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Índice
Agradecimento.................................…............................................................................01
Dedicatória.................................…..................................................................................02
Epígrafe.................................…......................................................................................03
[Link]ção.................................…................................................................................04
[Link].................................….....................................................................05
[Link]ória.................................…....................................................................................06
[Link]ão 2020.................................…...............................................................................07
[Link] de parceria económica.................................…................................................08
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1. Inotrodução
A comunidade económica dos Estados da África ocidental (CEDEAO)
ou também conhecida como (ECOWAS) é uma organização de integração
regional que engloba quinze países da África ocidental e cujos principais
objectivos são a integração económica, o comércio regional e a cooperação
política .
Os países membros comunidade económica da África ocidental são:
Benim
Cabo Verde
Costa do Marfim
Gâmbia
Gana
Guiné-Bissau
Libéria
Nigéria
Senegal
Serra Leoa
Togo
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2. Desenvolvimento
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). Criada
em maio de 1975 pelo Tratado de Lagos, a CEDEAO é um grupo de 15 países cujo
mandato é promover a integração económica em todas as áreas de atividade dos
Estados-membros.
Esses Estados-membros da CEDEAO são o Benim, o Burkina Faso, Cabo
Verde, Côte d’Ivoire, a Gâmbia, o Gana, a Guiné, a Guiné-Bissau, a Libéria, o Mali, o
Níger, a Nigéria, a Serra Leoa, o Senegal e o Togo.
Considerada como sendo um dos pilares da Comunidade Económica Africana, a
CEDEAO foi criada no intuito de fomentar o ideal de autossuficiência coletiva dos
Estados-membros. Enquanto união comercial, espera-se que estabeleça um bloco único
e vasto de comércio por meio da cooperação económica.
As atividades económicas integradas, tais como previstas na área para um total
do PIB de 734,8 biliões de dólares dos Estados Unidos, giram em torno dos sectores de
atividades económicas sem se limitarem porém à indústria, aos transportes, às
telecomunicações, à energia, à agricultura, aos recursos naturais, ao comércio, às
questões monetárias e financeiras bem como aos assuntos sociais e culturais.
As expetativas de integração económica têm sido sempre altas e muito foi feito
pela organização regional desde a aprovação do tratado que lhe conferiu um caráter
juridicamente vinculativo. Na base das avaliações contemporâneas, essa organização
regional ultrapassou as expetativas dos seus pais fundadores. Hoje, goza a nível mundial
da reputação de uma organização regional bem-sucedida. De facto, a CEDEAO pode ser
tida agora como trunfo de uma integração efetiva e exemplo de uma coexistência
regional.
A Visão da CEDEAO é estabelecer uma região sem fronteiras, onde a população
acede aos recursos abundantes da região e demonstra a capacidade de os explorar pela
criação de oportunidades num ambiente sustentável. O que a CEDEAO estabeleceu é
uma Região integrada, onde a população goza da livre circulação, tem acesso a sistemas
educativos e de saúde eficientes e se envolve nas atividades económicas e comerciais
enquanto leva um vida condigna num ambiente de paz e segurança. Espera-se que a
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CEDEAO seja uma Região governada em conformidade com os princípios da
democracia, do Estado de direito e da boa governação.
Foi no sentido de concretizar suavemente essa visão que o aparelho
administrativo da CEDEAO, sedeado em Abuja, na Nigéria, transformou o seu então
Secretariado na atual Comissão em Janeiro de 2007. Em vez de um Secretário
Executivo, temos agora um Presidente da Comissão com maiores poderes, coadjuvado
por um Vice-presidente e quinze Comissários. Perante o empenho desses responsáveis,
a CEDEAO preocupa-se agora com a implementação dos programas estratégicos
importantes destinados a aprofundar a coesão e a eliminar gradualmente tudo quanto foi
identificado como erigindo barreiras à integração cabal preconizada.
Hoje, a medida que as economias dos países Africanos continuam a registar um
crescimento regular, a África Ocidental permanece uma das regiões mais robustas do
continente, tendo crescido num ritmo de 6,7 porcento em 2013 impulsionado em grande
parte pela prosperidade coletiva da CEDEAO.
Tendo aumentado anualmente esse crescimento, a Região demonstra agora
poder tornar-se financeiramente autónoma e ultrapassar os desafios que dificultam o seu
desenvolvimento económico e social. Para tal, a Comissão está a criar, mediante o
processo de integração regional, um ambiente favorável a um desenvolvimento
económico célere.
