para novos
agentes
CAPELA DE SÃO PEDRO APÓSTOLO
QUANDO SURGIU A PASCOM?
2017
Pelo Pároco, Pe. Júnior e o Seminarista Márcio, a qual teve, Gabriel Pontes como 1º Coordenador.
A pedido do Papa Bento XVI, o mesmo queria que as igrejas adentrassem no mundo digital, com
fito de evangelizar através da comunicação.
AFINAL, O QUE É A PASCOM?
PASCOM é o grupo que visa reunir e animar a comunidade, através da transmissão da
Palavra de Deus.
Desse modo, são características da PASCOM colocar-se a serviço de todas as pastorais,
promovendo o diálogo entre elas; capacitar os agentes de todas as pastorais na área da
comunicação; favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação, entre outras.
(Diretório da Comunicação para a Igreja no Brasil)
QUAL O Nosso objetivo geral é ajudar a igreja a se comunicar
OBJETIVO com e por meio de todos os meios de comunicação:
mural, jornal, TV, fotos, transmissão e internet.;
DA PASCOM?
Amor a Deus e a Igreja;
Desejo de fazer pastoral;
Vida de Fé, com participação sacramental ativa na igreja;
criar uma
EQUIPE Boa relação com o Pároco;
Um coordenador escolhido e/ou aceito pelo pároco e demais membros;
Boa relação e trabalho com as outras pastorais e também equipes da
igreja.
Compromissado com a Verdade, o agente da Pascom é um
comunicador da esperança. Para ele, o que rege a sua missão não
sua é a urgência de realizar um anúncio que pode gerar notícias com
MISSÃO conteúdos distorcidos, sem as suas fontes totalmente verificadas,
apenas para ter um furo de reportagem. Sua missão definitivamente
não é ser um agente de Fake News, mas antes alguém que zela
pelo compromisso com a Verdade.
1. Colocar-se a serviço de todas as pastorais para dinamizar suas
ações comunicativas;
frentes de 2. Promover o diálogo e a comunhão das diversas pastorais;
TRABALHO
3. Capacitar os agentes de todas as pastorais na área da
comunicação, especialmente a catequese e a liturgia;
4. Favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação,
para dar maior visibilidade à sua ação evangelizadora;
frentes de 5. Envolver os profissionais e pesquisadores da comunicação as
reflexões da Igreja, para colaborar no aprofundamento e atualização
TRABALHO dos processos comunicativos;
6. Desenvolver as áreas da comunicação, como a imprensa, a
publicidade e as relações públicas nos locais onde não existem
profissionais especificamente designados;
No registro de fotografias e de filmagens cuidar para que a circulação no local seja
discreta e condizente com o espirito da celebração, evitando o corredor central, o
uso excessivo de "flash" e conversas desnecessárias que podem causar dispersão
no andamento da celebração;
É fundamental respeitar o rito litúrgico durante o registro de foto/filmagem. Circule
apenas em alguns momentos do rito e de preferência quando a assembleia estiver
RES- de pé;
PEITE Durante a homilia, priorizar prestar atenção em quem está falando. A fala é
importante para a vivência cristã e, também, para a construção do texto a ser
divulgado;
Caso haja qualquer dúvida ou mesmo necessidade de orientação, deve-se buscar
com antecedência junto aos membros da Pastoral da Comunicação (Pascom) da
paróquia ou, antes do início da celebração, com o padre que preside a celebração;
Tropeçar no tripé ou extensão;
CUIDADO PARA
NÃO ACONTECER Aparecer na transmissão;
COM VOCÊ!
Sair sua voz na transmissão.
Pede-se que, durante a proclamação da Palavra (Leituras, Salmo e
Evangelho) e o momento da Consagração Eucarística se respeite o
silêncio e se evite qualquer atitude que possa tirar a atenção das
pessoas, como deslocamentos, flash etc, opte por pouco cliques, mas
com qualidade;
RES-
PEITE Não é conveniente circular ou se posicionar em frente ao altar,
principalmente subir no presbitério (espaço em torno do altar) para
fotografar e filmar durante a celebração. A não ser por algo muito
extraordinário e autorizado previamente;
Observar o 2 plano nas fotos: Caretas, poses estranhas, muito cuidado
com o que está ao redor das fotos.
