Uso de Tridium: Fungicidas e Doses
Uso de Tridium: Fungicidas e Doses
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
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t: (19) 3794-5600
TRIDIUM
COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ..................................................................................... 47,0 g/kg (4,7 % m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ........................................................................................ 597,0 g/kg (59,7 % m/m)
(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan- 3-ol
(TEBUCONAZOL) .........................................................................................56,0 g/kg (5,6 % m/m)
Outros Ingredientes ....................................................................................300,0 g/kg (30,0 % m/m)
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
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FORMULADOR:
UPL Limited. - Unit Nº 5, Plot nº 746&750, Jhagadia G.I.D.C., Bharuch, Gujarat 393110, India.
UPL Limited - Plot 3-11, G.I.D.C., Vapi 396195, Valsad District, Gujarat, Índia
Cerexagri B.V. - Tankhoofd 10, P.O. Box 6030 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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PROTEJA-SE.
Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº
7.212, de 15 de Junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
TRIDIUM é uma combinação de três fungicidas, um de efeito de contato com ação multissítio, o Mancozebe,
pertencente ao Grupo M03, a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 e
o Tebuconazol de efeito sistêmico que atua como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um
constituinte da membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo G1, segundo classificação internacional do
FRAC.
Por suas características distintas apresenta completa ação fungicida devido a sua atuação na inibição da
germinação dos esporos, penetração e desenvolvimento no tecido foliar e sua esporulação. Por esta ação
diferenciada torna-se excelente opção no manejo da resistência da ferrugem asiática da soja.
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maiores doses em
condições climáticas
favoráveis à doença ou
quando da utilização de
cultivares suscetíveis ou
em áreas com histórico
de ocorrência desta.
Realizar a 1ª aplicação
quando se observar os
primeiros sintomas da
Terrestre: doença, reaplicando a
Brusone 100 – 300 cada 14 dias. Utilizar as
(Pyricularia grisea) 1,7 a 2,0* 3 maiores doses quando
Aérea: ocorrer maior pressão da
20-50 doença ou quando ocorrer
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Iniciar as aplicações
preventivamente no
Aveia estádio final de
emborrachamento da
cultura, repetindo aos 14
dias ou quando esta
Terrestre: atingir 50% de
Mancha-amarela 100 - 300 florescimento. Fazer a 3ª
(Drechslera tritici- 1,4 a 2,0* 3 aplicação se necessário
repentis) Aérea: após este mesmo
20-50 período. Utilizar as
maiores doses quando
ocorrer maior pressão da
doença ou quando ocorrer
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Realizar a 1ª aplicação
quando se observar os
primeiros sintomas da
doença, reaplicando a
Brusone Terrestre: cada 14 dias. Utilizar as
(Pyricularia grisea) 1,7 a 2,0* 100 - 300 3 maiores doses quando
ocorrer maior pressão da
Aérea: doença ou quando ocorrer
20-50 condições climáticas
Cevada
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Iniciar as aplicações
Terrestre: preventivamente no
Mancha-amarela 100 - 300 estádio final de
(Drechslera tritici- 1,4 a 2,0* 3 emborrachamento da
repentis) Aérea: cultura, repetindo aos 14
20-50 dias ou quando esta
atingir 50% de
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florescimento. Fazer a 3ª
aplicação se necessário
após este mesmo
período. Utilizar as
maiores doses quando
ocorrer maior pressão da
doença ou quando ocorrer
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Iniciar as aplicações
preventivamente, antes
do aparecimento da
doença, repetindo a
Terrestre:
Ferrugem-do- aplicação em intervalos
300 – 600
cafeeiro de 60 dias. Utilizar as
2,0 a 2,8* 3
(Hemileia maiores doses em
Aérea:
vastatrix) condições climáticas
20-50
favoráveis à doença ou
em áreas com histórico
de ocorrência desta com
alta severidade.
Iniciar as aplicações no
aparecimento dos
primeiros sintomas da
doença na principal
florada da cultura.
Realizar de 2 a 3
pulverizações com
intervalos de 30 a 40 dias
Terrestre:
dependendo do período
Café Antracnose 300 a 600
de floração das plantas e
(Colletotrichum 2,5 a 2,8* 3
das condições climáticas
coffeanum) Aérea:
favoráveis ao
20-50
desenvolvimento da
doença. Utilizar a maior
dose e o maior número de
aplicações, quando as
condições climáticas
forem mais favoráveis ao
desenvolvimento da
doença.
Terrestre: A aplicação deve ser feita
Mancha-de- 300 a 600 no início do aparecimento
ascochyta 2,4 a 2,8* dos primeiros sintomas da
2
(Ascochyta doença na folha e repetir
coffeae) Aérea: se necessário 60 dias
20 a 50 após.
