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Efeitos de Microrganismos em Pepinos Salinos

O trabalho investiga o impacto de microrganismos no crescimento de plantas de pepino sob estresse salino. Embora a literatura sugira que esses microrganismos poderiam ajudar, os resultados do experimento não mostraram melhorias significativas no desenvolvimento das plantas. A pesquisa destaca a complexidade da interação entre sais, plantas e microrganismos, sugerindo que a salinidade aplicada pode não ter sido suficiente para gerar estresse significativo.

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Ana Clara Haut
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Efeitos de Microrganismos em Pepinos Salinos

O trabalho investiga o impacto de microrganismos no crescimento de plantas de pepino sob estresse salino. Embora a literatura sugira que esses microrganismos poderiam ajudar, os resultados do experimento não mostraram melhorias significativas no desenvolvimento das plantas. A pesquisa destaca a complexidade da interação entre sais, plantas e microrganismos, sugerindo que a salinidade aplicada pode não ter sido suficiente para gerar estresse significativo.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

FLORIANÓPOLIS
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS-LICENCIATURA (NOTURNO)

Ana Clara de Andrade Haut

Título: subtítulo (se houver)

Florianópolis
2024
Ana Clara de Andrade Haut

Título: subtítulo (se houver)

Trabalho de Conclusão de Curso submetido


ao curso de Ciências Biológicas-
Licenciatura do Centro ou Campus
Florianópolis da Universidade Federal de
Santa Catarina como requisito parcial para a
obtenção do título de Licenciada em
Ciências Biológicas.

Orientador(a): Prof. Dr. Paulo Tamaso Mioto

Florianópolis
2024
Ficha catalográfica para trabalhos acadêmicos
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[A ficha é elaborada pelo(a) autor(a) no seguinte link:


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[Folha de aprovação. Elemento obrigatório.]
Nome completo do(a) autor(a)

Título: subtítulo (se houver)

Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado para obtenção do título de
[inserir o título] e aprovado em sua forma final pelo Curso [inserir o nome do curso].

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Coordenação do Curso

Banca examinadora

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Prof.(a) [nome do(a) professor(a)], Dr.(a)


Orientador(a)

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Instituição [nome da instituição]

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Prof.(a) [nome do(a) professor(a)], Dr.(a)


Instituição [nome da instituição]
[Cidade do curso], [ano da entrega].
AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Força do Universo por criar todas as


belezas do estudo da vida. Externo minha gratidão aos meus pais que sempre
apoiaram os meus sonhos e me deram ferramentas para realizá-los, também
meu irmão, uma “peça” importante por sempre me lembrar com seu jeito de ser
que devemos viver o presente,e aos meus familiares por acreditar que sou
capaz.
Gratidão especial, às minhas avós que são uma fortaleza que se
complementam entre a fé e a razão;aos meus padrinhos pelos conselhos
orientais os quais levo na minha caminhada.;aos meus tios que estão sempre
emanando boas energias;ao meu primo Hriday que está há anos nos
bastidores me incentivando de várias maneiras;a prima Alice Vaz que me quer
tanto bem!
Sou imensamente feliz por ter encontrado o professor Paulo Mioto
que,de maneira compreensiva e prestativa,respeitando o espectro autista me
orientou e motivou a superar as dificuldades.
Meus amigos também tem um papel importante,muitos eu tenho como
referências e nossas conversas voltadas ao autoconhecimento desenvolveram
virtudes essenciais para poder seguir em frente! Com tanta amizade e
dedicação me deram a possibilidade de estar onde estou, seja por
afinidades,conselhos,inspirações,conhecimento,oportunidades,carinho,amparo
e concretização de sonhos.
“O segredo da vida é o solo, porque do solo dependem as plantas, a água, o
clima e a nossa vida. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o
solo não for sadio”. Anna Primavesi
RESUMO

