Questões de Ginecologia e Obstetrícia 2024
Questões de Ginecologia e Obstetrícia 2024
Mulher, 36 anos de idade, primigesta, obesa, comparece à consulta para método de escolha contraceptiva.
Encontra-se em novo relacionamento sexual, e não pretende engravidar nos próximos 3 anos. Refere ter
esteatose hepática não alcoólica, e encontra-se em acompanhamento com hepatologista, sem necessidade de
medicações. Apresenta ciclos menstruais irregulares e acne, e preferiria ter ciclos regulares. A opção
contraceptiva mais adequada é
A DIU hormonal.
B implante subcutâneo.
C injetável trimestral.
D injetável combinado.
E DIU de cobre.
Mulher, 26 anos de idade, profissional do sexo, dá entrada em pronto-socorro com dor tipo cólica
suprapúbica de moderada intensidade e sangramento genital discreto. DUM: há 6 semanas. Uso irregular de
preservativo. 2G1P normal 1A provocado. Refere ISTs prévias com tratamentos adequados. Faz uso de
PREP devido a exposição de risco. Ao exame: bom estado geral, hidratada, FR: 20 irpm, FC: 98 bpm, PA: 90
× 50 mmHg. Abdome doloroso à palpação, sinal de Laffont positivo. Especular: pequena quantidade de
sangramento acastanhado coletado em fundo vaginal. Toque vaginal: colo grosso, posterior, impérvio
amolecido, doloroso. O diagnóstico mais provável, dentre as opções abaixo, é:
A abortamento em curso.
D ameaça de aborto.
Uma tercigesta com doze semanas, um parto normal e um abortamento anterior apresenta glicemia de jejum
de 112 mg/dL. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
B Deve ser realizada a curva glicêmica com 75 g para confirmação do diagnóstico de diabetes
gestacional.
C Trata-se de diabetes gestacional, sendo indicado o início do tratamento comportamental, com dieta e
atividade física.
D Trata-se de overt diabetes, sendo indicado o início do tratamento comportamental, com dieta e
atividade física.
A Teste não-treponêmico reagente e teste treponêmico não reagente pode significar cicatriz sorológica.
B Na gestante com sífilis latente pode-se prescrever ceftriaxona 2 gramas endovenoso por 7 dias.
C O tratamento alternativo da sífilis primária é com doxiciclina 100mg 12/12 horas por 7 dias.
D A sífilis latente tardia é tratada com benzilpenicilina 1,2 milhão UI endovenoso semanal por 5
semanas.
Foi realizada uma atualização das diretrizes do Ministério da Saúde para o atendimento de pacientes vítimas
de violência sexual. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta os procedimentos
que, após essa atualização, devem ser seguidos durante o atendimento inicial em um serviço de saúde.
A Aguardar a paciente se recuperar do trauma antes de qualquer intervenção médica ou coleta de dados
B Realizar somente o exame físico, sem preocupação imediata com a coleta de histórico ou de dados
específicos sobre a violência
D Efetuar uma avaliação inicial para trauma extragenital, realizar uma anamnese detalhada, realizar um
exame físico completo, incluindo ginecológico e urológico, iniciar profilaxia para IST/AIDS e hepatite B, e
realizar contracepção de emergência dentro de setenta e duas horas
Paciente masculino 19 anos, procura o pronto-socorro com queixa de corrimento Uretral. Entre os esquemas
terapêuticos abaixo, o mais indicado para este paciente é
A Ciprofloxacino.
B Ciprofloxacino + Azitromicina.
C Ceftriaxona.
D Ceftriaxona + Azitromicina.
Questão 7 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Uma paciente de 45 anos de idade queixa?se de urgência miccional, associada à incontinência urinária e à
noctúria, com episódios esporádicos de enurese noturna. Nega disúria, polaciúria ou sensação de
esvaziamento incompleto. Realizou estudo urodinâmico, que revelou pressão de perda de 140 mmHg e
presença de contrações involuntárias do detrusor. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que
apresenta o diagnóstico mais provável.
A bexiga hiperativa
B bexiga neurogênica
B pressão subpúbica, retenção urinária noturna, piora da dor após micção e urgeincontinência.
C dor uretral, polaciúria, incontinência urinária aos peque- nos esforços e resíduo elevado pós-
miccional.
Primípara puérpera teve parto vaginal há 1 semana. Gostaria de fazer uso de método contraceptivo. Está em
aleitamento materno. O método contraceptivo que deve ser prescrito para ela, dentre as opções abaixo, é
A DIU hormonal.
B implante subcutâneo.
C DIU de cobre.
D injetável mensal.
Paciente de 45 anos e diagnóstico de câncer de mama esquerda, foi submetida a quadrantectomia e pesquisa
de linfonodo sentinela. O estadiamento pós-cirúrgico foi T1; N0; M0. O exame anatomopatológico revelou
carcinoma ductal invasor sem expressão para receptor de estrogênio, progesterona e HER-2. Qual é o
tratamento adjuvante mais adequado?
C Inibidor de aromatase.
A Durante o 1º período, o exame de toque vaginal deve ser realizado a cada duas horas no trabalho de
parto que evolui fisiologicamente.
B Durante o 1º período, o exame de toque vaginal deve ser realizado a cada 4 horas no trabalho de parto
que evolui fisiologicamente.
C Durante o 1º período, o exame de toque vaginal deve ser realizado a cada hora no trabalho de parto
que evolui fisiologicamente.
D Durante o 2º período, o exame de toque vaginal deve ser realizado a cada 15 minutos no trabalho de
parto que evolui fisiologicamente.
E Durante o 2º período, o exame de toque vaginal deve ser realizado a cada 30 minutos no trabalho de
parto que evolui fisiologicamente.
Uma paciente de dezesseis anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 36 semanas e dois dias, deu
entrada no pronto-atendimento em estado pós-comicial. Acompanhante refere que estava assistindo à novela
quando passou a convulsionar (tempo decorrido da convulsão até chegada no pronto-atendimento em torno
de 25 minutos). Não tem antecedentes prévios de epilepsia. Acompanhamento insuficiente no pré-natal, que
se iniciou tardiamente (26 semanas), realizando apenas duas consultas. Ao exame físico: torporosa; não
contactante; Glasgow 11; PA de 196 x 121 mmHg; edema 4+/4; altura uterina de 28 cm; BCF 96 bpm;
dinâmica uterina ausente; e tônus uterino normal. Ao toque vaginal, colo posterior, grosso e impérvio.
Cardiotocografia mostra frequência cardíaca fetal bradicárdica de 92 bpm, com variabilidade de 5 bpm,
ausência de acelerações transitórias e sem desacelerações. A conduta nessa situação hipotética deverá ser
A sulfato de magnésio 2 g IV em bólus lento (dose de ataque), seguido de sulfato de magnésio 1 g/h
(dose de manutenção) e indução do trabalho de parto, uma vez que a vitalidade fetal está adequada.
B sulfato de magnésio 4 g IV em bólus lento (dose de ataque), seguido de sulfato de magnésio 4 g/h
(dose de manutenção), internação para compensação clínica materna e aguardar o termo para a interrupção da
gestação.
C sulfato de magnésio 8 g IV em bólus lento (dose de ataque), seguido de sulfato de magnésio 0,5 g/h
(dose de manutenção) e interrupção da gestação.
D dose de ataque de sulfato de magnésio 4 g IV em bólus lento (dose de ataque), seguido de sulfato de
magnésio 1 g/h (dose de manutenção) e interrupção da gestação.
