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Entendendo a Hipertensão Arterial: Diagnóstico e Tratamento

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição que aumenta o risco de eventos cardiovasculares e pode ser primária ou secundária. O diagnóstico envolve medições precisas da pressão arterial e a identificação de lesões em órgãos-alvo, enquanto o tratamento visa manter a pressão arterial abaixo de 140 x 90 mmHg, com intervenções não farmacológicas e farmacológicas conforme o risco cardiovascular do paciente. A HAS resistente é caracterizada pela pressão elevada apesar do uso de três medicamentos, necessitando de uma avaliação cuidadosa para determinar a verdadeira resistência.
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Entendendo a Hipertensão Arterial: Diagnóstico e Tratamento

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição que aumenta o risco de eventos cardiovasculares e pode ser primária ou secundária. O diagnóstico envolve medições precisas da pressão arterial e a identificação de lesões em órgãos-alvo, enquanto o tratamento visa manter a pressão arterial abaixo de 140 x 90 mmHg, com intervenções não farmacológicas e farmacológicas conforme o risco cardiovascular do paciente. A HAS resistente é caracterizada pela pressão elevada apesar do uso de três medicamentos, necessitando de uma avaliação cuidadosa para determinar a verdadeira resistência.
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A HAS é definido aumento de PA que conferem risco significativa de eventos cardiovasculares (IAM, AVC).

Na
maioria das vezes é primaria, essencial ou idiopática (90/95%), e existe as HAS secundaria (5/10%), quando o
paciente tem condição patológica determinante e diagnostica que induz elevação da P.A, como exemplo, doenças
vascular renal,
 Lembrar na hora de aferi P.A: 3-5 minutos de repouso, sentado, pés no chão, braço na altura do coração,
bexiga vazia, uso de cigarro em 30 minutos, exercício ema te 60 minutos
 Sons de korotkoff, som nítido (PA sistólica), som suave, som amplificado, som abafado, desaparece (PA
diastólica)
Diagnostico: (1) media de 2 medidas, em pelos , 2 consultas, maiores que 140 x 90 mmHg, (2) MAPA (medida
ambulatorial da pressão arterial) , 130 x 80 mm Hg (24h), 153 x 85 mmHg (vigília), 120x70 mmHg (sono) (3) (MRPA)
(medida residencial da pressão arterial) 135 x 85 mmHg (indicado 6 verificações diárias durante 5 dias seguidos) (4)
LOA, lesão de órgão alvo especifica da hipertensão, como retinopatia hipertensiva, vista em fundoscopia,
 Hipertensão do jaleco branco – paciente não é hipertenso, mas quando ele vai para consulta medica, tem
sensação de ansiedade (não tem, mas parece)
 HAS mascarada – doente verdadeiro hipertenso, durante a consulta, com liberação de hormônios, resultado
de desaparecimento de descarga elétrica, e acaba mascarando aa HAS (não parece, mas tem)
 Diretriz americana o valor de aferição de mediada de PA seria 130 x 80, no diagnóstico da MAPA, leva
também mudanças nos valores

A HAS
é uma doença assintomática, um doença silenciosa, que vai ocasionando lesão orgânicas que vão se expressão ao
médio-longo prazo, as LOA, no coração emos as coronariopatas, e cardiopatia hipertensivas (HVE, insuficiencia
cardíaca), cérebro, (doença cerebrovascular, AVCi ou AVCh, demência) retina (retinopatia hipertensiva, 1-
streitameten arteriolar, 2 – cruzamento AV patológico, 3 – hemorragia/exsudato retiniano, 4 – papiledema) –
lembrar quw grau 1 e 2 sãos alterações crônicas, já 3 e 4 são situações aguda (emergenciais hipertensiva), rim
(nefropatia hipertensiva), doença arterial periférica (principalmente de MMII), principal sintoma é a claudicação
intermitente,
CLASSIFICAÇÃO
 Nas diretrizes americanas, o normal é 120 x 80, PA elevada é 120=129 e PAD baxio de 80) estagio 1 ( 130-139
X 80-89), estagio 2 (maior que 140 por 90)
TRATAMENTO – Tratar a HAS é alcançar uma pressão alvo, de modo geral, seria um valor abaixo de 140 x 90, porem
ao identificar um paciente de alto risco cardiovascular, devemos manter a pressão deles abaixo de 130 x 80 (no EUA,
todo devem manter pressão abaixo de 130 x 80)
 Exemplo de risco cardiovascular elevado: doença renal crônica, diabetes, doença cardiovascular (AVC, ICC,
coronariopata) e determinação de doença cardiovascular em 10 anos > 10% (principal é o framingnah)
 Tratamento não farmacológico: restrição sódica (menos de 1-1,5 g de sódio) dieta DASH, per da peso,
moderação do consumo etílico, exercício regular, ? cessar tabagismo?
 O tratamento do estagio 2, NÃO DIFERE DO ESTAGIO 3
 Lembra que paciente HAS estagio I sem risco cardiovascular, podemos tentar tratamento não farmacológico
por 3 a 6 meses caso refratário iniciar tratamento farmacológico
 Tentar medicamentos de 1° linhas (associa-lo entre eles) quando falhar, podemos fazer uso da 2° linha NÃO
ASSOCIAR IECA E BRA-II
 Alisquireno (inibidor direto da renina)

 Indicações
especificas de começar com IECA ou BRA> doença renal crônica, diabetes, insuficiencia cárdica
 Indicações especificas de começar com tiazídico (HCTZ, indapamida, clortalidona): negro
 Indicações específicas de começar com bloqueador de canal de cálcio: negro, doença arterial periférica
 Efeitos adversos da IECA e BRA: IRA (creatinina acima de 3), hiperK (acima de 5,5), ou estenosa bilateral de
a. renal, e o IECA pode causar tosse crônica (o BRA não)
 Efeitos adversos dos tiazídicos: hipovolemia, hipoNA, HipoK, hipoMg, pode causar hiperuricemia, (quem
tem gota não pode usar diuréticos tiazídicos) hiperglicemia, hiperlipidemias
 Efeitos adversos dos bloq. Cálcio: edema de membros inferiores, contraindicada em caso de ICC.
 O máximo de drogas de 1° linha sãos 03 drogas!!
HAS RESISTENTE – PA elevada apesar do uso de 3 drogas difenrete dose máxima *snedo umas dela diuréticos
tiazídicos), devemos excluir pseudoresisnttencia (avaliar aderência, afastar efeito jaleco branco (MAPA, MRPA), e
devemos excluir hipertensão secundaria, excluindo tudo isso, podemos classfica como HAS verdadeiramente
resitente, sendo a 4° droga a ser colocada, seria a espironolactona

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