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Projeto Pedagógico: Técnico em Logística EaD

O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Logística na modalidade a distância do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais. O curso, que teve início em 2020, é voltado para estudantes do Ensino Médio e possui uma carga horária total de 830 horas. O texto também detalha a estrutura organizacional, objetivos do curso, perfil profissional e a legislação que fundamenta a oferta da educação profissional e tecnológica.

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Igor Bartolo
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Projeto Pedagógico: Técnico em Logística EaD

O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Logística na modalidade a distância do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais. O curso, que teve início em 2020, é voltado para estudantes do Ensino Médio e possui uma carga horária total de 830 horas. O texto também detalha a estrutura organizacional, objetivos do curso, perfil profissional e a legislação que fundamenta a oferta da educação profissional e tecnológica.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE


NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

POUSO ALEGRE – MG
2022
GOVERNO FEDERAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL
DE MINAS GERAIS

PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Jair Messias Bolsonaro

MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Victor Godoy Veiga

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


Tomás Dias Sant’Ana

REITOR DO IFSULDEMINAS
Marcelo Bregagnoli

PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Honório José de Morais Neto

PRÓ-REITOR DE GESTÃO DE PESSOAS


Thiago de Sousa Santos

PRÓ-REITOR DE ENSINO
Giovane José da Silva

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
Cleber Ávila Barbosa

PRÓ-REITORA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO


Sindynara Ferreira
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO SUL DE MINAS GERAIS

CONSELHO SUPERIOR
Presidente
Marcelo Bregagnoli

Representantes dos Diretores-Gerais dos Campi


Carlos Henrique Rodrigues Reinato, João Paulo de Toledo Gomes, João Olympio de
Araújo Neto, Renato Aparecido de Souza, Mariana Felicetti Rezende, Luiz Flávio Reis
Fernandes, Thiago Caproni Tavares, Francisco Vítor de Paula

Representante do Ministério da Educação


Eduardo Antônio Modena

Representantes do Corpo Docente


Evando Luiz Coelho, Cristina Carvalho de Almeida, Simone Villas Ferreira, Renan Servat
Sander, Isabel Ribeiro do Valle Teixeira, Marcelo Carvalho Bottazzini, Amauri Araujo
Antunes

Representantes do Corpo Técnico Administrativo


Thiago Marçal da Silva, Maria Aparecida Avelino, Dorival Alves Neto, Felipe Palma da
Fonseca, Rafael Martins Neves, Tônia Amanda Paz dos Santos, Arthemisa Freitas
Guimarães Costa, João Paulo Espedito Mariano

Representantes do Corpo Discente


Carolina de Lima Milhorini, Perola Jennifer Leite da Silva, Vinício Augusto da Silva,
Carla Ines Silva, Flávio Oliveira Santos, Carolina Cassemiro Batiston, Márcia Scodeler,
Sara Isabele Lima de Oliveira

Representantes dos Egressos


Eduardo D’Angelo de Souza, Valéria de Aguiar Lopes, Vinícius Puerta Ramos, Roosevelt
Heldt Junior, João Vitor Falciroli Paltrinieri, Glauco Pereira Junqueira

Representantes das Entidades Patronais


Alexandre Magno, Jorge Florêncio Ribeiro Neto

Representantes das Entidades dos Trabalhadores


Clemilson José Pereira, Teovaldo José Aparecido

Representantes do Setor Público ou Estatais


Ivan Santos Pereira Neto
Juliano Santana Silva

Membros Natos
Rômulo Eduardo Bernardes da Silva, Sérgio Pedini
DIRETORES GERAIS DOS CAMPI

Campus Inconfidentes
Luiz Flávio Reis Fernandes

Campus Machado
Carlos Henrique Rodrigues Reinato

Campus Muzambinho
Renato Aparecido de Souza

Campus Passos
João Paulo de Toledo Gomes

Campus Poços de Caldas


Thiago Caproni Tavares

Campus Pouso Alegre


Mariana Felicetti Rezende

Campus Avançado Carmo de Minas


João Olympio de Araújo Neto

Campus Avançado Três Corações


Francisco Vítor de Paula
COORDENADOR DO CURSO
Donizeti Leandro de Souza

EQUIPE ORGANIZADORA DO PROJETO PEDAGÓGICO


Danielle Martins Duarte Costa
Diego César Terra de Andrade
Donizeti Leandro de Souza
Ronã Rinston Amaury Mendes
Thiago Alves de Souza

EQUIPE REVISORA DO PROJETO PEDAGÓGICO


Daniel Reis da Silva
Emanuelle Kopanyshyn
Fabiano Paulo Elord
Marcel Freire da Silva
Rodrigo Janoni Carvalho
Xênia Souza Araújo
ELABORAÇÃO DOS PLANOS DAS UNIDADES CURRICULARES
NOME TITULAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO
Engenharia de Produção /
Danielle Martins Duarte Costa Doutorado
Administração / Ciências Contábeis

Administração e Comportamento
Diego Terra Cesar de Andrade Doutorado
organizacional

Administração / Logística e
Donizeti Leandro de Souza Doutorado
Empreendedorismo

Letras / Língua Portuguesa /


Gissele Bonafé Costa de Abreu Doutorado
LIBRAS

Johnny César dos Santos Mestrado Pedagogia / Letras / LIBRAS

Economia / Administração e
Ronã Rinston Amaury Mendes Doutorado
Engenharia de Produção

Administração e Engenharia de
Thiago Alves de Souza Doutorado
Produção
Sumário

1 DADOS DA INSTITUIÇÃO 9
1.1 IFSULDEMINAS – Reitoria 9
1.2 Entidade Mantenedora 9
1.3 IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre 9
2 DADOS GERAIS DO CURSO 10
3 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO IFSULDEMINAS 11
4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS POUSO ALEGRE 13
5 APRESENTAÇÃO DO CURSO 17
6 JUSTIFICATIVA 18
7 OBJETIVOS DO CURSO 19
7.1 Objetivo Geral 19
7.2 Objetivos Específicos 19
8 FORMAS DE ACESSO 20
9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO 21
9.1 Competências Técnicas 21
9.2 Competências Comportamentais 21
9.3 Competências Gerais 21
10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 22
10.1 Libras 22
10.2 Educação Ambiental 22
10.3 Educação em Direitos Humanos 22
10.4 Relações Étnico-raciais e História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena 23
10.5 Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão 23
10.6 Itinerários formativos 23
10.7 Matriz Curricular 24
11 EMENTÁRIO 25
11.1 Metodologia de Ensino 42
11.2 Organização Didática 42
11.3 Material Didático 44
11.4 Práticas profissionais intrínsecas ao currículo 45
11.5 Estágio 45
12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM 48
12.1 Coordenação de EaD no Campus Pouso Alegre 48
12.2 Coordenador de Curso, Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico 48
12.3 Professores Formadores/Conteudista 48
12.4 Tutores 49
12.5 O Cursista: sujeito ativo do processo Ensino-Aprendizagem 50
13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM 51
13.1 Verificação do rendimento acadêmico 52
13.2 Justificativas de faltas 54
13.3 Da recuperação. reprovação e exame final 54
13.4 Do Conselho de Classe 56
14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR 57
15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 59
16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE 60
16.1 Assistência Estudantil 60
16.2 Programa de Auxílio Estudantil 60
16.3 Programa de Acompanhamento Psicológico 60
16.4 Programa de Acompanhamento Pedagógico 60
16.5 Programa de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas 61
16.6 Demais Programas 62
16.7 Representação Estudantil 62
16.8 Educação Inclusiva 63
16.9 Regulamento disciplinar do corpo discente 63
16.10 Acompanhamento de egressos 63
17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S) 65
18 APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES 66
19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE 68
20 CORPO DOCENTE DO CAMPUS 70
21 CORPO ADMINISTRATIVO 72
22 INFRAESTRUTURA 73
22.1 Biblioteca 73
22.2 Instalações, Equipamentos e Laboratórios 74
23 CERTIFICADOS E DIPLOMAS 75
24 CONSIDERAÇÕES FINAIS 76
REFERÊNCIAS 77
Lista de Quadros

Quadro 1: Identificação do IFSULDEMINAS ........................................................................................ 9


Quadro 2: Identificação da Entidade Mantenedora ................................................................................. 9
Quadro 3: Identificação do Campus ........................................................................................................ 9
Quadro 4: Matriz do Curso Técnico em Logística na modalidade Concomitante ................................ 24
Quadro 5: Fundamentos da Administração ........................................................................................... 25
Quadro 6: Fundamentos da Logística .................................................................................................... 26
Quadro 7: Gestão de transporte e distribuição ...................................................................................... 27
Quadro 8: Gestão de projetos ................................................................................................................ 28
Quadro 9: Gestão de pessoas ................................................................................................................. 29
Quadro 10: Empreendedorismo ............................................................................................................ 30
Quadro 11: Gestão da produção e operações ........................................................................................ 31
Quadro 12: Gestão de estoque ............................................................................................................... 32
Quadro 13: Sistema de Informação logístico ........................................................................................ 33
Quadro 14: Economia e Mercado.......................................................................................................... 34
Quadro 15: Informática aplicada à Logística ........................................................................................ 35
Quadro 16: Gestão financeira e de custos ............................................................................................. 36
Quadro 17: Gestão da cadeia de suprimentos ....................................................................................... 37
Quadro 18: Gestão de Marketing .......................................................................................................... 38
Quadro 19: Sustentabilidade na cadeia de suprimentos ........................................................................ 39
Quadro 20: Logística internacional e Comércio exterior ...................................................................... 40
Quadro 21: Libras.................................................................................................................................. 41
Quadro 22: Requisitos para situação final do aluno .............................................................................. 55
Quadro 23: Corpo Docente do Campus ................................................................................................ 71
Quadro 24: Corpo Administrativo......................................................................................................... 72
9

1 DADOS DA INSTITUIÇÃO

1.1 IFSULDEMINAS – Reitoria

Nome do Instituto CNPJ


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais 10.648.539/0001-05
Nome do Dirigente: Marcelo Bregagnoli
Endereço do Instituto Bairro
Avenida Vicente Simões, 1.111 Nova Pouso Alegre
Cidade UF CEP DDD/Telefone E-mail
Pouso Alegre MG 37553-465 (35) 3449-6150 reitoria@[Link]
Quadro 1: Identificação do IFSULDEMINAS

1.2 Entidade Mantenedora

Nome da Entidade Mantenedora CNPJ


Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC 00.394.445/0532-13
Nome do Dirigente: Tomás Dias Sant’Ana
Endereço da Entidade Mantenedora Bairro
Esplanada dos Ministérios, Bloco l, 4º andar – Ed. sede. Asa Norte
Cidade UF CEP DDD/Telefone E-mail
Brasília DF 70047-902 61 2022-8597 setec@[Link]
Denominação do Instituto
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais.
Quadro 2: Identificação da Entidade Mantenedora

1.3 IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre

Nome da Unidade CNPJ


Instituto Federal do Sul de Minas Gerais – Campus Pouso Alegre 10.648.539/0008-81
Nome do Dirigente: Mariana Felicetti Rezende
Endereço do Instituto Bairro
Avenida Maria da Conceição Santos, 900 Parque Real
Cidade UF CEP DDD/Telefone E-mail
Pouso Alegre MG 37560-260 (35) 3427-6600 pousoalegre@[Link]
Quadro 3: Identificação do Campus
10

2 DADOS GERAIS DO CURSO

Nome do Curso: Curso Técnico em Logística


Tipo: Concomitante
Modalidade: Educação a Distância - EaD
Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios
Local de funcionamento: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul de
Minas Gerais – Campus Pouso Alegre
Ano de implantação: 2020
Habilitação: Técnico em Logística
Turno de funcionamento: EaD
Número de vagas oferecidas: Conforme edital público de seleção
Forma de ingresso: Processo Seletivo anual
Requisitos de acesso: Estudante deverá estar cursando o Ensino Médio
Duração do curso: 12 meses
Periodicidade de oferta: Anual
Carga horária mínima obrigatória: 800 horas
Carga horária total: 830 horas
Ato autorizativo: Resolução n° 103/2019, de 18 de dezembro de 2019.
11

3 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO IFSULDEMINAS

A Constituição Federal de 1988, preconiza a igualdade de condições para o acesso e a


permanência na escola e a uma gestão mais democrática e a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação - LDB 9.394/96, reafirma esta perspectiva remetendo a uma educação brasileira a um
modelo mais participativo e inclusivo, delegando às instituições e sistemas de ensino a
elaboração e execução de seus Projetos Pedagógicos, envolvendo a comunidade educativa.
A LDB 9394/96, apresenta um destaque para a educação profissional, com indicativo
em seu art. 39, para a oferta da educação técnica e tecnológica integrada “às diferentes formas
de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia”, atendendo os egressos do sistema de ensino
nos níveis básico e superior e aos “trabalhadores em geral, jovem ou adulto” e as demandas dos
diferentes setores da sociedade, atuando por meio de uma educação continuada com foco na
formação cultural, profissional, política e ética dos cidadãos, enquanto trabalhadores
produtivos, agentes de transformação e construtores da equidade social.
A Lei nº. 11.892, de 29 de dezembro de 2008 cria os Institutos Federais e neste contexto
o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais -
IFSULDEMINAS, vinculado ao Ministério da Educação, com natureza jurídica de autarquia,
sendo detentor de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e
disciplinar. É uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular e
multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes
modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos por
meio de sua ação conjugada de ensino, pesquisa e extensão, buscando corresponder com o
propósito desta institucionalização definitiva da educação profissional e tecnológica como
política pública em todo território nacional.
Com a estrutura multicampi, o IFSULDEMINAS começou a constituir-se em 2008,
quando a Lei 11.892/2008 transformou as escolas agrotécnicas federais de Inconfidentes,
Machado e Muzambinho em Campus Inconfidentes, Campus Machado e Campus Muzambinho
do IFSULDEMINAS, cuja Reitoria fica, desde então, em Pouso Alegre.
Em 2009, estes três campi iniciais lançaram polos de rede em Passos, Poços de Caldas
e Pouso Alegre, os quais se converteram nos campi Passos, Poços de Caldas e Pouso Alegre.
Em 2013, foram criados os campi avançados de Carmo de Minas e de Três Corações. Os campi
avançados derivaram de polos de rede estabelecidos na região do circuito das águas mineiro,
que fora protocolada no Ministério da Educação, em 2011, como região prioritária da expansão.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, tem os
12

seguintes domicílios:
a) Reitoria, no município de Pouso Alegre, MG, situada na Avenida Vicente Simões, 1.111 –
Bairro Nova Pouso Alegre, Pouso Alegre-MG;
b) Campus Inconfidentes, situado à Praça Tiradentes, 416 - Centro - Inconfidentes, MG;
c) Campus Machado, situado à Rodovia Machado – Paraguaçu, km 3 - Bairro Santo Antônio -
Machado - MG;
d) Campus Muzambinho, situado à Estrada de Muzambinho, km 35 Bairro Morro Preto -
Muzambinho, MG;
e) Campus Passos, situado à Rua Mário Ribola, 409 - Penha II- Passos/MG
f) Campus Poços de Caldas, situado à Avenida Dirce Pereira Rosa, 300, Jardim Esperança -
Poços de Caldas - MG
g) Campus Pouso Alegre, situado à Avenida Maria da Conceição Santos nº 900, Bairro Parque
Real, CEP: 37560-260 - Pouso Alegre/MG
h) Campus Avançado Três Corações, situado à Rua Coronel Edgar Cavalcanti de Albuquerque,
nº 61 - Chácara das Rosas - Três Corações/MG
i) Campus Avançado Carmo de Minas, situado à Alameda Murilo Eugênio Rubião, s/nº - Bairro
Chacrinha - Carmo de Minas/MG
Conforme art.3º de seu estatuto, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Sul de Minas Gerais, em sua atuação, observa os seguintes princípios norteadores em
consonância com sua missão institucional:
I. Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente,
transparência e gestão democrática;
[Link]ção do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão;
III. Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e
tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais;
IV. Inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais e deficiências específicas; e
V. Natureza pública e gratuita do ensino, sob a responsabilidade da União.
É portanto, uma instituição que articula a educação superior, básica e profissional,
pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica,
integrando a cultura, o trabalho, a ciência e tecnologia em favor da sociedade na perspectiva de
um país mais democrático e inclusivo.
13