C Terapia estroprogestativa na mulher acima de 65 anos traz benefícios cardiovasculares além do efeito
positivo nos ossos.
A adenomiose
Uma gestante de quarenta semanas, quartigesta, com três partos normais anteriores, foi internada para
indução do trabalho de parto. Ao ser admitida no centro obstétrico, apresentava vitalidade fetal preservada,
comprovada por cardiotocografia. O exame obstétrico mostrou altura uterina de 34 cm, dinâmica uterina
ausente, BCF de 136 bpm, toque vaginal com colo amolecido, posteriorizado, esvaecido 20%, dilatação de 4
cm, apresentação cefálica alta e móvel, em plano –2 de De Lee e bolsa das águas íntegra. Com base nesse
caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o diagnóstico mais provável e
a conduta a ser adotada.
A índice de Bishop 1, preparo do colo com misoprostol e indução com ocitocina se Bishop > 6
B índice de Bishop 2, preparo do colo com misoprostol e indução com ocitocina se Bishop > 6
C índice de Bishop 3, preparo do colo com misoprostol e indução com ocitocina se Bishop > 6
D índice de Bishop 4, preparo do colo com misoprostol e indução com ocitocina se Bishop > 6
F ANULADA
Paciente, 60 anos, menopausa há 10 anos, sem terapia hormonal. Nega uso de medicamentos ou
comorbidades. Refere sangramento genital em pequena quantidade. Realiza histeroscopia sem achados
anormais na cavidade endometrial e a biópsia, representativa, é de atrofia endometrial. Qual é a conduta
adequada?
D Ablação endometrial.
Paciente de 23 anos, vida sexual com uso de preservativo, ciclos menstruais regulares. Realiza exame
ginecológico com achado de tumoração anexial direita, móvel e indolor. Exame ultrassonográfico
complementar identifica tumoração ovariana de 6 cm compatível com diagnóstico de teratoma. A
ooforoplastia direita prevenirá qual das seguintes explicações?
A Degeneração maligna.
B Sangramento.
C Infertilidade.
D Torção.
Uma menina de dezesseis anos de idade está preocupada porque, diferentemente de suas amigas, ainda não
apresentou menstruação. Ela possui fenótipo feminino, apesar da genitália ser levemente infantilizada, o que
a dificulta a ter relações sexuais. Procurou um ginecologista, que solicitou uma beta-hCG, uma
ultrassonografia pélvica e uma dosagem de FSH. O primeiro mostrou-se negativo, o segundo revelou a
presença de útero tópico de 20 cm³ de volume e o terceiro apresentou valor sérico de 40 mUI/ml. Com base
nesse caso hipotético, é correto afirmar que:
Mulher, 23 anos, atleta profissional de atletismo apresenta fratura de stress tibial. Refere que se encontra em
amenorreia há 2 anos. Nuligesta, em uso de preservativo como contraceptivo. Teste de gravidez negativo. Na
avaliação da fratura observou-se que apresenta baixa densidade mineral óssea. Além do tratamento específico
da fratura, a paciente foi orientada para reprogramação de seus treinos e adaptação da dieta para maior
ingesta energética. Qual a conduta mais adequada?
A Contraceptivo hormonal combinado.
B Bifosfonato.
D Musculação.
A O risco de prematuridade é maior em gestações múltiplas, então devem ser adotadas medidas
profiláticas como repouso, dosagem de progesterona e cerclagem.
B Nas gestações dicoriônicas, sempre existe algum grau de anastomose entre as circulações dos fetos.
A A placenta prévia é definida como a presença de tecido placentário total ou parcialmente inserido no
segmento inferior do útero após a 28ª semana de gestação.
B O diagnóstico clínico da placenta prévia inclui sangramento único, indolor, imotivado, com tônus
uterino aumentado.
C O toque vaginal e a ultrassonografia transvaginal não são recomendados à paciente com placenta
prévia, pelo risco de hemorragia.
D O parto cesáreo está sempre indicado nos casos de placenta de inserção baixa.
E A invasão da placenta no miométrio é denominada acretismo placentário, que pode ser total ou
parcial.
QUESTÃO ANULADA
Paciente de 35 anos apresenta diagnóstico de câncer do colo do útero com estadiamento IB1 (International
Federation of Gynecology and Obstetrics ? FIGO). Para investigação de acometimento linfonodal, dentre as
opções abaixo, a mais indicada para este caso é
C ultrassonografia transretal.
Uma mulher de 25 anos de idade procurou atendimento com queixa de lesão vulvarhá uma semana. Refere
ter tido relação desprotegida recentemente. Nega doenças crônicas, febre ou qualquer outro sintoma
associado. Ao exame, presença de úlcera única em pequeno lábio à direita, indolor, com bordos endurecidos
e fundo limpo, elinfonodomegalia inguinal bilateral, de caráter inflamatório. Com base nesse caso hipotético,
assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o diagnóstico e o exame por meio do qual ele pode ser
confirmado.
A herpes genital e pesquisa de herpes vírus simples por técnica de biologia molecular
B cancro duro e exame em campo escuro
Uma menina de seis anos de idade preocupou sua mãe por já ter iniciado a menstruação e por ter apresentado
aumento das mamas. Com isso, foi levada ao ginecologista, que notou, além de mamas em M3, pelos
pubianos e axilares em estágio IV de Tanner. A genitália externa, apesar de mais desenvolvida, não
apresentava alterações importantes. As ultrassonografias pélvica e abdominal, bem como a ressonância de
sistema nervoso central revelaram-se normais. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que
apresente o tratamento mais adequado para a paciente.
C inibidor de aromatase
E análogo de GnRH
Mulher, 43 anos de idade, queixa-se de ausência de menstruação há 60 dias. Realizou teste de gravidez com
resultado negativo. Refere que apresentava ciclos menstruais regulares, com intervalos de 30 dias e duração
de 4 dias. Utiliza preservativo masculino como contracepção. Apresenta 2 gestações com 2 partos normais,
último há 6 anos. Apresenta antecedente de ooforectomia direita há 20 anos por torção anexial. Hipertensão
arterial leve em uso de anlodipino 5mg há 4 anos. Há 4 meses em uso de sulpirida por quadro de depressão.
Exame físico geral: FC 82, PA 120 x 80 mmHg, FR 12 irpm; acne leve em face e discreto rash cutâneo em
tórax. Exame de mamas: palpação fibroglandular, discretamente dolorida, sem nódulos ou retrações, regiões
axilares sem linfonodos palpáveis, expressão areolo-papilar sem alterações. Genitais externos tróficos;
especular colo epitelizado, conteúdo vaginal habitual. Toque vaginal útero AVF, móvel, indolor, regiões
anexiais livres e sem massas identificáveis. Considerando as informações clínicas, qual é a principal hipótese
diagnóstica?
B Gravidez psicológica.
D Bloqueio de gonadotrofinas.
Paciente, 36 anos, secundigesta com parto normal há 16 anos, idade gestacional 39 6/7 semanas. Pré-natal
sem intercorrências. Encontra-se no centro obstétrico em trabalho de parto espontâneo. Exame clínico: bom
estado geral, normotensa, normocárdica, afebril. Exame obstétrico: altura uterina 39 cm. Partograma e
cardiotocografia abaixo:
Neste momento, qual é a conduta obstétrica?
