Bluetooth: A Revolução Sem Fios
Bluetooth: A Revolução Sem Fios
: ,BARRAMENTO EM MICROCOMPUTADORES
'I. ~ •
- PARTE 1
--~ ~ . --- ----- - .. ----- ---- -
TECNDLDGIA -INFDRMATICA
~
- AUTOM Ç,AD
-
BLUETQOTH
O fiM DOS CABOS
.~
PARTEV ,-.
• '"~ ,',0
PROJETANDO
FILTROS
PROGRAMAÇÃO
DELPHIPARA
ELETRÔNICA
PARTE XIII
o MICROCONTROLADOR QUE
TRABALHA COM VOCÊ
d
t-~ National
Semiconductor
IQ Natíonal Semiconductor Corporatíon, 2000. National Semíconüuctor and ti are regístered rrauemarxs of National
Semicondcctcr Ccrporetion. Ali rights reserved.
Editorial
SIII/IiI1 A
Editora Saber Ltda.
ELETRDnll:R Diretores
Hélio Fittipaldi
Thereza Mozzato Ciampi Fittipaldi
Diretor Técnico
A partir de agora começaremos a ouvir muito Newton C. Braga
Distribuição
está a poucos metros, e também com sua Palm ... Brasil: DINAP
Portugal: ElectroLiber
Grandes empresas do ramo eletrônico como Philips,
SABER ELETRÔNICA
Ericsson, Nokia e outras se juntaram para desenvolver (ISSN - 0101 - 6717) é uma
publicação mensal da Editora Saber
esta tecnologia. Ltda. Redação, administração,
assinatura, números atrasados,
publicidade e correspondência:
R. Jacinto José de Araújo, 315 -
Nesta edição passamos a contar com um novo CEP.: 03087-020 - São Paulo - SP-
Brasil. Tel. (11) 296-5333
colaborador que escreve a seção "Tendências de
Atendimento ao assinante:
Mercado". Trata-se do engenheiro Marcelo Pelo telefone
(11) 296-5333,
Thalenberg, Gerente de Marketing da Avnet do Brasil, com Luciana.
[Link]
e-mail -rsel@[Link]
CAPA
BLUETOOTH - O FIM DOS CABOS 4
SOFTWARE
MINI-CURSO - PROGRAMAÇÃO DELPHI
PARA ELETRÔNICA - Parte XIII 33
FERRAMENTAS DE DESENVOLVIMENTO
SENSORES ÓPTICOS 68
HARDWARE INSTRUMENTAÇÃO
DSP - PARTE V - PROJETANDO FILTRO 22 RASTREADOR DE CABOS 56
BARRAMENTOS EM MICROCOMPUTADORES
- Parte I 47
ETAPA HORIZONTAL DE COMPONENTES
MONITORES DE VíDEO 65 UCC1817/18 - PRÉ-REGULADORES DE
FATOR DE POTÊNCIA 62
TELECOMUNICAÇÕES
RADIAÇÃO DE CELULARES 59
INDÚSTRIA
SEMICONDUTORES INDUSTRIAIS 8
SERVICE
PRÁTICAS DE SERVICE 72
SEÇÕES
USA EM NOTíciAS 18
ACHADOS NA
INTERNET .41
NOTíCIAS 44
TENDÊNCIAS DE
MERCADO 54
-.----------------------- ..--.--- -- -.------------ .. --.. --_._._ -•. -----------_._._---_ ----------.-.-.-_ -.-.------ -----.----.---.-_.--------- ._-------_.------ .. -.. -'---i
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodução total ou parcial
dos textos e ilustrações desta Revista, bem como a industrialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias
oriundas dos textos mencionados, sob pena de sanções legais. As consultas técnicas referentes aos artigos da
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os cuidados razoáveis na preparação do conteúdo desta Revista, mas não assumimos a responsabilidade legal por
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~_•••__
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.. .. J
.
011010110011010011010111010
·~e.~
eficiência. Este padrão já está sendo
Você já imaginou diversos equipamentos eletrônicos de alta adotado pelas principais indústrias de
tecnologia em sua casa, escritório, carro ou estabelecimento co- equipamentos de telecomunicações,
mercial se comunicando sem a necessidade de fios? Você já pen- computadores, entretenimento e em
outras áreas, tais como na saúde,
sou na possibilidade de ter o seu PC se comunicando com seu automação, indústria automotiva, brin-
celular ou sua impressora; o telefone celular recebendo; informa- quedos, e em praticamente todos os
ções do seu carro; máquinas de venda, portas automáticas sem a setores da economia onde dados e
voz possam ser intercambiados entre
necessidade de fios? Isso é o que promete o novo padrão mundial
equipamentos.
Btuetooth que já está sendo adotado por fabricantes de muitos Na figura 1 temos alguns exemplos
equipamentos. Veja, neste artigo, o que é esse padrão e o que ele de aplicação desta tecnologia.
Em (a) observamos o telefone ce-
anuncia para os próximos anos.
lular comunicando-se diretamente
com computadores de modo a trans-
A idéia básica do padrão B/uetooth todo um software que deve ser usado ferir uma agenda ou informações que
é reservar uma faixa de freqüências para que os equipamentos possam se tenham sido registradas anteriormen-
do espectro (um pouco acima de 2 "entender" com a devida segurança e te, atualizando um banco de dados.
GHz) para ser usada no sentido de
que equipamentos eletrônicos se co-
muniquem trocando dados ou sinais Fig. 1 - Algumas aplicações da
analógicos (sons) sem a necessidade tecnologia Bluetooth.
de fios a curta distância, podendo ter
duas versões: uma com algo em tor-
no de 10 metros e outra próxima dos
100 metros.
Com a adoção deste novo padrão
vai ser possível:
· Eliminar a necessidade de fios e
cabos para interligação entre equipa-
mentos fixos e móveis.
· Facilitar a comunicação de dados
e de voz.
· Possibilitar redes de equipamen-
tos que Simplesmente seriam coloca-
dos um do lado do outro para que fun-
oionassem sem a necessidade de
interligações.
A idéia que envolve o padrão
B/uetooth tem por base não apenas
uma tecnologia sem fio, mas também
Hei
.. ,
L2CAP -- mente
pessoas
da possibilidade
ser usada para fazer com que
equipamentos usados pelas
se comuniquem
se entendam por meio de um
dela
ou
ALEXANDRE CAPELLI
8
OIOOOS DE POTÊNCIA de poucos us, Apenas como compa-
tensões elevadas. ,
I
I
I
I
---1---
10 pm Vfp t: ,
VD I
Depende I , Vrp
datsnsão - Vr , I
: ~ ~t2 :
250 pm
substrato vjr------II--+:
vr
' devido a R e C parasitas.
__
Catodo
- Vr
--=-
-...
Fig. 2 - Estrutura do diodo de potência.
Ig .-=
~
nlDisparo
I
-- ~
~
"
I • j I IJ
• I
A estrutura
básica do SeR é lb, que, por ser uma corrente de base,
-1--41--+ mostrada na figura 5. Notem que te- não pode atingir valores altos.
