Número complexo
Em matemática, um número complexo é um elemento de um sistema
numérico que contém os números reais e um elemento específico Conjuntos de números
2
denotado i, chamado de unidade imaginária, e que satisfaz a equação i =
−1.
Irracionais (Este conjunto
O fato de um número negativo não ter raiz quadrada parece ter sido claro não faz parte dos conjuntos
Naturais
para os matemáticos que se depararam com esta questão, até a concepção anteriores mas está contido
Inteiros
em )
do modelo dos números complexos.[1][2] Um número complexo é um Racionais
número que pode ser escrito na forma , sendo e números Reais
Imaginários
reais e denota a unidade imaginária. Esta tem a propriedade
Complexos
sendo que e são chamados respectivamente parte real e parte
Números hiper-reais
imaginária de .[3][4]
Números hipercomplexos
O conjunto dos números complexos, denotado por , contém o conjunto Quaterniões
dos números reais. Munido de operações de adição e multiplicação obtidas Octoniões
por extensão das operações de mesma denominação nos números reais, Sedeniões
adquire uma estrutura algébrica denominada corpo algebricamente Complexos hiperbólicos
fechado, sendo que esse fechamento consiste na propriedade que tem o Quaterniões hiperbólicos
conjunto de possuir todas as soluções de qualquer equação polinomial Bicomplexos
com coeficientes naquele mesmo conjunto (no caso, o conjunto dos Biquaterniões
complexos). O conjunto dos números complexos também pode ser Coquaterniões
entendido por seu
isomorfismo com um espaço vetorial sobre , o conjunto dos reais.[5]
Além disso, a cada número complexo podemos atribuir um número real
positivo chamado módulo, dado por:
O módulo de z, visto como uma norma no espaço vetorial, conduz a um
espaço normado topologicamente completo.[carece de fontes?]
Os números complexos são representados geometricamente no plano
complexo. Nele, representa-se a parte real, no eixo horizontal e a parte
imaginária, no eixo vertical.
Os números complexos são utilizados em várias áreas do conhecimento, tais
como engenharia, eletromagnetismo, física quântica, teoria do caos,
processamento de sinais, teoria de controle, dinâmica de fluidos, cartografia,
análise de vibração, além da própria matemática, em que são estudadas
análise complexa, álgebra linear complexa, álgebra de Lie complexa, com aplicações em resolução de equações
algébricas e equações diferenciais.[6]
Em algumas situações, é comum a troca da letra pela letra devido ao frequente uso da primeira como indicação
de corrente elétrica.
História
O conceito de número complexo teve um desenvolvimento gradual. Começaram a ser utilizados formalmente no
século XVI em fórmulas de resolução de equações de terceiro e quarto graus.[7]
Os primeiros que conseguiram dar soluções a equações cúbicas foram Scipione del Ferro e Tartaglia. Este último,
depois de ter sido alvo de muita insistência, passou os resultados que tinha obtido a Girolamo Cardano, que
prometeu não divulgá-los. Cardano, depois de conferir a exatidão das resoluções de Tartaglia, não honrou sua
promessa e publicou os resultados, mencionando o autor, em sua obra Ars Magna de 1545, iniciando uma enorme
inimizade.
A fórmula deduzida por Tartaglia afirmava que a solução da equação era dada por
Um problema inquietante percebido na época foi que algumas equações (as equações que têm três raízes reais,
chamadas de casus irreducibilis) levavam a raízes quadradas de números negativos.
Por exemplo, a equação:
tem três raízes reais, como se pode observar facilmente ou pelo gráfico da função:
ou por fatoração:
se e somente se:
ou:
Entretanto, usando-se a fórmula de Tartaglia, chega-se a:
Essa questão evidenciou o fato de que havia mais a se investigar e a se aprender sobre os números.
Rafael Bombelli experimentou escrever as expressões:
e
na forma:
respectivamente. Admitindo válidas as propriedades usuais das operações tais como comutativa, distributiva etc.,
usou-as nas expressões obtidas, obtendo e Com isso, chegou a:
No início, os números complexos não eram vistos como números, mas sim como um artifício algébrico útil para se
resolver equações. Descartes, no século XVII, os chamou de números imaginários.
