DOI: [Link]
p80
RELAÇÃO EXERCÍCIO FÍSICO E SAÚDE:
UM ESTUDO DE CASO
Edilson Hobold •
Já é consenso entre inúmeros pesquisadores de que o
exercício fisico planejado e regularmente praticado, influência nos
níveis de saúde positiva das pessoas, contribuindo em vários aspectos
para se ter uma vida mais ativa e com menores incidências de doenças
(BARBANTI, 1990; ELBAS e SIMÃO, 1997; GIAM e TEH, 1989;
GUEDES e GUEDES, 1995 E 1998; KAMEL e KAMEL, 1996; LEITE,
1990; NAHAS 1989; POLLOCK e WILMORE, 1993).
Temos presenciado nos últimos anos o incrível
crescimento do interesse da população brasileira pela prática do
exercício tisico. Muitas pessoas iniciam esta prática por motivos
estéticos, preventivos, terapêuticos ou simplesmente por modismo. Este
enorme crescimento nos preocupa muito, pois é um crescimento
desordenado e sem orientação profissional. Se estes indivíduos
estiverem praticando corretamente o exercício, este será benéfico,
porém , se o estiverem praticando de forma errada, dificilmente os
beneficias esperados serão alcançados e o que é pior, trará maiores
•prejuízos do que beneficias para o praticante.
Um dos problemas mais sérios em anos recentes, deriva-
se dos efeitos prejudiciais que a vida sedentária tem sobre as partes e
sistemas do corpo (NAHAS, 1989).
É extremamente necessário que as pessoas se preocupem
com a sua saúde, e esta preocupação deve ocorrer antes de apresentarem
'
um corpo doente, adquirindo hábitos e ações que afastem do organismo
todo e qualquer aspecto de risco que possa vir a colocá-lo diante de um
sistema orgânico deficitário. Porém outro aspecto de igual importância, é
a preocupação se estas ações estão sendo corretamente desenvolvidas. A
necessidade de buscar informações práticas relevantes ao processo de
como as pessoas estão desenvolvendo os seus conhecimentos adquiridos
sobre o exercício fisico, torna-se preponderante no aspecto de verificar
•Professor do Curso de Educação Física da Unioeste, Marechal Cândido Rondon/Pr. Especialização em Atividade Física
Direcionada à Promoção da Saúde
80
se os indivíduos praticantes estão suficientemente informados. A melhor
forma de se praticar exercícios físicos é tão importante quanto respeitar o
seu próprio corpo, suas preferências e seus limites. A maioria das
pessoas não procuram o exercício para se tomar um atleta, mas sim pelo
, simples fato de sentir-se bem. Qualquer que seja o objetivo a ser
alcançado, é essencial que se encontre planejado, caso o contrário, o
indivíduo além de enganar-se, colocará seu organismo a mercê de
inúmeros fatores prejudiciais.
Barbanti (I 990), afirma que o funcionamento do corpo é
mantido por um equilíbrio dinâmico que necessita de atividades para
funcionar normalmente. O rompimento do frágil equilíbrio dentro do
corpo, causado, por exemplo, por padrões de pensamento negativos, pela
vida sedentária, pode resultar (e freqüentemente resulta) em doenças,
discordâncias e desordens emocionais.
Adquirir hábitos saudáveis de vida, como a prática de
exercícios fisicos, boa nutrição, evitar vícios entre outros, são aspectos
preponderantes de uma opção que resulta em um estilo de vida com
qualidade e , consequentemente, em indivíduos mais dispostos a
enfrentar as exigências do seu dia-a-dia, ou seja, seres humanos mais
ativos tanto na vida profissional quanto na social.
Tendo conhecimento de todas estas informações, resolveu-se
desenvolver um estudo no município de Marechal Cândido Rondon -
Paraná, objetivando primordialmente, verificar como ocorre
efetivamente a prática do exercício fisico por pessoas que pretendem
melhorar os seus níveis de saúde e a partir daí verificando possíveis
falhas. em seus programas, orientar adequadamente estes indivíduos,
para que a partir deste momento o pratiquem de forma correta, eficiente
e consciente.
