UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
FLORIANÓPOLIS
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS-LICENCIATURA (NOTURNO)
Ana Clara de Andrade Haut
Título: subtítulo (se houver)
Florianópolis
2024
Ana Clara de Andrade Haut
Título: subtítulo (se houver)
Trabalho de Conclusão de Curso submetido
ao curso de Ciências Biológicas-
Licenciatura do Centro ou Campus
Florianópolis da Universidade Federal de
Santa Catarina como requisito parcial para a
obtenção do título de Licenciada em
Ciências Biológicas.
Orientador(a): Prof. Dr. Paulo Tamaso Mioto
Florianópolis
2024
Ficha catalográfica para trabalhos acadêmicos
[Elemento obrigatório.]
[Insira neste espaço a ficha catalográfica para
trabalhos acadêmicos.]
[A ficha é elaborada pelo(a) autor(a) no seguinte link:
[Link]
[Folha de aprovação. Elemento obrigatório.]
Nome completo do(a) autor(a)
Título: subtítulo (se houver)
Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado para obtenção do título de
[inserir o título] e aprovado em sua forma final pelo Curso [inserir o nome do curso].
Local [inserir local da defesa], [dia] de [mês] de [ano].
Insira neste espaço
a assinatura
___________________________
Coordenação do Curso
Banca examinadora
Insira neste espaço
a assinatura
____________________________
Prof.(a) [nome do(a) professor(a)], Dr.(a)
Orientador(a)
Insira neste espaço
a assinatura
Prof.(a) [nome do(a) professor(a)], Dr.(a)
Instituição [nome da instituição]
Insira neste espaço
a assinatura
Prof.(a) [nome do(a) professor(a)], Dr.(a)
Instituição [nome da instituição]
[Cidade do curso], [ano da entrega].
AGRADECIMENTOS
Agradeço primeiramente a essa força do universo por criar todas as
belezas do estudo da [Link] meu agradecimento aos meus pais que
sempre apoiaram nos meus sonhos e me deram ferramentas para realiza-los.
Meu irmão também é uma “peça” importante por sempre me lembrar com seu
jeito de ser que devemos viver o presente.
Dedico a minha família pela torcida que tive desde o início da minha
[Link] especial, às minhas avós que são como uma fortaleza que se
[Link]ço meus padrinhos me dão conselhos orientais as quais
levo na minha [Link] grata a meus tios que estão sempre colocando
suas boas [Link]ão pelo meu primo que está há anos sempre nos
bastidores me incentivando de várias maneiras. Minha prima de segundo grau
que mostra um motivo para sorrir! É especial porto seguro que sinto em
relação a torcida de todos os meus parentes que tenho uma conexão forte.
Sou imensamente feliz por ter encontrado um professor que me orientou
de maneira compreensiva e prestativa,respeitando o espectro autista. Meus
amigos tem um papel importante,pois me auxiliaram como referências.E
nossas conversas voltadas ao autoconhecimento desenvolveram virtudes
essenciais para eu seguir em frente! Algumas dessas pessoas me deram a
possibilidade de estar onde estou [Link] por
conselhos,inspirações,carinho,inteligência,oportunidades,amparo e
concretização de sonhos.
“O segredo da vida é o solo, porque do solo dependem as plantas, a água, o
clima e a nossa vida. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o
solo não for sadio”. (Sobrenome do autor da epígrafe, ano, p.)
RESUMO
[Elemento obrigatório. O título "Resumo" deve estar centralizado e com destaque negrito.]
No resumo são ressaltados o objetivo da pesquisa, o método utilizado, as
discussões e os resultados, com destaque apenas para os pontos principais. O
resumo deve ser significativo, composto de uma sequência de frases concisas,
afirmativas, e não de uma enumeração de tópicos. Não deve conter citações.
Recomenda-se que seja utilizado o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do
singular. O texto do resumo deve ser digitado em um único bloco, sem espaço
de parágrafo. O espaçamento entre linhas é simples e o tamanho da fonte é
12. Abaixo do resumo informar as palavras-chave (palavras ou expressões
significativas retiradas do texto) ou termos retirados de thesaurus da área.
Deve conter de 150 a 500 palavras. O resumo é elaborado de acordo com a
NBR 6028. Para informações sobre o resumo expandido consulte
[Link]
Palavras-chave: palavra-chave 1; palavra-chave 2; palavra-chave 3.
