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DUA no Ensino de Biologia: Práticas Acessíveis

O documento apresenta a equipe envolvida na formação de profissionais da educação na Universidade Federal de Pelotas e discute a aplicação do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) no ensino de Biologia e Botânica. O DUA é uma abordagem que visa garantir acesso igualitário à aprendizagem, adaptando métodos de ensino às diversas necessidades dos alunos. O texto enfatiza a importância de desenvolver materiais didáticos acessíveis e a necessidade de compartilhar experiências práticas para promover uma educação inclusiva.

Enviado por

Marcelo Braga
Direitos autorais
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DUA no Ensino de Biologia: Práticas Acessíveis

O documento apresenta a equipe envolvida na formação de profissionais da educação na Universidade Federal de Pelotas e discute a aplicação do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) no ensino de Biologia e Botânica. O DUA é uma abordagem que visa garantir acesso igualitário à aprendizagem, adaptando métodos de ensino às diversas necessidades dos alunos. O texto enfatiza a importância de desenvolver materiais didáticos acessíveis e a necessidade de compartilhar experiências práticas para promover uma educação inclusiva.

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Créditos:

Universidade Federal de Pelotas


Reitora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Isabela Fernandes Andrade

Pró-Reitor de Extensão e Cultura da UFPel


Eraldo dos Santos Pinheiro

Pró-Reitora de Ensino da UFPEL


Maria de Fátima Cóssio

Diretor do Instituto de Biologia da UFPel


Luis Fernando Minello

Coordenadora Institucional da Rede Nacional de Formação de Profissionais da


Educação - RENAFOR - UFPel
Rita de Cássia Morem Cóssio Rodriguez

Coordenadora Adjunta da Rede Nacional de Formação de Profissionais da


Educação - RENAFOR - UFPel
Raquel Lüdtke
Francele de Abreu Carlan

Equipe de Apoio à Coordenação dos Cursos RENAFOR - UFPel


Lidiane Bilhalva
Maria Teresa Nogueira
Maximira Rockemback
Michele Peper Cerqueira
Nádia Porto
Thiago Ribeiro Soares
Verônica Porto Gayer

Equipe do Curso de Extensão Desenho Universal para a Aprendizagem e


recursos pedagógicos acessíveis para o ensino de ciências
Professor(a) Formador(a)
Raquel Lüdtke

Professor(a) Pesquisador(a)
Ane Maciel Dias
Claudia Escalante Medeiros
Supervisor(a)
Murillo Magno Thumlert
Apoio Didático(a)
Luciana Henzel dos Santos

Equipe Técnica dos Cursos RENAFOR - UFPel


Técnica Administrativa IB UFPEL:
Michele Pepe Cerqueira

Revisor(a) Pedagógico
Claudia Escalante Medeiros

Revisor(a) Linguístico
André Rodrigues da Silva

Design Educacional
Verônica Porto Gayer

Design Gráfico
Verônica Porto Gayer

Diagramação
Verônica Porto Gayer
Apoio Acessibilidade
Maximira Rockemback da Porciuncula
Nádia Porto

Tecnologias de Informação e Produção audiovisual


Rogério Matos

Streaming
Daniel Porto
Fábio Nora
Fábio Porto
Tiago Louzada Teles
Léo Prates

Apoio: SECADI-MEC
Produzido pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Este trabalho está licenciado sob uma Licença
Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite
[Link]
Sumário

INTRODUÇÃO 5

O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM 6

O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM NA MINHA DOCÊNCIA 9

O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM NO ENSINO DE BIOLOGIA 13

O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM NO ENSINO DE BOTÂNICA 15

MATERIAL COMPLEMENTAR 25

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 26
INTRODUÇÃO

Prezados(as) cursistas,

Sejam bem-vindos(as) à disciplina “Ensino de Biologia na Perspectiva


do DUA”.

Esse caderno tem por objetivo trazer uma complementação teórica


breve (e vocês logo vão entender o motivo de ser breve) sobre o uso do
Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) no ensino de Biologia.

Meu objetivo não é sobrecarregar vocês com leituras obrigatórias e


sim, compartilhar a minha experiência, a minha prática em sala de aula e
tentar trazer algumas ideias factíveis para que vocês possam elaborar e usar
esses materiais acessíveis.

O objetivo geral da disciplina é compartilhar experiências práticas da


construção e utilização de recursos didáticos acessíveis na perspectiva do
Desenho Universal para a Aprendizagem em assuntos que permeiam a
Biologia.