-t~-+ mos 4camadas na seqüência p - n - Os invólucros dos SCR's utilizados
p - n. Para entender melhor o princí- na indústria raramente são do tipo TO
~I-t--+ pio de funcionamento de um SeR, a - 220. A figura 7 mostra um clássico
-I~I-"" figura 6 fornece a analogia de funcio- encapsulamento industrial do tipo ros- VBO
namento com a associação de dois ca. A própria rosca, além de servir de máxima tensão de bloqueio no
•.•.•
-t~+ transistores. fixação nos dissipadores de calor, é o sentido sentido direto quando não
Inicialmente, ambas as bases dos terminal de anodo. O catodo é o fio háIG (IG=O)
.•.•.•..•
~+ dois transistores (T1 e T2)estão aber- mais grosso, normalmente feito em
tas, isto é, sem polarização. Desse "malha" para facilitar seu manuseio.
modo, ambos estão em corte, portan- Podemos notar mais dois fios finos,
sendo um deles o gate e o outro o fio
IH
to não há corrente circulando entre A
corrente de
(anodo) e K (catodo). A partir do mo- adicional de catado. A intenção desse
manutenção
mento que "injetamos uma pequena fio extra de catado é a possibilidade
corrente de gate (Ig) na base de T2' de enviar os "sinais" presentes no
um processo de realimentação se ini- catodo para circuitos de controle.
cia. A corrente Ig, que está entrando
pela base do transistor NPN T2' faz
Como esses circuitos são de alta
impedância, não há necessidade des- VRSM
I IG de disparo
com que esse transistor entre em con- se fio ter uma grande seção transver- máxima
dução. Uma vez conduzindo, sua cor- sal ("grosso"). Caso os fios de gate e tensão reversa
rente de coletor (lc2) é a mesma cor- extra de catodo não estejam identifi-
rente que sai da base de T1. Por ser cados, basta confirmarmos com o Fig.10 - Curva característica de um SCR.
um transistor PNP, quando a corrente multímetro qual está ligado junto ao
sai da sua base, ele passa a conduzir. cabo do catodo. Logicamente, esse é dor normal. No sentido reverso, por
o extra, e o outro o gate. exemplo, é exatamente igual. Temos
Outra possibilidade de invólucro uma pequena corrente de fuga, e o
são os módulos de potência (Power ponto de ruptura (máxima tensão
Blocks). A figura 8 mostra um "power reversa).
blocf<' que comporta em seu interior Já no sentido direto, a única dife-
dois SCR's, ligados de acordo com o rença está na presença de Ig (corren-
circuito exposto no componente. Essa te necessária ao disparo), e VBO'
técnica facilita a manutenção dos equi-
pamentos industriais e, como veremos - Parâmetros básicos do SCR:
mais adiante, podemos encontrar uma De um modo geral, todos os parâ-
Corte Condução infinidade de modelos de tiristores na metros referentes ao SCR podem ser
forma de power blocks. aplicados aos demais tipos de
Fig. 6 - Modelo análogo ao SCR com 2
transistores tiristores. Para quem trabalha na área
de desenvolvimento esses parâmetros
Agora a corrente de coletor de T1 devem ser considerados no projeto.
é somada à corrente Ig, que já não é
mais necessária para assegurar o pro- a) T~nsão de disparo (VBO):
cesso. Mesmo com a retirada de Ig, E a tensão máxima que podemos
ambos os transistores permanecerão ter entre A e K para que o dispositivo
em condução indefinidamente. Ape- não conduza quando não há disparo.
nas quando cortarmos a alimentação Caso a tensão VBo exceda o limite, o
desse circuito, é que ambos voltarão Um outro tipo de invólucro, porém SCR conduzirá mesmo sem pulso no
ao estado inicial de corte. Cabe lem- bastante antigo, é do tipo disco de gate.
brar que esse é um modelo teórico. porcelana, ilustrado ria figura 9. A fi-
Na prática seria inviável utilizarmos gura 10 traz a curva caracterfstica do b) Tensão máxima reversa (V IIR)
esse circuito de modo útil, pois a cor- SeR onde se pode notar que é bas- E a tensão que pode ser aplicada
rente entre A e K seria a mesma de tante semelhante à do diodo retifica- entre A e K sem causar dano no com-
ponente.
Fig. 7 - SeR GE de potência.
c) Corrente máxima de condução
(lAK):
É a máxima corrente que o SeR
pode conduzir. Nesse caso, temos que
dividir esse parâmetro em outros três:
corrente máxima direta em RMS, cor-
rente média direta e corrente de pico;
;g=J
RG G
to. O valor da corrente eficaz é: Figura 12 K R GK torna-se um
I=W ou M R protetor contra
..J2 2 Dependendo da velocidade de ~ sobreccrrente de gate
;IJ
nível do anodo (seção condutora do
Fig. 11 - Parâmetro121. K CGK é um capacitor
K
~
CGK_ que evita disparos
:-
Suponha que o surto máximo pre- indevidos provocados -I-
visto seja 6 kA, isto é, Ip = 6000 A. I por ruído elétrico ou dV
dt
,-!-
O valor de I 21, adotando 6 rns como
N I 1- I N
tempo máximo admissível, será:
1= 6000 = 4255,3 A
..J2
p----+-I RG
.....,,..
C!q~ K
A associação em
Portanto: N- D.4 ~ ~, anti-paralelo de 01 e 02
I Zt = (4255,3)Z x6x 10 "=108645
I
capacitâncias parasitas formadas por para que o leitor tenha uma idéia do I
I
I
-+-+-1 essa junções provocam um atraso, funcionamento dinâmico do SCR, re- Gate:
I
I
-+-+-1 tanto no tempo de condução quanto presentamos os circuitos de disparo I
I
____ I
Vrede
Sua estrutura básica é constituída por
-----1
.: V~B;:O
VBo VMT1 MT2
Placa do
contato do catodo
Entrada
em condução
p", N-
D8Sligamento
J1
Fig. 20 ~ "Mecanismo" estrutural p+
de disparo e corte do GTO. Fig. 21 - Estrutura intrínseca do GTO.
Gate : ,
I
Com a polarização do ONoFET O MCT, embora com limitada ca-
...• ------- ,
I
T2 entra em condução e leva pacidade de bloqueio em tensões
T 1 à condução, pois T 1 é reversas, faCilitou os mecanismos de
PNP (polarizado quando a corrente controle de disparo em relação ao
sai da base) GTO. Além disso, a estrutura intrínse-
ca do MCT (figura 23) é composta por
uma associação de milhares de "célu-
las" em paralelo em uma mesma pas-
tilha. A figura 23, portanto, mostra
apenas uma delas. Essa tecnologia
construtiva atribuiu a esse componen-
te um grande limite de di/dt.
0_0_0 0_0_0_0 0_0_0 0_0_0 ...,t.,--o_o o_o_o+~o~~
r';....O_O (Polariza o OFF-FET)
ONOFET
c;q\ o capacitor. Caso ele não estivesse
presente, o capacitor poderia ser
canal ~ Símbolo
destruído por excesso de corrente.
OFF-FET O cálculo do valor do resistor e do
t:::;=_~n~+~==l
OFFoFET
capacitar que formam o Snubber de-
canal
K
canal
I pende de muitas variáveis, porém, na
_Si02 indústria, esses componentes já vêm
_Metal Fig. 23 - Estrutura intrínseca de uma
_Condutor célulado MeT canalP. montados em um mesmo encapsu-
lamento (figura 25), e seu valor pode
ser facilmente determinado através de
I
• Carga
indutíva
l tabelas aplicativas .
':..
~
I
-~
.:»:1../
t ..•..••• 1
AC
Disparo
"Spike"
Fig. 24 - Carga indutiva provoca "spikes" na senóide.
15 V
- ~
~
v
v =-
tências (2 kV e 1000 A). O IGBT alia Um fato importante é que, na in- 20 13 V
== -
-
duas qualidades: pequena perda na dústria, os IGBT's rarame nte são em- 11 V~
condução (característica dos transis- pregados de forma individ ual. Normal- 9 V...•..
- ~~ ~
.JII
tores FET), e alta velocidade de ope- mente esses
compon entes vêm
ração (característica dos transistores sncapsuraoos na forma d e módulos 10 7."-\.
I 'I
bipolares). de potência, contendo se is IGBT's (fi-
Na verdade, esse componente é gura 30). Essa técnica é utilizada por-
um "híbrida" entre um transistor bípotar que, na grande maioria do s casos, os
e um FET. A sua estrutura básica está IGBT's são usados com o etapa de o ~
ilustrada na figura 28. potência da saída dos in versores de O 1 2 3 4 5
Comparando essa estrutura com a freqüência (acionamento de motores -+ Vce (V)
de um MOSFET convencional pode- CA). Fig. 29 . Curvadinâmicado IGBT.
