Universidade Eduardo Mondlane
Faculdade de Direito
Ciência Política e Direito Constitucional II
Tema: Características marcantes da Constituição de 1975 e principais revisões
Discentes: Docentes:
ANTÓNIO, Fernando Pedro Dr. J. Nguenha
CRUZ, Naomi Guerreiro da Dr. P. Ribeiro
MACOMBO, Fernanda Assucena Dra. A. Sambo
MANUEL, Cíntia Lúcia
MONDLANE, Tecy Flávio
PENAZA, Celita Domingos
RAMALHO JR. , Rodrigo
Maputo, 2014
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Índice
Introdução........................................................................................................................................3
Características Gerais da Constituição de 1975...............................................................................4
Aspectos Sociais........................................................................................................................................4
Aspectos Económicos......................................................................................................................4
Aspectos Políticos......................................................................................................................................5
Aspectos de Direito..........................................................................................................................6
Revisão Constitucional....................................................................................................................6
Conclusão........................................................................................................................................8
BIBLIOGRAFIA.............................................................................................................................9
Relatório........................................................................................................................................10
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Introdução
Após dez anos de guerra travada pela Frente de Libertação de Moçambique - FRELIMO contra o
Estado Colonial Português, foi oficialmente proclamada a independência de Moçambique às zero
horas de 25 de Junho de 1975. Com esta proclamação entra em vigor, na mesma data, a primeira
Constituição da República Popular de Moçambique, que permitiu a construção, instauração e
regulação sólida do Estado Revolucionário Moçambicano de inspiração socialista.
Neste âmbito, o presente trabalho debruçar-se-á sobre a Constituição da República Popular de
Moçambique de 1975, especificamente as suas características marcantes e as principais revisões.
O trabalho tem como objectivo geral a melhor percepção da história constitucional de
Moçambique. Tem, ainda, como objectivos específicos, os de analisar o fenómeno do poder
constituinte na formação da primeira Constituição moçambicana e dar a conhecer as
características marcantes e principais revisões da mesma.
Como metodologia de elaboração do trabalho, o grupo baseou-se na pesquisa bibliográfica e
consulta à legislação, em específico a Lei Fundamental aprovada imediatamente após a
independência.
Este trabalho está estruturado da seguinte forma: Capa, Índice, Introdução, Desenvolvimento,
Conclusão, Bibliografia e Relatório.
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Características Gerais da Constituição de 1975
Aspectos Sociais
No que concerne aos aspectos de carácter social, o primeiro governo de Moçambique
independente, teve como um dos focos principais restituir ao povo moçambicano os direitos que
lhes tinham sido negados pelas autoridades coloniais, tais como, o direito à educação, à
protecção, à defesa, à liberdade religiosa, entre outros.
O novo Estado Moçambicano estabelecia a emancipação da mulher, igualando-a ao homem em
direitos e deveres, e de igual modo no campo político, económico, social e cultural. Ou melhor, o
Estado estabelecia um princípio de igualdade para todos os cidadãos, à luz do primeiro parágrafo
do Artigo 17º da Constituição. Assim, as mulheres passaram a ter destaque nas empresas, a
participar na política tendo direito de votar e de ser eleita, com base no Artigo 29º.
O Estado moçambicano garantia outros direitos sociais como o de trabalho, através do Artigo 7º,
a assitência aos cidadãos em caso de incapacidade e na velhice através do Artigo 32º e ainda
protecáo especial aos órfãos e outros dependentes de militantes da Frelimo (Artigo 34º), com
objectivo de garantir a integração e reintegração plena na sociedade e garantir, ainda, a igualdade
social mínima entre os cidadãos, que era o princípio socialista.
No campo educacional, os principais objectivos eram os de combater o analfabetismo e alargar a
rede escolar, de modo a beneficiar mais moçambicanos, em particular as pessoas mais pobres,
como demonstra o Artigo 15º da Constituição da República Popular de Moçambique.
Na área da saúde, encontra-se plasmado no Artigo 16º que “A República de Moçambique
organiza um sistema de saúde que beneficia todo o povo moçambicano” ,assim fica explícito
que o Governo queria garantir assistência à saúde, de igual modo, a todo o povo.
Aspectos Económicos
O Estado moçambicano caracterizava-se como um Estado nacionalista e com economia
centralizada, na medida em que “A terra e os recursos naturais situados no solo e no subsolo,
nas águas territoriais e na plataforma continental de Moçambique são propriedades do Estado.”
(Artigo 8º) e toda actividade económica era controlada pelo Estado, cumprindo com o princípio
socialista.
O Artigo 4º da Constituição elucida que o Estado tinha como objectivo “a edificação de uma
economia independente e a promoção do progresso cultural e social”.
