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NÚMEROS INTEIROS: OPERAÇÕES E PROPRIEDADES.................................................. 2
SUBCONJUNTOS................................................................................................................... 3
OPERAÇÕES.......................................................................................................................... 4
POTENCIAÇÃO.......................................................................................................................5
MÚLTIPLOS E DIVISORES: PROBLEMAS............................................................................9
Regras de Divisibilidade...................................................................................................10
NÚMEROS RACIONAIS: OPERAÇÕES E PROPRIEDADES. PROBLEMAS
ENVOLVENDO AS QUATRO OPERAÇÕES NA FORMA FRACIONÁRIA E DECIMAL.....12
Caraterísticas dos números racionais.............................................................................. 15
REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA........................................................................ 17
PORCENTAGEM................................................................................................................... 17
JUROS E DESCONTO SIMPLES (JURO, CAPITAL, TEMPO, TAXA E MONTANTE)........19
FUNÇÕES DO 1º E 2º GRAUS: PROBLEMAS.................................................................... 20
Equações lineares............................................................................................................24
Funções quadráticas........................................................................................................ 24
Gráfico da função do 2º grau........................................................................................... 25
Vértice da parábola – Máximos e mínimos da função..................................................... 26
SISTEMA DE MEDIDAS: DECIMAIS E NÃO DECIMAIS..................................................... 27
MEDIDAS DE TEMPO........................................................................................................... 28
Unidades de medida de tempo........................................................................................ 29
SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO: PROBLEMAS........................................................ 29
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NÚMEROS INTEIROS: OPERAÇÕES E
PROPRIEDADES
O conjunto dos números inteiros é a reunião do conjunto dos números naturais N = {0,
1, 2, 3, 4,..., n,...},(N C Z); o conjunto dos opostos dos números naturais e o zero.
Representamos pela letra Z.
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SUBCONJUNTOS
Observamos nos números inteiros algumas características:
• Módulo: distância ou afastamento desse número até o zero, na reta numérica
inteira. Representa-se o módulo por | |. O módulo de qualquer número inteiro, diferente de
zero, é sempre positivo.
• Números Opostos: Dois números são opostos quando sua soma é zero. Isto
significa que eles estão a mesma distância da origem (zero)
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OPERAÇÕES
Soma ou Adição
Associamos aos números inteiros positivos a ideia de ganhar e aos números inteiros
negativos a ideia de perder.
● ATENÇÃO: O sinal (+) antes do número positivo pode ser dispensado, mas o sinal
(–) antes do número negativo nunca pode ser dispensado.
Subtração
Empregamos quando precisamos tirar uma quantidade de outra quantidade; temos
duas quantidades e queremos saber quanto uma delas tem a mais que a outra; temos duas
quantidades e queremos saber quanto falta a uma delas para atingir a outra.
A subtração é a operação inversa da adição. O sinal sempre será do maior número.
FICA A DICA
Todos parênteses, colchetes, chaves, números, ..., entre outros, precedidos de sinal
negativo, tem o seu sinal invertido, ou seja, é dado o oposto.
Multiplicação
É uma adição de números/ fatores repetidos. Na multiplicação, o produto dos números
a e b, pode ser indicado por a x b, a . b ou ainda ab sem nenhum sinal entre as letras.
Divisão
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A divisão exata de um número inteiro por outro número inteiro, diferente de zero,
dividimos o módulo do dividendo pelo módulo do divisor.
FICA A DICA
● No conjunto Z, a divisão não é comutativa, não é associativa e não tem a
propriedade da existência do elemento neutro.
● Não existe divisão por zero.
● Zero dividido por qualquer número inteiro, diferente de zero, é zero, pois o produto
de qualquer número inteiro por zero é igual a zero.
● Na multiplicação e divisão de números inteiros é muito importante a R
POTENCIAÇÃO
A potência do número inteiro a, é definida como um produto de n fatores iguais. O
número a é denominado a base e o número n é o expoente. = a x a x a x a x ... x a ,a é
multiplicado por a n vezes.