CONCLUSÃO
2 3 4 5 6
Vários tipos de tiristores e semicon-
Saídatrifásica
dutores industriais não foram aborda-
dos por este artigo. O que estudamos,
porém, é o que há de mais comum no
ControleAC ( 90 a 280 Vac)
meio industrial. Outros tipos de com-
7 8 ponentes (LASCR, SUS, SBS,
Quadrac, etc.) são de uso muito res-
RETIFICADOR trito, e difíceis de serem encontrados
em campo.
De qualquer forma, ter conheci-
mento dos principais semicondutores
utilizados na indústria é fundamental
ao técnico e ao engenheiro, tanto no
desenvolvimento como nas áreas de
Service, e vendas.
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O sistema operacional DSP-BIOS viabiliza a
I
análise dos sinais em tempo real.
_OSPslllia
~D"" P
~
r"\ A Texas lnenumenta co~hece muito bem as dificuldades que você pode enfrentar ao iniciar o desenvolvimento
de um sistema
baseado em uma nova tecnologia E foi exatamente por compreender tão bem suas necessidades que disponibilizamos todos
mASINST~ os recursos necessários para que você comece a programar e implementar o seu sistema DSP de forma simples e rápida
noINOLOOY Assim nasceu o eXpressDSP, um conjunto de iniciativas revolucionárias envolvendo desde a padronização de sottware e
a1goritmos até a criação de ferramenta~ integradas de desenvoMmento, tudo isto visando facilitar a sua totallmersão na tecnologia DSP com
o que existe de melhor hoje no mercado de alta tecnologia:
• Ferramentas integradas de desenvoMmento: placas DSK (Starter kits) e EVM utilizadas em conjunto com o software Cade Composer
simplificam o desenvolvimento e tomam possfveí a completa visualização dos dados e sua analise em tempo-real, facilitando a ofmização
imediata do seu programa. I
! Famnia !IFeI=Mrr8lJ;mh;'
leI;;ntatãddeiêõoeaeneMmvolvlmento;õi;;i;;;;;;;---------! PlN Texas Instrumenta I
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I Slarl~ kit lMS32OLF2407 (placa eZdsp + Cada Composer)
EVM]'MS320LF2407(Placa EVM + COde composer
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EVM lMS320VC5410 (Placa EVM + Code ~r Studlo)
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I
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I TMDS320006711
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I
v
PROJETANDO
FILTROS
5.1 - OS FILTROS crescente a partir da freqüência para
Aten. (db) ripple da
o qual ele é calculado, observe a fi- .Ifaix
........................•......
õ
r... a passan te
Os filtros são elementos
mentais dos circuitos
funda-
que utilizam
gura 2. .. ;·..·f·
~ faixa de
DSPs. Assim, tanto na entrada como Atenuação (dB) i transição
na saída de um DSP são necessários ~~I
filtro ideal
...
; ~ :! .
filtros, sendo que a própria função que 01----0.::.: ;
j ~..
eles exercem também pode ser a de
um filtro. Eles podem ser configura-
dos de modo a funcionar como exce-
lentes filtros em aplicações práticas de
todos os tipos.
-10 \~ filtro
"-faixa~
passante
to l rípple da
1 faixa
~faixa~
f (Hz)
bloqueada
bloqueada
-20 -t--o!---!o-!o'-~~
f (Hz)
Dessa forma, ao trabalhar com 10' 1i:1' Fig.4 - Ripplena respostade um filtro.
DSPs, um ponto de grande importân-
Fig. 2 - O filtro ideal e o real.
cia para o projetista é conhecer a teo- Outro problema que costuma ocor-
ria básica de funcionamento dos fil- rer é que componentes passivos como
tros. Para um filtro RC podemos aumen- resistores e capacitares alteram suas
De modo a ajudar aos leitores que tar sua eficiência obtendo uma atenua- características com a temperatura e
estão começando agora com os DSPs ção muito mais acentuada a partir da com o tempo, o que quer dizer que o
e mesmo àqueles que precisam freqüência para o qual ele é calcula- filtro muda sua resposta em função de
reciclar os seus conhecimentos sobre do (freqüência de corte) se associar- condições ambientais e mesmo com
filtros, vamos tratar um pouco deste mos diversas células em série, con- o passar do tempo.
tipo de configuração. forme ilustra a figura 3. Em muitas aplicações práticas é
O tipo mais comum de filtro, com necessário usar componentes variá-
que a maioria dos leitores está famili-
arizado, é o filtro analógico.
EO
R ..I.
• os veis nesses filtros de modo a se po-
der fazer sua sintonia.
Nele, componentes passivos como
resistores, capacitares e indutores são cI Na prática, além dos filtros RC
existem diversas outras configurações
interligados de modo a deixar passar que são muito usadas em projetos.
Fig.3 - FiltroRCcom três
sinais de determinadas característi-I Será interessante fazermos uma
células (passa-baixas).
cas, conforme mostra a figura 1. breve análise de algumas delas antes
No entanto, se analisarmos estes de entrarmos no ponto em que o DSP
filtros veremos que eles não são per- A quantidade de células que for- se torna importante.
feitos: eles não cortam todos os sinais ma o filtro é associada à sua "ordem".
de freqüências indesejáveis conforme Assim, quanto maior for a ordem de
seria de esperar, e além disso podem um filtro, maior será sua eficiência. 5.2 - TIPOS DE FILTROS
introduzir alterações de fase que de- Entretanto, filtros semelhantes que
pendem da freqüência. usam componentes passivos como a) Butterworth
Em suma, os filtros comuns não resistores e capacitores possuem di- Uma das configurações mais co-
apresentam uma linearidade total ao versas desvantagens práticas. nhecidas de filtro é a denominada
longo da faixa de freqüências em que Uma delas é que os componentes Butterworth, veja a figura 5.
devem operar. introduzem alterações de fase (confor-
Assim, um filtro passa-baixas, se me já falamos) que se modificam de
EO • oS
for feito da forma analógica tradicio- acordo com a freqüência dos sinais, o R J.
nal usando componentes
mesmo amplificadores
passivos e
operacionais,
dependendo de sua configuração slrn!
que nos leva a uma resposta como a
da figura 4, a qual pode ser um fator
de degradação importante em deter-
cI
plesmente apresenta uma atenuação minados tipos de projetos. Fig. 5 - FiltroButterworthde
I 3 células(3ª ordem)ou 6 elementos.
-r
tacamos que, dependendo da ordem,
- 20
-40-l---!-.
1
---j---r.-+
10 f(Hz)
QUE FILTRO USAR?
Passa-baixas
~}~
..I.
IR
Passa-altas
filtros analógicos providos de compo-
DSP DSP
1 "-r
Fig.7 - Ondulação
naresposta nentes passivos e mesmo com a adi-
deumfiltroChebyshev. ção de amplificadores operacionais
pro Programa
está na quantidade de componentes 2
Nele também notamos que a par- que devem ser empregados, no com-
tir da freqüência de corte ocorre uma promisso da fase com a amplitude que Passa-baixas Passa-altas
certa ondulação que deve ser consi- deve ser muito bem analisado no que
Fig.10 - Bastatrocaro programa
derada em certos projetos. se refere à escolha do tipo e finalmen-
paramudaro filtroDSP.
te, na dificuldade em se manter os
c) Elíptico parâmetros fixos dentro de uma faixa
O filtro elíptico ou Cauer apresen- de temperatura e ao longo do tempo; Existem duas formas principais de
ta características semelhantes aos isso sem se falar na própria influência filtros digitais que são implementadas
anteriores, mas com a diferença de da tolerância dos componentes que com o uso de DSPs: o Filtro de Pul-
que sua resposta de fase ao longo da podem exigir ajustes com o uso de sos de Resposta Finita (FIR) e o Filtro
faixa de operação é extremamente componentes variáveis. de Pulsos de Resposta Infinita (IIR).
