REGULAMENTO GERAL DE AVALIAÇÃO DOS SUBSISTEMAS DE
EDUCAÇÃO GERAL E EDUCAÇÃO DE ADULTOS DO SISTEMA
NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CAPITULO I
DISPOSICÕES GERAIS
SECÇÃOI
(Objectivo, Ambito e Definição)
Artigo 1
(Objectivo)
presente Regulamento tem como objectivo estabelecer as regras
avaliação do processo de
ensino-aprendizagem com base nos programas do Ensino Primário
(EP), Alfabetização e Educação
de Jovens e Adultos (AEJA) e Ensino Secundário (ES).
Artigo 2
(Ambito de Aplicação)
O present Regulamento aplica-se a todas as institigões de ensino
público (regulares
especiais), vocacionadas ao Ensino Primário, Alfabetização e
Educação de Jovens Adultos e
Ensino Secundário
É igualmente aplicável às escolas particulares, privadas e
comunitárias (regulares e especiais),
no que não for contrário ao seu regime iurídico.
1.
Artigo 3
(Definicão da avaliação)
A avaliação é uma componente curricular, presente em todo processo
ensino- -aprendizagem, a
partir da qual se obtèm dados e informações, permitindo relacionar o
que foi proposto e o que foi
alcançado, analisar criticamente os resultados, formular juizos de
valor e tomar decisões, visando
Artigo 5
(Princípios gerais)
avaliação do processo de ensino-aprendizagem assenta nos seguintes
principios:
1.
a) Planificação realização de forma contnua, sistemática integrada;
b) Consistência entre os processos de avaliagão e as aprendizagens
competências
instrumentos de avaliação
desenvolvidas, através da utilização de técnicas
diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos
contextos em que
Valorização das experiências e da evolução dos
alunos/alfabetizandos/educandos no
processo de ensino-aprendizagem;
Primazia da avaliação formativa, com valorização dos processos de
auto-avaliação e
sua articulacão com os momentos de avaliação;
ocorrem;
Orientação para o desenvolvimento de competências relevantes para
a vida;
Reflexão e tomada de medidas correctivas e redefinição de
estratégias e metodologias;
g) Inclusão, individualização e diferenciação do ensino em função dos
ritmnos de
aprendizagem;
desenvolvimento das potencialidades dlos
h) Investigação, identificagão
alunos/alfabetizandos/educandos, estimulando o aprender a
aprender, a atitude critica
e participativa perante a realidade social.
Alunos/alfabetizandos/educandos com vista à organização do
processo de ensino-aprendizagem de acordo
Com as situações identificadas.
2. A Avaliação Diagnóstica é realizada tanto no primeiro contacto
entre o professor/alfabetizador/educador
E os alunos/alfabetizandos/educandos, como no inicio de novas
aprendizagens para verificar seos
Alunos/alfabetizandos/educandos possuem conhecimentos,
habilidades e atitudes imprescindíveis para
Novas aprendizagens.
3. A Avaliação Diagnóstica é elaborada e aplicada pelo
professor/alfabetizador/educador.
4. Os resultados da A valiação Diagnóstica permitem ao
professor/alfabetizador/educador reestruturer
Processo de ensino-aprendizagem em função dos conhecimentos,
habilidades e atitudes que os
Alunos/alfabetizandos/educandos possuem, especificamente:
a) Adoptar as estratégias de diferenciação pedagógica que
possibilitem que todos os
Alunos/alfabetizandos/educandos atinjam os objectivos definidos no
programa;
b) Preparar os alunos/alfabetizandos/educandos, verificando se
possuem pré-requisitos
Para novas aprendizagens.
Artigo 9
(Avaliação Formativa)
1.A Avaliação Formativa é uma modalidade de avaliagão que
intervém em todo o processo de ensino-
Aprendizagem Tealiza-se a qualquer momento aula para identificar
nível de aprendizagem dos
Alunos!altabetizandos/educandos.
2. A Avaliação Formativa tem como objectivo melhorar o processo de
ensino-aprendizagem através
Das in formações obtidas por meio da acção avaliativa, detectar as
dificuldades e planificar medidas
Correctivas.
3. A Avaliação Formativa tem como uma das caracteristicas o poder
de produzir informações úteis
Sobre as dificuldad es n caradas
Processo de ensino-aprendizagem
Buscar soluções,
Estabelecendo uma retroalimentação do mesmo.
4. Os resultados da Avaliação Formativa permitem a planificação,
ajuste, redireccionamento da
Prática pedagógica, no sentido de aperfeiçoar as apren dizagens dos
alunos/ alfabetizandos/educandos.
5. A Avaliação Formativa é elaborada e aplicada pelo
professor/alfabetizador/educador.
SECÇÃOII
(Técnicas e Instrumentos de A valiação)
Artigo 12
(Técnicas de Avaliação)
1.. A avaliação apoia-se 1 nas seguintes técnicas:
Observação;
b) Verificação do caderno;
c) Entrevista;
d) Seminários.
2 A selecção das técnicas de avaliação depende do nivel, classe/ano,
disciplina, faixa etária dos
Alunos/alfabetizandos/educandos e das condições e local de
aprendizagem.
Artigo 13
(Observação)
1.. Observação verificação ou constatação de um facto. Bla pode
ocorrer com base, na verificação
Metódica ou planificada.
I.
Observação permite ao professor/alfabetizador/educador avaliar
competências dos
Alunos/alfabetizandos/educandos relativas aos seus conhecimentos,
habilidades e atitudes.
2. A Observação pode ocorrer da seguinte forma:
a) Casual – quando realizada de modo espontâneo ou informal;
b) Sistemática ou dirigida – quando auxiliada por uma ficha meto
dologicamente sistematizada.