Tenha em mente que:
– Toda potência de base positiva é um número inteiro positivo.
– Toda potência de base negativa e expoente par é um número inteiro positivo.
– Toda potência de base negativa e expoente ímpar é um número inteiro negativo.
Propriedades da Potenciação
No produto de potências de mesma base devemos conservar a base e somar os
expoentes.
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Na divisão de potências de mesma base conservamos a base e subtraímos os
expoentes.
Quando a base de uma potência também é uma potência devemos multiplicar os
expoentes.
Quando a base de uma potência é um produto elevamos cada fator à potência.
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Quando a base de uma potência é uma divisão elevamos cada fator ao expoente.
Quando a base de uma potência é uma divisão e o expoente é negativo inverte-se a
base e o sinal do expoente.
Quando o sinal de uma potência for negativo devemos inverter a base para tornar o
expoente positivo.
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A radiciação é a operação inversa da potenciação. Portanto, podemos transformar um
expoente fracionário em um radical.
Quando uma potência apresenta expoente igual a 0, o resultado será 1.
Se uma potência tem base negativa e o expoente é um número ímpar, então, o
resultado é um número negativo.
(- 2)3 = (- 2) x (- 2) x (- 2) = - 8
Se uma potência tem base negativa e o expoente é um número par, então, o resultado
é um número positivo.
(- 3)2 = (- 3) x (- 3) = + 9
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MÚLTIPLOS E DIVISORES: PROBLEMAS
Múltiplos
Dizemos que um número é múltiplo de outro quando o primeiro é resultado da
multiplicação entre o segundo e algum número natural e o segundo, nesse caso, é divisor
do primeiro. O que significa que existem dois números, x e y, tal que x é múltiplo de y se
existir algum número natural n tal que: x = y·n
FICA A DICA
● Todo número natural é múltiplo de si mesmo.
● Todo número natural é múltiplo de 1.
● Todo número natural, diferente de zero, tem infinitos múltiplos.
● O zero é múltiplo de qualquer número natural.
● Os múltiplos do número 2 são chamados de números pares, e a fórmula geral
desses números é 2k (k ∈ N). Os demais são chamados de números ímpares, e a
fórmula geral desses números é 2k + 1 (k ∈ N).
● O mesmo se aplica para os números inteiros, tendo k ∈ Z.
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Regras de Divisibilidade
Divisibilidade por 12
Um número é divisível por 12 quando é divisível por 3 e por 4 ao mesmo tempo.
Divisibilidade por 15
Um número é divisível por 15 quando é divisível por 3 e por 5 ao mesmo tempo.
Fatoração numérica
Trata-se de decompor o número em fatores primos. Para decompormos este número
natural em fatores primos, dividimos o mesmo pelo seu menor divisor primo, após pegamos
o quociente e dividimos o pelo seu menor divisor, e assim sucessivamente até obtermos o
quociente 1.
O produto de todos os fatores primos representa o número fatorado.
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Divisores
Os divisores de um número n, é o conjunto formado por todos os números que o
dividem exatamente. Tomemos como exemplo o número 12.
Um método para descobrirmos os divisores é através da fatoração numérica. O
número de divisores naturais é igual ao produto dos expoentes dos fatores primos
acrescidos de 1. Logo o número de divisores de 12 são:
Máximo divisor comum (MDC)
É o maior número que é divisor comum de todos os números dados. Para o cálculo do
MDC usamos a decomposição em fatores primos. Procedemos da seguinte maneira:
Após decompor em fatores primos, o MDC é o produto dos FATORES COMUNS
obtidos, cada um deles elevado ao seu MENOR EXPONENTE. Exemplo: MDC (18,24,42) =
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Mínimo múltiplo comum (MMC)
É o menor número positivo que é múltiplo comum de todos os números dados. A
técnica para acharmos é a mesma do MDC, apenas com a seguinte ressalva:
O MMC é o produto dos FATORES COMUNS E NÃO-COMUNS, cada um deles
elevado ao SEU MAIOR EXPOENTE.