Terrestre: Iniciar as aplicações
Mancha-de-phoma
300 a 600 preventivamente na pré-
(Phoma 2,4 a 2,8* 2
florada ou nos primeiros
costaricensis)
Aérea: sintomas da doença,
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20 a 50 repetindo se necessário a
aplicação após 30 dias.
Quando for constatada a
doença atacando ponteiros
no final do período das
chuvas (abril/maio), fazer
uma a duas aplicações,
com intervalo também de
30 dias.
Utilizar a maior dose,
para situações de maiores
pressões das doenças
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente nos
primeiros sintomas da
doença ou antes do
florescimento quando
estiver no estágio V4 (4ª
Terrestre: folha verdadeira),
Mancha-angular 100 – 300 repetindo se necessário
Ervilha
(Phaeoisariopsis 1,6 a 2,4* 2 aos 14 dias. Utilizar as
Feijão
griseola) Aérea: maiores doses em
20-50 condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento da
doença. Realizar a
alternância ou rotação
com produtos com outros
modos de ação.
Mancha-branca ou Iniciar a aplicação de
Mancha de forma preventiva quando
Phaeosphaeria 2,0 a 2,4* a cultura estiver com 6 a
(Phaeosphaeria 8 folhas (V6 – V8) ou no
maydis) aparecimento dos
primeiros sintomas.
Ferrugem-polisora Terrestre: Reaplicar após 15 dias a
(Puccinia polysora) 100 - 200 fim de cobrir
Milho 2 adequadamente o período
Aérea: de maior susceptibilidade.
Mancha-foliar 20-50 Utilizar a maior dose em
(Exserohilum 1,5 a 2,4*
condições climáticas
turcicum) favoráveis ao
desenvolvimento destas
Cercosporiose doenças. Caso necessite
(Cercospora zeae- mais aplicações durante o
maydis) ciclo da cultura fazer
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alternância ou rotação
com produtos com outros
modos de ação
Iniciar as aplicações a
partir do estádio
fenológico V8 a R1
(cultivares de ciclo
determinado) ou entre 30
e 35 dias após a
emergência da cultura
(cultivares de ciclo
indeterminado) realizar
no mínimo 2
Terrestre:
Ferrugem asiática pulverizações, com
2,0* 100-200
(Phakopsora 3 intervalo de 14 dias. A
pachyrhizi) escolha do intervalo, deve
Aérea:
ser baseada no
20-50
monitoramento da
lavoura e o
acompanhamento da
evolução da doença na
região, diminuir o
intervalo, de acordo com
o acompanhamento da
evolução da doença na
lavoura e na região.
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Podridão dos
grãos e sementes
(Anomalia das
vagens)
(Diaporthe
ueckerae/miriciae,
Diaporthe
longicolla,
Colletotrichum
Iniciar as aplicações de
truncatum,
forma preventiva, em até
Colletotrichum
25 dias após a
cliviicola/clivae,
emergência da cultura, ou
Cercospora
no estádio fenológico V4.
flagelaris,
Poderá ser realizada 2
Fusarium
aplicações no ciclo da
incarnatum,
cultura, com intervalo de
Fusarium equiseti, Terrestre:
14 dias entre elas,
Fusarium 100-200
Soja 2,0* 2 dependendo da evolução
proliferatum) Aérea:
da doença. Utilizar o
Quebramento das 20-50
produto no manejo com
hastes
fungicidas de outros
(Diaporthe
grupos químicos ou
ueckerae/miriciae,
modos de ação. Realizar
Diaporthe
monitoramento constante
longicolla,
da cultura,
Colletotrichum
acompanhando os
truncatum,
resultados obtidos.
Colletotrichum
cliviicola/clivae,
Cercospora
flagelaris,
Fusarium
incarnatum,
Fusarium equiseti,
Fusarium
proliferatum)
Mancha-branca ou
Iniciar a aplicação de
Mancha de forma preventiva quando
Phaeosphaeria 2,0 a 2,4* a cultura estiver com 6 a
8 folhas (V6 V8) ou no
(Phaeosphaeria aparecimento dos
Terrestre:
maydis) primeiros sintomas.
100-200
Reaplicar após 15 dias a
Sorgo Ferrugem-polisora 2
fim de cobrir
Aérea:
adequadamente o período
(Puccinia purpurea) 20-50
de maior susceptibilidade.
