Protocolo de Atendimento Emergencial Hakuna
Protocolo de Atendimento Emergencial Hakuna
Sumário
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8.18. SITUAÇÕES QUE EVOLUEM PARA ÓBITO 31
9. PROTOCOLO DE EXTRAÇÃO 33
1. Objetivo
2. Aplicação
3. Equipamentos Necessários
com:
MEDICAMENTOS
Fármacos Contexto Volume Quantidade
Protocolo de SCA
Isordil 5mg Sublingual Sindrome Coronariana Aguda 1 cx 20 comprimidos
Acido Acetilsalicilico Sindrome Coronariana Aguda 1 cx 30 comprimidos
Benzodiazepinicos
Diazepam 5mg/dl 2ml Crise convulsiva Ampola 5 unidades
Midazolam Transtorno de Ansiedade e crise 1cx 30 comprimidos
convulsiva
Midazolam 15 mg (5mg/ml) Transtorno de Ansiedade e crise Ampola 10 Unidades
convulsiva
Anti Psicótico
Haldol 5mg Anti-psicótico 1cx 20 comprimidos
Anti-Hipertensivos
Anlodipino 5mg Hipertensão Arterial Sistêmica 1cx 30 comprimidos
Captopril 25mg Hipertensão Arterial Sistêmica 1cx 30 comprimidos
Clonidina 0,100mg ou 0,150mg Hipertensão Arterial Sistêmica 1cx 30 drágeas
Anti Espasmódico
Buscopam Composto ou Tropinal Dor Abdominal ou Cólica 1cx 30 comprimidos
Anti Gases
Simeticona Gases 1cx 30 comprimidos
Analgésicos e Antitérmicos
Codeína 30mg Dor Inespecífica Moderada/Alta 1cx 30 comprimidos
Intensidade
Dipirona 1g Dor Inespecífica de Baixa 1cx 30 comprimidos
Intensidade / Ação Antitérmica
Paracetamol 750mg Dor Inespecífica de Baixa 1cx 20 comprimidos
Intensidade / Ação Antitérmica
Deocil Dor Inespecífica de Moderada/Alta 1cx 20 comprimidos
Intensidade
Analgésico Relexante
Muscular
Ciclobenzapina 5mg Dor Muscular 1cx 30 comprimidos
Anti-Inflamatórios
Arflex 200mg Dor Inespecífica Baixa/Moderada 1cx 20 comprimidos
Intensidade
Spray Inflamatório Ação Antiinflamatório Aerosol 2 Sprays
Anti Diarréico
Imosec Diarreia 1cx 24 comprimidos
Tiorfan Diarreia 1cx 9 cápsulas
Anti Alergico
Desloratadina 5mg Alergia 1cx 10 comprimidos
Prometazina 20mg Alergia Ampola 5 unidades
Fernergan 25mg Alergia 1cx 20 comprimidos
Corticóides
Prednisona 20mg Alergias 1cx 30 comprimidos
Exacerbadas/Anafilaxia/Asma
Betatrinta (Dipropionato de Betasona 5mg/ml + Dor Muscular/Articular de Ampola 10 unidades
Fosfato Dissódico de Betametasona 2mg/ml) Moderada/Alta Intensidade
Inibidores de Bomba de
Próton (Gastrite/Refluxo
Gastroesofágico)
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sinusal
Adenosina 3mg/ml Arritmia / Taquicardia Ampola 10 Unidades
Diltiazem Arritmia cardíaca e HAS Ampola 10 Unidades
Anestésicos
Lidocaína 2% 20ml Anestésico Ampola 3 Unidades
Lidocaína (gel) Anestésico Tubo 3 Unidades
Opióides
Fentanil 0.05mg/ml Intubação Ampola 3 Unidades
Morfina 10mg/ml Dor de alta intensidade Ampola 3 Unidades
Colírios
Anestésico Dor ou procedimento oftalmológico Frasco 1 Unidade
Lubrificante Limpeza e Lubrificação ocular Frasco 1 Unidade
Maxiflox D Infecção ocular (bacteriana) Frasco 1 Unidade
Patanol S Alergias oculares (conjuntivite Frasco 1 Unidade
alérgica)
Hipnótico
Etomidato 2mg/ml Hipnótico de curta duração Ampola 5 Unidades
Bloqueador Neuromuscular
Succinilcolina Intubação Ampola 5 Unidades
Anestésico
Propofol 10mg/ml Anestesia Ampola 10 Unidades
Composto Legendários
Dexametasona 1mg + Orfenadrina 35mg + Dor Crônica de Moderada/Alta Cápsula 100 Unidades
Miloxicam 10mg + Vitamina B12 500mg + intensidade
Cafeína 100mg (Via Oral)
Em caso de ausência de ambulância tipo D (UTI) o veículo presente deverá ser equipado
com os seguintes itens:
Cilindros de oxigênio
Aspiradores de secreções
DEA (Desfibrilador Externo Automático)
Equipamentos de ventilação (dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara)
Kits de imobilização (colar cervical, prancha longa)
Medicamentos de emergência (listados na seção de medicamentos)
4. Revisão de Equipamentos
6. Diretrizes Gerais
Todo paciente atendido pela equipe Hakuna deve ser avaliado conforme o protocolo
XABCDE. Esta abordagem sistemática permite identificar e tratar as ameaças à vida de
forma rápida e eficiente.