Nosso cronograma conta com a participação no fórum da disciplina,


onde vocês vão responder duas perguntas; uma aula síncrona onde espero
muita troca de experiências e sugestões de leituras com ótimas dicas de
materiais didáticos na perspectiva do DUA em assuntos de
Ciências/Biologia.

Bons estudos !!
O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA)

Neste curso vocês já tiveram contato com a história e os princípios


norteadores do Desenho Universal para a Aprendizagem, mas quero retomar
alguns pontos que julgo importante frisar neste material.

Com a promessa de quebrar barreiras de aprendizagem que milhões de


pessoas enfrentam todos os dias, frase inicial da página oficial do CAST, essa
organização de pesquisa e desenvolvimento educacional sem fins lucrativos,
criou há exatas quatro décadas o Desenho Universal para a Aprendizagem
(DUA). Uma proposta consolidada e amplamente divulgada, baseada na
neurociência, apresentando a aprendizagem em três redes cerebrais
primárias: afetiva, de conhecimento e estratégica (CAST, 2018; MEYER;
ROSE; GORDON, 2014).

O Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) foi criado à luz do


Desenho Universal, um princípio descrito pelo arquiteto americano Ronald
Mace, o qual preconiza a garantia de acesso a todas as pessoas em se
tratando de produtos, edificações e espaços exteriores (MACE; HARDIE;
PLACE, 1991).

O DUA trata de uma abordagem de ensino flexível que oferece a todos


os alunos uma oportunidade igual de sucesso na aprendizagem (CAST,
2018). Segundo essa organização, a proposta metodológica do DUA está
organizada levando em consideração três princípios:
a) Proporcionar modos múltiplos de apresentação (o quê da
aprendizagem): os alunos diferem na forma como percebem e
compreendem as informações que lhe são passadas, independente de
dificuldades de aprendizagem, deficiências sensoriais, diferenças culturais.
Posto isso, a docência exige que o conteúdo seja abordado de diversas
maneiras para alcançar todos os alunos.

b) Proporcionar modos múltiplos de ação e expressão (o como da


aprendizagem): os alunos diferem nas maneiras como podem percorrer um
ambiente de aprendizagem e expressar o que sabem, dependendo das suas
barreiras individuais. Alguns podem se expressar bem no texto escrito, mas
não na fala, e vice-versa. Embora não exista um meio de ação e expressão
que seja ideal para todos os alunos, fornecer opções de ação e expressão é
essencial.

c) Proporcionar modos múltiplos de envolvimento (o porquê da


aprendizagem): o afeto é um elemento crucial para a aprendizagem e os
alunos diferem nas maneiras pelas quais podem se envolver ou se motivar
para aprender. Embora não exista um meio de envolvimento que seja ideal
para todos os alunos em todos os contextos, fornecer várias opções de é
essencial para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem.

Cada um dos princípios tem diretrizes específicas que podem ser


encontradas detalhadamente na página do CAST .
De maneira geral, o Desenho Universal para a Aprendizagem
oportuniza condições iguais de sucesso no aprendizado, melhorando e
otimizando o ensino e a aprendizagem para todas as pessoas, respeitando as
diferenças de como elas aprendem (CAST, 2018).

É importante perceber que o professor é capaz de desenvolver


materiais acessíveis na perspectiva do DUA que não dependem de
habilidades artísticas, de muitos recursos financeiros ou de muito tempo
para a confecção. Com um pouco de criatividade, um material simples pode
ser produzido e ele vai fazer a diferença no processo de
ensino-aprendizagem dos alunos.

Mas antes de desenvolver o produto final, é fundamental que o


professor conheça a turma, suas particularidades, suas carências e a forma
como os alunos aprendem, seus interesses, para que o planejamento do
recurso didático seja de fato acessível para TODOS. Nunca esquecendo que
cada turma é única, e mesmo assim, os recursos pensados na perspectiva do
DUA vão ser flexíveis e aplicáveis em diversos cenários.

Por fim, cabe ressaltar que materiais, recursos e/ou estratégias que
são pensadas na perspectiva do DUA são IMPRESCINDÍVEIS para que alunos
neurodiversos e/ou com deficiência tenham uma aprendizagem
significativa.
O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) NA
MINHA DOCÊNCIA

Antes mesmo de eu tomar conhecimento da existência do DUA, eu me


vi dentro de sala de aula, recém-concursada na Universidade Federal de
Pelotas, sentindo a necessidade de ter uma ferramenta a mais para que
meus alunos fixassem o conhecimento de Botânica que eu passava em aula,
e para que os conteúdos fossem mais facilmente compreendidos por todos
os alunos.

