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Bocha Adaptada: Inclusão e Competição

A bocha adaptada é um paradesporto que requer técnica e precisão, onde o objetivo é lançar bolas coloridas o mais próximo possível da bola branca, com competições em diferentes formatos e classificações para atletas com deficiência motora. A modalidade, que surgiu na década de 1970, é inclusiva e promove a socialização e qualidade de vida dos participantes, sendo reconhecida oficialmente nas Paralimpíadas desde 1984. O Brasil tem se destacado na bocha adaptada, conquistando medalhas em diversas edições dos Jogos Paralímpicos.
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Bocha Adaptada: Inclusão e Competição

A bocha adaptada é um paradesporto que requer técnica e precisão, onde o objetivo é lançar bolas coloridas o mais próximo possível da bola branca, com competições em diferentes formatos e classificações para atletas com deficiência motora. A modalidade, que surgiu na década de 1970, é inclusiva e promove a socialização e qualidade de vida dos participantes, sendo reconhecida oficialmente nas Paralimpíadas desde 1984. O Brasil tem se destacado na bocha adaptada, conquistando medalhas em diversas edições dos Jogos Paralímpicos.
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Foto: [Link].

br

Bocha
Entenda

A bocha adaptada, assim como a prática convencional, demanda técnica, controle motor,
inteligência e precisão. O objetivo é lançar as bolas coloridas (azul ou vermelha) de maneira que fiquem o
mais próximo possível da bola branca. Quanto mais bolas coloridas a equipe conseguir colocar próximas a
branca, maior será a pontuação.

A quadra possui 6m de largura por 12.5m de


comprimento. As bolas são feitas de fibra sintética e
revestidas com couro, pesam 280 gramas, não quicam e
são brancas, azuis e vermelhas. As competições podem
ser por equipe (seis rodadas), em duplas ou individual
(ambas com quatro rodadas).

A disputa é iniciada quando o primeiro atleta,


Bolas de bocha . Disponível em: < aquele que será o responsável pelas bolas vermelhas
[Link]
obrigatoriamente, lança a bola alvo (branca) e em
seguida uma de suas bolas. Depois o adversário lança
uma bola azul. Os atletas se intercalam, arremessando as bolas coloridas, até que todas tenham sido
jogadas. A pontuação só é contabilizada após finalizada a rodada, isto é, quando todas as seis bolas de
cada equipe já foram lançadas. O final da partida ocorre com o término de todas as rodadas. Ganha quem
somar mais pontos.

A bocha é um paradesporto que se destina a atletas com déficit motor decorrentes de paralisia
cerebral ou outras causas, como acidente vascular cerebral e distrofia muscular progressiva, por exemplo.
Como os graus de limitação variam, existem quatro classificações para que as disputas sejam justas: BC1,
BC2, BC3 e BC4.

Nas duas primeiras os atletas são, necessariamente, paralisados cerebrais. Na terceira podem ter
paralisia cerebral ou outro comprometimento e na BC4 possuem outras complicações.

A classe BC1 é composta por atletas que arremessam as bolas com as mãos ou pés e possuem um
assistente que fornece a bola e ajeita a cadeira de rodas; na classe BC2 o déficit é menor e a bola é lançada
apenas com as mãos; a BC3 é a com maior comprometimento e os competidores precisam de
instrumentos que o ajudem a lançar a bola à quadra (calhas e capacetes), além do calheiro; a BC4 é similar
a BC2 só que os atletas não são paralisados cerebrais.

Essa modalidade é considerada uma das mais inclusivas por possibilitar a participação de atletas
que não conseguiriam praticar nenhum outro paradesporto. A partir de sua prática, tanto em nível
competitivo quanto recreativo, o deficiente socializa-se, supera-se e melhora, consequentemente, a sua
qualidade de vida.

História mundial

Como se trata de um jogo, a origem da bocha não é bem definida. Existem tradições inventadas
acerca da origem na Grécia Antiga, onde pedras eram jogadas em direção a um alvo. Outra narra que foi
no Império Romano que surgiu uma modalidade precursora: o boccie. Este foi se desenvolvendo e levado a
outros países e, na França do início do século XX, surgiu a petanca. Evidentemente são reforços de uma
origem remota pouco confiáveis tendo em vista a existência de uma lacuna temporal de milénios.