Questão 27 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Paciente de 32 anos de idade com queixa de fluxo menstrual abundante há 1 ano. Já usou medicação
hormonal e ácido tranexâ- mico, com melhora parcial. Tem desejo de gravidez. Ao exame, apresenta útero
aumentado 1 vez, endurecido e móvel. A ultrassonografia mostra formação hipoecoica na parede uterina
direita, abaulando o endométrio, medindo 7 cm de diâmetro com componente subseroso. O quadro clínico
sugere a indicação de
D progestagênio contínuo por 6 meses e reavaliação do nódulo logo após esse período.
E análogos de GnRH por 1 ano e tentativa de gravidez espontânea logo após esse período.
Analise a sequência de procedimentos na conduta da hemorragia pós-parto abaixo. I. Embolização arterial. II.
Histerectomia. III. Inspeção da vagina e do colo uterino para reparo de lacerações. IV. Administração de
drogas uterotônicas. V. Massagem do fundo do útero. VI. Laparotomia + ligadura de artérias uterinas. VII.
Curetagem uterina. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Comparando-se as queixas clínicas de pacientes com prolapso genital estádio I a IV, pode-se observar que
mulheres com estadio:
Paciente de 34 anos de idade, no segundo dia pós-parto normal, recém-nascido de termo e adequado para a
idade gestacional. Refere muita dor mamilar à sucção da criança e pede orientação para a amamentação.
Entre as figuras abaixo, qual das situações está relacionada com a queixa da paciente?
A Imagem A
B Imagem B
C Imagem C
D Imagem D
Uma paciente de 32 anos de idade queixou-se de dismenorréia severa progressiva e dispareunia. A suspeita
de endometriose é considerada. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o
exame considerado padrão-ouro para o diagnóstico dessa condição.
A Videolaparoscopia diagnóstica.
Puérpera, 2 meses pós-parto, vem em consulta de rotina com queixa de insônia, grande desânimo e tristeza,
sensação de culpa por não conseguir cuidar adequadamente do filho. Refere também perda de peso (foi
informada pela vizinha que amamentar ajuda a emagrecer) e fraqueza, não conseguindo se sentir muito ligada
ao bebê. Seu marido trabalha o dia todo e chega em casa à noite, mas mesmo com sua companhia os sintomas
não melhoram. Sente que está difícil por não ter rede de apoio, e, como o bebê chora muito, fica o tempo
todo cuidando dele, não sobrando tempo para cuidar de si. Diante da situação hipotética, assinale a
alternativa que melhor explica sua conduta.
A Vê-se que a paciente está em um momento difícil sem apoio, e os sintomas de cansaço, e as noites em
claro, que já seriam esperadas, se intensificam. Orientar procurar ajuda na reestruturação de sua rotina e se
alimentar melhor.
B Prescrever Rivotril 3 gotas à noite para ajudar paciente a dormir mais facilmente entre as mamadas e
orientar aumento de contato social. Prescrever suplemento de ferro, pois não está se alimentando
adequadamente.
C Trata-se claramente de depressão pós-parto e a paciente deve iniciar tratamento medicamentoso com
antidepressivo e seguimento (com psiquiatra, sempre que possível), bem como deve ser ressaltado à família a
importância do diagnóstico e do suporte à paciente. Investigar paralelamente alterações orgânicas como
anemia e hipotireoidismo.
D O diagnóstico é de blues puerperal e o tratamento é orientações de ajustamento devido à grande
mudança na vida, além de suplementos vitamínicos que podem ajudar. Orientar que se trata de quadro
autolimitado.
E Suspender amamentação, pois a paciente está esgotada, orientar reposição venosa de ferro e iniciar
psicanálise, que tem melhor evidência científica no tratamento dessa condição.
Gestante na 14ª semana realiza glicemia de jejum com valor 92 mg/dl. Considerando as informações, é
correto afirmar que
B é necessário realizar teste de tolerância oral à glicose agora com 75 g para avaliar diagnóstico de
diabetes nessa paciente.
C deve ser instituída dieta sem doces e programar realização de realização de exame de teste oral de
tolerância à glicose de 24 a 28 semanas.
D deve ser prescrita Metformina à noite devido ao valor limítrofe de glicemia, sem necessidade de dieta
ou controle glicêmico.
E o diagnóstico de diabetes gestacional se faz atualmente com glicemia de jejum maior ou igual a 105
mg/dl.
Uma jovem de 19 anos, sem atividade sexual anterior, relata que foi abusada sexualmente e procura direto
um pronto-socorro. Ao examiná-la, nota-se a rotura recente do hímen, que está com as bordas avermelhadas e
intumescidas, com a presença de crosta sanguínea úmida e equimoses. Neste caso, é recomendável:
A avisar imediatamente uma autoridade policial e fazer o Boletim de Ocorrência para o atendimento da
vítima de violência sexual.
B não revelar os dados em prontuário da paciente, pois eles podem servir como prova criminal indireta
ou Laudo Indireto de Exame de Corpo de Delito e Conjunção Carnal.
C que o ginecologista e obstetra tenha noções básicas sobre coleta de vestígios de crimes sexuais para
atender adequadamente esta vítima.
D que materiais inanimados, como absorventes, papel higiênico, vestes íntimas (calcinha) e roupas em
geral não sejam retidos.
E agendar um atendimento ambulatorial para que ela receba medidas preventivas contra gravidez e a
prevenção de infecções sexualmente transmissíveis.
Primigesta, 38 anos de idade, encontra-se no primeiro trimestre de gestação e ficou assustada com os exames
laboratoriais: Anti HVA positivo, Anti-HbS positivo, HBsAg negativo, Anti-HbcIgM negativo, anti-HBc
total positivo. O diagnóstico, nesse caso, é
Mulher de 65 anos de idade refere sudorese noturna e ondas de calores há vários anos. Relutou fazer terapia
hormonal (TH) pelo medo de câncer de mama, mas atualmente está querendo fazer pois reparou que as
amigas que fazem TH têm mais qualidade de vida. Nega comorbidades, nunca fez cirurgia. É nuligesta.
Menopausa aos 49 anos. Nega tabagismo. A conduta mais adequada é:
D Orientar que pelos riscos cardiovasculares não se indica TH sistêmica após os 10 primeiros anos de
pós-menopausa, ou acima de 60 anos.
Uma parturiente encontra-se em período expulsivo, com feto em apresentação pélvica. Com base nesse caso
hipotético, assinale a alternativa que apresenta o fórceps adequado para a instrumentalização do parto.
A fórceps de Kielland.
B fórceps de Piper.
C fórceps de Simpson-Braun.
D fórceps de Marelli.
E fórceps de Sellheim.
C A fase latente do parto é representada pela dilatação cervical de 1,2 cm/hora a 1,5 cm/hora.
D A posição fetal representa a parte fetal que ocupa o estreito superior da pelve materna.
E Na apresentação cefálica fletida o ponto de referência é o bregma, com o símbolo B.
Mulher de 79 anos de idade, 4G, 4P, partos normais e domiciliares, hipertensa controlada, procura
atendimento ginecológico de rotina. Nega perda de urina, nega urgência miccional e refere que levanta uma
vez à noite para urinar. É viúva há 10 anos e não está sexualmente ativa desde então. Ao exame, mamas sem
alterações, distopia genital descrita na classificação POP-q mostrada a seguir.
Sem perda de urina ao esforço, porém a bexiga estava vazia. Vagina atrófica, colo apagado, útero normal e
ovários não palpáveis. A conduta em relação à distopia genital deve ser:
A Colpocleise.
C Expectante.
E Pessário vaginal.