4 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS POUSO ALEGRE

O Campus Pouso Alegre foi implantado em 10 de julho de 2010 com o propósito de


oferecer educação técnica e tecnológica de qualidade, em todos os níveis, associada à extensão
e pesquisa, dentro das expectativas e demandas de Pouso Alegre e região.
O Campus apresenta um papel muito importante por ser a primeira Instituição Federal
de Ensino na cidade, sendo este tipo de instituição nacionalmente reconhecida por oferecer
ensino gratuito e de qualidade. A partir de dezembro de 2010 iniciaram as obras de construção
da sede própria na Avenida Maria da Conceição Santos, nº 900, Parque Real, com área
construída inicial de 5.578m², utilizando o projeto Brasil Profissionalizado do MEC.
As atividades acadêmicas iniciaram com o Curso Técnico em Agricultura Subsequente,
utilizando as estruturas da Escola Municipal Professora Maria Barbosa (CIEM do Algodão).
Em 2011 teve início os cursos técnicos em Edificações, na modalidade PROEJA e
Administração na modalidade subsequente, funcionando em parceria com a Prefeitura na
Escola Municipal Antônio Mariosa (CAIC - Árvore Grande).
Em 2012 iniciaram-se os cursos técnicos em Química, Informática e Edificações na
modalidade Subsequente e Informática na modalidade Concomitante. Em 2013 o Campus
passou a oferecer também o Curso Técnico Subsequente em Segurança do Trabalho e o Curso
Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio já em sua sede própria. No início de 2014,
o Campus passou a ofertar dois cursos superiores: Engenharia Química e Engenharia Civil. Em
2015 iniciaram-se as Licenciaturas em Química e Matemática, assim como o curso de Pós-
Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança do Trabalho e Higiene e Segurança do
Trabalho e o curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio. Em 2016 foi iniciada
a oferta da Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Matemática e em 2017 o curso de Técnico
em Edificações passou a ser também oferecido na modalidade Integrado.
Em 2018 ocorreu a integralização de todos os cursos superiores e nesse mesmo ano
foram criados os cursos de Especialização em Ciências da Natureza (Química e Física) e
Técnico Subsequente em Informática para Internet. Em 2020 foi iniciada a oferta dos cursos
Técnicos em Logística Concomitante e Subsequente, EaD e Técnico em Qualidade
Concomitante e Subsequente, EaD. Em 2021 iniciou-se a oferta dos cursos Técnico em Design
de Interiores e Especialização Lato sensu em Computação Aplicada à Educação, ao mesmo
tempo em que foi criado o curso Técnico em Química Integrado ao Ensino Médio, ofertado a
partir de 2022.
14

Desde o início das atividades do Campus Pouso Alegre foram oferecidos vários cursos
de Formação Inicial e Continuada (FIC’s), em parceria com diversas empresas e associações
locais, bem como cursos a distância em parceria com o Instituto Federal do Paraná. Além disso,
a partir de 2012, com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
(PRONATEC), foram oferecidos cursos em Agricultura Familiar, Planejamento e Controle de
Produção, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Pessoal, Auxiliar de Biblioteca, Bovinocultura
de Leite e de Corte, Desenhista da Construção Civil, Cuidador de Idosos, Auxiliar Financeiro,
Inglês, Cabeleireiro, Inspeção Escolar, Agente Comunitário de Saúde, Almoxarifado, Manicure
e Pedicure, Eletricidade, Artesanato, Língua Portuguesa, Montagem de Equipamentos
Eletroeletrônicos, Assistente Administrativo, Recepcionista e outros.
Contando com um universo de mais de 2.000 alunos matriculados em seus cursos e um
conjunto de servidores composto por 44 servidores técnicos administrativos em educação e 73
servidores docentes, o Campus Pouso Alegre busca consolidar e expandir sua oferta, criando
novos cursos técnicos e superiores buscando sempre atender à demanda da cidade e região,
levando sempre em consideração as discussões realizadas pela comunidade acadêmica, sem
perder de vista as demandas levantadas pela sociedade.
Cabe ressaltar que o IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre, cultiva uma perspectiva
inclusiva através do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas – NAPNE
visando atender educandos que apresentem necessidades educacionais específicas, seja em
termos de infraestrutura ou de ordem pedagógica. De acordo com a Nota Técnica n°
04/2014/MEC/SECADI/DPEE, de 23 de janeiro de 2014, a inclusão de pessoas com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação em
escolas comuns de ensino regular ampara-se na Constituição Federal de 1988 que define em
seu artigo 205 “a educação como direito de todos, dever do Estado e da família, com a
colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o
exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, garantindo, no artigo 208, o direito
ao “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência”.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência de 2006, promulgada no
Brasil com status de Emenda Constitucional por meio do Decreto Legislativo n° 186, de 9 de
julho de 2008, e Decreto Executivo n° 6.949, de 25 de agosto de 2009, estabelece o
compromisso dos Estados em assegurar às pessoas com deficiência um sistema educacional
inclusivo em todos os níveis de ensino, em ambientes que maximizem o desenvolvimento
acadêmico e social, compatível com a meta de inclusão plena, com a adoção de medidas para
garantir que as pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral sob
15

alegação de deficiência e possam ter acesso ao ensino de qualidade em igualdade de condições


com as demais pessoas na comunidade que vivem.
Os objetivos educacionais institucionais não devem perder de vista a igualdade
educacional sobre a qual as singularidades devem ser consideradas e atendidas. Diante desse
quadro, as decisões curriculares e didático-pedagógicas, o planejamento do trabalho anual e as
rotinas e os eventos do cotidiano escolar devem levar em consideração a necessidade de
superação dessas desigualdades.
Para isso, é necessário planejar com um claro foco na equidade, que pressupõe
reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes. O planejamento curricular do
Campus Pouso Alegre busca a superação das diferenças e a promoção da colaboração social,
bem como o desenvolvimento dos alunos de forma ampla, superando a fragmentação do
conhecimento para garantir o estímulo à sua aplicação na vida real, a importância do contexto
para dar sentido ao que se aprende e o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na
construção de seu projeto de vida.
Com base nesta declaração, o IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre identifica o
número de estudantes que necessitam de material didático em diversos formatos de
acessibilidade, assim como os demais recursos de tecnologia assistiva (lupa digital, impressora
e máquina Braille, cadeira motorizada), além de serviços de tradução e interpretação da Língua
Brasileira de Sinais e do atendimento educacional especializado.
O Campus busca também o crescimento e o desenvolvimento dos seus alunos através
de atividades educacionais, artísticas, culturais e esportivas como seminários, jornadas
científicas e tecnológicas, visitas técnico-culturais, atividades esportivas, bem como
participação em projetos de pesquisa e extensão. Promovendo atividades que assegurem aos
estudantes seus direitos e o desenvolvimento de suas habilidades, orientado pelos princípios
éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma
sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares
Nacionais da Educação Básica (DCN).
O desenvolvimento dos estudantes nas diversas atividades institucionais busca
estimular ações que contribuam para a transformação da sociedade, tornando-a mais humana e
socialmente justa. O desenvolvimento de competências nos alunos norteia o planejamento
educacional e diversas atividades sociais e pedagógicas no âmbito da instituição. Os alunos
devem “saber” - considerando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores,
e devem “saber fazer” - considerando a mobilização desses conhecimentos, habilidades,
atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da
16

cidadania e do mundo do trabalho.


Entende-se que a Educação deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global,
compreendendo a complexidade desse desenvolvimento, que não implica somente na dimensão
intelectual e afetiva, mas uma visão plural, singular e integral, considerando o aluno como
sujeito da aprendizagem ao promover uma educação emancipadora para o desenvolvimento
pleno, em suas singularidades e diversidades. A escola passa a ser considerada um espaço de
aprendizagem e de democracia inclusiva, que combate a discriminação, o preconceito e
promove o respeito às diferenças e diversidades.
17

5 APRESENTAÇÃO DO CURSO

O Curso Técnico em Logística insere-se no plano de expansão do Instituto Federal de


Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) e, por sua vez, no
plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do
Ministério da Educação. Essa expansão tem como objetivos: suprir a carência de mão de obra
especializada em diversas áreas do conhecimento e promover, de modo continuado, a educação
profissional de qualidade nos diversos níveis e contribuir para o desenvolvimento local e
regional da sociedade.
Assim, este Projeto Pedagógico de Curso está fundamentado nas bases legais que
norteiam a educação técnica de nível médio, no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, nos
referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação
Profissional Técnica de Nível Médio do sistema educacional brasileiro. O curso será realizado
ao longo de 1(um) ano e o discente terá o dobro do tempo de duração do curso para concluí-lo.
O curso terá carga horária mínima de 800 horas, com o oferecimento de Libras como disciplina
optativa de 30 horas, totalizando uma carga horária de 830 horas.
A carga horária obrigatória será na modalidade EaD, utilizando o Ambiente Virtual de
Aprendizagem institucional. Tal ação se justifica pela necessidade de oportunizar aos discentes
vivenciar uma modalidade que permita o desenvolvimento de competências e habilidades
adequadas ao mundo do trabalho contemporâneo, como a fluência digital, o planejamento, a
organização e a administração do tempo, a autonomia e a proatividade, a aprendizagem
colaborativa, a comunicação e o feedback. Além disso, se justifica pela necessidade de
flexibilizar os horários de estudos para o público-alvo do Concomitante, especialmente em
outras regiões sem acesso a oferta de cursos técnicos gratuitos, promovendo maior qualidade
de vida e acadêmica dos discentes.
18

6 JUSTIFICATIVA

O Curso Técnico em Logística na modalidade EaD, tem como intuito dar uma resposta
à demanda por profissionais da área de logística, capacitando os profissionais a compreender
os processos da gestão moderna, ter conhecimento pautado pelo desenvolvimento sustentável
e nas diferentes áreas da gestão da cadeia de suprimentos e desenvolver o espírito
empreendedor. Assim, podem abrir o próprio negócio ou serem incorporados ao mercado de
trabalho, dada a necessidade já existente por esses profissionais qualificados.
Busca-se, através do curso Técnico em Logística na modalidade Concomitante, ofertar
uma formação técnica profissionalizante, capacitando os indivíduos para atuarem na área de
logística em diversas demandas da região, como nos setores do agronegócio, comercial,
industrial e de prestação de serviços.
Não se pode conceber, nos tempos atuais, a produção agrícola, industrial, comercial e
de serviços sem a presença cotidiana de profissionais qualificados, o que exige a qualificação
das pessoas em todos os níveis, reforçando a iniciativa do IFSULDEMINAS em formar
profissionais capacitados, capazes de atender às expectativas do mercado. Neste contexto, a
implantação do curso se justifica através da:
● Demanda de mercado de trabalho local e regional, percebida na comunidade.
Oportunidades relacionadas à capacitação das pessoas envolvidas em serviços, bem
como em processos de gestão. Todos os setores presentes na região: comércio,
farmacêutico, metalmecânica, financeiro, agricultura e prestação de serviços são
destaques em nossa região e todos estes setores demandam profissionais qualificados na
área da logística.
● Capacidade tanto de pessoal, quanto de infraestrutura no campus. O quadro profissional
conta com professores qualificados para atuarem na área do curso, técnicos
administrativos em Educação, salas e laboratórios de aprendizagem devidamente
equipados.
● Necessidade de profissionalizar pessoas que ainda não ingressaram no mercado de
trabalho, podendo atuar nas mais diversas áreas da logística.
Desta forma, o Campus Pouso Alegre pretende cumprir as exigências da Lei Federal
11.892/2008 que criou os Institutos Federais e enfatizou a necessidade da sua inserção regional,
enfatizando a contribuição do IFSULDEMINAS no crescimento sustentável do Sul de Minas
Gerais.
19

7 OBJETIVOS DO CURSO

Os estudantes do curso estarão aptos para atuar eficazmente no mundo do trabalho,


possibilitando prosseguir nos estudos e se posicionar ética e criticamente no mundo. Neste
sentido, serão apresentados os objetivos gerais e específicos do Curso Técnico em Logística na
modalidade Concomitante.

7.1 Objetivo Geral

Na perspectiva de articulação entre teoria e prática, objetiva-se formar profissionais


competentes para o exercício da cidadania, de modo que os egressos assumam espírito
inovador, empreendedor, senso crítico e possam ser integrados em sociedades cada vez mais
complexas, respeitando os valores da democracia participativa e da sustentabilidade. Esses
profissionais deverão desenvolver capacidades técnicas, criativas e inovadoras, capazes de
utilizar os instrumentos de planejamento, execução e controle das atividades logísticas nos
diversos setores: industrial, comercial, serviços e do agronegócio.

7.2 Objetivos Específicos

● Estimular as habilidades tecnológicas, gerenciais e humanísticas necessárias para a


formação de profissionais capazes de auxiliar no desenvolvimento da região por meio do
conhecimento técnico e ético, com foco na sustentabilidade e diversidade social.
● Auxiliar no planejamento, na operacionalização e no controle da cadeia produtiva e seu
fluxo logístico.
● Executar procedimentos relacionados a suprimentos, produção, recebimento,
armazenagem e distribuição de produtos, fazendo uso das TIC’s.
● Identificar agentes da cadeia de suprimentos.
● Elaborar relatórios operacionais para tomadas de decisões.
● Empregar ferramentas e técnicas que permitam a otimização de operações logísticas.
● Estimular o espírito empreendedor de forma a contribuir para a formação de profissionais
capazes de auxiliar no desenvolvimento sustentável da região, por meio do conhecimento
técnico, cidadão e ético nas relações empresariais.
● Promover ações para atendimento às questões de Educação Inclusiva, Étnico-raciais,
ambientais e Direitos Humanos relacionadas ao nível do curso.
● Desenvolver capacidade para execução de atividades, prezando pela adoção dos
procedimentos de qualidade, segurança e higiene do trabalho no sistema logístico.
20

8 FORMAS DE ACESSO

O acesso ao curso de educação profissional técnica concomitante em Logística na


modalidade a distância, será feita pelo IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre, através de
edital público, respeitado, dentro do quantitativo de vagas do curso, o número de vagas
reservadas às ações afirmativas, conforme legislação e normas do IFSULDEMINAS. Por se
tratar de uma formação técnica concomitante, as vagas serão destinadas aos alunos que estejam
cursando o ensino médio.
A pré-matrícula deverá ser efetuada nas Secretarias dos Polos de Apoio presencial pelo
próprio estudante, ou representante legal, nos prazos estabelecidos pelo Setor de Registro
Acadêmico do Campus Pouso Alegre, obedecendo diretrizes e procedimentos definidos pela
Coordenadoria de Cursos de Educação a Distância, ficando resguardado ao aluno o direito de
realizar a pré-matrícula no Polo de Apoio, sem necessidade de deslocamento até ao campus
ofertante. O estudante que não realizar a Pré-matrícula no período estabelecido perderá o direito
à vaga, conforme Resolução CONSUP 55/2018.
Os períodos de matrícula e rematrícula seguirão o calendário acadêmico do Campus
Pouso Alegre. Não será permitida a troca de curso no decorrer do processo de confirmação da
matrícula. O candidato que não confirmar sua matrícula, no prazo estabelecido, terá sua
inscrição automaticamente cancelada. Não será permitido o trancamento de matrícula para o
curso técnico em Logística Concomitante - EaD.
A não realização da renovação da matrícula ao final de cada módulo cursado implicará
na mudança de status do aluno no sistema acadêmico para evadido e perda do direito à vaga no
módulo seguinte, conforme Resolução CONSUP 55/2018.
21

9 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO

Ao término do curso, objetiva-se que o egresso adquira as seguintes competências que


o ajudarão a atuar primordialmente nas áreas de indústria, comércio, serviço e agronegócio:

9.1 Competências Técnicas

● Executar operações administrativas relativas a protocolos e arquivos, confecção e


expedição de documentos, negociações, pagamento e recebimento de contas, gestão do
fluxo de caixa e controle de estoques.
● Analisar processos logísticos, financeiros, mercadológicos, humanos e de operações em
seu ambiente de trabalho, sendo capaz de avaliá-los criticamente e melhorar sua
eficiência e eficácia.
● Operar sistemas de informações gerenciais nas áreas fiscal, contábil, pessoal e
comercial, além de utilizar ferramentas básicas de informática e planilhas de cálculo.
● Ser capaz de empreender um negócio próprio ou intraempreender em empresas já
consolidadas mudando para melhor a realidade local.

9.2 Competências Comportamentais

● Ser capaz de trabalhar em equipe, mobilizando as pessoas em seu ambiente de trabalho,


liderar pessoas, motivando-as e delegando funções, extraindo o melhor de cada
indivíduo para o desenvolvimento das tarefas.
● Ser criativo e inovador diante de oportunidades identificadas no dia a dia.
● Exercer com profissionalismo, autoconfiança, senso ético e transparência suas funções,
contribuindo para um bom e produtivo ambiente de trabalho.
● Ser capaz de administrar conflitos e tomar decisões.