Hoje a petanca possui federações, campeonatos e é oficialmente regulamentada na França, porém


tais características são restritas ao próprio país. Embora possa ser considerada esporte especifico de um
país, essa prática de modo geral ainda é considerada um jogo.
No caso da petanca, bolas metálicas devem ser lançadas para
que fique o mais próximo possível de uma bola de madeira (em
outros países as bolas são feitas de materiais diversos). A bocha
(do latim bottia = bola), sem dúvida, possui influências dessa
prática francesa e atualmente também é reconhecida como
esporte, mas como alertado somente na própria Itália.

A prática adaptada só foi pensada na década de 1970,


assim como vários outras modalidades paradesportivas, nos
países nórdicos. Primeiramente com o objetivo de lazer e
Bolas de Petanca. Disponível em: <
[Link] inclusão de paralisados cerebrais com comprometimento motor
severo e necessidade do uso de cadeira de rodas. Um pouco
depois, outras complicações, também com déficit motor, foram inseridas como categorias da modalidade.

Tal prática passou pelo processo de esportivização e a Cerebral Palsy International Sports and
Recreation (CPISRA) tornou-se o órgão responsável por instituir as regras do paradesporto. Deve-se
ressaltar que a organização mundial deste esporte adaptado supera a da própria prática do bocha
convencional, tendo em vista que somente o primeiro é disputado em um megaevento olímpico e tem
torneios mundiais reconhecidos.

O primeiro campeonato que ocorreu foi na Dinamarca,


em 1982, foi no V Jogos Mundiais de Paralisia Cerebral. Já em
1984, menos de 2 anos após a realização do primeiro evento
competitivo, tornou-se um esporte paralímpico.

Atualmente, são quatro campeonatos internacionais de


destaque. Estes ocorrem, cada um em um ano, totalizando,
então o período de quatro anos (ou seja, um ciclo olímpico):
Campeonato Europeu/Parapan-Americano, Campeonato
Mundial, Copa do Mundo e Paralimpíadas.
Atleta de bocha adaptada com capacete, calha e calheiro.
Disponível em: <
São mais de 50 países que têm praticantes desse [Link]
paradesporto que se destaca, principalmente, por seu caráter /[Link]>
altamente inclusivo.

Trajetória paralímpica

Os Jogos Paralímpicos é um evento consolidado no cenário esportivo mundial, considerado o


segundo maior espetáculo do mundo, perdendo apenas para as próprias Olimpíadas. Ainda assim, muitas
pessoas confundem o significado da palavra paralímpica, associando-a a paraplegia, quando, na verdade, a
definição correta é (Paralela aos Jogos Olímpicos).

Em 1984 os Jogos Paralímpicos ocorreram em Nova Iorque, foi nesta ocasião que a bocha estreou
no evento. Uma situação que reflete o espírito inclusivo da modalidade é o fato de que em sua primeira
participação nos Jogos, esta já teve a participação de atletas de ambos os gêneros. Visto que
historicamente a participação feminina nos esportes quase sempre é tardia em relação aos homens, é um
feito notório, sem dúvida. Neste ano a disputa por medalhas ficou entre a Dinamarca, os EUA, a Grã-
Bretanha e o Canadá nas classes C1 e C2 no masculino e também no feminino; a exceção foi na disputa por
equipes, na qual Portugal conquistou a medalha de ouro.
Nos Jogos de Seul (1988), não ocorreu divisão entre homens e mulheres nas categorias, logo, a
disputa foi mista tanto no individual quanto por equipes, nas classes C1 e C2. O selecionado da Coreia do
Sul e Portugal foram os destaques desta edição, medalhando nas duas categorias individuais e por equipes.

