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Regimento Interno do Residencial Metropolitano

O Regimento Interno do Residencial Metropolitano estabelece normas para a convivência dos moradores, incluindo direitos e deveres, além de penalidades por infrações. As multas são calculadas com base na parcela mensal de custeio do condomínio e variam conforme a reincidência das infrações. O regulamento também proíbe diversas ações que possam prejudicar a harmonia e segurança do condomínio.

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Regimento Interno do Residencial Metropolitano

O Regimento Interno do Residencial Metropolitano estabelece normas para a convivência dos moradores, incluindo direitos e deveres, além de penalidades por infrações. As multas são calculadas com base na parcela mensal de custeio do condomínio e variam conforme a reincidência das infrações. O regulamento também proíbe diversas ações que possam prejudicar a harmonia e segurança do condomínio.

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REGIMENTO INTERNO DO RESIDENCIAL METROPOLITANO

TÍTULO I

DO OBJETO E MULTAS

CAPÍTULO I

DO OBJETO

Art. 1º - O presente Regulamento Interno tem por objetivo estabelecer as normas que devem ser
obedecidas por todos os moradores, sejam condôminos, inquilinos ou empregados, de acordo com as
disposições contidas na Convenção.
O cumprimento destas regras possibilitará uma convivência harmônica, equilibrada e confortável para
todos os moradores; regras as quais, em nome do bem viver deverão ser respeitadas por todos.

CAPÍTULO II

DAS MULTAS

Art. 2º - As multas por infrações deste Regulamento Interno serão calculadas com base no valor total
da parcela mensal de custeio do Condomínio, no momento da infração, e seus valores serão fixados de
acordo com a seguinte tabela:

I- Notificação sancionadora formalizada textualmente;


II- 20% (vinte por cento) do valor total da parcela mensal de custeio do condomínio;
III- 50% (cinqüenta por cento) do valor total da parcela mensal de custeio do condomínio na
primeira reincidência, seja qual for a infração, similar ou não à primeira;
IV- 80 % (oitenta por cento) nas reincidências posteriores, seja qual for a infração, similar ou não
às anteriores.
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TÍTULO II

DOS DIREITOS E DEVERES DOS CONDÔMINOS

CAPÍTULO I

DOS DIREITOS

Art. 3º - São direitos dos condôminos:

a) Usar, gozar e dispor da respectiva unidade autônoma, de acordo com o seu destino, nas condições
previstas na Convenção e neste Regulamento;
b) Usar e gozar das partes de uso comum do Condomínio, desde que não impeça idêntico uso e gozo
pelos demais Condôminos;
c) Denunciar ao Síndico, exclusivamente por escrito, todas e quaisquer irregularidades que observe ou
de que esteja sendo vítima;
d) Comparecer às Assembléias Gerais, discutir, votar e ser votado, obedecidas as regras da Convenção
do Condomínio.

CAPÍTULO II

DOS DEVERES

Art. 4º - São deveres dos condôminos a qualquer título, inclusive empregados:

a) Cumprir e fazer cumprir rigorosamente as regras deste Regulamento;


b) Observar dentro do Condomínio, a mais rigorosa moralidade, decência e respeito, devendo qualquer
queixa ser encaminhada, por escrito, ao Síndico;
c) Prestigiar, acatar e fazer acatar as decisões e determinações da Assembléia Geral e da
Administração do condomínio;
d) Prestigiar os empregados do Condomínio, responsáveis diretos pelo cumprimento deste
Regulamento, procurando sempre evitar qualquer atrito pessoal com eles;
e) Fazer por sua conta exclusiva, despesas e os reparos em sua unidade, e contribuir para as despesas
gerais na forma aprovada pelas Assembléias Condominiais;
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f) Promover às suas expensas as reparações nas instalações de água, eletricidade e esgoto de sua
unidade até atingirem as linhas troncos;
g) Providenciar o conserto, reparo ou substituição de qualquer peça, aparelho ou objeto de uso comum
que tenha sido danificado ,inclusive por seus parentes, visitantes ou funcionários, por sua culpa
exclusiva;
h) Indenizar os proprietários das unidades vizinhas quando causar danos por avarias ocorridas em sua
unidade autônoma;
i) Remeter à Administração do Condomínio os contratos de locação, cessão ou alienação do imóvel,
para fins de registro;
j) Cooperar de forma efetiva para a harmonia e perfeita convivência comunitária;
k) Prestar as informações solicitadas pela Administração do Condomínio, comissões de sindicância ou
qualquer outro órgão da Administração do Condomínio; sobre a quantidade e condições das pessoas
que habitam em sua unidade residencial, incluindo empregados;
l) Tratar com respeito e dignidade os porteiros e demais funcionários e exigir dos mesmos idêntico
tratamento;
m) Manter a Administração do Condomínio sempre informada do endereço atualizado do Condômino
que não reside na unidade autônoma;
n) Abster-se de usar o interfone em conversas por tempo além do estritamente necessário, objetivando
não permitir que todos os demais moradores do Condomínio utilizem o mesmo modo, como também
em especial, evitar que ocorram avarias no equipamento, causadas pelo uso por tempo excessivo, em
um só ramal;
o) Fazer constar como parte integrante dos contratos de locação, sublocação, cessão ou alienação,
exemplar da Convenção do Condomínio, bem como do presente Regulamento;
p) Comunicar ao Síndico qualquer caso de moléstia contagiosa ou epidêmica, para providências
cabíveis junto às autoridades sanitárias.

