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Germinação e Desenvolvimento do Achachairu

O estudo investigou a germinação de sementes e o desenvolvimento inicial de plântulas de achachairu (Garcinia sp) em diferentes condições de temperatura. A melhor germinação foi observada a 30 ºC, com 92% de germinação, enquanto a germinação em temperatura ambiente foi baixa, a 30%. O desenvolvimento das plântulas foi lento, com o primeiro par de folhas surgindo após três semanas.

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Germinação e Desenvolvimento do Achachairu

O estudo investigou a germinação de sementes e o desenvolvimento inicial de plântulas de achachairu (Garcinia sp) em diferentes condições de temperatura. A melhor germinação foi observada a 30 ºC, com 92% de germinação, enquanto a germinação em temperatura ambiente foi baixa, a 30%. O desenvolvimento das plântulas foi lento, com o primeiro par de folhas surgindo após três semanas.

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263

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

GERMINAÇÃO DE SEMENTES E DESENVOLVIMENTO INICIAL DE


PLÂNTULAS DE ACHACHAIRU1
WILSON BARBOSA2*, EDVAN ALVES CHAGAS3, LEILA MARTINS4, RAFAEL PIO5,
MARIA LUIZA SANT’ANNA TUCCI6, FABIANE APARECIDA ARTIOLI7

RESUMO – O achachairu (Garcinia sp), fruta largamente produzida na Bolívia, vem sendo comercializado no Brasil há vários anos.
O fruto é globoso-oblongo, de polpa branca, suculenta e textura mucilaginosa e de sabor doce-acidulado equilibrado (oBrix 15 e pH
4,1). Devido ao crescente interesse em seu cultivo no Brasil, pesquisaram-se a germinação das sementes e o desenvolvimento das
plântulas durante os primeiros 12 meses após sua emergência. As sementes, extraídas de frutos bem maduros, foram postas a germinar
em duas situações: 1) ambiente controlado em estufa tipo B.O.D., sob as temperaturas de 25 e 30 ºC, fotoperíodo de 16 horas e
irradiância de 32 μmol.m-1.s-1, e 2) ambiente de temperatura não-controlada: 3) B.O.D, cuja temperatura oscilava entre 20 e 30 ºC, e 4)
sob temperatura ambiente de laboratório (25± 2 ºC). O melhor resultado foi obtido na temperatura constante de 30 ºC, com germinação
de 92% e índice de velocidade de germinação (IVG) de 0,255. Quando germinada em ambiente de laboratório, a germinação das
sementes mostrou-se baixa (30%), com IVG de 0,015. O desenvolvimento das plântulas em casa de vegetação ocorreu de forma
bastante lenta, principalmente nas primeiras semanas após a emergência. O primeiro par de folhas surgiu após três semanas da
emergência das plântulas, quando essas mediam 8 cm em média. A partir do oitavo mês de desenvolvimento, as plântulas emitiram
várias ramificações laterais a partir da porção mediana para a região apical.
Termos para indexação: frutífera, propagação, Clusiaceae, Garcinia sp.

SEEDS GERMINATION AND SEEDLINGS EARLY DEVELOPMENT OF ACHACHAIRU

ABSTRACT – The achachairu (Garcinia sp), a fruit widely grown in Bolivia, has been commercialized in Brazil for many years. The
fruit is globular-oblong shaped, with a white succulent pulp, mucilaginous texture and a well balanced sweet-acid flavor (oBrix 15; pH
4.1). Due to the increasing interest in its cultivation in Brazil, this work was carried out aiming to study the seeds germination and
seedling development throughout the first 12 months after seed emergence. The seeds, after being extracted from full ripe fruits were
placed in a B.O.D. type chamber, under the following temperatures: 25, 30, 20-30 ºC, as well as under room temperature (25±2 ºC). The
best result was given by the steady temperature of 30ºC, with a germination of 92% and a germination speed index (GSI) of 0,255. At
room temperature, seeds germination was low (30%), with a GSI of 0,015. Seedling development at greenhouse conditions was very
slow mainly throughout the first weeks post emergence. The first pair of leaves appeared 25 days after seedling emergence, when
seedlings averaged 8cm. From the eighth month on, many lateral branches were burst out, from the seedling medial portion towards
the apical one.
Index Terms: fruit tree, propagation, Clusiaceae, Garcinia sp.

