MBA Engenharia Rodoviária
Módulo: Dimensionamento e restauração de pavimentos rígidos
3. Camadas do pavimento
Professor: [Link]. Luis Miguel Gutiérrez Klinsky
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Subleito
É o terreno de fundação do pavimento ou do revestimento,
resultante após limpeza do terreno
O subleito compactado é o
próprio solo natural que
permanece após a
terraplenagem e que é
escarificado e compactado a
uma profundidade e energia
de acordo com sua natureza
Especial cuidado na presença de solos expansivos e
camadas de argila mole
Informações podem ser obtidas durante a fase do estudo geológico
e geotécnico (Instruções de Serviço IS-02 e IS-09 do DNIT)
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Subleito – Características
COEFICIENTE DE RECALQUE (k)
Parâmetro empregado para estimar o suporte das camadas
nas quais se apoiam as placas de concreto
[Link]
Prova de carga estática (DNIT 055/2004-ME; ASTM-D 1196)
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Subleito – Características
COEFICIENTE DE RECALQUE (k)
• Baseia-se nos trabalhos de Westergaard (1920s)
• Coeficiente k é uma constante do modelo
• Molas constantes sob as placas
• Não transmitem esforços de cisalhamento entre si
Coeficiente k
Placa
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Subleito – Características
COEFICIENTE DE RECALQUE (k)
A pressão ou tensão resistente à um carregamento é
proporcional à deflexão da mola (representado pela
deflexão da placa) e ao coeficiente k
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Subleito – Características
COEFICIENTE DE RECALQUE (k)
A faixa de variação dos valores de coeficiente de recalque, em relação
aos diversos tipos de solos (classificação AASHTO), pode ser usada
na avaliação prévia de k para cálculos preliminares de custo
MPa/m
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Subleito – Características
COEFICIENTE DE RECALQUE (k)
Pode-se empregar a correlação com
os valores de CBR, com as
ponderações da experiência
regional
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Sub-base
FUNÇÕES
a) Uniformizar e tornar
razoavelmente constante o
suporte disponível ao longo da
faixa do pavimento
b) Evitar os efeitos das mudanças
excessivas de volume dos solos
do subleito
c) Eliminar a ocorrência de
bombeamento de finos plásticos,
quando da presença de água em
excesso e cargas pesadas
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Sub-base
RECOMENDAÇÕES
I. PARA EVITAR A OCORRÊNCIA DE BOMBEAMENTO
Adotar obrigatoriamente a
intercalação de uma sub-base
quando o tráfego for intenso,
com mais de 300 a 400
caminhões pesados por dia,
por faixa de tráfego
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Sub-base
RECOMENDAÇÕES
I. PARA EVITAR A OCORRÊNCIA DE BOMBEAMENTO
MATERIAIS
• Tamanho máximo nominal menor
a 1/5 da espessura da sub-base
• Menos de 35% de material
passando na peneira 200
• IP < 6%
• LL < 25%
• Granulometria para obter a
mínima consolidação possível
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Sub-base
RECOMENDAÇÕES
II. PARA CONTROLE DE SUBLEITOS EXPANSIVOS
• Para solos expansivos, aconselha-se a
construção de uma camada de
isolamento, com material não suscetível a
variações volumétricas
• Espessura de 15cm no máximo
• Situações críticas podem exigir até 50cm
de material não expansivo
• Na largura de toda a plataforma
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Sub-base – TIPOS
Sub-bases • Granulometria fechada
granulares • Granulometria aberta
• Solo cimento
• Solo melhorado
Com cimento
• BGTC
Sub-bases • CCR
tratadas
• Asfalto
Outros • Cal
• Pozolana
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Sub-base GRANULARES
U.S. Army Corps of Engineers – BASES DRENANTES
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Sub-base GRANULARES
14
Sub-base GRANULARES
As espessuras oscilam de 10 a 40cm, sendo as mais espessas
comuns para tráfegos elevados e subleitos com menor suporte
Seções transversais comuns
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
SOLO CIMENTO
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
SOLO CIMENTO
• Apresenta critérios mínimos de
resistência e durabilidade
• Dosagem laboratorial por métodos
pré-estabelecidos (PCA)
• Parâmetro básico é a resistência à
compressão simples (RCS)
• Usualmente avalia-se a sua resistência
à umidade
• Determina a viabilidade econômica e
as características técnicas da mistura
resultante