Abraham de Moivre e Euler, no século XVIII começaram a estabelecer uma estrutura algébrica para os números
complexos. Em particular, Euler denotou a raiz quadrada de -1 por Ainda no século XVIII os números complexos
passaram a ser interpretados como pontos do plano (plano de Argand-Gauss), o que permitiu a escrita de um
número complexo na forma polar. Com isso, conseguiu-se calcular potências e raízes de modo eficiente e claro.
Ainda no século XVIII, Gauss demonstrou o Teorema Fundamental da Álgebra.
Definições
Plano complexo
O plano complexo, também chamado de plano de Argand-
Gauss, é uma representação geométrica do conjunto dos
números complexos. Da mesma forma, como cada ponto da reta
está associado a um número real, o plano complexo associa
biunivocamente o ponto ( x , y ) do plano ao número complexo
x
+ yi. Esta associação conduz a pelo menos duas formas de
representar um número complexo:
Forma retangular ou cartesiana:
representa o número Z em coordenadas cartesianas separando a
parte real da parte imaginária.
Forma polar:
No plano de Argand-Gauss, parte real é
representada pela reta das abscissas
(x, horizontal) e a parte imaginária pela
reta das ordenadas (y, vertical).
onde r é a distância euclidiana do ponto
até a origem do sistema de coordenadas, chamada de módulo do número complexo. Este é denotado por:
Já se trata do ângulo entre a semi-reta e o semi-eixo real, chamado de argumento do número complexo Z e
denotado por
Através da identidade de Euler
A forma polar é equivalente à chamada forma exponencial:
Operações elementares
O conjunto dos números complexos é um corpo. Portanto, é fechado sobre as operações de adição e multiplicação,
além de possuir a propriedade de que todo elemento não-nulo do conjunto possui um inverso multiplicativo. Todas
as operações do corpo podem ser performadas através das propriedades associativa, comutativa e distributiva,
levando em consideração a identidade
Sejam z e w dois números complexos dados por e então definem-se as relações e operações
elementares tal como segue:
Identidade:
se e somente se e
Soma:
Produto:
Conjugado:
onde denota o conjugado de z. Outra
notação usada para o conjugado de é
O conjugado de um número complexo é seu simétrico no plano complexo
em relação ao eixo real. A soma e o produto de um número complexo com
seu conjugado tem parte imaginária nula.
Soma de um complexo por seu conjugado:
Exemplo número complexo
com módulo 2 e argumento
120°. Em vermelho o
Produto de um complexo por seu conjugado deste número em
conjugado: verde o oposto
Como temos que produto de um Número Complexo pelo seu Conjugado
se dá o
Módulo:
Inverso multiplicativo (para ):
As operações de subtração e divisão são efetuadas transformando em adição com o oposto aditivo e em
multiplicação com o inverso multiplicativo, respectivamente. Algumas operações são mais facilmente realizadas na
forma polar:
Produto:
Inverso multiplicativo (para ):
Divisão:
Potenciação:
Conjugado:
O produto de um número complexo pelo seu conjugado é:
O módulo
Sejam z e w dois números complexos dados por e o módulo possui as seguintes
propriedades:
Cabe ressaltar, conforme exposto acima, que o número zero é o único número complexo cujo módulo de Z é igual a
Z.
A distância entre dois números complexos é definida como:
Propriedades algébricas
O conjunto dos números complexos formam um corpo algebricamente
fechado. Isso significa que toda equação algébrica de grau não nulo pode
possuir como solução um número complexo. Mais formalmente, a seguinte
equação
possui pelo menos uma solução complexa.
Este resultado é conhecido como teorema fundamental da álgebra e foi
demonstrado primeiramente pelo matemático alemão Carl Friedrich Gauss.