Nas minhas aulas, a teoria e a prática são indissociáveis. Todo o


conteúdo teórico é visto na prática concomitantemente. Tudo é ensinado
dessa forma nas minhas disciplinas. Na minha opinião, não existe maneira
mais eficiente de aprender uma ciência tão negligenciada como a Botânica.
Porém, eu não estava satisfeita, pois sempre restavam algumas dúvidas ao
final de algumas aulas, especialmente em temas que dependiam também da
interpretação dos alunos. Era isso: como eu vou entender algo que não é
palpável?

Foi então que, há 15 anos, eu criei o primeiro modelo didático. Eu


tinha folhas coloridas de EVA, cola quente e um sonho !! Fiz ele do zero, sem
ter nada como inspiração, sem nenhuma teoria ou metodologia fantástica
me impulsionando, pensando apenas que todos os meus alunos precisavam
aprender sobre carpelos de uma vez por todas.
O primeiro modelo didático (Figura 1) não foi elaborado para um
aluno em especial, inclusive, eu não tinha alunos com deficiência nessa
época. Ele foi elaborado para TODOS, com ou sem deficiência. Foi um
sucesso !! E a partir daí, eu não parei mais. Segui confeccionando modelos
para auxiliar na minha prática, tudo no feeling, na boa e velha tentativa e
erro.

Figura 1. Modelo didático Formando pistilos. A. Vista geral do modelo composto por três
folhas carpelares. B. Montagem representando um ovário gamocarpelar, tricarpelar e
trilocular. C. Detalhe dos óvulos e placenta. D. Montagem representando um ovário
gamocarpelar, bicarpelar e unilocular.
No vídeo abaixo eu descrevo o recurso didático Formando Pistilos:

Formando pistilos na perspectiva do Desenho Universal para a A…

Muitos anos depois eu descobri, por intermédio da minha colega Profª


Rita Cóssio a existência do Desenho Universal para a Aprendizagem e
percebi que tudo que eu tinha elaborado nos últimos anos se encaixava na
perspectiva do DUA. O próprio CAST relata que muitos educadores
descobrem que já incorporam o DUA na sua prática docente, de forma
intuitiva.
Após essa descoberta pessoal e a necessidade de compartilhar o que
era produzido, resolvi publicar alguns dos meus modelos didáticos que além
de servirem para fixar o conteúdo e o conhecimento, eram inclusivos
(LÜDTKE; RODRIGUES, 2021).

Deixo o link desta publicação para vocês

“Ah bem, mas a minha realidade na escola é diferente da tua na


universidade. No ensino superior é mais fácil”, vocês podem estar pensando.
Concordo com vocês, são realidades diferentes, mas os sujeitos são os
mesmos; o anseio por uma educação inclusiva nós certamente
compartilhamos. Posto isso, entendo que temos o mesmo objetivo, a mesma
paixão e compartilhamos muitas dificuldades e o mais importante: o teu
aluno de hoje vai ser o meu aluno de amanhã. Que tal trabalharmos juntos?

Para finalizar, quero frisar que nenhum dos recursos/modelos

didáticos que desenvolvi nesse tempo foi elaborado pensando em


deficiências específicas. Porém, todos eles são acessíveis e foram utilizados
por alunos com deficiência visual, motora e intelectual. Isso é o DUA !!
O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) NO
ENSINO DE BIOLOGIA

Ainda são escassos os trabalhos publicados utilizando a abordagem do

DUA para o ensino de Biologia no Brasil, sendo a dissertação de Santos


(2018) uma das pioneiras que essa formadora tem conhecimento.

Trabalhos acadêmicos de graduação e pós-graduação versando sobre


o uso do DUA no ensino de Ciências são um pouco mais numerosos, como o
pioneiro trabalho de Pacheco (2017), Costa (2018) e Gonçalves (2019).

No estudo de Pacheco (2017) a autora desenvolveu uma Sequência


Didática para o ensino do Sistema Respiratório para uma turma do EJA
(Educação de Jovens e Adultos) em uma escola municipal no interior do Rio
Grando Sul, seguindo o que preconiza do Desenho Universal para a
Aprendizagem.

