SERGIPE
GEOGRAFIA SERGIPANA
• É o menor estado brasileiro em área.
equivalência de: 0,26% do Território Nacional e
1,43% da Região Nordeste.
• Situa-se na região Nordeste, tendo como
limites Alagoas a noroeste, Oceano Atlântico a
leste e Bahia ao sul e oeste.
• Sergipe tornou-se uma capitania autônoma em
1820, quando foi desmembrado da Bahia.
• Embora o nome oficial do estado seja Sergipe,
as normas ortográficas da língua portuguesa
dizem que a grafia correta é Serjipe, pois é uma
palavra de origem tupi.
GEOGRAFIA DE SERGIPE
• No tocante à sua posição absoluta, Sergipe situa-se entre as
latitudes sul de 9°31´11°34´ e as longitudes oeste de 36°25´e
38°14´,cujos pontos extremos são:
• ao norte, a barra do rio Xingó ,em Canindé de São Francisco;
• ao sul, a curva do rio Real, no povoado Barbeiro em Cristinápolis;
• ao leste, a barra do rio São Francisco, na ilha de Arambipe , em
Brejo Grande;
• ao oeste, a curva do rio Real, no povoado Terra Vermelha, em
poço Verde;.
• O estado de Sergipe possui 75 municípios : uns são grandes como
Poço Redondo (1.224,4 km), Lagarto ( 939,8 km ) , Porto da Folha (
892,5 km ),
• Outros são pequenos como General Maynard (18 km ), Pedrinhas
(33,2 km ), Riachuelo (31 km ) e Amparo do São Francisco (39,3 km
) que foram agrupadas em treze microrregiões Geográficas.
HISTORIA DE SERGIPE
• Primeira cidade planejada do país, Aracaju teve papel importante na resistência
contra os Franceses no período colonial. O acervo arquitetônico dessa época é
conservado em São Cristóvão- a primeira capital do Estado, tombada como
monumento nacional- e Laranjeiras, um dos maiores centros produtores de açúcar do
período colonial.
• Como ocorre nos demais Estados Nordestinos, o litoral de Sergipe também é
frequentado por corsários franceses interessados no escombro de pau- brasil com os
índios.
• A madeira é o principal produto econômico da região até o inicio do século XVII. Entre
o final do século XVI e as primeiras décadas do XVII, a atuação dos missionários e de
algumas expedições militares afasta os franceses e vence a resistência indígena.
• Surgem os primeiros povoados, como o arraial de São Cristóvão, e engenhos de
açúcar.
HISTORIA DE SERGIPE
• A existência de áreas inadequadas à plantação de açúcar no litoral, no
entanto, favorece o surgimento das primeiras criações de gado.
• Passa a ser capitania independente com o nome de Sergipe d’EL Rey.
Durante as invasões holandesas, a região sofre com a devastação
econômica e volta a ficar subordinada à capitania da Bahia.
• Em 1823, depois da independência, Sergipe recupera sua autonomia. Mas
o progresso da província é pequeno durante o império, com exceção de um
breve surto algodoeiro na Segunda metade do século XIX.
HISTORIA DE SERGIPE
• Aracaju : O povoado de St°
Antônio do Aracaju é elevado á
categoria de cidade, com o nome
de cidade Aracaju, através de
Resolução de N° 413 de Março de
1855.
• É capital do Estado e está
localizada à margem direita do
rio Sergipe, com uma área
municipal.
HISTORIA DE SERGIPE
• Itabaiana : Localizada no centro do
Estado. Elevada à categoria de
cidade em 28 de Agosto de 1888
pela Resolução N° 1.331.
• Seu nome é de Origem Tupi-
Guarani e significa “Pedra grande “.
• É considerada o principal
centro comercial do estado.
HISTORIA DE SERGIPE
• Lagarto: Elevada á categoria de
cidade em 20 de agosto de 1880,
pela Lei Provincial N°1.140.
• Localizada no centro- sul do
Estado.
• A origem do seu nome supõe-se
ser devido à existência de muitas
pedras próximas ao povoado com
relevo em forma de lagarto
HISTORIA DE SERGIPE
• Estância : Elevada à categoria de cidade
pela Lei Provincial de 04 de Maio de 1848.
Localizada ao sul do estado, à distância
de 98 km da capital.
• É considerada o principal centro
industrial depois da capital.
• Estância “Cidade Jardim “, assim
denominada em 1860, por D. Pedro II.
HISTORIA DE SERGIPE
• Propriá : Elevada à categoria de Cidade em 21 de fevereiro de 1866.
Localizada á margem direita do São Francisco.
• Seu sistema de trocas é crescente, estimulado pelo rio e pela sua
localização no eixo viário da BR- 101,elo de ligação entre Sergipe e o
restante do País.
• primeiro núcleo populacional surgiu próximo à localidade conhecida
com o nome de Urubu de Baixo e mais tarde recebeu a denominação
de Santo Antônio do Urubu de Baixo, sendo escolhida como sede da
freguesia em1718.
• Em setembro de 1801, foi elevada á categoria de vila. É sede da
diretoria regional da CODEVASF ( companhia de Desenvolvimento
do vale do São Francisco ), que implantou vários projetos de irrigação
nas várzeas ( Betume, Propriá e Contiguiba )
• A cidade de Propriá é porto fluvial e também servida pela Ferrovia
Federal Leste Brasileiro.
• Sua feira é bastante procurada por moradores das margens do rio,
tanto do lado sergipano como do alagoano.
CARANGUEJO AO VINAGRETE
• Alimentam-se de peixes e outras espécies de animais mortos.
• - A fase do acasalamento ocorre após a troca de carapaça da
fêmea.