ABSTRACT
[Elemento obrigatório. O título "Abstract" deve estar centralizado e com destaque
negrito.]
Resumo traduzido para outros idiomas, neste caso, inglês. Segue o formato do
resumo feito na língua vernácula. As palavras-chave traduzidas, versão em
língua estrangeira, são colocadas abaixo do texto precedidas pela expressão
“Keywords”, separadas por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.
Keywords: keyword 1; keyword 2; keyword 3.
LISTA DE FIGURAS
[Elemento opcional. O título "Lista de figuras" deve estar centralizado e com destaque negrito.]
Figura 1 – Margem vista de frente
Figura 2 – Posição do número de página
Figura 3 – Formatação das notas de rodapé
Figura 4 – Exemplo de uso da alínea e subalínea
LISTA DE TABELAS
[Elemento opcional. O título "Lista de tabelas" deve estar centralizado.]
Tabela 1 – Exemplo de tabela
Tabela 2 – População nos Censos Demográficos das capitais brasileiras
1960/2010
Tabela 3 – Municípios com 15 ou mais escolas da Rede Estadual em Santa
Catarina de 2012 a 2015.
LISTA DE TABELAS
[Elemento opcional. O título "Lista de tabelas" deve estar centralizado.]
Tabela 1 – Exemplo de tabela
Tabela 2 – População nos Censos Demográficos das capitais brasileiras
1960/2010
Tabela 3 – Municípios com 15 ou mais escolas da Rede Estadual em Santa
Catarina de 2012 a 2015.
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
[Elemento opcional. O título "Lista de abreviaturas e siglas" deve estar
centralizado.]
ABBU Associação Brasileira de Bibliotecas Universitárias Brasileiras
ACRL Association of Colege and Research Libraries
BC Biblioteca Central
BDTD Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
BN Biblioteca Nacional
BU Biblioteca Universitária
CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CCN Catálogo Coletivo Nacional
CDD Classificação Decimal de Dewey
CDU Classificação Decimal Universal
COMUT Programa de Comutação Bibliográfica
EaD Educação a distância
ENEGEP Encontro Nacional de Engenharia de Produção
ERIC Education Resources Information Center
FIES Financiamento ao Estudante do Ensino Superior
IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
IES Instituição de Educação Superior
IMVP International Motor Vehicle Program
LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
MARC Machine Readable Cataloging
MEC Ministério da Educação
MFV Mapa do Fluxo de Valor
MIT Massachusetts Institute of Technology
LISTA DE SÍMBOLOS
[Elemento opcional. O título "Lista de símbolos" deve estar centralizado.]
Yin Yang
Estrela de Davi
SUMÁRIO
[Elemento obrigatório. O título "Sumário" deve estar centralizado.]
1 INTRODUÇÃO
1.1 SOBRE O TEMPLATE
1.2 RECOMENDAÇÕES DE USO
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
2.1.1 Regrais gerais para o texto
2.1.2 Seções dos trabalhos acadêmicos
2.1.3 Seções deste template
[Link] As ilustrações
[Link] Equações e fórmulas
[Link] Tabelas e quadros
3 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
APÊNDICE A – FORMATAÇÃO DO WORD
ANEXO A – DESCRIÇÃO
1 INTRODUÇÃO
A salinidade no solo e suas consequências é um assunto que está
sendo discutido no mundo inteiro principalmente nas regiões secas e
semiáridas (SCHOSSLER et al., 2012). O grande acúmulo de sais minerais
provenientes da água da chuva, água do mar ou irrigação agrícola pode gerar
desertificação. O solo é alterado quimicamente e fisicamente com excesso de
sal, sendo que cada espécie de planta tem uma resposta única em relação a
alta salinidade (SCHOSSLER et al., 2012).
O excesso de sais pode intoxicar as plantas, causando danos no
citoplasma das células devido, principalmente, a um desequilíbrio hídrico. As
moléculas de água das células vegetais vão tendem a transitar do lugar menos
concentrado para o mais concentrado. Se tiver muitos sais fora da célula, é
provável que saia a maior parte de água do citoplasma. Isso resulta numa
planta com aspecto murcho. O cloro e o sódio são os íons que se acumulam
com mais frequência no solo. A consequência desse acúmulo é uma
intoxicação que resulta na queima do ápice das folhas, que pode se espalhar
também pelas nervuras (GHEYI et al., 2010).