4. 0 professor/alfabetizador/educador é chamado a fazer a
observação dos alunos/alfabetizandos/educandos,
Durante o processo de ensino-aprendizagem, de forma a obter a
informação relativa ao seu desempenho
Consequentemente fazer 0 registo sistemático e acompanhamento.
Artigo 14
1. A avaliação apoia-se nos seguintes instrumentos:
a) Trabalho para casa;
b) Testes;
C) Questionário;
Exames;
e) Fichas de exercícios:
f Caderno do aluno.
2. A selecção dos instrumentos de avaliagão depende do nivel,
classe/ano, disciplina, faixa etária dos
Alunos/alfabetizandos/educandos e das condições e local de
aprendizagem.
3. Todos os resultados das avaliações devem ser registados nas
cadernetas e mapas de avaliação.
Artigo 18
(Trabalho Para Casa)
1. O Trabalho Para Casa consiste em exercícios que os
alunos/alfabetizandos/educandos devem
Realizar fora do tempo lectivo da aula, de forma independente,
individual c/ou colectiva.
O Trabalho Para Casa é uma componente da A valiação Continua e
Sistemática e tem como
Objectivo rever e consolidar ○ conteúdos tratados numa ou mais
aulas
2. 0 Trabalho Para Casa deve ser sempre corrigido pelo
professor/alfabetizador/educador na sala de
Aula para que o aluno tenha a devida retroalimentação sobre o seu
desempenho
3. Na avaliação do Trabalho Para Casa, o
professor/alfabetizador/educador deve ter em conta não só
O conteúdo, mas também a apresentação (caligrafia, ortografia,
organização, limpeza, pronúncia,
Dicção e pontuação).
Artigo 19
(Questionário)
1. 0 Questionário
Constituido por um conjun to de perguntas que permitem obter dos
Alunos/alfabetizandos/educandos, informações sobre o nivel de
desenvolvimento de aprendizagens.
2.
Professor/alfab etizador/educador dleve elaborar, previamente, as
questões/perguntas
Relacionadas com o conhecimento que se pretende avaliar.
1. A avaliação apoia-se nos seguintes instrumentos:
a) Trabalho para casa;
b) Testes;
C) Ouestionário:
d) Exames;
Fichas de exercícios;
fCaderno do aluno
2. A selecção dos instrumentos de avaliagão depende do nivel,
classelano, disciplina, faixa etária dos
Alunos/alfabetizandos/educandos e das condições e local de
aprendizagem.
3. Todos os resultados das avaliações devem ser registados nas
cadernetas e mapas de avaliação,
Artigo 18
(Trabalho Para Casa)
1. 0 Trabalho Para Casa consiste em exercicios que os
alunos/alfabetizandos/educandos devem
Realizar fora do tempo lectivo da aula, de forma independente,
individual e/ou colectiva,
2. 0 Trabalho Para Casa é uma componente da A valiação Continua
e Sistemática e tem como
Objectivo Tever e consolidar OS conteúdos tratados numa ou mais
aulas
3. 0 Trabalho Para Casa deve ser sempre corrigido pelo
professor/alfabetizador/educador na sala de
Aula para que o aluno tenha a devida retroalimentação sobre o seu
desempenho.
4. Na avaliação do Trabalho Para Casa, o
professor/alfabetizador/educador deve ter em conta não só
O conteúdo, mas também a apresentação (caligrafia, ortografia,
organização, limpeza, pronúncia.
Dicção e pontuação).
Artigo 19
(Questionário)
1. O Questionário é constituido por um conjunto de perguntas que
permitem obter dos
Alunos/alfabetizandos/educandos, informações sobre o nível de
desenvolvimento de aprendizagens.
2. 0 professor/alfabetizador/educador deve elaborar, previamente,
as questöes/perguntas
Relacionadas com o conhecimento que se pretende avaliar.
Os Portfölios constituem um conjunto de trabalhos e materiais
claborados e/ou organizados pelos
Alunos/alfabetizandos/educandos que possibilitam ter informações
sobre a sua organização, O seu
Desempenho e a sua progressão ao longo da aprendizagem,
3. 0 professorlalfabetizador/educador deve incentivar os
alunos/alfabetizandos/educandos
Organizarem o portfólio de forma a desenvolverem as habilidades de
auto-avaliação e melhorarem c
Seu desempenho académico
4. A avaliação de um Portfólio deve ter como en foque a
organização e pertinência dos saberes
Artigo 23
(Testes)
1. Os Testes são provas para avaliar o nivel de desenvolvimento
das competências por parte dos
Aluos/alfabetizandos/educandos.
2. Os Testes podem ser escritos, orais c/ou práticos
C. Testes devem ser corrigidos, analisados e entregues ao
aluno/alfabetizando/ /educando até sete
Dias depois da sua realização
5. Nas disciplinas de Linguas é também obrigatória a avaliação da
oralidade de forma continua ao
Longo do processo de ensino-aprendizagem
a) O teste oral é uma actividade que envolve um diálogo
interactivo entre os actores do
Processo de ensino e aprendizagem
b) O teste oral inclui aspectos como (explicações sobre um
determinado conteúdo,
Desenvolvimento de um tema, demonstração no quadro, etc).
O teste oral serve para identificar o nivel de assimilagão dos
conteúdos da aula ou das
Aulas anteriores deve estar previsto no plano de licão
S Ost resultados do teste oral devem ser registados nos instrumentos
de registo de notas.
6. Para os alunos/alfabetizandos/educandos com Necessidades
Educativas Especiais (NEE), com
Os
Certificação médica ou psicopedagógica comprovativa dessa
situação, o teste obedece aos seguintes
Critérios:
a) Necessidades Educativas Especiais decorrentes da cegueira – a
avaliação deve ser
Transcrita no Sistema de grafia Braille;