9.3 Competências Gerais

● Ser capaz de buscar constante desenvolvimento pessoal e prosseguir nos estudos a partir
da formação humanística e aprimoramento intelectual.
● Respeitar as diferenças pessoais e sociais, consciente das demandas éticas da sociedade.
● Entender e atuar criticamente no mundo em que vive com espírito de liderança e de
responsabilidade.
22

10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

A matriz curricular está organizada em regime semestral, com carga horária obrigatória
de 800 horas e 30 horas de disciplina optativa. Para o nivelamento dos estudantes em relação
ao uso das tecnologias de informação e comunicação será ofertada a disciplina de Ambientação,
em caráter optativo, antes do início do curso. Para as demais disciplinas da área técnica serão
oferecidos horários de atendimentos semanais aos alunos com dificuldades de aprendizado,
sendo os horários divulgados pelos Polos. Por fim, para atender a alunos com necessidades
específicas, quando houver, haverá o acompanhamento e a elaboração de um currículo adaptado
e desenvolvido em colaboração com a equipe do NAPNE.

10.1 Libras

Será ofertada em caráter optativo, no semestre de interesse do campus, a disciplina de


Libras com duração de 30h, divididas entre aulas práticas e teóricas, em cumprimento ao
Decreto n° 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Por se tratar de uma língua oficial das
comunidades surdas brasileiras, a Libras deve ser estudada no âmbito da formação profissional
visando à inclusão social e linguística. Neste sentido, o IFSULDEMINAS, ao inserir a
disciplina em sua grade curricular, objetiva contribuir significativamente com a formação e
futura atuação profissional de um técnico em logística mais acessível e inclusivo.

10.2 Educação Ambiental

Em atendimento à Lei n°9.795, de 27 de abril de 1999, e Decreto n° 4.281, de 25 de


junho de 2002, os valores inerentes à educação ambiental permeiam o trabalho dos professores
em todas as áreas, pois são assumidos pelo Campus como vitais para a sociedade. Assim, este
assunto será tratado de forma transversal por meio da oferta de projetos, especialmente na
disciplina de Sustentabilidade na Cadeia de Suprimentos.

10.3 Educação em Direitos Humanos

Em atendimento a Resolução CNE/CP n°1, de 30 de maio de 2012, o Curso Técnico em


Logística Concomitante na modalidade EaD prevê a educação em Direitos Humanos por meio
de temas transversais, tratados interdisciplinarmente, especialmente nas disciplinas de Gestão
de Pessoas e Fundamentos da Administração. Os professores devem estar comprometidos com
a sua promoção e esclarecimento, bem como o enfrentamento de ameaça aos Direitos Humanos.
23

10.4 Relações Étnico-raciais e História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena

Em atendimento à Lei Nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003; Lei Nº 11.645 de 10 de


março de 2008 e Resolução CNE/CP Nº 01 de 17 de junho de 2004 os conteúdos sobre relações
étnico-raciais e ensino de História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena serão abordados de forma
transversal, em forma de projetos e ações em parceria com o NEABI – Núcleo de Estudos e
Pesquisas Afro-Brasileiros e Indígena e o NEGES – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero,
Educação e Sexualidade, núcleos sistêmicos que atuarão nas ações de inclusão dentro do
IFSULDEMINAS, Campus Pouso Alegre. Ambos constituem efetivos meios de
implementação de políticas de educação inclusiva e para a diversidade.

10.5 Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão

Além do seu trabalho com o ensino, a instituição se dedica a atividades de extensão e


pesquisa, formando três pilares indissociáveis. As atividades de pesquisa e extensão ocorrem
através de diversos projetos desenvolvidos pelos professores do curso nos quais os alunos
atuam como bolsistas ou voluntários. As ações de pesquisa constituem um processo educativo
para a investigação, objetivando a produção, a inovação e a difusão de conhecimentos
científicos, tecnológicos, artísticos, culturais e desportivos, articulando-se ao ensino e à
extensão e envolvendo todos os níveis e modalidades de ensino, ao longo de toda a formação
profissional. Neste sentido, são desenvolvidas ações de apoio à iniciação científica, a fim de
despertar o interesse pela pesquisa e instigar os estudantes na busca de novos conhecimentos.
As ações de extensão constituem um processo educativo, científico, artístico-cultural e
desportivo que se articula ao ensino e à pesquisa de forma indissociável, com o objetivo de
intensificar uma relação transformadora entre o IFSULDEMINAS e a sociedade e tem por
objetivo geral incentivar e promover o desenvolvimento de programas e projetos de extensão,
articulando-se com órgãos de fomento e consignando em seus recursos para esse fim. O
princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão apresenta-se como critério
articulador, perpassando toda a oferta de educação profissional oportunizada.

10.6 Itinerários formativos

O curso Técnico em Logística Concomitante está organizado em dois módulos


correspondentes a cada semestre letivo, cada qual com seu núcleo de conhecimentos
específicos. Observando o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e o Art. 39 da LDB nº
9.394/96, o curso prevê a certificação intermediária para alunos que por algum motivo não
24

conseguiram concluir o curso, possibilitando a construção de diferentes itinerários formativos,


devendo o aluno interessado formalizar o pedido junto à secretaria do campus.
A conclusão do primeiro módulo certificará o aluno à Assistente de Logística. O aluno
que concluir o curso e for aprovado nos dois semestres previstos no itinerário formativo
receberá o título de Técnico em Logística. A seguir é apresentada a matriz curricular.

10.7 Matriz Curricular

Quadro 4: Matriz do Curso Técnico em Logística na modalidade Concomitante


25

11 EMENTÁRIO

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Fundamentos da Administração – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Teorias Administrativas: influências e principais enfoques. Fundamentos e Contribuição


da Administração: funções básicas, modelos de gestão, noções de planejamento. Funções
do administrador. Estrutura Organizacional.

Bibliografia Básica

LACOMBE, F. J. M. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva, 2009.

MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

OLIVEIRA, D. de P. R. Introdução à administração. Edição compacta. São Paulo: Atlas,


2009.

Bibliografia Complementar

ARAÚJO, L. C. G. de. Teoria geral da administração: aplicação e resultados nas


empresas brasileiras. Atlas, 2004.

BELMIRO, L. A. G.; OLIVEIRA, J. F. C.; AZEVEDO, S. Coelho de. Administração


Estratégica, 3. ed. LTC, 2014.

JONES, G. R.; GEORGE, J. M. Administração Contemporânea. 4. ed. Atlas, 2015.

MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à


revolução digital. 7. ed. Atlas, 2012.

OLIVEIRA, D. de P. R. Teoria geral da administração: uma abordagem prática. 3. ed.


Atlas, 2013.

Quadro 5: Fundamentos da Administração


26

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Fundamentos da Logística – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Conceito. Origem. Evolução histórica. Papel da logística nas organizações. Papel do


técnico em logística nas empresas. Importância da logística para a estratégia empresarial.
Função e interdependência com as demais áreas da empresa. Missão logística. Nível de
serviço logístico. Composto de atividades logísticas. Custos logísticos. Logística integrada
e globalizada. Tomadas de decisão logística. Noções de Gestão de Compras – organização,
objetivos, parcerias e contratos. Noções básicas de cadeia de suprimentos.

Bibliografia Básica

BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed.


Porto Alegre: Bookman, 2006.

BALLOU, R H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais e


distribuição física. São Paulo: Atlas, 2012.

BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J. Logística empresarial: o processo de integração da


cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2010.

Bibliografia Complementar

BOWERSOX, D. J; COOPER, M. B; CLOSS, D. J. Gestão da cadeia de suprimentos e


logística. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

CORONADO, O. Logística integrada: modelo de gestão. São Paulo: Atlas, 2008.

DORNIER, P. P; ERNST, R; FENDER, M; KOUVELIS, P. Logística e operações


globais: texto e casos. São Paulo: Atlas, 2000.

PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos (supply chain management):


conceitos, estratégias, práticas e casos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

RAZZOLINI FILHO, E. Logística: evolução na administração, desempenho e


flexibilidade. Curitiba: Juruá, 2006.

Quadro 6: Fundamentos da Logística


27

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão de transporte e distribuição – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Sistemas de transporte: conceitos, componentes, importância e histórico. Modais de


transporte. Multimodalidade e intermodalidade. Distribuição Física versus Canais de
Distribuição: o que é; canal direto e indireto; o que são intermediários (atacadistas e
varejistas) - fluxos no canal, função de agentes e do canal. Marketing no canal, trade
marketing, relacionamento entre os agentes (poder, conflito, alianças e estratégias).

Bibliografia Básica

BALLOU, R H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais e


distribuição física. São Paulo: Atlas, 2012.

RODRIGUES, P. R. A. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e a logística


internacional. 4. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2010.

WANKE, P. F. Logística e transporte de cargas no Brasil: produtividade e eficiência no


Século XXI. São Paulo: Atlas, 2010.

Bibliografia Complementar

BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed.


Porto Alegre: Bookman, 2006.

BARAT, J. Logística e transporte no processo de globalização: oportunidades para o


Brasil. São Paulo: UNESP, 2007.

BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J. Logística empresarial: o processo de integração da


cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2010.

CAIXETA FILHO, J. V; MARTINS, R. S. Gestão logística de transporte de cargas. São


Paulo: Atlas, 2001.

VIVALDINI, M.; PIRES, S. R. I. Operadores logísticos: integrando operações em


cadeias de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2010.

Quadro 7: Gestão de transporte e distribuição


28

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão de projetos – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Conceito e definição de projeto. Objetivo e importância do gerenciamento de projeto nas


organizações. Estudo das dez áreas de conhecimento do gerenciamento de projetos.

Bibliografia Básica

DINSMORE, C. P.; CAVALIERI, A. (Orgs.). Como se tornar um profissional em


gerenciamento de projetos: livro base de preparação para certificação PMP - Project
Management Professional. 4 ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2013.

KERZNER, H. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2017,


recurso online ISBN 9788582603819.

MENEZES, L. C. M. Gestão de projetos. [Link]. Rio de Janeiro: Atlas 2018.

Bibliografia Complementar

CLEMENT, J. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2014, recurso online.

LIMA, G. P. Série Gestão Estratégica Gestão de Projetos. Rio de Janeiro: LTC, 2009,
recurso online.

MOLINARI, L. Gestão de projetos, teoria, técnicas e práticas. São Paulo: Erica, 2010,
recurso on line.

ROSA, C. A.; COUTO, G. M.; LAGE, M. G. Guia essencial para empreendedores:


Modelagem. Belo Horizonte: SEBRAE/MG, 2015. 136 p.

SUTHERLAND, J. Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo. Rio


de Janeiro: Sextante, 2019.

Quadro 8: Gestão de projetos


29

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão de pessoas – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Visão estratégica de recursos humanos: Histórico, conceitos e definição. Gestão das


Competências. Perfil do Gestor de RH. Capital Intelectual e Capital Humano.
Recrutamento e Seleção. Qualificação. Treinamento e Desenvolvimento. Sistemas de
Remuneração e Benefícios. Avaliação de Desempenho. Processos de comunicação.
Equipe. Noções sobre saúde e segurança ocupacional.

Bibliografia Básica

BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Controle de riscos: prevenção de acidentes no


ambiente ocupacional. São Paulo: Érica, 2014.

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas


organizações. 4. ed. Barueri: Manole, 2014. xiv, 494 p.

COSTA, É. da S. Gestão de pessoas. Curitiba: Livro Técnico, 2010. 120 p.

Bibliografia Complementar

BARSANO, P. R. Legislação aplicada à segurança do trabalho. São Paulo: Érica, 2014.


160 p. (Eixos).

CHIAVENATO, I. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal: Como


Incrementar Talentos à Empresa. 7. ed. Rev. e Atual. Barueri-Sp: Manoele, 2009. 176 p.

FRANÇA, A. C. L. Práticas de Recursos Humanos – PRH: Conceitos, Ferramentas e


Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2013. 267 p.

MOSCOVICI, F. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 21. ed. rev. e


ampl. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012 393 p.

NOE, R. A. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas: Teoria e Prática. Porto Alegre:


Amgh, 2015.

Quadro 9: Gestão de pessoas


30

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Empreendedorismo – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Empreendedorismo: conceitos e definições. Perfil do empreendedor. Habilidades e


competências do empreendedor. Processo de empreender. Empreendedorismo e Inovação.
Modelos de negócios: objetivos e componentes. Canvas da proposta de valor para negócios
inovadores.

Bibliografia Básica

CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 4. ed. Rio


de Janeiro: Saraiva, 2012.

DORNELAS, C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 4. ed. Rio de


Janeiro: Elsevier, 2012.

OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y. Business model generation: inovação em modelos


de negócios. Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.

Bibliografia Complementar

DORNELAS, C. A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor


de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

GAUTHIER, F. A. O. Empreendedorismo. Curitiba: Editora do Livro Técnico, 2010.

OSTERWALDER, A.; BERNARDA, G.; PIGNEUR, Y. Value Proposition Design:


Como construir propostas de valor inovadoras. Rio de Janeiro: Alta Books Editora, 2019.

PORTO, G. S. (org). Gestão da inovação e empreendedorismo. Rio de Janeiro: Elsevier,


2013.

TAJRA, S. F. Empreendedorismo: conceitos e práticas inovadoras. São Paulo: Érica,


Saraiva, 2014. 144p. (Eixos. Gestão e negócios).

Quadro 10: Empreendedorismo


31

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão da produção e operações – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Introdução e evolução histórica da gestão da produção e operações. O que é administração


da produção. Entradas e saídas do processo. Dimensões da produção. Papel da função
produção e objetivos da produção. Estratégia da produção. Projeto do produto/serviço.
Tipos de processos. Sistemas de produção. Formas de resposta à demanda (MTS, MTO,
ATO, ETO). Arranjo físico e fluxo. Planejamento, programação e controle da produção
(PPCP). Operações enxutas e just-in-time.

Bibliografia Básica

CORRÊA, H. L. CORRÊA, C. A. Administração de produção e de operações:


manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2017. 606 p.

MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3. ed. São Paulo:


Saraiva, 2015. 561 p.

SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3. ed. São


Paulo: Atlas, 2009. 703p.

Bibliografia Complementar

FERNANDES, F. C.; GODINHO FILHO, M. Planejamento e controle da produção:


dos fundamentos ao essencial. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2017. 275 p.

LAUGENI, F. P.; MARTINS, P. G. Administração da produção. 2. ed. Saraiva, 2005.

MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage.


Learning, 2017. 624 p.

TOLEDO, J. C. et. al. Qualidade: gestão e métodos. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
397 p.

TUBINO, D. F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São


Paulo: Atlas, 2009. xii, 190 p.

Quadro 11: Gestão da produção e operações


32

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão de estoque – 50h Semestre: 1º semestre

Ementa

Introdução, conceituação, tipos, importância e função. Métodos PEPS, UEPS e custo


médio. Método de reposição contínua. Método de reposição periódica. Curva ABC.
Indicadores de desempenho na gestão dos estoques.

Bibliografia Básica

BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed.


Porto Alegre: Bookman, 2006. 616 p. ISBN 9788536305912.

HONG, Y. C. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain. 4. ed.


São Paulo: Atlas, 2010. 238 p. ISBN 978-85-224-6027-4 (broch.).

NASCIMENTO, F. R. Gestão de estoques: fundamentos, modelos matemáticos e


melhores práticas aplicadas. São Paulo: Cengage Learning, 2011. xiii, 402 p. ISBN 978-
85-221-0875-6 (broch.).

Bibliografia Complementar

CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. São Paulo:


Cengage Learning, 2019. xiv, 377 p. ISBN 9788522127313.

DIAS, M. A. P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São Paulo:


Atlas, 2010. 528 p. ISBN 978-85-224-5919-3 (broch.).

FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. F. (Orgs.). Logística e


gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos
recursos. São Paulo: Atlas, 2003. 483 p. (Coppead de Administração).

PAOLESCHI, B. Almoxarifado e gestão de estoques: do recebimento, guarda e


expedição à distribuição do estoque. São Paulo: Érica, 2009. 174 p.

POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem


logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 210 p. ISBN 978-85-224-5901-8 (broch.).

Quadro 12: Gestão de estoque


33

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Sistema de Informação logístico – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Abordagem Sistêmica. Sistemas de Informação aplicados à Logística. Tipologia de


sistemas de informação. Tomada de decisão. Sistema de informação e o processo decisório.
Níveis gerenciais e operacionais. Gerenciamento de informações logísticas com a
utilização de planilha eletrônica.

Bibliografia Básica

BANZATO, E. Tecnologia da Informação aplicada à Logística. São Paulo: IMAN,


2005.

LAUDON, P; KENNETH, C. Sistemas de informação gerenciais. 7. ed. São Paulo:


Pearson, 2007.

O´BRIEN, J. Sistemas de Informação: Decisões gerenciais na era da internet. 3. ed. São


Paulo: Saraiva, 2010.

Bibliografia Complementar

CORNACHIONE JUNIOR, E. B. Informática aplicada às áreas de contabilidade,


administração e economia. São Paulo: Atlas, 2009.

FRYE, C. Microsoft Office Excel 2007: rápido e fácil. Porto Alegre: Artmed, 2008.

GOMES, C. F. S. Gestão da Cadeia de Suprimentos Integrada à Tecnologia da


Informação. São Paulo: Cengage Learning Editores, 2004.