A planta tem alguns mecanismos para lidar com o excesso de sal, mas
ela também é capaz de se associar com outros organismos que auxiliam nessa
resistência. No reino vegetal, alguns microrganismos auxiliam a planta a lidar
com o estresse salino. Existe uma rica diversidade microbiana disponível no
solo, sendo que muitos desses micróbios são Bactérias Promotoras de
Crescimento das Plantas (BPCP).
Atualmente as pesquisas a respeito dessas da BPCP vem ganhando
força, pois o solo está sendo muito prejudicado. Por consequência se tem a
necessidade de desenvolver produtos biotecnológicos feitos com
microrganismos. Os microrganismos são isolados da rizosfera e podem ser
usados em solos afetados por sais. As bactérias promotoras de crescimento
são inoculadas em forma líquida ou turfosa. Podem ser aplicadas nas
sementes, no substrato, nos sulcos de semeadura e/ou com aplicação foliar
(GALINDO, 2021).
Como os microrganismos podem auxiliar a planta a lidar com alta
salinidade? Os microrganismos são capazes de desenvolver diversos
mecanismos que contribuem para uma resposta fisiológica, bioquímica e
molecular para planta lidar com o estresse salino (NETA, 2022), promovendo
uma atuação direta ou indireta sobre o crescimento vegetal.
As Bactérias Promotoras de Crescimento colonizam diversas regiões
da planta. Elas podem aumentar a taxa de germinação da semente ou
possibilitar o desenvolvimento e crescimento dos órgãos vegetativos(Amorim &
Melo, 2002; Dey et al., 2004). As BPCPs são uma excelente alternativa para
reduzir os efeitos do risco que a salinidade proporciona. Alguns desses
microrganismos desenvolvem osmoadaptação com a concentração de sais.
Isso pode auxiliar no desenvolvimento da planta, levando a um aumento na
produtividade. (OLIVEIRA et al., 2015)
Dessa forma, o principal objetivo do uso desses microrganismos é
desenvolver um ambiente propício para a agricultura. Consequentemente, isso
aumenta a produtividade e faz com que o solo tenha qualidade na adesão das
plantas. As BPCP são altamente benéficas se forem utilizadas da maneira
correta. Para realizar o potencial máximo dessa biotecnologia é necessário que
se encontre o “COMO”, “QUANDO” e “PORQUÊ”. A partir desses
questionamentos existirá um futuro promissor no meio agrícola. Pensando
nisso, buscamos neste trabalho testar os efeitos da aplicação de
microrganismos do inóculo SC5 no laboratório REMA – Núcleo Ressacada de
Pesquisas em Meio Ambiente combinada ao estresse salino em plantas de
uma variedade comercial de pepino.
2 OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL
Verificar se plantas de pepino inoculadas com microrganismos
mostram um melhor desenvolvimento em condição salina.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Testar o efeito da inoculação de plantas de pepino com o inóculo SC5
- Testar o efeito da aplicação de uma solução de NaCl a 25 mM sobre
plantas de pepino
- Verificar se plantas inoculadas com microrganismos resistem melhor à
aplicação de uma solução de 25 mM de NaCl.
3 MATERIAL E MÉTODOS
3.1 OBTENÇÃO E PREPARO DO MATERIAL
As sementes de pepino foram compradas no supermercado com
origem do Município de Santo Antônio da Posse (SP) e semeadas em outubro
em substrato comercial do tipo terra adubada com cinco sementes por vaso. As
plantas cresceram na estufa do Departamento de Botânica onde foram regadas
2 vezes por semana durante duas semanas, até o início dos tratamentos. Antes
do início dos tratamentos, apenas uma planta (a mais vigorosa) foi mantida em
cada vaso. Os experimentos foram realizados de outubro até novembro.
3.2 MONTAGEM EXPERIMENTAL
As plantas foram divididas e identificadas em 4 grupos: sem
microrganismos e sem estresse (S/M;S/E), com microrganismos e sem
estresse (C/M;S/E), com microrganismos e com estresse (C/M;C/E) e sem
microrganismos e com estresse (S/M;C/E). Cada grupo foi composto por 5
plantas.
Os microrganismos usados foram do inóculo SC5, fornecido pelo
laboratório…. A concentração do inóculo foi de 100 mL de inóculo por metro
cúbico de substrato. O estresse salino foi constituído da aplicação de 50mL de
uma solução com 25 mM de NaCl por vaso.