não linear. Uma alternativa muito importante Para que os leitores entendam
Seu uso limita-se, portanto, às apli- que se torna fácil de implementar com como eles funcionam tomamos como
cações em que a fase não é impor- o uso de DSPs é a dos filtros digitais. base para nossas explicações as con-
tante. figurações do tipo "passa-baixas", se
bem que o raciocínio envolvido possa
d) Bessel 5_3 - FILTROS DIGITAIS ser facilmente transferido para outros
O filtro de Beesel tem uma carac- tipos de filtros.
terística de atenuação a partir da fre- Uma das aplicações mais impor-
qüência de corte melhor do que oRe, tantes para os processadores digitais a) Filtro de Impulsos de Respos-
mas não tão acentuada como a dos de sinais (DSPs) é a que permite que ta Finita (FIR)
filtros de Chebyshev e Butterworth sejam programados para funcionar Na figura 11 mostramos um diagra-
conforme ilustra a figura 8. como filtros. Digitalizando um sinal e ma de blocos que representa este tipo
rrr
o tipo de filtro a ser implementado. FILTROS DIGITAIS
Para efeito de entendimento vamos
imaginar que o sinal que varia e que Cada um dos diversos tipos de fil-
está sendo amostrado é a temperatu- tros que analisamos nesta fase de
ra de uma sala, tomada em intervalos ~ . . . ~ . . nosso curso tem características apro-
12345678
de tempo de 1 hora, conforme mostra priadas para um determinado tipo de
a tabela abaixo: Fig. 13 - Saída do filtro FIR. aplicação e podem ser encontrados
tanto em configurações anatóorcas
Hora/Período x(n) Valor
Neste mesmo gráfico fazemos a quanto digitais.
(graus DC) dos valores amostrados.
superposlção No entanto, quando trabalhamos
O x(O) 22 Conforme podemos ver. quando com DSPs que precisam operar com
1 x(1) 21 acontece uma variação grande do va- sinais na forma digital, a obtenção de
2 x(2) 21 lor do sinal amostrado, ela não tem funções que levem à representação de
3 x(3) 15 n uma resposta imediata exatamente funções dos filtros de Bessel e
4 x(4) 35 (**) Gomo ocorre no caso de um filtro ana- Buterworth não é muito simprss.
lógico comum. A resposta depende de Isso significa que para usar com
5 x(5) 21 I um número finito de amostragens, daí DSPs os filtros digitais são os mais
6 x(6) 21
o nome do filtro. Para termos a ação indicados.
(*) Abriram a porta de filtragem bastará então aplicar aos Assim, conforme vemos na figura
(**) Ligaram o aquecedor coeficientes de filtro valores que de- 15. podemos associar filtros FIR de di-
pendem da ação desejada. De acor- versas formas para obter o sinal da
Colocando estes valores num g~á- do com o valor amostrado poderemos forma que desejamos. Nesta figura
fico. obteremos o que é mostrado na modificar o coeficiente (que no nos- mostramos que podemos obter um fil-
figura 12. so caso é 1) de modo a atenuar uma tro FIR de segunda ordem.
'"
PARTE PRATICA
Engo Rafael S. J. de Souza
DATA entrada[N_AMOSTRAS];
DATA temp_ger[N_AMOSTRAS];
Kit Didático para desenvo vimento de
microcontroladores 8051 família #pragma DATA_SECTION (dados_fft, ".input")
(MCS-51) com Porta Seria RS-232 e
DATA dados_fft[N_AMOSTRAS];
Display LCD, ótimo para in ciantes
#pragma DATA_SECTION (saida_ger, ".input")
aprenderem Hardware do 8051, C,
DATA saida_ger[N_AMOSTRAS];
Assembler, e desenvolvimento de
protótipos com microcontroladores e
Programadores para ATMEL void main(void)
AT89C2051 , 89C51 , 89C52 e 89C55 { int cont1;
<=> pronta entrega e ótimo preço. Para int cont2;
C\I
(f, catalogo e preços visite o site. int cont3;
m .
0':: Despachamos para todo int potencia2;
.$ o Brasil via Correio (SEDEX) long temp_fft;
:;
cn /* Zera os vetores utilizados *j
§ Desconto para pedido via Internet
'c; [Link] /* Nao e indispensavel mas ajuda a depurar o programa */
for(conti = O; cont1 < N_AMOSTRAS; cont1 ++) saida_ger[cont1] = O;
!ê Fone: (Oxx11) 9946-3627
(3 for(cont1 = O; cont1 < N_AMOSTRAS; cont1++) dados_fft[cont1] = O;
= O;
j AlmEL ABC microcontrolador
for(cont1 = O; cont1 < N_AMOSTRAS;
for(cont1 = O; contt < N_AMOSTRAS;
cont1++) temp_ger[conti]
cont1++) entrada[cont1] = O;
GANHE DINHEIRO /* Gerador de funções senoidais */
INSTALANDO potencia2 = 1;
BLOQUEADORES for (cont3 = 1; cont3 < (N_SENOS + 1); conta-r)
INTELIGENTES DE TELEFONE {
Através de uma senha, você for (cont2 = O; cont2 < potencia2; cont2++)
programa diversas funções, como: for (cont1 = O; cont1 < (N_AMOSTRAS/potencia2); cont1 ++)
- BLOQUEIO/DESBLOQUEIO de 1 entrada[cont2 * (N_AMOSTRAS/potencia2) + contt] =
a 3 dígitos -32768 + cont1 * ((65536 * potencia2)/N_AMOSTRAS);
- BLOQUEIO de chamadas a sine(entrada, temp_ger, N_AMOSTRAS); /* funcao sine da DSPLlB*/
cobrar for (cont1 = O; cont1 < N_AMOSTRAS; contt r-r)
- TEMPORIZA de 1 a 99 minutos as temp_ger[cont1] =
temp_ger[cont1]/4;
chamadas originadas for (cont1 = O; cont1 < N_AMOSTRAS; contt-e-)
- E muito mais ... saida_ger[cont1] += temp_ger[cont1];
Características: potencia2 = potencia2«1 ;
Operação sem chave }
Programável pelo próprio telefone /* Calculo da FFT */
Programação de fábrica: bloqueio cbrev(saida_ger, dados_fft, N_AMOSTRAS/2); /* funcao cbrev da DSPLlB*/
dos prefixos 900, 135, DDD e DOI rfft(dados_fft, N_AMOSTRAS, 1); /* funcao rfft da DSPLlB */
Fácil de instalar r Formatacao dos dados para apresentar no gráfico */
Dimensães: for(cont1 =0; cont1 < N_AMOSTRAS; cant1 ++)
43 x 63 x 26 mm { temp_fft = dados_fft[cont1] * dados_fft[cont1];
Garantia de um ano,
contra defeitos de
dados_fft[cont1] =
temp_ff1:»15; }
for(cont1 =0; cont1 < (N_AMOSTRAS/2); cont1 ++)
fabricação.
dados jtqcontt] = dados_m[2 * contl] + dadOs_m[2 * cont1 + 1];
APENAS ecrt.. 16(dados_ftt, dados_ftt, N_AMOSTRAS/2);
R$ 48,30 r funcao sqrt , 16 da DSPLlB */
for(cont1 =0; cont1 <= (N_AMOSTRAS/2); cont1 ++)
Pedidos: Disque e Compre dados_fft[N_AMOSTRAS - (cont1 + 1)] =
dados_ftt[cont1];
(11) 6942-8055 cont1 •• O; I" somente para depuracao */
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FORMANDO TfCNtCO~ DESDe: 1939
I
Caixa Postal !27!2!2 • CE'P 01 060-Q70 • São Paulo - SP' I Nome: --------------------------------------------------------
Programação
alp
para Eletrônica Eduardo Divino Dias Vilela
eddv@[Link]
Fig. 3 - O Form.