Pegando o exemplo anterior, teríamos: MMC (18,24,42) =
Fatores comuns e não-comuns= 2,3 e 7
Com maiores expoentes: 2³x3²x7 = 8x9x7 = 504. Logo o Mínimo Múltiplo Comum
entre 18,24 e 42 é 504.
Temos ainda que o produto do MDC e MMC é dado por: MDC (A,B). MMC (A,B)= A.B
NÚMEROS RACIONAIS: OPERAÇÕES E
PROPRIEDADES. PROBLEMAS ENVOLVENDO
AS QUATRO OPERAÇÕES NA FORMA
FRACIONÁRIA E DECIMAL
Um número racional é o que pode ser escrito na forma , onde m e n são números
inteiros, sendo que n deve ser diferente de zero. Frequentemente usamos m/n para
significar a divisão de m por n.
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Representação decimal
Podemos representar um número racional, escrito na forma de fração, em número
decimal. Para isso temos duas maneiras possíveis:
1º) O numeral decimal obtido possui, após a vírgula, um número finito de algarismos.
Decimais Exatos:
2º) O numeral decimal obtido possui, após a vírgula, infinitos algarismos (nem todos
nulos), repetindo-se periodicamente Decimais Periódicos ou Dízimas Periódicas:
Representação Fracionária
É a operação inversa da anterior. Aqui temos duas maneiras possíveis:
1) Transformando o número decimal em uma fração numerador é o número decimal
sem a vírgula e o denominador é composto pelo numeral 1, seguido de tantos zeros
quantas forem as casas decimais do número decimal dado. Ex.: 0,035 = 35/100
2) Através da fração geratriz. Aí temos o caso das dízimas periódicas que podem ser
simples ou compostas.
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– Simples: o seu período é composto por um mesmo número ou conjunto de
números que se repetem infinitamente. Exemplos:
Para transformarmos uma dízima periódica simples em fração basta utilizarmos o
dígito 9 no denominador para cada quantos dígitos tiver o período da dízima.
– Composta: quando a mesma apresenta um ante período que não se repete.
Para cada algarismo do período ainda se coloca um algarismo 9 no denominador.
Mas, agora, para cada algarismo do antiperíodo se coloca um algarismo zero, também no
denominador
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Caraterísticas dos números racionais
O módulo e o número oposto são os mesmos dos números inteiro.
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Operações
Soma ou adição: como todo número racional é uma fração ou pode ser escrito na
forma de uma fração, definimos a adição entre os números racionais , da mesma forma que
a soma de frações, através de:
Subtração: a subtração de dois números racionais p e q é a própria operação de
adição do número p com o oposto de q, isto é: p – q = p + (–q)
Multiplicação: como todo número racional é uma fração ou pode ser escrito na forma
de uma fração, definimos o produto de dois números racionais , da mesma forma que o
produto de frações, através de:
Divisão: a divisão de dois números racionais p e q é a própria operação de
multiplicação do número p pelo inverso de q, isto é: p ÷ q = p × q-1
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REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA
Regra de três simples
Os problemas que envolvem duas grandezas diretamente ou inversamente
proporcionais podem ser resolvidos através de um processo prático, chamado REGRA DE
TRÊS SIMPLES.
Duas grandezas são DIRETAMENTE PROPORCIONAIS quando ao
aumentarmos/diminuirmos uma a outra também aumenta/diminui.
Duas grandezas são INVERSAMENTE PROPORCIONAIS quando ao aumentarmos
uma a outra diminui e vice-versa.
Regra de três composta
Chamamos de REGRA DE TRÊS COMPOSTA, problemas que envolvem mais de
duas grandezas, diretamente ou inversamente proporcionais.
PORCENTAGEM
São chamadas de razões centesimais ou taxas percentuais ou simplesmente de
porcentagem, as razões de denominador 100, ou seja, que representam a centésima parte
de uma grandeza. Costumam ser indicadas pelo numerador seguido do símbolo %. (Lê-se:
“por cento”)..