As plantas foram semeadas no dia 21 de outubro e inoculadas após 10
dias, permanecendo assim por 5 dias. Após esse período, as plantas foram
regadas com a solução de NaCl. Depois de 7 dias, as plantas foram coletadas
para análises morfofisiológicas e levantamentos de dados.
3.3 ANÁLISES MORFOFISIOLÓGICAS
As plantas foram removidas do substrato, lavadas e secas. Foi pesado a
massa fresca das plantas numa balança de precisão digital. Para determinação
da massa seca o material foi colocado na estufa a 60ºC por 3 dias e depois foi
pesada novamente. As alturas médias dos feijões foram medidos do solo até o
meristema apical com auxílio de uma régua. A porcentagem de água foi
calculada seguindo a equação: [(MF-MS)/MF] x 100, onde MF é a massa fresca
e MS é a massa seca. Para determinar o aspecto geral das plantas, fotos foram
tiradas periodicamente do experimento.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Figura 1 – Margem vista de frente
Fonte: elaborado pelos autores
Lembramos que neste template as margens já estão configuradas
conforme recomendado. No entanto, é necessário conferir, pois alterações
podem acontecer em virtude das diferentes versões do Microsoft Word.
Para paginar seu trabalho é necessário estar atento para:
a) a capa não é contada e nem paginada;
b) os elementos pré-textuais (folha de rosto, ficha de identificação da
obra, folha de certificação, dedicatória, agradecimentos, epígrafe,
resumo, abstract, listas de figuras, lista de tabelas, lista de
abreviaturas e sumário) são contados, mas a paginação não
aparece;
c) a numeração das páginas irá aparecer somente a partir da
introdução, seguindo de forma consecutiva até o fim do trabalho,
incluindo as referências, apêndices e anexos.
A numeração das páginas deve constar no canto superior direito da
página, a 2 cm da borda, conforme Figura 2.
Figura 2 – Posição do número de página
2 cm
2
25 2 cm
Fonte: elaborado pelos autores
A seguir serão apresentadas as regras gerais para o conteúdo dos
trabalhos acadêmicos.
3.1.1 Regrais gerais para o texto
Os textos devem respeitar as regras de citação direta e indireta,
conforme a NBR 10520. Para consultar mais exemplos sobre os tipos de
citação consulte o material do curso Citação e Referência conforme ABNT
disponível neste link:
[Link] No Quadro 1 estão
sintetizadas as regras para apresentação do texto nos trabalhos acadêmicos.
Quadro 1 – Síntese da formatação dos trabalhos acadêmicos formato A4
Tamanho Espaçamento entre
Alinhamento/Parágrafo
da fonte linhas
10 12 Simples 1,5 Justificado Outros
Trabalho todo X X X Parágrafo recuo 1,5 cm
Citações até 3
X X X Parágrafo recuo 1,5 cm
linhas
Citações +3 Recuo 4 cm da margem
X X X
linhas esquerda
Notas de
X X À esquerda
rodapé
Referências X X À esquerda
Ilustrações e
X Centralizada
tabelas*
Título das
ilustrações e X X Centralizada
tabelas
Legendas e
fontes das
X X Centralizada
ilustrações e
tabelas
Natureza do Alinhado a partir do meio da
X X X
trabalho página
Paginação X Canto superior direito
Fonte: elaborado pelos autores
Legenda: *O tamanho da fonte dentro das tabelas e quadros pode variar conforme o projeto
gráfico a ser definido pelo(a) autor(a).
Caso seja necessário, podem ser acrescentadas notas de rodapé ao
trabalho acadêmico. Estas servem para complementar uma informação
descrita no texto, para inserir a tradução ou o texto original de um trecho em
outro idioma. Cabe ressaltar que, se o(a) autor(a) optar por inserir as
referências em nota de rodapé, essas não poderão possuir outro tipo de
conteúdo que não sejam as referências dos materiais utilizados.
As notas de rodapé devem ser digitadas dentro da margem, ficando
separadas por um espaço simples entre as linhas e por um filete de 5 cm a
partir da margem esquerda. A partir da segunda linha, devem ser alinhadas
embaixo da primeira letra da primeira palavra da primeira linha. Na Figura 3
apresenta-se um exemplo da formatação da nota de rodapé1.