casca, é branca, suculenta e de textura mucilaginosa,


O achachairu (Garcinia sp), da família Clusiaceae, é uma
representando 1/3 da massa média do fruto. O sabor, que lembra
fruta bastante apreciada na Bolívia, onde há projetos de
um pouco o do araçá, é bem agradável e doce-acidulado
desenvolvimento da cadeia produtiva para o atendimento de
equilibrado, com oBrix 15 e pH 4,1 (Barbosa & Artioli, 2007).
produtores do município de Ayacucho, Santa Cruz (FDTA –
Com a recente mudança do gênero Rheedia para Garcinia
Trópico Húmedo, 2005). Os frutos têm massa de 30 gramas e são
(Liogier, 1986), estabeleceu-se certa confusão na nomenclatura
globoso-oblongos, semelhantes à nêspera (Eriobotrya japonica
das dezenas de espécies conhecidas. Isso porque, muitos autores
Lindl.). Externamente, os frutos são amarelo-alaranjados, com
ainda usam o termo Rheedia para algumas frutíferas nativas e
casca grossa, lisa, firme e resistente. A polpa, não aderente à
exóticas, existentes em várias regiões tropicais mundiais. A fruta

1
(Trabalho 095-07). Recebido em 10-04-2007. Aceito para publicação em: 14-12-2007. Pesquisa pertencente ao Projeto: “Introdução, quarentena,
propagação e avaliação de espécies e cultivares de frutíferas”. Trabalho realizado com apoio financeiro do CNPq.
2
Pesquisador Científico (PqC), Centro Experimental Central, Instituto Agronômico (IAC), Caixa Postal 28, CEP 13001-970, Campinas-SP. Com bolsa
de produtividade em pesquisa do CNPq. *Autor para correspondência. E-mail: wbarbosa@[Link]
3
PqC, Centro APTA Frutas, IAC, Av. Luis Pereira dos Santos, 1500, 13214-820, Jundiaí-SP.
4
Eng a. Agr a. Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes, CATI, CP 962, CEP 13070-178, Campinas-SP.
5
Engº. Agrônomo, [Link]., Professor Adjunto da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE. Rua Pernambuco, nº 1777, Caixa Postal 1008,
Centro, 85960-000, Marechal Cândido Rondon-PR. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do [Link] para correspondência:rafaelpio@[Link].
6
PqC, Centro APTA Horticultura, IAC. E-mail: tucci@[Link].
7
Graduanda em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), Rua Gabriel Monteiro da Silva, 714, CEP 37130-000, Alfenas-MG. E-
mail: fabiane_art@[Link].

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264 GERMINAÇÃO DE SEMENTES E DESENVOLVIMENTO INICIAL DE PLÂNTULAS DE ACHACHAIRU