A política económica do Estado centrou-se na questão da liquidação do subdesenvolvimento e na
questão da melhoria das condições de vida do povo trabalhador. O Estado tomou a agricultura
como base da economia, visto que a maioria da população encontrava-se nas zonas rurais, e a
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indústria como factor dinamizador e decisivo. E para atingir esse objectivoo Estado baseou-se
principalmente na força criadora do povo moçambicano e nos recursos económicos do país.
Como já nos referimos anteriormente, o Estado tinha como principal objectivo garantir a
igualdade entre os cidadãos, igualdade esta que tinha sido suprimida pelo Estado Colonial e que
neste caso reflecte-se na distribuição equitativa das riquezas do país. Neste âmbito, “O Estado
promove a planificação da economia, com vista a garantir o aproveitamento correcto das
riquezas do País e a sua utilização em benefício do povo moçambicano” (Artigo 9º).
Aspectos Políticos
Segundo o professor Jorge Miranda, constituir o Estado equivale a dar-lhe a sua primeira
Constituição, a lançar as bases da sua ordem jurídica, a dispor um estatuto geral de governantes e
governados. No nosso país, o poder constituinte, ou seja, o poder de produção de normas
constitucionais, por meio do processo de elaboração com o fim de atribuir legitimidade ao
ordenamento jurídico, estava a cargo da Frelimo. Ao Comité Central da Frelimo competia a
tarefa de modificação da Constituição mas, somente até à criação da Assembleia com poderes
constituintes, como prevê o Artigo 70º da Constituição. Esta Constituição introduziu em
Moçambique um modelo de Estado Centralizado na medida em que os órgãos centrais e locais
do Estado orientavam-se pela ideologia da Frelimo.
Moçambique era um Estado Independente, Soberano e Democrático segundo o Artigo 1º da
Constituição. A soberania traduzia-se na capacidade do Estado por si próprio exercer as funções
legislativa (dada à Assembleia Popular), executiva (que competia ao Conselho de Ministros) e
judiciária (a cargo dos Tribunais) e sancionar os indivíduos que não cumprem as leis através dos
vários Tribunais. Era, também, um Estado independente uma vez que era emancipado, separado
de Portugal e que não lhe estava mais subordinado. Era ainda um Estado de Democracia Popular
(Artigo 2º) em que suprimia a liberdade individual a título de facilitar a perfeita realização da
vontade do povo e em em que todos os cidadãos tinham o direito de votar e ser eleitos, com
excepção dos legalmente privados deste direito, previsto no Artigo 28º. Além de ser popular, a
democracia também era participativa, visto que o povo era ouvido na Assembleia Popular e nas
Assembleias do Povo sobre como construir uma nova sociedade livre da exploração do Homem
pelo Homem e emitia a sua opinião sobre as grandes questões da política interna e externa nas
referidas Assembleias.O Artigo 3º da Constituição elucida que encontravamo-nos num Estado
monopartidário e o único partido que possuia legitimidade era a Frelimo. A Frelimo é que
traçava a orientação política básica do Estado e dirigia e supervisionava a acção dos órgãos
estatais.
O Estado adoptou o princípio da laicidade, plasmado no Artigo 19º da Constituição, no qual
assentava na separação entre o Estado e as confissões religiosas. As confissões religiosas eram
livres na sua organização e no exercício das suas funções e de culto mas deviam conformar-se
com as leis do Estado.A laicidade foi adoptada pelo Estado Moçambicano porque os Estados
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Socialistas eram caracteristicamente laicos e porque a Igreja Católica estava ligada ao
capitalismo e tinha sido o braço direito do Estado Colonial.
Aspectos de Direito
O Artigo 4º ilustra, no seu primeiro objectivo que o novo Estado visava a eliminiação das
estruturas de opressão e exploração coloniais. Neste caso, podemos associar este objectivo à
destruição do aparelho judicial ou da estrutura jurídica portuguesa, banindo as autoridades
tradicionais implantadas por Portugal de modo a garantir uma justiça una e igual para todos uma
vez que, com o Estado Colonial vigoravam dois direitos: consuetidinário e positivo, um para
cada classe social.
O Artigo 62º consagra que a função judicial estava a cargo dos tribunais através do Tribunal
Popular Supremo e dos demais Tribunais determinados na lei sobre a organização judiciária.
Cabia ao Tribunal Popular Supremo, na qualidade de órgão judiciário supremo, a função de
promover a aplicação uniforme da lei por todos os Tribunais ao serviço do povo moçambicano e
garantir o cumprimento da Constituição e de todas as normas legais da República Popular de
Moçambique. Os juízes deviam garantir a justiça e o cumprimento da lei. E no exercício das suas
funções eram independentes.