QUESTÃO ANULADA
Paciente de 32 anos de idade apresenta mutação BRCA 1 e BRCA 2. É nuligesta. Realizou a pesquisa de
mutação pois a mãe faleceu por de câncer de mama aos 45 anos. Segundo o gráfico apresentado
(Kuchenbaecker et al. JAMA, 2017), observa-se o risco cumulativo de câncer de mama em portadoras destas
mutações.
Uma gestante de 36 semanas realizara ultrassonografia para avaliação de biometria fetal, em que se notou
feto único vivo, cefálico, com 2.910 g e placenta anterior grau II, com as seguintes medidas dos quatro
bolsões de líquido amniótico: 3 cm; 9 cm; 7 cm; e6 cm. Com base nessa situação hipotética, assinale a
alternativa correta.
B Nota?se que a placenta está em baixo grau de desenvolvimento, devendo?se pesquisar melhor erro de
data.
QUESTÃO ANULADA
Paciente de 20 anos é nuligesta e tem ciclos menstruais regulares. Faz uso contínuo de fluoxetina 20mg/dia
para controle de irritabilidade pré-menstrual há 3 anos. Iniciou vida sexual e utiliza preservativo nas relações.
Deseja interromper a fluoxetina para melhorar a libido. Qual é a orientação adequada?
Gestante, 38 semanas, desejosa de parto normal, observou há 1 dia cefaleia, edema de membros inferiores e
aumento súbito da pressão arterial sistêmica, que chegou a 140 × 90 mmHg na admissão da maternidade. Em
relação ao quadro clínico e a via de parto, recomenda-se:
D Aguardar o trabalho de parto fisiológico, fazendo exames de vitalidade fetal a cada 72 horas, e
conduzir o parto vaginal em tempo oportuno.
E Parto via vaginal, preferencialmente, não havendo contraindicação para procedimentos de maturação
cervical imediata.
No Brasil, as normas para a realização da ligadura tubária foram estabelecidas pela Lei n.° 9.263/1996, que
regulamenta o planejamento familiar. De acordo com essa Lei e suas atualizações (Lei n.° 14.443/2022), a
esterilização voluntária em homens e mulheres é permitida e regulamentada. A respeito das condições para a
realização da ligadura tubária, considerando-se o exposto na Lei n.° 14.443/2022, assinale a alternativa
correta.
A A esterilização pode ser realizada imediatamente após a solicitação, sem período de aconselhamento.
B A histerectomia e a ooforectomia são métodos aceitos para a esterilização, conforme a nova Lei.
C A paciente deve ter, no mínimo, 25 anos de idade para ser elegível para a ligadura tubária.
E A ligadura tubária pode ser solicitada durante o parto, com a manifestação da vontade sessenta dias
antes.
Após passar por todas as etapas de investigação, uma mulher foi diagnosticada com câncer de mama. Ela foi
submetida a cirurgia para a remoção do tumor, mas teme sua recidiva. Com base nesse caso hipotético,
assinale a alternativa que apresenta aspecto indicador de alto risco de recidiva.
Na APS é frequente a queixa de corrimento vaginal nas mulheres durante a menacme. Entre as opções
abaixo, a que correlaciona sintomas, o exame físico e o tratamento corretamente é:
A Corrimento branco ou amarelado, com odor fétido e piora após relações sexuais. Exame especular
mostra grande quantidade de secreção fluida branca, com bolhas. Metronidazol 100 mg/g em gel – aplicação
intravaginal por 5 noites.
B Corrimento amarelado em pequena quantidade, intermitente, fétido. Exame especular mostra secreção
fluida amarelada, sem lesões mucosas. Miconazol 2% creme, via vaginal, por 7 noites.
E Corrimento branco e prurido vaginal intenso. Especular mostra placas brancas recobrindo partes da
parede vaginal e colo e secreção branca espessa. Fluconazol 150 mg, via oral, 1 × semana, por 6 meses.
Mulher de 47 anos de idade, hígida, procurou atendimento com queixa de aumento do volume menstrual há
cerca de um ano. Refere usar cerca de 10 absorventes ao dia e, por vezes, ocorrem vazamentos. O intervalo
menstrual é de 40 a 50 dias. Ao exame, encontra se descorada ++/4+, normotensa, hidratada e afebril. O
exame ginecológico mostra útero de tamanho e consistência normais, anexos palpáveis e normais. Sem
sangramento no momento do exame. Exames subsidiários mostram hemoglobina de 9,8 g/dL, coagulograma
normal, citologia cervicovaginal normal, ultrassonografia pélvica normal. Esse quadro sugere sangramento
uterino anormal de causa
A ovulatória.
B iatrogênica.
C não classificada.
D adenomiose.
Mulher, 53 anos de idade, refere ondas de calor (8 episódios/dia), sudorese e rubor facial há 8 meses. Refere
hipercolesterolemia e que a mãe teve câncer uterino aos 50 anos de idade. Última menstruação há 1 ano.
Nuligesta. Nega cirurgias prévias. Nega tabagismo. A conduta mais adequada, dentre as abaixo, é:
A Estrogenioterapia vaginal.
QUESTÃO ANULADA
Paciente secundigesta está em acompanhamento pré-natal. Teve um parto vaginal há dois anos, quando tinha
16 anos de idade. O cartão de vacinação da paciente está apresentado a seguir.
Além de vacina para gripe, qual conduta deve ser feita para a vacinação dessa paciente?
Durante conduta expectante, em caso de óbito fetal no terceiro trimestre, o exame a ser solicitado para avaliar
a complicação mais grave que pode ocorrer com a gestante é
B tomografia de tórax.
C ultrassonografia abdominal.
D coagulograma.
E tomografia de crânio.
F ANULADA
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a variedade de posição fetal, o ponto de
referência fetal, o diâmetro de insinuação e seu diâmetro em centímetros.
A apresentação cefálica defletida de 1.° grau, bregma e diâmetro occipto-frontal com 12cm
C apresentação cefálica defletida de 3.° grau, mento e diâmetro suboccipto-mentoniano com 9,5 cm
Gestante, após 28 semanas de gestação, ao ultrassom via vaginal, apresenta tecido placentário parcialmente
inserido no segmento inferior do útero e que não chega a atingir o orifício interno e localiza-se em um raio de
2 cm de distância desta estrutura anatômica. Considerando a atual definição e classificação da inserção da
placenta, é correto afirmar que, nesse caso, trata-se de placenta
A de inserção baixa.
B prévia.
D prévia marginal.
E prévia centroparcial.
Questão 53 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
A resposta vagal do feto à hipóxia pela diminuição do fluxo interviloso decorrente da contração uterina.
C ausência de acelerações transitórias por hipóxia fetal grave durante o trabalho de parto.
E bradicardia fetal por compressão localizada do cordão umbilical durante a contração uterina.
Em relação à terapia hormonal da pós-menopausa (TH) em mulheres com síndrome metabólica, está correto
afirmar que a TH
A oral com tibolona tem poucos riscos cardiovasculares nas mulheres hipertensas, diabéticas e obesas
acima dos 65 anos de idade.
E estroprogestativa diminui os riscos cardiovasculares nas mulheres acima dos 65 anos de idade.
Paciente, 35 anos, encaminhada para aconselhamento pré-concepcional por ser portadora de prótese metálica
em posição mitral, operada há 9 anos. Atualmente usa somente Varfarina sódica 5 mg ao dia. Paciente deseja
engravidar e quer saber como irá ficar a anticoagulação durante a gestação. Qual é a orientação quanto ao uso
de anticoagulante?
