Índice
Introdução......................................................................................................................3
Objectivos......................................................................................................................3
Metodologia ..................................................................................................................4
[Link] teórico......................................................................................................5
2.1. Definição de conceitos básicos...............................................................................5
2.2. Conteúdo de ensino.................................................................................................5
2.2 Divisão dos conteúdos..............................................................................................6
2.2.1. Conteúdo Específicos...........................................................................................6
2.2.2. Conteúdo não específicos.....................................................................................7
2.3. Classificação dos conteúdos....................................................................................7
2.3.1. Conteúdo conceitual.............................................................................................7
2.3.3. Conteúdo procedimental......................................................................................7
2.3.4. Conteúdo atitudinal..............................................................................................8
3. Questões que ajudam o professor a seleccionarem os conteúdos..............................8
3.1. Elementos do conteúdo...........................................................................................9
4. Correspondências entre conteúdos e objectivos do perfil........................................10
6. A dimensão crítico-social dos conteúdos.................................................................11
7. Os conteúdos e o livro didácticos.............................................................................12
8. conclusão..................................................................................................................13
9. BIBLIOGRAFIA......................................................................................................14
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1. Introdução
O presente trabalho surge no âmbito da cadeira de Didáctica Geral cujo tema é
conteúdo de ensino, o mesmo obedece a seguinte estrutura, conceito de conteúdo,
tipos de conteúdo de ensino, classificação de conteúdo, elementos do conteúdo
critério de selecção, conteúdo e o livro Didáctico.
os conteúdos são meios para concretizar a aprendizagem e envolvem desenvolvimento
de processos mentais e tratamento da informação.
Os conteúdos, dentro do processo ensino-aprendizagem, têm sido objecto de estudos
por parte de vários autores e, às vezes, até se encontram posições antagónicas sobre o
seu papel nesse processo.
Conteúdo é uma parte integrante da matéria-prima; é o que está contido em um campo
do conhecimento. Envolve informações, dados, fatos, conceitos, princípios e
generalizações acumuladas pela experiência do homem, em relação a um âmbito ou
sector da actividade humana. Fundamentalmente, constitui um conjunto de
conhecimentos organizados conforme sua natureza e objectivos.
O tema conteúdos de ensino desperta a atenção de vários autores que têm se dedicado
ao seu estudo levantando propostas para que atenda às necessidades da sociedade
actual cada vez mais exigente em relação à escola.
1.1. Objectivos
Geral
Compreender o Conteúdo de Ensino
Específicos
Definir conteúdo de Ensino;
Mencionar os elementos do conteúdo de ensino;
Identificar a relação entre o conteúdo e objectivos ;
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1.2. Metodologia
Para a realização do presente trabalho recorreu-se ao método de consulta bibliográfica
que segundo GIL (2009:44), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em
material já elaborado, bem como aquelas que se propõem à análise das diversas
posições acerca de um problema. Para construir/elaborar estas intenções adopta-se
como referência as leituras de textos dos autores como, PILETTI, LIBÂNEO,
TURRA e outros autores secundários com conteúdo referente ao tema.
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2. Referencial teórico
2.1. Definição de conceitos básicos
2.2. Conteúdo de ensino
Segundo MECHISSO (2009.17) são conjunto de conhecimentos, habilidades atitudes,
buscando a assimilação activa e a aplicacao pratica na vida daos alunos.
Segundo LIBÂNEO (1994.129) os conteúdos retratam a experiência social da
humanidade no que se refere a conhecimentos e modos de acção, transformando-se
em instrumentos pelos quais os alunos assimilam, compreendem e enfrentam as
exigências teóricas da vida social
Segundo Libâneo (1994.7) define conteúdo de forma abrangente incluindo não só
conhecimentos, mas habilidades, hábitos, modos valorativos e actitudinais de
actuação social visando sempre sua aplicação na vida prática dos alunos. Conteúdo,
para ele, engloba conceitos, ideias, fatos, processos, princípios, leis científicas, regras,
habilidades, modos de actividade, métodos de compreensão e aplicação, hábitos de
estudo, de trabalho e de convivência social, valores, convicções, atitudes.