EfeitoTipo = 1 '4'
Caption = 'LCD3' t5'
BackGround = clBlack '6' )
pixelOn = clYellow Text '1'
PixelOff = clOlive end
end end
implementation
{$R * .DFM}
..;.~ ~~ o... ,no. ~"'# ~~ ••• .u~ ''>' ,." •
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11 Inicializa o Combo de
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11 tamanho de ponto
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Fig. 4 - Em run-time.
_
ATENÇÃO:
Alertamos aos leitores que tem acompanhado estes artigos para
I End:
I ----------------- que se preparem, pois já na próxima edição será lançado um concurso
de projetos integrando Oelphi e Eletrônica. É sem dúvida uma oportuni-
I Bairro:
dade ímpar de você, prezado leitor, mostrar suas idéias a todos da área
I CEP: -----------
,bout Lanauages . Website Gujde . About "Cookies" . National is OS 9000 Certified . Prjy"cy/Securjty Statement
Alguns application-notes interes- :jte Terms &. Conditions of Use, Copyright 2001 © National Semiconductor Corporation , HY: ~ , Feedback
santes:
SEARCH I
TleH S oor ( KNOWUWO'.'S<) (U'WO'.SPACE) (rl&ME)
> Counters
~~ [Link],
:>PriorityEncod.r. ~ pa,.[Link].
>flip-FIop.o;
num único chip. O novo componente V e ajustáveis com uma queda de ten- .PLACA PCI ACOMODA
permite a implementação de fontes de são de apenas 115 mV sob corrente QUALQUER TIPO DE CÂMERA
42 V a 500 V com um mínimo de com- de 500 mA. OU SINAL DE VíDEO
ponentes externos, sendo ideal para A tensão máxima de entrada é de
aplicações onde o número de compo- 15 V e o ruído de saída é de apenas A National Instruments anunciou
nentes e a potência são elementos 33 uvrrns. Mais informações podem recentemente uma placa PCI para
críticos. O NCP1200 é um dispositivo ser obtidas no site da Texas lnstru- medidas de alta qualidade em ima-
que não precisa de transformador com ments em: [Link] gens, com um conversor AIO de 10
enrolamento auxiliar e os componen- bits. Capaz de trabalhar com nada me-
tes passivos associados. Além disso, nos do que 16 Mbytes de memória
ele possui oscilador incorporado para O MENOR SUPERVISOR TRIPLO buffer de vídeo, o esquema 1409 de
40 kHz, 60 kHz e 100 kHz, o que per- DE TEMPERATURA DO MUNDO digitalização de vídeo da National
mite o controle direto de dispositivos Instruments proporciona uma faixa di-
de comutação de potência, tais como O MIC384 é o novo supervisor tri- nâmica de 60 dB. Isso significa que
MOSFETs ou IGBTs. plo de temperatura da Micrel, que você pode usá-Ia com as melhores
possui diodos sensores embutidos se- câmaras que estão disponíveis no
melhantes aos encontrados nas CPUs mercado de modo a obter medidas
REGULADORES do Pentium II da Intel. seguras. O seu trabalho pode ser con-
COM BAIXO "DROPOUT" O MIC384 faz parte de uma famí- figurado para operar com câmeras
COM TECNOLOGIA DMOS lia de gerenciamento térmico e de sis- monocromáticas padrão RS-170 ou
temas disponível em invólucros MSOP CCIR, ou ainda com tipos de baixa var-
REG 103 é uma nova fam ília de e SOIC de 8 pinos. Com este compo- redura ou pixeis variáveis.
reguladores lineares de tensão com nente é possível supervisionar uma Como características principais
baixa queda de tensão e para corren- zona de temperatura onde está o pró- desta placa destacamos a filtragem
tes de até 500 mA, da Texas lnstru- prio componente e duas zonas remo- anti-crominância que remove a infor-
ments. tas com sensores apropriados. mação de cor de um sinal de vídeo,
Empregando a nova tecnologia O dispositivo é compatível com o sendo disponíveis softwares para si-
DMOS e um projeto inovativo, estes barramento 12C/SMBus e possui saí- nais PAL ou NTSC e um filtro de 9 MHz
reguladores podem operar sem a ne- da de interrupção programável e uma que elimina sinais indesejáveis.
cessidade de um capacitor de saída. entrada de seleção de endereços. A Uma chave externa permite a var-
Dessa forma, podem ser eliminados corrente de operação do dispositivo é redura variável para aquisição de ima-
os capacitores de tântalo normalmen- de apenas 0,35 mA e a corrente gens de microscópios e outras fontes
te exigidos por reguladores equivalen- quiescente no modo shutdown é de que geram suas imagens no próprio
tes para uma operação estável. Esta apenas 1 [Link] informações podem ritmo com clock, varredura horizontal
família de reguladores é encontrada ser obtidas em: [Link] micrel. e vertical próprias.
com tensões de 2,5 V, 2,7 V, 3,3 V, e 5 com.
COMPUTADORES PARA
PROCESSAMENTO DE
IMAGENS USAM DSP
COM MicROCONTROlAdoRES
.
dA ATMEl
pA. Mais informações no site da Texas
Instruments em: [Link] COMPATível COM 8O~1/80R
IdEAl pARA APRENdiZAGEM de HARdwARE, liNGUAGEM C E ASSEMbIER:
, USA o MicROCONTROlAdoR AT89S32~2 (ATMEl) 100% COMPATíVELCOM A fAMíliA 80R
NOVOS Cls DA LINHA TYNELOGIC , PROGRAMÁVEl NO psôpeío ciRCUÍTO ViA INTERfACE PA'RAlEIA.
, SAídA SERiAI RS2}2.
, ENTRAdA COM CkAVES Push BUTTON.
Utilizando invólucros US8 de 8 pi-
, 8K ds MEMÓRiA FlAsk.
nos, a Fairchild apresentou diversas
, 2K ds MEMÓRiA E2PROM
funções lógicas para sua linha de ultra- , 2~6 ByTES ds MEMÓRIA RAM
alta velocidade, empregando tecnolo- , :n PORTS dr l/O
gia avançada CMOS denominada
o
kl~ é cDmpD.~Dde:
, POdE SE.R usado COMO PROGRAMAdoR.
TyneLogic. Estes componentes possu- + Placa programadora
em tempos típicos de subida e desci- + Display LCD 2 linhas
da da ordem de 5 a 20 nsN quando + Documentação em 2 disquetes
alimentados com tensões de 1,8 a 5 (Inglês), com exemplos de
V . Dentre os novos componentes lan- programas emassembler e
çados destacamos: Linguagem C
NC7WZ32, formado por duas por- .• Cabo de programação (ISP)
tas OR de 2 entradas; + Instruções para instalação
NC7WZ08, formado por duas por-
tas AND de 2 entradas;
NC7WZ86, formado por 2 portas
Exclusive-OR, e
NC7WZ132, formado por 2 portas
NAND de 2 entradas. -
Aquilino R. Leal
Professor da Universidade Estácio de Sá
e do Instituto de Tecnologia ORT
L Barramento
---------------'
(omnibus)
----/
Figura 1
Barramento
(omnibus)
-- -, r
~~~~-:.~~====~~~~~-----.