Paragrafo primeiro. Em caso de ausência de todos os moradores da unidade autônoma, por um maior
período de tempo, é aconselhável que se desligue a chave geral de luz e que sejam fechadas todas as
torneiras de gás e água. É conveniente ainda que fiquem cópias das chaves da unidade com outro
morador de confiança do proprietário, que poderão ser usadas em caso de emergência.

Paragrafo segundo. Os atos cometidos em desacordo com as regras deste regulamento estarão
sujeitos às penalidades previstas no artigo 2º do presente regulamento e na Convenção do
Condomínio.
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TÍTULO III

DAS PROIBIÇÕES

CAPÍTULO I

Art. 5º - Fica proibido:

a) Utilizar, alugar, ceder ou explorar, no todo ou em parte, unidade para fins que não sejam
exclusivamente residenciais;
b) Praticar atos de violência, ou tomar atitudes que disponham contra o decoro, os bons costumes ou o
bom nome do Condomínio, ou ainda acolher ou permitir visitas de pessoas de má fama e ou outras
cuja presença, por decisão dos Condôminos aprovadas em Assembléias, possam afetar os moradores
do condomínio;
c) Utilizar ou permitir a utilização de objetos de uso comum para finalidades diversas das quais são
destinados;
d) Alugar, ceder ou emprestar a unidade para promover festividades e reuniões suscetíveis de
perturbarem a tranqüilidade ou o sossego dos demais moradores;
e) Utilizar os empregados do Condomínio para serviços particulares, durante seu horário de expediente
normal de trabalho;
f) Colocar varais, roupas, tapetes, antenas, toalhas, nas calçadas;
g) Colocar ou permitir que sejam colocados cartazes ou letreiros nos jardins e fachadas do
Condomínio, sem autorização da administração do Condomínio;
h) Realizar mudança de móveis ou utensílios por terceiros, sem avisar previamente o Síndico,
indicando obrigatoriamente, o dia e a hora para saída dos mesmos;
i) Realizar mudanças fora do horário compreendido entre 7:00 e 19:00 h;
j) Colocar ou abandonar objetos, materiais e utensílios em quaisquer áreas ou partes comuns do
Condomínio, ou na rua interna. Os objetos que forem encontrados nestes serão devolvidos após pagas
despesas com remoção e/ou danos havidos;
k) Ter ou usar nas respectivas unidades autônomas, material, objetos, aparelhos e instalações
suscetíveis de afetar, por qualquer forma a saúde, segurança e tranqüilidade dos moradores;
l) Utilizar rádio ou instrumentos musicais em volume excessivo, ou provocar ruídos que prejudiquem
o sossego do Condomínio entre 22:00 e 7:00 h. Mesmo durante o dia, tais práticas quando em caráter
de abuso, não serão permitidas; solicita-se ao realizar festividades informar ao vizinho;
m) Atirar pelas janelas ou portas, nos jardins, áreas comuns, rua interna e demais dependências do
Condomínio, fragmentos de lixo, papéis, pontas de cigarros ou quaisquer detritos ou objetos;
n) Sacudir toalhas, tapetes e outros objetos na rua interna;
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o) Lançar lixo ou qualquer varredura em local previamente estabelecido para sua colocação, sem que o
mesmo esteja devidamente acondicionado em sacos plásticos;
p) Remover material da unidade durante reforma sem estar acondicionado em sacos apropriados;
q) Depositar materiais de qualquer espécie (entulhos, ferramentas etc), em áreas de uso comum do
Condomínio;
s) Manter ou guardar substâncias perigosas à segurança do Condomínio ou de seus moradores, tais
como: produtos químicos, inflamáveis, estocar botijões de gás, inclusive materiais explosivos;
t) Realizar ligações clandestinas na rede interna de energia elétrica ou rede de água e esgoto;
u) Pisar ou brincar nas partes que compõem os jardins, bem como remover plantas;
v) A instalação de rádio amador em qualquer unidade ou dependência do Condomínio; exceto os
autorizados por órgão competentes e que não atrapalhe os demais sinais de rádio e TV.