1,5 a 2,4* Utilizar a maior dose em
Mancha-foliar
condições climáticas
favoráveis ao
(Exserohilum
desenvolvimento destas
turcicum)
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doenças. Se forem
Cercosporiose necessárias mais de duas
aplicações, fazer rotação
(Cercospora com fungicidas com
fusimaculans) outros modos de ação.
Realizar a 1ª aplicação
quando se observar os
primeiros sintomas da
Terrestre: doença, reaplicando a
Brusone 100 - 300 cada 14 dias. Utilizar as
(Pyricularia grisea) 1,7 a 2,0* 3 maiores doses quando
Aérea: ocorrer maior pressão da
20-50 doença ou quando ocorrer
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Iniciar as aplicações
preventivamente no
estádio final de
Trigo
emborrachamento da
cultura, repetindo aos 14
dias ou quando esta
Terrestre: atingir 50% de
Mancha-amarela 100 - 300 florescimento. Fazer a 3ª
(Drechslera tritici- 1,4 a 2,0* 3 aplicação se necessário
repentis) Aérea: após este mesmo
20-50 período. Utilizar as
maiores doses quando
ocorrer maior pressão da
doença ou quando ocorrer
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento desta.
Obs. Adicionar adjuvante a base de óleo metilado de soja, na concentração de 0,25%.
MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção
de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção
do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta
ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação
que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes
velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que
afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do
fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa
deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa
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Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do café: Deve-se utilizar pulverizador costal ou turbo atomizador montado ou
de arrasto, podendo-se utilizar pistola conectada ao pulverizador. Utilizar pontas que produzam jato cônico
vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo.
Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação
desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que
possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades
com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de
trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina
podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no
alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve
permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme
recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa recomendada, utilizar tecnologia(s) e
técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de
ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível.
Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto.
Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do
produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da
embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do
tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-
diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto
a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação
da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do
agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da
bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a
necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas
mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há
homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a
limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos,
ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de
inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando estiver no sentido de alguma cultura ou
organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
Limpeza do pulverizador:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
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Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por
segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de
segurança (dias)
Algodão 30
Amendoim 30
Arroz 40
Aveia 35
Café 50
Cevada 35
Ervilha 20
Feijão 20
Milho 40
Soja 30
Sorgo 40
Trigo 35
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
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(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
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• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3, M03 e G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura e Pecuária(MAPA:
[Link]).
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida TRIDIUM é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Tebuconazol, que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, atividade de
contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupos C3, M03
e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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e: [Link]@[Link]
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• Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
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Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato
respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em
abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade
de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
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Efeitos agudos:
Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: A azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância
também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de
toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o
desempenho reprodutivo. A azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da azoxistrobina foram o
fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos tóxicos incluíram
alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas (em cães 250
mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas alterações histopatológicas, assim como
alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg p.c./dia e em ratos o NOAEL foi
de 21 mg/kg p.c./dia.
Mancozebe: O mancozebe e seu principal metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos para
mamíferos. Em estudo de carcinogenicidade conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um
aumento na incidência de adenomas e carcinomas em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas, no
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entanto, somente na maior dose testada (450 ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que envolve a
interferência no funcionamento da enzima tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos NOAEL de 125
ppm correspondente a 4,8 mg/kg p.c.). Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78
semanas, conduzido em camundongos, foram observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da
tireoide, sem alterações no peso ou na patologia da mesma, e sem alterações nas incidências de tumor
relacionadas ao tratamento na dose de 1000 ppm/dia com NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos adversos
nos parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em ratos e coelhos,
foram observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações cerebrais e
esqueléticas), mas apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de 55 mg/kg
p.c./dia e LOAEL de 100 mg/kg p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 512 mg/kg
p.c./dia). Estes efeitos foram considerados como decorrência da formação do metabólito ETU que promove a
desregulação dos hormônios tireoidianos, os quais são essenciais para o desenvolvimento fetal.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal alvo de toxicidade
do mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis de hormônios
tireoidianos, aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células foliculares da
tireoide) e tumores na tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo de 90 dias o NOAEL
foi de 7,4 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido em estudo de 1 ano foi
de 2,3 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de 90 dias o NOAEL
estabelecido no foi de 18 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 180 mg/kg/dia.
Tebuconazol: Os principais alvos da toxicidade em animais, após exposições repetidas ao tebuconazol, foram
o fígado (indução de enzimas hepáticas e alterações histopatológicas) e as glândulas adrenais (retardo no
crescimento e alterações histopatológicas). O LOAEL estabelecido no estudo de 21 meses em camundongos,
pela via oral, foi de 500 ppm (85 mg/kg p.c./dia), com base na toxicidade hepática.