Uma consequência deste teorema é que todo polinômio de grau n pode ser
decomposto em um produto de n fatores lineares complexos:
Gauss demonstrou que o
conjunto dos números
complexos é algebricamente
fechado
Radical algébrico
O radical algébrico é definido no conjunto dos números complexos como uma função multivalente, devido ao fato
que a equação algébrica:
possui n soluções distintas para cada que são dadas pela fórmula de De Moivre:
onde
Estrutura de campo[8]
O conjunto C de números complexos é um campo. Resumidamente, isso significa que os seguintes fatos são
válidos: primeiro, quaisquer dois números complexos podem ser adicionados e multiplicados para produzir outro
número complexo. Em segundo lugar, para qualquer número complexo , seu inverso aditivo − também é um
número complexo; e terceiro, todo número complexo diferente de zero tem um número complexo recíproco. Além
disso, essas operações satisfazem uma série de leis, por exemplo, a lei da comutatividade de adição e multiplicação
para quaisquer dois números complexos e :
Essas duas leis e os outros requisitos de um campo podem ser comprovados pelas fórmulas fornecidas acima,
usando o fato de que os próprios números reais formam um campo.
Ao contrário dos reais, C não é um campo ordenado, ou seja, não é possível definir uma relação que seja
compatível com a adição e multiplicação. Na verdade, em qualquer campo ordenado, o quadrado de qualquer
elemento é necessariamente positivo, então impede a existência de uma ordem em C.
Quando o campo subjacente para um tópico ou construção matemática é o campo de números complexos, o nome
do tópico geralmente é modificado para refletir esse fato. Por exemplo: análise complexa, matriz complexa,
polinômio complexo e álgebra de Lie complexa.
Propriedades topológicas e analíticas
O conjunto dos números complexos munido da distância forma um espaço métrico
completo. De fato, o módulo possui todas as características de uma norma.
Convergência nos complexos
Diz-se que uma sequência de números complexos é convergente se existe um número complexo tal que:
neste caso, denota-se:
É fácil verificar que se então converge se e somente se
para converge para e converge para
Do fato de que é válido que se então
O conjunto dos números complexos como extensão algébrica
Outra forma de entendermos os números complexos é através de polinômios com coeficientes reais. Ao usarmos a
identidade para simplificarmos identidades algébricas, estamos efetivamente encontrando o maior fator
de na expressão e o substituindo por zero. Por exemplo, a expressão pode ser escrita formalmente
como e, substituindo a identidade, encontramos . Esse processo pode ser
sistematizado da seguinte forma: dado um polinômio de coeficientes reais na variável (isso é, um elemento de
), podemos dividi-lo por e trabalharmos somente com o seu resto (que deve, pelas propriedades da
Divisão polinomial) ter grau um, ou seja, ser da forma .
Esse processo de adicionar a raiz de um polinômio a um corpo é conhecido, no campo da álgebra abstrata, como
extensão de corpos. O número pode ser interpretado como o elemento que gera a extensão algébrica dos números
reais contendo a raiz do polinômio Isto é, o corpo é isomorfo ao corpo quociente
pela aplicação onde o homomorfismo de anéis é tal que, restrito aos reais, é a aplicação
identidade e leva em Por essa própria construção vemos que, como também é raiz de , os
corpos obtidos adicionando qualquer uma dessas raízes devem ser isomorfos, isso é, . Ao tratar desse
ponto de vista algébrico, entendemos que a conjugação, por ser um isomorfismo de corpos, preserva somas e
produtos.
Logaritmos
Função logarítmica natural
Se , onde é o módulo e é o argumento medido em radianos do número complexo e ,
gostaríamos de escrever . Isso não é imediato no entanto, porque, diferente do caso real, a exponencial
complexa não é uma Função injectiva, de fato para todo número inteiro . Não sendo injetiva, a função
exponencial com Contradomínio nos números complexos não admite Função inversa no sentido usual. Essas
considerações de lado, escreva então e portanto . Da igualdade desses
números complexos escritos na forma polar temos: e onde representa algum número
inteiro. Desse raciocínio, definimos a função logarítmica natural de uma variável complexa z pela equação:
= + ( + )
Assim, a função é multivalente com infinitos valores - mesmo para números reais. Se alterarmos o domínio
dessa função logaritmo para uma Superfície de Riemann convenientemente definida, podemos transformar o
logaritmo complexo em uma função de fato.