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Fator de multiplicação
Aumentos e Descontos sucessivos em porcentagem
São valores que aumentam ou diminuem sucessivamente. Para efetuar os respectivos
descontos ou aumentos, fazemos uso dos fatores de multiplicação.
Basta multiplicarmos o valor pelo fator de multiplicação (acréscimo e/ou decréscimo).
● Exemplo: Certo produto industrial que custava R$5.000,00 sofreu um acréscimo de
30% e, em seguida, um desconto de 20%.
Qual o preço desse produto após esse acréscimo e desconto?
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JUROS E DESCONTO SIMPLES (JURO,
CAPITAL, TEMPO, TAXA E MONTANTE)
Juros simples (ou capitalização simples)
Os juros são determinados tomando como base de cálculo o capital da operação, e o
total do juro é devido ao credor (aquele que empresta) no final da operação. Devemos ter
em mente:
– Os juros são representados pela letra J.
– O dinheiro que se deposita ou se empresta chamamos de capital e é representado
pela letra C (capital) ou P(principal) ou VP ou PV (valor presente).
– O tempo de depósito ou de empréstimo é representado pela letra t ou n.
– A taxa de juros é a razão centesimal que incide sobre um capital durante certo
tempo. É representado pela letra i e utilizada para calcular juros.
Juros compostos (capitalização composta)
A taxa de juros incide sobre o capital de cada período. Também conhecido como
“juros sobre juros”.
Usamos a seguinte fórmula:
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FUNÇÕES DO 1º E 2º GRAUS: PROBLEMAS
Funções lineares
Chama-se função do 1º grau ou afim a função f: R • R definida por y = ax + b, com a e
b números reais e a 0. a é o coeficiente angular da reta e determina sua inclinação, b é o
coeficiente linear da reta e determina a intersecção da reta com o eixo y.
Função constante
Se a = 0, então y = b, b ∈ R. Desta maneira, por exemplo, se y = 4 é função
constante, pois, para qualquer valor de x, o valor de y ou f(x) será sempre 4.
Função identidade
Se a = 1 e b = 0, então y = x. Nesta função, x e y têm sempre os mesmos valores.
Graficamente temos: A reta y = x ou f(x) = x é denominada bissetriz dos quadrantes
ímpares.
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Mas, se a = -1 e b = 0, temos então y = -x. A reta determinada por esta função é a
bissetriz dos quadrantes pares, conforme mostra o gráfico ao lado. x e y têm valores iguais
em módulo, porém com sinais contrários.
● Função linear: É a função do 1º grau quando b = 0, a ≠ 0 e a ≠ 1, a e b ∈ R.
● Função afim: É a função do 1º grau quando a ≠ 0, b ≠ 0, a e b ∈ R.
Função Injetora
É a função cujo domínio apresenta elementos distintos e também imagens distintas.
Função Sobrejetora
É quando todos os elementos do domínio forem imagens de PELO menos um
elemento do domínio.
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Função Bijetora
É uma função que é ao mesmo tempo injetora e sobrejetora.
Função Par
Quando para todo elemento x pertencente ao domínio temos f(x)=f(-x), ∀ x ∈ D(f).
Ou seja, os valores simétricos devem possuir a mesma imagem
Função ímpar
Quando para todo elemento x pertencente ao domínio, temos f(-x) = -f(x) ∀ x є D(f).
Ou seja, os elementos simétricos do domínio terão imagens simétricas.
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Gráfico da função do 1º grau
A representação geométrica da função do 1º grau é uma reta, portanto, para
determinar o gráfico, é necessário obter dois pontos. Em particular, procuraremos os pontos
em que a reta corta os eixos x e y. De modo geral, dada a função f(x) = ax + b, para
determinarmos a intersecção da reta com os eixos, procedemos do seguinte modo:
1º) Igualamos y a zero, então ax + b = 0 ⇒ x = - b/a, no eixo x encontramos o ponto
(-b/a, 0).
