O HIV é um retrovírus, (RNA fitas simples), temos HIV1 (Brasil, pandemia), HIV2 (África), o HIV sequestra e mata o
linfócito TCD4, o HIV é o vírus e a AIDS sãos as manifestação de infecção e neoplasia oportunista. Quanto maior
carga viral, menor a contagem de CD4, é uma doença incurável, ocorre uma ativação imune persistente: levndoa
inflamação crônica *fator de risco cardiovascular, acelerando aterosclerose, e predispondo neoplasias) – o HIV causa
“envelhecimento precoce”
Transcritpiase reveras
Integrasse
Protease
Quando a pessoa tem o primeiro com o vírus, ele entra e replica muito rapidamente, enquanto o CD4 cai
rapidamente, levando fase aguda: levando um quadro chamado mononucleose-like (70%), para que uma pessoa
soropostiova, leve a produção de anticorpo, leva em media 30 dias, a carga viral positivo com 10 dias de infecção,
sendo o exame mais indicado carga viral
Após 30 dias, a carga viral cai e a contagem de CD4 consegue subir, a carga viral fica em um valor constate, e a
contagem do CD4 começa cair muito lentamente (50/dia). A parte onde a carga viral fica constate, é chamado de
set point, quando maior o set point, mais grave a doença, dando início a fase assintomática, a única coisa que
eventualmente podemos encontra é linfadenopatia generalizado persistente (2 ou + linfonodos extrainguinais por
mais de 3 meses),
Não existe latencia na HIV, existe “latência clinica”, não exite latencia virologia
Quando os linfócitos TCD4, com o passar de anos, quando a contagem de CD4 chega em 200/400, a pessoa começa
ter algumas manifestação que indica imunodepressão ,como candidíase oral, e outras, aqui é a fase sintomática ou
fase AIDS, para a pessoa chega aqui, é cerca de 10 anos,
Em suspeita de transmissão vertical, se a gente fazer sorologia, no RN, o RN pode ter anticorpo positivo da mãe, logo
ate 18 meses, devemos procurar carga viral (pelo menos 2 positivo), a partir de 18 meses, devemos fazer exames
sorlogicos com ELISA ou Teste rápido (é necessário ter 2 positivo) em algumas situações especiais (gestante,
campanhas), pode usar o teste rápido (pelo menos 2), quando alguns desses exames sorológica ter positivo,
devemos procuro o vírus, pedindo carga viral do HIV (HIV-RNA), se os exames sorológicos vierem negativo, pela
grande sensibilidade, podemos descartar diagnostico, a menor que tenha suspeita muito lata, devemos repetir em
30 dias, quanto temos teste discordante, devemos fazer o Western Blot ou Imunoblot
TRATAMENTO – Terapia antiretro viral não é emergência medica (exceto estrupo, acidente ocupacional= em
exposição aguda ao vírus) caso tenha iniciado terapia, não pare mais, é necessário no mínimo 03 drogas
(interromper ciclo viral em vários momentos), as indicação de tratamento é para todas as pessoas vivendo com HIV
(o benefício é comprovado apenas para pessoa com CD4 abaixo de 500, porem a terapia antiretroviral em pelo
menos 6 meses, a pessoas não transmiti HIV sexualmente), o objetivo do tratamento é em 6 meses, mantem carga
viral indectetavel, inibidores da transcriptase reversa (tenofovir, lamivudina, efavirenz, zidovudina)+ inibidor de
integrasse(dolutegravir, raltegravir) + inibidor de protease (atazanavir + tironavir)
Esquema de paciente virgem de tratamento: tenofovir + lamivudina + dolutegravir
Os efeito colaterais tendem a passar com tempo, estimule a aderência do tratamento,
Em pessoa com tuberculose: lamivudina + tenofovir + efavirenz
Em gestante: lamivudina + tenofovir + raltegravir
PROFILAXIA POS-EXPOSIÇÃO: comece o remédio antes que vírus se instale de fato, tempo máximo é de 3 dias (72
horas), o ideal é começa ate 2 horas, sabe se o material é infectante (sangue, fluido genital, líquidos (serosa, liquor).
E acidentes de risco (percutâneos, mucosos, em pele não integra, devemos avalia fonte e exposição (a parti do teste
rápido), caso a fonte seja positivo ou desconhecida: devemos fazer profilaxia por 28 dias, esquemas: os mesmo para
tratamento: : tenofovir + lamivudina + dolutegravir (em caso de intolerância, trocar por atazanavir)
PROFILAXIA PRE-EXPOSIÇAO: dar remédio para pesosa que esta se expondo frequentemente ao HIV, o uso da
Truvada nos EUA (aqui no brasil usamos tenofovir + entricitabina, usar todos os dias), as pessoa que mais se
beneficiam disso: homossexuais (devido a sexo anal, propicia muito a disseminação de HIV), transsexuais,
profissionais do sexo, casais sorodiscordantes (para paciente soronegativo com “medo”)