Figura 3 – Formatação das notas de rodapé
Fonte: elaborado pelos autores
3.1.2 Seções dos trabalhos acadêmicos
As seções são as divisões de um trabalho acadêmico, popularmente
conhecidas como capítulos. A NBR 6024 recomenda que as seções sejam
destacadas de forma gradual, conforme Quadro 2.
1
Para mais informações sobre como formatar a nota de rodapé usando o Microsoft Word
consulte
[Link]
Quadro 2 – Modelo de formatação das seções
SEÇÃO FORMATAÇÃO EXEMPLO
1 SEÇÃO Caixa alta + negrito + 2 DESENVOLVIMENTO
PRIMÁRIA alinhamento à esquerda
1.1 SEÇÃO Caixa alta + alinhamento à 2.1 EDUCAÇÃO SUPERIOR NO
SECUNDÁRIA esquerda BRASIL
1.1.1 Seção Somente negrito + 2.1.1 Educação superior no sul
terciária alinhamento à esquerda do Brasil
[Link] Seção Somente itálico + [Link] Educação superior em
quaternária alinhamento à esquerda Santa Catarina
[Link].1 Seção Sem destaque + [Link].1 O surgimento da UFSC
quinária alinhamento à esquerda
SEÇÕES NÃO Caixa alta + negrito + REFERÊNCIAS
NUMERADAS alinhamento centralizado APÊNDICE
ANEXO
Fonte: elaborado pelos autores
Cabe ressaltar que as fontes dos títulos das seções devem estar em
tamanho 12.
Caso o título da seção ocupe mais de uma linha, este deve iniciar
abaixo da primeira letra da primeira linha, conforme exemplo abaixo:
2 RECOMENDAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS
Títulos
ACADÊMICOS DIRIGIDAS À COMUNIDADE DA UFSC
longos
3.1.3 Seções deste template
Este template contém algumas seções criadas na tentativa de facilitar
seu uso. No entanto, não há um limite máximo ou mínimo de seções a serem
utilizadas no trabalho. Cabe a cada autor(a) definir a quantidade que melhor
atenda à sua necessidade. O Quadro 3 sintetiza quais partes do trabalho
recebem numeração.
Quadro 3 – Síntese da formatação das seções do trabalho acadêmico.
Número e título Apenas título Sem título
Localização O trabalho num todo é Errata, Folha de rosto,
dividido em seções e agradecimentos, listas folha de
subseções em geral (ilustrações, aprovação,
siglas e símbolos), dedicatória e
resumos, sumário, epígrafe
referências, glossário,
apêndices, anexos e
índices
Formatação Algarismo arábico Caixa alta, negrito e
Destaque gradativo das centralizado
seções e subseções.
Alinhamento à esquerda.
Espaçamento de 1,5 no
texto precede e sucede os
títulos das seções
subseções.
Fonte: elaborado pelos autores
A correta definição das seções irá impactar diretamente na geração do
sumário automático. De acordo com NBR 6027, a formatação do sumário
deverá ser a mesma usada ao longo do trabalho (Associação Brasileira de
Normas Técnicas, 2012b).
Neste template, para auxiliar a geração do sumário automático de
acordo com as recomendações da NBR 6027, sugerimos o uso dos estilos
abaixo nas respectivas seções para serem selecionados no editor de texto:
a) seção primária, use estilo título 1;
b) seção secundária, use estilo título 2;
c) seção terciária, use estilo título 3;
d) seção quaternária, use estilo título 4;
e) seção quinária, use estilo título 5;
f) para os títulos das seções pré-textuais, use o estilo seções pré-
textuais;
g) para os títulos das seções pós-textuais, use o estilo seções pós-
textuais e
h) para o texto do trabalho, use a seção texto.
Além de dividir o texto em seções, se necessário é possível usar as
alíneas e subalíneas. Conforme a NBR 6024, as alíneas reúnem diversos
assuntos que não possuem um título próprio e seu uso deve seguir as
orientações a seguir:
a) o texto que antecede a alínea deve terminar em dois pontos (:);
b) devem ser utilizadas letras minúsculas do alfabeto seguidas de
parênteses;
c) as letras indicativas das alíneas devem ter um recuo em relação à
margem esquerda;
d) o texto da alínea deve começar por letra minúscula e terminar com
ponto e vírgula (;), exceto a última alínea que termina em ponto (.);
e) a segunda linha e as seguintes da alínea devem começar abaixo a
primeira letra da própria alínea;
f) quando houver subalínea, o texto da alínea deve terminar em dois
pontos (Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2012a).