2º) Igualamos x a zero, então f(x) = a. 0 + b ⇒ f(x) = b, no eixo y encontramos o ponto
(0, b).
• f(x) é crescente se a é um número positivo (a > 0);
• f(x) é decrescente se a é um número negativo (a < 0).
Raiz ou zero da função do 1º grau
A raiz ou zero da função do 1º grau é o valor de x para o qual y = f(x) = 0.
Graficamente, é o ponto em que a reta “corta” o eixo x. Portanto, para determinar a raiz da
função, basta a igualarmos a zero:
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Estudo de sinal da função do 1º grau
Estudar o sinal de uma função do 1º grau é determinar os valores de x para que y seja
positivo, negativo ou zero.
1º) Determinamos a raiz da função, igualando-a a zero: (raiz: x =- b/a)
2º) Verificamos se a função é crescente (a>0) ou decrescente (a < 0); temos duas
possibilidades:
Equações lineares
As equações do tipo, são equações lineares, onde , ... são os coeficientes;
,....as incógnitas e b o termo independente.
Por exemplo, a equação 4x – 3y + 5z = 31 é uma equação linear. Os coeficientes são
4, –3 e 5; x, y e z as incógnitas e 31 o termo independente.
Para x = 2, y = 4 e z = 7, temos 4.2 – 3.4 + 5.7 = 31, concluímos que o terno ordenado
(2,4,7) é solução da equação linear 4x – 3y + 5z = 31.
Funções quadráticas
Chama-se função do 2º grau ou função quadrática, de domínio R e contradomínio R, a
função:
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Gráfico da função do 2º grau
Concavidade da parábola
Graficamente, a função do 2º grau, de domínio r, é representada por uma curva
denominada parábola. Dada a função y = ax2 + bx + c, cujo gráfico é uma parábola, se:
O termo independente
Na função y = ax2 + bx + c, se x = 0 temos y = c. Os pontos em que x = 0 estão no
eixo y, isto significa que o ponto (0, c) é onde a parábola “corta” o eixo y.
Raízes da função
Considerando os sinais do discriminante (Δ) e do coeficiente de x2 , teremos os
gráficos que seguem para a função y = ax2 + bx + c.
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Vértice da parábola – Máximos e mínimos da função
Observe os vértices nos gráficos:
O vértice da parábola será:
• o ponto mínimo se a concavidade estiver voltada para cima (a > 0);
• o ponto máximo se a concavidade estiver voltada para baixo (a < 0). A reta paralela
ao eixo y que passa pelo vértice da parábola é chamada de eixo de simetria.
Coordenadas do vértice
As coordenadas do vértice da parábola são dadas por:
Estudo do sinal da função do 2º grau
Estudar o sinal da função quadrática é determinar os valores de x para que y seja:
positivo, negativo ou zero. Dada a função f(x) = y = ax2 + bx + c, para saber os sinais de y,
determinamos as raízes (se existirem) e analisamos o valor do discriminante.
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SISTEMA DE MEDIDAS: DECIMAIS E NÃO
DECIMAIS
Medidas de comprimento
Os múltiplos do metro são usados para realizar medição em grandes distâncias,
enquanto os submúltiplos para realizar medição em pequenas distâncias.
Para transformar basta seguir a tabela seguinte (esta transformação vale para todas
as medidas):
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FICA A DICA
MEDIDAS DE TEMPO
Anteriormente, as civilizações determinavam os períodos ideais para atividades como
caça e agricultura através da observação de fenômenos naturais recorrentes. A medição
básica do tempo é o dia, definido como o período entre dois nasceres do Sol consecutivos,
correspondendo em média a 24 horas (conhecido como dia solar médio).
O ano solar, também chamado de ano trópico, é o tempo necessário para que a Terra
complete um ciclo das quatro estações – primavera, verão, outono e inverno – e tem
duração média de aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 47 segundos
(365,2422 dias).