Em dois estudos de toxicidade de 1 ano em cães, pela via oral, o LOAEL estabelecido foi de 150 ppm (4,4
mg/kg p.c./dia), com base nos achados de hipertrofia nas células da zona fasciculada das glândulas adrenais.
O tebuconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado potencial
cancerígeno em estudos em ratos pela via oral.
Em um estudo de duas gerações em ratos, pela via oral, os parâmetros reprodutivos não foram afetados em
doses de até 1000 ppm (72,3 mg/kg p.c./dia), a dose mais alta testada.
Em estudo de toxicidade ao desenvolvimento embriofetal em ratos, pela via oral, o tebuconazol induziu um
aumento no número de malformações fetais e no número de reabsorção em doses que causaram toxicidade
materna. NOAEL materno (ratos): 10 mg/kg p.c./dia. NOAEL desenvolvimento (ratos): 30 mg/kg p.c./dia
Nos estudos de toxicidade ao desenvolvimento embriofetal em coelhos e em camundongos, pela via oral, a
substância induziu o aumento de perdas pós-implantação e malformações fetais em doses nas quais não foi
observada toxicidade materna. NOAEL materno (coelhos): 30 mg/kg p.c./dia. NOAEL desenvolvimento
(coelhos): 10 mg/kg p.c./dia. NOAEL materno (camundongos): 100 mg/kg p.c./dia. LOAEL desenvolvimento
(camundongos): 10 mg/kg p.c./dia.
SINTOMAS DE ALARME:
Tontura, fraqueza, dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tremores e convulsões.
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t: (19) 3794-5600
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e algas).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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− Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
− Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
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TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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Azoxystrobin should be applied using equipment that ensures good coverage and deposition uniformity, such as spray nozzles that produce a fine to medium droplet size. Applications should be conducted under meteorological conditions that minimize drift. Terrestrial applications should utilize a pressure range from 2 to 4.7 bar for optimal droplet size, with overlap for uniform coverage . The application should be managed according to crop-specific recommendations to prevent over-application and resistance development .
Azoxystrobin is classified in toxicological category 5, indicating it is unlikely to cause acute harm. This classification necessitates the use of personal protective equipment (PPE) during handling to prevent skin contact and inhalation exposure. Operators are advised to use gloves, masks, and protective clothing when managing the substance .
In case of agrochemical spills, isolate and signal the contaminated area, use PPE, and report to local authorities. For spills affecting water bodies, halt water intake for human and animal consumption, and contact relevant environmental agencies. Necessary actions depend on spill magnitude, water body characteristics, and involved product quantity .
Dermal exposure to azoxystrobin could lead to skin irritation. Immediate first aid involves removing contaminated clothing and washing the affected skin area with water and neutral soap for at least 15 minutes. If eye exposure occurs, rinse thoroughly with water for 15 minutes, ensuring lenses are removed if present .
For managing coffee leaf rust (Hemileia vastatrix), it is recommended to apply fungicides at a dosage range of 2.0 to 2.8 kg/ha, with applications starting preventively before the appearance of the disease. Subsequent applications should occur at 60-day intervals, with higher dosages used in areas with severe disease history or favorable conditions for disease development .
Azoxystrobin is rapidly absorbed and metabolized with some sex-related differences. Females produce a greater number of metabolites than males, although absorption, distribution, and excretion profiles are similar. These differences highlight the importance of considering sex as a variable in pharmacokinetic studies, which may affect toxicity and dosage recommendations .
Chronic exposure to azoxystrobin resulted in liver weight changes and altered biochemical parameters, with histopathological changes observed at high doses in rats and dogs. The bile duct was a specific target of toxicity. These findings suggest a potential risk for liver and bile duct damage at high exposure levels, underscoring the importance of adhering to regulatory limits and safe handling practices .
Empty agrochemical containers should undergo triple rinsing immediately after use, ensuring all rinse water is added back to the spray tank. Containers must be punctured to prevent reuse and then stored in a secure location before disposal. Ensure all handling is done with necessary protective equipment to minimize exposure risk. Follow local regulations for waste management .
To ensure effective application of mancozeb, use appropriate spray nozzles that provide thorough crop coverage with uniform deposition. Adjust pressures to produce optimal droplet sizes, and maintain consistent application speeds to reduce variability in pressure. Proper calibration of the equipment ensures uniform application and effective disease control .
To prevent and control target spot (Corynespora cassiicola) in cotton crops, applications should be initiated preventively at the first symptoms or between 40 to 45 days after crop emergence, repeating every 14 days as necessary. Use higher doses in climatic conditions favorable to the disease or when the disease is severe. Rotate with products having different modes of action to prevent resistance .