A Varfarina sódica (1º trimestre); Varfarina sódica (2º trimestre); Enoxaparina (após 36 semanas).
B Enoxaparina (1º trimestre); Enoxaparina (2º trimestre); Varfarina sódica (após 36 semanas).
C Varfarina sódica (1º trimestre); Enoxaparina (2º trimestre); Varfarina sódica (após 36 semanas).
D Enoxaparina (1º trimestre); Varfarina sódica (2º trimestre); Enoxaparina (após 36 semanas).
Uma primigesta de 32 semanas e quatro dias chegou ao pronto?socorro referindo contrações uterinas
regulares e dolorosas. Ao exame, apresentava pressão arterial de 110 x 70 mmHg, temperatura axilar de 36,8
oC, altura uterina de 27 cm, batimentos cardíacos fetais de 152 bpm, dinâmica uterina de três contrações de
quarenta segundosem dez minutos e colo do útero pérvio para 4 cm, com apresentação pélvica. Com base
nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
A Na medida em que o feto está em apresentação pélvica, deve?se realizar cesariana imediatamente.
B Na fisiopatologia que gera esse quadro, o cálcio se liga à calmodulina para criar complexo que ativa a
miosina quinase.
C É possível tentar a inibição do trabalho de parto prematuro, sendo a indometacina a melhor opção.
D O atosiban (inibidor de ocitocina) é contraindicado para a gestante em questão.
E A melhor opção é permitir a evolução para parto vaginal, não se indicando inibição.
Paciente de 60 anos, menopausa há 7 anos, sem uso de terapia hormonal apresenta queixa de corrimento em
pequena quantidade, acinzentado, com odor pronunciado e os seguintes achados: - pH vaginal 6.0; - teste de
hidróxido de potássio positivo; - ausência de ""clue cells"" (esfregaço vaginal); - presença de células basais
em grande quantidade (esfregaço vaginal). Qual é o tratamento tópico vaginal mais adequado?
A Clotrimazol.
B Metronidazol.
C Gestrinona.
D Estrogênio.
Mulher de 31 anos de idade, secundigesta, nulípara, chega ao pronto atendimento referindo náuseas e
vômitos intensos (3 a 4 episódios por dia). Refere data da última menstruação em 23/09/2021. Portadora de
distúrbio de ansiedade em uso de Sertralina 100 mg por dia, chegou bastante agitada. Ao exame clínico,
paciente em regular estado geral, desidratada 2+/ 4+, PA 90x62 mmHg, FC 124 bpm, rítmico, Saturação
98%. Exame ginecológico mostrou conteúdo vaginal fisiológico, colo impérvio e útero compatível com a
idade gestacional. Foram colhidos os seguintes exames: Hb 11,4 g/dl; Ht 34,2%, Leucócitos 10,66mil/mm3 ;
Plaquetas 268 mil/mm3 ; TSH 0,02 UI/ml, T4 total 8,2 mcg/dl; TGO 19U/L; TGP 28U/L; Cr 0,51 mg/dl; U
15 mg/dl; Na 136 mEq/L; K 3,0 mEq/L; PCR 0,06 mg/L; gasometria venosa (pH 7,47; pO2 80,1 mmHg;
pCO2 29,2 mmHg; HCO3 29,1 mmol/L; BE +10). Eletrocardiograma: Após estabilização do quadro agudo,
qual é a conduta mais adequada?
A Repetir TSH.
B Introduzir Propiltiouracil.
C Introduzir Propranolol.
D Introduzir Levotiroxina.
Mulher, 43 anos de idade, IIG I parto cesáreo há 5 anos e 1 parto vaginal há 1 ano, refere bola na vagina com
dificuldade de es- vaziamento vesical e urgência miccional desde o parto. Nega incontinência urinária e
noctúria. HI: obstipada. O diagnóstico mais provável, dentre os abaixo, é
Volpe (2011) publicou estudo da correlação das “taxas de cesariana” com as “taxas de mortalidade materna e
infantil” através da avaliação de dados oficiais de 193 países. Com base nesse estudo, o gráfico abaixo
apresenta a correlação entre a taxa de mortalidade materna e a taxa de cesárea de cada um desses países.
De acordo com o gráfico, qual é a conclusão sobre a relação entre a taxa de mortalidade materna e a taxa de
cesárea?
Gestante de 13 semanas chega ao pré-natal sem queixas. O médico não consegue ouvir os batimentos
cardíacos fetais com o Pinard. É correto afirmar que os batimentos não estão audíveis pois
A com 13 semanas, o coração fetal só é audível por meio de ultrassonografia com doppler.
B nessa idade gestacional a ausculta fetal deve ser feita com o sonar.
Primigesta, 41 anos de idade, gestação após ciclo natural induzido. É hipertensa crônica em uso de metildopa
750 mg por dia. Teve data da última menstruação em 18/06/2023. Comparece em primeira consulta de pré-
natal com os seguintes exames:
A paciente retorna em consulta com 32 semanas de gravidez, com queixa de aumento de conteúdo vaginal há
1 dia. Refere que teve perda urinária espontânea há 4 horas e que, desde então, sente a vagina úmida. Em
avaliação obstétrica, tem-se o seguinte achado:
Considerando o diagnóstico observado, assinale qual é a conduta profilática imediata em relação ao uso de
ampicilina
Primigesta, 41 anos de idade, gestação após ciclo natural induzido. É hipertensa crônica em uso de metildopa
750 mg por dia. Teve data da última menstruação em 18/06/2023. Comparece em primeira consulta de pré-
natal com os seguintes exames:
A paciente retorna em consulta com 32 semanas de gravidez, com queixa de aumento de conteúdo vaginal há
1 dia. Refere que teve perda urinária espontânea há 4 horas e que, desde então, sente a vagina úmida.
Uma hora após a admissão, a paciente apresenta queixa de dor em baixo ventre, com contrações irregulares.
Os exames laboratoriais demonstram Hb: 11,8 g/dl; Ht: 32,2%; leucócitos: 15.000/mm³; PCR: 20.
Considerando boa vitalidade fetal, assinale qual é a conduta obstétrica.
Primigesta de 20 semanas de idade gestacional apresenta quadro de tosse e leve dor de garganta. Teste para
Covid-19 positivo. Nesse caso, a melhor conduta entre as seguintes é:
Uma parturiente (G3 PC1 A1), com idade gestacional de 39 semanas e três dias e gestação de risco habitual,
na admissão, refere trabalho de parto de início espontâneo. Apresenta, ao exame físico, altura uterina de 41
cm, dinâmica uterina de quatro contrações de 35” em 10’ e batimentos cardíacos fetais de 148 bpm. O toque
vaginal: colo posteriorizado; esvaecido 60%; dilatado 4 cm; bolsa íntegra; e apresentação cefálica. Durante a
evolução do trabalho de parto, detectou-se taquissistolia (6 contrações de 50” em 10’), bradicardia fetal e
intensa hemorragia vaginal. A paciente foi imediatamente encaminhada para a sala cirúrgica para cesariana
de emergência. Após aanestesia geral, e com a paciente em mesa cirúrgica aguardando a antissepsia
abdominal, o que se viu foi a imagem mostrada a seguir. Com base nesse caso hipotético, é CORRETO
afirmar que o diagnóstico é o de:
A Rotura de vasa prévia.
D Rotura uterina.
E Placenta prévia.