REGISTRADORES
Barramento de endereços (ADDRESS BUS)
DE USO GERAL
UNIDADE
LÓGICA E
ARITMÉTICA
:~ Unidade central de processamento
---- Figura 3
SHOPPING DA ELETRONICA
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o mercado global de componen- EMPRESAS NO BRASIL der financeiro consome com muito pra-
tes eletrônicos esteve altamente aque- zer, muitos milhões de dólares ao ano
cido no ano 2000 com muitos fabri- Vishay - Sergio Eckhardt (diretor (de amplificadores à válvulas) existin-
cantes não aceitando pedidos com para a América Latina) informa que do aqui no Brasil espaço para este tipo
prazo de entrega de até um ano (52 com a entrada de novas fábricas de de produtos, mas o componente que
semanas). Capacitores, memórias capacitores de tântalo do grupo, hoje, permite trabalhar com áudio digital é
flash, displays e até diodos de sinal já existem itens para entrega imedia- o OSP; fabricantes como AO, Texas,
faltaram no mercado mundial. ta ou com prazo de poucas semanas. Motorola, ST entre outros, competem
O desaquecimento do mercado neste mercado com aplicações de
americano aponta em 2001 para um Burr-Brown - A empresa foi ad- consumo como OVOs, reprodutores
ano estável com faltas localizadas de quirida no ano passado pela Texas MP3 ~qualizadores e, na área profis-
poucos itens, sendo que os preços de Instruments e desde janeiro os distri- slonal, em URAs, telefones celulares,
capacitores de tântalo continuam ex- buidores Texas estão comercializando voz sobre IP e outros. Qual o melhor
plosivos devido a alta do insumo pó essa linha no Brasil. OSP para sua aplicação? Suporte lo-
de tântalo, que está em torno de cal ao seu desenvolvimento, prazo de
US$1000,00 por onça. Emerson Electronic Connector - entrega, ferramentas adequadas e
Em compensação, os preços e pra- A empresa nomeou Elcio Lacroce di- preço são os fatores de decisão que
zos de memórias flash estão melho- retor comercial para o Brasil iniciando devem ser levados em conta em seus
rando, especialmente da Mícron. Aqui o atendimento local para suas linhas novos projetos.
no Brasil algumas ofertas momentâ- Cambridge , Johnson e Aim . Uma nova geração de produtos de
neas (spot) de componentes de pra- áudio com projetos locais tem sido
teleira (commodities) poderão apare- Intel - Reiniciou a distribuição de lançada de forma crescente e silencio-
cer com desconto. seus componentes industriais através sa, inclusive por grandes fabricantes
Veja em anexo tabela de preços no da Hitech e distribuidores, e está em Manaus, onde hoje o grande fato
mercado (USA) em janeiro. apresentando a tamília de micros é a fundação Genius [Link].
Strong Arm. 32 bits feitos para o am- [Link] focada em design de produ-
OPTO-ELETRÔNICOS biente industrial e que integram todos tos no Brasil.
os periféricos necessários para um sis-
Sua empresa utiliza acopladores tema em um único chip, roda Linux e
óticos das famílias TIL, MOC , 4N ? Windows CE, visite http:// REPRESENTANTES DE
As principais marcas atuais muda- [Link]/strongarm. FABRICANTES DE
ram por aquisição ou fusão. COMPONENTES ELETRÔNICOS
Telefunken hoje é Vishay e, en- Dallas está se fundindo com a
tre seus produtos, destacamos os Maxim e nomeou a Naticom como Os representantes locais estão
transceiversTFOT4500 com alta imu- representante para o Brasil, além de ajustando a forma de atuação ao mo-
nidade a interferência. veja em mais distribuidores locais. delo norte-americano. Isto significa
[Link] que os mesmos trabalham em parce-
International Rectifier (IR) desde ria com os canais autorizados de dis-
HP hoje é Agilent. E entre seus o ano passado é representada pela tribuição e não mantém mais estoques
produtos destacamos a nova família Artimar e nova rede de distribuidores. ou vendas no Brasil.
de acopladores óticos com tensão de
3,3 V e com opção de saídas lógicas
(Iogic gates), veja em [Link] ITENS OBSOLETOS
[Link] PROJETOS DE ÀUDIO
DA VÁLVULA AO DSP O portal [Link] pos-
QT (que adquiriu linhas de outros sui um serviço de informação sobre
fabricantes), hoje é da Fairchild, veja Válvula em 2001? Não é loucura itens obsoletos (componentes que
em [Link] não. O mercado de audiófilos com po-. deixaram de ser fabricados).
~C4
.J.!00 nF
Fig.2 - Circuitocompleto
dorastreador. G2
Fig.4 - Instalação
emcaixaplástica.
PROVA E USO
Tomada
O
~G1
Sinais
[;]
--=-
_
Rádio
de ondas
médias
injetar de sinais para re-
paro de aparelhos de
som, rádios e intercomu-
nicadores. O sinal de
Rastreador áudio puro, retangular,
G, - para provas de áudio
Desligada pode ser retirado do pino
3 do circuito integrado
Fig.5 - Rastreandoum
cabode força. 555 através de um
capacitar de 10 nF onde
deseje rastrear apenas um cabo. Em gada ao cabo é suficiente para se fa- é ligada uma ponta de
alguns casos, não será preciso desli- zer a detecção. prova, veja a figura A.
gar o cabo, se ele estiver ligado à rede Ligue o rastreador e sintoni-
de 11OV ou 220 V. ze o receptor na sua frequência. Faça
Se o cabo estiver enterrado
profundamente e você precisar de
o acompanhamento do sinal ao longo
do cabo, observando sempre a posi-
I I Fig.A
maior alcance, ligue a garra G2 à ção em que o sinal é mais forte. 3
terra. Se o sinal desaparecer em 555 aC3
Para situações em que os cabos determinado ponto, isso significa que
10nF
são superficiais ou embutidos em pa- o cabo pode ter uma interrupção jus-
redes, apenas uma das garras (G1) li- tamente nesse local. I 4. c::-ponta
de prova
/
/
A experiência mostrou que um
Antena
" manequim a uma distância de 9,7 cm
~ "
do vidro ficou exposto a um nível de
radiação de 1900 IJW/cm2 quando um
) transmissor de 3 W foi usado. A
Fig. 2 - Padrão de irradiação de uma antena de estação - celular. Motorola recomenda que a instalação
da antena seja feita de modo a se
580 IJWpor centímetro quadrado, para dores que visam aumentar a potência aproveitar ao máximo a estrutura do
um tempo médio de 30 minutos. de emissão. Mesmo assim, a potên- veículo como blindagem para evitar
Este valor é muitas vezes mais alto cia emitida neste caso é da ordem de que a radiação atinja os passageiros.
do que o encontrado na base de tor- apenas 3 watts, mas ainda exigindo Isso significa que a antena deve ficar
res de estações de celulares. Dados alguns cuidados. Quando a antena é sempre no centro do teto do veículo.
de diversas fontes, por exemplo, mos- montada no centro do teto, conforme E, se a antena for colocada no por-
traram que no "pior caso" a intensida- ilustra a figura 3, este serve como pia- ta-malas, ela deverá ficar de 30 a 60
de medida no nível da base da torre no-terra e os sinais são emitidos to- cm do vidro para evitar que a radia-
foi de apenas 1 IJW por centímetro dos num padrão que não afeta os pas- ção atinja os passageiros do banco
quadrado. sageiros no interior do veículo. traseiro em níveis maiores do que os
Verifica-se que para chegar ao li- Entretanto, quando a antena é considerados como timite.
mite de 580 IJW/cm2 seria preciso que montada na borda do teto ou ainda Em suma, se a antena for instala-
a pessoa ficasse diante da antena a sobre o porta-malas, de acordo com da corretamente, se o transmissor ti-
poucos metros dela. a figura 4, podemos ter uma certa po- ver no máximo 3 W, e ainda conside-
Um caso importante que deve ser tência irradiada na direção dos pas- rando-se que o tempo 'médio de uso
considerado é quando as antenas fi-
cam no teto de construções e as pes- Antena~ '.
Emissão
~I/
=>:
soas podem se aproximar delas mais
do que no caso de torres, quando en- Teto
tão os campos podem ser superiores
a 1 IJW/cm2. De qualquer forma, as
pessoas mais expostas nestes locais
são os técnicos que vão trabalhar nas
antenas, os quais sabem das normas
de segurança que devem ser adotadas
para se evitar a exposição excessiva.