A Comissão ainda acredita que o crescimento económico regional deve assentar-
se em políticas macroeconómicas prudentes. Daí a CEDEAO estar a investir no setor
social e a formular políticas económicas no âmbito do programa de desenvolvimento
regional. Desejosa de melhorar a sua integração económica, a CEDEAO continuou a
promover o investimento e a desenvolver os serviços promotores de investimentos, pelo
que já conta com várias missões realizadas no terreno em estudo do clima de
investimento.
A medida que a CEDEAO chega aos seus 40 anos, envida esforços significativos
por harmonizar políticas macroeconómicas e promover o setor privado em prol da
integração económica. Esses esforços deram origem a algumas iniciativas,
nomeadamente a implementação do roteiro do programa de moeda única da CEDEAO,
a monitorização e avaliação dos desempenhos, a convergência macroeconómica, a
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gestão da Base de Dados Macroeconómicos e do Sistema de Vigilângia Multilateral
(ECOMAC) da CEDEAO sem descurar a cooperação com outras instituições regionais
e internacionais.
Imbuídos do mesmo propósito até ao nível regional, os cidadãos da África
Ocidental já podem apropriar-se da nova visão, de passar de uma CEDEAO dos Estados
para uma CEDEAO dos povos, no horizonte 2020.
Na configuração atual, as Instituições da CEDEAO recorrem ao seu órgão
principal que é a Conferência dos Chefes de Estado e de Governo. São outras
Instituições da CEDEAO, o Conselho de Ministros, a Comissão, o Parlamento, o
Tribunal de Justiça, os Comités Técnicos Especializados e o Banco de Investimento e
Desenvolvimento da CEDEAO (EBID).
Também existem Instituições Especializadas, tais como a Organização Oeste
Africana da Saúde (OOAS), a Agência Monetária da África Ocidental (AMAO) e o
Grupo Intergovernamental de Ação contra o Branqueamento de Capitais e o
Financiamento do Terrorismo (GIABA).
O nosso grupo regional ainda dispõe de três Agências Especializadas: o Centro
de Desenvolvimento do Género da CEDEAO, o Centro do Desenvolvimento da
Juventude e dos Desportos da CEDEAO e o Centro de Coordenação dos Recursos
Hídricos da CEDEAO.
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3. História
Antes da criação da CEDEAO, o território da África Ocidental, era constituído
por estados com diferentes experiências coloniais e administrativas que, em conjunto,
acabaram por definir as fronteiras dos 15 países situados nessa zona.
Apesar dos Estados-Membros da comunidade terem três línguas oficiais
estrangeiras (Inglês, Francês e Português), existem contudo mais de mil línguas locais,
entre as quais, línguas nativas transfronteiriças, inclusive, como o Ewe, Fulfulde, Hausa,
Mandingo, Wolof, Yoruba, Ibo, Ga, etc. faladas por mais de 300 milhões de habitantes
numa vasta área de cerca de 5.1 milhões de quilómetros quadrados.
Antes do colonialismo, a região foi palco de muitos soberbos impérios e reinos
que perduraram durante séculos dos quais os do Ghana, Mali Songhai, Wolof, Oyo,
Benin e Kanem Bornu.
A diversidade cultural, linguística, ecológica apresenta simultaneamente
oportunidades e desafios para o processo de integração. A vontade de combinar forças a
nível político e económico foi sempre reconhecida como sendo um passo em frente para
a criação de prosperidade na região.
Assim, o primeiro esforço de integração data de 1945, com a criação do franco
CFA que reuniu os países francófonos da região numa união monetária única.
Posteriormente, em 1964, o Presidente da Libéria William Tubman propôs uma união
económica da África Ocidental que resultou num acordo em 1965 entre Côte d’Ivoire, a
Guiné, a Libéria e a Serra Leoa.
Contudo, não houve nenhum resultado concreto na sequência desse acordo até
1972, quando, o Chefe de Estado Nigeriano Yakubu Gowon e o seu homólogo togolês o
Presidente Gnassingbe Eyadema, fizeram uma digressão na região para promover a
ideia de integração. Assim, graças aos esforços envidados, foram apresentados projetos
com base nos quais foi elaborado em 1975 o Tratado de Lagos que instituiu a
CEDEAO. O Tratado de Lagos estava, previamente, limitado às políticas económicas,
mas, com a ocorrência de problemas políticos, foi sujeito à revisão que permitiu, em
1993, o alargamento do seu âmbito de aplicação e das suas prerrogativas.