O homem cultiva plantas no solo há milênios. Atualmente,o mundo inteiro está


discutindo sobre o manejo dos recursos naturais. Um problema muito grande é
a desertificação.A ação antrópica nos solos está deixando eles com excesso de
sais.O estresse salino pode desequilibrar a [Link] microrganismos são a
chave para auxiliar as plantas que estão com excesso de [Link] experimento
foi realizado para comprovar o efeitos dos microrganismos na planta com esse
tipo de estresse. As sementes utilizadas foram de pepino.É chamado de
Cucumis sativus L .Ele é relevante por ser muito consumido no Brasil.A ideia
era que ele não iria reagir de maneira positiva com o [Link] microrganismos
iriam auxiliar as plantas com o estresse salino segundo a literatura.O contexto
não contribuiu para esse resultado.O experimento não saiu como
[Link] possibilitou uma nova perspectiva sobre a relação de
sais,plantas e microrganismos .

Palavras-chave: solo ; sais; microorganismos


ABSTRACT

Resumo traduzido para outros idiomas, neste caso, inglês. Segue o formato do
resumo feito na língua vernácula. As palavras-chave traduzidas, versão em
língua estrangeira, são colocadas abaixo do texto precedidas pela expressão
“Keywords”, separadas por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.

Keywords: keyword 1; keyword 2; keyword 3.


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL 14
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 14
3 MATERIAL E MÉTODOS 14
3.1 OBTENÇÃO E PREPARO DO MATERIAL 14
3.2 MONTAGEM EXPERIMENTAL
14
3.3 ANÁLISES MORFOFISIOLÓGICAS 15
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
15
5 CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS
17
6 REFERÊNCIAS 19
12
1 INTRODUÇÃO
A salinidade no solo e suas consequências é um assunto que está
sendo discutido no mundo inteiro principalmente nas regiões secas e
semiáridas (SCHOSSLER et al., 2012). O grande acúmulo de sais minerais
provenientes da água da chuva, água do mar ou irrigação agrícola pode gerar
desertificação. O solo é alterado quimicamente e fisicamente com excesso de
sal, sendo que cada espécie de planta tem uma resposta única em relação a
alta salinidade (SCHOSSLER et al., 2012).
O excesso de sais pode intoxicar as plantas, causando danos no
citoplasma das células devido, principalmente, a um desequilíbrio hídrico. As
moléculas de água das células vegetais tendem a transitar do lugar menos
concentrado para o mais concentrado. Se tiver muitos sais fora da célula, é
provável que saia a maior parte de água do citoplasma. Isso resulta numa
planta com aspecto murcho. O cloro e o sódio são os íons que se acumulam
com mais frequência no solo. A consequência desse acúmulo é uma
intoxicação que resulta na queima do ápice das folhas, que pode se espalhar
também pelas nervuras (GHEYI et al., 2010).
A planta tem alguns mecanismos para lidar com o excesso de sal, mas
ela também é capaz de se associar com outros organismos que auxiliam nessa
resistência. No reino vegetal, alguns microrganismos auxiliam a planta a lidar
com o estresse salino. Existe uma rica diversidade microbiana disponível no
solo, sendo que muitos desses micróbios são Bactérias Promotoras de
Crescimento das Plantas (BPCP).
Atualmente as pesquisas a respeito dessas da BPCP vem ganhando
força, pois o solo está sendo muito prejudicado. Por consequência se tem a
necessidade de desenvolver produtos biotecnológicos feitos com
microrganismos. Os microrganismos são isolados da rizosfera e podem ser
usados em solos afetados por sais. As bactérias promotoras de crescimento
são inoculadas em forma líquida ou turfosa. Podem ser aplicadas nas
sementes, no substrato, nos sulcos de semeadura e/ou com aplicação foliar
(GALINDO, 2021).
13
Como os microrganismos podem auxiliar a planta a lidar com alta
salinidade? Os microrganismos são capazes de desenvolver diversos
mecanismos que contribuem para uma resposta fisiológica, bioquímica e
molecular para a planta lidar com o estresse salino (NETA, 2022), promovendo
uma atuação direta ou indireta sobre o crescimento vegetal.
As Bactérias Promotoras de Crescimento colonizam diversas regiões
da planta. Elas podem aumentar a taxa de germinação da semente ou
possibilitar o desenvolvimento e crescimento dos órgãos vegetativos
(AGUIAR,2012). As BPCPs são uma excelente alternativa para reduzir os
efeitos do risco que a salinidade proporciona. Alguns desses microrganismos
desenvolvem osmoadaptação com a concentração de sais. Isso pode auxiliar
no desenvolvimento da planta, levando a um aumento na produtividade.
(OLIVEIRA et al., 2015)
Dessa forma, o principal objetivo do uso desses microrganismos é
desenvolver um ambiente propício para a agricultura. Consequentemente, isso
aumenta a produtividade e faz com que o solo tenha qualidade na adesão das
plantas. As BPCP são altamente benéficas se forem utilizadas da maneira
correta. Para realizar o potencial máximo dessa biotecnologia é necessário que
se encontre o “COMO”, “QUANDO” e “PORQUÊ”.
A partir desses questionamentos existirá um futuro promissor no meio
agrícola. Pensando nisso, buscamos neste trabalho testar os efeitos da
aplicação de microrganismos do inóculo SC5 (cedido pelo REMA – Núcleo
Ressacada de Pesquisas em Meio Ambiente) combinada ao estresse salino em
plantas de uma variedade comercial de pepino. Conhecido como Cucumis
sativus L. É originário no continente Asiático. Ele é uma das plantas mais
consumidas no Brasil. Costuma ser cultivado em estufas ou em campos
abertos.(ZAGO, 2004)
14
2 OBJETIVOS