TURRA (.104) os conteúdos são meios para concretizar a aprendizagem e envolvem
desenvolvimento de processos mentais e tratamento da informação.
Conteúdo é uma parte integrante da matéria prima; é o que está contido em um campo
do conhecimento. Envolve informações, dados, fatos, conceitos, princípios e
generalizações acumuladas pela experiência do homem, em relação a um âmbito ou
sector da actividade humana. Fundamentalmente, constitui um conjunto de
conhecimentos organizados conforme sua natureza e objectivos.
Essa autora vê conteúdos de ensino de uma forma bem mais restrita que Nogueira e
Libâneo, fixando-se apenas nos conteúdos conceituais e não abrangendo os
atitudinais.
A palavra conteúdo, na tradição das instituições escolares, significa elementos de
disciplina, matérias, informações diversas, os resumos da cultura académica, reflecte a
visão dos que decidem o que ensinar e dos que ensinam, o que se pretende transmitir e
o que deve ser assimilado. Essa concepção é diversa dos resultados dos conteúdos não
específicos que o aluno obtém.
De acordo com Sacristán, (1998.150) a ampliação da escolaridade alargou a
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concepção de conteúdos do currículo, englobando as finalidades da escolaridade e as
aprendizagens que o aluno obtém da escolarização.
Conteúdos passam a ser todas as aprendizagens que os alunos devem alcançar para
progredir nas direcções que marcam os fins da educação numa etapa da escolarização,
em qualquer área ou fora delas, e para tal é necessário estimular comportamentos,
adquirir valores, atitudes e habilidades de pensamento, além de conhecimentos.
Nogueira (2001:19) chama os professores de “conteudistas” por se preocuparem com
o cumprimento integral dos conteúdos seleccionados para um determinado ano lectivo
em detrimento, até, do processo de aprendizagem. O conteúdo passa a ser o mais
importante e a ele se submetem professor e alunos.
Na visão do grupo conteúdo de ensino é conjunto conhecimento , habilidades e mais,
ou por outra é conjunto de toda matéria a ser mediada na sala de aula pelo professor
para á vida do aluno.
2.2 Divisão dos conteúdos
Segundo Libâneo (1994) divide os conteúdos em específicos e não específicos.
2.2.1. Conteúdo Específicos
Correspondem a:
Conceitos, Teorias,
Leis, Procedimentos específicos
2.2.2. Conteúdo não específicos
Abrangem
Habilidades, Auto preparação
Controle de actividade estudo Valores,
Hábitos de estudo
Os conteúdos, dentro do processo ensino-aprendizagem, têm sido objeto de estudos
por parte de vários autores e, às vezes, até se encontram posições antagônicas sobre o
seu papel nesse processo.
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2.3. Classificação dos conteúdos
Nogueira (2001.19) classifica os conteúdos em três categorias: conceitual,
procedimental e atitudinal.
2.3.1. Conteúdo conceitual
É o conhecimento que o professor detém e transmite de forma teórica ao aluno. Não
se discute este tipo de conteúdo, mas, sim, o fato de se ficar apenas nessa categoria
tratando-o como fim e não como meio, não o relacionando com o dia-a-dia do aluno,
não o tornando significativo.
2.3.3. Conteúdo procedimental
São procedimentos que expressam um saber fazer, que envolvem tomar decisões e
realizar uma série de acções, de forma ordenada e não aleatória, para atingir uma
meta.
Os conteúdos procedimentais sempre estão presentes nos projectos de ensino pois
realizar uma pesquisa, desenvolver um experimento, fazer um resumo, construir uma
maquete são proposições de acções presentes nas salas de aula. PCN Apud Nogueira,
(2001.20).
Os procedimentos devem se constituir em um objecto no processo de ensino-
aprendizagem e complementar a informação teórica, ou seja, o conteúdo conceitual.
2.3.4. Conteúdo atitudinal
É formado pelas normas e valores que, através da função socializadora e mediadora
da escola, possibilitam ao aluno diferentes leituras e interpretações do mundo em que
vive.
