O time de arqueólogos não podia acreditar no que via.
A metros de profundidade, sob
as águas cristalinas, estava uma cidade inteira, preservada pelo tempo. Estátuas
grandiosas, templos cobertos de algas e ruídos estranhos vinham das estruturas
antigas. Quando desceram para explorar, encontraram registros de uma civilização
que desaparecera de forma inexplicável. Mas algo os observava nas sombras
aquáticas...
A cada metro que avançavam, novas descobertas deixavam os arqueólogos sem fôlego.
Paredes esculpidas com símbolos desconhecidos contavam uma história esquecida pelo
tempo. Entre os destroços, encontraram um grande portal de pedra, parcialmente
encoberto por corais. Havia inscrições em uma língua que ninguém conseguia
decifrar.
O mergulhador mais experiente, Ricardo, aproximou-se para examinar o portal quando
sentiu uma corrente fria ao seu redor. O comunicador de sua roupa de mergulho chiou
com interferências estranhas. De repente, uma das estátuas se moveu.
O grupo recuou, sentindo o coração disparar. As sombras nas ruínas pareciam ganhar
forma e se mover por conta própria. Sons guturais e ecos distantes preenchiam as
águas profundas, como se a cidade submersa ainda estivesse viva, aguardando
visitantes imprudentes.
Então, uma explosão de luz emanou do portal, revelando uma figura encapuzada dentro
dele. Uma voz antiga e poderosa ecoou através da água:
— Vocês não deveriam estar aqui.
Antes que pudessem reagir, a corrente os puxou para dentro do portal, levando-os
para um destino desconhecido.