X (Exsanguinação)
Identificar e controlar hemorragias externas maciças de forma imediata.
Utilizar técnicas de compressão direta, torniquetes, ou agentes hemostáticos,
se necessário.
Priorizar o controle de grandes sangramentos antes de seguir para a avaliação
das vias aéreas (A)..
A (Airway/Via Aérea):
Avaliar a patência das vias aéreas. Verificar se o paciente está consciente
e se consegue falar.
Em caso de obstrução, realizar manobras de desobstrução como chin lift
ou jaw thrust.
Caso haja suspeita de trauma cervical, imobilizar a coluna cervical e
garantir vias aéreas por meio de cânula orofaríngea ou intubação, se
necessário.
B (Breathing/Respiração):
Avaliar a ventilação observando expansões torácicas, auscultando os
pulmões e medindo a saturação de oxigênio (SpO2).
Se necessário, iniciar oxigenoterapia para manter SpO2 acima de 94%
(acima de 88% em pacientes com DPOC).
Tratar causas como pneumotórax (realizar punção de alívio se
necessário), edema pulmonar agudo (administrar diuréticos e nitratos
conforme indicação), ou crises asmáticas (administrar
broncodilatadores e corticosteroides).
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C (Circulation/Circulação):
Avaliar o pulso, pressão arterial, perfusão periférica e presença de
hemorragias.
Tratar hemorragias externas com compressão direta e torniquetes, se
apropriado.
Administrar fluidos intravenosos, considerando a necessidade de
reposição volêmica ou uso de drogas vasoativas para suporte
hemodinâmico.
Considerar a possibilidade de choque, seja hipovolêmico, cardiogênico,
distributivo ou obstrutivo, e aplicar tratamento conforme o tipo
identificado.
D (Disability/Estado Neurológico):
Avaliar o nível de consciência usando a Escala de Coma de Glasgow (ECG).
Verificar a resposta pupilar à luz e sinais focais neurológicos.
Tratar alterações de glicemia, administrando glicose EV em casos de
hipoglicemia, e proteger as vias aéreas em pacientes com rebaixamento
do nível de consciência.
E (Exposure/Exposição e Controle de Temperatura):
Expor o paciente para uma avaliação completa, verificando lesões ocultas.
Prevenir hipotermia utilizando mantas térmicas, e monitorar a
temperatura corporal para evitar complicações decorrentes do frio.
8. Protocolos Específicos
Cenário: Paciente apresenta dor torácica com características anginosas, como dor
opressiva no peito, irradiada para membros superiores ou mandíbula, associada a
náusea, sudorese ou dispneia.
Ações Imediatas:
Colocar o paciente em posição confortável (semi-Fowler).
Administrar Aspirina 100-300 mg via oral (mastigável), se não houver
contraindicações.
Monitorar sinais vitais, com ênfase em pressão arterial, frequência
cardíaca e SpO2.
Se pressão arterial sistólica > 90 mmHg, administrar Isossorbida 5 mg
sublingual.
Iniciar oxigenoterapia se SpO2 < 90%.
Realizar eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações assim que possível.
Acionar a equipe médica de emergência (code blue), considerando a
possibilidade de Síndrome Coronariana Aguda (SCA).
Planejar remoção urgente para unidade de emergência ou hospital
especializado se indicado.