As subalíneas são subdivisões de uma alínea. A NBR 6024 possui as
seguintes recomendações:
a) o texto da subalínea inicia por travessão seguida de espaço;
b) o texto deve apresentar um recuo em relação à alínea;
c) o texto deve iniciar por letra minúscula e terminar em ponto e vírgula,
exceto a última que termina em ponto;
d) a segunda linha e as seguintes da subalínea devem começar abaixo
da primeira letra da própria subalínea (Associação Brasileira de
Normas Técnicas, 2012a).
Na Figura 4 é possível verificar um exemplo:
Figura 4 – Exemplo de uso da alínea e subalínea
Conforme a NBR 6024 (ABNT, 2012) as alíneas reúnem diversos
assuntos que não possuem um título próprio e seu uso deve ser guiado pelas
seguintes orientações:
a) o texto é precedido por dois pontos;
Recomendação: recuo à b) usar letras do alfabeto seguidas de parênteses;
esquerda de 1,5 cm e c) a segunda linha e as seguintes da alínea devem começar
deslocamento de 0,5 cm abaixo a primeira letra da própria alínea;
d) o texto da última alínea termina em ponto, exceto naqueles
casos em há uma subalínea:
as subalíneas iniciam por travessão;
o texto das subalíneas terminam em ponto e vírgula e a
última termina em ponto.
Recomendação: recuo à
esquerda de 2 cm e
deslocamento de 0,5 cm
Fonte: elaborado pelos autores
[Link] As ilustrações
Independentemente do tipo de ilustração (quadro, desenho, figura,
fotografia, mapa etc.), a sua identificação deve aparecer na parte superior,
precedida da palavra designativa.
Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada
(elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda,
notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). A
ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do texto
a que se refere (Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2011, p. 11).
Título da ilustração.
Tamanho 12 Figura 25 – Brasão da UFSC
Recomendação: alinhamento
centralizado
Recomendação: ilustração com
o alinhamento centralizado
Fonte: 10
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina (2018)
Recomendação:
alinhamento centralizado
[Link] Equações e fórmulas
As equações e fórmulas devem ser destacadas no texto para facilitar a
leitura. Para numerá-las, usar algarismos arábicos entre parênteses e
alinhados à direita. Pode-se adotar uma entrelinha maior do que a usada no
texto (Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2011).
Exemplo
X2 + Y2 = Z2 (1)
(X2 + Y2) = n (2)
[Link] Tabelas e quadros
De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993)
tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações em que os
números representam a informação central. Já os quadros enfatizam
informações textuais
A Tabela 1 e o Quadro 4 ilustram modelos de formatação dessas
ilustrações.
Tabela 1 – Exemplo de tabela
Faixa etária Frequência Percentual
20 anos, ou 0 0
O tamanho da fonte do
conteúdo pode ficar a
critério do autor.
A posição da tabela
centralizada.
menos
Entre 21 e 30 17 27,42%
anos
Entre 31 e 40 27 43,55%
anos
41 anos, ou 18 29,03%
mais
TOTAL 62 100%
Fonte: elaborado pelos autores
Quadro 4 – Exemplo de quadro
Tipo de Definições
tecnologia
Tecnologia Está relacionada com portabilidade de um Recomendamos
que a fonte do
de dispositivo, capacidade de locomoção e operar, conteúdo esteja
s Informação conectado ou não, a uma rede sem fio. em tamanho 12,
e o espaçamento
s
Móvel Ex.: Smartphones, tablets, PDA, laptops. 1,5.
A posição do
Tecnologia Envolve dispositivos ligados a uma rede de quadro
de comunicação sem fio ou a outro aparelho, através
Informação de um link que permita comunicação sem fio.
sem Fio Ex.: Bluetooth, infravermelho, wireless, redes de
telefonia móvel.
Fonte: adaptado de Saccol e Reinhard (2007)
Cabe ressaltar que as tabelas devem ser apresentadas
preferencialmente em uma única página. No entanto, caso a tabela ocupe mais
de uma página, a Norma de Apresentação Tabular do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (1993) recomenda:
a) repetir o cabeçalho da tabela em cada página;
b) após o cabeçalho, cada página deve ter uma das seguintes
indicações, alinhada a direita:
- continua, para primeira página;
- continuação, para as seguintes e
- conclusão, na última.