OBJETIVOS
GERAL
Analisar como ocorre a prática do exercício físico
direcionado a promoção da saúde no município de Marechal Cândido
Rondon - Paraná.
81
Específicos
- Verificar quais os motivos que mais levam as pessoas a praticar o
exercício físico.
- Verificar a quanto tempo são adeptos desta "filosofia de vida".
- Investigar se estas pessoas tiveram alguma orientação profissional.
- Buscar informações sobre o tipo de exercício praticado, freqüência
semanal, duração e intensidade.
- Verificar qual a preferência de horários para a prática.
- Verificar qual o local de maior preferência para a prática de exercícios.
- Investigar se as pessoas realizam exames médicos antes de iniciar um
programa de exercício.
- Elaborar e distribuir um informativo com dicas para a prática correta
do exercício físico.
METODOLOGIA
Caracterização da pesquisa
Esta pesquisa se caracteriza como descritiva, buscando a
aferição e ênfase na coleta de informações e conhecimentos, abordando a
simples descrição deum fenômeno, e por conseqüências respostas reais e
atuais acerca do tema ou problemática previamente proposta. De acordo
com CERVO e BERVIAN (1983) a pesquisa descritiva observa, registra,
analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipula-los.
Amostra
A amostragem constituiu-se de 60 (sessenta) pessoas da
cidade de Marechal Cândido Rondon - Paraná, de ambos os sexos e com
idade acima de 15 anos, escolhidos de forma aleatória, conforme a
evidência de estarem praticando seus exercícios em determinado local
no momento da realização da pesquisa.
Instrumento de pesquisa
Aplicou-se um questionário elaborado e previamente
testado sobre exercício físico e saúde com questões objetivas com
múltiplas alternativas e questões subjetivas.
82
Procedimentos
A etapa de aplicação do instrumento elaborado, com a
finalidade de efetuar a coleta de dados, foi desenvolvida em dois pontos
distintos do anel viário da cidade, na pista de atletismo do estádio
J
municipal e nas avenidas Rio Grande do Sul e Maripá, nos mais diversos
horários do dia, durante 1O (dez) dias. A conseqüente forma de
abordagem das pessoas constituiu-se sobre o aspecto importante de
infonnar as mesmas a natureza, finalidade do estudo e nível de
importância de sua colaboração para o mesmo, diante de respostas reais e
sinceras. Fez-se necessário a explanação da vantagem do anonimato,
deixando, desta forma, os respondentes mais a vontade, possibilitando
respostas mais fidedignas.
Apresentação e discussão dos resultados
Tendo completado a realização da coleta de dados para a
investigação dos objetivos propostos, iniciou-se o processo de análise
dos resultados que serão apresentados a seguir:
Motivo da prática do exercício físico
45% dos entrevistados iniciaram a prática do exercício
para II se sentir bem 11 , acredita-se que estas pessoas não estavam
satisfeitas com o tipo de vida que levavam e optaram por modificar seus
. hábitos quotidianos. 31 % iniciaram o programa para perder
peso/emagrecer. Este é outro fator preocupante, pois perder peso (água e
sais minerais) através do exercício é fácil, o problema maior é emagrecer
realmente (eliminar gordura), aí faz-se necessário um programa
adequado e orientado especificamente para este propósito. 19%
iniciaram o programa devido a preocupação em prevenir doenças, que
também necessita de um programa devidamente orientado para esta
finalidade. Os 5% restante dos entrevistados assinalaram a alternativa
outros e citaram que a motivação foi o prazer pela prática do exercício e
por querer melhorar a sua qualidade de vi da.
Tempo de prática
53% dos entrevistados praticam o exercício a menos de
seis meses, 40% praticam a mais de dois anos e 7% realizam o seu
83
programa entre seis meses e um ano. A ênfase que a mídia está dando
para o exercício físico influência diretamente nesta questão, se
observarmos atentamente 60% das entrevistados praticam o exercício a
menos de um ano o que nos leva a crer que a u1na grande parte destes
foram influenciados pelo modismo do exercício físico que está sendo
enormemente difundido pelos meios de comunicação. É um ponto
favorável, porém o que nos preocupa é se estas pessoas darão seqüência a
estas atividades ou com o passar do tempo a abandonarão. Já o outro
grupo que pratica o exercício a mais de dois anos, acreditamos ser
pessoas que já adotaram o exercício como um hábito de vida.