2.1. OBJETIVO GERAL


Verificar se plantas de pepino inoculadas com microrganismos
mostram um melhor desenvolvimento em condição salina.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Testar o efeito da inoculação de plantas de pepino com o inóculo SC5


- Testar o efeito da aplicação de uma solução de NaCl a 25 mM sobre
plantas de pepino
- Verificar se plantas inoculadas com microrganismos resistem melhor à
aplicação de uma solução de 25 mM de NaCl.

3 MATERIAL E MÉTODOS
3.1 OBTENÇÃO E PREPARO DO MATERIAL

As sementes de pepino foram compradas no supermercado com


origem do Município de Santo Antônio da Posse (SP) e semeadas em outubro
em substrato comercial do tipo terra adubada com cinco sementes por vaso. As
plantas cresceram na estufa do Departamento de Botânica onde foram regadas
2 vezes por semana durante duas semanas, até o início dos tratamentos. Antes
do início dos tratamentos, apenas uma planta (a mais vigorosa) foi mantida em
cada vaso. Os experimentos foram realizados de outubro até novembro.

3.2 MONTAGEM EXPERIMENTAL

As plantas foram divididas e identificadas em 4 grupos: sem


microrganismos e sem estresse (S/M;S/E), com microrganismos e sem
estresse (C/M;S/E), com microrganismos e com estresse (C/M;C/E) e sem
microrganismos e com estresse (S/M;C/E). Cada grupo foi composto por 5
plantas.
15
Os microrganismos usados foram do inóculo SC5, fornecido pelo REMA.
A concentração do inóculo foi de 100 mL de inóculo por metro cúbico de
substrato. O estresse salino foi constituído da aplicação de 50mL de uma
solução com 25 mM de NaCl por vaso.
As plantas foram semeadas no dia 21 de outubro e inoculadas após 10
dias, permanecendo assim por 5 dias. Após esse período, as plantas foram
regadas com a solução de NaCl. Depois de 7 dias, as plantas foram coletadas
para análises morfofisiológicas e levantamentos de dados.