Ressaltamos que essas orientações podem ser utilizadas para os
quadros que ocuparem mais de uma página. Caso a tabela e/ou quadro ocupe
duas páginas, a indicação será conforme o exemplo da Tabela 2.
Tabela 2 – População nos Censos Demográficos das capitais brasileiras
1960/2010
(continua)
Anos
Capitais 1960 1970 1980 1991 2000 2010
brasileiras
Porto Velho 51 049 88 856 138 289 286 471 334 585 428 527
Rio Branco 47 882 84 845 119 815 196 871 252 885 336 038
Manaus 175 343 314 197 642 492 1 010 544 1 403 796 1 802 014
Boa Vista 26 168 37 062 69 627 142 902 200 383 284 313
Belém 402 170 642 514 949 545 1 244 688 1 279 861 1 393 399
Macapá 46 905 87 755 140 624 179 252 282 745 398 204
Palmas ... ... 3 288 24 261 137 045 228 332
São Luís 159 628 270 651 460 320 695 199 868 047 1 014 837
Teresina 144 799 230 168 388 922 598 411 714 583 814 230
Fortaleza 514 818 872 702 1 338 793 1 765 794 2 138 234 2 452 185
Natal 162 537 270 127 428 721 606 681 709 536 803 739
João Pessoa 155 117 228 418 338 629 497 306 595 429 723 515
Recife 797 234 1 084 459 1 240 937 1 296 995 1 421 993 1 537 704
Maceió 170 134 269 415 409 191 628 241 796 842 932 748
Aracaju 115 713 186 838 299 422 401 676 461 083 571 149
Salvador 655 735 1 027 142 1 531 242 2 072 058 2 440 828 2 675 656
Tabela 2 – População nos Censos Demográficos das capitais brasileiras,
1960/2010
(conclusão)
Anos
Capitais 1960 1970 1980 1991 2000 2010
brasileiras
Belo Horizonte 693 328 1 255 415 1 822 221 2 017 127 2 232 747 2 375 151
Vitória 85 242 136 391 215 073 258 243 291 941 327 801
3 307
Rio de Janeiro 163 4 315 746 5 183 992 5 473 909 5 851 914 6 320 446
3 825
São Paulo 351 5 978 977 8 587 665 9 626 894 10 405 867 11 253 503
Curitiba 361 309 624 362 1 052 147 1 313 094 1 586 848 1 751 907
Florianópolis 98 520 143 414 196 055 254 941 341 781 421 240
Cuiabá 57 860 103 427 219 477 401 303 483 044 551 098
Goiânia 153 505 389 784 738 117 920 840 1 090 737 1 302 001
Brasília 141 742 546 015 1 203 333 1 598 415 2 043 169 2 570 160
Fonte: adaptado de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [2010]
Caso a tabela e/ou quadro ocupe três ou mais páginas, a indicação
será conforme o exemplo da Tabela 3.
Tabela 3 – Municípios com 15 ou mais escolas da Rede Estadual em Santa
Catarina de 2012 a 2015
(continua)
Município ANO
2012 2013 2014 2015 Total
escolas
Florianópolis 43 42 46 46 177
Joinville 41 39 41 42 163
Blumenau 31 31 33 33 128
Chapecó 26 26 31 33 116
Lages 23 22 25 26 96
Tubarão 23 23 25 25 96
Criciúma 22 22 25 26 95
São José 20 20 22 21 83
Palhoça 17 17 19 21 74
Jaraguá do Sul 17 17 18 18 70
Araranguá 16 16 17 18 67
Biguaçu 15 14 17 18 64
Itajaí 14 14 15 16 59
Concórdia 12 12 14 15 53
Tabela 3 – Municípios com 15 ou mais escolas da Rede Estadual em Santa
Catarina de 2012 a 2015
(continuação)
Município ANO
2012 2013 2014 2015 Total
escolas
Mafra 11 11 13 14 49
Xanxerê 11 11 12 13 47
Rio do Sul 10 10 12 12 44
Brusque 10 10 11 12 43
Caçador 10 10 11 12 43
Canoinhas 10 10 11 12 43
Imbituba 10 10 11 12 43
Laguna 12 9 10 11 42
São Francisco do Sul 9 9 11 12 41
Içara 11 9 10 10 40
São Bento do Sul 9 9 10 10 38
Videira 9 9 10 10 38
São Miguel do Oeste 8 8 9 10 35
Curitibanos 7 7 9 9 32
Seara 7 7 9 9 32
Timbó 7 7 9 9 32
Indaial 7 7 8 9 31
Porto União 6 6 8 9 29
Campos Novos 6 6 7 8 27
Ituporanga 6 6 8 7 27
Itaiópolis 6 6 7 7 26
Itapiranga 6 6 7 7 26
Gaspar 6 6 6 7 25
São José do Cedro 5 6 7 7 25
Dionísio Cerqueira 5 5 6 7 23
Balneário Camboriú 5 5 6 6 22
Braço do Norte 5 5 6 6 22
Camboriú 5 5 6 6 22