MATTOS, A. C. M. Sistemas de informação: Uma visão executiva. São Paulo: Saraiva,


2010.

MOORE, J. H.; WEATHERFORD, L. R. Tomada de decisão em administração com


planilhas eletrônicas. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

Quadro 13: Sistema de Informação logístico


34

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Economia e Mercado – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Introdução, conceituação e importância. Capitalismo e desenvolvimento econômico:


escassez dos recursos, força de trabalho, escolhas econômicas, Teoria da oferta e demanda.
Políticas econômica, fiscal, monetária e cambial. Crescimento econômico e globalização.

Bibliografia Básica

LANZANA, A. E. T. Economia brasileira: fundamentos e atualidade. 4. ed. São Paulo:


Atlas, 2012. 186 p. ISBN 978-85-224-7088-4 (broch.).

SAMUELSON, P. A.; NORDHAUS, W. D. Economia. Porto Alegre: AMGH Ed., 2012.


xxviii, 639p. ISBN 9788580551044.

VASCONCELLOS, M. A. S. de; ENRIQUEZ GARCIA, M. Fundamentos de economia.


4. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. 331 p. ISBN 978-85-02-13725-7 (broch.).

Bibliografia Complementar

KRUGMAN, P. R; WELLS, R. Introdução à economia. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus,


2015. xxii, 967 p. ISBN 97885335275315.

MANKIW, N. G. Introdução à economia. São Paulo: Cengage Learning, 2014. xxx, 824
p. ISBN 978-85-221-1186-2 (broch.).

ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 387 p. ISBN
978-85-224-3812-9 (broch.).

VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. das. Introdução à economia. 12. ed. São Paulo:
Saraiva, 2012. 565 p. ISBN 978-85-02-21045-5 (broch.).

WESSELS, W. J. Economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. xvi, 528 p. (Série Essencial).
ISBN 978-85-02-08648-7 (broch.).

Quadro 14: Economia e Mercado


35

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Informática aplicada à Logística – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Noções sobre Pensamento Computacional. Resolução de problemas logísticos por meio de


planilhas eletrônicas. Noções sobre gráficos e planilhas. Internet e seus recursos. Noções
sobre tecnologias aplicadas na Logística 4.0.

Bibliografia Básica

COLIN, E. E. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia, finanças, logística,


produção, marketing e vendas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

MANZANO, J. A. N. G.; MANZANO, A. L. N. G. Estudo dirigido de Microsoft Excel


2019. São Paulo: Érica, 2019.

MORAIS, R. R.; MONTEIRO, R. Indústria 4.0: Impactos na gestão de operações e


logística. São Paulo: Editora Mackenzie, 2019.

Bibliografia Complementar

CASTIGLIONI, J. A. M. Logística operacional: guia prático. 3. ed. São Paulo: Erica,


2013.

CAXITO, F. A. Logística: um enfoque prático. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

DUARTE, M. A. Libreoffice Calc Avançado. São Paulo: Viena, 2014.

KLAUS, S. A. Quarta revolução industrial. São Paulo: Edipro, 2018.

PAOLESCHI, B. Logística industrial integrada do planejamento, produção, custo e


qualidade à satisfação do cliente. 3. ed. São Paulo: Érica, 2011.

Quadro 15: Informática aplicada à Logística


36

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão financeira e de custos – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Juros Simples e Juros Compostos. Fluxo de Caixa e Capital de Giro. Indicadores de


Investimento: TMA, Payback, VPL, TIR. Conceito e cálculo de custos e despesas. Margem
de contribuição, formação de preços e ponto de equilíbrio.

Bibliografia Básica

ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 656 p.

J. GITMAN, L. Princípios da administração Financeira. Porto Alegre: Boockman,


2000.

MARTINS, E. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 370 p.

Bibliografia Complementar

CHING, H. Y.; MARQUES, F.; PRADO, L. Contabilidade & Finanças para não
especialistas. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010.

HANSEN, D. R; MOWEN, M. M. Gestão de custos: contabilidade e controle. São Paulo:


Cengage Learning, 2001. 783 p.

PEREZ JUNIOR, J. H.; BEGALLI, G. A. Elaboração e Análise das Demonstrações


Contábeis. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

ROSS, S.; W. WESTERFIELD, R.; F. JAFFE, J. Administração Financeira: Corporate


Finance. São Paulo: Atlas, 2002.

SILVA, E. C. da. Como administrar o fluxo de caixa das empresas - guia de


sobrevivência empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

Quadro 16: Gestão financeira e de custos


37

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão da cadeia de suprimentos – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Cadeia de suprimentos: histórico e conceitos. A estrutura da cadeia de suprimentos: cadeia


interna, imediata e global. Estratégia e planejamento da cadeia de suprimentos. Valor ao
cliente e estratégias de distribuição (Cross-Docking, Transit Point e Merge in Transit).
Níveis de relacionamentos na cadeia de suprimentos: comercial, acordos, alianças,
parcerias e integração. Fluxos de materiais/informações na cadeia de suprimentos.

Bibliografia Básica

BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. 5. ed.


Porto Alegre: Bookman, 2006.

FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. Logística e gerenciamento da cadeia


de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas 2013.

PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos


– Supply chain management. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2014.

Bibliografia Complementar

BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. 2 ed. São


Paulo: Saraiva 2010.

BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; COOPER, M. B.; BOWERSOX, J. C. Gestão


Logística da Cadeia de Suprimentos. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.

CHRISTOPHER, M. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo:


Cengage Learning, 2011.

LEVI, D. S.; KAMINSKY, P.; LEVI, E. S. Cadeia de suprimentos: projeto e gestão. 3


ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.

PAOLESCHI, B. Cadeia de suprimentos. São Paulo: Érica, 2014.

Quadro 17: Gestão da cadeia de suprimentos


38

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Gestão de Marketing – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Princípios e fundamentos de Marketing: Conceitos básicos, origem e evolução. Análise


estratégica: variáveis do ambiente interno e externo. Mercado: conceito, análise de
mercado, mercado atual e potencial. Estratégia de marketing: segmentação, público alvo e
posicionamento. Composto de marketing: estratégias para produto, preço, comunicação e
distribuição. Trade Marketing. Marketing 4.0: do tradicional ao digital.

Bibliografia Básica

KOTLER, P.; KARTAJAYA, H.; SETIAWAN, I. Marketing 4.0: do tradicional ao


digital. Rio de Janeiro, RJ: Sextante, 2017.

KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de marketing. 14. ed. São Paulo: Pearson,
2012.

ROCHA, A.; FERREIRA, J. B.; SILVA, J. F. Administração de Marketing: Conceitos,


Estratégias e Aplicações. São Paulo: Atlas, 2012.

Bibliografia Complementar

CROCCO, L.; ROCHA, T.; TELLES, R.; STREHLAU, V. I.; GIOIA, M. Decisões de
Marketing: Os 4Ps. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2010.

LAMB, C.W.; HAIR JR., J. F.; McDANIEL, C. MKTG. Princípios de marketing. São
Paulo: Cengage Learning, 2012.

LAS CASAS, A. L. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

PETER, J. P., DONNELLY JR., J. H. Introdução ao Marketing: Criando valor para os


clientes. São Paulo: Saraiva, 2013.

SANDHUSEN, R. L. Marketing Básico. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

Quadro 18: Gestão de Marketing


39

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Sustentabilidade na cadeia de suprimentos – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Conceitos básicos de sustentabilidade. Tripé ambiental, social e econômico.


Desenvolvimento sustentável. Responsabilidade socioambiental. Instrumentos de Gestão
Ambiental: avaliação do ciclo de vida, P+L, ecodesign, rotulagem ambiental, ISO 14001,
índices de sustentabilidade. Estágios evolutivos da gestão ambiental. Logística reversa.
Cadeia de suprimentos verde. Cadeia de suprimentos sustentável. Práticas sustentáveis na
cadeia. Economia circular e Gestão de riscos na cadeia.

Bibliografia Básica

BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.

JABBOUR, C. J. C.; JABBOUR, A. B. L. S. Gestão ambiental nas organizações:


fundamentos e tendências. São Paulo: Altas, 2013.

LEITE, P. R. Logística Reversa: sustentabilidade e competitividade. 3. ed. São Paulo:


Editora Saraiva, 2017.

Bibliografia Complementar

ALIGLERI, L.; ALIGLERI, L. A.; KRUGLIANSKAS, I. Gestão socioambiental:


responsabilidade e sustentabilidade do negócio. São Paulo: Atlas, 2009.

CINQUETTI, H. C. S.; LOGAREZZI, A. Consumo e Resíduo: fundamentos para o


trabalho educativo. São Carlos: EdUFSCar, 2006.

DIAS, R. Gestão Ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. [Link]. São Paulo:


Atlas, 2011.

NASCIMENTO, L. F.; LEMOS, A. D. C.; MELLO, M. C. A. Gestão socioambiental


estratégica. Porto Alegre: Bookman, 2008.

PEREIRA, A. L.; BOECHAT, C. B.; TADEU, H. F. B.; SILVA, J. T. M. Logística


Reversa e Sustentabilidade. Cengage Learning Brasil, 2012.

Quadro 19: Sustentabilidade na cadeia de suprimentos


40

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Logística internacional e Comércio exterior – 50h Semestre: 2º semestre

Ementa

Ambiente do comércio internacional. A evolução do comércio internacional. Principais


órgãos e normas do comércio internacional. Legislação, regulamentação e estrutura do
comércio exterior no Brasil. Zonas de livre comércio e blocos econômicos. Termos de
comércio internacional (Incoterms). Regimes aduaneiros especiais.

Bibliografia Básica

BORTOTO, A. C.; et. al. Comércio exterior: teoria e gestão. Org: Reinaldo Dias,
Waldemar Rodrigues. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

LUDOVICO, N. Mercados e Negócios Internacionais. Série Comércio Exterior, v.6. São


Paulo: Saraiva, 2011.

SILVA, U. S. (org). Gestão das relações econômicas internacionais e comércio


exterior. Vários autores. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

Bibliografia Complementar

DAVID, P. A.; STEWART, R. D. Logística internacional. São Paulo: Cengage Learning,


2010.

MEIRA, L. A. Tributos sobre o comércio exterior. São Paulo: Saraiva, 2012.

RODRIGUES, P. R. A. Introdução aos Sistemas de Transporte no Brasil e a Logística


Internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

VAZQUEZ, J. L. Comércio exterior brasileiro. São Paulo: Atlas, 2009.

VAZQUEZ, J. L. Dicionário de termos de comércio exterior. São Paulo: Atlas, 2008.

Quadro 20: Logística internacional e Comércio exterior


41

Curso: TÉCNICO EM LOGÍSTICA CONCOMITANTE

Disciplina: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) – 30h Semestre: Optativa

Ementa

Construção histórica da surdez e das línguas de sinais. Surdez: visão clínico-patológica e


socioantropológica. Aspectos linguísticos da Libras: variações linguísticas, fonologia,
morfologia e sintaxe. A Libras nas interações comunicativas da vida social e profissional.

Bibliografia Básica

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. L. (Ed.). Novo Deit-Libras:


dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado em
linguística e neurociências cognitivas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edusp, 2013. 2 v.

GESSER, A. Libras? Que Língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009.

SACKS, O. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia de
Bolso, 2010.

Bibliografia Complementar

BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro:
UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.

GESSER, A. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a Libras. I. ed. São Paulo:
Parábola Editorial, 2012. 200p.

HONORA, M.; FRIZANCO, M. L. Livro ilustrado da Língua Brasileira de Sinais:


desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural,
2010.

KARNOPP, L. B.; QUADROS, R. M. de. Língua de sinais brasileira: estudos


linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.

Quadro 21: Libras


42

11.1 Metodologia de Ensino

Para o desenvolvimento da proposta pedagógica serão adotadas estratégias


diversificadas, como o uso videoaulas gravadas, aulas práticas, lives, apostilas adaptadas,
projetos, atividades em grupo e individual, palestras, visitas técnicas, além de metodologias
ativas capazes de possibilitar a participação ativa dos alunos para que desenvolvam as
habilidades, competências e valores inerentes à área de atuação e que focalizem o contexto do
trabalho, estimulando o raciocínio para solução de problemas e a construção do conhecimento
necessário às atividades relacionadas com seu campo de trabalho e com os objetivos do curso.
Tais estratégias devem incentivar a flexibilidade de comportamento e de
autodesenvolvimento do aluno no que diz respeito às diversidades e às novas técnicas e
tecnologias adotadas em situações reais de trabalho, com avaliação contínua e sistemática,
voltada para a aprendizagem com autonomia.
Evidencia-se a busca pela contextualização do ensino, pelo aprender fazendo,
primando pela construção do conhecimento onde teoria e prática sejam indissociáveis,
possibilitando a formação de sujeitos críticos e responsáveis, tanto social como
sustentavelmente, durante todo o processo formativo. Há de se resguardar a construção de
itinerários formativos que atendam às características, interesses e necessidades dos estudantes
e às demandas do meio social, privilegiando propostas com opções pelos estudantes.

11.2 Organização Didática

A consolidação dos princípios educativos será garantida por meio de uma equipe,
composta de Professor Formador, Professor Mediador, Coordenação de Curso, Design
Instrucional, Coordenador de Plataforma, Equipe Administrativa, Equipe Pedagógica e
Secretaria, que trabalharão o planejamento, a organização, a execução, a assessoria e a
orientação do processo de aprendizagem, dando ênfase a uma postura de construção do
conhecimento, numa metodologia dialética, na qual se propicie a passagem de uma visão do
senso comum - o que o aluno já sabe com base em suas experiências de vida - a uma formação
de novos conceitos/científicos.
Tudo isso mediante o desenvolvimento de práticas pedagógicas voltadas à
mobilização do aluno para o conhecimento, a disponibilização de instrumentos que lhe
proporcione oportunidades de construir conhecimentos novos e o desenvolvimento da
capacidade de elaboração de sínteses integradoras do saber construído com aqueles que já
possuíam anteriormente.
43

O aluno será o centro do processo. Através da condução “não diretiva” do processo é


que o aluno construirá sua própria aprendizagem. Os professores fornecerão os instrumentos
e conteúdos necessários à construção dos conceitos científicos que sejam os conhecimentos.
O Professor mediador deverá incentivar permanentemente e sensibilizar o aluno sobre
o que vai fazer. Deve-se valorizar a importância da participação do aluno em todo processo
de orientação e aprendizagem, considerando-o como sujeito de sua aprendizagem.
Os estudantes deverão ser capazes de sair de uma postura passiva, assumindo um
papel mais ativo no processo, tornando-se agentes de sua própria aprendizagem na busca da
construção dos seus conhecimentos. Para tal, serão disponibilizados meios para que o
estudante desenvolva sua capacidade de julgamento, de forma suficiente, para que ele próprio
esteja apto a buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado.
Um dos pontos chave para o sucesso na formação do profissional Técnico em
Logística é a motivação do estudante. Pensando em maneiras de resolver essa questão, os
Professores, junto com os Professor mediadores devem ter a preocupação real com uma
orientação efetiva do aluno que apresenta dificuldades. Outro importante fator a ser
considerado é a atualização dos conhecimentos e suas aplicações. Os assuntos relativos às
novas tecnologias tendem a despertar um grande interesse nos estudantes, bem como suas
relações com a sociedade.
É de total importância para o êxito deste projeto que as atividades propostas no curso
propiciem oportunidades para o desenvolvimento das habilidades complementares,
desejáveis aos profissionais da área, vendo o aluno como um todo, relacionando também suas
atitudes e respeitando as peculiaridades de cada disciplina/atividade didática, bem como a
capacidade e a experiência de cada docente. O estímulo e o incentivo ao aprimoramento
dessas características devem ser continuamente perseguidos, objetivando sempre a melhor
qualidade no processo de formação profissional.
Todos os conteúdos e os exercícios avaliativos a distância serão disponibilizados
através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Os professores poderão utilizar
diversas estratégias e ferramentas avaliativas de acordo com os componentes curriculares
ministrados e com a prática pedagógica de cada professor.
O ensino a distância é dividido em dois momentos distintos e bem definidos, os
momentos presenciais e os momentos a distância:
Os momentos presenciais: serão realizados nos polos com a mediação de um
professor mediador e planejados pelo professor formador de cada disciplina ou coordenador
de curso. As avaliações serão realizadas de acordo com o calendário acadêmico de oferta nos
44

Polos de Apoio Presencial. Demais momentos presenciais para orientação dos estudos serão
ofertados nos polos e mediados pelo tutor presencial. Os polos deverão garantir espaços que
permitam a interação, constante reflexão, atividades práticas, debates, avaliação dos
conteúdos e o encaminhamento aos estudos independentes.
Os encontros e atividades presenciais serão realizados de forma a atender o mínimo
de 20% (vinte por cento) da carga horária e nota em atividades e avaliações ofertadas nos
polos, conforme dispõe a Resolução Nº 055/2018 e o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.
Os momentos não presenciais: são destinados à realização das atividades que
estarão disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem AVA/IFSULDEMINAS. Os
materiais disponibilizados via internet, no AVA, possibilitam ao cursista acessar os
conteúdos e as informações relativas às disciplinas do curso e aproveitar o potencial
pedagógico do computador, por meio da troca de mensagens, da oferta de materiais
complementares de estudo, da participação em bate-papo e em fóruns de discussão, além da
troca de questionamentos e orientações. Assim, o ambiente virtual será uma importante
ferramenta pedagógica para o relacionamento do aluno com o seu Professor mediador e com
os outros atores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem do curso.