mais famosa desse gênero, talvez, seja o mangostão (G. controlada em B.O.D, cuja temperatura oscilava entre 20 e 30 ºC
mangostana L.), originada no trópico asiático. Outras espécies e sob temperatura ambiente de laboratório (25± 2 ºC),
de Garcinia, além de sua importância farmacológica (Luzzi et al., constituindo-se um total de quatro tratamentos. As avaliações,
1997; Guimarães et al., 1997; Rodrigues et al., 2000; Santos et al., feitas durante 90 dias, forneceram dados que foram expressos
1999; 2001), também fazem parte da alimentação da população da em porcentagem de plântulas normais, segundo critérios
região Amazônica, onde os frutos são bastante abundantes. estabelecidos por BRASIL (1992). Foram usadas 60 sementes
Em levantamento recente sobre as pesquisas nacionais por tratamento, em quatro repetições de 15 unidades cada. O
envolvendo Garcinia (Rheedia), Barbosa & Artioli (2007) índice de velocidade de germinação (IVG) foi calculado com base
verificaram que a grande maioria dos artigos publicados em em Marcos Filho et al. (1987), contando-se o número de indivíduos
periódicos diz respeito à caracterização química e aos efeitos emersos a cada dois dias, até 90 dias após instalação do teste de
terapêuticos dos frutos e folhas. Pelos autores brasileiros, apenas germinação. Para avaliar o desenvolvimento inicial das
as espécies Rheedia gardneriana Planch. & Triana e R. plântulas, instalou-se um segundo experimento. Neste caso, as
acuminata (Ruiz et Pav.) Plachon et Triana, Garcinia cambogia, sementes foram semeadas em bandejas de isopor contendo 128
G. mangostana, G. macrophylla, G. gardneriana, G. células preenchidas com vermiculita. Após 40 dias sob ambiente
cochinchinensis e G. multiflora foram citadas. Os autores de estufa tipo B.O.D., a 28 ºC, as sementes germinadas foram
observaram que somente 10% dos artigos relatavam pesquisas transplantadas em vasos (30x20 cm), contendo substrato
agronômicas, especialmente propagação seminífera e previamente preparado (Solomax®, terra, areia e esterco de
caracterização morfológica de sementes e plântulas (Nascimento galinha) e mantidas em casa de vegetação dotada de irrigação
et al., 2002; Oliveira et al., 1996). R. gardneriana e R. acuminata automatizada (aspersão).
são nativas da Amazônia e pertencem agora ao gênero Garcinia. O delineamento experimental usado foi o inteiramente
Esse material encontra-se disseminado em todo o território casualizado, com quatro repetições, sendo cada uma constituída
nacional, principalmente G. gardneriana (Santos et al., 1999), de cinco plantas. Foram realizadas quatro avaliações, sendo a
cujo fruto é conhecido no Pará como bacuripari. Segundo primeira no momento do transplantio, e as demais, aos 4; 8 e 12
Nascimento et al. (2002), G. acuminata (bacurizinho) é raramente meses. As variáveis analisadas foram: a altura da planta, o
cultivada devido ao baixo rendimento em polpa, mas pode ser diâmetro do caule a 5 cm acima da superfície do solo e o número
usado como porta-enxerto ananicante de outras frutíferas do de folhas das plântulas. Os dados obtidos foram submetidos à
gênero, a exemplo do mangostão. Contudo, sabe-se que, para a análise de variância pelo teste F, sendo que as médias dos valores
maioria das espécies, a propagação seminífera constitui-se num qualitativos foram comparadas pelo teste de Tukey, e os
processo natural e mais importante de disseminação e quantitativos, submetidos à regressão polinomial (P < 0,05), de
perpetuação das espécies. Entretanto as germinações de acordo com as indicações de Gomes (2000), usando-se o Sistema
sementes de muitas espécies apresentam diferentes potencias para Análise de Variância - SISVAR (Ferreira, 2000).
de germinação. Enquanto as sementes de muitos vegetais A análise de variância para as variáveis analisadas está
germinam tão logo sejam colocadas em condições de solo e apresentada na Tabela 1. Houve diferença significativa, a 1% de
ambiente favorável, outras, embora vivas, deixam de germinar probabilidade, para todas as variáveis testadas.
mesmo quando submetidas a condições quase ideais. Com Verificou-se que 65% dos frutos continham apenas uma semente
relação aos aspectos fisiológicos, estudos realizados com grande. No restante da amostra, foram observadas de 2 a 3
espécies do gênero Garcinia concluíram que muitas dessas sementes médias e pequenas por fruto. Sob ambiente de B.O.D.,
espécies são do tipo recalcitrante (Roberts e Ellis, 1973; Roberts a 25ºC e a 30ºC, as sementes iniciaram a germinação mais
e King, 1980; Chin, 1989) e, por esse motivo, perdem a viabilidade rapidamente, cerca de dez dias antes dos demais tratamentos
rapidamente (Winters e Rodrigues-Colon, 1953, citado por (Tabela 2), ou seja, aproximadamente 15 dias após a semeadura.
Nascimento, 2001). Devido à boa qualidade organoléptica dos Esses dados estão de acordo com os encontrado por Müller et
frutos e ao crescente interesse pelo cultivo do achachairu no al. (1995), os quais observaram que, em condições favoráveis de
Brasil, foram pesquisados a germinação das sementes sob temperatura e umidade, as sementes de mangostão germinam
diferentes condições e temperaturas e o desenvolvimento inicial entre onze e quinze dias após a semeadura. As porcentagens de
das plântulas em casa de vegetação. plântulas normais foram de 90 e 92% para as temperaturas de 25
Os frutos frescos do achachairu, com oito dias de e 30º C, respectivamente, não apresentando diferença
colhidos, foram adquiridos em março de 2005 na CEAGESP, significativa entre elas. Esses resultados mostram que, bem
sendo esses provenientes de cultivos na região de Recife-PE. acondicionadas, as sementes de Achachairu permanecem viáveis
Os frutos maduros, após devidamente caracterizados, foram e com excelente porcentagem de germinação mesmo quando,
armazenados a 5 ºC, por uma semana, em geladeira industrial após o armazenamento, sejam submetidas a procedimentos
com 80% de umidade. Posteriormente, extraíram-se as sementes, adequados de germinação. Müller et al. (1991), estudando o
que foram lavadas em água corrente e secas à sombra, por 24 potencial de armazenamento de sementes de espécies da mesma
horas. As sementes foram postas a germinar, sob vermiculita, em família, demonstraram que as sementes de mangostão podem ser
duas situações: 1) ambiente controlado em estufa tipo B.O.D., armazenadas no fruto por períodos de até 35 dias, acondicionadas
sob as temperaturas de 25 e 30 ºC, fotoperíodo de 16 horas e em sacos de plástico, sem que ocorram danos à qualidade
irradiância de 32 μmol.m-1.s-1, e 2) ambiente de temperatura não- fisiológica. Entretanto, quando se avaliou o IVG, o maior resultado

