares ocorrem entre os flagelados, como os Volvox. Mollusca
[carece de fontes?]
Branchiopoda
Cycliophora
Exceto por uns poucos traços fósseis questionáveis, as primeiras Bryozoa
formas que talvez representem animais aparecem nos registros Entoprocta
fósseis por volta do Pré-Cambriano. São chamadas Biota Vendiana Phoronida
e são muito difíceis de relacionar com as formas recentes. Sipuncula
Virtualmente todos os restantes filos fazem uma aparição mais ou Platyhelminthes
menos simultânea durante o período Cambriano. Este efeito Gastrotricha
radioativo massivo pode ter surgido devido a uma mudança Orthonectida
climática ou uma inovação genética e é tão inesperada que é Rhombozoa
geralmente chamada de Explosão Cambriana.[carece de fontes?] Monoblastozoa
Acanthocephala
As esponjas (Porifera) separaram-se dos outros animais muito cedo Rotifera
e são muito diferentes. Esponjas são sésseis e geralmente Gnathostomulida
alimentam-se retirando as partículas nutritivas da água que entra Micrognathozoa
Chaetognatha
através de poros espalhados por todo o corpo, que é suportado por
um esqueleto formado por espículas. As células são diferenciadas,
Sinónimos
porém, não estão organizadas em grupos distintos.[6]
Metazoa
Existem também três filos "problemáticos" - os Rhombozoa,
Orthonectida, e Placozoa - e possuem uma posição incerta em relação aos outros animais. Quando eles foram
inicialmente descobertos, os Protozoa foram considerados como um filo animal ou um sub-reino, porém, como
eles são geralmente desrelacionados e mais similares às plantas do que animais, um novo reino, o Protista, foi
criado para abrigá-los.[carece de fontes?]

Características distintivas
A distinção mais notável dos animais é a forma como as células se seguram juntas. Ao invés de simplesmente
ficarem grudadas juntas, ou seguradas em um local por pequenas paredes, as células animais são conectadas
por junções septadas, compostas basicamente por proteínas elásticas (colágeno é característico) que cria a
matriz extracelular. Algumas vezes esta matriz é calcificada para formar conchas, ossos ou espículas, porém de
outro modo é razoavelmente flexível e pode servir como uma estrutura por onde as células podem mover-se e
reorganizar-se.[carece de fontes?]
Diversidade
Existem cerca de 1 200 000 espécies de animais já descritas, divididos em
54 filos, a grande maioria podemos ver sem a ajuda do microscópio, mas,
existem também aqueles microscópicos, mas uma característica entre todos
esses seres-vivos é que todos são pluricelulares.[7] Os dois antigos grupos
de animais: vertebrados e invertebrados, são divididos de acordo com a
presença ou a ausência da coluna vertebral.[8]

Metazoa
Independentemente disso, todos os
animais pertencem a um grupo
Lumbricus terrestris, um anelídeo. monofilético chamado Metazoa (ou
Eumetazoa quando o nome Metazoa é
usado para todos os animais),
caracterizado por uma câmara digestiva e camadas separadas de células
que diferenciam-se em vários tecidos. Características distintivas dos
metazoários incluem um sistema nervoso e músculos.[carece de fontes?]

Os Metazoa mais simples apresentam simetria radial e, por esta razão, são
classificados como Radiata (em contraposição com os Bilateria, que têm
simetria bilateral). Para além disso, estes animais são diploblásticos, isto é, Esquema da Filogenia dos Metazoa
possuem dois folhetos embrionários. A camada exterior (ectoderme) a partir da interpretação das
corresponde a superfície da blástula e a camada interior (endoderme) é hipóteses tradicionais.[9] O
esquema resume a ideia tradicional
formada por células que migram para o interior. Ela então se invagina para
sobre o aumento da complexidade,
formar uma cavidade digestiva com uma única abertura, (o arquêntero).
a presença e organização de
Esta forma é chamada gástrula (ou plânula quando ela é livre-natante). Os mesoderme e a presença de
Cnidaria e os Ctenophora (águas vivas, anémonas, corais, etc.) são os celoma, que embasou as primeiras
principais filos diploblásticos. Os Myxozoa, um grupo de parasitas hipóteses filogenéticas dos Metazoa
microscópicos, têm sido considerados cnidários reduzidos, porém, podem
ser derivados dos Bilateria.[carece de fontes?]