A Constituição de 1975 integra uma série de direitos e liberades fundamentais, garaidos pelo
Estado, diferentes dos consagrados no Acto Colonial que colocava o Homem moçambicano,
principalmente o negro, numa posição de inferioridade, o que significou um avanço
extremamente importante. O Estado aplicava os princípios da Carta da Organização das Nações
Unidas e da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assim como consta no Artigo 23º da
Constituição.
Revisão Constitucional
Como já foi por nós estudado, as Constituições podem sofrer uma revisão. Tal revisão consiste
em alterar algumas normas, que não podem ser os princípios fundamentais da Constituição.
Através do Artigo 70º da Constituição da República Popular de Moçambique, o legislador, como
acima já referido, vem atribuir competência exclusiva ao Comité Central da Frelimo de alterar a
Constituição, nos seguintes termos “Até a criação da Assembleia com poderes constituintes, a
modificação da Constituição compete ao Comité Central da Frelimo”. Neste âmbito, esta
Constituição sofreu seis alterações, nomeadamente em 1976, em 1977, em 1978, em 1982, em
1984 e em 1986.
A primeira alteração da Constituição consistiu no acréscimo da letra “R” ao §4 do Artigo 69º
que estipulava que “A delimitar este conjunto está uma roda dentada, simbolizando a classe
operária e a indústria, facto dinamizador da nossa economia”. Deste modo, esta disposição
passa a estipular que “A delimitar este conjunto está uma roda dentada, simbolizando a classe
operária e a indústria, factor dinamizador da nossa economia”.
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A segunda alteração, aprovada na 8ª Reunião do Comité Central da Frelimo, foi sobre o Artigo
57º através da qual a Assembleia Provincial passa a ser o mais alto órgão de Estado na Província
e o Governo Provincial o órgão superior executivo do Estado ao nível provincial. Tal disposição
contraria o que estava anteriormente estabelecido, que era a atribuição ao Governo da Província
o cargo de mais alto órgão do Estado na província. Esta alteração foi publicada no Boletim da
República n.º 42, I Série, de 10 de Abril de 1976.Na2ª Sessão do Comité Central da Frelimo foi
aprovada a alteração, publicada no Boletim da República n. °100, I Série, de 30 de Agosto de
1977, sobre Artigo 38º que dispunha o seguinte: “A Assembleia Popular tem um máximo de
duzentos e dez membros. A Assembleia Popular só pode deliberar achando-se presente a
maioria dos seus membros. As deliberações da Assembleia são tomadas por maioria absoluta de
votos dos membros presentes”. Passa, assim, a ter a seguinte redacção: “O número de membros
da Assembleia Popular será fixado em lei Eleitoral. A Assembleia Popular só pode deliberar
achando-se presente a maioria dos seus membros. As deliberações da Assembleia Popular são
tomadas por maioria absoluta de votos dos membros presentes”.
A alteração de 1978 teve maior destaque, pois incidiu maioritariamente sobre os órgãos do
Estado, sua organização, competências, e outros. Esta alteração torna-se pública através da Lei
n°11/78 de 18 de Agosto, que com a alínea b) do seu Artigo 44º retira o poder de modificar a
Constituição ao Comité Central da Frelimo, atribuindo tal competência à Assembleia Popular.
Ainda na referida lei foi retirada, no Artigo 45º, a iniciativa de lei ao Presidente da República e
ao Comité Executivo da Frelimo, contrariamente ao que estabelecia o Artigo 41º da Constituição
de [Link] que diz respeito à organização judiciária, a Lei n°11/78 de 15 de Agosto vem
estabelecer, no seu Artigo 69º, que “Na República Popular de Moçambique a função judicial
exercida através do Tribunal Popular Supremo e os demais tribunais determinado na lei,
subordinando-se à Assembleia Popular”. O princípio da independência dos juízes vem plasmado
no Artigo 73º da referida lei. Seguiu-se em 1982 a aprovação da Resolução n.º 11/82 de 1 de
Setembro, que altera o emblema da República Popular de Moçambique, no Artigo 76º publicada no
Boletim da República, Iª Série, de 1 de Setembro de 1982.
Em 1984, a Lei 1/84 de 27 de Abril vem trazer uma nova redacção no Artigo 77º que definia as cores da
bandeira nacional e aquilo que representam, publicada no Boletim da República n.º 30.º, Iª Série, 4º
Suplemento de 25 de Julho de 1986.A revisão da Constituição no ano de 1986 culminou com a
institucionalização das funções do Presidente da Assembleia Popular e de Primeiro-Ministro,
criados pela 5ª Sessão do Comité Central do Partido Frelimo. A lei 4/86 de 25 de Julho justifica
as alterações dispondo que “ A 5ª Sessão do Comité Central do Parido Frelimo de 30 de Junho a
8 de Julho de 1986, analisou profundamente a situação política, militar, económica e social do
País tendo concluído sobre a necessidade de capacitar os órgãos do Estado para assegurar uma
actividade permanente e eficaz das Assembleias do Povo e do Governo. Neste contexto a 5ª
Sessão do Comité Central concluiu que devem ser criados os cargos de Presidente da
Assembleia Popular e de Primeiro-Ministro.