Chamamos de valor principal de o número definido por:
Função logarítmica decimal
Em termos de logaritmos decimais, podemos definir a função logarítmica anterior como:
( ± )
Essa função também é multivalente e têm seu valor principal quando
Gráficos de funções complexas
A representação gráfica de uma função com domínio e imagem no campo dos complexos é impraticável, pois tal
função reside na quarta dimensão, ou seja, seria preciso um sistema de coordenadas com quatro eixos
perpendiculares entre si para a construção da curva, a qual seria uma "superfície-2D" representada num
"hiperespaço-4D".
Todavia, existem diversas maneiras de se estudar o comportamento de tais funções sem sair de nosso espaço
euclidiano de três dimensões.
Uma delas, pouco usual, é representar uma função complexa, por exemplo , no próprio plano de
Argand- Gauss, utilizando cores para representar o "jeito" da função. Este método denomina-se "Color Domain" ou
Domínio de Cores. Temos então que para todo ponto do plano complexo está associada uma cor que corresponde à
imagem da função neste ponto.
Outra opção é representar apenas os valores da função que têm imagem real, como na figura da próxima seção.
Esta secção da curva de uma função complexa irá resultar em uma nova curva unidimensional que está distribuída
no espaço tridimensional. A representação dos valores reais da imagem da função complexa é interessante
principalmente porque nos ajuda a compreender, por exemplo, as raízes complexas de um polinômio, como
, cujas raízes são e .
Observe que na figura que segue o plano X/Y corresponde ao plano de Argand-Gauss, e o eixo Z de valores reais
representa a imagem de apenas números complexos cuja transformação possui parte imaginária nula. Isso
não quer dizer que a função não tenha imagem no campo complexo, apenas que essa imagem não pode ser
representada na figura.
Forma trigonométrica dos números complexos
Representação trigonométrica
Na representação trigonométrica, um número complexo é determinado pelo módulo do vetor que o
representa, e pelo ângulo que faz com o semieixo positivo das abscissas. [9]
Um vetor é representado por um segmento de reta
orientado, e define grandezas que se caracterizam por:
Módulo: exprime o comprimento do
segmento;
Direção: é dada pelo ângulo entre a reta
suporte e a horizontal;
Sentido: é dado pela seta.
Quando :
Argumento de é o
ângulo Módulo de éo
comprimento
O argumento geral de é ou ,o
argumento principal é o valor de no intervalo
ou .
A partir das relações trigonométricas, obtêm-se:
, isto é
, isto é
Portanto, para o número complexo
Exemplos:
1) Se é um número real, com , e o ponto P pertence à reta das abcissas,
Isto é: e
na forma trigonométrica é , com .
Isso quer dizer que existem infinitas representações trigonométricas para , correspondentes a giros dados em
torno da origem.
Neste caso, pode ser representado por:
Etc..
2) Se é um número imaginário, com , e o ponto P pertence à reta das
ordenadas, Isto é: e
na forma trigonométrica é , com .
Como no exemplo anterior, existem infinitas representações trigonométricas para , correspondentes a giros
dados em torno da origem.
Neste caso, pode ser representado por
Etc..
Igualdade de números complexos
Dados dois números complexos e têm-se, na forma trigonométrica, um argumento geral,
sendo:
e e
A igualdade exige que mas não exige que , mas sim que os vetores coincidam, na mesma direção,
módulo e sentido.
Simétrico de um número complexo
O simétrico de um número complexo é o número ,
ou seja .
Corresponde a uma rotação de 180° em torno da origem, a partir de .
Em notação trigonométrica:
Exemplo:
Conjugado de um número complexo
O conjugado de um número complexo é o número .