As formas restantes compreendem um grupo chamado Bilateria, uma vez


que eles apresentam simetria bilateral (ao menos um algum grau), e são
triploblásticos. A Blástula invagina sem se preencher previamente, então o
endoderma é apenas seu forro interior, a parte interna é preenchida para
formar o terceiro folheto embrionário entre eles (mesoderme). Os animais
mais simples dentre estes são os Platyhelminthes (vermes achatados, como
a ténia), que podem ser parafiléticos ao filo mais alto.[carece de fontes?]
Bedotia geayi.
A vasta maioria dos filos triploblásticos formam um grupo chamado
Protostomia. Todos os animais destes filos possuem um trato digestivo
completo (incluindo uma boca e um ânus), com a boca se desenvolvendo do arquêntero e o ânus surgindo
depois. A mesoderme surge como nos Platyhelminthes (vermes achatados, como a planária), de uma célula
simples, e então divide-se para formar uma massa em cada lado do corpo. Geralmente há uma cavidade ao
redor do intestino, chamada celoma, surgindo como uma divisão do mesoderme, ou ao menos uma versão
reduzida disso (por exemplo, um pseudoceloma, onde a divisão ocorre entre o mesoderma e o endoderma,
comum em formas microscópicas).[carece de fontes?]

Alguns dos principais filos protostômios são unidos pela presença de larva trocófora, que é distinguida por um
padrão especial de cílios. Estes criam um grupo chamado Trochozoa, compreendendo os seguintes:

Filo Nemertea (ribbon worms)


Filo Mollusca (caracóis, lulas, etc.)
Filo Sipuncula
Filo Annelida (vermes segmentados - minhoca)
Tradicionalmente o Arthropoda - o maior filo animal incluindo insetos, aranhas, caranguejos e semelhantes - e
dois pequenos filos proximamente relacionados a eles, o Onychophora e Tardigrada, têm sido considerados
relativamente próximos aos anelídeos por causa de seu plano de segmentação corporal (a hipótese dos
Articulata). Esta relação está em dúvida, e parece que eles, ao invés disso, pertençam a várias minhocas
pseudocelomadas - os Nematoda, Nematomorpha (minhocas cabelo-de-cavalo), Kinorhyncha, Loricifera, e
Priapulida - que compartilham entre si ecdise (muda do exosqueleto) e muitas outras características. Este
grupo é conhecido como Ecdysozoa.[10][11]

Existem vários pseudocelomados protostomados que são difíceis de serem classificados devido aos seus
pequenos tamanhos e estruturas reduzidas. Os Rotifera e Acanthocephala são extremamente relacionados
entre si e provavelmente pertencem proximamente aos Trochozoa. Outros grupos incluem os Gastrotricha,
Gnathostomulida, Entoprocta, e Cycliophora. O último foi descoberto apenas recentemente, e como pouca
investigação foi feita nos fundos marinhos, provavelmente mais coisas serão ainda descobertas. A maioria
destes foi agrupada dentro do filo Aschelminthes, junto com os Nematoda e outros, porém eles não aparentam
possuir relações filogenéticas entre si.[carece de fontes?]

Os Brachiopoda (braquiópodes), Ectoprocta (ou Bryozoa, os briozoários) e os Phoronidas formam um grupo


chamado Lophophorata, graças à presença compartilhada de um leque de cílios ao redor da boca chamado
lofóforo. As relações evolucionárias destas formas não são muito claras - o grupo tem sido considerado como
parte dos "deuterostomados", e talvez seja "parafilético". Eles são mais relacionados aos "Trochozoa", contudo,
e os dois são frequentemente agrupados como Lophotrochozoa.[12]

