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Aventura em um Apocalipse Zumbi

Este conto narra a história de Esteff, apelidada de Pantera, e seu melhor amigo Lyn, que acidentalmente ativam uma máquina do tempo e acabam em um apocalipse zumbi. Enquanto tentam sobreviver e encontrar uma maneira de voltar para casa, eles enfrentam desafios e revelações sobre seus sentimentos um pelo outro. A narrativa combina elementos de romance, amizade e aventura em um cenário de terror e sobrevivência.

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biancaalves6678
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Aventura em um Apocalipse Zumbi

Este conto narra a história de Esteff, apelidada de Pantera, e seu melhor amigo Lyn, que acidentalmente ativam uma máquina do tempo e acabam em um apocalipse zumbi. Enquanto tentam sobreviver e encontrar uma maneira de voltar para casa, eles enfrentam desafios e revelações sobre seus sentimentos um pelo outro. A narrativa combina elementos de romance, amizade e aventura em um cenário de terror e sobrevivência.

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ㅤEu abri os olhos, eu estava em uma casa abandonada desconhecida, e tudo em volta

destruído, um cheiro forte de carne podre, até que de repente…

— Shiuu fica quieta.


— Mas que droga tá acontecendo
aqui???
— Não tenho tempo pra explicar, vem!!

Lyn me puxou e saímos correndo, enquanto corríamos eu senti algo líquido e pegajoso na
sola das minhas botas, quando olhei para baixo vi poças de sangue, e o cheiro piorava cada
vez mais, estávamos encurralados, e eu ouvia grunhidos estranhos, como se estivesse
repleto de animais em volta.
Calma. Eu vou explicar do zero, você não deve estar entendendo nada.
Eu me chamo Esteff, mas meu apelido é Pantera, eu tenho 19 anos, cabelo cacheado e
curto, Lyn e eu somos melhores amigos desde os 5 anos de idade, crescemos juntos, e eu
tenho uma quedinha por ele mas nada de demais, consigo conviver ignorando isso. Lyn tem
pele escura e um lindo cabelo castanho raspado do lado como o corte adotado pelas forças
armadas de nosso país… E você deve estar se perguntando como eu e ele fomos parar em
uma casa abandonada desconhecida, mas eu vou contar pra você a história, fomos parar lá
por culpa minha.
Estávamos em mais um dia de aula normal, até que eu criei coragem para dizer ao Lyn
que estava afim dele, mas eu não sou boa com palavras, e foi mais ou menos assim...

— Lyn, eeh... Preciso te dizer uma coisa


ㅤ meio importante
— Pode falar pantera, tenho todo tempo
ㅤ do mundo.
— É que tipo... Eu não sei como te dizer
ㅤ isso... Vc é meu melhor amigo, e...
— Eu já sei, vc quer ir no shopping hj
ㅤ neh? Ok então, passo na sua casa ás
ㅤ 16:00.
— Não... Quer dizer... Eh, é isso mesmo!

Droga, eu fui muito burra neh, eu podia ter sido direta e... Espera... É isso, vou tentar
beijar ele hoje e ver se ele corresponde. Mas não, e se ele n gostar e deixar de ser meu
amigo? Affe.
Um detalhe importante é que eu sou especializada em robótica, faço tecnologia avançada
e sou profissional nessa área.
Bom... Já são 15:30, ele já deve estar chegando.
Ele chegou às 15:45 mais ou menos, eu abri a porta e ele estava com um sorriso que eu
nunca tinha visto antes.

— Oii, uau você está incrivelmente gata.


— Obrigada, vamos?
— Vamos sim Pantera.
Aí nós fomos andar no shopping, tomamos sorvetes, ele comprou um colar lindo com um
pingente rosa pra mim, brincamos e no fim do dia ele me levou de volta pra casa.

— Obrigada Pantera.
— An? Como assim? Obrigada por
ㅤ que?
— Pelo dia. Você é a minha melhor ㅤ ㅤ
companhia!

E depois disso... Ele me beijou! SIM ELE ME BEIJOU!! Eu fiquei tão feliz, mas depois ele
foi embora. Um pouco mais tarde na minha casa eu fiquei confusa pensando se era coisa
da minha cabeça ou se ele estava realmente gostando de mim, bom mas eu tinha que
terminar meu projeto de criar uma máquina aleatória sem identificar sua função, eu fiquei
com muito medo disso mas podia ser uma coisa boa neh, enfim.
Eu fui montando, colocando peças, encaixando parafusos, e etc... Eu já tinha o projeto
pronto mas eu não sabia o resultado e continuei.
No outro dia encontrei Lyn na faculdade, ele me pediu desculpas por ter me beijado e
disse que não sabia o que estava fazendo, mas ele disse que não ia se repetir por que ele
sabia o quanto nossa amizade era importante pra mim, e logo após isso ficou o dia inteiro
sem falar comigo. Quando cheguei em casa fui novamente trabalhar na minha máquina, e
eu finalmente tinha um plano, como eu não sabia se eu e Lyn deveriamos ficar juntos,
resolvi criar uma máquina do tempo para ver como estariamos no futuros, mas bem... Como
eu faria isso? Modificar o passado? Não tem como, mas eu não queria mudar nada, só vou
dar uma olhadinha no meu eu do futuro e depois eu volto ué. E nada mais justo do que Lyn
ir comigo, é isso!
E depois desses pensamentos idiotas eu fiquei um mês trabalhando nessa tal máquina
sem saber o que iria dar no final, só sei que virou uma máquina, e durante esse período Lyn
e eu ficamos sem se falar, a oportunidade perfeita de se aproximar dele novamente!