Em Barcelona (1992) a maneira com que as disputas ocorreram seguiu o mesmo padrão do evento
anterior no que se refere a categorias e classes. O diferencial nos Jogos de Barcelona foi os acontecimentos
no campo político. Com a desintegração da Iugoslávia e da União Soviética (URSS), ambas ocorridas no
início da década de 1990, os atletas que compunham os mesmos, figuraram na Paralimpíada
representando os Participantes Paraolímpicos Independentes (PPI) e a Comunidade dos Estados
Independentes (CEI). Porém, quem compôs o pódio da bocha adaptada foram a Espanha, os EUA e a
Dinamarca na classe C1, respectivamente nesta ordem. Na classe C2 houve um domínio dos coreanos que
conquistaram a medalha de ouro e de bronze, já a prata ficou com o atleta português Fernando Costa. Por
equipes, os vencedores foram os atletas selecionados da Espanha, o segundo lugar ficou com a Dinamarca,
seguida pela Irlanda.

O processo de espetacularização, que atingiu o esporte a partir de 1990, ficou perceptível também
nos Jogos Paralímpicos de Atlanta (1996). Prova disso foi a alta no número de espectadores durante o
evento, mais de 300 mil. Fator importante que favoreceu tal desenvolvimento foi a procura de grandes
empresas interessadas em patrocinar o evento. A bocha estava presente neste episódio, desta vez, com o
acréscimo de duas categorias, C1 Wad no individual e em pares, esta classificação atualmente é conhecida
por BC3. Países já conhecidos no esporte dominaram as disputas, Coreia, Espanha e Portugal conquistaram
os primeiros lugares.

Em Sidney (2000), os EUA perderam o primeiro lugar no quadro de medalhas geral para os donos da
casa. Mas, nem os EUA e nem a Austrália conquistaram medalhas na bocha adaptada. A Espanha
conquistou cinco medalhas nesta edição, entretanto nenhuma de ouro. Os primeiros lugares foram
conquistados na classe BC1 pela Irlanda, BC2 pela Grã-Bretanha, BC3 por Portugal, na disputa em pares
BC3 a Irlanda foi vitoriosa e por equipes, pela primeira vez nesta categoria, os coreanos obtiveram o
primeiro lugar.

A participação de atletas na categoria BC4 foi autorizada nos Jogos de Atenas (2004). Os países já
tradicionais no esporte continuaram em destaque, com poucas alterações, a novidade foi o selecionado de
Hong Kong que levou a medalha de ouro na recém autorizada categoria BC4 individual e em pares.

Na edição realizada em Pequim (2008), os anfitriões se consolidaram como potência paralímpica,


pois obtiveram o primeiro lugar isolado no quadro de medalhas, foram 211, mais do que o dobro da
segunda colocada, a Grã-Bretanha, que encerrou a competição com 102 medalhas. Na bocha adaptada, a
surpresa ocorreu na categoria BC4: o Brasil surpreendeu e conquistou a sua primeira medalha de ouro na
modalidade, individual e em pares. Nas outras categorias pouca coisa mudou, Portugal, Hong Kong e
Coreia conquistaram os primeiros lugares, com poucas alterações nos segundos e terceiros lugares
também.

A realização dos jogos em Londres (2012) entrou para a história por ter a maior participação de
atletas e de países em uma Paralimpíada, foram 165 países e 4.200 paradesportistas. O Brasil, que já tinha
surpreendido na edição anterior, desbancou países tradicionais na bocha, como Portugal, China e Grã-
Bretanha, sagrando-se a seleção com mais medalhas de ouro na modalidade. As conquistas foram na
categoria BC2, BC4 e BC4 em duplas. Outra surpresa foi a Tailândia que conquistou o ouro na categoria BC1
e por equipe.

Sendo um jogo de estratégia, que requer planejamento e elevado nível de habilidade, a bocha
adaptada promete partidas disputadíssimas na próxima edição dos Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro
(2016).
Fez história

A Espanha conquista o seu espaço no paradesporto desde as Paralimpíadas de Atlanta (1996), na


qual sagrou-se campeã na categoria mista C1-C2. Quatro anos depois, na edição seguinte, em Sydney
(2000), obteve a prata. Apesar das colocações anteriores, a seleção espanhola apresentou um declínio no
ano de 2004, ao descer um degrau do pódio, com a medalha de bronze. Repetindo a mesma colocação nos
Jogos Paralímpicos em Pequim (2008). Em Londres (2012), na categoria mista C1-C2, não obteve medalha.
No Campeonato Europeu, na cidade portuguesa de Póvoa, no ano de 2013, ficou em quarto lugar geral,
repetindo o mesmo resultado em 2015, no Europeu realizado em Londres.