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Monitoramento Contínuo:
Reavaliar a dor a cada 5 minutos e monitorar continuamente o ECG para
identificar arritmias ou sinais de infarto do miocárdio (STEMI/NSTEMI).
Administrar morfina para controle da dor, conforme necessidade e
avaliação médica.
Ações Imediatas:
Escala de Cincinnati positiva (qualquer um dos itens acima) deve ser tratada
comouma emergência neurológica.
Monitoramento Contínuo:
Cenário: Paciente apresenta sinais de reação alérgica grave, como edema de glote,
urticária, dificuldade respiratória, sibilos ou hipotensão.
Ações Imediatas:
Administrar imediatamente Adrenalina 1 mg intramuscular no vasto
lateral da coxa, repetindo a cada 5-10 minutos conforme necessário.
Iniciar oxigenoterapia com máscara de alto fluxo.
Administrar Prednisona 40 mg via oral e Prometazina 50 mg
intramuscularpara controle da reação alérgica.
Monitorar sinais vitais, especialmente pressão arterial e frequência
cardíaca.
Se houver colapso circulatório, iniciar manobras de ressuscitação
cardiopulmonar (RCP) e considerar uso de adrenalina intravenosa.
Monitoramento Contínuo:
Monitorar a resposta à adrenalina e ao tratamento sintomático,
observando a melhora ou progressão dos sintomas.
Garantir acesso venoso calibroso para administração de fluidos em caso
de choque anafilático.
Planejar remoção para unidade de emergência para monitoramento
prolongado e administração de doses adicionais de adrenalina ou
corticosteroides.
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Ações Imediatas:
Proteger o paciente contra lesões durante a convulsão, posicionando-o
em decúbito lateral (posição de recuperação) e evitando contenção física
excessiva.
Não tentar abrir a boca do paciente ou inserir objetos durante a
convulsão.
Monitorar a duração da convulsão; se a convulsão durar mais de 5
minutos (status epilepticus), administrar Diazepam EV ou Midazolam
intramuscular.
Acionar a equipe médica e planejar remoção para avaliação neurológica,
especialmente se for a primeira convulsão do paciente ou se houver
lesões pós-ictais.
Monitoramento Contínuo:
Após a convulsão, monitorar o nível de consciência, sinais vitais, e
possíveis lesões.
Estar atento a convulsões recorrentes ou sinais de complicações, como
aspiração de conteúdo gástrico.
Ações Imediatas:
Se o paciente estiver consciente e cooperativo, oferecer carboidratos de
rápida absorção (15g de glicose ou suco de frutas).
Se o paciente estiver inconsciente ou incapaz de ingerir líquidos,
administrar glicose intravenosa (50 ml de solução glicosada a 50%).
Monitorar glicemia capilar a cada 5-10 minutos até estabilização.
Monitoramento Contínuo:
Após estabilização da glicemia, monitorar o paciente para recidivas da
hipoglicemia, especialmente em pacientes diabéticos ou em uso de
insulina.
Planejar acompanhamento médico para ajuste de medicações ou dieta,
conforme necessário.
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Cenário: Paciente apresenta sinais de desidratação moderada a grave, como pele seca,
cãibras musculares, tontura, hipotensão ortostática, e diminuição da diurese.
Ações Imediatas:
Avaliar a gravidade da desidratação com base em sinais clínicos e história
do paciente (tempo de exposição ao calor, ingestão de líquidos).
Se o paciente estiver lúcido, incentivar a ingestão de líquidos contendo
eletrólitos (soluções de reidratação oral).
Em casos de intolerância à via oral ou desidratação grave, iniciar
reposiçãovenosa com soro fisiológico 0,9% ou solução ringer lactato.
Monitoramento Contínuo:
Monitorar a diurese do paciente, pressão arterial, e equilíbrio hídrico,
ajustando a reposição de fluidos conforme a resposta clínica.
Observar sinais de hiper-hidratação em pacientes com insuficiência renal
ou cardíaca, evitando sobrecarga hídrica.
Cenário: Paciente apresenta sinais de hipotermia leve a grave, como tremores, confusão
mental, bradicardia, hipotensão, e pele fria ao toque.
Ações Imediatas:
Avaliar a gravidade da hipotermia (leve: 32-35°C; moderada: 28-32°C;
grave: <28°C).
Remover o paciente da exposição ao frio e umidade.
Aquecer o tronco/coração primeiro, usando cobertores aquecidos,
mantas térmicas e, se disponível, aquecedores de ar forçado.