— Bom dia Lyn, por que não fala mais ㅤ


ㅤ comigo? Você sumiu, não responde
ㅤ minhas mensagens, eu te fiz algo?
— Não Pantera, você é perfeita, incrível,
ㅤ o problema sou eu entende? Eu te ㅤ
ㅤ amo e não é só como amigo então eu
ㅤ não quero te machucar com isso ok?
— Tô te esperando na oficina as 15:00
ㅤ ok? Beijinhos!

E esse foi o meu maior erro, aonde tudo começou, aonde se perdemos, aonde tudo
estava certo pra dar errado.

— Lyn, você veio!! Não achei q fosse vir!.


— É, eu imaginei que fosse importante e
ㅤ resolvi vir.
— Ok, mas vc tá preparado??
— Pra?
— Pra ver nosso futuro!!! Eu planejei ㅤ
ㅤ uma máquina do tempo e queria que
ㅤ você testasse comigo!
— Mas vc acha que isso vai dar certo?
— Não sei, mas vc me ama neh? Vamos
ㅤ descobrir se temos que ficar ㅤ
realmente juntos.

Esse foi o meu segundo maior erro, se eu não tivesse dito isso talvez ele não teria se
interessado em ir pro futuro comigo, mas acabou se interessando mesmo não tendo certeza
do que poderia acontecer com a gente.

— Ok Lyn, mas você quer mesmo fazer


ㅤ isso? Eu nunca fiz isso e nunca testei
ㅤ essa máquina
— Se for com você eu vou.
— Então vamos nessa.

Eu entrei naquela coisa estranha e apertei os botões que eu não havia planejado... Eu só
senti uma pancada. Aí sim podemos continuar da onde paramos.
Eu abri os olhos, eu estava em uma casa abandonada desconhecida, e tudo em volta
estava destruído e deserto, um cheiro forte e horrível de carne podre, até que de repende...

— Shiuu fica quieta!.


— Mas que droga tá acontecendo aqui?
— Não tenho tempo de explicar, vem!!!

Lyn me puxou e saímos correndo, enquanto corríamos eu senti algo líquido e pegajoso na
sola das minhas botas, quando olhei para baixo vi poças de sangue, e o cheiro piorava cada
vez mais, estávamos encurralados, e eu ouvia grunhidos estranhos, como se estivesss
repleto de animais em volta.

— Lyn me fala o que tá acontecendo? ㅤ


ㅤ Como viemos parar aqui?
— Humm deixa eu pensar... Talvez uma
ㅤ criaturinha tenha criado uma máquina
ㅤ maluca sem saber pra onde nos ㅤ
levaria e agora estamos em um ㅤ ㅤ
ㅤ Apocalipse Zumbi, só isso!!
— APOCALIPSE ZUMBI????
— Sim, não temos muito tempo, ㅤ ㅤ ㅤ
ㅤ felizmente temos um pouco de ㅤ ㅤ
ㅤ comida alguns kits médicos e essas ㅤ
armas.
— LYN SE TOCA PRECISAMOS ㅤ ㅤ
ㅤ VOLTAR PRA NOSSA REALIDADE!!!
— Ok mas eu espero que você tenha
ㅤ trago materiais porque a máquina ㅤ ㅤ
sumiu.
Uma pausa aqui. Eu estava falando como se a culpa fosse dele, mas a verdade é que eu
meti nós dois nessa então eu estava disposta a dar minha vida por ele.

— Tem que ter algum jeito Lyn... Se tem


ㅤ como entrar nessa época tem como
ㅤ sair... Aliás eu nem sei em que ano ㅤ
ㅤ estamos.
— Tá mas você já ouviu falar que ㅤ ㅤ
ㅤ quando você usa uma máquina do ㅤ
ㅤ tempo ela fica no mesmo lugar de ㅤ
ㅤ quando você usou pra vir pra cá, por
ㅤ exemplo, se usamos ela na sua ㅤ ㅤ ㅤo
oficina, ela está na sua oficina. Só ㅤ
ㅤ que não sabemos aonde é sua oficina
ㅤ atualmente neh.
— Não sabemos nem aonde estamos,
ㅤ está tudo detruído, não tem como ㅤ
identificar.
— Ah mas eu dúvido que sejamos os
ㅤ últimos sobreviventes, até porque ㅤ
ㅤ sem sobreviventes como os mortos ㅤ
ㅤ vivos iriam fazer? Comer os cérebros
ㅤ uns dos outros? Não teria graça.
— Palhaço, eu não tô brincando.
— Nem eu, se acharmos um ㅤ ㅤ ㅤ
ㅤ sobrevivente desse tempo podemos
ㅤ saber aonde estamos.
— Lyn você é um gênio.
— Eu sei disso baby, pode me ㅤ ㅤ ㅤ
ㅤ agradecer depois.
— Mas como vamos sair daqui, estamos ㅤ
presos nessa casa abandonada e os
ㅤ mortos-vivos já estão invadindo.
— Olha os mortos vivos são burros ㅤ ㅤ
demais pra saber que tem um porão
ㅤ aqui, vamos procurar o porão e sair ㅤ
ㅤ daqui, talvez tenha algum veículo lá
ㅤ fora, não sei.