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
ESTABILIZADAS COM CIMENTO PORTLAND
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO (BGTC)
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO (BGTC)
20
Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
CONCRETO COMPACTADO COM ROLOS (CCR)
Figura
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Sub-bases ESTABILIZADAS COM CIMENTO
Seções transversais típicas de pavimentos com sub-bases cimentadas
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Sub-bases
COEFICIENTE DE RECALQUE
• Sempre que possível, efetuar a
Prova de Carga (DNIT 055/2004-
ME)
• Limitar o valor máximo no topo
da sub-base em 150 MPa/m
Para o sistema subleito / sub-
base, podem ser utilizados os
ábacos
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Sub-base – Coeficiente de recalque
Para o sistema subleito /
sub-base, podem ser
utilizados os ábacos
Aumento de k devido à
presença de sub-base
granular
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Sub-base – Coeficiente de recalque
Para o sistema subleito /
sub-base, podem ser
utilizados os ábacos
Aumento de k devido à
presença de sub-base
de brita graduada
tratada com cimento
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Sub-base – Coeficiente de recalque
Para o sistema subleito /
sub-base, podem ser
utilizados os ábacos
Aumento de k devido à
presença de sub-base
de solo cimento
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Sub-base – Coeficiente de recalque
Para o sistema subleito /
sub-base, podem ser
utilizados os ábacos
Aumento de k devido à
presença de sub-base
de concreto compactado
rolado
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Sub-base – Coeficiente de recalque
ENSAIOS EM MATERIAIS CIMENTADOS
Resistência à tração Parâmetros de rigidez
por compressão
diametral
Resistência à
flexo-tração
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Revestimento
CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND
Cimento Agregado Agregado Água Ar
Graúdo Miúdo
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
CIMENTO PORTLAND
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
DOSAGEM EXPERIMENTAL
O traço é fixado através de um estudo teórico-prático, para
obtenção da mistura mais econômica a ser feita com os
materiais disponíveis e que forneça um concreto com
características adequadas às condições de serviço
MÉTODO ABCP
MÉTODO IBRACON
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
RESISTÊNCIA ESPECIFICADA
Ensaio de tração na flexão Ensaio de compressão simples
Módulo de Ruptura (MRup) Resistência do concreto (fck)
ABNT NBR 12142 ABNT NBR 5739
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
RESISTÊNCIA ESPECIFICADA
PROJETOS ESPECIAIS
Ensaio de tração por Ensaio de módulo de
compressão diametral elasticidade
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
INFLUÊNCIA DOS MATERIAIS
CIMENTO
O MAIOR CONSUMO de cimento acarreta:
• MAIOR plasticidade
• MAIOR coesão
• menor segregação
• menor exsudação
• MAIOR calor de hidratação
• MAIOR variação volumétrica
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
INFLUÊNCIA DOS MATERIAIS
AGREGADO MIÚDO
Aumento do teor de agregado miúdo acarreta:
• Aumento do consumo de água
• Aumento do consumo de cimento
• Maior plasticidade
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Revestimento – Concreto de cimento Portland
INFLUÊNCIA DOS MATERIAIS
• Mais arredondado e liso:
maior plasticidade e menor
aderência
• Lamelar: maior consumo de
cimento, areia e água e
menor resistência
• Melhores agregados são
cúbicos e rugosos
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Referências Bibliográficas
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Pesquisas Rodoviárias (IPR). Rio de Janeiro, RJ.
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[Link]
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ABCP. ISBN 85-87024-23-X. 28p. São Paulo, SP.
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(14) Medina, J. e Motta, L.M.G. (2005). Mecânica dos Pavimentos. Livro, 2 a Edição. Rio de Janeiro, RJ.
(15) NEVILLE, A. M. (1997). Propriedades do Concreto. 2ª Edição. Editora Pini. ISBN 85-7266-068-2. São Paulo, SP.
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(18) Yoder, E. J.; Witczak, M. W. (1975). Principles of Pavement Design. Second Edition. John Wiley and sons, Inc. Estados
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