Corresponde a uma reflexão de na reta das abcissas.
Em notação trigonométrica:
Exemplo:
Produto dos números complexos
Seja e , a interpretação geométrica do produto dos números
complexos pode seguir os seguintes casos:
O produto de um número complexo Z por um número real K
Se , então o produto corresponde a uma ampliação do vetor
Exemplo:
Se , então o produto corresponde a uma contração do vetor
Exemplo:
Se , então o produto corresponde a uma ampliação ou contração do vetor ,
seguida de uma rotação de , pois passará para a semi-reta oposta, que
contém .
Exemplo:
O produto de um número complexo Z por um imaginário puro
Dados e ,
A partir desta etapa, é necessário utilizar a expressão trigonométrica da soma dos ângulos dos senos e cossenos:
Logo,
Então,
O produto de um número complexo por um número imaginário puro corresponde a uma ampliação ou contração do
vetor, seguido de uma rotação de no sentido anti-horário, em torno da origem do vetor obtido.
O produto de um número complexo genérico Z por um outro número complexo W
Dados e ,
Assim como no caso anterior, é necessário utilizar a soma dos angulos dos senos e cossenos.
Logo,
O produto de um número complexo por outro número complexo corresponde a uma ampliação ou contração do
vetor, seguido de uma rotação do ângulo igual ao argumento do vetor no sentido anti-horário em torno da origem
do vetor obtido.
Soma dos números complexos
A soma de números complexos corresponde à soma dos vetores complexos associados a esses números.
Dados quaisquer números reais (de vetor )e (de vetor ), a soma tem como representação vetorial
o vetor , dado por .
Exemplos:
Ver também
Número complexo
hiperbólico Número
transfinito
Quaterniões
Quaterniões hiperbólicos
Referências
1. Whitehead, Alfred North & Russell, Bertrand: Principia Mathematica. 3 vols, Merchant
Books, 2001, ISBN 978-A1603861823 (vol. 1), ISBN aw978-1603861830 (vol. 2), ISBN
978-1603861847 (vol. 3)
2. Russell, Bertrand (1919), Introduction to Mathematical Philosophy, George Allen and Unwin,
London, UK. Reimpressão, John G. Slater (intro.), Routledge, London, UK, 1993
3. Trigonometria e Números Complexos, por M. P. do Carmo, A. C. Morgado, E. Wagner; IMPA-
VITAE, Brasil, 1992
4. Gelson, Iezzi (1977). Fundamentos de Matemática elementar. 6 3 ed. São Paulo: Atual. p. 1-9
5. PAULANTI, Cláudio (2014). «Conjunto dos números complexos»
([Link] [Link]) (PDF).
Fundação CECIERJ. Consultado em 30 de novembro de 2019
6. «Números complexos»
([Link] (PDF).
Universidade Estadual de Campinas. 20 de junho de 2014. Consultado em 30 de
novembro de 2019
7. Cerri, Cristina; Monteiro, Martha S. (setembro de 2001). «História dos Números
Complexos» ([Link] [Link]/~martha/caem/[Link]) (PDF). Instituto de
Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo. Consultado em 17 de janeiro de
2012
8. «Tom M. Apostol - Mathematical Analysis (5ed 1981).pdf»
([Link] stol-Tom-M-Mathematical-Analysis). Scribd.
Consultado em 6 de novembro de 2020
9. GARCIA, Vera. «Números complexos na forma trigonométrica»
([Link]
iplinas/html/complexos_trigonometria-web/complexos_trigonometria_leitura_complexos_trigon
ometria
_tarefa_1.htm). Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Consultado em 30 de
novembro de 2019
Ligações externas
«Domínio de Cores, Funções Complexas»
([Link] Projeto MatWeb - Números
Complexos ([Link]
«Números Complexos, uma abordagem científica»
([Link] rio/euler/[Link])
«Funções de uma Variável Complexa: Visualização e Interpretação Gráfica»
([Link]
~edvaldo/)
Obtida de "[Link]