Guaraciaba 5 5 6 6 22
Joaçaba 5 5 5 7 22
Navegantes 5 5 6 6 22
Quilombo 5 5 6 6 22
São Domingos 5 5 6 6 22
Sombrio 5 5 6 6 22
Urussanga 5 5 6 6 22
Gravatal 5 5 5 6 21
Guaramirim 5 5 5 6 21
Tabela 3 – Municípios com 15 ou mais escolas da Rede Estadual em Santa
Catarina de 2012 a 2015
(conclusão)
Município ANO
2012 2013 201 2015 Total escolas
4
Saudades 5 4 6 6 21
Xaxim 5 4 6 6 21
Presidente Getúlio 5 5 5 5 20
Abelardo Luz 3 2 7 7 19
Fraiburgo 4 4 5 6 19
Maravilha 5 4 5 5 19
Coronel Freitas 4 4 5 5 18
Forquilhinha 4 4 5 5 18
Monte Castelo 4 4 5 5 18
Orleans 4 4 5 5 18
Otacílio Costa 4 4 5 5 18
Palmitos 4 4 5 5 18
Papanduva 4 4 5 5 18
Penha 4 4 5 5 18
Rio Negrinho 4 4 5 5 18
São Joaquim 4 4 5 5 18
Taió 4 4 5 5 18
Tijucas 4 4 5 5 18
Araquari 3 3 5 6 17
Campo Erê 3 4 5 5 17
Capivari de Baixo 4 4 4 5 17
Herval d'Oeste 4 4 4 4 16
José Boiteux 2 2 6 6 16
Santo Amaro da Imperatriz 4 4 4 4 16
São José do Cerrito 3 3 5 5 16
São Lourenço do Oeste 3 3 4 5 15
Fonte: adaptado de Santa Catarina [2015]
4 CONCLUSÃO
[Elemento obrigatório.]
As conclusões devem responder às questões da pesquisa, em relação
aos objetivos e às hipóteses, podendo apresentar recomendações e sugestões
para trabalhos futuros.
REFERÊNCIAS
[Elemento obrigatório. O título "Referências" deve estar centralizado.]
ALVES, Maria Bernadete Martins; ARRUDA, Susana Margareth. Como fazer
referências: bibliográficas, eletrônicas e demais formas de documento.
Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Biblioteca Universitária,
c2001. Documento não publicado.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:
informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2023.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação
e documentação: numeração progressiva das seções de um documento
escrito: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012a.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação
e documentação – sumário – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012b.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2011.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de
apresentação tabular. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 20 jan. 2020.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo
Demográfico. Rio de Janeiro, [2010]. Disponível em:
[Link]
[Link]?=&t=resultados. Acesso em: 29 mar. 2022.
SACCOL, Amarolinda Zanela; REINHARD, Nicolau. Tecnologias de informação
móveis, sem fio e ubíquas: definições, estado-da-arte e oportunidades de
pesquisa. RAC: Revista de Administração Contemporânea, v.11, n.4, 2007.
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado do Planejamento.
[Indicadores de Educação]: número de Escolas da Rede Estadual – Total.
Santa Catarina, [2015]. Disponível em:
[Link]
instituicoes-de-ensino/escolas/rede-estadual. Acesso em: 28 mar. 2022.
APÊNDICE A – Formatação do Word
[Elemento opcional.]
Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua
argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE, identificada por
letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Utilizam-se
letras maiúsculas dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto.
ANEXO A – Descrição
[Elemento opcional.]
Texto ou documento não elaborado pelo autor que serve como
fundamentação (mapas, leis, estatutos etc). Deve ser precedido da palavra
ANEXO, identificada por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo
respectivo título. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas quando esgotadas as
letras do alfabeto.