Ai meu Deus, porque eu simplesmente não disse a ele que estava afim dele e inventei
esse troço, nós simplesmente sumimos e eu não sei quanto tempo isso vai durar, só sei que
não vamos sair daqui tão fácil. E como fica a nossa realidade? Será que simplesmente
deixamos de existir lá? Esses pensamentos estavam acabando comigo e eu não sabia o
que fazer, mas quando eu estava com Lyn... Eu me sentia tão segura.

— Eu já sei Pantera. É isso.


— O que?
— Temos que achar nosso eu desse ㅤ ㅤ
tempo, eles vão poder nos ajudar!.
— Isso se estivermos vivos nesse ㅤ ㅤ
ㅤ tempo.
— Ah... Verdade.
— Olha aquela passagem, parece o ㅤ
ㅤㅤ porão, vamos.

Eu estava feliz porque encontramos o porão, lá estava cheio de sangue e móveis


quebrados, paredes arranhadas e com marcas, nós podíamos sair dali, eu só não fazia
idéia de como saíriamos daquela realidade.

— Bora lá pra fora vem, tem uma janela


ㅤ quebrada aqui Pantera.
— Beleza, vamos.
— Olha aquele carro ali, bem diferente
ㅤ mas não deve ser tão difícil de usar,
ㅤ dirigir, sei lá.
— Cala a boca e só corre pra lá então.

Bom, nossa parte a gente fez, corremos como se não houvesse amanhã, mas não
adiantou muita coisa.

— Pantera, o carro não tá ligando, eu ㅤ


ㅤ não sei usar essa coisa.
— Como assim não tá ligando?
— Ué, você quer vim testar no meu ㅤ
ㅤ lugar?
— Meu Deus, estamos mortos.

Bom, naquele momento já tinha uma multidão de mortos vivos atrás de nós, em volta, por
toda parte, apesar de termos algumas armas, não tínhamos munições, então ficamos
presos dentro daquele carro esperando o primeiro ataque.

— Pantera, eu quero que saiba que ㅤ


ㅤ independente de tudo, eu te...

Ouvi tiros e o som de veículos se aproximando, quem são? Seriam sobreviventes? Os


tiros atingem a cabeça dos mortos vivos e derrubam vários deles no chão e de dentro de
um carro branco sujo de sangue seco e barro sai uma mulher dizendo:

— Ei vocês, peguem essas armas, estão ㅤㅤ


carregadas. Eu me chamo Scarlett.

Ela era a heroína de nossas vidas, pegamos aquelas armas e começamos a matar
aqueles mortos vivos em volta até termos tempo de sair dali. Foi tão empolgante parecia até
um filme de ação.
— Venham, subam aqui vamos levar ㅤ
ㅤ vocês para um lugar seguro.
— Muito obrigada, eu sou a Pantera e ㅤ
ㅤ esse é meu amigo Lyn.
— Ok vamos, lá vocês me contam o que
ㅤ aconteceu.

Ok, já tinhamos segurança, uma dificuldade a menos, mas ainda não sabíamos como
iriamos sair dali, se conseguiriamos sobreviver muito tempo ali, afinal, se morressemos,
como que as pessoas da nossa realidade saberiam que teriamos morrido? Seria um caso
sem resposta? Obviamente sim, mas não teria sentido.

— Conseguimos fazer esse esconderijo,


ㅤ de segurança extrema, para os ㅤ ㅤ
ㅤ últimos sobreviventes de Ciellyntti ㅤ
ㅤ City.ㅤ ㅤ ㅤ ㅤㅤ
— Espera, estamos em Ciellyntti?
— Sim.
— Vocês sabem aonde fica esse ㅤ ㅤ ㅤ
ㅤ endereço?

Eu peguei e mostrei o papel a ela, mas pra minha surpresa ela não sabia ler aquelas
letras pois tinham mudado a forma de escrever, mas daquele jeito eu nunca acharia a
máquina.

— Infelizmente não entendo o que vocês


ㅤ escrevem, mas vou apresentar eu e
ㅤ meus parceiros a vocês. Esses são:
ㅤ Field, Marlon, Carla, Lya e Benjamin.
ㅤ E eu como vocês sabem, sou Scarlett
ㅤ e estamos em busca de ajudar os ㅤ ㅤ
sobrevivente e sair daqui.

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