Orientação profissional
57% não tiveram nenhuma orientação e praticam o
exercício de qualquer forma, expondo seu corpo e saúde a fatores
prejudiciais que um exercício mal programado pode provocar.31 %
foram orientados por profissionais de Educação Física, o que
teóricamente nos leva a crer que estão sendo orientados adequadamente,
pois do nosso ponto de vista, este é o profissional habilitado para tal
responsabilidade. 12% foram orientados por médicos ou fisioterapêutas,
que sem dúvida possuem um amplo conhecimento fisiológico, mas no
entanto, não tem sua formação voltada especificamente para o exercício
fisico. Podemos concluir com isso, que os profissionais da área de
Educação Física precisam empenhar-se muito mais para conquistar o seu
espaço profissional, preci~am mostrar e expor seu valor e a sua função
neste campo, para que as pessoas comecem a confiar e valorizar mais o
seu papel de orientador da prática de exercício físico.
Tipos de exercícios praticados
57% preferem a caminhada, 11 % ciclismo, 9% corrida,
84
9% natação e 14% citaram que preferem outros tipos de exercícios como
ginástica localizada, ginástica aeróbia, hidroginástica, alongamento e
musculação. A preferência por caminhada pode ter vários motivos:
influência da mídia, não exige esforços muito elevados, pode ser
realizada em duplas ou grupos (sociabilização). e dificilmente provoca
dores e mal estar. Destaca-se também aqui o gosto pelo ciclismo, o que
até certo ponto considera-se normal, pois nosso município é reconhecido
regionalmente pela quantidade de bicicletas que possui. Considerando a
diversidade dos objetivos de cada indivíduo que participou desta
pesquisa, toda e qualquer atividade fisica pode ser benéfica, porém
ressaltamos que inúmeros autores afirmam que o ideal para aumentar os
níveis de saúde são exercícios aeróbios sendo os mais indicados:
caminhada, corrida, ciclismo e natação.
Os exercícios aeróbios possuem a função de fortalecer os
músculos dà coração, aumentam o sistema circulatório e ainda enrijecem
os músculos e auxiliam na melhora da capacidade respiratória,
ocorrendo maior absorção de oxigênio (ELBAS e LIMA, 1986).
Freqüência semanal
63% dos entrevistados praticam o exercício entre três e
seis sessões semanais. 27% praticam mais de seis sessões semanais.
Segundo GUEDES e GUEDES (1998) um indivíduo
previamente sedentário deverá exercitar-se no mínimo três vezes por
semana sendo que esta freqüência deverá ser aumentada gradativamente,
pois estudos indicam que o ideal é exercitar-se de cinco a seis vezes por
semana, e que somente duas vezes por semana não deverá produzir
modificações significativas, independente do nível de aptidão fisica do
indivíduo.
'
Duração das sessões
67% praticam suas sessões de exercícios dentro do tempo
recomendado para a saúde que é de 15 a 60 minutos e 33% tem suas
sessões com mais de 60 minutos, o que segundo autores pode ser
problemático, pois a sobrecarga em uma sessão de exercício pode trazer
mais prejuízos do que beneficias para a saúde do praticante.
85
Intensidade do esforço
Questionou-se com . que intensidade de freqüência
cardíaca realizavam o exercício. 57% responderam que não controlam a
sua freqüência cardíaca durante o exercício, 24% realizam seu exercício
com a freqüência entre 60 e 80% da FCMax.(Freqüência Cardíaca
Máxima), 19% realizam seus esforços entre 40 e 60 % da FCMax. Existe
divergência entre autores quanto ao percentual ideal para a prática do
exercício, porém a maioria admite benefícios para a saúde quando o
exercício é praticada entre 40 e 80% da FCMax. Este percentual
diferencia-se dependendo do objetivo do praticante, por exemplo, para
obesos afirma-se que a maior queima de gordura ocorre quando um
exercício é praticado com longa duração e uma intensidade de 40 a 60 %
da FCMax. (GUEDES e GUEDES, 1995). Mas, o que realmente
preocupa-nos nesta questão é que a maioria dos entrevistados não
controla a intensidade do seu esforço, o que pode causar uma série de
problemas à sua saúde, se a intensidade do exercício for muito alta ou se a
intensidade for muito baixa não trará benefícios orgânicos e nem físicos
para o praticante.