3.3 ANÁLISES MORFOFISIOLÓGICAS


As plantas foram removidas do substrato, lavadas e secas. Foi pesado a
massa fresca das plantas numa balança de precisão digital. Para determinação
da massa seca o material foi colocado na estufa a 60ºC por 3 dias e depois foi
pesada novamente. As alturas médias dos feijões foram medidos do solo até o
meristema apical com auxílio de uma régua. A porcentagem de água foi
calculada seguindo a equação: [(MF-MS)/MF] x 100, onde MF é a massa fresca
e MS é a massa seca. Para determinar o aspecto geral das plantas, fotos foram
tiradas periodicamente do experimento.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para o pepino crescer com vigor ele necessita de temperaturas elevadas, além
de água e luz abundantes (DIAS,DUARTE,MEDEIROS, 2009). Como estavam
na estufa, as plantas não tiveram muitas interferências do meio externo.
Durante o desenvolvimento inicial, as plantas foram regadas apenas com água
doce e por ser adaptável ao clima quente da primavera, isso facilitou muito
para seu desenvolvimento. O posicionamento das mudas na mesa da estufa
contribuiu para que todas elas recebessem luz solar. Fatores nutricionais e
hídricos também melhoram a produção do pepino (DIAS,DUARTE,MEDEIROS,
2009). Após duas semanas nessas condições, as plantas receberam o inóculo
de microrganismos.
16

Para as plantas que receberam o inóculo de bactérias, esperava-se que a


presença de microorganismos eficientes no solo promovesse uma melhora no
crescimento (VARESCHE., S/D). Principalmente pela possibilidade dos
microrganismos oferecerem proteção e nutrição para plantas. (SOUZA., 2022).
Porém, o resultado não foi como esperado porque nem a altura nem a
biomassa das plantas mudou significativamente. Na verdade, o tratamento com
microrganismos parece ter causado uma redução na altura das plantas,
quando comparado ao controle. Os resultados de massa fresca e massa seca
não apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos, indicando que
os microrganismos não promoveram crescimento das plantas nas condições
testadas. A aplicação da solução de sal a 25 mM também pareceu não ter
prejudicado a planta, o que não era esperado, uma vez que a salinidade reduz
o tamanho por conta da falta de absorção de água.(CRUZ et al, 2018)

Com base na figura 1A, a S/M;S/E foi a planta com maior crescimento em
altura. No entanto, dentro da análise do peso fresco na figura 1C o S/M;S/E
não foi significativamente maior do que os demais tratamentos. Isso indica
que, apesar da planta ter crescido em altura, seu desenvolvimento não refletiu
em uma maior produção de folhas ou raízes. Isso pode estar relacionado ao
equilíbrio osmótico, que pode dificultar o crescimento em volume das células.
Mesmo em pequenas quantidades, a solução de Na + e Cl - pode reduzir a
pressão osmótica do solo e isso pode ter causado uma leve queda no
comprimento da planta (MENDES,at al 2011).

Segundo as pesquisas,o pepino é moderadamente sensível ao sal: não é


totalmente sensível nem muito tolerante (MACHADO,2024). Essa característica
da planta é um indício de que a quantidade de sal usada no experimento pode
ter sido insuficiente para gerar um estresse significativo nas plantas. Ao
observar a figura 1, nenhum dos gráficos não mostrou uma grande mudança
nas colunas que tinham o NaCl. O motivo é que a salinidade não alterou
substancialmente o efeito negativo do estresse salino.
17

A figura 1 apresenta os tratamentos C/M;S/E e C/M;C/E indicando que não teve


uma diferença significativa de altura, biomassa ou conteúdo de água.É
interessante o entendimento que para as bactérias interagem efetivamente com
as plantas são necessários alguns fatores essenciais. Dentre eles, estão os
fatores abióticos como a temperatura do solo, pH, nutrientes e minerais que
deixam o solo fértil (ARAUJO,LEITE 2007). Isso pode ter prejudicado a
associação com a planta e interferido no resultado. A partir desses dados,
entende-se que o potencial da bactéria SC5 não foi totalmente utilizado.

Na figura 1D é exposto os dados sobre o peso [Link],os dados não


tenham saído como esperado,a coluna C/M,S/E é resultado mais alto.E o peso
fresco da figura 1C e coluna C/M,S/E também está entre os maiores
[Link] desvio padrão da figura 1C e 1D estão altos,ou seja,existem
valores diferentes.A bactéria inoculada promove crescimento das raízes. (DE
SANGOSSE,S/D). Como foi medido o peso com as raízes,pode-se dizer que
elas podem ter sido pesadas e dado um valor diferenciado.