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A razão de ser da CEDEAO é promover a cooperação económica e política entre os
Estados. Está, assim, em sintonia com a história, na medida em que os cidadãos da
África Ocidental, até no período pré-colonial, já eram das populações que mais se
deslocavam no mundo, mesmo se a mobilidade ocorria essencialmente no seio da
região. Cerca de 7,5 milhões de migrantes da África Ocidental (3% da população
regional) residem em países da CEDEAO diferente do seu. Os outros migrantes, 1,2
milhão, residem sobretudo na América do Norte e na Europa. Havia cerca de 149
milhões de migrantes em 2013, dos quais mais de 50% correspondiam às mulheres a
nível regional. A migração transfronteiriça de mulheres comerciantes e de empresárias
coloca-as como potenciais campeãs na promoção da integração, ainda que se tratem de
dados por explorar.
Durante os últimos anos, a população da África Ocidental observou um forte
crescimento, passando de 70 milhões de habitantes para 300 milhões entre 1950 e 2010.
No fim do ano de 2014, representava cerca de 40% da população da África subsaariana.
Segundo as projeções das Nações Unidas, a população da África Ocidental deverá
chegar aos 550 ou 600 milhões de habitantes em 2050. É a região mais jovem do
mundo. Além disso, com cerca de 5% da população mundial e com uma área superior a
40% da África subsaariana, a África Ocidental é a mais densamente povoada.
A dimensão sociocultural diversificada do desenvolvimento é essencial para o
estabelecimento da paz e da segurança na região. Retirando ilações do passado, os
líderes da comunidade envidaram esforços para manter a estrutura política da região.
Em 1976, Cabo Verde, um dos dois países lusófonos da região aderiu à CEDEAO, e em
dezembro de 2000 a Mauritânia retirou-se, tendo anunciado essa sua intenção de se
retirar em dezembro de 1999.
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4. Visão 2020
Desde a sua criação no dia 28 de Maio de 1975, a Comunidade Económica dos
Estados da África Ocidental (CEDEAO) tem estado a promover a cooperação
económica e a integração regional como um desenvolvimento acelerado da economia
da África Ocidental. A integração Regional é a ferramenta mais viável e adequada
para acelerar e atingir o desenvolvimento sustentável dos países da África Ocidental.
Consequentemente, a Autoridade dos Chefes de Estado e do Governo da CEDEAO
reafirmaram o seu compromisso de melhorar o processo de integração da África
Ocidental e reforçar a sua eficácia.
Para atingir esse objectivo, a Autoridade adoptou uma resolução em Junho de
2007 para introduzir a Visão 2020 transformacional da CEDEAO. A Visão 2020 da
CEDEAO tem por objectivo criar uma direcção e meta transparentes para, de forma
significativa, elevarem o padrão de vida dos povos através de programas conscientes
e inclusivos que garantirão um futuro brilhante para a África Ocidental e -moldarem o
destino da região durante muitos anos e com perspectivas para o futuro. Neste
contexto, o Presidente da Comissão da CEDEAO teve a directiva para mobilizar os
cidadãos da região para a visão e ajudar a alcançá-la em 2020. É gratificante verificar
que o processo de visão alcançou progressos notáveis, culminando com a formulação
e preparação deste Documento de Visão. Essa conquista representa um passo
importante, em especial o esforço louvável para envolver todas as partes interessadas
no processo desta visão.
O envolvimento de todas as partes interessadas dentro e fora da máquina do
governo num processo de visão é um bom augúrio para a realização do nosso
objectivo comum de termos uma África Ocidental muito melhor.
Isto reflecte a aspiração dos líderes da região para fazer com que a Visão 2020 da
CEDEAO seja um documento do povo. A implicação é que, a partir de agora, os
processos de integração e o desenvolvimento da região estariam centrados nas
populações e dirigidos pelas populações. Esta mudança de paradigma nas atitudes e
orientação institucional é importante se a região quer criar um ambiente em que a
comunidade empresarial e o público em geral terão uma visão comum e trabalharão
juntos para realizarem as aspirações de desenvolvimento das pessoas, cujo objectivo
é alcançar o crescimento equitativo e de base ampla, o desenvolvimento sustentável e
a erradicação da pobreza.
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O documento de visão também é enfático e inequívoco sobre as outras
mudanças na forma como a vida política e socioeconómica da região é vista e gerida;
estas são as novas e importantes orientações necessárias que devem ser assumidas
por todos os nossos povos para se por um fim à pobreza e à privação. Como
enunciado de forma clara no documento, a Visão 2020 é viável e realizável. Para que
isso aconteça, todas as partes interessadas da África Ocidental precisam fazer as
mudanças necessárias na sua formulação e implementação de políticas, bem como na
sua capacidade institucional.