Preferência de horários para a prática
40% pratica sua sessão de exercícios a noite, 37% a tarde
e 23% pela manhã. O melhor horário para a prática do exercício é aquele
que você tem disponível, pois é melhor praticá-lo em qualquer horário do
que não praticá-lo. Porém a orientação é que, sempre que possível, evite
os horários mais quentes do dia, pois desta forma a prática será mais
agradável.
Preferência de local para a prática
38% dos entrevistados praticam o seu exercício no anel
viário, 5% na pista de atletismo e 57% em outros lugares como avenidas,
ruas, praças, academias, piscinas e em casa. Todos estes lugares citados
são bons para a prática do exercício, pois são arborizados, planos( com
exceção de alguns pontos do anel viário), sem poluição, o que torna a
prática bem mais agradável e prazeirosa. Devido a nosso município ser
pequeno, ainda proporciona lugares excelentes para a prática de
atividades físicas.
86
Exames médicos
Somente 20% dos entrevistados realizaram exame
médico antes do início da prática do exercício e os 80% restantes não
realizaram. Esclarece-se que para pessoas com mais de 35 anos o exame
médico é indispensável. O que nos preocupa é que 40% das pessoas que
não realizaram exames médicos já tem 35 anos ou mais, é necessário que
estas pessoas se conscientizem que o exame médico é que vai dizer-lhe
se esta apta ou não para desempenhar determinadas atividades fisicas.
Ressaltamos que a avaliação da aptidão física também é muito
importante para nortear a prática de exercícios, esta por sua vez deve ser
realizada por um profissi anal de Educação Física.
Dicas para a prática correta do exercício físico
- Escolha exercícios que lhe dê prazer durante a execução.
- Evite somente um tipo de exercício, pois variando as atividades a
prática será mais estimulante.
- Os exercícios mais indicados para a saúde são os aeróbios (longa
duração e baixa intensidade). Ex: Caminhada, corrida, ciclismo e
natação.
- Lembre-se de realizar sempre todos os movimentos com qualidade.
- Exercite-se no mínimo três vezes por semana e no máximo seis vezes
por semana. Quando o número de sessões for inferior a seis vezes
semanais, intercale os dias de exercício e repouso.
- Controle a sua freqüência cardíaca durante o exercício. Para a saúde
indica-se que o exercício fisico deve ser realizado entre 40 e 80% de
sua freqüência cardíaca máxima (FCMax=220 - sua idade)
- A duração de cada sessão de exercício deve ser de 15 a 60 minutos,
considerando o exercício praticado e sua capacidade física atual.
- Realize avaliações fisicas periódicas para verificar como anda a sua
aptidão fisica.
- É aconselhável consultar um médico antes de iniciar um programa de
exercícios, principalmente para pessoas com mais de 35 anos.
- Nunca inicie um exercício sem antes realizar aquecimento e
alongamento.
- Evite parar bruscamente após o seu exercício, o ideal é diminuir
87
pausadamente o rítmo até cessar o movimento.
- Se possível realize a sua sessão de exercícios quando a temperatura for
ma1samena.
- Escolha um local agradável para sua prática, longe de barulhos,
poluição e perigos de acidentes.
- Use roupas leves e tênis adequado. Jamais use roupas plásticas durante
a execução de exercícios.
Considerações finais
Infelizmente muitas pessoas que praticam o exercício
físico em Marechal Cândido Rondon Paraná, o fazem de forma
inadequada. É de conhecimento geral, que para o exercício contribuir
efetivamente em relação a saúde do praticante é necessário organizá-lo
para tal finalidade. As pessoas enganam-se pensando que estão sendo
beneficiadas e1n sua saúde só pelo fato de estarem praticando o exercício
físico, pois pode-se constatar que esta prática provoca a ação inversa, ou
seja, inúmeras vezes traz prejuízos para a saúde. É necessário que as
pessoas percebam que deve-se praticar o exercício, mas de forma
organizada, buscando e aplicando na prática conhecimentos sobre
intensidade, quantidade de sessões, duração das sessões, tipos de
exercícios indicados, alimentação, aquecimento, resfriamento,
reidratação, entre outros, que certmnente virão a contribuir para a
promoção da saúde.