NÃO É SÓ
FOTOGRAFAR
OU TRANSMITIR!
FOTO
intro-
dução à
GRAFIA
A fotografia é a arte ou processo de reproduzir imagens sobre uma superfície
fotossensível, pela ação da luz ou qualquer espécie de energia radiante, através de uma
câmara escura.
É uma reprodução da realidade, a representação de um momento que, futuramente,
teríamos apenas na memória. A imagem final obtida a partir desse processo é conhecida
como foto - um registro do fotógrafo no presente e uma lembrança no futuro.
ISO
OS 3 PILARES A G M A
DIAFR
DA FOTOGRAFIA
U R A D O R
V. OBT
canon
A quantidade de luz que entra na câmera é o que determina se ela terá uma exposição
apropriada ou se ficará superexposta ou subexposta.
Para definir isso, o fotógrafo precisa levar em conta três variáveis, sempre considerando a
iluminação do ambiente: ISO, abertura do diafragma e velocidade do obturador. Todas
elas podem ser alteradas em equipamentos que contam com o modo M (manual).
n ik o n
O ISO é a sensibilidade do sensor à luz.
O aparelho de uma câmera capta luz do ambiente para registrar a fotografia.
Em um ambiente iluminado, há mais facilidade do que em um ambiente com
menos luz.
Na fotografia digital, o ISO mede a sensibilidade do sensor de imagem.
O ISO Quanto menor o número, menor é a sensibilidade do sensor e, por isso, será
necessária quantidade maior de luz para a foto.
Mas nem tudo é perfeito, quanto maior for o ISO, maior a quantidade de ruído
na cena, prejudicando a nitidez e diminuindo a qualidade da imagem.
O número considerado normal para o recurso é o ISO 100, geralmente o valor
mais baixo. Normalmente, o máximo que algumas câmeras podem chegar é
6400.
ISO MAIOR = MAIS LUZ = MAIOR O NÚMERO
ISO MENOR = MENOS LUZ = MENOR O NÚMERO
Diafragma na fotografia é o diâmetro da abertura das lentes. Esse
diâmetro é um dos fatores que define a quantidade de luz que
entrará na câmera, até o sensor.
Quanto maior for a abertura, mais luminosa é a objetiva (mais apta
para locais com pouca luz).
A determinação da abertura do diafragma é feita por meio de uma
O DIAFRAGMA nomenclatura própria, denominada ESCALA DE NÚMEROS
F/STOP.
Quanto maior for o número, menor será a quantidade de luz a ser
transmitida pela objetiva, e menos luminosa a imagem se formará.
Esta escala se apresenta da seguinte forma: f/1, f/1.4, f/2, f/2.8, f/4,
f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22, f/32, f/64.
DIAFRAGMA MAIS ABERTO = MAIS LUZ = MENOR O NÚMERO.
DIAFRAGMA MAIS FECHADO = MENOS LUZ = MAIOR O NÚMERO
A velocidade do obturador da câmera é baseada em
frações de 1 segundo.
Quanto maior o número do denominador, maior a
velocidade do obturador, deixando entrar luz por menos
tempo. Quanto menor o número, mais chances de tremer
a foto.
A VELOCIDADE Usar as configurações de velocidade da sua câmera é
DO OBTURADOR uma ótima forma de experimentar diferentes tipos de
resultados.
Principalmente em alguns casos como carros e pessoas
em movimento.
Outros usam para fotos de paisagem como a água em
movimento.
OBTURADOR MAIOR = MAIS CONGELADA= MAIOR O NÚMERO
OBTURADOR MENOR = MENOS CONGELADA = MENOR O NÚMERO
CÂ
onde
encontra-
mos na
MERA
ANÁLI
SAR
agora
vamos
ISO
3
: 200
DIAFRAGMA:
F/5.6
OBTURADOR:
1/30
ISO
3
: 200
DIAFRAGMA:
F/5.6
OBTURADOR:
1/50
ISO
6
: 400
DIAFRAGMA:
F/5.6
OBTURADOR:
1/30
ISO
6
: 400
DIAFRAGMA:
F/5.6
OBTURADOR:
1/60
VOCÊ NÃO
CAPTURA UMA
FOTOGRAFIA,
VOCÊ A FAZ!
(ANSEL ADAMS)
AGRADEÇO!