Potência paralímpica

Se destacando nessa modalidade, a Coreia do Sul vem apresentando grandes resultado nas últimas
disputas, tanto masculinas quanto femininas. Como o excelente resultado obtido no Campeonato da Ásia e
Oceania, o qual foi disputado em Hong Kong no mês de junho de 2015, vencendo a disputa em duplas BC3.
Este ótimo desempenho garantiu a seleção do país oriental uma vaga para a modalidade da bocha
adaptada nos Jogos Paralímpicos que ocorrerão no Rio de Janeiro (2016).

De olho neles

Integrante do selecionado da Grã-


Bretanha, Nigel Murray, nascido no ano de
1964, na cidade onde mora até hoje, Royal
Leamington Spa, Inglaterra, afirma estar se
esforçando e preparando da melhor forma
possível para os Jogos do Rio (2016). O seu
currículo é longevo: foi medalhista de ouro, na
categoria BC2, nos Jogos Paralímpicos de
Sydney (2000), porém, só chegou às quartas de
final, nas Paralimpíadas em Atenas (2004). Mas

para aqueles que acreditavam na sua


Paratleta Nigel Murray recebendo a intitulação Order of the British Empire.
Disponível em: <[Link]
decadência esportiva, surpreendeu, obtendo o
pendleton-stella-mccartney-alistair-brownlee/>
seu melhor desempenho nas Paralimpíadas de
Pequim (2008), onde conquistou a prata no individual e o ouro na competição por equipe. No Campeonato
Europeu, em 2009, obteve a terceira colocação e no ano seguinte, no Campeonato Mundial, subiu para o
segundo lugar. Nas Paralimpíadas de Londres (2012) conquistou a medalha de bronze, na categoria de
equipe BC1-2. Em 2013 alcançou um grande mérito em reconhecimento a sua carreira de paratleta,
quando foi titulado com a comenda da Order of the British
Empire, por serviços prestados à bocha. Tal título também
foi conferido a nome de destaques como: Gilberto Freyre
(1971), Edison Arantes do Nascimento – Pelé (1997),
Steven Spielberg (2001), Bono Vox (2007) e Angelina Jolie
(2014).

Atualmente (2015) foi eleito o atleta do ano pelo


Comitê Paralímpico Internacional, devido à conquista de
duas medalhas de ouro, na Continental Cupp Boccia, na Paratleta Nigel Murray, atual campeão europeu. Disponível em:
<[Link]
qual enfrentou o atleta da Espanha – com uma vantagem abril-0>
de 10 a 1 –, sagrando-se campeão individual da categoria
BC-2.
Fazendo a diferença na inclusão por meio do esporte em todo Brasil

Sendo um dos esportes exclusivamente paralímpicos (não tem nenhum símile nos jogos olímpicos),
ao lado do goalball, a bocha adaptada é também conhecida por seu potencial inclusivo, além de promover
a qualidade de vida e integração social. A modalidade chegou ao Brasil em 1995. Foi através do incentivo
de um grupo de professores de Educação Física que dois atletas do atletismo aceitaram participar na bocha
adaptada nos Jogos Parapan-Americanos de Mar Del Plata, na Argentina. A ideia era que na sequência
fosse possível implantar o esporte no Brasil, ajudando a atender a demanda de um segmento populacional
muito específico, mesmo em se tratando de pessoas com necessidades especiais. Para surpresa de muitos,
os dois atletas conquistaram o primeiro lugar em duas categorias diferentes.