11.3 Material Didático

O material didático a ser utilizado para o desenvolvimento de cada um dos conteúdos


propostos buscará estimular o estudo e a produção individual de cada aluno, não só na
realização das atividades propostas, mas também na experimentação de práticas centradas na
compreensão e experimentações.
Todo o material didático constitui-se como dinamizadores da construção curricular e
também como um elemento balizador metodológico do Curso. Serão utilizados materiais
elaborados pelos professores conteudistas e estes serão oferecidos somente no ambiente
virtual. Serão disponibilizados na jornada de aprendizado dos alunos, um conjunto de recursos
de aprendizagem disponíveis no ambiente Web ou audiovisual. Cada disciplina do curso
utilizará material em diversas mídias, conforme seu planejamento pedagógico, em que
constará o conteúdo que o aluno precisa estudar, além de exercícios. Esse material será
colocado ao dispor dos alunos nos polos ou por meio da Web no AVA.
O conteúdo e formatação do material didático serão específicos para linguagem EAD,
relacionando teoria e prática de maneira integrada à plataforma do AVA e atenderá na forma
da versão eletrônica.
45

11.4 Práticas profissionais intrínsecas ao currículo

A realização de trabalhos e pesquisas por parte dos docentes junto aos alunos, com apoio
da equipe técnica do campus, busca incentivar e dar suporte ao aprendizado e aperfeiçoamento
do conhecimento adquirido pelo aluno em sala de aula.
Na promoção da formação integral ressalta-se a indissociabilidade entre educação e
prática social, que considera a historicidade dos conhecimentos e dos sujeitos; e a ênfase na
relação entre teoria e prática nos processos de ensino e aprendizagem e de avaliação, garantindo
ao estudante sua participação ativa no processo de construção da aprendizagem.
A compreensão da educação como práxis, constituída no campo do discurso e da ação
sócio-política realizada no âmbito das relações sócio-histórico-culturais, tem como objetivo
formar cidadãos crítico-reflexivos, éticos, dotados de competência técnico-científica e que
sejam protagonistas da constituição de uma sociedade alicerçada em valores humanistas.
O trabalho como princípio educativo, alinha a visão de homem, sociedade e educação.
Nessa perspectiva, o trabalho é um processo consciente pelo qual a sociedade se constitui, os
homens criam e recriam a si próprios e suas relações sociais. Na educação profissional,
científica e tecnológica, assumir o trabalho como princípio educativo significa integrá-lo à
ciência, à tecnologia e à cultura, que formam a base da proposta político-pedagógica e do
desenvolvimento curricular do curso. Isso inclui a promoção da realização de práticas
profissionais que possibilitem ao estudante o contato com o mundo do trabalho e assegurem a
formação teórico-prática intrínseca ao perfil de formação técnica, por meio de atividades
profissionais, projetos de intervenção, experimentos e atividades em ambientes especiais, tais
como: laboratórios, oficinas, empresas pedagógicas, ateliês, dentre outras.

11.5 Estágio

Ressalta-se que o estágio não será obrigatório para a conclusão do Curso Técnico em
Logística Concomitante. Entretanto, é uma oportunidade para que os estudantes apliquem, em
situações concretas, os conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas, de maneira que possam
vivenciar no dia a dia a teoria, absorvendo melhor os conhecimentos, podendo refletir e
confirmar a sua escolha profissional, conforme consta na Lei nº 11.788, de 25 de setembro de
2008 e na Resolução IFSULDEMINAS n° 097, de 18 de dezembro de 2019.
Neste sentido é facultativo ao aluno realizar estágio na modalidade não-obrigatório,
enquanto possuir vínculo com a instituição de ensino, cuja remuneração por meio de bolsa e/ou
46

auxílio da empresa/instituição, pagamento de auxílio transporte e seguro de vida para o aluno


por parte da concedente são compulsórios.
O estágio deve propiciar a complementação do ensino a ser planejado, executado,
acompanhado e avaliado em conformidade com o currículo, programa e calendário escolar, a
fim de se constituir em instrumento de integração, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano.
O estágio é regido pela Lei nº. 11.788/2008, pela Orientação Normativa nº. 7/2008, pela
Orientação Normativa nº 2/2016, pela Resolução CNE/CEB nº 1/2004, pela Nota Técnica nº
1.279/2017-MP, pelos Pareceres da Procuradoria Federal do IFSULDEMINAS e também pela
Normatização de Estágio para os Cursos Técnicos e Superiores do IFSULDEMINAS Normas
de Estágio aprovada pela Resolução nº. 097/2019 do IFSULDEMINAS.
A Coordenadoria de Integração Escola Comunidade, através da Seção de Estágio é o
setor que promove mecanismos necessários ao desenvolvimento do Estágio Supervisionado
atendendo ao Art. 7º das obrigações das instituições de ensino em relação aos estágios de seus
educandos, conforme Lei Nº 11.788/2008. De acordo com as Normas de Estágio Curricular
Supervisionado, oferecido pelo IFSULDEMINAS, são atribuições da CIEC:
a) Manter informações atualizadas sobre o mercado de trabalho e cadastro geral das empresas.
b) Prestar serviços administrativos de cadastramento de estudantes, levantamento das áreas
mais indicadas e das ofertas existentes para estágio.
c) Proceder às empresas o encaminhamento dos estudantes candidatos ao estágio.
d) Fornecer carta de apresentação para estudantes quando solicitada.
e) Celebrar convênios com as empresas concedentes de estágio.
f) Fornecer ao estagiário, informações sobre os aspectos legais e administrativos a respeito das
atividades de estágio.
g) Supervisionar os documentos emitidos e recebidos pelos estagiários.
h) Definir com a coordenação de curso e divulgar datas limites para entrega dos relatórios.
i) Convocar o estagiário, sempre que necessário, a fim de solucionar problemas pertinentes ao
estágio.
j) Coordenar e controlar todo o processo de acompanhamento e avaliação de estágio.
k) Encaminhar toda documentação de estágio para secretaria escolar para fins de expedição de
diplomas e arquivo.
l) Desempenhar outras atividades correlatas, definidas pelo coordenador da CIEC.
m) Participar das atividades planejadas pelo Instituto.
47

O IFSULDEMINAS deverá estimular e contribuir para que esta formação se realize,


estabelecendo convênios com empresas em que o profissional Técnico em Logística tenha
atuação. Ressalta-se, que a carga horária, duração e jornada do estágio a serem cumpridas pelo
estagiário, deverão ser compatíveis com a jornada escolar do aluno, definidas de comum acordo
entre a Instituição de Ensino, a parte concedente de estágio e o estagiário (ou seu representante
legal, se menor de 18 anos), de forma a não prejudicar suas atividades escolares, respeitada a
legislação em vigor.
Conforme Art. 10 da Lei Nº 11.788/2008, a jornada do estágio não poderá ultrapassar 6
(seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. No entanto, em períodos em que não estão
programadas aulas presenciais, como nas férias escolares, o aluno poderá ter jornada de até 8
(oito) horas diárias e 40 (quarenta) horas semanais. Para demais informações sobre o estágio
extracurricular (não obrigatório) aplicam-se a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 e a
Resolução IFSULDEMINAS n° 097, de 18 de dezembro de 2019.
48

12 SUJEITOS DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

12.1 Coordenação de EaD no Campus Pouso Alegre

Profissional encarregado de gerenciar os cursos, desde seu planejamento até os


encaminhamentos necessários para a certificação dos alunos. É o responsável por realizar as
mediações necessárias e a articulação com os demais órgãos envolvidos no projeto. Deve
promover a avaliação institucional do curso e apoiar o gerenciamento dos polos de apoio
presencial onde ocorrem os cursos.
Também deverá coordenar a elaboração de diretrizes gerais para o desenvolvimento das
atividades didático-pedagógicas e administrativas dos cursos, bem como de elaboração de
relatórios periódicos de suas atividades e das equipes que atuam no curso. Deverá ainda:
coordenar e acompanhar a seleção, treinamento e capacitação de professores formadores e
tutores; orientar as equipes de forma geral.
Além disso, analisar todos os produtos elaborados pelo professor conteudista, bem como
sugerir alterações e reestruturá-los de acordo com a proposta do curso, analisar e avaliar as
videoaulas e acompanhar os trabalhos de capacitação de tutores e estudos com os cursistas no
ambiente virtual de aprendizagem – AVA.

12.2 Coordenador de Curso, Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico

São profissionais com experiência em metodologias de ensino-aprendizagem e de avaliação


apropriadas à modalidade de educação a distância que integrarão as equipes de Coordenação
de Curso, a Equipe Multidisciplinar e Apoio Pedagógico. Estes profissionais deverão atuar
junto à Coordenação Pedagógica, respondendo pela elaboração de planejamentos e diretrizes,
execução de atividades, orientação dos demais segmentos envolvidos naquelas atividades
definidas neste Projeto do Curso de Técnico em Logística.

12.3 Professores Formadores/Conteudista

Os Professores Formadores/Conteudista devem ter domínio das concepções, princípios


e conteúdos das disciplinas do curso. O sistema de educação a distância exige que o professor
formador conheça as ferramentas, os recursos e a metodologia da educação a distância, bem
como os mecanismos de avaliação da aprendizagem.
Os professores formadores serão designados como responsáveis por cada uma das
disciplinas dos módulos dos cursos, portanto estarão encarregados da organização e
operacionalização do planejamento, revisão de materiais e mídias, de metodologias e estratégias
49

apropriadas ao conteúdo e práticas de cada uma das disciplinas.


Os professores formadores deverão organizar todos os materiais e orientações que
possibilitem apoio para o pleno desenvolvimento das atividades presenciais nos polos de apoio
presencial. Os materiais e orientações serão planejados e preparados com a participação efetiva
da Coordenação Pedagógica e Coordenação de Curso.
Os professores formadores deverão trabalhar na perspectiva da proposição e
organização das situações de aprendizagem, atuando como mediador e orientador, incentivando
a busca de diferentes fontes de informação e provocando a reflexão crítica do conhecimento
produzido. Os professores conteudistas poderão ser servidores do Campus ou contratados via
edital mediante disponibilidade orçamentária. A seleção dos professores formadores será de
responsabilidade do Coordenador de EaD do Campus.

12.4 Tutores

A sociedade informacional, equipada dos mais variados e avançados recursos


audiovisuais e online não deixou de destacar que os melhores cursos a distância dão uma ênfase
especial ao trabalho do sistema tutorial (mediação), encarado como um expediente teórico-
pedagógico que representa um dos pilares da educação a distância. Esse sistema tutorial prevê
o apoio pedagógico consistente e contínuo que garantirá a operacionalização do curso, de forma
a atender os estudantes nas modalidades individual e coletiva, incluindo a tutoria presencial e a
distância, cuja metodologia de trabalho, oportuniza a constituição de redes de educadores,
conectando professores formadores – mediadores – alunos – coordenação.
Convém esclarecer que o trabalho dos Tutores irá determinar o diálogo permanente e
fundamental entre o curso e seus alunos, desfazendo a ideia cultural da impessoalidade dos
cursos a distância. Por sua característica de ligação constante com os estudantes, os professores
mediadores deverão responder com exatidão sobre o desempenho, as características, as
dificuldades, desafios e progressos de cada um deles.
Os tutores têm como principais atribuições o acompanhamento do processo de
aprendizagem e de construção de competências e conhecimentos pelos estudantes, bem como
a supervisão da prática profissional. Para tanto, devem conduzir, juntamente com o estudante,
o processo de avaliação, fazendo o registro e encaminhando os documentos às instâncias
responsáveis.
A seleção dos tutores é de responsabilidade da Coordenação Geral de EaD do Campus,
a seleção acontecerá através de edital de seleção, com o estabelecimento dos critérios
pertinentes em consideração as áreas de atuação do curso oferecido.
50

12.5 O Cursista: sujeito ativo do processo Ensino-Aprendizagem

O cursista é o responsável maior pela sua aprendizagem. O estudante deverá ser, acima
de tudo, organizado, disciplinado e auto motivado, pois ele receberá os cadernos didáticos das
disciplinas impressos e disponibilizados via internet, em ambiente virtual de aprendizagem;
preparados para um estudo individualizado. Portanto, é necessário que o aluno cursista
desenvolva e/ou aprimore habilidades que o leve a aprender a aprender, com responsabilidade
e autonomia e que tenha ou adquira familiaridade com o uso de computadores.
É necessário que ele desenvolva e aprimore a capacidade de trabalhar em grupo, pois
haverá momentos de estudos de grupos, com trocas de experiências online ou em momentos
presenciais. Cabe a ele participar efetivamente dos momentos presenciais intensivos, cumprir
todas as atividades referentes às disciplinas do Curso Técnico em Logística.
51

13 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM

A avaliação é um importante mecanismo no processo de desenvolvimento dos


educandos. Deve ser considerada como subsidiária no processo de planejamento e execução
das atividades de ensino e aprendizagem, pois não existe ou subsiste por ela mesma. Segundo
Luckesi (2011, p. 168), a avaliação “só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico
da execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos. A avaliação é um instrumento
auxiliar na melhoria dos resultados.”
Portanto, é imprescindível que a avaliação ultrapasse o aspecto de mera classificação e
assuma o papel diagnóstico que viabiliza tomadas de decisão para obtenção dos resultados
esperados. Esse aspecto torna-se imprescindível no processo de desenvolvimento dos
educandos e da proposta política da instituição interessada na aprendizagem do educando a fim
de que se desenvolva de forma individual e coletiva por meio da apropriação dos conhecimentos
historicamente produzidos pela humanidade.
Para tanto deve-se considerar algumas funções da avaliação que estão articuladas com
a função diagnóstica para tomada de decisão (LUCKESI, 2011, p. 208-212), quais sejam:
➢ Propiciar a autocompreensão do educando e do educador. Tomar consciência de onde se
está, para escolher para onde ir. Assim, o educando pode se autocompreender para poder
avançar e o educador poderá se autocompreender enquanto educador, bem como refletir sobre
a escolha de métodos e recursos didáticos.
➢ Motivar o crescimento. Reconhecer o limite e a amplitude de onde se está, para criar o desejo
de obter resultados mais satisfatórios durante o processo de aprendizagem.
➢ Aprofundamento da aprendizagem. Ao realizar um exercício para manifestar a
aprendizagem, tem-se a oportunidade de aprender o conteúdo de uma forma mais aprofundada,
de fixá-lo, de aplicá-lo. Assim, o exercício avaliativo serve como uma das formas de
aprendizagem. Quanto mais significativo, maior assimilação ativa por parte do educando.
➢ Auxiliar a aprendizagem. A compreensão de que a avaliação auxilia a aprendizagem é
fundamental para que se perceba a necessidade dos educandos, na perspectiva de seu
crescimento e na escolha dos instrumentos adequados de avaliação.

Para que a avaliação cumpra as funções especificadas, é necessário que os instrumentos


avaliativos sejam construídos com coerência e atenção a alguns aspectos (LUCKESI, 2011):
➢ Estejam articulados com os conteúdos planejados, ensinados e aprendidos pelos educandos;
52

➢ Cubram de forma significativa todos os conteúdos essenciais ensinados e aprendidos;

➢ Compatibilizem habilidades e capacidades de interpretação e análise crítica, de raciocínio


multi relacional e interativo, lógico-matemático, de leitura de códigos e diferentes linguagens
e de postura cooperativa e ética;
➢ Compatibilizem os níveis de dificuldade do que foi ensinado e aprendido com o que está
sendo avaliado, pois a avaliação deve ser compatível, em termos de dificuldade, com o
ensinado;
➢ Usem linguagem clara e compreensível, sem confundir a compreensão do educando, pois é
preciso compreender a pergunta para respondê-la;
➢ Os instrumentos construídos devem auxiliar a aprendizagem, por meio da demonstração da
essencialidade dos conteúdos ou pelos aprofundamentos cognitivos propostos;
➢ Situações-problemas que exijam para além do ensinado e aprendido são importantes, mas
não deverá considerar o desempenho do educando nesses elementos para efeito de
aprovação/reprovação, mas como diagnóstico do desenvolvimento possível dos educandos;
➢ Finalmente, é importante estar atento para a correção e devolução dos resultados. É
fundamental que o professor/tutor corrija e devolva pessoalmente os instrumentos de avaliação
aos educandos, comente-os e auxilie o educando a se autocompreender no seu processo pessoal
de estudo, aprendizagem e desenvolvimento, por meio de um processo dialógico e construtivo
entre educador e educando.