5. Acordo de parceria económica
O objectivoprincipal do APE (Acordo de parceria económica) entre a África
Ocidental e a União Europeia é o estabelecimento de uma zona de comércio livre entre
a Europa e a África Ocidental (CEDEAO + Mauritânia), em consonância com o artigo
XXIV do GATT, através da eliminação gradual das restrições comerciais entre os dois
parceiros comerciais.
O APE tem por objectivo promover a integração harmoniosa e progressiva dos
países ACP na economia mundial, tendo em conta as suas opções políticas e prioridades
de desenvolvimento, incentivando o seu desenvolvimento sustentável e contribuindo
para a erradicação da pobreza. As negociações dos APE foram oficialmente lançadas a
nível global ACP em 27 de Setembro de 2002. Na região Oeste Africana, as
negociações entre a UE e a AO tiveram início a 4 de Agosto de 2004, após o
lançamento do Roteiro de Acra.
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Viagem
Livre Circulação de Pessoas
A CEDEAO é uma região ampla e interessante em África, desde as suas antigas
cidades costeiras até aos monumentos pré-históricos e locais em alguns dos países
encravados, há sempre muita coisa para se ver e fazer durante uma visita à parte mais
populosa de África.
No reconhecimento de extrema importância
1. A implementação das disposições do Protocolo sobre a Livre Circulação,
Direito de Residência e de Fixação registou algumas realizações importantes
porque os cidadãos da CEDEAO continuam a viajar sem vistos na região. As bases
jurídicas para o direito de residência e fixação foram instituídos e em muitos casos estes
direitos foram implementados. Por fim, a crescente utilização dos documentos de
viagem da CEDEAO também pode ser considerado um sucesso. Todavia, apesar do
quadro legal que foi criado há mais de trinta anos, os cidadãos da CEDEAO estão a
enfrentar limitações sobre os seus direitos como consagrados no Protocolo de Livre
Circulação. Estes são causados por um certo número de factores, nomeadamente: a
Implementação selectiva do protocolo de Livre Circulação, a natureza porosa das
fronteiras da região, a falta de domesticação dos Protocolos e de Textos Relevantes
sobre a Livre Circulação, a proliferação de bloqueios não autorizados, a perseguição nos
postos das fronteiras e a falta de conhecimento adequado entre os cidadãos da
Comunidade e forças de segurança sobre os direitos consagrados no Protocolo de Livre
Circulação.
[Link] seguimento de promover a livre circulação de pessoas e mercadorias e cooperação
ao longo das fronteiras, impulsionando os potenciais do turismo na região, através da
criação de um ambiente propício para o investimento, a Comissão implementou as
seguintes actividades durante o ano de 2013:
Livre Circulação
3. A Comissão aumentou a capacidade da Polícia, da Imigração, da Gendarmerie, das
Alfândegas e de outras agências importantes que têm sob a sua responsabilidade as
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formalidades de Entrada e Saída nas fronteiras comuns. A Comissão também
aumentou a capacidade das forças de Segurança que por sua vez formarão outras
forças. Além disso, o curriculum das instituições de formação nos Estados-Membros
foi analisado para garantir a inclusão de direitos de residência dos cidadãos da
Comunidade, fixação e direitos humanos.
4. Além disso, a Comissão reviu e desenvolveu disposições abrangentes e estratégicas
como inputs na revisão do protocolo sobre a livre circulação. Este exercício incluiu o
desenvolvimento de colunas para o relatório de acompanhamento pelos Estados-
Membros, provisão para os refugiados e para as pessoas que procuram asilo, criação
de um Comité de personalidades eminentes sobre a livre circulação e redefinição do
conceito do cidadão da CEDEAO. Também foram traçadas Estratégias para facilitar
o envolvimento efectivo de todas as partes interessadas relevantes no processo de
revisão e permitiu que os delegados fornecessem inputs para o desenvolvimento
contínuo de uma política regional sobre a migração.
5. A Comissão também garantiu a validação das exigências técnicas para a
normalização do brown card da CEDEAO e a sua aplicação pelos Estados-Membros.
Além disso, foram desenvolvidos esforços para tratar os seguintes constrangimentos
que o sistema dos actuais brown card está a enfrentar, nomeadamente: domesticação
das modalidades do Brown Card, facilidade de compensação em caso de acidente ou
danos, operações do Escritório Nacional e cobertura financeira do Sistema de Brown
Card da CEDEAO.