Os Deuterostomados diferem dos Protostomados de várias formas. Eles também possuem um trato digestivo
completo, mas neste caso o arquêntero desenvolve-se no ânus. A mesoderme e celoma não se desenvolvem da
mesma forma, e sim da evaginação da endoderme, diz-se então, de origem enterocélica. E, finalmente, a
clivagem dos embriões é diferente. Tudo isto sugere que as duas linhas são separadas e monofiléticas. Os
deuterostomados incluem:[13]

Filo Echinodermata (estrelas-do-mar, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar etc)


Filo Hemichordata
Filo Chordata (vertebrados e semelhantes)
Filo Xenacoelomorpha
Também há alguns filos animais extintos, não havendo muito conhecimento sobre sua embriologia ou
estrutura interna, tornando-se assim difíceis de se classificar. Estes são, em sua maioria, vindos do período
Cambriano, e incluem

Filo Archaeocyatha (possíveis esponjas)


Filo Conulariida (possíveis cnidários)
Filo Conodonta (possíveis cordados ou relativamente próximos disso).
Filo Lobopodia (possíveis artrópodos)
Filo Sclerotoma (diferentes formas com escleritos)[carece de fontes?]
Filo Vendozoa (algumas formas do Pré-Cambriano, possivelmente nem mesmo animais)
Filo Vetulicolia (possíveis deuterostômios)
Desconhecido (algumas formas como Clloiudina e Hiyollitthes)

Classificação e filogenia
No esquema original de Lineu, os animais eram de um dos três reinos, divididos nas classes de Vermes,
Insetos, Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos. Os cinco[14] últimos foram subunidos em um único grupo,
o Chordata, enquanto as outras várias formas foram separadas. As listas citadas neste artigo representam a
atual compreensão do grupo, embora haja variações de fonte para fonte.[carece de fontes?]
A filogenia e a compreensão da história evolutiva dos Metazoa vêm
sofrendo grandes modificações nas últimas décadas. Tradicionalmente, a
partir dos anos 40, considerou-se que a história evolutiva deste grupo
poderia ser entendida pelo aumento gradativo da complexidade.[15] Esta
ideia, presente no trabalho de Libbie Hyman, estava embasada na
construção de filogenias a partir das características da mesoderme
(mesoderme ausente x mesoderme presente; organização da mesoderme).
Enquanto a presença e ausência de mesoderme caracteriza os
diploblásticos e os triblásticos, respectivamente, a organização da
mesoderme nos triploblastos, relacionada à formação de cavidades
internas, caracterizava os animais com celoma, pseudoceloma,
schizoceloma e enteroceloma. O pressuposto era que tais características
seriam conservadas ao longo da história evolutiva dos grupos e, assim,
poderiam definir e sustentar os grupos dentro de metazoa.[16] Carl von Linné, conhecido como
Consequentemente, a hipótese filogenética proposta organizava os "pai da taxonomia moderna".
metazoas em dois grandes grupos. Um grupo basal formado pelas esponjas
e pelos diploblásticos (Cnidários e Ctenophoros) e um grupo mais derivado
dos triploblásticos: Acelomados (Platelmintos), Pseudocelomados (Asquelmintos), Schizocelomados
(Protostômios) e Enterocelomados (Deuterostômios). Esta hipótese sugeria que um ancestral diploblástico deu
origem aos triblástico, enquanto, dentro dos triblástico, um ancestral acelomado deu origem aos metazoas
pseudocelomados e, finalmente, um ancestral pseudocelomado deu origem aos celomados schizocélicos e
enterocélicos.[16] Tal hipótese deixa clara a concepção da época sobre a evolução dos metazoas: de organismos
"menos complexos" para organismos "mais complexos".[16][15]

Estudos subsequentes buscando compreender a história evolutiva dos animais foram modificando esta ideia
tradicional. Principalmente a partir da década de 60, com a introdução de métodos cladísticos e utilização de
dados morfológicos e moleculares, novas hipóteses filogenéticas foram sendo propostas e foi identificado que
as características da mesoderme são evolutivamente mais variáveis do que esperado pelo pressuposto
tradicional. Atualmente, as hipóteses filogenéticas propostas organizam os metazoas em quatro grande grupos.
Um grupo basal de metazoa incluindo os Porifera, Placozoa, Cnidária e Ctenófora, e três grupos de Bilateria:
Deuterostômia, Lophotrocozoa e Ecdysozoa,[15] além de grupos com a posição ainda incerta na árvore dos
Metazoa.