Doutora Gonzalez (2001), comenta que atualmente o conteúdo do ensino está voltado
para a assimilação de conhecimentos, habilidades e hábitos e não para o
desenvolvimento da personalidade e das potencialidades do aluno. Esse costume traz
como consequência a saturação das matérias escolares, a perda do carácter integral e
sistemático do conteúdo, sua conversão em informações abstractas e distanciadas da
realidade, sobrecarga de conteúdos, perda de interesse do aluno e diminuição da
qualidade dos ingressados.
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A Escola Tradicional enfatiza a transmissão de conhecimento sistematizado e
organizado como verdades sobre a sociedade e o indivíduo. A cultura acumulada pela
humanidade deve ser aprendida.
3. Questões que ajudam o professor a seleccionarem os conteúdos.
O ensino não tem um conteúdo estável, mas variável, uma vez que é determinado
historicamente e o desenvolvimento psíquico da criança também tem um carácter
histórico-concreto
Nogueira (2001) apresenta algumas questões que ajudam o professor a seleccionar
conteúdos tornando-os exequíveis, significativos, contextualizados e dotando-os de
uma roupagem didáctica
Qual é a relação dessa unidade com as anteriores e com as próximas?
Como contextualizar esse conteúdo no quotidiano de meu aluno?
Como posso trabalhar essa unidade de forma procedimental e atitudinal?
O que aconteceria para o aluno se eu não ministrasse essa unidade?
O que pretendo atingir trabalhando esse conteúdo?
Que habilidades e atitudes pretendo formar em meus alunos trabalhando esse
conteúdo?
Que valores posso ajudá-los a desenvolver estudando esse conteúdo?
Uma reflexão sobre essas perguntas leva o professor a repensar a forma como tem
seleccionado os conteúdos e a importância deles para o aluno, para sua formação
como cidadão e como profissional. Um conteúdo que não é trabalhado
procedimentalmente e actitudinalmente, que não tem significado para a vida do aluno
deve ser questionado quanto a sua relevância.
3.1. Elementos do conteúdo
Segundo Libâneo, o conteúdo é composto por quatro elementos:
Conhecimentos sistematizados;
Habilidades;
Atitudes; e
Convicções.
Conhecimentos sistematizados são a base da instrução e do ensino, os objectos
assimilados e o meio indispensável para o desenvolvimento global da personalidade.
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Conhecimento sistematizado corresponde a conceitos e termos fundamentais das
ciências; fatos e fenómenos da ciência e da actividade quotidiana.
Habilidades são qualidades intelectuais necessárias para a actividade mental no
processo de assimilação de conhecimento.
Hábitos são modos de agir relativamente automatizados que tornam eficaz o estudo
activo e independente.
As atitudes e convicções se refere a modos de agir, de sentir e se posicionar frente as
tarefas da vida social.
3.2. Critério de selecção dos conteúdos de ensino
Segundo Piletti (2004) os conteúdos de ensino seleccionam-se da seguinte forma:
Validade, os conteúdos seleccionados devem estar actualizadas cientificamente e
relacionados com os objectivos propostos.
Flexibilidade, esse critério indica a flexibilização e adaptação dos conteúdos diante
das necessidades e interesse dos alunos.
Significação, todo conteúdo deve ser relacionada com a história de vida do aluno,
tomando-o mais significativo.
Utilidade refere-se a possibilidade do aluno aplicar o conhecimento estudado em
situações do quotidiano.
Viabilidade é adequação do conteúdo ao tempo e aos recursos disponíveis
É interessante notar que Libâneo ressalta muito o carácter social dos conteúdos e a
participação na prática social, o que vai exigir do aluno o domínio de conhecimentos
básicos e habilidades intelectuais e do professor uma selecção de assuntos vivos e
significativos e a consideração das condições de rendimento escolar dos aluno.
Ao seleccionar o conteúdo deve-se considerar sua relevância para o exercício
profissional privilegiando a pessoa e o cidadão.