A regra para determinar um ano bissexto é:
– Se o ano termina em 00, é bissexto se for divisível por 400.
– Se o ano não termina em 00, é bissexto se for divisível por 4.
– o ano 2000 foi bissexto porque termina em 00 e é divisível por 400.
Os relógios normalmente exibem as HORAS, os MINUTOS e os SEGUNDOS. A
estrutura temporal é dividida da seguinte forma:
– 1 dia possui 24 horas.
– 1 hora contém 60 minutos.
– 1 minuto é composto por 60 segundos.
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Unidades de medida de tempo
Unidades de medida de tempo são padrões utilizados para quantificar a passagem do
tempo. Essas unidades são fundamentais no cotidiano, pois nos permitem medir e organizar
períodos como horas, dias, meses e anos.
SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO:
PROBLEMAS
Um sistema monetário é qualquer coisa que é aceito como uma medida padrão de
valor e riqueza em uma determinada região.
O pau-brasil foi a principal mercadoria utilizada no Brasil como elemento de troca
entre os nativos e os europeus. Posteriormente, o pano de algodão, o açúcar, o fumo e o
zimbo (tipo de concha utilizada nas trocas entre os escravos) foram utilizados como moeda
de mercadoria. Essas moedas continuaram sendo usadas mesmo após o início da
circulação das moedas metálicas.
A partir de 1580, com a união das coroas de Portugal e Espanha, moedas de prata
espanholas passaram a circular no Brasil em grande quantidade.
CRUZEIRO (Cr$) – 1942 a 1967
Em 1942, o governo brasileiro decidiu criar uma nova moeda, o Cruzeiro (Cr$), como
uma medida para estabilizar a economia e unificar o sistema monetário do país. O Cruzeiro
foi lançado com uma taxa de conversão de 1 para 1 em relação ao antigo Mil-réis.
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CRUZEIRO NOVO (NCr$) – 1967 a 1970
O cruzeiro novo (NCr$) foi uma moeda do Brasil que circulou transitoriamente no
Brasil no período entre 13 de fevereiro de 1967 e 14 de maio de 1970. O Cruzeiro Novo foi
implantado durante a ditadura militar, no governo do marechal Artur da Costa e Silva, que
governou de 1967 a 1969.
CRUZEIRO (Cr$) – 1970 a 1986
Em março de 1970, o padrão monetário voltou a chamar-se Cruzeiro, mantendo a
equivalência com o Cruzeiro Novo. Um cruzeiro novo correspondia a um cruzeiro.
CRUZADO (Cz$) – 1986 a 1989
Entre 1986 e 1989, a moeda do país era o cruzado(Cz$). Com a imensa inflação que
tivemos, a moeda foi mudada.
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CRUZADO NOVO (NCz$) – 1989 a 1990
Em janeiro de 1989, foi instituído o Cruzado Novo, com unidade equivalente a mil
cruzados. Os três últimos valores emitidos em cruzados receberam carimbos em cruzados
novos e, em seguida, foram emitidas cédulas específicas do padrão.
CRUZEIRO (Cr$) – 1990 a 1993
Em março de 1990, a moeda nacional voltou a se chamar Cruzeiro, com unidade
equivalente a um cruzado novo. Novamente circularam cédulas carimbadas, com legendas
adaptadas e cédulas do padrão.
CRUZEIRO REAL (CR$) – 1993 a 1994
Em julho de 1993, uma nova reforma monetária foi promovida no país, instituindo-se o
Cruzeiro Real. A unidade equivalia a mil cruzeiros. Foram aproveitadas cédulas do padrão
anterior e emitidas cédulas novas.
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REAL (R$) - 1994 - ATUALMENTE
Em 1º de julho de 1994, foi instituído o Real, cuja unidade equivale a R $2.750,00.
Não houve corte de zeros ou carimbagem de cédulas do padrão anterior. O Banco Central
do Brasil determinou a substituição de todo o dinheiro em circulação.
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