Outro aspecto que ficou claro é que as pessoas não sabem
diferenciar os tipos de exercícios existentes, não sabem escolher o
exercício ideal de acordo com suas necessidades e objetivos. Percebeu-
se, ainda, que as pessoas pensam que a quantidade é que trará 1nelhores
benefícios à saúde, é exatamente aí que cometem um erro terrível.
Muitas sessões semanais, sessões com duração muito elevada ou ainda
intensidades muito fortes, certa~ente proporcionarão muito mais
prejuízos do que benefícios à nível orgânico e funcional. Estas pessoas
precisam de esclarecimentos urgentes sobre este ponto, para criarem
uma consciência definida e lógica sobre estas questões.
Verificamos também, que a maiorias dos entrevistados
praticam o exercício físico pelo simples prazer de sentir-se melhor.
88
Consideramos isto um ponto pos1t1vo, pois desta forma <1s pessoas
também despertam o interesse pela prática do exercício. Em nosso
município é muito grande a quantidade de pessoas que fizeram do
exercício físico um hábito cotidiano. O que torna-se necessário é ,que os
profissionais de Educação Física despertem e busquem mais
conhecimento sobre este assunto, tornando-se verdadeiros profissionais
do exercício físico, desta forma estariam contribuindo com esta
sociedade "faminta" pelo exercício, mas que ao mesmo tempo o pratica
de forma inadequada, tornando este apenas um modismo e não um
instrumento que possa contribuir efetivamente na promoção da saúde.
Concluindo este estudo percebemos a necessidade de
ampliá-lo futuramente, pontuando prontamente os seguintes aspectos:
realizá-lo separadamente por sexo e faixa etária, para ter acesso a
diferentes informações e analizá-las separadamente; verificar a prática
ou não de aquecimento, alongamento e resfriamento; buscar
informações sobre os hábitos alimentares dos indivíduos adeptos;
verificar como ocorre a reidratação após o exercício; observar a
vestimenta utilizada, especialmente calçados; realizar um levantamento
das profissões e outras atividades diárias para verificar quais as pessoas
que mais procuram o exercício, as ativas ou sedentárias; verificar se o
nível de conhecimento sobre exercício físico tem relação direta com o
nível de escolaridade do praticante e outras questões que possam ser
consideradas relevantes.
89
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARBANTI, J. V. Aptidão física: um convite para a saúde. São
Paulo: Manole Dois, 1990.
CERVO, A. L.; BERVIAN. P. A. Metodologia Científica, [Link]. São
Paulo: Me Graw-Hill do Brasil, 1983.
ELBAS, M.; LIMA, P. Ginástica de academia. Rio de Janeiro: Sprint,
1986.
ELBAS, M.; SIMÃO, R. Em busca do corpo:exercícios, alitnentação e
lesões. Rio de Janeiro: Shape, 1997.
GIAM, C. K.;TEH, K. C. Medicina esportiva, exercícios para a
aptidão física. São Paulo: Santos, 1989.
GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Controle do peso corporal:
composição corporal, atividade física e nutrição. Londrina:
Midiograf, 1998.
_ _ _ . Exercício físico na promoção da saúde. Londrina:
Midiograf, 1995.
KAMEL, D.; KAMEL, [Link]ção e atividade física. Rio de Janeiro:
Sprint, 1996.
LEITE, P. F. Aptidão física, esporte e saúde. [Link]. São Paulo: Robe d.,
1990.
NAHAS, M. V Fundamentos da aptidão física relacionada a saúde.
Florianópolis: UFSC, 1989.
POLLOCK, M. L.: WILMORE, J. H. Exercícios na saúde e na doença:
avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação. [Link]. Rio de
"saneiro: Médica e científica, 1993.
90