4. Correspondências entre conteúdos e objectivos do perfil.
Hernández (2001) estabelecem três tipos de correspondência entre conteúdos e
objectivos do perfil:
conteúdos seleccionados pela lógica da profissão: que modelam a tarefa
profissional. Seria o caso da disciplina Metodologia do Ensino Fundamental
modeladora do perfil do pedagogo;
conteúdos seleccionados pela lógica do instrumento ou etapa de realização
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de uma tarefa profissional: funcionam como meios de realização de uma
acção componente da tarefa profissional, têm carácter instrumental, são
comuns a diferentes tarefas profissionais e suas funções são determinadas
pelos objectivos de uma tarefa concreta. No curso de Pedagogia seriam os
conteúdos da disciplina Psicologia da Aprendizagem, modeladora da função,
que devem orientar o futuro pedagogo sobre as diferenças apresentadas pelos
alunos nas diversas fases de idade e ajudá-lo a seleccionar a metodologia
adequada para se chegar à aprendizagem; e
conteúdos seleccionados pela lógica das ciências historicamente
constituídas e sistematizadas na prática pedagógica: constituem a
linguagem da profissão, os símbolos que moldam e expressam os objectivos
da profissão. Para o pedagogo seriam os conteúdos das disciplinas
modeladoras da linguagem como Língua Portuguesa, Introdução à Filosofia,
Estatística
Os conteúdos devem ser seleccionados de forma a garantir a formação de
conhecimentos e características da personalidade necessárias para a realização de
diferentes tipos de actividade. Esses conteúdos devem ser estruturados de forma
sistémica. O processo de Ensino-Aprendizagem precisa considerar os componentes
funcionais da actividade que são a orientação, a execução e o controle; a relação
professor-aluno assume uma nova característica cabendo ao professor orientar e guiar
o processo de aprendizagem considerando os interesses do aluno e suas possibilidades
de desenvolvimento.
A actividade é entendida como um processo que possibilita ao homem, sujeito,
relacionar-se com o objecto da realidade.
Segundo Talízina a elaboração do plano de estudo supõe resolver três tarefas:
selecção dos conteúdos;
estruturação dos conteúdos; e
determinação do tempo disponível
A selecção dos conteúdos é um momento fundamental da elaboração do plano de
estudo.
Na medida em que se definem os conteúdos vinculados aos objectivos terminais se
conformam os objectivos parciais que uma determinada selecção e estruturação de
conteúdos deve cumprir, de acordo com a relação que tenha com os terminais, o tipo
de estruturação e distribuição no tempo e as características concretas do processo
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docente e, incluso, as peculiaridades de estudantes e professores.. (Colectivo de
Autores, CEPES, 1994.156).
6. A dimensão crítico-social dos conteúdos
Para Libâneo (1998), a dimensão crítico-social se manifesta, em primeiro lugar, no
tratamento científico dos conteúdos.
As matérias de estudo focam as leis objectivas dos fatos, fenómenos da natureza e da
sociedade, investigando as suas relações internas e buscando a sua essência
constitutiva por detrás das aparências.
Para isso, empregam-se métodos didácticos e os métodos próprios da ciência:
observação da realidade, identificação das propriedades e relações de objectos e fatos
com os outros, comparação de diferentes situações.
Em segundo lugar os conteúdos, por possuírem um carácter histórico, têm uma
ligação com o carácter científico isto é, nem sempre existiram conforme está registado
nos livros didácticos. Eles são sempre elaborados de acordo com cada época, ou seja,
retratam o contexto social vigente. A dimensão crítico-social, por fim, implica
vincular os conteúdos de ensino às exigências teóricas e práticas de formação dos
alunos em função das actividades da vida prática. Por essa razão, somente se assimila
criticamente os conteúdos quando se faz a ligação destes com as experiências reais e
concretas vividas pelos alunos na sua prática social.
Em síntese, a dimensão crítico-social dos conteúdos corresponde à forma como tais
conteúdos são abordados pelo professor na sala de aula, isto é, à metodologia utilizada
pelo professor ao trabalhar com fatos, conceitos, informações, fenómenos e ideias e o
“como” eles são aprendidos pelos alunos e transportados para a realidade de cada um.