A As mastites apresentam-se clinicamente com hiperemia, ingurgitamento e dor mamária, tendo como
agente etiológico mais comum a Klebsiella sp.
B A exposição do recém-nascido a fármacos ingeridos pela lactante é cinco vezes maior do que na vida
intrauterina, por via transplacentária.
C As mastites são a principal causa de desmame precoce e ocorrem nos primeiros dias de aleitamento.
E Em pacientes HIV positivo, é necessário inibir a lactação, e métodos mecânicos não são eficazes
quando utilizados isoladamente, devendo ser associado método medicamentoso.
Uma paciente de 32 anos de idade, previamente saudável, apresentou-se ao ginecologista com resultado de
Papanicolau indicando uma lesão de alto grau (HSIL). Realizou-se uma colposcopia, que revelou a presença
de um carcinoma in situ no colo do útero. A paciente não apresenta comorbidades e deseja preservar a
fertilidade. Não há evidências de doença invasiva nos exames de imagem. Com base nessa situação
hipotética, assinale a alternativa que apresenta a conduta a ser adotada.
Mulher de 45 anos de idade queixa-se de saída de secreção amarelada pelos mamilos. Refere menopausa aos
43 anos e, desde então, faz uso de terapia estroprogestativa por adesivos transdérmicos. Ao exame, observa-
se saída de secreção espessa e esverdeada, por vários ductos em ambos os mamilos, durante expressão. O
diagnóstico mais provável é de
A adenoma de hipófise.
E carcinoma in situ.
A os exames de imagem são muito eficientes para visualizar as lesões pélvicas superficiais de
endometriose.
D o ultrassom pélvico transvaginal com preparo intestinal é ótimo método de detecção da endometriose.
Atualmente, vários métodos diagnósticos podem ser empregados para detectar gonorreia e clamídia, dentre
eles:
B teste das uretrites, cultura a partir de amostra vaginal e exame a fresco da secreção uretral ou
endocervical.
Uma paciente nuligesta de 28 anos de idade deu entrada no pronto?socorro com queixa de dor em fossa ilíaca
esquerda há um dia. Refere ciclos menstruais regulares, com duração de três dias e intervalos de 28 dias, e
nega dismenorreia. DUM há quinze dias. Ao exame físico, paciente em bom estado geral, corada, hidratada,
afebril, com frequência cardíaca de 86 bpm, pressão arterial de 110 x 70 mmHg, abdome plano, flácido,
doloroso à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda e DB negativo. Ao toque, útero intrapélvico, móvel,
indolor à mobilização, e anexo esquerdo pouco aumentado e discretamente doloroso à manipulação. Hb: 12;
leucócitos: 6.700 e PCR: 1. Realizou USGTV, que revelou: cisto hemorrágico de 3 cm em ovário direito.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
I. O papel da radioterapia em câncer ginecológico, pode possuir objetivos: curativo, adjuvante ou paliativo.
II. Em pacientes com cânceres ginecológicos submetidas à radioterapia pélvica, os sintomas de insuficiência
ovariana espelham aqueles da menopausa natural, e o tratamento dos sintomas é semelhante.
III. Para minimizar a exposição dos ovários de mulheres pré-menopáusicas à radiação, esses órgãos podem
ser reposicionados cirurgicamente – o que se chama de transposição – fora do campo de radiação.
IV. A radioterapia pode ser combinada com quimioterapia, terapia biológica ou cirurgia para efeitos aditivos
– visando o controle local da doença e reduzir metástases à distância. É correto o que se afirma em
A IV, apenas.
B I e III, apenas.
C I, II e III, apenas.
D I, II e IV, apenas.
Carla é gestante e, com 13 semanas de gestação, iniciou pré-natal com enfermeira da Equipe de Saúde da
Família. Na primeira consulta, apresentou resultado positivo para sífilis em teste rápido. Nega exames ou
tratamento prévios. Exame clínico sem alterações. No momento da abertura do pré-natal, o caso de sífilis foi
notificado à Vigilância e a enfermeira prescreveu penicilina benzatina, 2,4 milhões UI por semana, durante 3
semanas. A paciente refere que teve duas parcerias sexuais no último ano: Mateus, de quem está grávida e
com quem não mantém mais relações sexuais há 8 semanas; e Sandro, o atual namorado, com quem iniciou
relações há 3 semanas. O teste rápido de sífilis de Mateus foi positivo e o de Sandro foi negativo. Ambos sem
exames ou história de tratamento prévios. Para as questões a seguir, considere as recomendações do
Protocolo do Ministério da Saúde e a dose de penicilina benzatina de 2,4 milhões UI. Após a abordagem da
médica, Carla passou a comparecer mais frequentemente às consultas. Com idade gestacional de 35 semanas,
apresentava os seguintes resultados para o exame de VDRL: I. 13 semanas: 1:64. II. 26 semanas: 1:8. III. 32
semanas: 1:32. Qual é a conduta adequada?
A Tratar Carla com 2 doses de penicilina benzatina, com intervalo de uma semana; tratar Sandro com
dose única de penicilina benzatina.
B Tratar Carla com 3 doses de penicilina benzatina, com intervalo de 1 semana; tratar Sandro com dose
única de penicilina benzatina.
C Tratar Carla com 3 doses de penicilina benzatina, com intervalo de 1 semana; tratar Sandro com 3
doses de penicilina benzatina, com intervalo de 1 semana.
D Tratar Carla com dose única de penicilina benzatina; tratar Sandro com dose única de penicilina
benzatina.
B O estrogênio via transdérmica é uma boa opção, visto que, na via oral, pode elevar ainda mais os
triglicerídeos.
C A administração de estrogênio pode elevar a pressão arterial, tanto por via oral quanto por via
transdérmica.
D O estrogênio por via oral está associado ao aumento de colesterol total e LDL.
? Interpretação diagnóstica: Lesão intraepitelial escamosa de alto grau associada a sinais sugestivos de
infecção por HPV.
? Microbiologia: Bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella/Mobiluncus sp.
O exame especular desta paciente é apresentado a seguir:
Assinale qual substância foi aplicada ao colo uterino.
A Solução salina.
B Solução de iodo.
C Ácido bórico.
D Ácido acético.
Paciente de 16 anos de idade procura o serviço de saúde preocupada porque acha que a barriga está pequena
e não sente o bebê mexer ainda. Não iniciou pré-natal por medo de contar para os pais da gravidez, não se
lembra da data da última menstruação, mas acha que está com 7 meses (lembra de ter sangrado em maio).
Nega doenças, refere uso eventual de maconha e cigarro. Ao exame obstétrico, altura uterina 22cm, BCF
presente e rítmico ao sonar, especular sem alterações, toque vaginal com colo amolecido, grosso e impérvio.
Realizada ultrassonografia obstétrica, com peso fetal estimado de 650g e índice de liquido amniótico de
10cm, biometria compatível com 24 semanas. A orientação para a paciente é de que:
Sobre massas pélvicas, analise as proposições abaixo. I. No período pré-puberal, a maioria das massas
pélvicas são tumores benignos de células germinativas (sendo os teratomas císticos maduros - cistos
dermoides) os mais comuns. II. Tumores ovarianos malignos em crianças e adolescentes são raros e
responsáveis por menos de 1% de todas as malignidades nesse grupo etário. III. Em adolescentes, a partir do
início da função reprodutiva, as massas pélvicas podem incluir endometriomas, Doença Inflamatória Pélvica
(DIP) e gravidez. IV. Em mulheres em idade reprodutiva/adultas, os cistos ovarianos funcionais e
leiomiomas são as causas mais comuns. Endometrioma, teratoma cístico maduro, abscessos tubo-ovarianos e
gestações ectópicas são causas frequentes. V. Na pós-menopausa, malignidade é mais frequente. Os tumores
uterinos, inclusive o adenocarcinoma e o sarcoma, podem causar aumento uterino associado.