Silva et al. (2022) realizaram uma revisão sistemática de literatura em


busca de trabalhos publicados com DUA no ensino de Ciências entre os anos
de 2011-2021, priorizando os anos finais do Ensino Fundamental. Nesse
levantamento os autores constataram que ainda são poucas as publicações
com esse assunto, sendo a maioria dissertações de mestrado e trabalhos
publicados em anais de eventos. Esse cenário de carência de trabalhos é
mais agravado quando se trata de pesquisas com o DUA no ensino de
Biologia.
Mesmo não existindo muito referencial teórico sobre o assunto,
certamente existem docentes desenvolvendo atividades/materiais didáticos
em sala de aula, porém, essas práticas acabam não sendo publicadas, e,
consequentemente acabam por não serem de conhecimento público. Dito
isso, cabe ressaltar a importância de publicarmos nossas experiências
docentes para podermos servir de inspiração e para somarmos forças em
prol da inclusão.
O DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) NO
ENSINO DE BOTÂNICA

Muito já é produzido com o uso do DUA em assuntos de Ciências,

porém, até o momento não foi possível localizar bibliografias específicas


com o uso do DUA no Ensino de Botânica além do trabalho de Lüdtke &
Rodrigues (2021), o que mostra como ainda precisamos avançar para tratar
de assuntos específicos na área da Biologia, e principalmente, é urgente que
seja publicado o que é desenvolvido em muitas salas de aula.

Muitas metodologias acessíveis são utilizadas, porém, ficam restritas


a um círculo muito pequeno de professores, não ultrapassando os muros da
escola. Esse cenário precisa mudar.

Abaixo trago outros modelos didáticos que desenvolvi com temas


específicos dentro da Botânica:
TRANSVERSALIZANDO O OVÁRIO (Figura 2)

Figura 2. Transversalizando o ovário. 1 A. Corte transversal de um ovário gamocarpelar,


tricarpelar, trilocular com placentação axial. B. Corte transversal de um ovário
gamocarpelar, tricarpelar, unilocular com placentação parietal. C. Detalhe das partes que
formam um dos modelos.

No vídeo abaixo eu apresento dois modelos didáticos confeccionados


na perspectiva do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). Este
recurso traz dois cortes transversais de ovários de angiospermas onde
podem ser trabalhados pontos como: número de carpelos, número de
lóculos, reconhecimento da placenta, funículo, óvulos e dois tipos de
placentação (axial e parietal).
Modelo didático de ovário na perspectiva do Desenho Universal p…
VERTICILOS DA FLOR E POSIÇÃO DO OVÁRIO (Figura 3)

Figura 3. Verticilos da flor e posição do ovário. A. Flor diclamídea heteroclamídea,


bissexuada com ovário súpero. B. Flor diclamídea heteroclamídea, unissexuada feminina
com ovário ínfero.

No vídeo abaixo eu descrevo estes recursos que foram construídos


com a finalidade de auxiliar no entendimento dos verticilos que uma flor
pode possuir, além da posição do ovário (súpero ou ínfero), ambos na
perspectiva do DUA.
PLACENTAÇÃO EM BISCUIT (Figura 4)

Este material foi desenvolvido pensando na grande dificuldade dos


alunos de compreenderem a placentação quando observavam os cortes de
ovários no estereomicroscópio e mais ainda, pensando em alunos com
deficiência visual.

Figura 4. Placentação em biscuit. A. Placentação parietal. B. Placentação basal ou ereta. C.


Placentação apical ou pêndula. D. Placentação central-livre. E. Placentação marginal. F.
Placentação axial.
Assista o vídeo abaixo:

CAULE, FILOTAXIA E MUITO MAIS (Figura 5)

Este recurso além de ser muito prático e barato, é interativo e se torna


acessível para todos os alunos. No vídeo abaixo eu demonstro possibilidades
de uso desse recurso.
Além de modelos didáticos, aulas práticas são recursos acessíveis que

podem ser explorados e que nem sempre precisam de equipamentos ou


laboratório específico. Não esqueçamos que a Biologia está em todos os
lugares, no pátio da escola, na horta, no caminho, na nossa mesa, no prato,
no nosso dia-a-dia.

Um exemplo de aula prática que pode ser aplicada na perspectiva do


Desenho Universal para a Aprendizagem é uma AULA DE FRUTOS (Figura 5).
Figura 5. Frutos diversos sendo explorados em uma aula prática degustativa.