7. Os conteúdos e o livro didácticos
Para Vasconcelos e Souto (2003.101) o livro didáctico é um instrumento muito
importante no processo de ensino.
Embora professores e estudantes salientem que o livro didáctico contribui para a
aprendizagem dos conteúdos percebe-se que ele não se restringe apenas aos seus
aspectos pedagógicos e as suas possíveis influências na aprendizagem e no
desempenho dos estudantes.
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Ele é importante por seu aspecto político e cultural, na medida em que produz valores
da sociedade em relação a sua visão de ciência, da historia, da interpretação dos fatos
e do próprio processo de transmissão do conhecimento.
Conforme Lajolo (1996.4), embora o livro didático não seja o único material de que
professores e estudantes vão valer-se no processo de ensino e aprendizagem, ele pode
ser decisivo para a qualidade do aprendizado resultante das actividades escolares.
Conforme Vasconcelos e Souto (2003.93), os livros didácticos precisam sem dúvida,
conter ferramentas que instiguem a discussão sobre o conteúdo teórico afim de
permitir sua conversão em conhecimento.
Sendo assim, o livro didáctico confere extrema importância para a aprendizagem dos
alunos, mas para isso deve contar com esforços de professores e estudantes para que
ele seja utilizado com a função de transmitir informações e conhecimentos que ao
serem sistematizados em sala de aula possibilitem a aprendizagem e desenvolvimento
dos estudantes.
8. Conclusão
Terminado o trabalho concluímos que conteúdos de ensino significa o conjunto de
conhecimentos, habilidades, formas de comportamento e hábitos de estudo
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relacionados aos objetivos e organizados pedagógica e didacticamente, visando a sua
aplicação.
Os conteúdos devem refletir a estrutura interna de uma disciplina sob a
fundamentação da epistemologia do conhecimento científico, da interdisciplinaridade,
das propostas de globalização
Os conteúdos são meios para concretizar a aprendizagem e envolvem
desenvolvimento de processos mentais e tratamento da informação.
cultura e pelas circunstâncias.
O conteúdo de ensino comummente é entendido como um conjunto de assuntos que
compõem determinada matéria ou a relação de temas a serem estudados em uma
disciplina.
Os conteúdos, dentro do processo Ensino-Aprendizagem, têm sido objecto de estudos.
9. conclusão
CEPES. El contenido de la enseñanza. Grupo de pedagogía y Psicologia.
Universidad de La Habana. Cuba: CEPES. 1994.p 156.
EditoraSagra, s.d.p 104.
GIL, António Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ª Edição. Editora Atlas.
São Paulo. Brasil 2009.
13
GONZÁLEZ, Otmara Pacheco. Selección de lecturas de Teoria y Diseño Curricular,
2001.
HERNÁNDEZ, HerminiaFernandez. Curriculo Integrado e Investigacion. CEPES:
Universidade de La Habana, 2001.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.1998. pp129.7
MECHISSO, Guedes. Conferencias de Didatica Geral, UP Massinga Inhamabane
2008 2009.
NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos Projetos. São Paulo: Érica, 2001.19
OJALVO, Victoria Mitranyet al. La Educación de Valores en el Contexto
Universitario. CEPES: La Habana, 2001, p 224.
PILETTI, Claudino. Didatica Geral:campinas SP :Editora Atica, 2004.
SACRISTÁN, J. Gimeno. Poderes instáveis em educação. Porto
Alegre:Artmed,1998.p 150
TALÍZINA, Nina F. Conferências sobre “Los Fundamentos de la enseñanzaen la
educación superior”. Universidad de la Habana: Departamento de Estudios para el
Perfeccionamiento de la EducaciónSuperior.
TURRA, Clódia Maria. Planejamento de ensino e avaliação. Porto Alegre:
VASCONCELOS e SOUTO O processo de ensino na escola. São Paulo: Cortez, 200
p.101.