Iniciar reidratação intravenosa com fluidos aquecidos para evitar choque
por hipotermia.
Monitoramento Contínuo:
Monitorar continuamente a temperatura corporal, sinais vitais, e
possíveiscomplicações como arritmias cardíacas ou acidose metabólica.
Evitar manobras bruscas para prevenir arritmias fatais, como fibrilação
ventricular, em pacientes com hipotermia grave.
Planejar remoção imediata para unidade de emergência em casos de
hipotermia grave ou com risco de vida.
1. Clínica:
2. Conduta Imediata:
3. Tratamento:
5. Cuidados Pós-Atendimento:
1. Clínica:
Aranha Armadeira: Dor intensa no local da picada, edema, vermelhidão,
e, em casos graves, sintomas sistêmicos como taquicardia, sudorese,
agitação e dificuldade respiratória.
Aranha Marrom: Sintomas locais como bolhas, necrose e ulceração na
área da picada. Sintomas sistêmicos incluem febre, calafrios, mialgia (dor
muscular) e, raramente, hemólise (destruição de glóbulos vermelhos).
2. Conduta Imediata:
Limpeza do Local: Lavar o local da picada com água e sabão.
Imobilização: Manter o membro afetado em repouso para minimizar a
disseminação do veneno.
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1. Clínica:
Sintomas Locais: Dor intensa no local da picada, vermelhidão, edema.
Sintomas Sistêmicos (em casos graves): Náuseas, vômitos, sudorese,
taquicardia, hipertensão arterial, convulsões, choque anafilático.
2. Conduta Imediata:
Manter a Calma: Acalmar o paciente e evitar que ele se movimente
desnecessariamente.
Limpeza do Local: Lavar o local da picada com água e sabão.
Aplicação de Gelo: Aplicar compressas frias (não gelo diretamente) para
aliviar a dor. Não aplicar compressas quentes.
3. Tratamento:
Soro Antiescorpiônico: Para picadas graves, o soro antiescorpiônico deve
ser administrado em ambiente hospitalar.
Analgésicos e Antihipertensivos: Administrar analgésicos para controle da
dor e antihipertensivos, se necessário, em casos de hipertensão arterial
significativa.
4. Sinais de Alarme para Extração:
1. Definição:
A rabdomiólise é caracterizada pela destruição das células musculares,
que resulta na liberação de mioglobina, potássio, fosfato e outros
componentes celulares na corrente sanguínea. Isso pode causar dano
renal agudo, levando à insuficiência renal.
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2. Sintomas Comuns:
Mialgias (dores musculares intensas).
Fraqueza Muscular.
Urina Escura (devido à presença de mioglobina).
Desidratação: Pode ser grave, levando à hipovolemia (redução do volume
sanguíneo) e choque.
3. Sinais de Insuficiência Renal:
Oligúria (diminuição do volume urinário) ou anúria (ausência de urina).
Hipercalemia (níveis elevados de potássio no sangue), que pode levar a
arritmias cardíacas.
Acidose Metabólica: Acúmulo de ácidos no sangue devido à incapacidade
dos rins de excretar adequadamente os produtos do metabolismo.
Confusão Mental e Letargia: Indicativos de acúmulo de toxinas no sangue.
Prevenção
1. Hidratação Adequada:
Antes do Exercício: Garantir que os senderistas estejam bem hidratados
antes do início da atividade física, especialmente em condições de calor
extremo.
Durante o Exercício: Fornecer hidratação contínua em intervalos
regulares, com pontos de hidratação a cada 3 a 5 km em situações de
calor intenso.
Após o Exercício: Manter a hidratação durante o período de recuperação
para evitar o acúmulo de mioglobina nos rins.
2. Treinamento Progressivo:
Promover um aumento gradual da intensidade dos exercícios para evitar
sobrecarga muscular. Os senderistas devem ser preparados com
treinamento prévio para desenvolver resistência física adequada.
Evitar exercícios muito intensos em condições climáticas adversas (ex.:
calor extremo ou alta umidade), pois essas condições aumentam o risco
de rabdomiólise.
3. Monitoramento dos Participantes:
A equipe Hakuna deve monitorar sinais precoces de fadiga excessiva,
cãibras persistentes ou dificuldades em continuar o exercício. Esses
podem ser indicativos de risco aumentado de rabdomiólise.