TÍTULO IV

DA RUA INTERNA, DA LIXEIRA, DAS OBRAS E CONSTRUÇÕES.

CAPÍTULO I

DA RUA INTERNA

Art. 6º - Para facilitar o deslocamento e evitar transtornos e acidentes na rua interna do condomínio,
fica estabelecido que:

a) A velocidade máxima permitida para circulação de qualquer espécie pela rua interna é de 20 Km/h.
b) É proibido depositar lixo, detritos, ferramentas, pneus, peças, entulhos e materiais de qualquer
espécie, em qualquer área que seja comum;
c) Os danos pessoais ou materiais causados a terceiros ou a bens do condomínio, pelos veículos, em
razão de manobras da circulação dos mesmos, são de exclusiva responsabilidade civil e penal dos seus
condutores ou proprietários;
d) É expressamente proibido estacionar de modo a obstruir a normal circulação de pessoas e veículos;
e) No interesse dos condôminos, a Administração do Condomínio poderá baixar normas internas
disciplinando a circulação de veículos e pessoas;
f) Fica o proprietário da unidade incumbido de orientar a seus convidados sobre normas locais para
estacionar;
g) As irregularidades cometidas, referentes a assuntos objetos deste Regulamento, deverão ser levadas
ao conhecimento da Administração, por escrito;
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h) Quando da utilização de partes da rua interna por algum condômino (concretagens, reuniões,etc.),
este deverá informar antecipadamente a administração para serem tomadas as medidas pertinentes;
i) Fica proibido o uso de buzina no interior e nas entradas do Condomínio seja qual for o motivo
(moradores permanentes ou temporários).

CAPITULO II

DA LIXEIRA

Art. 7º - O lixo deverá ser armazenado em sacos apropriados e colocado na lixeira do condomínio,
localizada na entrada principal, fundos do lote 101, ocasião em que deverá permanecer fechada após a
colocação do lixo. Fica terminantemente proibida a colocação de lixo em qualquer área comum do
condomínio.

CAPITULO III

DAS OBRAS E CONSTRUÇÕES

Art. 8º - Ao realizar obras e construções deverão ser observadas as seguintes normas:

a) O Proprietário da unidade deverá providenciar locais adequados para a colocação de entulho e


materiais de construção, negociando com outros proprietários que tenha unidades vazias. Os entulhos
deverão ser sempre ensacados, transportados até o respectivo local autorizado;
b) O Proprietário da unidade deverá receber ou deixar um encarregado pelo recebimento de materiais
de construção e ainda será o responsável por danos causados a terceiros e ao Condomínio no momento
da entrega;
c) Os serviços deverão ser executados de segunda a sexta-feira, das 7 às 18h, e aos sábados das 8 às
17h, não sendo permitido aos domingos e feriados;
e) Todo e qualquer dano decorrente dos serviços de reforma ou construção às dependências do
condomínio ou a terceiros serão de inteira responsabilidade do proprietário da unidade em reforma,
devendo o mesmo ressarcir os danos que causou;
d) O proprietário é responsável pelo o empréstimo das chaves e controle dos portões do condomínio a
seus funcionários ou parentes, respondendo pelo uso indevido dos mesmos;
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e) A rua interna do condomínio será limpa constantemente, devendo assim permanecer, em qualquer
hipótese, para isso pede-se rigorosa observação deste item.

TÍTULO V

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 9º - Não será permitida a manutenção de animais de médio e/ou grande porte na rua e
dependências do condomínio. Fica proibido o deslocamento de cães no interior de condomínio sem
focinheira, conforme a lei Nº 2.095 de 29 DE setembro de 1998 Art. 11 § 2° e o seu proprietário
deverá providenciar a devida limpeza no caso do animal sujar as dependências do condomínio;
Art. 10º - O Síndico poderá tomar decisões ordinárias, devendo as mesmas serem apreciadas pelo
Conselho Consultivo, conforme convenção;
Art. 11º - A prática, nas áreas comuns do Condomínio, de brincadeiras de patins, bicicletas,
velocípedes, skates e outras; serão de inteira responsabilidade dos pais ou responsáveis;
Art. 12º - Há qualquer tempo, poderá ser alterado este regimento, através de assembléia extraordinária
convocada para este fim;
Art. 13º - As normas quanto ao salão de festas e área de lazer serão estabelecidas em assembléia
específica para este fim;
Art. 14º - Para todos os feitos e efeitos de direito, este Regimento passa a viger a partir da data da
aprovação em Assembléia Geral de Condôminos;
Art. 15º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Síndico, com assistência do Conselho
Consultivo, à vista das leis que regem os condomínios ou da jurisprudência firmada em torno
do assunto amigável ou judicialmente;
Art. 16º - Entende-se por Administração do condomínio, o sindico, o subsíndico, o conselho
fiscal e consultivo.

Samambaia, 29 de abril de 2007.

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