Em suma, considerando-se a in-
tensidade do campo emitido por es-
sas estações vemos que elas estão
muito abaixo do limite que poderia tra-
zer perigo e que, antes disso, as aten-
ções deveriam ser voltadas para emis-
sões muito mais perigosas, tais como Fig. 3 - O teto do veículo serve como plano-terra.
as de emissoras de FM e TV de regi-
ões densamente povoadas, como a Radiação para
nossa Avenida Paulista em São Pau- dentro do veículo
lo, onde diversos transmissores com
mais de 50 000 W de potência per-
manecem em operação contínua.
ANTENAS EM VEíCULOS
Válidoaté 10/05/2001
Programa: _
Aplicações da [Link]ógica/digital nos equipamentos médicos/hospitalares
Instrumentação baseados na Bioeletricidade (EEG,ECG,ETc.)
Instrumentação para estudo do comportamento humano
Dispositivos de segurança médicos/hospitalares
Aparelhagem Eletrônica para hemodiálise
Instrumentação de laboratório de análises
Amplificadores e processadores de sinais
Instrumentação eletrônica cirúrgica
Instalações elétricas hospitalares
Radiotelemetria e biotelemetria
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I Oscílador PKL
MOUT 15 M+t MT
CLK
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I
'---------------------------------QD-----UD m----1.!1
CAI CAOUT RT CT
(J)
(,)
\.J cado para ser empregado em fontes corrente em fase com a tensão, o fa-
GNO 1 16 ORVOUT
de alimentação de alto rendimento tor de potência se aproxima do ideal,
PKLMT 2 15 VCC
com elevado fator de potência. ou seja, fica bem próximo de 1.
CAOUT 3 14 CT
4 13
Como a entrada de tensão deste Na prática, este circuito consegue
CAI SS
MOUT 5 12 RT
tipo de circuito é senoidal, mas a cor- chegar a um fator de potência de 0,999
IAC 6 11 VSENSE rente é drenada em pulsos com ele- com uma taxa de distorção harmôni-
VAOUT 7 10 OVP/EN vados picos de intensidade, existem ca menor que 3%.
VFI 8 9 VREF problemas a serem considerados num Mais informações sobre o projeto
I-
projeto deste tipo. deste circuito com o cálculo etapa por
I- 5 O primeiro deles é justamente for- etapa podem ser obtidas no Data-
:500:>ü
;:.::zza:ü
çar o circuito a responder aos pulsos Sheet da Texas Instruments aces-
o..(!)(!)o> de corrente em fase com a tensão, sando em seu site ou tirando manual
comportando-se desta forma como Power Supply Control Products (PS)
CA OUT 43 2 1 20 1~8 CT uma carga resistiva. Com os pulsos de do ano 2000. •
CAI 5 17 SS
NC 6 16 NC
MOUT 7 15 RT
Fig. 3 - Circuito de aplicação do UCC3817.
IAC 8 9 10 11 12 1314 VSENSE
l-LL.üLL.Z
::[Link]
O> a:ã: R16
< » 100 O
::> O
Figura - 2.
R13 Vout
760kO
600 V/8A 350VOC
IV C13
85-270 Vac 470 nF
R14
630 V 0,250
2
R10
3 15
40
4
5
C1
720pF 100 pF
C9
1,3 nF 14
,..
"- 13
06 IAC
6
~ C4
O R1 10 nF
(opcional)
g 12
10 kO
7
11 VOUT
R7
98kO R4
600kQ
10
8 R5
10kO
R6 9
20kO
CIRCUITO TíPICO
A etapa de saída horizontal dos monitores de vídeo não é muito
diferente das encontradas em televisores comuns. No entanto, pelo Na figura 2 temos o circuito de saí-
modo de operação nas condições limites de potência e tensão dos da horizontal do monitor de vídeo
Philips monocromático 7BM749/48T.
componentes usados, ela é igualmente uma etapa crítica sujeita a Observamos que não existe dife-
problemas de funcionamento. Veja, neste artigo, como são as eta- rença sensível entre as etapas hori-
pas típicas de saída horizontal dos monitores e quais os procedi- zontais de monitores em cores ou
monocromáticos, apenas em relação
mentos que devemos adotar para sua reparação.
à potência.
Nos dois tipos de aparelhos os si-
Analogamente aos televisores co- a) gerar o sinal dente-de-serra de nais e as funções são as mesmas, já
muns, as etapas de saída horizontal varredura horizontal que esta etapa não trabalha com os
dos monitores de vídeo empregam um b) gerar a alta tensão para o sinais de vídeo.
transformador de saída horizontal (f/y- cinescópio O sinal de sincronismo é obtido a
back) para gerar a alta tensão que ali- c) gerar tensões auxiliares que partir do circuito integrado de sincro-
menta o cinescópio. podem ser usadas por outras etapas. nismo 74012 e entra no processado r
Na figura 1 temos um transforma- Analisaremos a seguir uma etapa de sinal 7502 (um MC1391 C) pelo
dor de saída horizontal típico como o típica encontrada num monitor de pino 4.
usado nos monitores de vídeo e tele- vídeo para discutirmos eventuais pro- Neste circuito integrado encontra-
visores. blemas que podem ocorrer. mos os blocos necessários à geração
As configurações e o princípio de de um sinal dente-de-serra para exci-
funcionamento das etapas horizontais tar as etapas seguintes do bloco hori-
dos monitores de vídeo são semelhan- zontal.
tes, exceto pelas freqüências de var- Nele destacamos dois controles
redura que não são as mesmas dos importantes: o controle de desloca-
televisores. mento da imagem, que determina a
Diferentemente dos televisores posição da imagem na tela conforme
onde os sinais de varredura horizon- mostra a figura 3 e que é feito pelo
tal são gerados na estação, separa- trimpot 3309, e o controle de
dos no televisor pelo separador de linearidade que ajusta a imagem da
sincronismo e têm sempre a mesma forma ilustrada na mesma figura. Este
freqüência, nos monitores de vídeo os ajuste é feito pelo trimpot 3510.
sinais são gerados no computador O sinal gerado por este circuito
(placa de vídeo ou vídeo on-board) e sai pelo pino 1 do circuito integrado
podem ter distintas freqüências, con- excitando uma etapa de média po-
forme o formato da imagem que está tência, que tem por base o transis-
sendo reproduzida. tor BC637.
A etapa de saída horizontal de um Fig. 1 . Transformador de saída horizontal A carga do coletor deste transistor
monitor de vídeo tem basicamente as (flyback) de monitor de vídeo. é um transformador que está ligado
seguintes finalidades: diretamente à base do transistor de
+
3303
?o.i
Sinc. 100 nF
3304
+-e:J--I
3504
2V
2513
4
10nF
3534
+45V
~505
1 7nF
~2,2nF 2536
:t 22pF
1 2506
1 pF
Fig. 2 - Saídahorizontaldo monitor7BM749 - Philips.
~-1Ll21: L AJuste
do monitor, e as altas tensões entre
12 e 35 kV.
MANUTENÇÃO
car as tensões nos diversos pontos do
circuito.
Em seguida, deverá observar se o
sinal de sincronismo está presente e
entra no circuito integrado que o pro-
Fig. 4 - Ajustesna bobina5531 ligada cessa.
em sériecomo Yoke. Diante da falha de uma etapa des- Se o sinal existir, mas não sair, o
te tipo, o técnico deverá começar veri- problema deverá estar nos componen-
,
SENSORES OPlICOS
A disponibilidade de diversos tipos corrente em ambos os sentidos. vadas simplificando os projetos dos
de sensores ópticos sensíveis e rápi- Todavia, a maior desvantagem no circuitos em que eles operam.
dos permite ao projetista de controles uso dos LDRs como sensores é sua Um outro tipo de senso r importan-
eletrônicos de todos os tipos a elabo- velocidade de resposta, que é muito te é o fotodiodo cujo símbolo, aspecto
ração de circuitos de grande eficiên- lenta. Acima de uns 10kHz ele deixa e curva característica são ilustrados
cia. Estes circuitos podem ser usados de responder eficientemente às vari- na figura 2.
para detectar o fim de curso de partes ações de luz. O fotodiodo funciona baseado no
móveis de uma máquina, controlar a Isso significa que esse tipo de fato de que a corrente numa junção
velocidade de rotação de um volante sensor funciona bem como um PN polarizada no sentido inverso va-
ou ainda detectar a passagem de um detector de passagem de baixa velo- ria com a luz que nela incide. Esta luz
objeto por um determinado local. cidade, uma chave de fim de curso ou libera portadores de carga que se so-
Para estudar estes sensores de- ainda como elemento de segurança mam à corrente de fuga.
vemos partir inicialmente dos disposi- impedindo o acionamento de uma As correntes que se obtém dos
tivos utilizados para esta finalidade, máquina quando alguém está num fotodiodos quando iluminados são
passar pelas tecnologias e depois ir determinado local de, perigo. Ele não muito baixas, exigindo circuitos de
aos circuitos aplicativos. É o que fare- serve, entretanto, como senso r de ve- grande amplificação para o
mos. locidade de uma peça que gira em alta acionamento de dispositivos de potên-
rotação. cia.