1996. Curitiba teve papel fundamental no fomento e popularização do esporte, devido à grande
iniciativa do professor de Educação Física Ivaldo Brandão Vieira, na época diretor técnico da Associação
Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE). Foi por meio deste que os primeiros passos rumo à
consolidação da modalidade em território nacional foram dados. Um dos obstáculos nessa trajetória foi o
material necessário para a prática, pois cada atleta deveria ter o seu kit pessoal e poucos tinham condições
financeiras para adquiri-lo, outra dificuldade era o deslocamento de suas residências até o local adequado
para a prática do esporte. E mesmo com o forte apoio institucional, tais dificuldades se estendem até os
dias atuais. Porém, essas barreiras foram e estão sendo ultrapassadas. A ANDE foi pioneira e lançou o
projeto “Boccia para Portadores de Paralisia Cerebral Severa”, a iniciativa foi no estado do Paraná e se
estendeu, na sequência, até Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Em alguns
anos, campeonatos regionais e brasileiros começaram a ocorrer, além de outras competições de fomento.
Como já era esperado, devido a boa aceitação do esporte no Brasil e o empenho de atletas e pessoas
envolvidas com a modalidade, foi uma questão de tempo para que o país começasse a ser representando
em competições internacionais, como Jogos Paralímpicos e Mundiais. Mesmo como estreante na
modalidade, o selecionado nacional passou a figurar entre os melhores: foram, por exemplo, duas
medalhas de ouro e um terceiro lugar nas Paralimpíadas de Pequim (2008), conquistadas pelos atletas
Dirceu Pinto e Eliseu Santos, respectivamente. Na cidade de Lisboa, onde ocorreu o Mundial de Bocha em
2010, o primeiro lugar na categoria BC4 também foi ocupado pelos mesmos atletas brasileiros.

Atualmente a bocha adaptada é praticada em todas as regiões do país, possibilitando que pessoas
com alto grau de comprometimento motor possam praticar o esporte de alto rendimento. A seleção
brasileira está sob o comando do Darlan Ciesielski Junior, graduado em Licenciatura Plena em Educação
Física pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), além de ter várias especializações na área. Ciesielski
tem feito um ótimo trabalho no treinamento dos atletas que compõe o selecionado brasileiro e
contribuído de várias maneiras para o continuo desenvolvimento do esporte no país.

Nosso Destaque

Premiado como melhor atleta da modalidade em


2014 – como cita o site O Globo – Maciel Souza dos Santos,
nascido na cidade cearense de Crateús, no ano de 1985, joga
na categoria BC2. Paraplégico cerebral desde que nasceu, foi
introduzido no paradesporto logo cedo, aos 11 anos e aos 14
anos já mostrava domínio estratégico e determinação,
representando o Brasil em algumas competições
internacionais. Um momento importante para Maciel foi a
Paralimpíada de Londres (2012), quando ganhou a medalha
de ouro e ajudou o Brasil a quebrar o seu próprio recorde de
Paratleta de Bocha Maciel Santos. Disponível em: medalhas, superando as Paralimpíadas de Pequim (2008),
<[Link]
onfiante-veterano-da-bocha-mantem-foco-e-preparacao-para-o-
onde havia obtido 16 medalhas de ouro, atingindo agora 17
[Link]> medalhas, graças ao seu feito. Suas conquistas o tornaram o
principal destaque da seleção brasileira. A modo de exemplo, seguem algumas delas: bronze no individual
e prata no coletivo no Mundial de Pequim em 2014; no Parasul- Americano, em Santiago, foi campeão
tanto individual quanto em equipe; e é heptacampeão brasileiro individual no Défi Sportif Altergo, (evento
internacional para deficientes realizado no Canadá). No Parapan-Americano em Toronto (2015), também
foi responsável pelo ouro da equipe brasileira, além da vitória individual. A confiança e segurança que
Marciel passa para os torcedores, só aumenta a expectativa do esperado ouro nos Jogos Paralímpicos no
Rio (2016).
Para saber mais

[Link]
<[Link]

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO PARA DEFICIENTES


<[Link]

BISFED
<[Link]

BOCCIA ENGLAND
<[Link]

BOCCIA INTERNATIONAL SPORTS FEDERATION


<[Link]

BOCCIA SOUTH AUSTRALIA


<[Link]

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


<[Link]

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PÉTANCA


<[Link]

GB-BOCCIA
<[Link]

INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE


<[Link]

MELLO, M.C.; WINCKLER, C. Esporte Paralímpico. São Paulo: Editora Atheneu, 2012.

PARALISIA CEREBRAL – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO


<[Link]

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