13.1 Verificação do rendimento acadêmico

O registro do rendimento acadêmico dos estudantes deverá compreender a apuração das


atividades a distância e/ou presenciais em todas as disciplinas. O professor deverá registrar em
instrumento próprio de acompanhamento, os conteúdos desenvolvidos nas aulas, os
instrumentos utilizados e os resultados de suas avaliações, considerando que as avaliações
deverão ser contínuas e diversificadas, obtidas com a utilização de vários instrumentos:
exercícios, provas, trabalhos, fichas de observação, relatórios, autoavaliação e outros. As
ferramentas avaliativas adotadas pelo professor deverão ser explicitadas aos estudantes,
inclusive com a porcentagem dos pontos destinados a cada atividade, no início de cada
disciplina, observadas as normas estabelecidas neste documento.
Todo instrumento ou processo de avaliação deverá ter seus resultados explicitados aos
estudantes. Sobre os resultados das avaliações caberá pedido de revisão, devidamente
fundamentado, desde que requerido em 48 (quarenta e oito) horas úteis após a divulgação do
53

resultado. Ao final de cada período será registrada nos instrumentos próprios uma única nota.
Os professores ao final de cada disciplina deverão adotar os seguintes procedimentos:
(1) Promover o lançamento das notas no Sistema Acadêmico. Realizar a impressão dos diários
e assinar nos locais correspondentes. (2) Encaminhar ao Coordenador do Curso os diários
devidamente impressos e assinados. Cumpridas as etapas I e II o Coordenador do Curso
encaminhará os diários ao setor responsável para arquivo dos mesmos em cada campus.
Os resultados das avaliações serão expressos em notas ao final de cada período
graduadas de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), seguindo os seguintes critérios:

(1) No mínimo 20% (vinte por cento) da nota em atividades e avaliações presenciais ofertadas
nos polos.
(2) Será aprovado o estudante que obtiver, no conjunto das avaliações de cada disciplina ao
longo do período letivo, nota igual ou superior a 6,0 (seis) pontos.
(3) Não será exigido controle de frequência nos cursos técnicos a distância, conforme artigo 47
da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
(4) O estudante que deixar de ser avaliado, em primeira chamada, por motivo de saúde,
falecimento de parentes de primeiro grau ou cônjuge, alistamento militar, por solicitação
judicial ou por outro motivo previsto em lei, terá direito a segunda chamada, desde que
justificada pela apresentação dos seguintes documentos:

• Atestado médico comprovando moléstia que o impossibilita de participar das


atividades na primeira chamada.
• Certidão de óbito de parente de primeiro grau ou cônjuge.
• Declaração de comparecimento ao alistamento militar pelo órgão competente.
• Solicitação judicial.
• Outros documentos que apresentem o amparo legal.

A segunda chamada somente será concedida se requerida, por meio de formulário


próprio, disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) de cada campus, no prazo
de 48 (quarenta e oito horas) após a realização da primeira chamada. Os documentos deverão
ser entregues no polo de apoio presencial, que fará o encaminhamento no prazo máximo de 72
(setenta e duas) horas, após a solicitação, ou diretamente ao Coordenador de Curso via endereço
eletrônico.
54

13.2 Justificativas de faltas

A participação nas aulas presenciais e demais atividades acadêmicas será obrigatória e


obedecerá às disposições legais em vigor. Os pedidos de justificativas de faltas nas atividades
programadas presenciais para os casos previstos em lei serão solicitados diretamente pelo
estudante à Coordenação de Curso. A Coordenação de Curso encaminhará os pedidos e a
decisão sobre a justificativa de falta em conjunto com os professores responsáveis pelas
disciplinas. Não haverá reprovação por frequência nos cursos técnicos na modalidade a
distância (§ 3° do art. 47 da Lei nº 9.394/1996).

13.3 Da recuperação. reprovação e exame final

A recuperação, organizada com o objetivo de garantir o desenvolvimento mínimo que


permita o prosseguimento de estudos, será estruturada de maneira a possibilitar a revisão de
conteúdos não assimilados satisfatoriamente, bem como proporcionar a obtenção de notas que
possibilitem sua promoção.
A recuperação será estruturada na forma de atividades avaliativas a distância e/ou
presenciais, ao final de cada módulo, de maneira a possibilitar a promoção do estudante e o
prosseguimento de seus estudos. A recuperação obedecerá aos critérios a seguir:

✓ Será submetido à recuperação o estudante que obtiver nota menor que 6,0 (seis) pontos
e maior ou igual a 3,0 (três) pontos. O cálculo da nota final da disciplina, após a
recuperação correspondente ao período, será a partir da média aritmética da média
obtida na disciplina mais a avaliação de recuperação. Se a média da disciplina, após a
recuperação, for menor que a nota semestral antes da recuperação, será mantida a maior
nota.
✓ O valor total das avaliações de recuperação será de 10,0 (dez) pontos.
✓ Quando aprovado, a nota registrada será de no mínimo 6,0 (seis) pontos.
✓ O estudante será reprovado quando a nota obtida na recuperação for menor que 6,0
(seis) pontos.
✓ O resultado da recuperação deverá ser registrado no sistema acadêmico.

A recuperação será estruturada em dois momentos, o primeiro ao final da disciplina e o


segundo ao final de cada módulo, na forma de exame final. A recuperação ocorrerá ao final de
cada disciplina, no máximo até 30 dias após o encerramento da mesma. O exame final poderá
ser feito por meio de atividades avaliativas a distância e presenciais, de maneira a possibilitar a
55

promoção do estudante e o prosseguimento de seus estudos.


O estudante será considerado reprovado na disciplina quando obtiver nota inferior a 3,0
(três) pontos na média ao final das atividades regulares da disciplina e/ou quando obtiver nota
inferior a 6,0 (seis) pontos após às atividades da recuperação.
No período destinado à recuperação, o estudante deverá apresentar ao tutor todas as
atividades pendentes. Neste período a plataforma ou ambiente virtual de aprendizagem será
reaberta para o estudante, que será acompanhado por professores mediadores (tutores). Ao final
deste período o estudante será submetido a uma avaliação. O valor total das avaliações de
recuperação será de 10,0 (dez) pontos. Na recuperação os tutores orientarão os alunos quanto
aos processos e prazos, os procedimentos diante do não envio das atividades, ou menção
insuficiente das mesmas ao final de cada disciplina.
O exame final ocorrerá ao final de cada módulo do curso. Terá direito ao exame final o
discente que obtiver média da disciplina igual ou superior a 30,0% (trinta por cento) e inferior
a 60,0% (sessenta por cento). O exame final poderá abordar todo o conteúdo contemplado na
disciplina.
O cálculo do resultado final da disciplina (RFD), após o exame final correspondente ao
período, será a partir da média ponderada da média da disciplina após a recuperação, peso 1,
mais a nota do exame final, peso 2, esta somatória dividida por 3. O exame final consistirá na
realização de avaliação on-line, com 15 questões e poderá abordar todo o conteúdo
contemplado na disciplina. O exame final deverá acontecer no máximo 45 dias após o término
do módulo. O exame final é facultativo para o aluno. Na ausência do aluno no exame final, será
mantida a média semestral da disciplina. Não há limite do número de disciplinas para o discente
participar do exame final.

Quadro 22: Requisitos para situação final do aluno


MD – Média da disciplina;
MDR – média da disciplina recuperação;
RFD – resultado final da disciplina.

O discente terá direito a revisão de nota do exame final, desde que requerida por escrito
ao Coordenador de Curso num prazo máximo de 2 (dois) dias úteis após a publicação da nota.
56

A revisão da nota ficará a cargo do coordenador do curso. Em casos de reprovação, se houver


oferta de disciplinas novamente, será oportunizada ao estudante a matrícula por apenas mais
uma vez.

13.4 Do Conselho de Classe

O conselho de classe pedagógico de caráter consultivo e diagnóstico deverá ser previsto


em calendário acadêmico com a presença dos professores, coordenador do curso, tutores,
representantes dos estudantes, pedagogos, representante da equipe multidisciplinar e
coordenador geral de ensino ou seu representante indicado, com a finalidade de discutir os
processos de ensino-aprendizagem, avaliação geral e diagnóstico do estudante, deliberações e
intervenções necessárias destinadas a garantir a qualidade do processo educativo.
O conselho de classe pedagógico consultivo e diagnóstico deverá se reunir, no mínimo,
uma vez ao final de cada semestre. Ao final de cada módulo haverá um Conselho de Classe de
caráter deliberativo, com participação obrigatória do professor e do tutor a distância, sem a
presença dos estudantes. O conselho de classe será presidido pelo Coordenador de Curso.
57

14 TERMINALIDADE ESPECÍFICA E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR

Conforme Art. 59 da LDB, item II, os sistemas de ensino assegurarão aos educandos
com necessidades especiais a terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o
nível exigido para a conclusão do curso, em virtude de suas deficiências, e aceleração para
concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados. O Parecer CNE/CEB Nº
2/2013 autoriza adotar a terminalidade específica nos cursos de educação profissional técnica
de nível médio oferecidos nas formas articulada, integrada, concomitante e subsequente ao
Ensino Médio, inclusive na modalidade de Educação de Jovens e Adultos.
Segundo a Resolução 02/2001 do CNE, que instituiu as Diretrizes Nacionais para
Educação Especial - DNEE, a Terminalidade Específica [...] é uma certificação de conclusão
de escolaridade – fundamentada em avaliação pedagógica – com histórico escolar que
apresente, de forma descritiva, as habilidades e competências atingidas pelos educandos com
grave deficiência mental ou múltipla.
Os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades
ou superdotação terão direito a adaptação curricular, que deverá ser elaborada pelos docentes
com assessoria/acompanhamento do NAPNE e formalizada no plano educacional
individualizado, conforme resolução específica do IFSULDEMINAS.
A flexibilização curricular possibilita o acesso, na perspectiva da permanência e êxito,
dos estudantes que apresentam altas habilidades/superdotação, condutas típicas, síndromes,
transtornos globais do desenvolvimento e deficiências por meio de adaptações curriculares que
focalizam principalmente a organização escolar e os serviços de apoio. O Núcleo de Apoio às
Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE) é responsável pela garantia e acompanhamento
da flexibilização curricular aos discentes com necessidades especiais, que necessitarem, por
meio do Plano Educacional Individual Discente. As adaptações são divididas em:
➢ Adaptação de objetivos: estas adaptações se referem a ajustes que o professor deve fazer
nos objetivos pedagógicos constantes do seu plano de ensino, de forma a adequá-los às
características e condições do aluno com necessidades educacionais especiais. O professor
poderá também acrescentar objetivos complementares aos objetivos postos para o grupo.
➢ Adaptação de conteúdo: os tipos de adaptação de conteúdo podem ser a priorização de
áreas ou unidades de conteúdos, a reformulação das sequências de conteúdo ou, ainda, a
eliminação de conteúdos secundários, acompanhando as adaptações propostas para os
objetivos educacionais.
➢ Adaptação de métodos de ensino e organização didática: modificar os procedimentos de
58

ensino, tanto introduzindo atividades alternativas às previstas, como introduzindo atividades


complementares àquelas originalmente planejadas para obter a resposta efetiva às
necessidades educacionais especiais do estudante. Modificar o nível de complexidade delas,
apresentando-as passo a passo. Eliminar componentes ou dividir a cadeia em passos menores,
com menor dificuldade entre um passo e outro.
➢ Adaptação de materiais utilizados: são vários recursos – didáticos, pedagógicos,
desportivos, de comunicação - que podem ser úteis para atender às necessidades especiais de
diversos tipos de deficiência, seja ela permanente ou temporária.
➢ Adaptação na temporalidade do processo de ensino e aprendizagem: o professor pode
organizar o tempo das atividades propostas para o estudante, levando-se em conta, tanto o
aumento, como a diminuição do tempo previsto para o trato de determinados objetivos e os
seus conteúdos.
➢ Avaliação inclusiva: realizada com função diagnóstica para orientação do trabalho com
vistas ao desenvolvimento do aluno com necessidade especial, deve-se considerar os
pressupostos:
● Disponibilidade do professor em fazer da avaliação mais um momento de aprendizagem;
● Estabelecimento de um ambiente de confiança;
● Esclarecimento aos alunos do que se espera da avaliação;
● Previsão de tempo adequado para resolução das atividades avaliativas;
● Atribuição de valores às questões, conforme a singularidade das necessidades especiais;
● Consideração do processo de resolução, do raciocínio;
● Utilização de enunciados sucintos, elaborados com objetividade e clareza, com apoio de
figuras que auxiliem na interpretação da questão, quando a deficiência for intelectual;
● Adequação do ambiente e dos instrumentos necessários para realização da atividade
avaliativa, quando a deficiência for física ou sensorial;
● Comunicação dos resultados o mais rápido possível objetivando discriminar as
necessidades o quanto antes;
● Valorização das habilidades em detrimento das limitações;

Ressalta-se que o processo de avaliação dependerá de conhecimento sobre


especificidade de cada caso, considerando a trajetória do sujeito para promover, da melhor
forma possível.
59

15 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

A matriz curricular deverá ser revista e/ou alterada sempre que se verificar, mediante
avaliações sistemáticas, defasagens entre o perfil de conclusão do curso, seus objetivos e sua
organização curricular frente às exigências decorrentes das transformações científicas,
tecnológicas, sociais e culturais. As eventuais alterações curriculares serão implantadas sempre
no início do desenvolvimento de cada turma ingressante e serão propostas pelo Colegiado do
Curso, com acompanhamento do setor pedagógico, devendo ser aprovadas pelo Colegiado
Acadêmico do campus (CADEM), pela Câmara de Ensino (CAMEN), pelo Colegiado de
Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), quando não houver a necessidade de nova resolução.
Os casos não previstos neste Projeto Pedagógico de Curso ou nos regulamentos internos
e externos do IFSULDEMINAS serão resolvidos pelo Colegiado do curso e/ou CADEM, com
auxílio da Supervisão Pedagógica. Uma nova revisão deste documento deverá ser realizada no
prazo de 2 (dois) anos, ou a qualquer tempo em que o colegiado do curso deliberar, respeitadas
as diretrizes das legislações vigentes.
Destaca-se o envolvimento dos discentes neste processo, por meio de sua participação
no Conselho de Classe, Colegiado de Curso, Colegiado Acadêmico do campus (CADEM),
Câmara de Ensino (CAMEN), Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho
Superior (CONSUP).
60

16 POLÍTICAS DE APOIO AO DISCENTE

Seguem nos itens abaixo, as políticas, ações e regulamentos do IFSULDEMINAS –

Campus Pouso Alegre voltadas ao apoio aos estudantes de todos os níveis de ensino.

16.1 Assistência Estudantil

A Assistência Estudantil é uma Política de Ações constituída por um conjunto de


princípios e diretrizes que orientam a elaboração e implantação de ações que visam o acesso, a
permanência e a conclusão com êxito dos nossos estudantes. Para conhecer melhor e saber mais
detalhes sobre a Política de Assistência Estudantil, acesse a Resolução nº 101 de 16 de
dezembro de 2013.

Os profissionais das áreas multidisciplinares que dão suporte para a execução da Política
de Assistência Estudantil encontram-se, em sua maioria, na Coordenadoria de Assistência
Estudantil (CAE). Sobre a Política, serão destacados neste documento o Programa de Auxílio
Estudantil, o Programa de Acompanhamento Psicológico, o Programa de Acompanhamento
Pedagógico e o Programa de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais
Especiais.

16.2 Programa de Auxílio Estudantil

O Programa de Auxílio Estudantil é coordenado pela Pró-reitoria de Ensino, juntamente


com o grupo de Assistentes Sociais da instituição a fim de desenvolver ações de seleção (editais
– acompanhar as publicações no site da instituição) e acompanhamento dos estudantes em
situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Há também dois tipos de auxílios que são disponibilizados a TODOS os estudantes,


desde que comprovada a necessidade e mediante a liberação dos recursos orçamentários
disponíveis e, no caso das visitas técnicas, estar no plano de ensino do professor:

a) Auxílio para Participação em Eventos – EVACT

b) Auxílio para Visitas Técnicas

16.3 Programa de Acompanhamento Psicológico

O Programa de Acompanhamento Psicológico terá como objetivo mediar processos de


ensino-aprendizagem realizando um trabalho multidisciplinar do profissional de Psicologia
com os demais profissionais da Coordenadoria de Assistência Estudantil, contribuindo assim,
61

para a promoção da saúde mental e qualidade de vida dos estudantes, por meio de ações
pautadas na ética profissional e nos direitos humanos.