Uma aula prática utilizando diversos tipos de frutos é uma


metodologia excelente para finalizar um conteúdo de flor e polinização,
culminando na produção e dispersão dos frutos. Cada aluno pode ser
responsável por trazer um fruto diferente para não se tornar tão oneroso
para o professor. E o melhor de tudo, ao final da aula, todos podem degustar.
Uma aula inesquecível para todos !!

Aulas práticas no pátio da escola abordando raiz, caule, folhas são


muito fáceis de organizar e o aluno, além de adquirir o conhecimento
teórico, aprende a valorizar o entorno da escola, ou da praça da cidade.
Metodologias inclusivas devem ser pensadas para todos os alunos e o
Desenho Universal para a Aprendizagem, na minha opinião, é o caminho
para uma educação participativa, acessível e inclusiva.

Espero que elas sirvam de inspiração para que todos (as) possam dar o
primeiro passo que garanto, vai ser libertador.
MATERIAL COMPLEMENTAR
Nesta seção eu trago uma lista de links com algumas dicas de
materiais acessíveis em assuntos diversos das Ciências que foram
construídos na perspectiva do DUA para servir de inspiração.

[Link]
gogico-acessivel-de-ciencias/
[Link]
vel-estudo-animais/
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
BASTOS A. R. B; PACHECO, Débora P. . SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA ENSINO DE
SISTEMA RESPIRATÓRIO A PARTIR DO DESENHO UNIVERSAL PARA A
APRENDIZAGEM. Revista de Produtos Educacionais e Pesquisas em Ensino, v. 5, p.
84-107, 2021.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BASTOS A. R. B; PACHECO, Débora P. Sequência Didática para ensino de


Sistema Respiratório a partir do Desenho Universal para a Aprendizagem.
Revista de Produtos Educacionais e Pesquisas em Ensino, v. 5, p. 84-107,
2021.

CAST. Universal Design for Learning Guidelines version 2.2. Retrieved from
[Link] 2018.

COSTA, E.C. Desenho Universal para a Aprendizagem no ensino de Ciências:


estratégias para o estudo do Sistema Digestório. Dissertação (Mestrado
Profissional em Ensino de Ciências) - Universidade Federal do Pampa, Bagé,
2018.

LÜDTKE, R.; MOREM CÓSSIO RODRIGUEZ, R. Modelos didáticos no contexto


do Desenho Universal para a Aprendizagem: transversalizando o ensino de
Botânica. Revista Insignare Scientia - RIS, v. 4, n. 6, p. 463-478, 8 out. 2021.

MACE, R.; HARDIE, G.; PLACE, J. Accessible environments toward Universal


Design. In: PREISER, W.; VISCHER, J. C.; WHITE, E. T. (Eds.). Design
interventions: toward a more humane architecture. New York: Van Nostrand
Reinhold, 1991.

MEYER, A.; ROSE, D. H.; GORDON, D. Universal design for learning: Theory
and practice. Wakefield: CAST Professional Publishing. 2014.

PACHECO, D. P. O ensino de ciências a partir do desenho universal para a


aprendizagem: possibilidades para a educação de jovens e adultos.
Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Ciências) - Universidade
Federal do Pampa, Bagé, 2017.

PACHECO, D. P.; MARTELLO, E. L. C.; BASTOS, A. R. B. Desenho Universal


para Aprendizagem: Reflexões para uma prática pedagógica no ensino de
ciências. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE CIÊNCIAS E TEC
NOLOGIA. Ponta Grossa. Anais [...] Programa de Pós-Graduação em Ensino
de Ciência e Tecnologia: Ponta Grossa. 2016.

RIBEIRO, G.R.P.S.; AMATO, C.A.H. Análise da utilização do Desenho


Universal para Aprendizagem. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios
do Desenvolvimento São Paulo, v. 18, n. 2, p. 125-151, 2018.

SILVA, K.R.; SANZOVO, D.T.; LUCAS, L.B. Desenho Universal para


Aprendizagem no ensino de Ciências – Anos Finais do Ensino Fundamental:
uma Revisão Sistemática de Literatura. Revista de Ensino, Educação e
Ciências Humanas, [S. l.], v. 23, n. 4, p. 617–623, 2022. DOI:
10.17921/2447-8733.2022v23n4p617-623. Disponível em:
[Link]
6. Acesso em: 5 ago. 2024.

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