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[Link] et al. 265

(0,255) foi observado quando as sementes foram submetidas à TABELA 2- Porcentagem de germinação, sementes mortas e
temperatura de 30ºC, seguida por aquelas submetidas a 25ºC índice de velocidade de germinação (IVG) das
(Tabela 2). O índice de velocidade de germinação está relacionado sementes de Garcinia sp. Instituto Agronômico
com o vigor da semente (Nascimento et al., 2001). Neste caso, (IAC), 2007.
verificou-se que as sementes, quando submetidas a 30º C de Variáveis analisadas
temperatura, apresentaram maior vigor, sendo esta a temperatura Temperaturas Germinação Sementes IVG
ótima de germinação de sementes de Garcínia sp., nas condições (%) mortas (%)
em que o trabalho foi realizado. 25ºC 90 a 10 b 0,127 b
As sementes submetidas às temperaturas alternadas de 30ºC 92 a 8b 0,255 a
20-30 ºC e em condições de laboratório germinaram cerca de 30 20-30ºC 78 a 22 b 0,097 b
dias após colocadas na estufa B.O.D. A menor porcentagem de
ambiente 30 b 70 a 0,015 c
germinação ocorreu quando as sementes foram submetidas às
condições de ambiente de laboratório, onde se constatou, que a * Médias seguidas da mesma letra em minúsculo na coluna não diferem
significativamente entre si, pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de
maioria das sementes (70%) estavam mortas após 90 dias (Tabela probabilidade.
2).
Em casa de vegetação, verificou-se um desenvolvimento
bastante lento das plântulas, principalmente nas primeiras
semanas após a emergência. Essa fase coincidiu com o período
de inverno, em que as médias das temperaturas mínimas e máximas
em Campinas-SP, foram, respectivamente, de 16ºC e 24ºC. O
primeiro par de folhas opostas (metáfilo) surgiu após cerca de 25
dias da emergência das plântulas. Nascimento et al. (2001),
estudando o efeito da fermentação na germinação de sementes
de mangostão, constaram que a germinação teve início entre
nove e doze dias, e com término entre 19 e 26 dias após a
semeadura. A partir do oitavo mês de desenvolvimento (no
verão), as plântulas emitiram várias ramificações laterais, em sua
porção centro-apical. Para as três variáveis analisadas (altura de
plântulas, diâmetro de caule e número de folhas das plântulas),
observou-se um crescimento linear em função do tempo avaliado.
As plântulas apresentaram um desenvolvimento pouco
satisfatório, atingindo somente 25 cm de altura (Figura A) e
diâmetro (3 mm) ao final dos 12 meses (Figura B). Nesse período,
as plântulas apresentaram 20 pares de folhas cada, constituindo-
se num adequado enfolhamento para o período (Figura C).

TABELA 1- Resumo da análise de variância para germinação,


sementes mortas, índice de velocidade de
germinação (IVG), altura da planta, diâmetro do
caule (mm) e número de folhas (NF) de plântulas
de Garcinia sp. Instituto Agronômico (IAC), 2007.

Quadrado médio
Fontes de
G.L Germinação Sementes Mortas IVG Altura da Diâmetro do Número de
variação
(%) (%) planta (cm) caule (mm) folhas (un)
Tratamento 3 3364.000000** 3364.000000** 0.039683** 380.750000** 600.229167** 350.166667**
Resíduo 12 24.666667 10.000000 0.000042 3.291667 0.937500 11.125000
C.V. 15 6,85 11,50 5,25 15,28 5,55 35,11
FIGURA 1- Altura de plântulas (A), diâmetro do caule (B) e
** significativo a 1% de probabilidade, segundo o teste F. número de folhas (C) de Garcinia sp analisadas
aos 4; 8 e 12 meses após a emergência. Instituto
Agronômico (IAC), 2007.

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266 GERMINAÇÃO DE SEMENTES E DESENVOLVIMENTO INICIAL DE PLÂNTULAS DE ACHACHAIRU

MARCOS FILHO, J.; CÍCERO, S.M.; SILVA, W.R. Avaliação da


AGRADECIMENTOS
qualidade das sementes. Piracicaba: FEALQ, 1987.
Os autores agradecem a Hugo Tenório a cessão das frutas
MÜLLER, C.H.; FIGUEIREDO, F.J.C.; MÜLLER, N.R.M.
e às estagiárias Maraísa Freitas de Moraes Rosa, Tânia Misae
Armazenamento de sementes de mangostão. Belém: EMBRAPA-
Watanabe e Marcela Mariano Mosken, bolsistas PIBIC/CNPq, o
CPATU, 1991. 15p. (Circular Técnica, 58).
manuseio e o controle da germinação das sementes e às medições
das plântulas em casa de vegetação.
MÜLLER, C.H.; FIGUEIREDEO, F.J.C.; NASCIMENTO, W.M.O.
do; CARVALHO, J.E.U. de; STEIN, R.L.B.; SILVA, A. de B.;
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