16.4 Programa de Acompanhamento Pedagógico

O Programa de Acompanhamento Pedagógico deverá acompanhar e apoiar os


estudantes em seu desenvolvimento integral prestando atendimento individualizado ou em
grupo, tanto para os estudantes que procurem o atendimento por iniciativa própria ou aqueles
que são encaminhados por solicitação e/ou indicação de docentes e/ou pais. Também deverá
realizar um trabalho multidisciplinar para melhor atender as necessidades de aprendizagem dos
estudantes.

16.5 Programa de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas

Tem por finalidade garantir aos estudantes com deficiência, altas habilidades e
transtornos globais do desenvolvimento, as condições específicas e necessárias que permitam
o acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão na Instituição, sendo
executado pelo NAPNE – Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais, conforme
Resolução vigente. Para tanto, o NAPNE promoverá ações para possibilitar:

a) Acessibilidade Arquitetônica: Condição estrutural para utilização, com segurança e


autonomia, total ou assistida, dos espaços, dos mobiliários, das edificações, dos serviços de
transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com
deficiência ou com mobilidade reduzida.

b) Acessibilidade Atitudinal: Refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas,


estereótipos e discriminações. Os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa, pois
é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.

c) Acessibilidade Pedagógica: Diminuição de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo.


Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como os
professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional
determinará, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas. Também está relacionado ao
Atendimento Educacional Especializado (AEE), extremamente necessário e importante para o
desenvolvimento dos nossos estudantes com necessidades diversas.

d) Acessibilidade nas comunicações: Diminuição de barreiras na comunicação interpessoal


(face a face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila, incluindo textos em
Braille, grafia ampliada, uso do computador portátil) e virtual (acessibilidade digital).
62

e) Acessibilidade Digital: Direito de eliminação de barreiras na disponibilidade de


comunicação, de acesso físico, de tecnologias assistivas, compreendendo equipamentos e
programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.

f) Sala Recursos/Multimeios: É um ambiente com materiais específicos para atendimento de


pessoas que porventura tenham necessidades especiais e assim promover uma melhor relação
de ensino aos estudantes.

O NAPNE analisa os laudos médicos quando apresentados e, no caso de ingresso do


candidato, encaminham as orientações à Direção de Desenvolvimento Educacional (DDE) para
as devidas providências e encaminhamentos junto aos docentes. Os casos de necessidades
educacionais especiais percebidos no decorrer do processo de formação deverão ser informados
ao NAPNE para que, junto à equipe multidisciplinar, o AEE, as coordenações de cursos e os
docentes, sejam dados os devidos encaminhamentos. O NAPNE atuará no âmbito institucional
interno e externo, assessorando a DDE do campus.

Quando se fizer necessário, mediante análise do NAPNE, será elaborado pelos docentes,
o Plano Educacional Individual - PEI, com a colaboração dos membros do NAPNE, AEE,
equipe multidisciplinar e coordenações de curso, possibilitando ao aluno que apresente
especificidade e dificuldade na aprendizagem, o registro do seu desenvolvimento ao longo do
processo, a garantia da permanência e a saída com sucesso do IFSULDEMINAS. O NAPNE
poderá propor, caso necessário, flexibilização curricular e terminalidade específica.

16.6 Demais Programas

Além dos programas mencionados, na Política de Assistência Estudantil também estão


incluídos o Programa de Assistência à Saúde, o Programa de Acompanhamento do Serviço
Social, o Programa Mobilidade Estudantil – Nacional e Internacional, o Programa de Incentivo
ao Esporte, Lazer e Cultura e o Programa de Inclusão Digital.

16.7 Representação Estudantil

Há de se ressaltar a participação dos estudantes no Colegiado de Curso, no NAPNE e


nos demais órgãos colegiados: Colegiado Acadêmico do Campus (CADEM), Câmara de
Ensino (CAMEN), Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho Superior
(CONSUP). Garantindo-se a representação dos estudantes nesses órgãos, garante-se a
democracia participativa e reitera-se o compromisso dos estudantes no processo pedagógico,
bem como o reconhecimento deste direito, contribuindo para a formação da cidadania.
63

16.8 Educação Inclusiva

Entende-se como educação inclusiva a garantia de acesso e permanência do estudante


na instituição de ensino bem como proporcionar condições para o seu êxito e conclusão do
curso, respeitando sempre as diferenças individuais, especificamente, das pessoas com
deficiência, diferenças étnicas, de gênero, cultural, socioeconômica, entre outros.

O IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre priorizará ações inclusivas voltadas às


especificidades dos vários grupos sociais. Para isso, possui o NAPNE, núcleo responsável por
lutar pela consolidação dos direitos das pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual,
físico motora, múltiplas deficiências, altas habilidades/superdotação e transtornos globais do
desenvolvimento em busca da emancipação e inclusão desses estudantes.

16.9 Regulamento disciplinar do corpo discente

O regulamento disciplinar do corpo discente tem o objetivo de estabelecer os direitos,


os deveres, os vetos e a conduta dos estudantes do IFSULDEMINAS, visando o bom
andamento das atividades escolares, o aprendizado efetivo dos estudantes, a convivência
saudável de toda a comunidade escolar e a conservação do patrimônio público.

Para os efeitos deste regulamento, Corpo Discente é a expressão utilizada para designar
o conjunto de todos os estudantes regularmente matriculados nas modalidades de ensino
oferecidas pelo IFSULDEMINAS.

16.10 Acompanhamento de egressos

O acompanhamento dos egressos é realizado por meio da aplicação de formulários no


site da instituição para conhecer a realidade dos nossos egressos no mundo do trabalho e, assim,
contribuir para traçar estratégias de parcerias e convênios com empresas, instituições e
organizações que demandam estagiários e profissionais com origem no IFSULDEMINAS.
Também serão previstas a criação de mecanismos para acompanhamento da inserção dos
profissionais no mundo do trabalho e a manutenção de cadastro atualizado para
disponibilização de informações recíprocas.

O IFSULDEMINAS concebe o acompanhamento de egressos como uma ação que visa


ao planejamento, definição e retroalimentação das políticas educacionais da instituição, a partir
da avaliação da qualidade da formação ofertada e da interação com a comunidade.

Além disso, o acompanhamento de egressos visa ao desenvolvimento de políticas de


formação continuada, com base nas demandas do mundo do trabalho, reconhecendo como
64

responsabilidade o atendimento aos seus egressos. A instituição acompanha os egressos a partir


de ações articuladas entre as Pró-reitorias de Ensino e Extensão e as Coordenações de Cursos.
65

17 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC’S)

São recursos didáticos constituídos por diferentes mídias e tecnologias, síncronas e


assíncronas, tais como ambientes virtuais e suas ferramentas, redes sociais e suas ferramentas.
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de
ensino-aprendizagem devem permitir a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia
da acessibilidade e do domínio das TICs.

O campus disponibiliza Ambientes Virtuais de Aprendizagem por meio do MOODLE,


GoogleClass e GoogleMeet, que permitem o armazenamento, a administração e a
disponibilização de conteúdos no formato Web, dentre os quais destacam-se aulas virtuais,
simuladores, fóruns, salas de bate-papo, conexões a materiais externos, atividades interativas,
tarefas virtuais (webquest), modeladores, animações, textos colaborativos (wiki).
66

18 APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

O IFSULDEMINAS promoverá o aproveitamento de conhecimentos e experiências


anteriores, como forma de valorização das experiências dos estudantes, objetivando a
continuidade de estudos segundo itinerários formativos coerentes com os históricos
profissionais dos candidatos, por meio do aproveitamento de disciplinas e da validação de
conhecimentos e experiências anteriores.

Para prosseguimento dos estudos, a instituição de ensino pode promover o


aproveitamento de disciplinas, desde que diretamente relacionadas com o perfil profissional de
conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional, que tenham sido
desenvolvidas em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico,
regularmente concluídos em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

Para solicitar aproveitamento de disciplinas, o estudante preencherá requerimento junto


à Secretaria do Polo de apoio presencial que encaminhará ao Setor de Secretaria e Registro
Acadêmico dos campi em até 60 (sessenta) dias a contar da data de início do curso, conforme
apresenta a Resolução 055/2018.

Poderá ser concedido aproveitamento de disciplinas quando o requerente já tiver


cursado, em estabelecimentos de ensino reconhecidos pelo Ministério da Educação, disciplina
análoga, sendo nela aprovado, desde que o conteúdo programático e a carga horária
correspondam a, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) da(s) disciplina(s) equivalente(s)
oferecidas pelo IFSULDEMINAS. Nas mesmas condições, o requerente que tiver sido
aprovado em 2 (duas) ou mais disciplinas que, em conjunto, sejam consideradas, equivalentes,
em conteúdo e carga horária, à disciplina para a qual requer dispensa.

Não será concedido aproveitamento de disciplina quando o estudante, aprovado na


disciplina anteriormente, não tiver requerido o aproveitamento da mesma ou cursar a disciplina
pela segunda vez e for reprovado. Quando não for reconhecida a equivalência do conteúdo do
programa ministrado e/ou da disciplina cuja dispensa é pretendida. O estudante deverá
participar das aulas da disciplina a ser dispensada até o deferimento/ indeferimento do pedido
de aproveitamento da mesma.

Para prosseguimento de estudos, a instituição de ensino pode promover o


aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do estudante, desde que
diretamente relacionados como perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou
habilitação profissional, que tenham sido desenvolvidos:
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I. Em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico regularmente concluídos


em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

II. Em cursos destinados à formação inicial e continuada ou qualificação profissional de, no


mínimo, 160 (cento e sessenta) horas de duração.

III. Em outros cursos de Educação Profissional e Tecnológica, inclusive no trabalho, por outros
meios informais ou até mesmo em cursos superiores.

IV. Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado em


instituição devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino ou
no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional.

O IFSULDEMINAS adotará a validação de conhecimentos e experiências anteriores,


com êxito, de acordo com a legislação vigente, mediante avaliação teórica e/ou prática
elaborada por uma comissão constituída, no mínimo, pelo Coordenador de Curso e o professor
responsável pela disciplina. O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores
deverá ser solicitado no Polo de Apoio Presencial, que encaminhará ao Setor de Secretaria e
Registros Acadêmicos dos campi, ou órgão equivalente, no período determinado no Calendário
Acadêmico, mediante justificativa a ser analisada pela Comissão.

O estudante que conseguir o índice satisfatório estará dispensado de cursar a disciplina


correspondente, caso contrário não poderá solicitar outra avaliação para a mesma disciplina. O
estudante somente terá garantidos o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores
após a emissão do parecer conclusivo da Comissão, que será encaminhado ao Setor de secretaria
e Registro Acadêmico dos campi ou órgão equivalente. O percentual das disciplinas a serem
aproveitadas através da validação de conhecimentos e experiências anteriores, somado ao
percentual adquirido no aproveitamento de disciplinas não poderá ultrapassar 60% (sessenta
por cento) da carga horária total do curso. No histórico deverá constar o índice obtido pelo
estudante na avaliação teórica e/ou prática.
68

19 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE

O Colegiado de Curso se reúne pelo menos uma vez por semestre e é o órgão primário
normativo, deliberativo, executivo e consultivo, com composição, competências e
funcionamento previstas na resolução 033/2014, do IFSULDEMINAS. Colegiado do Curso
será constituído de:

I. Coordenador e vice-coordenador de curso;


II. Dois representantes titulares técnico-administrativos em Educação, eleitos por seus
pares, inclusive seus suplentes;
III. Dois representantes docentes titulares, eleitos por seus pares, inclusive seus suplentes.
IV. Dois representantes discentes titulares, eleitos por seus pares, inclusive seus suplentes.

De acordo com a Resolução 033/2014, são funções dos colegiados de curso:

− Emitir parecer sobre a extinção ou implantação de cursos


− Propor currículos de cursos e suas possíveis alterações, com acompanhamento do
setor pedagógico;
− Validar, com o apoio da supervisão pedagógica, alteração no critério de avaliação do
docente.
− Analisar casos que não foram previstos na resolução.

Conforme a Resolução 33/2014 IFSULDEMINAS, compete ao Coordenador de Curso:

− Determinar, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, as datas das


reuniões ordinárias do Colegiado a serem realizadas;
− Convocar reuniões ordinárias e extraordinárias, ou a requerimento dos membros do
Colegiado, considerando a maioria simples;
− Presidir as reuniões do Colegiado e nelas manter a ordem;
− Fazer ler a ata da reunião anterior e submetê-la à aprovação;
− Dar conhecimento ao Colegiado de toda matéria recebida;
− Designar relator que não poderá ser autor da proposição, mediante rodízio, e distribuir-
lhe a matéria sobre a qual deverá emitir parecer;
− Sem observância de rodízio, poderá ser designado relator um dos membros que possuir
notórios conhecimentos especializados na matéria em estudo.
− Conceder a palavra aos membros do Colegiado que a solicitarem;
− Interromper o orador que estiver falando sobre o vencido ou assunto fora da pauta;
69

− Submeter à votação as matérias sujeitas ao Colegiado e proclamar o resultado da


eleição;
− Conceder vista dos processos aos membros do colegiado que a solicitarem, nos termos
deste Regimento;
− Assinar os pareceres e convidar os demais membros do Colegiado a fazê-lo;
− Enviar ao Colegiado Acadêmico do campus (CADEM) toda matéria destinada ao
plenário;
− Ser o intermediário entre o Colegiado de Curso e o CADEM;
− Assinar o expediente relativo a pedido de informações formuladas pelos relatores ou
pelo Colegiado.
− Acompanhar a execução do currículo, avaliando, controlando e verificando as relações
entre as diversas disciplinas, orientando e propondo a outros órgãos de Coordenação
de ensino, as medidas cabíveis;
− Participar junto à Coordenação Geral de Ensino Técnico e Chefia de Departamento,
sobre a elaboração da programação acadêmica, do calendário acadêmico e do horário
das aulas; compatibilizando-os com a lista de oferta de disciplinas;
− Assessorar os órgãos competentes em assuntos de administração acadêmica, referente
ao Curso; acompanhar a matrícula dos estudantes de seu curso, em colaboração com
o órgão responsável pela matrícula;
− Assessorar a Coordenação Geral de Ensino Técnico ou órgão equivalente no processo
de transferências, dispensa de disciplinas, elaboração e revisão de programas
analíticos, alterações na matriz curricular, presidir o Colegiado de Curso, dentre outras.
− Assessorar os professores, na execução das diretrizes e normas emitidas pelo
Colegiado de Curso;
− Coordenar a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso, bem como sua atualização,
garantindo o envolvimento dos professores, estudantes, egressos do curso e, ainda das
entidades ligadas às atividades profissionais;

− Apresentar sugestões à Coordenação Geral de Ensino Técnico e Chefia de


Departamento sobre assuntos de sua natureza que tenham por finalidade a melhoria do
ensino, das relações entre comunidades envolvidas, do aprimoramento das normas
pertinentes e outras de interesse comum.
70

20 CORPO DOCENTE DO CAMPUS

O corpo docente do Campus Pouso Alegre se mostra altamente capacitado nas mais
variadas áreas do conhecimento e é composto pelos docentes descritos no Quadro 23.
SERVIDOR TITULACAO
Adriana Falqueto Lemos DOUTORADO
Aidalice Ramalho Murta DOUTORADO
Alexandre Fieno da Silva DOUTORADO
Alexandre Magno Alves de Oliveira MESTRADO
Ana Maria Bastos Firmino MESTRADO
Angela Simone Freitag Lima DOUTORADO
Carlos Alberto de Albuquerque MESTRADO
Carolina Souza Andrade Licio MESTRADO
Celso Dias Madureira MESTRADO
Claudia Catarino Pereira MESTRADO
Daniel Cicero Pelissari DOUTORADO
Danielle Martins Duarte Costa DOUTORADO
Danielli Ferreira Silva DOUTORADO
Denilson Carvalho Resende DOUTORADO
Diego Cesar Terra de Andrade DOUTORADO
Donizeti Leandro de Souza DOUTORADO
Elgte Elmin Borges de Paula DOUTORADO
Eliane Gomes da Silveira MESTRADO
Elisangela Aparecida Lopes Fialho DOUTORADO
Emanuelle Kopanyshyn DOUTORADO
Emerson Jose Simoes da Silva ESPECIALIZACAO NIVEL SUPERIOR
Estela Costa Ferreira MESTRADO
Fabiana Rezende Cotrim MESTRADO
Fabio Augusto de Abreu MESTRADO
Fernando Carlos Scheffer Machado DOUTORADO
Fernando de Barros Magalhaes ESPECIALIZACAO NIVEL SUPERIOR
Flavio Adriano Bastos DOUTORADO
Flavio Heleno Graciano MESTRADO
Gabriela Belinato DOUTORADO
Gisele Inocencio Pereira e Moreira DOUTORADO
Gissele Bonafe Costa de Abreu MESTRADO
Gleysson de Paula Terra MESTRADO
Isaias Pascoal DOUTORADO
Ismael David de Oliveira Muro MESTRADO
Joao Paulo Martins DOUTORADO
Johnny Cesar dos Santos MESTRADO
Jose Nilson da Conceicao MESTRADO
Joyce Alves de Oliveira MESTRADO
Juliano Romanzini Pedreira MESTRADO
Lucas Henrique Xavier da Costa Firmino ESPECIALIZACAO NIVEL SUPERIOR
Luciane de Castro Quintiliano DOUTORADO
Lucy Mirian Campos Tavares Nascimento DOUTORADO
71