Tratamento na Montanha
1. Intervenção Imediata:
Hidratação Agressiva: Administrar líquidos IV de forma agressiva, com
volumes de até 2.000 – 3.000 ml/h, até estabilização hemodinâmica. O
objetivo é diluir a mioglobina no sangue e evitar o acúmulo nos rins.
Correção de Desequilíbrios Eletrolíticos: Monitorar e corrigir níveis
elevados de potássio e fosfato, além de tratar hipocalcemia conforme
necessário.
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Monitoramento Pós-Intervenção
1. Acompanhamento Contínuo:
Mesmo após a estabilização inicial, o senderista deve ser monitorado de
perto. Qualquer piora dos sintomas, como diminuição da produção
urinária ou elevação dos níveis de CK, pode indicar a necessidade de
intervenção adicional ou evacuação.
2. Reavaliação Frequente:
Reavaliar o senderista regularmente para detectar sinais de recuperação
ou agravamento, ajustando o tratamento conforme necessário.
Cenário:Paciente apresenta lesão ocular após trauma, seja por contato com objetos
pontiagudos, pancadas, detritos ou substâncias químicas. Sintomas comuns incluem dor
ocular intensa, lacrimejamento, visão embaçada, sangramento ocular ou perda
temporária de visão.
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1. Ações Imediatas:
Perfuração Ocular:
Queimadura Química:
2. Monitoramento Contínuo:
Monitoramento Pós-Intervenção:
Acompanhar o paciente após a estabilização e garantir que a visão esteja
sendo monitorada adequadamente por um oftalmologista.
Se o paciente apresentar qualquer agravamento dos sintomas (dor
intensa, perda de visão, lacrimejamento contínuo), a remoção para um
hospital especializado deve ser realizada imediatamente.
Cenário: Paciente apresenta mal súbito repentino, caracterizado por desmaio, perda de
consciência, tontura, palidez, sudorese, ou sensação de desmaio iminente. As causas
podem incluir síncope vasovagal, hipotensão, hipoglicemia, ou até eventos cardíacos
como arritmia ou infarto.
Ações Imediatas:
Avaliação Rápida:
Ventilação e Oxigenação:
Posicionamento Adequado:
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Monitoramento Contínuo:
Prevenção de Quedas:
Extração:
Se o episódio de mal súbito for atribuído a uma condição grave (infarto, arritmia, crise
convulsiva, ou hipoglicemia não controlada), planejar remoção urgente para avaliação
hospitalar e tratamento adequado.
Cenário: Paciente apresenta sinais de fratura, como dor intensa localizada, deformidade
visível, incapacidade de movimentar o membro afetado, inchaço, ou presença de fratura
exposta (ossos visíveis).
Ações Imediatas:
1. Imobilização do Membro:
o Imobilizar o membro imediatamente na posição encontrada, utilizando
talas rígidas. Certifique-se de que a imobilização cubra as articulações
acima e abaixo da fratura.
o Em fraturas expostas, cobrir o local com uma gaze estéril ou pano limpo,
sem tentar recolocar o osso no lugar.
2. Controle de Hemorragia:
o Se houver sangramento, aplicar pressão direta ao redor da ferida com
gazes estéreis.
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3. Alívio da Dor:
o Administrar analgésicos de acordo com o protocolo para controle da dor
4. Elevação do Membro (se possível):
o Elevar o membro para reduzir o inchaço, sem causar dor adicional ou
alterar a posição natural da fratura.
5. Avaliação da Circulação, Sensibilidade e Movimento (CSM):
o Verificar se há pulsação distal ao local da fratura, sensibilidade e
capacidade de movimento. Documentar alterações.
6. Redução de Fratura Exposta sem Pulso Distal:
o Caso não haja pulso distal, considerar redução urgente da fratura.
o Medicação para Redução: Administrar Cetamina (Ketamina) para
analgesia e sedação rápida, facilitando a redução segura da fratura.
Monitoramento Contínuo:
Ações Imediatas:
1. Imobilização da Articulação:
o Imobilizar a articulação na posição em que foi encontrada, sem tentar
realinhar ou reposicionar a luxação.
o Usar talas ou faixas para imobilizar a área afetada..
2. Alívio da Dor:
o Administrar analgésicos para controle da dor
3. Elevação do Membro (se possível):
o Elevar o membro afetado para minimizar o inchaço.