Os estudos genéticos recentes revelam que os grupos de animais apresentariam aproximadamente a seguinte
filogenia:[17][18][19][20][21][22][23]

O comprimento dos galhos da árvore teve que ser medido usando sequências de RNA e aminoácidos. Os filos
Sipuncula, Orthonectida e Acanthocephala não aparecem no cladograma porque foram classificados em
Annelida[22] e Rotifera respectivamente.[24]

Animalia

Porifera

Eumetazoa
Ctenophora
Planulozoa

Placozoa

Cnidaria
Chordata

Xenacoelomorpha

Deuterostomia

Xenambulacraria
Hemichordata

Ambulacraria

Echinodermata

Protostomia

Kinorhyncha

Scalidophora
Loricifera

Vinctiplicata

Priapulida

Ecdysozoa Nematomorpha

Nematoida

Nematoda

Arthropoda

Panarthropoda Onychophora

Tardigrada

Spiralia
Gnathostomulida

Chaetognatha

Gnathifera Micrognathozoa
Bilateria

Rotifera
Rhombozoa

Mollusca

Neotrochozoa

Annelida

Trochozoa
Nemertea

Parenchymia
Platyhelminthes

Gastrotricha
Lophotrochozoa

Cycliophora

Kamptozoa

Entoprocta

Brachiopoda

Lophophorata Bryozoa

Phoronida

Células
Uma célula animal é uma célula eucariótica ou seja, uma célula que
apresenta o núcleo delimitado pela membrana (carioteca), podem ser
também unicelulares, como as amebas. Há também, as pluricelulares,
como plantas e animais. A célula animal (como toda célula eucariótica) é
delimitada pela membrana plasmática, ribossomo, citoplasma, mitocôndria
e núcleo.[carece de fontes?]

A palavra célula (que vem da palavra cella que significa caixa pequena) Desenho de uma célula animal
foi usada pela 1° vez em 1665, pelo inglês Robert Hooke (1635-1703). Com
um microscópio muito simples ele observou pedaços de cortiça, e ele
percebeu que ela era formada por compartimentos vazios que ele chamou de células.[carece de fontes?]
Matthias Schleiden e Theodor Schwann, após muitos anos de observações, propuseram a teoria celular. Essa
teoria afirma que todo ser vivo é formado por células. Em 1855, o pesquisador alemão Rudholph Virchow deu
um passo adiante, declarando que toda célula surge de outra célula preexistente. Na célula animal não há
celulose em suas paredes nem clorofila no seu interior, diferente da célula vegetal.[carece de fontes?]

Ver também
Biota
Direitos dos animais
Lista de animais extintos
Uso de ferramentas por animais
Zoologia

Referências
1. «Catálogo de nomes científicos dos animais.» ([Link] (em inglês). Zoo Bank.
Consultado em 13 de Fevereiro de 2012
2. «Reino Animal» ([Link] (em inglês). [Link].
Consultado em 13 de Fevereiro de 2012
3. «O reino Animália» ([Link] Brasil Escola. Consultado
em 13 de Fevereiro de 2012
4. «University of California, Berkeley - Eukariota» ([Link] (em
inglês). Californy University. Consultado em 13 de fevereiro de 2012
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Fevereiro de 2012
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([Link] NCBI.}}
23. Telford, Maximilian J.; Robertson, Helen E.; Schiffer, Philipp H. (18 de junho de 2018). «Orthonectids Are
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8). Current Biology (em inglês). 28 (12): 1970–1974.e3. ISSN 0960-9822 ([Link]
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doi:10.1016/[Link].2018.04.088 ([Link]
24. Molecular evidence for Acanthocephala as a subtaxon of Rotifera ([Link]
BF02338837) Springer link.

Ligações externas
Media relacionados com Animalia ([Link]
no Wikimedia Commons

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