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Conclusão
A primeira Constituição da República Popular de Moçambique permitiu a construção,
instauração e regulação sólida do Estado Revolucionário Moçambicano de inspiração socialista.
Neste âmbito, o presente trabalho debruçou-se sobre as características do novo Estado
moçambicano implantado pela Frelimo, com uma política fundamentalmente marxista-leninista.
A Constituição de 1975 consagra o Estado moçambicano como um Estado independente,
democrático e soberano. O novo Estado abraçou o socialismo, porque durante a guerra recebeu
bastante apoio da URSS e de outros países de orientação socialista e também como forma de
demonstrar aversão ao sistema capitalista adoptado pelo Estado Colonial português.
De uma maneira geral, pudemos constatar que para formação do Estado moçambicano socialista,
o Governo adoptou medidas de forma a atingir o seu principal objectivo que era o de restituir ao
povo moçambicano os direitos que lhes foram negados pelas autoridades coloniais, acabar com a
exploração do Homem pelo Homem e destruir todas as estruturas de opressão e exploração
colonial. Deste modo, o Governo centralizou a economia, tentou garantir a distribuição
equitativa das riquezas pelo povo, garantiu na Constituição direitos e deveres fundamentais dos
cidadãos que estabeleciam uma relação de igualdade entre os cidadãos (principalmente em
termos de género), introduziu reformas económicas e sociais visando consolidar o socialismo
como modelo de desenvolvimento económico e social, como por exemplo, a nacionalização da
saúde e da educação. A ordem e justiça eram garantidas pelos Tribunais.
A Constituição de 1975 não se encontrava devidamente organizada e o seu conteúdo estava
bastante disperso e de forma implícita. Daí que sofreu várias alterações. Podemos concluir que
este facto deveu-se a inexperiência do novo legislador moçambicano.
O trabalho apresenta-se completo, obedecendo à estrutura prevista na Introdução.
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BIBLIOGRAFIA
Doutrina:
MIRANDA, Jorge, Manual de Direito Constitucional, Tomo II, 6ª Edição, Coimbra Editora,
2007.
Legislação:
Constituição da República Popular de Moçambique de 1975
Lei n.º 11/78 de 15 de Agosto, publicada no BR n.º 97, I Série, Terça-feira, 15.08.1978.
Lei n.º 1/84 de 27 de Abril, publicada no BR n.º 17, I Série, Suplemento de Sexta-feira,
27.04.1984.
Lei n.º 4/86 de 25 de Julho, publicada no BR n.º 30, I Série, 2º Suplemento, Sábado, 26.07.1986.
Fontes não publicadas:
CHIPANGA, António Salomão, Lições Sumárias da disciplina de Direitos Fundamentais
Lencionadas no Ensino Superior.
Sítios da Internet:
MACUÁCUA, Edson, Organização e exercício do Poder Politico no Estado Moçambicano.
Disponível em: [Link]
JULIASSE, Leovigildo Novidades,Reflexões sobre a democracia em Moçambique. Disponível
em: [Link]
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Relatório
Para efeitos de investigação de conteúdo para trabalho foi decido pelo grupo a divisão do
trabalho em subtemas e a sua devida distribuição pelos sete membros. Neste âmbito, a divisão foi
feita da seguinte maneira:
Fernando Pedro António referiu-se aos aspectos sociais concretamente no campo educacional,
da saúde e da emancipação da mulher;
Naomi Guerreiro da Cruz contribuiu com aspectos referentes a política especificamente às
características de Independência, Soberania, Democracia e Laicidade;
Fernanda Macombo referiu-se a aspectos referentes ao direito;
Cíntia Manuel deu o seu contributo quanto as revisões sofridas pela Constituição;
Tecy Mondlane falou sobre os aspectos sociais patentes na Constituição especificamente os
focos principais do Estado moçambicano e os direitos ao trabalho, à assistência aos cidadãos e à
segurança;
Celita Penaza referiu-se à economia; e por último,
Rodrigo Ramalho Jr. referiu-se igualmente a política, em particular a parte que trata sobre o
socialismo, monopartidarismo e às atribuições feitas à Frelimo e ao Comité Central da Frelimo.
Por sua vez, todos os membros do grupo fizeram completamente a parte que lhes foi atribuída.
No momento da compilação de toda a informação e a estruturação do trabalho, todos elementos
do grupo fizeram-se presentes e contribuíram de forma significativa.
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