O pepino costuma crescer com facilidade em estações como primavera e


verão.O ambiente protegido tem mais vantagem, pois tem uma temperatura
eficiente que desenvolve a cultura. Se tiver uma baixa disponibilidade de luz, o
crescimento pode ser reduzido (ZAGO,2004). A altura desenvolveu
positivamente como foi representado na figura 1A na coluna S/M,S/E, mas,o
ápice do desenvolvimento do pepino acontece entre 40 e 50 dias após a
semeadura (CARVALHO,MELO,PILON,2018). É possível que por conta do
tempo restrito a planta não tenha tido tempo de mostrar respostas claras à
aplicação dos microrganismos e do sal.

5. CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS

Verificou-se que a concentração de sal testada neste trabalho não foi o


suficiente para gerar estresse salino na planta e isso indicou que o pepino tem
18
um grau de tolerância ao sal. Os microorganismos também não se
desenvolveram como o esperado,pois eles não refletiram num maior
crescimento. Se tivesse certas condições de cultivo e maior tempo poderia ter
gerado respostas mais evidentes.

Para o experimento ser feito na maneira ideal, seria necessário mais dias até o
tempo de amadurecimento da planta, ter colocado um solo com PH apropriado
para as sementes de pepino e aplicar 50 mM de quantidade de sal.
19

REFERÊNCIAS

SCHOSSLER,T.R at al. Salinidade: Efeitos na fisiologia e na nutrição


mineral das plantas. Enciclopédia Biosfera, Centro Científico Conhecer,
Goiânia, v.8, n 15, pag 1563-1578, novembro 2012. Disponível em:
[Link]
%[Link]

DIAS, N.S. GHEYI,H.R. LACERDA,C.F. Manejo da salinidade na agricultura:


Estudos básicos e aplicados. Fortaleza: Instituto Nacional de Ciências e
Tecnologia em Salinidade, 2010. Disponível em:
[Link]
[Link]

GALINDO, F.S. Inoculação com bactérias promotoras de crescimento: Um


caso crescente de sucesso e sustentabilidade na agricultura brasileira.
Physiotek, 2021. Disponível em:
[Link]
um-caso-crescente-de-sucesso-e-sustentabilidade-na-agricultura-brasileira/
Acesso em: 12 jul .2024.

NETA, S.J.C. Amenização do estresse salino em milho inoculado com


Bactérias Promotoras de Crescimento de Plantas e Fungo Micorrízico
Arbuscular. Orientadora: Profa. Dra Giselle Gomes Monteiro Fracetto. 2022.
Dissertação (Mestrado em Ciências do solo)- Universidade Federal Rural de
Pernambuco, Recife. 2022. Disponível em:
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%20Carvalho%[Link]

AGUIAR, K.P. Prospecção de bactérias promotoras do crescimento


vegetal associadas a vermicompostos. Orientador: Prof. Dr. Fábio Lopes
Olivares. 2012. Dissertação (Mestrado em Produção vegetal)- Universidade
Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Campos dos Goytazes, 2012.
Disponível em:
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OLIVEIRA,J. C at al . Mitigação do estresse salino em meloeiro com uso de


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simposios/III-INOVAGRI-2015/03.09.2015/[Link]
20

ZAGO, V. Influência da radiação solar e da temperatura do ar da produção


de pepino em estufa plástica. Orientador: Prof. Dr. Galileo Adeli Buriol. 2004.
Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal)- Universidade Federal de Santa
Maria. Santa Maria, 2004. Disponível em:
[Link]
sequence=1&isAllowed=y

Referencias para fazer:


MEDEIROS,P.R.F. DUARTE,S.N. DIAS,C.T.S. Tolerância da cultura do
pepino a salinidade em ambiente protegido. 2009.

[Link]

[Link]
Metabolismo%[Link]#:~:text=Quatro%20condi%C3%A7%C3%B5es
%20f%C3%ADsicas%20principais%20influenciam,atmosfera%20gasosa%20e
%20press%C3%A3o%20osm%C3%B3tica

[Link]
%c3%87%c3%83O%20FINAL%20DE%20BRENA%20GOMES%20DE
%[Link]

[Link]

[Link]

[Link]
que-voce-precisa-saber_470886.html

[Link]
[Link]

[Link]

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[Link]

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