A I e II, apenas.
B I, II e III, apenas.
D III, IV e V, apenas.
E I, II, III, IV e V.
QUESTÃO ANULADA
Gestante de 23 anos de idade está em sua primeira gestação. Iniciou o pré-natal com 19 semanas de gestação.
Está em acompanhamento irregular na UBS pois trabalha como atendente em um pet Shop e está sem tempo
para as consultas. Vem encaminhada ao pré-natal de alto risco com 25 semanas de gestação com os exames
descritos a seguir.
Qual é a conduta pré-natal
imediata?
Considere que os itens a seguir correspondam a manifestações clínicas na região perianal. I condiloma
acuminado; II papulose bowenoide; III tumor de Buschke-Lowestein; IV doença de Bowen; V neoplasia
intraepitelial anal. Estão relacionadas à infecção pelo papilomavírus humano (HPV) as manifestações
indicadas:
E em todos os itens.
Uma paciente de 48 anos de idade, tabagista, com antecedente familiar de trombose, refere miomatose
uterina diagnosticada há cinco anos e queixa de irregularidade menstrual e menorragia há um ano, associada
à dismenorreia nos dias de fluxo menstrual mais intenso. Refere ainda ondas de calor esporádicas, sem
prejuízo da qualidade de vida. Nega doenças crônicas e uso de medicações. No momento, sem sangramento.
Ao exame, paciente em bom estado geral, corada, hidratada e com abdome flácido e indolor. Especular sem
alterações. Ao toque vaginal, útero pouco aumentado de tamanho, com cerca de 11 cm no maior eixo,
contornos irregulares e indolor à mobilização. Anexos não palpáveis. Realizou USG, que evidenciou útero
em anteversoflexão, com volume de 198 cm3 , miométrio heterogêneo às custas de quatro formações
nodulares, hipoecogênicas, medindo até 3 cm, subserosos com menos de 50% de penetração no miométrio e
outro nódulo de 2 cm intramural em parede fúndica, sem contato com linha endometrial. Com base nesse
caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
D miomectomia laparotômica
E histerectomia laparoscópica
Mulher de 17 anos de idade, procura atendimento porque ainda não menstruou. Tem caracteres sexuais
desenvolvidos (P3M3) e nunca teve relação sexual. Nega outras queixas, como dor pélvica, aumento de pelos
e acne. Refere que tentou usar por 10 dias acetato de medroxiprogesterona prescrito pelo ginecologista, e
mesmo assim não menstruou. A hipótese diagnóstica para a falta de menstruação nesse momento é de
A hímen imperfurado.
D agenesia mulleriana.
Mulher de 53 anos de idade, sem menstruar há mais de um ano, procura atendimento de rotina. Nega
fogachos, ressecamento vaginal e insônia. Como suas amigas da mesma idade têm essas queixas com
frequência, ela gostaria de saber por que isso não acontece com ela. Ao exame, apresenta PA: 135 × 80
mmHg, IMC: 38 kg/m2. Vagina com rugosidade preservada, umidade presente. Útero de difícil avaliação
pelo panículo adiposo aumentado. Uma das possíveis causas de ausência de sintomas climatéricos nessa
paciente é a presença de
A aromatase produzida pela teca interna, que converte progestágenos em estrogênios nos adipócitos.
E síndrome dos ovários policísticos, que cursa com aumento de estrogênios circulantes na pós-
menopausa.
Gestante, 42 anos, primigesta (fertilização assistida). Apresenta hipertensão arterial crônica há 7 anos,
atualmente em uso de alfa metildopa 2,0 g ao dia, anlodipino 5,0 mg ao dia, AAS 100 mg ao dia e
multivitamínico com ácido fólico e sulfato ferroso. Encontra- se em acompanhamento pré-natal de alto risco.
Comparece à consulta pré-natal com 37 semanas de idade gestacional e realiza ultrassom obstétrico com os
seguintes achados: feto em apresentação cefálica, peso estimado de 2.205 g, percentil 7, placenta posterior e
índice de líquido amniótico de 11. A paciente está ansiosa e preocupada com o parto. Apresenta seu plano de
parto com os seguintes desejos: I. parto por via vaginal; II. aguardar o tempo do bebê, com o trabalho de
parto espontâneo até 42 semanas; III. presença do companheiro e de fisioterapeuta na sala de parto; IV.
recusa uso de ocitocina endovenosa para acelerar as contrações; V. clampeamento do cordão umbilical pelo
companheiro, em momento oportuno; VI. contato pele a pele com a criança, imediatamente após o
nascimento. Todos os pontos apresentados foram discutidos com a paciente e com seu companheiro. Em
internação oportuna, a paciente apresenta a seguinte avaliação clínica: PA 135x82 mmHg; FC 82 bpm; altura
uterina de 32 cm; dinâmica uterina ausente; batimento cardíacos fetais 144 rítmicos; ao toque, colo grosso,
posterior, pérvio para 2 cm; apresentação cefálica alta e móvel; bolsa íntegra, líquido claro com grumos
grossos. Considerando as condições clínico-obstétricas e a segurança do binômio materno-fetal, qual é o item
do plano de parto que não poderia ser contemplado na assistência obstétrica?
C Clampeamento do cordão.
Primigesta 22 anos, 36 semanas de idade gestacional, dá à luz um neonato do sexo masculino, com peso de
2.236 g e Apgar: 4/6/7. Ultrassons realizados no pré-natal indicaram arrinencefalia, cardiopatia complexa,
punhos cerrados e plantas arqueadas. Ao nascimento observou-se fenda labial e palato fendido, hipotelorismo
ocular, microftalmia bilateral, orelhas malformadas e de baixa implantação e criptorquidia. O diagnóstico
mais provável é trissomia do cromossomo:
A 15.
B 13.
C 7.
D 18.
E 21.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica e silenciosa. É considerada uma doença osteometabólica
caracterizada por resistência óssea comprometida, predispondo a um risco aumentado de fratura. A
resistência óssea é uma função tanto de quantidade óssea, estimada pela medição da densidade mineral óssea,
quanto de qualidade óssea, conjunto de propriedades que inclui microarquitetura óssea, taxa de remodelação,
grau de mineralização e normalidade da matriz osteoide. Em relação à osteoporose na menopausa, assinale a
alternativa correta.
A São recomendações não farmacológicas para tratamento de osteoporose: praticar exercícios físicos;
dieta rica em cálcio; cessar tabagismo; e ingesta de bebidas alcoólicas.
A oligoastenoteratozoospermia.
B oligoteratozoospermia.
C oligoastenozoospermia.
D hipoteratozoospermia.
E astenospermia.
Paciente, 27 anos, refere nodulação palpável em mama direita que se acentuou no período pré-menstrual.
Nega antecedentes clínicos, refere um parto vaginal há 5 anos, em uso de preservativo como contracepção;
última menstruação há 10 dias. Nega uso de outros medicamentos e antecedentes familiares significativos.