4. Redução de Luxação sem Pulso Distal:
o Se não houver pulso distal, proceder à redução urgente da luxação.
o Medicação para Redução: Utilizar Cetamina (Ketamina) para analgesia e
sedação rápida durante o procedimento de redução.
Monitoramento Contínuo:
Ações Imediatas:
1. Imobilização do Membro:
o Aplicar uma bandagem elástica ou crepe ao redor da articulação para
estabilizar a área e limitar o movimento.
2. Aplicação de Compressa Fria:
o Aplicar gelo (envolto em um pano) por 20 minutos a cada 1-2 horas para
reduzir o inchaço e aliviar a dor.
3. Elevação do Membro:
o Elevar o membro acima do nível do coração para reduzir o inchaço.
4. Alívio da Dor:
o Administrar analgésicos e anti-
inflamatóriosMonitoramento Contínuo:
Ações Imediatas:
Preparação
Equipe e Equipamentos:
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Pré-Oxigenação
Pré-Tratamento
Lidocaína (1,5 mg/kg IV) pode ser usada para pacientes com suspeita de
aumento da pressão intracraniana ou em risco de broncoespasmo.
Fentanil (1-2 mcg/kg IV) pode ser administrado para atenuar a resposta à
intubação em pacientes hipertensos ou com aumento da pressão
intracraniana.
Indução e Paralisia
Sedativo de Indução:
Etomidato (0,3 mg/kg IV): Opção preferida por seu início rápido e mínima
depressão cardiovascular. Usado principalmente em pacientes com
instabilidade hemodinâmica.
Midazolam (0,1-0,3 mg/kg IV) ou Propofol (1-2 mg/kg IV) são alternativas,
com propofol sendo mais depressor cardiovascular.
Intubação
Realizar a Intubação:
Confirmação:
Monitoramento Contínuo:
Complicações Potenciais:
Cuidados Pós-Intubação:
Reavaliação e Ajustes:
Realizar ajustes contínuos na ventilação e nos parâmetros do ventilador
para otimizar a oxigenação e a eliminação de CO2, conforme os gases
sanguíneos do paciente ou sinais clínicos.
9. Protocolo de Extração
Cenário:
Indicado para situações em que o paciente necessita ser removido de uma área remota ou de
difícil acesso por veículos terrestres.
Ações Imediatas:
1. Avaliação da Situação:
o Avaliar o estado hemodinâmico do paciente e a gravidade da situação. Ex: Sinais
Vitais
o Verificar o ambiente ao redor para garantir segurança durante a extração.
2. Preparação para Transporte:
o Imobilizar o paciente utilizando dispositivos de restrição do movimento da
coluna disponível conforme avaliação HKN e indicação para transportes (trauma
ou clínico).
o Restrição completa: prancha longa, colar cervical, headblocks e tirantes (mínimo
3; ideal aranha); e talas, se necessário.
o Restrição minimalista: maca envelope ou cesto; ou maca tática.
3. Comunicação:
o Acionar a equipe de apoio terrestre e comunicar a situação ao centro de
atendimento, incluindo localização e estado do paciente.
4. Transporte:
o Utilizar veículos apropriados para o terreno, garantindo que o transporte seja
seguro e estável.
o Durante o transporte, monitorar sinais vitais e o estado do paciente.
5. Transferência no Local de Atendimento:
o Ao chegar ao local de atendimento, realizar uma transferência segura do
paciente para a equipe médica.
Cenário:
Ações Imediatas:
1. Avaliação da Situação:
o Avaliar o estado do paciente e determinar a viabilidade da extração por água.
o Verificar condições do rio (correnteza, profundidade, temperatura) e
equipamentos disponíveis (botes, coletes salva-vidas).
2. Preparação do Paciente:
o Imobilizar o paciente, se necessário, utilizando dispositivos de transporte
adequados.
o Colocar colete salva-vidas no paciente e na equipe de resgate.
3. Comunicação:
o Acionar a equipe de Hakuna Aquamans e comunicar a situação ao centro de
atendimento.
4. Transporte:
o Utilizar bote inflável ou canoa para a extração, garantindo que todos os
membrosda equipe estejam cientes das instruções de segurança.
o Monitorar o paciente durante a viagem, prestando atenção a qualquer alteração
em seu estado.
5. Transferência no Local de Atendimento:
o Ao chegar ao ponto de desembarque, realizar a transferência do paciente para a
equipe médica com segurança.