Luis Antonio Tavares MESTRADO


Marcelo Carvalho Bottazzini DOUTORADO
Marcio Boer Ribeiro DOUTORADO
Marcos Ribeiro Macedo MESTRADO
Maria Cecilia Rodrigues Simoes Ortigara DOUTORADO
Maria Josiane Ferreira Gomes DOUTORADO
Maria Luiza de Carvalho Noronha MESTRADO
Mariana Felicetti Rezende DOUTORADO
Michele Correa Freitas Soares DOUTORADO
Michelle Nery MESTRADO
Nathalia Vieira Barbosa MESTRADO
Olimpio Gomes da Silva Neto DOUTORADO
Paulo Cesar Xavier Duarte DOUTORADO
Paulo Roberto Labegalini DOUTORADO
Regis Marciano de Souza MESTRADO
Rejane Barbosa Santos DOUTORADO
Rodolfo Henrique Freitas Grillo MESTRADO
Rona Rinston Amaury Mendes DOUTORADO
Rosangela Alves Dutra MESTRADO
Samuel Santos de Souza Pinto MESTRADO
Silas Santana Nogueira MESTRADO
Thiago Alves de Souza DOUTORADO
Thiago Luis Rodrigues da Silva DOUTORADO
Victor Aias Martins Gomes MESTRADO
Vlander Verdade Signoretti DOUTORADO
William Mascia Resende ESPECIALIZACAO NIVEL SUPERIOR
Yuri Vilas Boas Ortigara MESTRADO
Quadro 23: Corpo Docente do Campus
72

21 CORPO ADMINISTRATIVO

Já o quadro dos técnicos administrativos do Campus Pouso Alegre é composto pelos


profissionais descritos no Quadro 24.
SERVIDOR CARGO EMPREGO TITULACAO
Andressa de Carvalho Freitas TECNICO DE LABORATORIO MESTRADO
Andreza Luzia Santos ASSIST. EM ADMINISTRACAO MESTRADO
Brenda Tarcisio da Silva TECNICO DE LABORATORIO GRADUACAO
Brenno Leonardo Tavares Lopes AUXILIAR DE BIBLIOTECA GRADUACAO
Cesar Portelinha M. Carneiro TECNICO DE LABORATORIO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Cybele Maria dos Santos Martins PSICOLOGO MESTRADO
Daniel Reis da Silva TEC. ASSUNTOS EDUCACIONAIS MESTRADO
Danilo Fernandes da Silva TEC DE TEC. DA INFORMACAO GRADUACAO
Davi Ribeiro Militani TEC DE TEC. DA INFORMACAO MESTRADO
Eliane Silva Ribeiro ADMINISTRADOR MESTRADO
Elina Martins Silva TECNICO EM SECRETARIADO MESTRADO
Emerson Zetula da Silva AUX EM ADMINISTRACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Eric Fabiano Esteves BIBLIOTECARIO MESTRADO
Fabiano Paulo Elord TEC. ASSUNTOS EDUCACIONAIS ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Fernando Reis Morais TEC DE TEC. DA INFORMACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Gilmar Rodrigo Muniz TECNICO DE LABORATORIO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Guilherme Rodrigues de Souza TECNICO DE LABORATORIO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Ivanete Fonseca M. de Abreu TRADUTOR INTERPRETE ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Josue de Toledo AUX EM ADMINISTRACAO GRADUACAO
Juciana de Fatima Garcia TECNICO DE LABORATORIO ENSINO MEDIO
Juliana Andrade Nunes TECNICO DE LABORATORIO MESTRADO
Kesia Ferreira ASSIST. EM ADMINISTRACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Lucas Martins Rabelo ASSISTENTE DE ALUNO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Luciana Goulart Carvalho AUX EM ADMINISTRACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Luciano Claudio CONTADOR ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Luciene Ferreira de Castro JORNALISTA ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Luiz Ricardo de Moura Gissoni ADMINISTRADOR MESTRADO
Marcel Freire da Silva TEC. ASSUNTOS EDUCACIONAIS MESTRADO
Maria E. da Silva Bernardo ASSISTENTE SOCIAL ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Mayara Lybia Silva Muniz AUXILIAR DE BIBLIOTECA MESTRADO
Michelle Rose Araujo S. de Faria BIBLIOTECARIO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Priscila da Silva Machado Costa ENGENHEIRO MESTRADO
Priscilla Barbosa Andery ASSISTENTE DE ALUNO GRADUACAO
Rafael de Freitas Candido TEC DE TEC. DA INFORMACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Rodrigo Janoni Carvalho TEC. ASSUNTOS EDUCACIONAIS MESTRADO
Rosana Rovaris Zanotti ASSISTENTE DE ALUNO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Rosenildo Paiano Renaki ASSIST. EM ADMINISTRACAO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Sandra Aparecida de Aguiar AUX. ASSUNTOS EDUCACIONAIS ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Sarita Luiza de Oliveira ASSISTENTE DE ALUNO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Silvana Aparecida de Andrade AUX EM ADMINISTRACAO ENSINO MEDIO
Simone Cruz Batista PSICOLOGO ESPEC. NIVEL SUPERIOR
Suzan Evelin Silva ENFERMEIRO MESTRADO
Tonia Amanda Paz dos Santos ASSIST. EM ADMINISTRACAO GRADUACAO
Willian Roger Martinho Moreira TECNICO EM CONTABILIDADE GRADUACAO
Xenia Souza Araujo PEDAGOGO MESTRADO
Quadro 24: Corpo Administrativo.
73

22 INFRAESTRUTURA

Atualmente, o IFSULDEMINAS atua em diversos níveis: médio, técnico, graduação e


pós-graduação, em 27 diferentes áreas. O objetivo é ampliar o acesso ao ensino
profissionalizante nos 178 municípios de abrangência, beneficiando 3,5 milhões de pessoas,
direta ou indiretamente. O campus possui a seguinte estrutura:

22.1 Biblioteca

Com a função de centro de disseminação seletiva da informação e incentivo à leitura e


cultura, a biblioteca “Paulo Freire” do campus Pouso Alegre com 616,58 m² proporciona à
comunidade escolar um espaço dinâmico de convivência, auxiliando no ensino, pesquisa e
extensão.
Tem como visão contribuir como órgão facilitador no processo ensino-aprendizagem
utilizando a qualidade e a inovação dos serviços oferecidos como meta para superar as
necessidades. Novas instalações foram construídas, ampliando o espaço oferecido para estudos
em grupos, individuais (13 mesas de estudo individual; 20 mesas de estudo coletivo; 12
computadores para pesquisa; 01 salas de estudo em grupo; 01 sanitário feminino com acesso a
cadeirante; 01 sanitário masculino com acesso a cadeirante e bebedouro).
A biblioteca oferece a toda sua comunidade acadêmica serviços de empréstimo,
renovação e reserva de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo,
orientação na normalização de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica, visitas
orientadas, acesso à Internet, empréstimos entre bibliotecas, acesso ao Portal Capes e serviços
de malotes que atendem as solicitações de obras que não constam no acervo.
Todo o acervo da Biblioteca está disponibilizado no Pergamum – Sistema Integrado de
Bibliotecas, que permite a informatização e organização do catálogo bibliográfico,
possibilitando o acesso virtual. A equipe técnico-administrativa responsável pelos serviços da
biblioteca é composta por bibliotecários – documentalista e auxiliar de biblioteca. A Biblioteca
está diretamente ligada à Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão.
A Biblioteca tem como função ser o centro de disseminação seletiva da informação e
incentivo à leitura e à cultura. A biblioteca do campus Pouso Alegre proporciona à comunidade
escolar um espaço dinâmico de convivência, auxiliando no ensino, pesquisa, inovação e
extensão. Tem como visão contribuir como órgão facilitador no processo ensino-aprendizagem
utilizando a qualidade e a inovação dos serviços oferecidos como meta para superar as
necessidades. Novas instalações foram construídas, ampliando o espaço oferecido para estudos
74

em grupos e individuais.
Oferece a toda sua comunidade acadêmica serviços de empréstimo, renovação e reserva
de material, consultas informatizadas a bases de dados e ao acervo, orientação na normalização
de trabalhos acadêmicos, orientação bibliográfica, visitas orientadas, acesso à Internet,
empréstimos entre bibliotecas, acesso ao Portal Capes e serviços de malotes que atendem as
solicitações de obras que não constam no acervo.
Ademais, ressalta-se que a biblioteca possui um vasto acervo físico e atualizado
pertinente ao perfil profissional de logística, contemplando as referências básicas e
complementares previstas projeto pedagógico de curso, além de outras obras importantes para
a formação do profissional de logística.

22.2 Instalações, Equipamentos e Laboratórios

O campus Pouso Alegre possui 3 laboratórios de informática devidamente equipados


com 40 computadores cada. Neles estão instalados os sistemas operacionais e aplicativos
necessários para o curso em questão. Datashow e lousa também constam nas salas para apoio
aos professores. Conta com ferramentas de software instaladas para suprir a necessidade das
disciplinas relacionadas à prática do curso, como o exemplo de 40 licenças do Software
AUTOCAD, que é disponibilizado gratuitamente para Instituições de Ensino e para estudantes.
Também possui instalado a suíte de aplicativos BrOffice utilizada para apoio e outros softwares
utilitários. Além disso, com um link de internet exclusivo de mais de 50 Gb, possibilita a
utilização de softwares e arquivamentos baseados em nuvens como, por exemplo, One Drive
(Microsoft) e Drive (Google).

Possui também 1 laboratório de Física, ginásio com sala de equipamentos esportivos


para a realização das atividades de Educação Física e 3 amplos e bem equipados laboratórios
para a disciplina de Química. Complementarmente, possui amplo auditório com capacidade
para 200 pessoas para a realização de palestras e eventos extraclasses e um teatro de arena para
aproximadamente 100 pessoas.
75

23 CERTIFICADOS E DIPLOMAS

Receberá o diploma de Técnico em Logística na Modalidade Concomitante o estudante


que tiver sido aprovado, dentro dos prazos de integralização do curso, em todos os componentes
curriculares.

O Regimento do IFSULDEMINAS para os cursos concomitantes estabelece que o


IFSULDEMINAS expedirá diploma de Técnico de Nível Médio aos que concluírem todas as
exigências do curso em que estiver matriculado de acordo com a legislação em vigor. A
Diplomação na Educação Profissional Técnica de Nível Médio, modalidade Concomitante,
efetivar-se-á somente após o cumprimento, com aprovação em todos os componentes da matriz
curricular do projeto pedagógico do curso.

A colação de grau no IFSULDEMINAS é obrigatória, conforme o cerimonial do


campus, com data prevista no Calendário Escolar. Caso o discente esteja ausente na colação de
grau na data prevista no Calendário Escolar, uma nova data será definida pelo Reitor do
IFSULDEMINAS ou seu representante legal, conforme sua disponibilidade.

Após a conclusão de todas as disciplinas constantes na matriz curricular do curso, o


IFSULDEMINAS – Campus Pouso Alegre expedirá o diploma de nível técnico na respectiva
habilitação profissional, mencionando o eixo tecnológico em que o mesmo se vincula. Os
diplomas de técnico serão acompanhados dos respectivos históricos escolares, que deverão
explicitar as competências definidas no perfil profissional de conclusão de curso. O concluinte
do curso receberá, após conclusão do curso, o diploma de Técnico em Logística.
76

24 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os discentes terão 2 (dois) anos para a integralização do curso. Passado esse período,
serão automaticamente desligados. Em casos de trancamentos e/ou dependências, o campus não
se responsabiliza pela oferta de disciplinas que deixaram de ser ofertadas ou que sofreram
alterações em eventuais modificações futuras neste Projeto Pedagógico do Curso. Os casos não
previstos serão analisados e deliberados pelo Colegiado do curso e/ou CADEM, com auxílio
da Supervisão Pedagógica. Uma nova revisão deste documento deverá ser realizada no prazo
de 2 (dois) anos, ou a qualquer tempo em que o colegiado do curso deliberar, respeitadas as
legislações vigentes.
77

REFERÊNCIAS

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:


<[Link]

BRASIL. Decreto-Lei N° 715/1969, de 39 de julho de 1969. Altera dispositivo da Lei nº


4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar).

BRASIL. Decreto-Lei Nº 1.044/1969, de 21 de outubro de 1969. Dispõe sobre tratamento


excepcional para os alunos portadores das afecções que indica.

BRASIL. Decreto Nº. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei Nº 9.795, de 27 de


abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.

BRASIL. Decreto Nº. 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os artigos.


39 a 41 da Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, e dá outras providências.

BRASIL. Decreto Nº 5.626/2005, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10


BRASIL 436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

BRASIL. Decreto Nº 6.949/2009, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção


Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo,
assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.

BRASIL. Lei Nº 6.202/1975, de 17 de abril de 1975. Atribui à estudante em estado de gestação


o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044, de 1969, e dá outras
providências.

BRASIL. Lei Nº 9.394/1996, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da


Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil (LDBEN), Brasília, DF,
23 de dezembro de 1996, Seção 1, p. 27.833.

BRASIL. Lei Nº 9.795/1999, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,


institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.

BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes e


dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2008.

BRASIL. Lei N° 11.892/2008, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de


Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia, e dá outras providências.

BRASIL. Lei Nº 13.146/2015, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da


Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), 2015.

BRASIL. Resolução CNE/CEB Nº 01/2021, de 05 de janeiro de 2021. Define Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
78

FRIGOTTO, G. Ensino Médio e Técnico profissional: disputa de concepções e precariedade.


São Paulo, Jornal Le Monde Diplomatique Brasil. Ano 6, n. 68, mar. 2013, p.28-29.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Plano de Desenvolvimento Institucional do IFSULDEMINAS: vigência 2019 a
2023. Disponível em: <[Link]

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Plano de Desenvolvimento Institucional do IFSULDEMINAS: 2019 a 2023.
Organização Didático Pedagógica. Disponível em: < [Link]
/PDI/pdfs/did%C3%A1tico_pedag%C3%B3gico_PDI_1.pdf>.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 016/2013, de 29 de abril de 2013.
Dispõe sobre a aprovação do Regimento do Sistema de Bibliotecas - SIB, do IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP N° 031/2014, de 30 de abril de 2014.
Dispõe sobre a aprovação da Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções das
Bibliotecas do IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 033/2014, de 30 de abril de 2014.
Dispõe sobre a aprovação do Regimento Interno do Colegiado de Cursos Técnicos do
IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 047/2012, de 13 de novembro de
2012. Dispõe sobre a aprovação das Normas de Calendário Acadêmico do IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 097/2019, de 18 de dezembro de 2019.
Dispõe sobre a aprovação das Normas de Estágio Curricular Supervisionado de Nível Técnico
e Superior, oferecidos pelo Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP Nº 102/2013, de 16 de dezembro de 2013.
Dispõe sobre a aprovação das Diretrizes de Educação Inclusiva do IFSULDEMINAS.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS


GERAIS. Resolução IFSULDEMINAS/CONSUP N° 120/2016, de 15 de dezembro de 2016.
Dispõe sobre a alteração da Resolução 064/2016-Normas para oferta de Carga Horária
Semipresencial em Cursos Presenciais do IFSULDEMINAS.

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1996.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. 4 ed. Brasília:


Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. 2020.
79

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parecer MEC/SEESP/DPEE Nº 14/2009, de 01 de


setembro de 2009. Terminalidade Específica.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP Nº 01/2012, de 30 de maio de 2012.


Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CEB N° 02/2001, de 11 de setembro de


2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP Nº 02/2012, de 15 de junho de 2012.


Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental.

MINISTÉRIO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE


RECURSOS HUMANOS. Orientação Normativa Nº 7, de 30 de outubro de 2008.
Estabelece orientação sobre a aceitação de estagiários no âmbito da Administração Pública
Federal direta, autárquica e fundacional.
Cópia de documento digital impresso por Iracy Lima (84799498649) em 22/06/2022 10:07.
CNPJ: 10.648.539/0001-05

Documento Digitalizado Público


PPC - Logística EAD - Concomitante Após CEPE

Assunto: PPC - Logística EAD - Concomitante Após CEPE


Assinado por: Thiago Alves
Tipo do Documento: Projeto Pedagógico de Curso
Situação: Finalizado
Nível de Acesso: Público
Tipo do Conferência: Documento Original

Documento assinado eletronicamente por:


Thiago Alves de Souza, PROFESSOR ENS BASICO TECN TECNOLOGICO, em 17/06/2022 13:27:08.

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