A) OS SENSORES Os LDRs, contudo, podem traba- A principal vantagem dos
Existem diversos tipos de disposi- lhar com correntes relativamente ele- fotodiodos, entretanto, está na sua
tivos sensores que podem ser utiliza-
dos no controle óptico de máquinas.
O primeiro é o LDR ou Light
Fig. 1 - OLOR. v (v)
Dependent Resístor(foto-resistor) que
consiste numa célula de Sulfeto de
Cádmio com símbolo, forma e curvas
características mostradas na figura 1.
O LDR é um dispositivo cuja resis-
tência depende da intensidade de luz Aspecto
que incide numa superfície sensível. _____ ~~ii::;:!![Link].'ii!I!IiI=:::::::=* I (A)
A resistência é mais elevada no escu-
ro, caindo rapidamente à medida que
Curvas para
a intensidade luminosa aumenta.
diversos
Os LDRs comuns podem ter uma
graus de
resistência maior que 1 MQ no escu- iluminação (X)
Simbolo
ro e menor que 100Q com iluminação
total. Sua sensibilidade é, portanto,
muito grande e ele pode conduzir a
m ~TmM_~
FONTES DE LUZ
LJ
dade é um pouco menor. 111I Infravermelho
Existem tipos de fototransistores
montados na configuração Darlington
que podem fornecer intensidades de vermelhO} Fig. 5 - Curvas
Azul Visível
sinal maiores. No entanto, nesta con- espectrais de sesnsores.
figuração, ao lado do ganho de sensi-
peça,.----....
Sensor d./ J\Jl
ÇJJ . É muito importante nas aplicações
fonte de luz ilumina uma área da peça
móvel e o senso r é focalizado de modo
giratória ••' Sinal em que esses tipos se sensores se- a receber a luz dessa área.
Emissor jam usados verificar se o pulso de luz A produção do pulso no sensor
(ou sombra) gerado tem duração sufi- pode ser obtida de duas formas:
ciente para que o sensor responda a) Pintando-se numa peça negra
com um pulso elétrico na saída. pontos ou faixas brancas que vão ser
Observe pela forma de onda que, detectadas pela passagem diante do
mesmo sendo a interrupção de luz um sensor/emissor.
pulso retangular, dada a velocidade de b) Pintando-se numa peça branca
resposta do sensor, na saída não te- faixas ou pontos pretos que vão ser
mos uma forma de onda igual. detectados pela sua passagem dian-
Este tipo de comportamento exige te do sensor/emissor.
Fig.6 - Sensoreamentopor interrupção. que nas aplicações onde o pulso ex-
cita circuitos digitais, faça-se uso, de
Quando um dente de uma engre- disparadores ou outros circuitos que CIRCUITOS PRÁTICOS
nagem, um ressalto ou ainda uma melhorem a forma de onda para que
peça interrompe o feixe de luz que ela possa ser trabalhada com conta- Apresentamos, a seguir, diversos
incide no sensor, temos uma variação dores e outros circuitos utilizados. circuitos práticos usando sensores
de sua condição de condução e a pro- É importante observar também ópticos. Começamos pelo circuito para
dução de um pulso de saída. que, nos casos em que a fonte emis- fotodiodo com amplificador operacio-
É comum encontrarmos sensores sora e o sensor ficam muito longe um nal, sugerido pela Texas Instruments
já prontos ou chaves ópticas industri- do outro, devem ser usados recursos (*) e que é mostrado na figura 11.
ais, que são componentes que já con-
[7~"&< -----rc
3 :1 ~r~\C
têm no invólucro um emissor (normal-
mente um LED infravermelho) e um
receptor que pode ser qualquer um
dos estudados no item anterior.
Na figura 7 mostramos um desses
sensores que pode ser usado com
Luz l Lente
Lente
Fig. 10-
Detecção
~ por
Terminais reflexão.
'Terminais
do receptor
do emissor
Fig. 7 - Umachaveóptica.
RELATO:
Como havia som, tudo indicava que ________________________ ~_T~~i:.ador com defeito
a saída da fonte primária atuava sem
problemas. Parti então para a etapa de
saída horizontal constatando que havia
saída para o triplicador que eleva a MAT
para alimentação do anodo do Entrada
cinescópio, mas não havia tensão algu- de alta R3
ma nele. Ao substituir o triplicador apro- 200 MO
veitei para trocar também o f/yback, pois
ele apresentava sinais de desgaste Ao pino 5
C1 C2 R2
embora estivesse funcionando. Com es- doTRC
T
40 MO
sas substituições o aparelho voltou a 5,5kVDC
-------- -----------------
funcionar normalmente. GND ao controle
automático do feixe VR
RELATO: A +3
* Componentes danificados
RELATO:
Analisei a saída vertical medindo a TR402
tensão no coletor do transistor T 404 (FLY-BACK)
onde encontrei 15,8 V em lugar dos 28
V esperados. Pela linha que vinha a ali-
mentação, pude chegar ao resisto r R437
7Jr' MAl
de 2,2 ohms. Retirei o resistor do circui- ~
to e medi sua resistência encontrando C421 4 • 0405
Vertical fechado
298 ohms em lugar de 2,2 ohms (alte- 220pF
rado). Troquei o resistor por outro em
bom estado e o televisor voltou a funcio- R437
2,2 n
nar novamente.
1 40 V Resistor
alterado
(*) Muitos leitores podem estranhar que às vezes indi- dade para saber analisá-Ios (que pela idade devem estar
camos modos de reparação de aparelhos bastante anti- sempre dando problemas). Assim, justifica-se a inclusão
gos. Isso, porém, tem uma justificativa. Uma pesquisa re- destas fichas que, certamente, serão de grande utilidade
cente mostrou que no interior do Brasil, principalmente no para os leitores técnicos daquelas regiões. E mesmo para
Nordeste, mais de 40% dos televisores ainda em funcio- o leitor que tem sua oficina: quem pode afirmar que ama-
namento são do tipo branco e preto com mais de 20 anos nhã aquela senhora que tem um televisor "de estimação"
de uso, muitos deles ainda valvulados! Nas localidades que comprou há 30 anos e não troca de jeito nenhum por
pobres principalmente, uma manutenção intensa destes um moderno (pois acha as coisas antigas melhores), não
aparelhos continua sendo feita, exigindo do técnico habili- , resolva entrar na sua oficina para você fazer um reparo!
~Conector
não havia tensão alguma. Troquei o CI dedicado Jt" verde (+)
que controla o motor (TOA 7073A) e o motor vol-
tou a girar, mas o problema de reconhecimento II I I I I I
Philipsl
do CO não foi resolvido. Substituí então a cabeça TDA
idem aoCI do
de leitura (sistema de leitura óptica) e com isso o 7073A
Coil ORIVE
aparelho voltou a funcionar normalmente.
Obs: COM 121.1/15 com defeito. 11 I I I I I I 81
KIT --
DIDATICO
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