Cenário:
Ações Imediatas:
1. Avaliação da Situação:
o Avaliar a gravidade do estado hemôdinamico do paciente e determinar a
necessidade de extração aérea.
o Identificar um local seguro para pouso e demarcar a ZPH - Zona de
Pouso de helicóptero
2. Preparação do Paciente:
o Imobilizar o paciente utilizando dispositivos adequados.
o Garantir que o paciente esteja estável para a transferência aérea.
3. Comunicação:
o Acionar a equipe de resgate aéreo e informar sobre a condição do paciente,
localização e necessidade de suporte médico.
4. Transporte Aéreo:
o Acompanhar o paciente durante o voo, assegurando que haja um membro da
equipe Hakuna a bordo para monitorar sinais vitais.
o Manter a comunicação constante com a equipe de solo e o centro de
atendimento.
5. Transferência no Local de Atendimento:
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Antes de abrir uma nova pista ou trilha, é importante considerar os seguintes critérios
desegurança ambiental:
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1. Avaliação do Terreno:
Geografia: Analisar o relevo do terreno para identificar áreas de risco,
como declives acentuados, rochas soltas ou desfiladeiros. Evitar áreas
suscetíveis a deslizamentos ou erosão.
Vegetação: Verificar se há presença de vegetação densa que possa
dificultar a passagem ou esconder obstáculos perigosos, como troncos ou
buracos.
Corpos d'água: Identificar riachos, rios ou lagos no trajeto e verificar a
possibilidade de enchentes repentinas. Pontes ou passarelas devem ser
instaladas quando necessário.
Fauna: Avaliar a presença de animais selvagens e insetos perigosos.
Implementar medidas de segurança, como cercas protetoras ou
repelentes nas áreas de maior risco.
2. Sinalização Adequada:
Sinalização de Perigo: Colocar placas em áreas de risco, alertando sobre
obstáculos, desníveis ou zonas com risco de deslizamento.
Pontos de Descanso: Identificar e sinalizar pontos de descanso seguros
ao longo do trajeto.
3. Condições Climáticas:
Previsão do Tempo: Verificar as condições meteorológicas antes de abrir
a trilha. Em caso de previsões de condições adversas (chuvas fortes,
tempestades ou calor extremo), adiar a abertura da pista.
Proteção Contra o Sol e Calor: Garantir áreas de sombra naturais ou
instaladas para descanso e evitar exposição prolongada ao sol.
Proteção Contra o Frio: Em áreas de frio extremo, criar pontos de
aquecimento ou abrigos temporários onde os participantes possam se
proteger das baixas temperaturas.
4. Acesso à Emergência:
Rota de Evacuação: Planejar e sinalizar rotas de evacuação em caso de
emergência, permitindo acesso rápido a veículos de socorro.
Comunicação: Garantir que toda a área da trilha tenha cobertura de rádio
ou celular para facilitar a comunicação com as equipes de resgate e
apoio.
Revisão Frequente:
Monitoramento Climático:
Treinamento da Equipe
Objetivo
1. Retenção Segura:
Medicamentos que não podem ser mantidos pelos senderistas devem ser
armazenados de forma segura pela equipe Hakuna, em local de fácil acesso, mas
restrito.
Medicamentos de uso controlado devem ser acondicionados em sacos plásticos
identificados e mantidos sob a guarda de um membro designado da equipe
médica.
2. Registro Detalhado:
1. Educação:
Planejamento de Refeições:
Criar opções de refeições que sejam seguras para participantes com condições
especiais como diabetes, doenças cardíacas, renais ou alergias.
A identificação de necessidade e preparação de MREs para senderistas com
alguma restrição é de responsabilidade do realizador do TOP.
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Amado Pai,
Em nossas mãos, colocaste o poder de curar. Como Hakunas, somos instrumentos de Tua
vontade, dedicados a restaurar a alma, o corpo e o espírito daqueles que cruzam nosso
caminho.
Que cada toque nosso traga alívio e esperança, e que nossas palavras ressoem com amor e
compaixão. Fortalece nossos corações para que possamos enxergar a dor do outro e agir com
coragem e sabedoria.
Que sejamos faróis de luz, iluminando a escuridão com a cura que oferecemos. Em cada vida
que tocamos, que Tua presença se faça sentir, e que a transformação comece através do nosso
servir, que a montanha nos coloque em um novo nível de AMOR, HONRA E UNIDADE.
AMÉM!