• - As larvas do caranguejo possuem a capacidade de nadar.
• - Possuem uma capacidade enorme de adaptação em
qualquer tipo de água, até mesmo em águas sujas e poluídas.
• Embora semi-terrestre, esta espécie tem grande dependência
de ambientes alagados para hidratar suas brânquias, não
sendo encontrado muito distante da linha da maré.
• Desta forma, possuem uma capacidade de dispersão muito
limitada na fase adulta, não conseguindo transpor barreiras
geográficas entre os mangues, como praias arenosas e
restingas.
MOQUECA DE SIRI NA PALHA DE
OURICURI
• Típico na praia do Saco e de
Abaís.
AMENDOIM VERDE COZIDO
• Em 24 de março de 2011, foram reconhecidos como
patrimônios imateriais de Sergipe vários alimentos
típicos como:
• o amendoim verde cozido,
• a queijada,
• o manauê,
• a bolachinha de goma,
• o doce de pimenta,
• o pé-de-moleque de massa puba,
• a tapioca,
• o macasado e
• o saroio.
DOCE DE PIMENTA DO REINO
• Patrimônio Imaterial de Sergipe.
MANGABA
• Em 1587, o português Gabriel Soares de Sousa
descreveu a mangaba:
• Na vizinhança do mar da Bahia se dão umas árvores
nas campinas e terras fracas, que se chamam
mangabeiras, que são do tamanho de
pessegueiros... O fruto é amarelo, corado de
vermelho, como pêssegos calvos, ao qual se
chamam mangabas; que são tamanhas como
ameixas e outras maiores, as quais em verde são
todas cheias de leite, e colhem-se inchadas para
amadurecerem em casa, o que fazem de um dia
para o outro, porque se amadurecerem na árvore
caem no chão. Essa fruta se come sem se deitar
nada fora, como figo (...)cheira muito bem e tem
suave sabor, pelo que é muito boa para os doentes
de febres por ser muito leve. Quando estas
mangabas não estão bem maduras travam na boca
como as sôrvas verdes em Portugal, e quando estão
inchadas são boas para conserva de açucar, que é
muito medicinal e gostosa. (In Silva Júnior e Lédo)
LARANJA
• Boquim ficou conhecida como um dos maiores
produtores de laranja do Brasil.
• Tudo começou em 1920 quando chegaram
mudas de laranjeiras “baía”.
• Naquela época predominava na região o plantio
do algodão e a criação de gado.
• Em 1966, a laranja dava a Boquim a liderança da
cultura no Nordeste.
•
Por causa da laranja, outros 13 municípios
sergipanos passaram a produzir os frutos.
• O resultado é que o Estado passou a ser um dos
maiores produtores brasileiros.
CAJU
• Na terra sergipana dos cajueiros e
papagaios, é Itabaiana o município maior
beneficiador do fruto oleaginoso, com
produção estimada em 2 toneladas anuais.
• O trabalho de beneficiamento da castanha
envolve praticamente toda a comunidade do
povoado Carrilho, no município serrano.
• ARACAJU – tupi ARÁ = arara + AKAIU =
cajueiro
SARÔIO, BEIJU MOLHADO, MALCASADO E
PÉ DE MOLEQUE, MANUÊ.
• Mandioca vem de Lagarto.
• A farinha de tapioca de São Cristovão
e Salgado.
• Processo manual, artesanal e familiar.
• Pé de moleque – massa de puba com
leite de coco na palha de bananeira.
• Mal casado- açúcar, tapioca e coco,
assado na palha de bananeira.
• Manuê – bolo de macaxeira ou milho.
MANUÊ
• Manauê ou manuê, é um bolo de massa densa,
assado em tabuleiros untados, cuja confecção
data do Brasil colônia, sendo tradicional nos
festejos juninos.
• Seus ingredientes variam conforme o costume
da região; geralmente consistem de milho verde
ou fubá que pode ser substituído pela mandioca
ou também levar farinha de trigo, leite de coco,
coco ralado, açúcar ou melaço e manteiga.
• Surgiu da necessidade das doceiras portuguesas
em adaptar suas receitas aos ingredientes
disponíveis na colônia, uma vez que outros como
a farinha de trigo e mesmo o açúcar eram artigos
de luxo.
• Pela fartura do milho verde e do melado de cana
nas safras entre maio e agosto, virou costume
fazer o bolo para as festas juninas.
CANJICA, BOLO DE MILHO, MUNGUZÁ
• O costume de festas no mês de junho
começou na Europa. Os portugueses
tinham a mania de fazer festas em
comemoração à colheita do trigo, que
acontecia por lá uma vez ao ano, durante o
verão - que em Portugal (e na Europa toda)
é em junho, julho e agosto, exatamente na
época do nosso inverno.
• O milho é grão que precisa de muita água
para crescer. Ele é plantado aproveitando
as chuvas. Como suas raízes são fracas para
absorver a água da terra, ela precisa de
muita água da chuva ou de irrigações
FEIJOADA SERGIPANA
• Em Sergipe, a feijoada é
produzida com legumes.
• Alguns relatos informam que
isso se deu para diminuir o sal
das carnes.
• Outros informam que isso se
deu por conta da escassez de
carne e foram adaptando os
legumes a receita.
QUEIJADA
• Em São Cristóvão, reduto
produtor do doce, a queijada
tornou-se patrimônio imaterial
sergipano.
• Produção manual a mais de 200
anos.
ATIVIDADE EM GRUPO
• Em grupo relembre receitas
que simbolizem sua região,
seu estado e principalmente
sua família.
• Associem as receitas ao
Confort Food.