6. A Comissão forneceu informações às autoridades relevantes do Governo e a outras
partes interessadas sobre os resultados preliminares nos respectivos Estados-
Membros sobre a fase de implementação do Protocolo sobre a livre circulação. Além
disso, os Estados-Membros foram sensibilizados sobre a revisão em curso do
Protocolo da CEDEAO sobre a Livre circulação bem como a partilha de ideias nas
áreas evidenciadas para revisão no protocolo e nos mecanismos para a
implementação eficaz do Protocolo em todos os níveis acordados. Por fim, as Forças
de Segurança também foram sensibilizadas e receberam formação sobre as
disposições do protocolo de livre circulação e textos relevantes. Convém notar que a
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Autoridade dos Chefes de Estado e de Governo, na sua sessão de 17 e 18 de Julho,
conferiram a supervisão da implementação do protocolo de livre circulação a Sua
Excelência Blaise Compaoré, Presidente do Burquina Faso.
7. As áreas para revisão no protocolo foram identificadas, os peritos foram envolvidos
para fazerem a revisão destes elementos e um projecto de protocolo foi apresentado
aos Estados-Membros para ratificação. Um Exemplo do Protótipo para o cartão
biométrico ID também foi apresentado aos Estados-Membros para adopção. O grupo
de trabalho analisou de forma criteriosa e elaborou as recomendações sobre o
processo de revisão para ser apresentado na próxima reunião do Comité Revisor
sobre a livre circulação. O grupo de trabalho também começou a desenvolver as
modalidades para a aplicação dos cartões de identidade biométricos como
documentos de viagem nos Estados-Membros.
8. Falhas e áreas divergentes nos protocolos identificados e recomendações
documentadas foram levantadas para serem apresentadas aos Ministros Responsáveis
pela Segurança. Espera-se que os Estados-Membros da CEDEAO tomem todas as
medidas necessárias para garantir que cumprem o prazo de 24 de Novembro de 2013
para a introdução dos passaportes legíveis electronicamente.
Cooperação Transfronteiriça: As actividades principais
implementadas são as seguintes:
9. Consulta e reuniões de desenvolvimento de parcerias foram realizadas com o
UNCDF e a União do Rio Mano (URM) com o objectivo de estabelecer novas
parcerias e garantir apoio para o desenvolvimento do programa ao nível regional.
Foram tomadas decisões finais sobre as modalidades de implementação e financiamento
dos projectos identificados. Um Projecto de Memorando de Entendimento (ME) foi
concluído. Novos projectos foram desenvolvidos e implementados no Mali por
parceiros identificados.
1. Elaboração de um programa de cooperação fronteiriça (CBC) regional com a
duração de 3 anos: Um programa e metodologia de trabalho bem como o esboço de
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um quadro estratégico do programa de cooperação transfronteiriça de 2014 a 2016
foram revistos pelos peritos. O Projecto do programa CBC da CEDEAO será
apresentado às partes interessadas de CBC CEDEAO e aos Ministros responsáveis
pela cooperação Transfronteiriça para validação e adopção.
Turismo
1. As seguintes actividades foram implementadas:
A capacidade dos profissionais de turismo na região foi melhorada através de acções de
formação que salientaram toda a cadeia de medidas que envolvem o turismo – projectos,
vendas, marketing, hospedagem, etc. – bem como a qualidade e profissionalização de
serviços.
Apresentação do projecto da política do Turismo da CEDEAO para o Comité
Revisor sobre o Turismo para validação e adopção: Durante o período de revisão, os
peritos dos Estados-Membros fizeram uma revisão importante das políticas
nacionais, regionais e internacionais do turismo para a região da CEDEAO. O
Projecto da Política de Turismo da CEDEAO foi validado e adoptado posteriormente
pelo Comité Revisor sobre o Turismo.
Revisão e validação do conteúdo do Guia de Turistas da CEDEAO e
desenvolvimento das modalidades operacionais nos Estados-Membros: A validação
e recolha de dados para o Guia de Turistas e modalidades para mobilização de
fundos, através dos Sectores Privado e Público, estão em curso. O prazo para a
entrega dos volumes impressos do GUIA DE TURISTA DA CEDEAO é o mês de
Março de 2014. O Guia foi aprovado no último Conselho de Ministros de Turismo,
realizado em Banjul nos dias 21 e 22 de Junho de 2012. Espera-se que o GUIA
PANAFRICANO seja a colecção de um volume que contenha informações práticas e
úteis para os viajantes e turistas internacionais nos 15 Estados-Membros da
CEDEAO.
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Conclusão
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Referência biblioteca
Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental – Wikipédia, a enciclopédia livre
Acordo de Parceria Económica | Comunidade Económica dos Estados da África
Ocidental(CEDEAO)
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