Ao exame clínico das mamas, identifica-se nodulação com cerca de 3 cm, regular, dolorosa e móvel em
quadrante súpero- externo de mama direita, recoberta com pele de aspecto normal. A ultrassonografia da
região acometida é apresentada. Realiza-se punção aspirativa com saída de 10 mL de líquido (imagem
abaixo) seroso acastanhado, com melhora significativa da dor. Não mais se percebe o achado palpatório e
ultrassonográfico. Qual é a conduta mais adequada?
A Biópsia excisional.
B Seguimento clínico.
D Tomossíntese mamária.
Paciente, 40 anos, refere sangramento menstrual intenso em quantidade e com duração aumentada, além de
piora progressiva há 6 meses. Apresenta diagnóstico de cirrose hepática Child B decorrente de hepatite C.
Especular: sem alterações. Toque vaginal: útero antevertido, móvel, contornos regulares, volume normal.
Assinale qual é a alternativa mais adequada para o controle do sangramento por via oral.
A Estradiol.
B Progesterona.
C Ácido tranexâmico.
D Ácido mefenâmico.
Uma paciente adulta com deficiência da enzima 21-hidroxilase apresenta-se frequentemente com
São síndromes genéticas associadas ao aumento do risco de câncer de mama: I. Li-Fraumeni. II. Cowden. III.
Peutz-Jeghers. IV. mutações em BRCA1 e BRCA2. É correto o que se afirma em
A IV, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e IV, apenas.
Paciente de 19 anos, sem antecedentes clínicos significativos, nuligesta, inicia contraceptivo hormonal oral
combinado com cartela de 24 dias e pausa de 4 dias. Faz uso regular e perfeito do contraceptivo. Após 5
meses de uso, não apresenta sangramento de privação no intervalo de 4 dias após o término da cartela
habitual. Qual é a condição mais provavelmente associada a esta amenorreia?
A Atrofia endometrial.
B Gravidez.
C Hiperprolactinemia.
Homem trans homossexual, 34 anos de idade, sexualmente ativo, dá entrada no pronto-socorro referindo
sangramento genital vultuoso há 3 dias com piora hoje. Refere que a última menstruação foi há cerca de 8
meses, dois meses depois de ter iniciado a terapia androgênica com testosterona intramuscular. No momento,
não está realizando a terapia androgênica por ter perdido o acompanhamento médico. Nesse caso, a conduta
mais adequada, dentre as abaixo, é:
I. O antecedente de inflamação pélvica aguda por clamídia aumenta as chances de gestação ectópica.
II. São sequelas de infecção por clamídia a dor pélvica crônica e a infertilidade.
IV. Mesmo em populações com disponibilidade do teste, não está indicado o rastreio em mulheres jovens
pelo impacto psicológico que o diagnóstico de um quadro assintomático pode causar.
A I, apenas.
B I e II, apenas.
D I, II e III apenas.
Durante o parto vaginal de feto macrossômico, o obstetra pede consentimento da parturiente para realizar
episiotomia médiolateral direita, caso seja necessário, e é autorizado. Assim, se decidir realizar esse
procedimento, deverá fazê-lo
A no momento em que o polo cefálico distende o períneo, em ângulo de 60º da linha média.
Uma gestante de trinta anos de idade estava no consultório para uma consulta pré-natal e uma médica a
informou sobre a ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre. Com base nessa situação hipotética e
considerando as diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta os marcadores de risco avaliados neste
exame para detecção de anormalidades cromossômicas, incluindo a síndrome de Down.
B Apenas a transluscência nucal, sendo outros marcadores, como o ducto venoso e o fluxo sanguíneo no
tricúspide, irrelevantes
D A transluscência nucal (TN), com valores normais abaixo de 2,5 mm, o osso nasal, que, quando
ausente ou hipoplásico, pode indicar síndrome de Edwards e síndrome de Patau, e o Doppler do ducto venoso
Uma paciente de quarenta anos de idade, sem antecedente pessoal ou familiar de neoplasias, refere ter
realizado autoexame da mama pela primeira vez há quatro meses, tendo notado pequeno nódulo em mama
esquerda, menor que 1 cm. Como não apresentava dor ou qualquer outro sintoma, convenceu?se de que não
deveria se preocupar. Há um dia, ao observar?se no espelho, notou abaulamento em mama esquerda. À
palpação, sentiu nódulo de cerca de 5 cm no mesmo local em que acreditava ter sentido algo há quatro meses.
Nega dor, descarga papilar ou qualquer outra sintomatologia. Ao exame, identificou? se nódulo ocupando
todo o quadrante inferomedial da mama esquerda, medindo cerca de 5 cm, duro, móvel e com contornos
regulares. Ausência de linfonodomegalia em cadeias axilares e supraclaviculares. A mamografia evidenciou
nódulo oval medindo 4,6 cm, circunscrito e hiperdenso. Com base nessa situação hipotética, o diagnóstico
mais provável e a conduta a ser adotada são, respectivamente,
Paciente de 34 anos de idade, sem morbidades crônicas conhecidas, queixa-se de nódulo em mama direita,
que notou há uma semana ao realizar autoexame pela primeira vez. A paciente realizou ultrassonografia de
mama, que evidenciou nódulo em mama direita com contornos irregulares, orientação vertical, textura
heterogênea, limites parcialmente definidos e presença de sombra acústica posterior, medindo 2,0 × 1,5 × 1,0
cm. Nesse caso hipotético, a conduta a ser adotada é
E realizar punção por agulha fina para afastar diagnóstico de tumor filoide, embora a imagem seja
sugestiva de fibroadenoma.
Mulher, 32 anos de idade, apresenta dor cíclica no período menstrual há 2 anos, sem melhora com
analgésicos, anti-infla- matórios e contraceptivos hormonais. É obstipada. Teve cistite bacteriana há 3 meses
e trouxe uma ultrassonografia pélvica com descrição de nódulo uterino medindo 25 mm intramural e cisto
ovariano a direita com conteúdo hemático medindo 40 mm. A principal causa de dor é:
Paciente, 26 anos, refere ter palpado tumor na mama direita e está preocupada com a possibilidade de ser
câncer. Nuligesta, uso de contraceptivo hormonal oral combinado, sem comorbidades ou uso de
medicamentos. Assinale qual é a forma adequada de palpação das mamas.
A Paciente sentada em frente ao examinador, com elevação dos membros superiores acima da cabeça.
B Paciente sentada em frente ao examinador, com os membros superiores ao longo do tronco e as mãos
espalmadas nas cristas ilíacas.
C Paciente em decúbito dorsal, com elevação dos membros superiores acima da cabeça.
GABARITO
1 D 2 B 3 C 4 A 5 D 6 D 7 A 8 E 9 B 10 B 11 B 12
D 13 B 14 A 15 F 16 C 17 D 18 C 19 A 20 D 21 A 22
anulada 23 B 24 E 25 D 26 27 B 28 C 29 C 30 A 31 A 32
C 33 A 34 C 35 E 36 D 37 B 38 B 39 C 40 anulada 41 A
42 anulada 43 E 44 E 45 D 46 A 47 A 48 B 49 anulada 50 F
51 A 52 A 53 A 54 D 55 D 56 B 57 D 58 A 59 A 60 C 61
B 62 C 63 A 64 A 65 D 66 E 67 C 68 C 69 D 70 A 71 C
72 E 73 D 74 B 75 D 76 C 77 E 78 anulada 79 E 80 A 81 D
82 C 83 D 84 B 85 A 86 B 87 B 88 C 89 C 90 E 91 A 92
A 93 B 94 A 95 D 96 D 97 B 98 C 99 C 100 C